Relato caseiro
Esse é meu segundo casamento e estamos juntos há 7 anos. Quando me juntei com minha atual parceira, demorei alguns meses pra conhecer a filha dela, que era pequena naquela época. Hoje ela tá no ensino médio e tem uma confiança enorme entre minha esposa, minha enteada e eu. Pra ser sincero, amo muito as duas e respeito pra caralho.
Minha parceira e eu trabalhamos, e nas minhas férias a gente teve a ideia de reformar um quarto que a gente usava como depósito pra nossa filha — pintar e deixar provisório pra ela. Durante as férias, depois de já ter adiantado o quarto, resolvi ver um vídeo pornô e me masturbar, algo que não faço com frequência, mas costumo fazer em particular.
Comecei a curtir o vídeo enquanto balançava meu pau no ritmo da rabuda da protagonista, com uma sábana que serve como porta do banheiro.
Abri completamente os olhos ao ver minha enteada, que observava o que eu fazia com as mãos, e nós dois ficamos em choque, com os olhares cravados um no outro. Na mesma hora, tampei minha ereção como pude, e minha enteada saiu do quarto. Um medo enorme tomou conta de mim, sem saber o que fazer. Esse medo se misturou com vergonha, enquanto eu esperava ser acusado pela minha esposa. A verdade é que me senti mal e comecei a andar em direção ao quarto, quando uma mensagem chegou no meu celular: "Quer que eu te ajude?" Fiquei travado com a mensagem, ainda excitado, mas com muito medo. Ignorei a mensagem; por um lado, queria responder, mas por outro, me sentia mal com o que estava acontecendo. Segui com o que estava fazendo, até que minha esposa chegou e me ajudou a pintar o quarto. Na hora do almoço, pude ver minha enteada usando um vestidinho bem curto enquanto ajudava minha esposa a servir a comida.
Levando completamente meu olhar o tempo todo e desviando só quando percebia que eu tava olhando pra ela.
Pra empinar ainda mais a bunda dela e se colocar numa pose provocante que fazia o vestido subir
Vendo um short de lycra bem colado no corpo dela, marcando a bunda e as pernas fininhas. O almoço foi estranho, mas excitante. Algo dentro de mim me fazia pensar que minha enteada estava dando em cima de mim. No dia seguinte, como de costume, acompanhei minha esposa no café da manhã cedo, enquanto minha enteada só levantou pra pegar um copo de leite, usando um pijama bem largado. Depois, minha esposa saiu pra trabalhar e eu continuei pintando as paredes e trabalhando em silêncio, mesmo me sentindo nervoso e excitado com tudo que tinha visto no dia anterior. Enquanto trabalhava, recebi uma mensagem da minha enteada perguntando se eu queria café da manhã. Respondi que já tínhamos comido e que tinha café esquentando. Mais tarde, depois de alguns minutos, ela mandou outra mensagem perguntando se eu queria ajuda. E eu não sabia o que responder. Passados alguns minutos, pude ver minha enteada bem arrumada.
Com uma saia bem curtinha no corredor que dá pro quarto dela, toda gostosa e se fazendo de desentendida, mas me dava um tesão ver ela assim... Continuei com minhas coisas... De novo, uma mensagem e uma foto chegaram no meu celular...
Quer que eu te ajude?" No meu nervosismo e excitação, não queria faltar com respeito e respondi... Eu: já tô quase gozando. Foi questão de menos de um minuto até eu ver a cortina se abrir... E contemplar minha enteada.
Com aquela saia curtinha dela me olhando nos olhos, juro que foi a maior excitação que já senti.. Te ajudo. Eu: ahm éhm, já tô quase acabando.. Com o que rolou ontem eu te ajudo.. Enquanto as mãos dela passavam por toda a saia, levantando ela por trás de vez em quando.. Ahm, do que você tá falando? Ela: vem. Enquanto saía do quarto.
Fiquei admirando as pernas dela.
Ao chegar no meu quarto, nossos olhares se prenderam um no outro. Sem dizer nada, ela sentou na cama, e eu fiz o mesmo. Ela foi levantando a saia devagar, eu admirando as pernas dela, enquanto ela pegava nas minhas pernas e terminava no meu zíper. Sem falar nada, ela mesma tratou de pegar o cinto, abrindo ele aos poucos. Eu tentei negar, mas ela não ligou, só pra liberar minha pica, que já tava dura.
Morder os lábios enquanto subia e descia a pele da minha rola sem perder nenhum detalhe no que fazia sem parar. Uma voz que eu nunca tinha ouvido, como se estivesse fazendo biquinho, tomou conta de mim quando saí dela... Papai, posso sentir o cheiro?
Aaaah, ele tava excitado, respondeu siiiiiim. A voz dele nunca mudou, sempre foi meiga e dengosa. Posso, papai.
Note como a boca dela se abriu
Saindo e entrando na minha glande, senti na hora como ela ficou molhada — não sei se fui eu o culpado ou se era a saliva dela que tinha tomado conta da minha rola.
E aí eu comecei a sentir prazer com algo que nunca imaginei. O jeito que ela fazia era delicioso — a boca dela cobrindo minha glande, cheia de saliva ou algo mais, a língua dela passando por toda a glande, entrando na abertura, se cravando com força, despertando uma excitação que nem a mãe dela fazia igual. Pensei que ia gozar daquele jeito, até que ela mesma tocou minhas pernas, abrindo elas de uma vez, sem dizer nada, só gemendo enquanto fazia isso.
Minha enteada se meteu entre minhas pernas e continuou chupando, agora mais forte e mais fundo, vendo minha cara de tesão... Aaa aaa filha aaa aaa... O que foi, buceta? Mmm mmm aaa mmm... É muito gostosa, filha... Chiii, é gostosa, papai... Aaaa aaa heee aaaa aa sim, sim, filha... Mmm mmm mmm, que gostosa, papai... Você gosta, filha? Chiiii, papai, eu gosto... Do que você gosta, filha? Do seu pau, papai... Aaaa aaa ouvir isso me deixava com ainda mais tesão do que eu já tava... Ela continuou fazendo mais rápido até eu sentir que ia gozar... Aaa aaa filha, já, já... Tô quase gozando... Ela continuou, deixando meu gozo escorrer pelas minhas pernas, e só sorriu... Eu não conseguia processar a sensação e o que tinha acontecido, mas ela saiu rápido do quarto... Essa foi a única vez que algo rolou, nunca mais se falou sobre o assunto, apesar de ter sido algo muito gostoso...
Esse é meu segundo casamento e estamos juntos há 7 anos. Quando me juntei com minha atual parceira, demorei alguns meses pra conhecer a filha dela, que era pequena naquela época. Hoje ela tá no ensino médio e tem uma confiança enorme entre minha esposa, minha enteada e eu. Pra ser sincero, amo muito as duas e respeito pra caralho.
Minha parceira e eu trabalhamos, e nas minhas férias a gente teve a ideia de reformar um quarto que a gente usava como depósito pra nossa filha — pintar e deixar provisório pra ela. Durante as férias, depois de já ter adiantado o quarto, resolvi ver um vídeo pornô e me masturbar, algo que não faço com frequência, mas costumo fazer em particular.
Comecei a curtir o vídeo enquanto balançava meu pau no ritmo da rabuda da protagonista, com uma sábana que serve como porta do banheiro.
Abri completamente os olhos ao ver minha enteada, que observava o que eu fazia com as mãos, e nós dois ficamos em choque, com os olhares cravados um no outro. Na mesma hora, tampei minha ereção como pude, e minha enteada saiu do quarto. Um medo enorme tomou conta de mim, sem saber o que fazer. Esse medo se misturou com vergonha, enquanto eu esperava ser acusado pela minha esposa. A verdade é que me senti mal e comecei a andar em direção ao quarto, quando uma mensagem chegou no meu celular: "Quer que eu te ajude?" Fiquei travado com a mensagem, ainda excitado, mas com muito medo. Ignorei a mensagem; por um lado, queria responder, mas por outro, me sentia mal com o que estava acontecendo. Segui com o que estava fazendo, até que minha esposa chegou e me ajudou a pintar o quarto. Na hora do almoço, pude ver minha enteada usando um vestidinho bem curto enquanto ajudava minha esposa a servir a comida.
Levando completamente meu olhar o tempo todo e desviando só quando percebia que eu tava olhando pra ela.
Pra empinar ainda mais a bunda dela e se colocar numa pose provocante que fazia o vestido subir
Vendo um short de lycra bem colado no corpo dela, marcando a bunda e as pernas fininhas. O almoço foi estranho, mas excitante. Algo dentro de mim me fazia pensar que minha enteada estava dando em cima de mim. No dia seguinte, como de costume, acompanhei minha esposa no café da manhã cedo, enquanto minha enteada só levantou pra pegar um copo de leite, usando um pijama bem largado. Depois, minha esposa saiu pra trabalhar e eu continuei pintando as paredes e trabalhando em silêncio, mesmo me sentindo nervoso e excitado com tudo que tinha visto no dia anterior. Enquanto trabalhava, recebi uma mensagem da minha enteada perguntando se eu queria café da manhã. Respondi que já tínhamos comido e que tinha café esquentando. Mais tarde, depois de alguns minutos, ela mandou outra mensagem perguntando se eu queria ajuda. E eu não sabia o que responder. Passados alguns minutos, pude ver minha enteada bem arrumada.
Com uma saia bem curtinha no corredor que dá pro quarto dela, toda gostosa e se fazendo de desentendida, mas me dava um tesão ver ela assim... Continuei com minhas coisas... De novo, uma mensagem e uma foto chegaram no meu celular...
Quer que eu te ajude?" No meu nervosismo e excitação, não queria faltar com respeito e respondi... Eu: já tô quase gozando. Foi questão de menos de um minuto até eu ver a cortina se abrir... E contemplar minha enteada.
Com aquela saia curtinha dela me olhando nos olhos, juro que foi a maior excitação que já senti.. Te ajudo. Eu: ahm éhm, já tô quase acabando.. Com o que rolou ontem eu te ajudo.. Enquanto as mãos dela passavam por toda a saia, levantando ela por trás de vez em quando.. Ahm, do que você tá falando? Ela: vem. Enquanto saía do quarto.
Fiquei admirando as pernas dela.
Ao chegar no meu quarto, nossos olhares se prenderam um no outro. Sem dizer nada, ela sentou na cama, e eu fiz o mesmo. Ela foi levantando a saia devagar, eu admirando as pernas dela, enquanto ela pegava nas minhas pernas e terminava no meu zíper. Sem falar nada, ela mesma tratou de pegar o cinto, abrindo ele aos poucos. Eu tentei negar, mas ela não ligou, só pra liberar minha pica, que já tava dura.
Morder os lábios enquanto subia e descia a pele da minha rola sem perder nenhum detalhe no que fazia sem parar. Uma voz que eu nunca tinha ouvido, como se estivesse fazendo biquinho, tomou conta de mim quando saí dela... Papai, posso sentir o cheiro?
Aaaah, ele tava excitado, respondeu siiiiiim. A voz dele nunca mudou, sempre foi meiga e dengosa. Posso, papai.
Note como a boca dela se abriu
Saindo e entrando na minha glande, senti na hora como ela ficou molhada — não sei se fui eu o culpado ou se era a saliva dela que tinha tomado conta da minha rola.
E aí eu comecei a sentir prazer com algo que nunca imaginei. O jeito que ela fazia era delicioso — a boca dela cobrindo minha glande, cheia de saliva ou algo mais, a língua dela passando por toda a glande, entrando na abertura, se cravando com força, despertando uma excitação que nem a mãe dela fazia igual. Pensei que ia gozar daquele jeito, até que ela mesma tocou minhas pernas, abrindo elas de uma vez, sem dizer nada, só gemendo enquanto fazia isso.
Minha enteada se meteu entre minhas pernas e continuou chupando, agora mais forte e mais fundo, vendo minha cara de tesão... Aaa aaa filha aaa aaa... O que foi, buceta? Mmm mmm aaa mmm... É muito gostosa, filha... Chiii, é gostosa, papai... Aaaa aaa heee aaaa aa sim, sim, filha... Mmm mmm mmm, que gostosa, papai... Você gosta, filha? Chiiii, papai, eu gosto... Do que você gosta, filha? Do seu pau, papai... Aaaa aaa ouvir isso me deixava com ainda mais tesão do que eu já tava... Ela continuou fazendo mais rápido até eu sentir que ia gozar... Aaa aaa filha, já, já... Tô quase gozando... Ela continuou, deixando meu gozo escorrer pelas minhas pernas, e só sorriu... Eu não conseguia processar a sensação e o que tinha acontecido, mas ela saiu rápido do quarto... Essa foi a única vez que algo rolou, nunca mais se falou sobre o assunto, apesar de ter sido algo muito gostoso...
4 comentários - Enteada me viu batendo uma