Minha tia gostosa pt 2

Com o tempo, minhas visitas à casa da minha tia viraram uma rotina quase viciante. Sempre arrumava uma desculpa perfeita: "Vim ver os meninos", "Trouxe uma coisa pros primos", ou simplesmente "Tava passando aqui e lembrei de vocês". Mas a verdade é que meu coração batia forte só de pensar em cruzar com ela, sentir o perfume que flutuava pela casa, ou roubar um olhar pra aquela bunda perfeita que se mexia com uma graça que nenhuma novinha da minha idade tinha.

Os anos passaram, eu cresci de um moleque de 15 pra um cara de 29, com mais experiência, mais confiança, mas a vontade por ela não diminuiu nem um pouco. Pelo contrário, ficou mais intensa, mais sombria. Já não me contentava em espiar ela pela porta entreaberta do banheiro, vendo a água escorrer pela pele madura, por aquelas curvas que o tempo tinha deixado mais macias e tentadoras. Queria tocar ela. Queria que ela me visse como homem, não como o sobrinho.

O ponto de virada chegou num verão, uns dois anos atrás. Era uma tarde quente, daquelas que grudam a roupa no corpo. Fui na casa porque meus primos me chamaram pra piscina que eles tinham no fundo. Minha prima, aquela gostosa de peitão exagerado que mencionei antes em outros vídeos, tava lá de biquíni, me deixando louco e qualquer um que olhasse. Mas nem ela conseguia competir com minha tia naquele dia. Ela saiu no quintal com um vestido leve, daqueles que grudam com o vento, marcando tudo. Sem sutiã, dava pra ver. Os peitos firmes pra idade dela, os bicos quase aparecendo por baixo do tecido fino. E a bunda... Deus, aquela bunda redonda se mexendo enquanto ela trazia umas bebidas. Fiquei olhando feito um idiota, com o pau duro por baixo do short, rezando pra ninguém notar.

A gente começou a conversar todo mundo na piscina. Pela primeira vez em muito tempo, minha tia sentou perto de mim. Falávamos de besteiras: o calor, o trabalho dela, meus estudos. Mas eu sentia a eletricidade no ar. Num momento, ela se inclinou pra pegar alguma coisa do chão e o vestido subiu um pouco pelas coxas. Vi a curva da bunda dela, a beiça de uma fio dental branca. Quase gozei ali mesmo, mas não aconteceu nada e o dia seguiu como se nada fosse.
Os anos continuam passando implacáveis, e agora tenho 29, com uma vida que por fora parece normal: trampo, amigos, alguma gatinha de vez em quando. Mas por dentro, aquele fogo pela minha tia nunca apagou. Pelo contrário, com ela tendo 62 anos, eu a desejo mais do que nunca. Ela tá mais madura, mais mulher: o cabelo com uns fios grisalhos que ficam elegantes, a pele macia com aquelas ruguinhas que dão personalidade, os peitos que continuam pendurados perfeitos, pesados e naturais, e aquela bunda grande, carnuda, que se mexe devagar mas com uma sensualidade que me mata. Ela se veste com roupa confortável em casa, mas quando sai, usa vestidos que marcam tudo. Vejo ela em reuniões de família e é difícil disfarçar a ereção.
Minha prima, a gostosa, agora tem 24. É uma deusa de verdade: peitos enormes, naturais, que transbordam qualquer sutiã, cintura fina, bunda redonda e firme de academia, pernas longas, cara de modelo com lábios grossos. Sigo ela nas redes, e cada story é uma tortura: ela na praia, na piscina, marcando tudo.
Mas a real é que a relação com elas é... normal. Nada mais. Não somos daquela família que se abraça muito, que conta tudo. Vamos nos aniversários, Natal, algum churrasco, conversamos besteira: o clima, o trampo, como tão os outros primos. Um beijo na bochecha ao cumprimentar e se despedir, e pronto. Não tem mensagem todo dia, não tem confiança profunda. Elas me veem como o sobrinho/primo mais velho, educado, que aparece de vez em quando. Eu trato elas com respeito, pergunto como tão, ofereço ajuda se precisar, mas não passa disso. Nunca consegui quebrar essa barreira.
O voyeurismo, isso sim, continua sendo minha válvula de escape. Toda vez que vou na casa da minha tia – que agora mora sozinha, porque os filhos se independentizaram – dou um jeito de roubar umas olhadas. Ela ainda tem o costume de deixar a porta do banheiro entreaberta quando toma banho. Espiei ela outro dia: a água caindo Pelo corpo maduro dela, os peitos pesados com mamilos grandes e escuros, a barriga macia, a bunda grande quando ela vira. Eu me escondi no corredor e me masturbei em silêncio, mordendo os lábios pra não gemer.

Com minha prima é mais esporádico, mas quando coincide que ela tá na casa da mãe, eu aproveito. A última vez foi num aniversário: ela chegou com um short curtíssimo e uma regata decotada. Ela se trocou no quarto, porta sem tranca. Eu me aproximei fingindo procurar algo e vi ela pelo espelho: tirando a regata, aqueles peitões enormes pulando livres, mamilos rosados e duros por causa do ar condicionado, depois abaixando o short e ficando só numa tanga fina fio dental que se enfiava na bunda perfeita dela. Ela se olhou no espelho, ajeitou os peitos com as mãos... e eu ali, duro que nem pedra, espiando que nem um tarado.

Depois na mesa, tudo normal: "Me passa a salada, primo", "Me conta como vai no trampo". Sorrisos educados, nada mais. Ela nem imagina que horas depois eu ia me masturbar pensando em chupar aqueles peitos, em comer ela contra a parede. E minha tia, servindo a sobremesa com aquele vestido solto que deixava ver o contorno dos mamilos, sem saber que o sobrinho dela deseja ela há 15 anos.

O desejo tá mais forte do que nunca, mas a distância também. Sei que é quase impossível quebrar essa barreira familiar sem confiança de verdade. Às vezes penso em mandar uma mensagem mais pessoal pra minha tia, tipo "Tô te achando tão gostosa ultimamente", mas desisto. Ou convidar minha prima pra tomar algo "como primos", mas sei que ela ia aceitar por educação e não ia rolar nada.

Continuo fantasiando com as duas: com minha tia madura me ensinando coisas, devagar e experiente; com minha prima jovem e selvagem, peituda e fogosa. Até as duas juntas, nas minhas punhetas mais sujas. Mas na realidade, tudo fica em olhares roubados, em espiadas secretas, em ereções disfarçadas debaixo da mesa. E assim eu vou, com 29 anos, desejando o proibido que tá tão perto mas tão longe. Cada reunião de família é uma tortura doce. 
 

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