Chantajeada após roubo na minha casa 10

Fiquei deitada, sem poder ver nem falar, com as mãos amarradas nas costas e duas coisas grandes dentro de mim, mas naquele momento, estar deitada naquela cama dura e velha era um prazer imenso, então não tentei nada, só fiquei ali até pegar no sono...

Não sei quanto tempo passou, mas acordei com o barulho de alguém chutando uma garrafa de vidro, e continuaram chutando até ouvir bem perto. Nisso, escuto a porta abrindo devagar, com cuidado, e depois de alguns segundos, ouço ela fechar. Sentia um cheiro forte de cigarro e algo fedido, e esse cheiro ficava mais forte conforme se aproximava de mim.

Não ouço nada por uns minutos. Escuto alguém andando pelo lugar todo, abrindo portas e mexendo em coisas, até que sinto alguém puxando a calcinha que colocaram em mim, mas sem tirar tudo, só deixaram minha bucetinha de fora e tiraram o brinquedo que estava dentro do meu cuzinho. Bom, praticamente meu corpo expulsou ele pra fora. Sinto a pessoa subir na cama, porque ela tremeu toda e os molas velhas chiaram. Separaram minhas nádegas e uma pica entrou no meu cuzinho. Não doeu nada, porque o brinquedo que deixaram dentro era bem grosso e me deixou bem aberta. Começou a se mover com muita força e rapidez, metendo bem forte. O único barulho que fazia eram uns gemidos. Depois de alguns minutos, sinto ele gozar dentro do meu cuzinho. Ao tirar a pica, imediatamente coloca o brinquedo de volta, entrando com muita facilidade por causa do gozo que serviu de lubrificante. Depois, arruma a calcinha de novo pra evitar que saia. E ouço ele sair do quarto bem rápido.

Fico em silêncio de novo. Depois de um tempinho, ouço barulho de cachorros vindo latindo, mas o som vai aumentando bem rápido, porque cada vez parece mais perto, então imagino que estão correndo ou perseguindo alguém. Nisso, a porta abre de repente, como se tivesse sido empurrada, porque o barulho... Foi tipo quando a porta bate na parede e eu ouço os cachorros entrando, escuto eles latindo e cheirando, andando por todo o lugar. Aí sinto eles se aproximando de mim, sinto o focinho deles me cheirando, se amontoando na minha bunda pequenininha e na minha buceta, cheirando tudo, e uma ou outra língua lambendo e roçando minhas pernas e minha calcinha. Até que ouço um sussurro: "te falei". Quase não escutei por causa do barulho dos cachorros e do quão baixo foi dito, mas tenho certeza que ouvi. Nisso, sinto umas mãos tocando minhas pernas devagar, abrindo elas enquanto os cachorros continuavam me cheirando. Sinto essas mãos subindo até chegar nas minhas nádegas, onde começam a apalpar e apertar. De repente, sinto minha calcinha sendo puxada pra baixo de uma vez, e ao mesmo tempo os brinquedos que eu tinha dentro vão saindo. Eu ainda tava deitada de lado, tipo posição fetal, e agora essas mãos deslizavam os dedos pelos meus buraquinhos, ao mesmo tempo que sentia os focinhos dos cachorros. Aí sinto as duas mãos separarem minhas nádegas, abrindo tudo, tipo pra facilitar a visão ou o acesso. Pra minha surpresa, naquele momento comecei a sentir os cachorros lambendo meu cu e minha buceta, não paravam de me lamber. Eu não conseguia me mexer, tava exausta e, por causa das amarras, mal mexia. Só fazia barulho com a boca. Ele não afastava os cachorros, pelo contrário, abria minhas nádegas pra eles lamberem melhor. Até que não aguentei mais e tive um orgasmo bem forte, o que fez os cachorros lamberem mais e mais. Minhas pernas tremiam.

Nisso, sinto ele se ajeitar na cama e sinto o pau dele roçando minha buceta. Aí começa a me comer pela buceta enquanto minha bundinha pequena e parte da minha buceta continuavam invadidas pelas línguas dos cachorros.

Enquanto me comia, me dava tapas na bunda, que doíam pra caralho porque minha pele já tava toda machucada. Não aguentei mais e tive outro orgasmo. Isso durou um tempinho até ele terminar. Quando ele se separou de mim, sinto os cachorros se começam a brigar e as línguas deles limpam tudo, me lambendo sem parar, até que separam eles e enfiam de novo os brinquedos e minha calcinha que colocaram em mim.

Nisso, ouço eles saindo correndo e os cachorros atrás deles.

Eu já não sabia o que fazer ou o que estava acontecendo, não conseguia me mexer nem falar, ainda estava muito cansada e sentia uma raiva do meu avô porque ele me colocou nessa situação, sentia que odiava ele e estava xingando na minha mente, fiquei assim por um tempinho até que dormi de novo. Depois de um tempo, acordei porque me sentia meio câimbra e dormente, e naquele momento ouço a voz do meu avô abrindo a porta.

"Oi, minha gatinha... olha só como você ficou, sua putinha", enquanto tirava a bolinha da minha boca e destapava meus olhos.

Tinha muita luz, mas consegui ver bem até que aos poucos comecei a focar, mas estava mais calma, era a voz do meu avô e o cheiro dele de álcool e cigarro. Aos poucos, consigo ver meu avô, enquanto ele desamarrava minhas mãos das costas, a primeira coisa que me veio foi abraçá-lo, e ele correspondeu ao abraço me dando um beijo na boca e acariciando meu cabelo. Enquanto me beijava, começou a tirar a calcinha que tinham colocado em mim e diz: "Então, gatinha, vamos ver o que tem aqui" e começou a tirar o que estava no meu cuzinho. Sinto ele saindo de dentro de mim aos poucos, até que me sinto livre, e ele me mostra: era um pepino branco, muito grande e grosso. E começa a tirar o da minha buceta, e era outro pepino igual àquele, um pouco menor, mas muito grosso. Eu estava chocada que essas coisas tão grandes tinham entrado em mim, não acreditava.

"Ha ha ha, então, gatinha, sua mãe ficaria orgulhosa de ver que hoje você comeu seus vegetais, ha ha ha ha ha ha. Agora, gatinha, levanta, deixa eu te ver", rindo de mim enquanto dizia tudo isso.

Levanto como pude, pelo cansaço que estava, e começo a olhar meu corpo: tinha hematomas por todo o corpo, muitos chupões, e ainda tinha muita cera. Marcada por todos os lados, me olhei no espelho e tinha todas as minhas nádegas marcadas, estavam super roxas, vermelhas e com as marcas das palmadas, sentia meus dois buraquinhos bem abertos e doloridos, tinha restos de sêmen seco nas minhas pernas, meu corpo todo doía, ainda estava meio assustada e meu avô só me abraçava e ria enquanto dizia "muito bem bebezinha, você fez muito bem, ajudou seu avô, fique orgulhosa porque você impediu que gente ruim me machucasse".

"Desculpa pela demora, estava bebendo com meus compadres e não vi a hora, na verdade aquele filho da puta passou pra me avisar que já tinham terminado de te usar umas 3 horas atrás, mas você sabe como são meus compadres, e aí me convidaram pra mais umas cervejas e a gente ficou batendo papo, me distraí, mas tô aqui gatinha kkkkkkkk"

Eu não entendia direito o que tava rolando, ele só falava isso e me abraçava, comecei a olhar tudo e entendi que estávamos no sítio dele, numa casinha que tem onde moram os caseiros, mas que tava vazia há um tempinho.

Me assustei quando vi que já tava de dia, quase chorei quando falei "ai vô, meus pais vão me matar, o que eu faço agora?", e ele riu, "calma gatinha, não se preocupa, tá tudo sob controle, seus pais pensam ou vão pensar quando acordarem que eu passei pra te buscar cedo pra você me ajudar, deixei um recado que ia passar por você umas 4 horas atrás e eles ainda não responderam, então devem estar dormindo ainda".

Isso me acalmou, senti que consegui respirar de novo.

"Na verdade, eu tinha planejado umas coisas a mais pra nós dois, coração, mas vejo que te deram uma surra mesmo kkkkkk, talvez a gente tenha que suspender kkkkkk, toma, veste essa roupa e se limpa".

Me troquei e fomos embora do sítio do meu avô, ele disse que eu merecia um prêmio, então me levou até a cidade de Villahermosa, a viagem dura uma hora e meia, talvez um pouco mais porque meu avô dirige devagar, então passei a viagem toda dormindo, ele me acordou quando a gente tava estacionando num shopping. Comercial, a gente entrou e por um bom tempo ele comprou tudo que eu pedi, e várias coisas que ele mesmo me oferecia. Eu sentia que era o sentimento de culpa dele, por isso comprava tudo pra mim. Não tava muito afim de andar porque tava dolorida e cansada, mas pensei que devia aproveitar depois de tudo que passei. Depois fomos comer num restaurante, verdade seja dita, eu tava morrendo de fome. Ele dizia que era meu prêmio, que eu merecia tudo aquilo e mais.

Eu, com muito custo, consegui sentar na cadeira de madeira do restaurante, minha bunda ardia como nunca.
Já na caminhonete, a gente ia indo embora quando perguntei: "O que foi que aconteceu? Quem era aquela pessoa e por que tava encrencada?"

Aí meu avô começou a rir, virou pra mim e pediu pra acender um cigarro, já que não podia porque tava dirigindo. Quando entreguei, ele começou a fumar enquanto ria e disse: "Ah, minha gatinha, tudo foi culpa sua, na verdade, hahahaha... ontem na festa, quando te vi e você me fez ficar de pau duro, queria te comer, mas como vi que não dava, tive que ir comer uma velha que me dá a bunda. O problema é que chegou o marido dela e nos pegou com o pau no cu dela, e aí virou a maior bagunça. E como já tô velho, se não fosse isso, eu teria quebrado a mãe dele, então tive que negociar. Além disso, aquele filho da puta desgraçado tava armado, então não teve outro jeito, gatinha. Aí ofereci seu bum love pra ficar quites. Por isso você me salvou, fui te buscar e te levei pra ele, mas fica tranquila, gatinha. Enquanto ele te usava, eu voltei e dei uma fodida selvagem na mulher dele. Acho que até engravidei aquela puta, então a gente ganhou hahahahahahahahaha." Ele falava isso enquanto ria, eu só ficava olhando pra ele, toda dolorida e meio irritada, mas verdade seja dita, não consegui evitar de me sentir feliz por ter ajudado meu avô, apesar da dor ao andar, ao sentar e levantar. Sentia minha bundinha e meu corpo ardendo muito.

A única coisa é que fiquei pensando no caminho de volta pra cidade: se avisaram meu avô que eu já tava sozinha, então... Quem ou quem foram os que entraram na casa e me pegaram amarrada daquele jeito? Ou era o mesmo cara que foi e voltou?... Não sabia como perguntar isso, então preferi ignorar por enquanto e voltei a dormir na caminhonete.

Quando chegamos na minha casa, entramos mas não tinha ninguém. Aproveitei pra tomar banho enquanto meu avô sentou na sala. Depois de uns minutos, ouço abrirem a porta e escuto vozes, e a porta fechou de novo. Pensei que eram meus pais.

Me vesti e saí do banho, e vejo meu avô sentado na sala vendo TV e umas sacolas. Chego perto e pergunto se eram meus pais.

"Não, minha gatinha, mandei pedir um negócio com meu empregado. Vamos ver TV juntos um pouco. Olha, pedi aquilo que você tanto gosta, uns bonéis ou sei lá que merda é essa, hahaha, mas pedi uns pra você e algo pra mim. Senta e toma uma cerveja com seu avô."

Sentei e ele colocou no meu prato os boneless, molhos e pepino em tiras com limão e sal. Me deu uma cerveja, mas preparou com limão e sal. Não falei nada, eu não bebo, mas por tudo que aconteceu decidi tomar e, verdade, gostei muito com sal e limão. Senti o sabor gostoso. Só tinha tomado cerveja antes quando o Bacal e o Cochino me davam, e a que me davam era sempre muito amarga e quente, então essa me soube totalmente diferente. A gente conversava e via TV como antes, então me senti bem à vontade.

Quando terminei de tomar meu copo de cerveja, ele levantou e foi na cozinha me preparar outra. Enquanto isso, comi uns boneless, porque até aquele momento só tinha beliscado o pepino com limão, que tava muito gostoso...

Ele voltou, me deu outro copo igual, preparado, e mais petisco que fez. Depois de um tempinho, já me sentia meio tonta e muito cheia, porque tinha comido meus boneless, vários pratos de pepino e várias cervejas...

Nisso, meu avô começa a me perguntar o que tanto tinham feito comigo. Contei, e ele foi perguntando, e a gente foi nessa. Notei como ele ficou... começou a endurecer o pau dele, dava pra ver por cima da calça, mas eu fingi que não vi nada, só continuei contando, contei tudo, só que decidi não falar sobre o que aconteceu quando o cara foi embora, a parada dos cachorros e tal... pra ver se ele me perguntava se tinha rolado mais alguma coisa ou sei lá, algo que entregasse que ele sabia ou tinha planejado algo a mais, mas nada, tava tudo normal, pelo visto não fazia parte do plano dele, nem sabia de nada do que aconteceu depois.

"ai minha gatinha, de verdade que você se divertiu gostoso, não sabia que aquele merda do gordo era tão degenerado, ele é bem santarrão igual a puta da esposa dele"

Aí eu perguntei pra ele me dizer quem era, se ele conhecia, pra ele me falar, pedia e pedia e ele só ria, mas no final ele fala: "olha minha gatinha, se você quer que eu te conte, me ajuda com isso" e tira o pau dele duro, "vou te dar um pouco mais de porra hoje e enquanto a porra tiver saindo eu vou te contando quem é"

Sem me deixar falar nada, ele pegou minha cabeça e empurrou pra baixo até o pau dele, então não tive escolha e comecei a chupar ele todo, enquanto ele via TV e continuava bebendo. Eu sentia que ia vomitar, dava muitos engasgos, porque sentia que tava muito cheia e ele empurrava minha cabeça contra o pau dele, entrando tudo por completo, aí sinto ele pressionar contra o corpo dele com força e começa a gozar dentro da minha garganta, fazendo eu quase vomitar um pouco, saindo porra pelo meu nariz e boca, eu tava toda melada, mas ele mandava eu continuar chupando, ele parou de pressionar minha cabeça mas pedia pra eu continuar chupando.

"bom minha vaquinha, vou te contar mas vai ser nosso segredo, lembra do sítio do quilômetro 35? Pois ali tem uma fazendinha, você conhece bem, ali tem uma igreja evangélica, e o pastor que é amigo do seu pai e da sua mãe, foi ele que te usou, é que a mulher dele tem uma bunda enorme e é muito puta, então eu não aguentei amor, hahahaha, ele acha que você não sabe, então quando ele visitar ou seus pais visitarem, você age normal vaquinha"

Eu fiquei chocada, porque aquele Senhor parece ser muito boa pessoa e muito gentil, sempre fala de Deus e do próximo e tal, faz rifas de animais pra ajudar a comunidade, festas, tudo muito bonito e a gente sempre vai em todos os eventos dele, ele até veio com a esposa comer aqui e a gente foi comer na casa dele. Fiquei chocada, não conseguia acreditar. Além disso, ele é gordinho e baixinho, e eu sentia que a pessoa que me pegou tinha muito fôlego, não se cansava, e o pau dele parecia grande. Eu ainda estava em choque, quando meu avô puxa o celular e me mostra uma foto. Na foto, uma mulher estava de pernas abertas, e quando olhei de perto percebi que era a esposa do pastor. Uma senhora de uns 50 anos, mas muito bonita, morena de cabelo cacheado, magra mas não demais, corpo de senhora mas com quadris largos e cintura fina. Aí entendi que foi aquele senhor que tinha me usado.

Eu continuei chupando enquanto pensava nisso tudo, quando meu avô começa a rir e me pergunta: "E aí, minha vaquinha, você se divertiu comigo hoje?"

E eu respondi: "Sim, vovô, obrigada, também me diverti, já me sinto mais calma e gostei de tudo que você me comprou."

"E a comida, você gostou ou não?" "Sim, vovô, tudo muito gostoso, obrigada. A da praça e isso que você comprou e preparou."

"Fico feliz que você gostou, minha vaquinha. Mas também foi graças a você que a gente petiscou tão bem." Na verdade, não entendi. Achei que ele tava se referindo ao que aconteceu comigo e à compensação, mas pra ter certeza, não pude evitar perguntar o que ele queria dizer...

"Ahh, tô falando dos pepinos que você chupou com tanto gosto, que estavam na sua bundinha gostosa e na sua bucetinha deliciosa... Pra mim, o da sua buceta tinha mais sabor, mas você devorou inteirinho o da sua bundinha." Ele só ria de mim... Não podia acreditar. Perguntei se era sério, e ele só riu mais e disse que sim. Não sabia o que dizer, fiquei chocada, amigos. Nisso, ouvimos um barulho e ele fala rápido: "Gatinha, levanta as coisas." Eu Distraio teus pais lá fora, meu avô saiu de casa e eu rapidão limpei tudo, eliminando qualquer evidência das latas de cerveja. Entrei no banheiro, escovei os dentes e saí pra cumprimentar meus pais, que estavam batendo papo com meu avô. Minha mãe ficou uns segundos parada ali com eles e depois entrou pra me cumprimentar, perguntando se eu queria comer, porque a gente ia almoçar com uma comadre deles. Falei que não tava com fome e que, se não fosse um problema, eu ainda tava moída da festa e queria dormir um pouco. Aí minha mãe disse que sim, que não tinha problema, que me entendia, já que meu avô tinha vindo me encher o saco tão cedo. "Não gosto que ele venha, mão de você, é má influência, mas seu pai insiste que é família e que família não se despreza, então não tenho escolha."

O que restou da tarde e da noite, passei dormindo de vez. Só acordei no dia seguinte, com um sono incrivelmente pesado.
espero ler seus comentários, por favor, quero saber o que acham, não sei se vocês gostam ou não? só pra saber... hehehe valeeeu!!!... abraços pra toda a galera heheheChantajeada após roubo na minha casa 10

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vadia

BDSMNo rancho trabalhandosubmissa

submissaCASO VOCÊS NÃO CONHEÇAM, SÃO ESTES AQUI OS PEPINOS BRANCOSChantageadaEspero ler os comentários de vocês, por favor, quero saber o que acham, não sei se vocês gostam ou não? Pra saber... hehehe valeeeu!!!... abraços pra toda a galera hehehe

7 comentários - Chantajeada após roubo na minha casa 10

rico relato y las fotos uf , te pusiste buenisima
muchas gracias por tu comentario te agradezco muchoo muackkkk!!! 🙂
son muy buenos tus relatos,
deberías hacerlos mas seguido putita del pueblo
muchas gracias, me alegra que te gustara 🙂
Créonque esas tanguitas las has de desaparecer con esas bonitas nalgas
jejejjeje muchas gracias corazon, un poquito jejejejje 😛
Que buen relato, me gusta que te ponen un pene en la cara y ya sabes que debes hacer
Ya extrañaba tus relatos, me encanta leer como te volviste cada vez más puta
Uffff esos pepinos se ven deliciosos.... y más aun si salen de dentro de ti
pues si sabian bien jejejeje no se nota la diferencia se sentian frescos 😛