Minha esposa transa com o chefe e me conta tudo

Hoje quero contar pra vocês sobre a aventura da minha esposa no fim de semana passado: a gente tava tocando no assunto quente e como é normal a gente se fala umas coisas picantes, e essa noite ela me disse que tem um supervisor que mostra muito interesse nela mas que por razões óbvias faz-se de indiferente, eu disse no meio da paixão que ela podia fazer o que quisesse, aí essa noite no meio do sexo, a gente se falou várias coisas, mas na sexta ela me perguntou se podia ir um pouco dançar com umas amigas, eu disse que não tinha problema mas que não chegasse muito tarde por causa da insegurança nesse horário, que pegasse um táxi pra voltar mais rápido e segura, e foi assim, ela chegou quase às 4, chegou com vontade e começou a me procurar e sabendo como é gostoso ficar com ela quando tá bebendo, aproveitei no meio do efeito do álcool e do calor, da relação ela me disse que vinha recém comida, no começo achei estranho o comentário no meio do sexo, mas depois ela me disse que tinha deixado o supervisor apalpar ela o dia todo, foram dançar, ele a convidou pra um hotel perto, e que no caminho no táxi eles se beijavam e se tocavam por todo lado, isso me esquentou e dei pra ela como ela merecia por ser puta, ao terminar caímos rendidos e dormimos na hora sem pedir mais detalhes. Na manhã seguinte perguntei o quanto do que ela me disse na noite anterior era verdade, e oh surpresa quando ela disse que tudo era verdade e começou a me contar. Como falei há pouco, esse supervisor "incomodava" ela já fazia um tempo e ao ver que ela não era completamente indiferente, continuou insistindo, um dia ele disse que ela tinha um botão da blusa solto e se ofereceu pra abotoar e ela se animou a deixar, claro que ele aproveitou pra roçar os dedos mais do que devia nos peitos dela e isso deu ainda mais esperanças de conseguir algo com ela, e assim entre roçadas e piadas e comentários de duplo sentido chegou o dia dos fatos, trabalhou a manhã toda e ao meio-dia ele a convidou pra almoçar, lá no meio da A conversa foi direta: ele disse que estava morrendo de vontade de ficar com ela e que há muito tempo a desejava. Ela ficou surpresa e, ao mesmo tempo, excitada com aquela proposta. No entanto, ele pediu que ela não respondesse na hora, mas que pensasse a respeito. Disse que, se ela topasse, ele estaria a tarde toda no escritório esperando por uma resposta. Ao voltar ao trabalho, ela não conseguia parar de pensar na ideia, que era super tentadora, mas também não sabia que consequências isso traria para o nosso relacionamento — porque uma coisa era falar comigo durante o sexo, outra era concretizar a "infidelidade". Mesmo assim, depois das 15h, ela se dirigiu ao escritório do supervisor ainda sem uma decisão clara. Ao entrar, ele trancou a porta e se aproximou por trás, segurando-a pelos ombros e puxando-a para perto, esperando sua reação. Animou-se a beijar seu pescoço e, ao ver que ela inclinou a cabeça para o lado, facilitando as coisas, não se controlou e a abraçou, colocando as duas mãos sobre seu peito e apertando seus seios. Abriu a camisa dela e deu uma leve apertada; ela apenas se deixou levar, ainda sem reagir com nenhum movimento. Só quando ele buscou sua boca, girando seu rosto, ela decidiu se entregar e, sem esperar mais, levou a mão até sua calça para tocar seu pau já ereto. Começaram então os beijos mais apaixonados e molhados, as mãos ficando cada vez mais inquietas. Ele já havia desabotoado alguns botões da blusa e quase tinha seus seios fora do sutiã, enquanto tentava puxar a saia da minha esposa para baixo. Finalmente conseguiu e chegou até sua buceta, introduzindo os dedos quase com a calcinha e tudo, facilitado pela umidade que já tomava conta. Tentou puxar a calcinha para baixo, e foi aí que ela caiu em si e parou tudo. Ajeitou a roupa e disse que seria só por agora, que não se arriscaria a ser descoberta. Saiu do escritório e voltou a trabalhar, deixando-o com o agravante sortudo da a excitação que o supervisor havia deixado, com a calcinha quase enfiada entre seus lábios molhados e cada passo a fazia ficar mais molhada pelo atrito, sentia que suas colegas percebiam o cheiro de umidade que emanava de sua virilha, finalmente terminou e saíram para uma das boates com suas amigas como haviam planejado, uma vez lá depois de algumas cervejas e algumas danças ela viu que ele chegou com alguns colegas, ele tinha uns 38 anos e todos se sentaram em uma única mesa num canto da boate, entre uma dança e outra ele colocava a mão na perna da minha esposa e a acariciava suavemente, todos com algumas cervejas no corpo, as danças entre minha esposa e ele ficavam mais ousadas ao dançar reggaeton, ela esfregava a bunda no pau dele de maneira cada vez mais sedutora, provocando uma ereção impossível de disfarçar e que, ao senti-la, ela aumentava o atrito para sentir o quão grande ele era, nisso ele a pegou novamente pelas costas e quase tiveram sexo no meio da multidão que dançava ao redor sem notar o que estava acontecendo, quando voltaram para a mesa e estando um pouco mais sozinhos ele disse para irem para outro lugar, para terminarem o que haviam começado no escritório, ela sem pensar um instante pegou sua mão e saíram sem se despedir de ninguém e sem se importar se alguém os viu saindo, pegaram um táxi para algum motel ou residência próxima, no caminho se beijavam e tentavam controlar a vontade, chegaram depois de alguns minutos, pediram um quarto e subiram imediatamente, mal fecharam a porta e ele já tirava a jaqueta rapidamente e se lançou sobre ela, se abraçaram e beijaram apaixonadamente, enquanto ele tirava a jaqueta e a blusa deixando-a apenas de sutiã, ela baixou a minissaia freneticamente até os joelhos, acariciando seu pau por cima da cueca e sem dar mais espera se ajoelhou na frente dele e a baixou, deixando seu pau na altura de seu rosto, então foi aproximando seus lábios até enfiá-lo em sua boca, roçando com a língua, ele movia a cabeça para frente e para trás, com os lábios e língua molhando todo o comprimento do seu pau. Nisso, ele a pegou pelo cabelo e puxou sua cabeça na direção dele, tentando enfiar seu pau até o fundo da garganta da minha esposa. Ela, sentindo-se quase engasgada pelo pau, se levantou e continuaram se beijando até que ele a jogou na cama. Com desespero, ele tirou seus fios e, sem dizer uma palavra, se lançou sobre ela, introduzindo seu pau imediatamente, abrindo caminho entre sua vagina depilada e molhada. Começaram as investidas e muitos gemidos. Ela se despiu completamente, depois ficou de quatro, esperando ser penetrada novamente. E assim foi: ele a tomou como uma fera enquanto a segurava pela cintura, puxando-a com força, e ela pedia que ele enfiasse mais forte, mais fundo e mais rápido. Ela se deitou de bruços, colocando-se em sua posição favorita. A umidade que emanava de sua vagina molhava suas próprias nádegas e virilha. Por sua vez, cada vez que ele entrava e saía com seu pau, dava para ouvir o chapinhar dos fluidos e o impacto contra suas nádegas. O fato de estar atrás dela e sentir como ele abria caminho entre suas nádegas o enchia de tentação, estando tão perto de seu bumbum molhado e lubrificado pela excitação. Ele tentou algumas vezes enfiar por trás, mas ela o detinha e só pedia que ele fosse mais duro, mas pela frente, que a deixava muito excitada e queria sentir seu pau cada vez mais fundo. Ele roçou entre seus lábios vaginais e suas nádegas de cima a baixo, molhando com seus fluidos, e isso deixava minha esposa ainda mais excitada, enquanto ela se masturbava com os dedos e esperava sentir seu pau novamente. Ele roçou a cabeça do pau molhada ao redor de seu cú, pedindo permissão para entrar. Ela disse que sim, que desejava tanto que ele podia tentar. Então, ele se posicionou sobre ela e introduziu lentamente um dedo. Ao ver que ela levantou o bumbum para que ele enfiasse mais fundo, ele tirou e colocou o dedo, vendo como ela se movia e como... ele soltava um gemido ou outro, decidiu começar a meter seu pau, foi deslizando pouco a pouco dentro do cu da minha esposa, fazendo-a soltar um gemido profundo enquanto ele abria caminho entre suas nádegas. Seu ritmo e profundidade aumentavam, e conforme ela passava da dor ao prazer, pedia que ele metesse mais fundo, mais forte, com mais vontade. O ritmo se tornou frenético e apaixonado até que ela aumentou o volume dos gemidos, mordia o travesseiro, enfiava os dedos em sua buceta molhada, pedia que ele fosse mais duro, implorava, cada vez mais, até que finalmente chegou ao orgasmo e, ao mesmo tempo, ele enchia seu cu de porra. Depois, ele se levantou e tirou uma pausa, tomou um banho rápido e voltou para perto dela. Aproximou-se e a beijou novamente, as carícias retornaram, ela ainda estava molhada e com vontade, enquanto ele acariciava sua buceta, metendo e tirando os dedos encharcados de sua vagina, e ela acariciava seu pau ereto, masturbando-o enquanto trocavam beijos de língua. Ela abriu as pernas e ele se posicionou entre elas, deslizou novamente seu pau dentro de sua cucetinha e a fazia gemer e gozar como uma vadia no cio, até fazê-la esquecer a hora. Ela o apertava com braços e pernas, pedia que ele metesse mais fundo, com mais força, mais rápido, uma e outra vez, enquanto eu estava longe de imaginar que, pela segunda vez na mesma noite, outro homem estava comendo minha mulher como se ela fosse sua puta, que ela estava em um hotel transando com seu supervisor enquanto eu esperava em casa, sem imaginar que ela abria as pernas e deixava que enfiassem pau nela. Ela o beijava com fome e gemía como uma vadia, quase gritando, enquanto enchia sua buceta de porra. A colocavam de quatro, puxavam seu cabelo, e a fodia por trás contra a parede, fazendo-a gozar novamente e deixando suas pernas tremendo, cheias de porra e fluidos escorrendo de sua xota e seu cu, mas o importante é que ela realizava sua fantasia de estar... com ele não pôde tomar banho porque seria muito óbvio, então só se limpou um pouco e saiu sozinha para pegar um táxi, chegou em casa ainda com tesão e quente pela aventura e me procurou para que eu terminasse de encher aquela buceta de porra, sem saber que tinha porra na frente e atrás, que suas calcinhas estavam encharcadas até não poder mais de tudo isso e que o cheiro de suor e sexo não era por ter dançado e chegado excitada, mas pela foda intensa que tinham dado nela naquela noite, mas da qual só fui descobrir na manhã seguinte quando ela me contou textualmente o que aconteceu

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