Minha mãe virou minha putinha

E aí, galera, tudo bem? Aqui está a continuação da história. A primeira parte tá no meu perfil, dá uma lida lá pra pegar todo o contexto da parada. Acabei me apressando pra terminar o relato porque essa semana tô me divertindo pra caramba com a galera que me manda mensagem no chat. Por isso mesmo, quero deixar mais conteúdo pra vocês. Também vou tentar ficar mais ativo. Nos últimos dias, não consegui responder tão rápido no chat como antes por causa do trabalho, então vou tentar fazer mais posts ou uns shouts, não necessariamente continuando a história, já que isso leva mais tempo. Vou só soltar mais conteúdo mesmo. Curtam aí!Minha mãe virou minha putinhaDepois das primeiras vezes transando, eu ficava com vontade de foder com ela 24 horas por dia, era um adolescente hormonal de 16 anos e grudava na bunda dela sempre que podia. Eu fazia aula no período da tarde, minha mãe chegava do trabalho por volta das 4 e eu saía da escola às 8, então só podia vê-la à noite. Assim que chegava, ela me recebia para jantar e eu já procurava abraçar, beijar e, claro, começar a apalpar. No começo, mesmo já tendo feito sexo, ela ficava um pouco relutante em deixar que isso virasse nossa rotina, dava pra perceber um certo desconforto dela ao perceber até onde as coisas tinham ido com o filho. Eu também me sentia assim em certos momentos, ficava pensando em tudo e com medo das consequências, sociais, mentais, até religiosas. Ela tinha o mesmo medo que eu.peitoesMas essa culpa não durava muito, em poucas horas eu já estava seduzindo minha mãe para irmos para a cama, da mesma forma ela cedia e não mostrava resistência alguma além de palavras sem intenção. Eu estava tão animado com o novo relacionamento com minha mãe que, quando tínhamos a oportunidade, eu a despia em segundos, tirava a calça, saia ou o que ela estivesse usando, e ver aquele bumbum enorme aparecer parecia ficar ainda maior e mais gordo sem uma peça cobrindo. Vê-la de calcinha me deixava louco, literalmente a atacava, não tirava a calcinha nem o sutiã, sempre tive um gosto por roupa íntima, nem precisa ser sexy.rabaosimplesmente ver uma mulher de calcinha é uma das melhores coisas, mergulhar meu rosto nos peitos da minha mãe, beijava seu corpo sem experiência, só querendo não deixar nenhum lugar sem provar, percorria sua calcinha e tentava entrar, puxando um peito do sutiã para lamber, chupar e mamar seu mamilo, não sabia porra nenhuma, só queria estar o mais fundo possível dentro dela, agarrar seu quadril e colar o máximo possível no meu, que meu pau tocasse cada parte da sua buceta, me mover com toda a força que podia e o mais rápido possível, não era o melhor jeito mas minha mãe soltava gemidos, sua respiração falhava com cada enfiada que eu dava, ela sempre pegava minhas costas e me apertava contra seu peito, me abraçava enquanto eu a penetrava mais rápido até gozar, as primeiras vezes gozava dentro dela, ela tomou suas precauções e não houve problema, do mesmo jeito ela comprou camisinhas, guardou na mesinha de cabeceira ao lado da cama, antes de me deixar penetrá-la ela me botava uma camisinha, com o tempo, convencendo-a, pedindo insistentemente, começamos a fazer no pelo nos dias seguros dela, não desperdiçava essas oportunidades para esvaziar minhas bolas dentro dela, adoro gozar várias vezes na sua ppk e botar o fio dental nela, me satisfazer com seu corpo enquanto vejo como sua roupa mancha e o sêmen começa a escorrer, depois de um tempo, ter ela de novo e ver como ficou sua buceta depois de um tempo com minha semente dentro, por causa dos horários do trabalho dela e da minha escola, só podia transar com ela à noite, algo que parece e realmente é incrível, mas com os hormônios daquela idade e o tesão de estar transando com minha mãe era demais, ficava desesperado por não estar em casa com ela, antes disso nunca tinha sido de ver pornô ou ser alguém que se masturbava com frequência, claro que fazia mas era bem de vez em quando, com o incesto com mãe isso mudou, fiquei mais dependente de ter algum estímulo sexual.fotos caseirasÀs vezes ela não estava a fim de transar, trabalho, cansaço e simplesmente não queria. A solução dela para não fazer sexo foi me fazer um boquete. Pedi uma vez, depois de tentar comer ela várias vezes. Ela disse que já estava cansada e tinha coisas pra fazer. Então pedi um oral, ela gostou da ideia, vi na expressão dela. Disse que não tinha feito muito e não sabia se faria comigo. Já estava ficando um pouco irritado com as desculpas, a gente já estava fazendo tanta coisa errada, pra que se preocupar em fazer mais? Pelo menos era assim que eu via. Encostei meu pau na bochecha dela, beijei a cabeça e me masturbei devagar. Não queria esperar mais e empurrei, tentando abrir e entrar na boca dela. Ela não resistiu e abriu bem. Comecei a foder a boca dela, queria gozar dentro, que ela sentisse o gosto do sêmen do filho dela e depois engolisse. Que a boca dela sentisse todo meu pau se movendo dentro, que sentisse minhas veias com a língua. E ver a expressão dela, tentando abrir a boca o máximo possível, tirando pra descansar a mandíbula, fazendo aquele som de sucção. Como via meu pau duro encharcado da saliva dela, tocava, acariciava a cabeça e brincava com minhas bolas. Ela voltava a chupar tudo, eu empurrava o quadril, queria que ela se engasgasse com ele.milfEla sabia quando eu ia gozar e tirava a boca, jorrei tudo no chão e um pouco no cabelo dela. Quando não podia transar com ela, mas ela não estava tão indisposta, podia tê-la chupando meu pau. O sexo oral foi ficando mais comum e uma prática recorrente, cada vez era mais fácil conseguir uma mamada dela e aos poucos tê-la abrindo a boquinha para receber uma carga de porra. Embora sempre tentasse transar com ela, a seduzia ou esquentava aos poucos até despir ela, a submetia um pouco quando ela queria negar e ela cedía muito fácil, embora outras vezes fosse mais firme e me parasse. Mesmo tendo ela gemendo quase todas as noites, e levando meu sêmen dentro dela em muitas ocasiões, ainda me dava e dá medo o tom de voz dela, não perdi esse respeito e medo da minha mãe, isso me conforta de vez em quando, penso que não está tão ruim o que faço com ela. Ela sempre foi muito estrita e costumava me dar surras maternais, já que não sou alguém que dava problemas no acadêmico, mas sempre tive problemas de comportamento, brigas, faltas de respeito e tudo que se possa imaginar daquele colega vagabundo. Isso é importante porque o tempo que passei na cama (o início da nossa relação) foi no começo de 2022, saindo da pandemia e retomando aulas presenciais, já sem a comodidade das aulas virtuais, a nova necessidade sexual que tinha desenvolvido, e meus problemas habituais de sempre. Manter notas altas não me custava, o problema veio já que comecei a cabular aulas para voltar mais cedo para casa e poder ficar com ela mais tempo. Ela achou estranho mas não duvidou em acreditar nas minhas desculpas, descobriu que faltava muito às aulas no final do semestre quando minhas notas baixaram por faltas e até tinha que ir à escola falar com meus professores, sempre consegui convencer meus professores e consegui adiar tudo até o final do semestre. Ela estava muito decepcionada com o que fiz, muitas vezes não ia à escola a tarde toda, ia com meus amigos a nos perdíamos por algum lugar e eu voltava para casa cedo dizendo que "a aula foi cancelada". Embora chegar mais cedo durante aqueles meses, ver minha mãe ocupada e abaixar sua roupa, beijar suas nádegas e lamber aquela buceta, fazer um oral nela até que seus quadris se mexessem pedindo pelo meu pau, vê-la tentando continuar com as tarefas ou seu trabalho enquanto tentava não ser penetrada me excitassem demais, várias vezes eu conseguia fazer com que ela largasse o que estivesse fazendo para ir ao quarto buscar camisinhas e dizer "só uma vez" a tornava minha várias vezes, entre comê-la, fazer orais nela, e ela fazer em mim, gozar e vê-la se vestir para voltar às atividades, outras vezes só vê-la abaixar e tirar minhas calças para me chupar, ela mamava meu pau com muita pressa, curtia, dava para ver no rosto dela, queria que eu gozasse o mais rápido possível mas ao mesmo tempo querendo ficar grudada no meu pau a tarde toda, eu gozava na boca dela e a fazia limpar com a língua, ele ficava duro de novo e sem nenhuma expressão além de desejo ela colocava na boca de novo, já não precisava ser eu quem empurrava os quadris, ela tentava empurrar a cabeça para engolir meu pau completamente, queria se afogar com meu pau e sentir minha semente sendo esvaziada na sua boca e garganta.incestoNão me arrependi de ter faltado às aulas, isso fez com que a relação com minha mãe avançasse mais em termos do que fazíamos, embora depois tenha chegado a hora de enfrentar as consequências. Ao voltar para casa, ela estava muito irritada, e com razão. Naquela noite, ela me deu um sermão sobre o que eu estava fazendo e como isso poderia afetar meu futuro. Isso me fez refletir um pouco, mas definitivamente não me arrependi nem me arrependo. Não tentei fazer nada, sentia que se tentasse algo, seria a primeira vez em muitos anos que ela me responderia com um tapa. Pedi desculpas e, depois de receber meus castigos e ameaças para o próximo semestre, cada um foi para o seu quarto. Também não tentei nada no dia seguinte, queria dar tempo para a raiva dela passar. Tentei de novo apalpar ela, ela deixava, mas ainda dava para ver que estava irritada e ela mesma me dizia. Como castigo adicional, ela se recusou a transar comigo por um tempo. Eu podia continuar tocando ela, ela não recusava, mas quando eu queria transar, ela me impedia. Se estivesse de bom humor, ela podia me fazer um oral. Nos primeiros dias, isso era suficiente, mas logo deixou de ser. Eu desejava mais minha mãe, vê-la e saber que não podia fazer muito mais do que tocar o corpo dela.Mae e filhoComecei a me masturbar mais do que o normal, não conseguia parar de pensar nela o dia todo, me esforcei para me controlar e me satisfazer o máximo possível antes da escola para conseguir me concentrar. Sabia que, se não fizesse isso, não só continuaria faltando, mas meu desempenho também cairia. Não era só que minha mãe poderia desistir ou reconsiderar a ideia de manter um incesto, já que era óbvio que isso estava me afetando negativamente, mas eu definitivamente iria mal em tudo se continuasse assim. Isso foi bom de várias formas. Deixando de lado as consequências, não só pude foder minha mãe à vontade por horas, como também isso me fez refletir um pouco. Não era só a proibição do sexo; me sentia bastante inútil sabendo que só pensava em sexo, em me masturbar, em apalpar ela etc. Obviamente, eu adoro isso, mas definitivamente não é a única coisa que quero fazer na vida. É uma parte dela, mas meus dias não giram em torno de como vou comer minha mãe ou algo assim. Com esse sentimento e vendo que não podia fazer muito com minha mãe naquele tempo, voltei à normalidade. Parei de pensar tanto nela — não de desejar, vê-la todas as noites ainda me excitava, mas já tinha perdido um pouco a empolgação, por assim dizer. Já tinha percebido que precisava me acalmar, ou tudo iria piorar cada vez mais, quem sabe até que ponto.

Parece que isso não afetou só a mim. Sempre via minha mãe seguindo sua rotina normal e pensei que, obviamente, isso não a afetava. Ela era uma adulta que podia controlar seus desejos, tinha responsabilidades sérias que não podia negligenciar ou estragar por estar com tesão o tempo todo. Mas eu estava errado. Como contei no primeiro relato, ela me teve aos 18 anos, se separou do meu pai assim que eu nasci, então foi difícil para ela como mãe solteira. Não estou reclamando do meu pai, tenho um bom relacionamento com ele e ele sempre foi um bom pai, mas ele também era muito jovem, então não podiam fazer muita coisa. Separar-se foi o melhor no contexto deles. Então, minha mãe, com um filho aos 18 anos, teve que cuidar dos dois sozinha, à base de... muito esforço e anos difíceis podem me dar uma boa vida, uma vida tranquila, por isso mesmo dá pra dizer que ela perdeu muitas coisas, ela me contou já bem avançada nossa relação que realmente teve muito poucas experiências sexuais, além do meu pai ficou com poucos homens e nada duradouro, igualmente nunca foi de sair, ter tantas responsabilidades com pouca idade obviamente muda sua vida. Percebi que também a afetava não transar mais depois de uma temporada em que seu filho a penetrava todas as noites, já que voltei a focar mais na escola costumava virar a noite com trabalhos e estudando, virou hábito dormir muito tarde e eu costumava ficar acordado sem estar necessariamente trabalhando, nossos quartos são bem separados, entre eles há mais cômodos e uma escada no final do corredor que passa em frente à porta dela descendo para o térreo onde fica a cozinha, como ficava acordado até muito tarde comecei a descer para a cozinha para comer de madrugada, tomar café e assim aguentar o que estivesse fazendo. Uma noite descendo para a cozinha ouvi sons do quarto da minha mãe, óbvio que já sabem o que é, me encostei um pouco na porta e pude ouvir como ela gemía, estava se masturbando e esses gemidos eram diferentes dos que fazia comigo, quando transávamos ela gemía com força, sua respiração cortava e ficava mais forte, soltava o ar pelo nariz e boca com muita força, soltava gemidos enquanto apertava a boca para não fazer tão alto mas vários gritos escapavam, para mim naquela época isso era sinal de que estavam fazendo ela gozar ao máximo, para mim esses gemidos eram iguais aos do pornô então pensei que estava satisfazendo ela da melhor maneira, mas esses gemidos me fizeram perceber. Esses gemidos eram mais suaves, ela não gritava ou não dava pra ver que tentava segurar, não eram fortes, ela gemía quase continuamente, dizia várias vezes "Sim, siim, sim ah ahhh assim assim assim siiim " Ela soltava pequenas gargalhadas entre gemidos e no final, quando gozou, começou a gemer um pouco mais forte, soltando risadas entre cada gemido. Comecei a passar aquela semana com cuidado, toda noite pelo quarto dela para escutá-la. Em algumas ocasiões, ouvia entre seus gemidos a palavra "filho". Ela se masturbava pensando que eu estava na cama com ela. Esses gemidos me fizeram perceber que ela não estava aproveitando da maneira que queria, ou da forma que eu poderia satisfazê-la ao máximo. Depois de espiá-la por alguns dias, uma noite voltando da escola, fizemos nossa rotina normal, um pouco de flerte com ela, mas sem tentar nada mais. Passada a noite, fui ao quarto dela, abri a porta e entrei. Quis fazer um pouco de barulho para que acordasse, e assim foi. Ela disse que não podia e que eu fosse para meu quarto. Deitei-me com ela e, dessa vez, em vez de apalpá-la e me dar prazer sozinho, comecei com carícias (tudo desajeitado e inexperiente, mas já era algo a mais). Beijei-a e ela correspondia ao beijo. Não parecia como as vezes anteriores, beijando desesperadamente para tirar logo sua roupa. Realmente, levamos bastante tempo. Comecei a despi-la até que ficasse nua. Beijei todo seu corpo como antes, mas de uma forma mais calma. Procurei a entrada de sua buceta e comecei a penetrá-la. Dessa vez, perguntei: "Tá gostando?" com movimentos já não tão bruscos como antes. Tentava encher toda sua xotinha com meu pau, para que ela sentisse tudo a cada empurrão. Já não era só fazer rápido para gozar dentro dela. Ela respondia: "Sim, filho, Sisi assim assim siiimbunda grande gostosaEu mexia com mais velocidade e ela gemia mais alto, soltava aquelas risadas entre gemidos e isso me deixava louco, já queria enchê-la. Parecia diferente, eu estava fazendo minha mulher gozar. Quando gozei dentro dela, ela soltou uns gemidos de prazer que nunca tinha ouvido dela. Pedi pra gente transar na posição favorita dela agora.milf rabudaEla subiu em cima de mim, na posição de cowgirl, pegou meu pau e colocou na sua buceta, começou a se mover devagar, e a cada minuto que passava ela fazia com mais vontade, seus peitos balançavam cada vez mais, suas nádegas batiam mais e mais forte, seus gemidos e a cara de prazer que ela fazia são uma das melhores coisas que já vi. Ela se apoiou no meu peito com as duas mãos e começou a pular no meu pau, o som da bunda grande dela batendo contra mim ecoava por todo o quarto, seus seios sacudiam enquanto ela gemia de prazer, eu gozei dentro dela só de ver aqueles peitões balançando, ela também gozou e sem se soltar de mim começou a mover a cintura para frente e para trás sem parar de gemer. Apertei sua barriga, adoro como ela se mexia e inchava a cada empurrão que dava, a cada respiração e gemido que soltava. Fodemos a noite toda nessa posição, mudando só um pouco, ela virou de costas e montou de novo, aquela bunda enorme dando sentadas, ver as nádegas da sua mãe quicando em cima de você é a melhor coisa que um filho com fantasias pela mãe pode pedir. Mudamos um pouco para ela de quatro, depois de ver aquela mulherão pulando em cima de mim não pude evitar de querer arrombar aquela buceta e disparar toda minha porra no seu útero. Depois dessa transa voltamos a foder quase todos os dias, consegui me adaptar bem e integrar as noites com minha mãe como parte da minha rotina sem afetar minha vida fora de casa. Até hoje já fodemos de muitas maneiras, mas nunca pode faltar ela montando em mim e dando sentadas no meu pau para minha mãe chegar ao clímax enquanto eu encho seu útero com minha porra. O sexo ficou ainda melhor, tínhamos mais confiança e a partir daí ela soltou totalmente seu lado puta. Ela se oferecia e me provocava para eu comê-la, mostrando a raba em casa, ficando de quatro no meio da sala e a partir daí aceitando tudo que eu pedia: roupas, comportamentos, pedidos no sexo etc...vadia  rabudaO próximo relato terá mais anedotas, sinto que este tem muitos contextos que podem parecer desnecessários para a maioria, mas fazem parte da história e explicam comportamentos, situações e, no geral, a dinâmica do relacionamento mais pra frente. Aguardem a próxima parte e comentem o que acharam.

12 comentários - Minha mãe virou minha putinha

De echo no el contexto más las fotos le dan un toque pero uff
Que grande maestro, Espero ansioso la continuacion de tus relatos, como la llenaria de leche x favor
Bro uffff tus relatos estan demasiados buenos quiero escribirte al privado pero no puedo o no me deja me podrias esvribir tu quisiera saber mas de ustedes
No sé si es puta o no. Lo que veo según tus fotos es que tiene una cola de puta madre para pasar horas haciéndole un rico anal y descargar toda la leche en ese hermoso culo
¿Cuánto te mide porque se ve descomunal ese tamaño?
Cuando el próximo relato quiero seguir viendo el rico culo de tu madre