Primeira Parte: A Noite de Núpcias
O ar do condomínio de Piler era uma sopa densa e grudenta, perfumada com o cheiro de cloro da piscina, de grama recém-cortada e do desespero silencioso de uma loirinha de 23 anos. Ele, um cara de cinquenta com o cabelo engominado para trás e uma barriga que protestava contra o cinto, olhava para ela com a possessividade de quem acabou de comprar um cavalo de corrida. Não era sua esposa; era o fechamento perfeito da sua imagem de poder.
A loira, com 1,70 de altura pura e curvas de loucura, 92-60-90, se sentia o centro de um furacão silencioso. Seu vestido de noiva, um escândalo de renda e tule translúcido, colava na sua pele. Seus olhos verdes, duas esmeraldas assustadas, percorriam a sala em busca de uma saída que não existia. Os parentes dele, uma fauna de malas com olhares de urubu, a devoravam com os olhos, já imaginando o que viria.
Quando o último valsa acabou, ele pegou sua mão com uma força que doeu até os ossos. "Acabou o show pros amigos, magrinha. Agora vamos pro nosso, com a galera de confiança", sussurrou no ouvido dela, seu hálito de cigarro e vinho tinto fazendo a nuca dela arrepiar.
Ela foi levada para uma mansão no Turtle Country, uma casa que cheirava a dinheiro velho e corrupção. Na sala, com as persianas fechadas e o ar-condicionado no máximo, a aguardavam o pai dele e três dos seus irmãos. Homens feitos, com o mesmo olhar de predador.
Fique tranquilo, don Roberto", disse o mais velho dos irmãos, com um sorriso de crocodilo. "Nós cuidamos para que a novinha entre bem na família".
Ele se sentou numa poltrona de couro, cruzou as pernas e acendeu um charuto. "Façam ela se sentir em casa", disse, soltando uma baforada de fumaça.
A ordem foi implacável. "Tirem a roupa dela".
Quatro pares de mãos se lançaram sobre ela. Abaixaram o zíper do vestido e o tecido deslizou pelo seu corpo, se acumulando aos seus pés. Ela ficou ali, no meio da sala, com um sutiã de renda que mal continha seus peitos esculturais e uma calcinha fio-dental minúscula que se perdia no vão da sua bunda. Suas pernas longas e perfeitas tremiam.
Fica paradinha que nem uma estátua, gostosa", ele ordenou. "Deixa todo mundo te ver bem.
Fizeram ela girar lentamente. Dedos ásperos beliscaram um mamilo, endurecendo-o através do rendado. Outra mão deslizou por suas costas, da nuca até o início da bunda, demorando-se na curva perfeita de suas nádegas. O velho, o sogro, se aproximou e enfiou a mão entre suas pernas, por cima do fio dental, esfregando sua buceta com uma rudeza que a humilhou mais que a violência. "Já molhada, sua puta", riu ele.
Dançem", ele ordenou. "Deixa a magrinha mostrar como ela se mexe".
Colocaram um quarteto dos anos oitenta, algo com bombo e acordeão. Pegaram ela entre dois, a fizeram se mexer, dançar contra eles. Um pau duro apertava sua cintura, umas mãos agarravam sua bunda, abrindo-a, outras subiam pelos lados até apertar seus peitos. Era um simulacro de orgia, um aquecimento para o estupro programado. Um cara se agachou atrás dela e mordeu uma de suas nádegas através do tecido, deixando a marca dos dentes. Ela soltou um grito abafado.
Chega de enrolação", disse ele, apagando o charuto no cinzeiro. "Coloquem ela de quatro. Agora sim, vamos arrebentar ela".
Jogaram ela num tapete persa que arranhou seus joelhos. Ordenaram que se apoiasse nos cotovelos, que abrisse as pernas. Seu bumbum, dois globos perfeitos e brancos, se oferecia no ar. A calcinha era um simples fio que não escondia nada.
Ele se aproximou primeiro. Ajoelhou, desabotoou a calça e tirou um pau grosso e venoso. Nem se deu ao trabalho de tocá-la. Alinhou a cabeça com sua buceta e, agarrando-a firme pelos quadris, enfiou de uma só vez. Um grito rouco escapou de sua garganta. A dor foi aguda, como se tivessem enfiado um ferro em brasa. Começou a comê-la como um animal, sem ritmo, só com força bruta, olhando-a nos olhos pelo espelho da parede para que ela não esquecesse quem era o dono. Seus amigos davam tapinhas nas costas dele, incentivando. "Vai, irmão, arrebenta ela!".
Ele gozou dentro dela, enchendo-a, e se retirou com um som úmido. "Que prove o Tano", disse, e sentou-se novamente na poltrona, para observar.
O Tano, um magricela de cara lisa e olhar perdido, se posicionou atrás. Mas não foi pela buceta. Ele agarrou as nádegas dela, abriu com as duas mãos e atacou o cu com a língua limpa. A loirinha sentiu o calor úmido e áspero da língua dele lambendo o cuzinho, lubrificando, preparando para o que ela sabia que viria. O pânico era ácido. "Por favor, ali não...", suplicou.
Ele se levantou, deu um chute na sua bunda, não muito forte, mas humilhante. "Eu te disse para calar a boca, use a palavra: boceta da sua mãe".
O Tano cuspiu na mão, passou no cuzinho e encostou a cabeça do pau. Empurrou. A cabeça entrou com uma dor que a cegou, como se rasgasse por dentro. Ela gritou, dessa vez de verdade, um lamento longo e dilacerante. O cara enfiou tudo, até o talo, e começou a foder seu cu, cada enfiada um lembrete de sua impotência. Enquanto isso, outro dos irmãos se ajoelhou na frente dela, agarrou sua cabeça pelos cabelos e enfiou o pau na sua boca à força. "Chupa, putinha". Fez ela engolir até o fundo, cortando seu ar, usando-a como um boneco de carne.
Usaram ela em todos os buracos, passaram-na de mão em mão como um fetiche. Encheram sua boca de porra, deixaram escorrer pelas costas, pelo cu. Quando terminaram, ela estava no chão, tremendo, coberta de sêmen e das próprias lágrimas. Seu marido se aproximou pela última vez naquela noite, levantou-a, jogou-a na cama e a comeu de novo, devagar, saboreando cada centímetro de seu território conquistado. Ela não se mexeu. Ficou quieta, com o olhar perdido no teto, seus olhos verdes apagados. Naquela noite, ela morreu e renasceu como propriedade dele.
Segunda Parte: O Décimo Sexto Aniversário de Pia em Nápoles (Versão Estendida)
Dezesseis anos depois, a mansão em Nápoles não cheirava a poeira e naftalina, mas a perfume caro, uísque e antecipação. O silêncio denso do passado havia sido quebrado. A sala estava cheia. Estavam os três irmãos dele, agora homens mais velhos e com mais barriga, mas com o mesmo olhar de abutre. Estavam dois de seus primos, jovens e ambiciosos, com a mesma fome nos olhos que ele teve naquela idade. E num canto, observando tudo com uma calma aterrorizante, estava o velho patriarca, o sogro, agora numa cadeira de rodas, mas com o mesmo poder em seu olhar injetado de sangue. Eram oito homens no total, mais o pai de Pia. Nove lobos cercando uma única presa.
No centro do salão, Pia era um furacão de nervos. Seu vestido de seda cor champanhe parecia uma teia de aranha, frágil e revelador. Seus quinze anos pareciam uma condenação. Ela olhava para a mãe, a loirinha de trinta e oito, que sorria com uma serenidade que a aterrorizava. Sua mãe não era a vítima; era a mestre de cerimônias.
A família está aqui para celebrar com você, meu amor", disse sua mãe, passando a mão pelos cabelos dela. "Eles estão aqui para te dar as boas-vindas ao mundo das mulheres. Das mulheres da nossa família.
O pai de Pia levantou-se da sua poltrona, o centro das atenções. "Hoje, minha filha Pia deixa de ser uma menina para se tornar um pilar deste lar. E como todo pilar, ela deve ser testada, consagrada e oferecida". Sua voz ecoou com a autoridade de um ditador.
A mãe se aproximou de Pia e, com a mesma delicadeza terrível de antes, deslizou as alças do vestido pelos ombros dela. A seda escorregou pelo corpo, formando uma poça dourada aos seus pés. Ela ficou só na sua lingerie preta, um contraste dramático com sua pele pálida. Um murmúrio de aprovação percorreu o grupo de homens. Não eram olhares, eram carícias visuais, violações antecipadas.
Vamos, magrinha, mostra pra eles o que eu te ensinei", disse o pai para sua esposa.
A loira, com uma graça ensaiada, tirou seu próprio vestido. Seu corpo de 38 anos era um manifesto de sobrevivência e poder. Ela ficou ao lado da filha, criando um díptico de beleza e submissão: a noiva e a iniciada. "Somos do mesmo sangue, Pia", sussurrou. "E hoje dividimos a mesma honra".
A mãe pegou Pia pela mão e a levou para o centro do tapete. Ajoelhou-se diante dela. "Primeiro, aprendemos a servir". Com uma mão, guiou a de Pia até a virilha de sua própria lingerie, forçando-a a sentir o calor. "Sente isso? É obediência. É o que eles esperam".
Então, ele a virou para os homens. "Agora, vamos cumprimentar seus tios, sua família".
Um por um, os homens se aproximaram. Não era um cumprimento. Era uma inspeção. O primeiro, um de seus irmãos, passou o polegar áspero pelo lábio da buceta da Pia, por cima do tecido, fazendo a jovem recuar. Um puxão de cabelo de sua mãe a manteve no lugar. "Fica quieta", ordenou a mulher.
O segundo, um primo mais novo, se ajoelhou e mordiscou um peito dela através da renda do sutiã, deixando uma mancha de saliva. Pia soltou um gemido de dor e nojo. O velho na cadeira de rodas riu, uma tosse abafada e maligna. "Essa novinha tem sangue bom", disse.
Quando todos a tocaram, a humilharam e a marcaram com suas mãos e olhares, seu pai deu o próximo passo. Desabotoou a calça e seu pau, grosso e desafiador, apareceu no ar. "Agora, a verdadeira homenagem. A oferenda".
A mãe se ajoelhou diante do marido, mas olhando para a filha. "Assim, Pia. Assim que se mostra respeito ao homem da casa. Assim que se agradece por tudo que ele nos dá". E com uma profissionalidade que gelava o sangue, ela o comeu, demonstrando cada técnica, cada movimento de língua e lábios, como se estivesse dando uma aula de anatomia perversa.
Sua vez", disse o pai, afastando a esposa e segurando Pia pela nuca.
A mãe se ajoelhou ao lado da filha. "Não chore, minha vida. Faz como eu te mostrei. Pensa que é um pirulito. Um pirulito grande e salgado". Com a mão da mãe guiando sua cabeça, Pia fechou os olhos e obedeceu. O gosto de homem, de poder, a inundou. Ele começou a se mover em sua boca, usando-a, enquanto os outros observavam, alguns já tirando seus próprios paus, se masturbando lentamente com o espetáculo.
Chega", disse ele, recuando e deixando Pia ofegante, com fios de saliva brilhando em sua boca. "Preparem ela.
Dois de seus tios a levantaram e a levaram até um divã de veludo verde. Deitaram-na de costas. A mãe se aproximou com uma garrafa de óleo de amêndoas. "Isso vai ajudar, minha querida. Para não doer tanto". Com mãos experientes, espalhou o óleo por toda sua buceta, seus dedos deslizando, abrindo-a, preparando-a para a invasão. Pia se contorcia, mas outros homens a seguravam firme.
O pai se aproximou, parou entre as pernas dela. Olhou para a esposa, que assentiu com um sorriso. "Sim, meu amor. Ela é sua. É nossa.
E ele enfiou de uma vez, seco e profundo. O grito de Pia foi abafado pela mão de sua mãe, que se inclinou e beijou sua testa. "Shhh, calma. É só um momento. É a passagem que todas nós damos". O homem começou a comê-la com uma força brutal, cada investida um martelada contra sua juventude. Os outros homens cercavam o divã, observando, comentando em voz baixa. "Olha essa buceta", "Como ela aguenta bem", "Vai, arromba ela".
Um dos caras não aguentou mais. Ele se aproximou da cabeça de Pia e, enquanto seu pai continuava a comê-la, enfiou o pau na boca dela. "Não vai engolir tudo, putinha", ele riu. Pia estava presa, usada por ambas as extremidades, um objeto no meio de um círculo de luxúria e poder.
Quando seu pai gozou dentro dela, com um rugido de triunfo, outro o substituiu. E depois outro. Transformaram-na no centro de uma orgia familiar, um ritual de passagem onde ela era a oferenda e o altar. Sua mãe observava tudo de uma cadeira próxima, de pernas cruzadas, esfregando lentamente a virilha por cima do vestido, com um sorriso de orgulho sinistro. Estava vendo sua filha se tornar o que ela era: uma propriedade, um símbolo, um legado de submissão.
Quando o último homem terminou, Pia estava deitada no sofá, imóvel, coberta de sêmen, óleo e lágrimas. Seu corpo não pertencia mais a ela. Pertencia a eles. À família. Sua mãe se aproximou, limpou seu rosto com um lenço de seda e sussurrou em seu ouvido: "Feliz aniversário, minha love. Agora sim, você é uma de nós".
O ar do condomínio de Piler era uma sopa densa e grudenta, perfumada com o cheiro de cloro da piscina, de grama recém-cortada e do desespero silencioso de uma loirinha de 23 anos. Ele, um cara de cinquenta com o cabelo engominado para trás e uma barriga que protestava contra o cinto, olhava para ela com a possessividade de quem acabou de comprar um cavalo de corrida. Não era sua esposa; era o fechamento perfeito da sua imagem de poder.
A loira, com 1,70 de altura pura e curvas de loucura, 92-60-90, se sentia o centro de um furacão silencioso. Seu vestido de noiva, um escândalo de renda e tule translúcido, colava na sua pele. Seus olhos verdes, duas esmeraldas assustadas, percorriam a sala em busca de uma saída que não existia. Os parentes dele, uma fauna de malas com olhares de urubu, a devoravam com os olhos, já imaginando o que viria.
Quando o último valsa acabou, ele pegou sua mão com uma força que doeu até os ossos. "Acabou o show pros amigos, magrinha. Agora vamos pro nosso, com a galera de confiança", sussurrou no ouvido dela, seu hálito de cigarro e vinho tinto fazendo a nuca dela arrepiar.
Ela foi levada para uma mansão no Turtle Country, uma casa que cheirava a dinheiro velho e corrupção. Na sala, com as persianas fechadas e o ar-condicionado no máximo, a aguardavam o pai dele e três dos seus irmãos. Homens feitos, com o mesmo olhar de predador.
Fique tranquilo, don Roberto", disse o mais velho dos irmãos, com um sorriso de crocodilo. "Nós cuidamos para que a novinha entre bem na família".
Ele se sentou numa poltrona de couro, cruzou as pernas e acendeu um charuto. "Façam ela se sentir em casa", disse, soltando uma baforada de fumaça.
A ordem foi implacável. "Tirem a roupa dela".
Quatro pares de mãos se lançaram sobre ela. Abaixaram o zíper do vestido e o tecido deslizou pelo seu corpo, se acumulando aos seus pés. Ela ficou ali, no meio da sala, com um sutiã de renda que mal continha seus peitos esculturais e uma calcinha fio-dental minúscula que se perdia no vão da sua bunda. Suas pernas longas e perfeitas tremiam.
Fica paradinha que nem uma estátua, gostosa", ele ordenou. "Deixa todo mundo te ver bem.
Fizeram ela girar lentamente. Dedos ásperos beliscaram um mamilo, endurecendo-o através do rendado. Outra mão deslizou por suas costas, da nuca até o início da bunda, demorando-se na curva perfeita de suas nádegas. O velho, o sogro, se aproximou e enfiou a mão entre suas pernas, por cima do fio dental, esfregando sua buceta com uma rudeza que a humilhou mais que a violência. "Já molhada, sua puta", riu ele.
Dançem", ele ordenou. "Deixa a magrinha mostrar como ela se mexe".
Colocaram um quarteto dos anos oitenta, algo com bombo e acordeão. Pegaram ela entre dois, a fizeram se mexer, dançar contra eles. Um pau duro apertava sua cintura, umas mãos agarravam sua bunda, abrindo-a, outras subiam pelos lados até apertar seus peitos. Era um simulacro de orgia, um aquecimento para o estupro programado. Um cara se agachou atrás dela e mordeu uma de suas nádegas através do tecido, deixando a marca dos dentes. Ela soltou um grito abafado.
Chega de enrolação", disse ele, apagando o charuto no cinzeiro. "Coloquem ela de quatro. Agora sim, vamos arrebentar ela".
Jogaram ela num tapete persa que arranhou seus joelhos. Ordenaram que se apoiasse nos cotovelos, que abrisse as pernas. Seu bumbum, dois globos perfeitos e brancos, se oferecia no ar. A calcinha era um simples fio que não escondia nada.
Ele se aproximou primeiro. Ajoelhou, desabotoou a calça e tirou um pau grosso e venoso. Nem se deu ao trabalho de tocá-la. Alinhou a cabeça com sua buceta e, agarrando-a firme pelos quadris, enfiou de uma só vez. Um grito rouco escapou de sua garganta. A dor foi aguda, como se tivessem enfiado um ferro em brasa. Começou a comê-la como um animal, sem ritmo, só com força bruta, olhando-a nos olhos pelo espelho da parede para que ela não esquecesse quem era o dono. Seus amigos davam tapinhas nas costas dele, incentivando. "Vai, irmão, arrebenta ela!".
Ele gozou dentro dela, enchendo-a, e se retirou com um som úmido. "Que prove o Tano", disse, e sentou-se novamente na poltrona, para observar.
O Tano, um magricela de cara lisa e olhar perdido, se posicionou atrás. Mas não foi pela buceta. Ele agarrou as nádegas dela, abriu com as duas mãos e atacou o cu com a língua limpa. A loirinha sentiu o calor úmido e áspero da língua dele lambendo o cuzinho, lubrificando, preparando para o que ela sabia que viria. O pânico era ácido. "Por favor, ali não...", suplicou.
Ele se levantou, deu um chute na sua bunda, não muito forte, mas humilhante. "Eu te disse para calar a boca, use a palavra: boceta da sua mãe".
O Tano cuspiu na mão, passou no cuzinho e encostou a cabeça do pau. Empurrou. A cabeça entrou com uma dor que a cegou, como se rasgasse por dentro. Ela gritou, dessa vez de verdade, um lamento longo e dilacerante. O cara enfiou tudo, até o talo, e começou a foder seu cu, cada enfiada um lembrete de sua impotência. Enquanto isso, outro dos irmãos se ajoelhou na frente dela, agarrou sua cabeça pelos cabelos e enfiou o pau na sua boca à força. "Chupa, putinha". Fez ela engolir até o fundo, cortando seu ar, usando-a como um boneco de carne.
Usaram ela em todos os buracos, passaram-na de mão em mão como um fetiche. Encheram sua boca de porra, deixaram escorrer pelas costas, pelo cu. Quando terminaram, ela estava no chão, tremendo, coberta de sêmen e das próprias lágrimas. Seu marido se aproximou pela última vez naquela noite, levantou-a, jogou-a na cama e a comeu de novo, devagar, saboreando cada centímetro de seu território conquistado. Ela não se mexeu. Ficou quieta, com o olhar perdido no teto, seus olhos verdes apagados. Naquela noite, ela morreu e renasceu como propriedade dele.
Segunda Parte: O Décimo Sexto Aniversário de Pia em Nápoles (Versão Estendida)
Dezesseis anos depois, a mansão em Nápoles não cheirava a poeira e naftalina, mas a perfume caro, uísque e antecipação. O silêncio denso do passado havia sido quebrado. A sala estava cheia. Estavam os três irmãos dele, agora homens mais velhos e com mais barriga, mas com o mesmo olhar de abutre. Estavam dois de seus primos, jovens e ambiciosos, com a mesma fome nos olhos que ele teve naquela idade. E num canto, observando tudo com uma calma aterrorizante, estava o velho patriarca, o sogro, agora numa cadeira de rodas, mas com o mesmo poder em seu olhar injetado de sangue. Eram oito homens no total, mais o pai de Pia. Nove lobos cercando uma única presa.
No centro do salão, Pia era um furacão de nervos. Seu vestido de seda cor champanhe parecia uma teia de aranha, frágil e revelador. Seus quinze anos pareciam uma condenação. Ela olhava para a mãe, a loirinha de trinta e oito, que sorria com uma serenidade que a aterrorizava. Sua mãe não era a vítima; era a mestre de cerimônias.
A família está aqui para celebrar com você, meu amor", disse sua mãe, passando a mão pelos cabelos dela. "Eles estão aqui para te dar as boas-vindas ao mundo das mulheres. Das mulheres da nossa família.
O pai de Pia levantou-se da sua poltrona, o centro das atenções. "Hoje, minha filha Pia deixa de ser uma menina para se tornar um pilar deste lar. E como todo pilar, ela deve ser testada, consagrada e oferecida". Sua voz ecoou com a autoridade de um ditador.
A mãe se aproximou de Pia e, com a mesma delicadeza terrível de antes, deslizou as alças do vestido pelos ombros dela. A seda escorregou pelo corpo, formando uma poça dourada aos seus pés. Ela ficou só na sua lingerie preta, um contraste dramático com sua pele pálida. Um murmúrio de aprovação percorreu o grupo de homens. Não eram olhares, eram carícias visuais, violações antecipadas.
Vamos, magrinha, mostra pra eles o que eu te ensinei", disse o pai para sua esposa.
A loira, com uma graça ensaiada, tirou seu próprio vestido. Seu corpo de 38 anos era um manifesto de sobrevivência e poder. Ela ficou ao lado da filha, criando um díptico de beleza e submissão: a noiva e a iniciada. "Somos do mesmo sangue, Pia", sussurrou. "E hoje dividimos a mesma honra".
A mãe pegou Pia pela mão e a levou para o centro do tapete. Ajoelhou-se diante dela. "Primeiro, aprendemos a servir". Com uma mão, guiou a de Pia até a virilha de sua própria lingerie, forçando-a a sentir o calor. "Sente isso? É obediência. É o que eles esperam".
Então, ele a virou para os homens. "Agora, vamos cumprimentar seus tios, sua família".
Um por um, os homens se aproximaram. Não era um cumprimento. Era uma inspeção. O primeiro, um de seus irmãos, passou o polegar áspero pelo lábio da buceta da Pia, por cima do tecido, fazendo a jovem recuar. Um puxão de cabelo de sua mãe a manteve no lugar. "Fica quieta", ordenou a mulher.
O segundo, um primo mais novo, se ajoelhou e mordiscou um peito dela através da renda do sutiã, deixando uma mancha de saliva. Pia soltou um gemido de dor e nojo. O velho na cadeira de rodas riu, uma tosse abafada e maligna. "Essa novinha tem sangue bom", disse.
Quando todos a tocaram, a humilharam e a marcaram com suas mãos e olhares, seu pai deu o próximo passo. Desabotoou a calça e seu pau, grosso e desafiador, apareceu no ar. "Agora, a verdadeira homenagem. A oferenda".
A mãe se ajoelhou diante do marido, mas olhando para a filha. "Assim, Pia. Assim que se mostra respeito ao homem da casa. Assim que se agradece por tudo que ele nos dá". E com uma profissionalidade que gelava o sangue, ela o comeu, demonstrando cada técnica, cada movimento de língua e lábios, como se estivesse dando uma aula de anatomia perversa.
Sua vez", disse o pai, afastando a esposa e segurando Pia pela nuca.
A mãe se ajoelhou ao lado da filha. "Não chore, minha vida. Faz como eu te mostrei. Pensa que é um pirulito. Um pirulito grande e salgado". Com a mão da mãe guiando sua cabeça, Pia fechou os olhos e obedeceu. O gosto de homem, de poder, a inundou. Ele começou a se mover em sua boca, usando-a, enquanto os outros observavam, alguns já tirando seus próprios paus, se masturbando lentamente com o espetáculo.
Chega", disse ele, recuando e deixando Pia ofegante, com fios de saliva brilhando em sua boca. "Preparem ela.
Dois de seus tios a levantaram e a levaram até um divã de veludo verde. Deitaram-na de costas. A mãe se aproximou com uma garrafa de óleo de amêndoas. "Isso vai ajudar, minha querida. Para não doer tanto". Com mãos experientes, espalhou o óleo por toda sua buceta, seus dedos deslizando, abrindo-a, preparando-a para a invasão. Pia se contorcia, mas outros homens a seguravam firme.
O pai se aproximou, parou entre as pernas dela. Olhou para a esposa, que assentiu com um sorriso. "Sim, meu amor. Ela é sua. É nossa.
E ele enfiou de uma vez, seco e profundo. O grito de Pia foi abafado pela mão de sua mãe, que se inclinou e beijou sua testa. "Shhh, calma. É só um momento. É a passagem que todas nós damos". O homem começou a comê-la com uma força brutal, cada investida um martelada contra sua juventude. Os outros homens cercavam o divã, observando, comentando em voz baixa. "Olha essa buceta", "Como ela aguenta bem", "Vai, arromba ela".
Um dos caras não aguentou mais. Ele se aproximou da cabeça de Pia e, enquanto seu pai continuava a comê-la, enfiou o pau na boca dela. "Não vai engolir tudo, putinha", ele riu. Pia estava presa, usada por ambas as extremidades, um objeto no meio de um círculo de luxúria e poder.
Quando seu pai gozou dentro dela, com um rugido de triunfo, outro o substituiu. E depois outro. Transformaram-na no centro de uma orgia familiar, um ritual de passagem onde ela era a oferenda e o altar. Sua mãe observava tudo de uma cadeira próxima, de pernas cruzadas, esfregando lentamente a virilha por cima do vestido, com um sorriso de orgulho sinistro. Estava vendo sua filha se tornar o que ela era: uma propriedade, um símbolo, um legado de submissão.
Quando o último homem terminou, Pia estava deitada no sofá, imóvel, coberta de sêmen, óleo e lágrimas. Seu corpo não pertencia mais a ela. Pertencia a eles. À família. Sua mãe se aproximou, limpou seu rosto com um lenço de seda e sussurrou em seu ouvido: "Feliz aniversário, minha love. Agora sim, você é uma de nós".
1 comentários - Paula, os Pais da Pia