Vanessa nos pegou de surpresa

- Oi, o que você acha de passarmos a tarde juntas? Priscila e Inma vão ver aquele amigo do clube que conhece aqui e não estou a fim de ir. Já falei para o Ramiro.
- Diz que sim, eu hoje à tarde vou ao bar, que não vou desde sexta, e assim vejo como está indo e dou folga pro garoto.
- Me parece bem, Vanessa, mas eu não tinha intenção de sair. Estou cansada de todo o fim de semana com o casamento e não parei a manhã toda em casa. Se você achar bom, vem aqui em casa.
- Tá bom, me passa o endereço.

Logo depois de almoçar, tocou a campainha. Era a Vanessa. Assim que subiu, cumprimentou o Ramiro e ele disse que já ia embora e nos deixava sozinhas. Ofereci um café e tomamos na mesa, conversando. Ela me disse que tinha terminado com o Ricardo, mas não quis dar mais explicações do porquê.
- Desculpa, Vanessa, preciso recolher a mesa e limpar a cozinha. Gosto de ter tudo arrumado.

Me levantei, peguei coisas da mesa e levei pra cozinha. Ela veio atrás de mim. Voltei pra buscar mais coisas e ela me seguia, me observando, mas não tentou me ajudar. Comecei a lavar a louça e ela se posicionou ao meu lado, olhando.
- Você tá uma baita dona de casa, e eu desperdicei isso.
- Como assim?
- Nada, coisas minhas.

Levei quase meia hora pra limpar tudo, com ela ao meu lado, olhando e em silêncio. Depois, fomos pra sala.
- Vocês têm um apartamento muito bonito.
- É, desculpa, não te mostrei ainda. Vamos.

Primeiro mostrei o banheiro e depois o quarto de casal.
- Muito bonito, e tudo bem arrumado e limpo.
- É, gosto de manter sempre assim.

Sem esperar, do nada ela me diz:
- Sabe, tô com muita curiosidade pra ver como é a sua buceta operada. Mostra, quero ver.
- O que você tá dizendo? Não vou te mostrar, é igual à sua.

Ela se aproximou e, com a boca no meu ouvido:
- Você vai mostrar, sabe por quê? Porque se não fizer, posso revelar a verdade sobre você pra família dele.
- Você não seria capaz de fazer isso.
- Sou totalmente capaz. Se não quiser comprovar, comece a se despir.
- Por que você tá fazendo isso comigo?
- Já te disse: por curiosidade, começa pela parte de cima, quero ver primeiro seus peitos. Tirei o top que estava usando, mostrando o sutiã preto de renda que tirei em seguida, diante do seu olhar fixo em mim, enquanto eu estava com a cabeça baixa, envergonhada. - mmmm, você tem uns peitos muito bonitos, agora a saia. Tirei a saia, ficando só com a calcinha fio dental preta, e fiquei parada. Estar assim na frente dela, apesar da vergonha, me dava tesão e eu me sentia excitada. - linda calcinha, mas quero ela fora agora. Tirei e ela se aproximou do meu lado, trazendo a boca perto do meu ouvido. - não sou tão má e nunca revelaria seu segredo, mesmo que me doa. Você teria obedecido mesmo se eu não tivesse ameaçado, porque você é submissa e obediente por vocação. Sabe por que deixei o Ricardo? Quando o conheci, gostei que ele fosse dominante. Você era o oposto, submisso, ou melhor, submissa. Descobri seu segredo e me doeu muito, e ele me ajudou a punir você, mas no final não foi uma punição, foi uma ajuda. Com o tempo, percebi que ainda sentia algo por você, que era feliz sendo a dominante, e desperdicei isso. Agora teria uma criada e seríamos felizes as duas. Se vim aqui é porque quero virar a página e fechar essa porta. Fico feliz que você seja feliz, e talvez um dia eu encontre alguém como você e seja feliz também. Ou talvez não dê certo e vocês se separem, meu apartamento estará aberto para você voltar. Fez-se um silêncio desconfortável por um momento. - não quer dizer nada, Pili? Bom, então vou ver como é sua buceta. Ela ficou de frente para mim, a uns dois metros, e me encarou fixamente. - caralho, não esperava assim, pensei que veria um buraco, e é uma xota igual à minha. - Já te disse. - sim, mas não esperava que fosse tão idêntica. Tenho curiosidade de tocá-la. - não, para, já está bom. Ela não me deu ouvidos, se aproximou e colocou uma mão abaixo do meu umbigo. Eu não fiz nada para impedir. Ela a desceu lentamente em direção à virilha, minhas pernas juntas se abriram um pouco, facilitando que a mão se metesse no meio, acariciando suavemente por cima. - nunca... Nunca teria imaginado isso e ainda me custa acreditar e assimilar que meu ex-namorado tem uma bucetinha e eu estou tocando nela. Ela continuou passando os dedos por cima, eu permaneci imóvel, sentindo o formigamento dos dedos dela. Já fazia mais de um minuto que ela me tocava e achei que em algum momento pararia, mas não. Ela enfiou um dedo entre os lábios, movendo para trás e para frente sem olhar.

— Você está excitada, sua bucetinha está molhada.
— Sim.
— Eu também estou. Nunca imaginei que ficaria excitada tocando uma bucetinha, mas isso é diferente. Me excita porque é você.

Ela começou a esfregar com força, enfiando vários dedos na fenda e colocando um par dentro da minha boceta. Minha respiração acelerou e soltei um pequeno gemido.

— Parece que você está gostando.
— Sim.
— Eu também. Vamos continuar.

Enquanto enfiava os dedos, ela desabotoou a saia e a deixou cair. Parou de me tocar para tirar a blusa, ficando só de roupa íntima. Me agarrou pela cintura, me puxou para perto dela. Eu permaneci imóvel. Ela encostou os lábios nos meus e me beijou.

— Para, isso não está certo.
— Tem certeza de que quer que eu pare? Acho que não.

E sem me deixar responder, encostou os lábios nos meus, me beijou com força e me deixei levar, abrindo os lábios para nossas línguas se encontrarem. Ela levou a outra mão ao meu peito e começou a tocar meus seios. Afastou os lábios e sussurrou no meu ouvido:

— Você não vai fazer nada. Quero que tire meu sutiã e minha calcinha.

Levei uma mão às costas dela, desabotoei o sutiã, tirei-o e desci os braços até a calcinha. Me abaixei um pouco e a tirei. Quando me levantei novamente, ela me agarrou com força para me beijar de novo, continuando a acariciar meus peitos. Levei uma mão aos dela e comecei a tocá-los. Ela me empurrou na cama e se jogou ao meu lado, buscando rapidamente minha boca para me beijar. Uma mão massageou meus seios por um momento e desceu direto para a boceta, enfiando alguns dedos e me masturbando. Parou de me beijar, olhou nos meus olhos.

— Você gosta, né, bucetinha?
— Sim.
— Eu também gosto que toquem na minha boceta. O que está esperando?

Baixei uma mão e comecei a esfregar com a mão, estava totalmente molhado. - você tá muito molhada. - sim, como você, somos dois tesudinhos. Nós nos masturbamos uma à outra enquanto nos beijávamos com frenesi por longos minutos, até que ela parou de me beijar e me encarou fixamente. - gostoso, come minha buceta. Ela se virou, deitando de lado com a buceta na altura da minha cabeça, e pela minha narina entrou o cheiro de buceta que eu não sentia há muito tempo, aproximei a cabeça e notei o cheiro mais intenso, chupei com os lábios, metendo a língua entre seus lábios, senti o gosto, senti um pouco de repulsa, mas continuei chupando com um pouco de nojo, não podia ser que me desse nojo, antes eu gostava de fazer, então continuei, Vanessa começou a soltar gemidos enquanto continuava a enfiar os dedos em mim, parei um momento. - você gosta, faz em mim também. - sim, eu gosto, não me atrevo, não gosto de boceta. - isso você não sabe, ainda não experimentou e não sabe como é o de uma mulher. - não sei, não consigo, mas você continua, faz muito bem. Meti a cabeça de novo entre suas pernas e continuei chupando sua buceta, o gosto já não me desagradava, embora não trocasse pelo da rola do Ramiro, ela continuava brincando com os dedos dentro de mim, um momento depois os tirou sem que eu esperasse, notei como ela meteu a cabeça entre minhas pernas e passou os lábios pela minha vagina suavemente e os separou e fez de novo mais uma vez, até a quarta vez que começou a chupar sem parar, e assim ficamos por uns 10 minutos, até que ela parou, se virou e me beijou na boca por alguns segundos, parou e olhou nos meus olhos sorrindo. - obrigada, foi uma experiência divina, você me fez gozar mais como mulher do que como homem. - de nada, eu também curti. - sinto ter te ameaçado para fazer isso, se você tivesse recusado não teria acontecido nada, eu nunca revelaria seu segredo, te peço perdão. - no começo estava chateada, irritada, mas não me arrependo do que aconteceu, te perdoo. - obrigada. - a gente devia Vamos nos vestir, senão o Ramiro chega e nos pega assim.
– Sim, claro.

Quando começamos a nos vestir e eu coloquei a calcinha, ela ficou me olhando com curiosidade.
– Que foi?
– Desculpa, nada. É só que ainda não consigo assimilar que debaixo dessa calcinha agora você tem uma buceta.
– Bom, já faz bastante tempo, mas acho que é normal você sentir isso.

Terminamos de nos vestir e, antes de sair do quarto, ela me beijou na boca de novo.
– Eu gostaria de repetir isso nos 10 dias que ainda vou ficar por aqui. Na sexta, a Priscila e a Inma falaram em alugar um carro para ir até Acapulco até domingo, pra ir à praia, mas não tô a fim de ir. A gente podia passar o sábado juntas e repetir no meu hotel.
– Acho que não é uma boa ideia repetir.
– Por que não? Vem, faz por mim.
– É que não sei… Além disso, tenho que pedir permissão pro Ramiro.
– Vem, anima! Fala pra ele que eu vou ficar sozinha e que te pedi pra me levar pra conhecer a cidade e fazer compras. Acho que ele não vai dizer não.
– Não é isso, ele vai deixar eu ir com você, mas não me parece uma boa ideia repetir o que aconteceu.
– Tá bom, não insisto. Mas passar o dia comigo, o que você acha? Um dia de meninas.
– Isso me parece bem.

Nos sentamos no sofá tomando um refrigerante e, depois de um tempo, recebi uma mensagem do Ramiro dizendo que chegaria por volta das 10 da noite, que não preparasse janta porque ele ia jantar no bar. Então perguntei pra Vanessa se ela queria ficar pra jantar. Nós duas preparamos a janta e, logo depois de limpar a cozinha depois do jantar, o Ramiro chegou e se ofereceu pra levar a Vanessa de carro até o hotel, pra ela não precisar pegar táxi. Meia hora depois, ele estava de volta.
– Como foi seu dia, amor?
– Bem, tive bastante trabalho no bar. E vocês?
– Bem, passamos a tarde toda aqui conversando.
– A Vanessa me disse que no sábado ela te convidou pra passar o dia todo com ela, se fosse possível.
– Sim, ia te contar agora.
– Já não precisa, eu disse que sim, que não tem problema.
– Tá bom, obrigada.

Ele pediu uma cerveja e conversamos um pouco. Estou um pouco cansada. – Então vai pra cama agora, já vou. Tirei a roupa e coloquei um camisolão preto transparente sobre meus seios nus, deixando aparecer a calcinha fio dental que tinha usado o dia todo, e me deitei na cama. Não demorou para ele chegar, se despiu completamente e se deitou ao meu lado, colocando a mão direto nos meus peitos e me beijando. Algumas apertadas nas tetas já me tinham com as pernas abertas, esperando tê-lo entre elas. Ele me comeu com força e não demorou para gozar, tirou, me deu um beijo e disse: "Descansa, te vejo exausta". "Sim, um pouco. Boa noite." Algumas noites em que me sentia cansada, quase disse que não estava com vontade de sexo, ainda mais num dia como hoje, que já tinha tido uma boa sessão com a Vanessa. Mas não me atrevo a pedir, porque sei que, como esposa, minha obrigação é abrir as pernas sempre que ele quiser. Acabei dormindo logo.

A semana passou rápido, entre academia, compras e tarefas de casa. Só voltei a vê-la na tarde de sexta. Saímos com a Isabela e as amigas para passear e tomar alguma coisa. No sábado, às 9 da manhã, o Ramiro me levou até o hotel onde a Vanessa estava esperando e nos deixou no shopping antes de ir trabalhar. Eu estava com um vestido preto curto e justo, e ela com uma minissaia preta e blusa branca. Primeiro tomamos um café e depois começamos a percorrer as lojas, olhando roupas. Ao passar por um centro de beleza, ela disse: "Pili, vamos fazer as unhas". "As minhas estão recém-feitas, fiz há uma semana para o casamento". "Eu também fiz antes de vir, mas quero mudar a cor. E você também poderia mudar, se me deixar escolher". "Tá bom, vale". Entramos, ela falou com uma garota sem me deixar ouvir o que dizia. A garota me chamou e indicou que eu me sentasse. Minhas unhas estavam pintadas de branco claro. Ela começou removendo o esmalte e depois começou a pintar de rosa choque, enquanto a Vanessa estava com outra garota fazendo o mesmo. Ao terminar com minhas mãos, ela me fez tirar os saltos para pintar as dos pés. Saí de... lá, ela exibindo um rosa vibrante e eu de vermelho intenso, entramos numa loja de lingerie pra dar uma olhada.
- Olha que conjunto vermelho lindo, combina com minhas unhas.
- É, muito bonito mesmo.
- Vou levar.
Continuamos olhando.
- Olha esse rosa, que lindo, bate certinho com suas unhas.
- É, é muito bonito.
- Vou te dar de presente.
- Não precisa.
- Presente não se recusa.
Saímos de lá e continuamos passeando pelas lojas. Depois de percorrer algumas:
- Vamos naquela de novo, vi uns vestidos que me agradaram.
Entrei direto num corredor e peguei um vestido vermelho curto.
- Esse aqui é pra usar com o conjunto de lingerie e combinando com as unhas, gostou?
Fiquei meio confusa.
- É, é bonito.
- E esse é o outro, igual ao meu, mas rosa pra você, pra combinar com seu presente e suas unhas.
- É bonito, mas tenho um parecido e não preciso.
- Que isso, vamos ter um dia de meninas divertido, entra na minha onda, vamos nos divertir. Vamos experimentar e levar, depois só faltam uns saltos. Aí vamos ao banheiro e trocamos de roupa.
- O que você tá dizendo? Você tá louca, como vamos fazer isso?
- Tô falando sério, é divertido, já fiz com minhas amigas várias vezes.
- Mas já não somos menininhas pra fazer isso.
- É porque você perdeu essa fase, viu? Não foi criança, por isso tem que fazer agora.
- Você tá me enrolando.
- Já te enrolei.
Me puxou pro provador, experimentamos.
- Em você ficaria melhor um tamanho menor, que ajuste mais. Espera aí, vou buscar.
Experimentei e ficou totalmente colado no corpo, bem rente ao bumbum, e nela também.
- Esse ficou perfeito em você.
Ela pagou e me levou direto pra uma sapataria, escolheu os sapatos pra mim: rosas, abertos na frente pra mostrar as unhas, e os dela vermelhos.
- Agora temos tudo, vamos ao banheiro.
Chegando no banheiro:
- Olha que legal, tem um de deficientes, ideal pra gente se vestir, é maior. Vamos lá.
Troquei de roupa e saímos parecendo duas prostitutas.
- Pili, adoro fazer isso, não acha divertido?
- Me divirto mais olhando e comprando roupa, tô... a verdade. - Bom, então vamos dar uma volta pelo centro e olhar mais roupas enquanto matamos tempo para comer, você paga a comida, tá bom? - Tá bom. Olhamos algumas lojas e fomos comer num restaurante no próprio centro onde eu já tinha ido várias vezes e a comida era muito boa, top. - Obrigada, gostei muito do que comi. Que tal a gente ir pro hotel, deixar as coisas e você me leva pra dar uma volta pela cidade? - Sim, me parece bem. Pedimos um Uber para ir ao hotel, subimos para o quarto dela. - Esse hotel é muito bom, e o quarto está ótimo, não acha? - Sim, muito bonito. - Vou um instante no banheiro e a gente vai. - Tá bom, eu também preciso ir. - Entra você primeiro. - Não, tanto faz, não tô com pressa. - Eu também não, vai lá. Fui primeiro, demorei o tempo exato que uma leva pra levantar o vestido, baixar a calcinha, sentar, fazer xixi, subir a calcinha, arrumar o vestido e, claro, me olhar no espelho - uns 2 minutos. Saí e ela entrou. Fiquei em pé na frente da cama de casal esperando. Ela demorou quase 10 minutos para abrir a porta e aparecer, parando na frente da porta com uma minissaia de látex vermelha bem curta que deixava a calcinha um pouco à vista, sutiã, meias vermelhas com ligas e um chicote na mão. - Por que você está vestida assim? O que você quer? - Bom, quero brincar com você um pouco, como no outro dia. - Não, já te disse que não, então vou embora. Ela se aproximou de mim, levantando o chicote e colocando-o debaixo do meu queixo. - Você não vai a lugar nenhum, sabe por quê? Porque você é submissa e obediente por vocação. Com um movimento rápido, baixou o chicote e me deu uma chicotada forte na lateral da bunda. - Aiiiiii! - Arde, né? Pois se não quiser que eu bata mais forte, vai me obedecer em tudo. Esta tarde você vai ser meu chuchuzinho, combinado? Ela disse sem levantar a voz, mas com um tom autoritário que me deixou com uma certa excitação. - Sim, tá bom. - Assim que eu gosto, obediente, chuchuzinho. É assim que vou te chamar de agora em diante, você... Gosta? - Sim. - Abre essa gaveta e pega a caixa, coloca o que tem dentro. Eu fiz, abri a caixa e dentro havia uma liga e meias rosas. - São as peças que combinam com sua linda lingerie, comprei ontem na mesma loja, estava tudo preparado. Enquanto eu tirava os sapatos, coloquei as meias e a liga. - Você está linda, o rosa cai muito bem em você, te deixa feminina, delicada, cor ideal para uma submissa, não acha, chochito? - Sim, Ama Vanessa. Eu disse, já me colocando no meu lugar. - Não tinha pensado nisso, mas gostei que me chamou assim. Estávamos frente a frente, a menos de um metro de distância, ela se aproximou um pouco mais, ficando ao lado, e me deu uma chicotada em uma nádega, fazendo eu soltar um gemido. Ela se posicionou um pouco para trás e deu outra na outra nádega, soltei outro gemido. - Você gosta, não é, chochito? - Sim. Ela se encostou em mim por trás, colocando uma mão na minha cintura, levou-a lentamente até meu ventre, com uma carícia suave subiu até meus peitos, primeiro acariciou um e depois o outro. Eu ouvia sua respiração saindo de sua boca, colada ao meu ouvido. - Você tem peitos lindos, redondos e firmes. Continuou acariciando-os e, sem que eu esperasse, apertou com força um mamilo. Apesar de estar com o vestido e o sutiã, senti uma certa sensibilidade. - Hummm. - Este é seu ponto fraco, chochito. Continuou brincando com eles, alternando entre um e outro. Minha respiração, aos poucos, foi ficando cada vez mais ofegante. Aproximei meu corpo ao dela. Enquanto uma mão continuava nos peitos, a outra começou a tocar minha bunda, levantando meu vestido até a cintura. Baixou a outra mão e, agarrando o vestido com ambas, puxou para cima, tirando-o de mim, deixando-o cair no chão. Me abraçou por trás, agarrando meus peitos sobre o sutiã com força por alguns segundos, levando os dedos até os mamilos e apertando com força, provocando um gemido alto de prazer. Meteu uma mão por dentro do sutiã e a outra levou às minhas costas, desabotoou o sutiã e o tirou, enquanto uma mão brincava com os peitos e Apertava meus mamilos, provocando prazer, enquanto a outra mão descia até minha bunda, metendo-se entre minhas pernas até tocar minha buceta por cima da calcinha, esfregando por alguns segundos. Afastou a calcinha de lado com os dedos e os esfregou na fenda. — Você está bem molhadinha, gostosa, já te tenho totalmente entregue sob meu domínio, toda submissa. Tirou a mão do meu peito e da minha virilha, deu um passo para trás enquanto me dava um tapa na bunda. — Vira de costas. Fiquei de frente para ela, vestida assim impunha respeito, ela se aproximou, me abraçou pelo pescoço e começou a me beijar na boca, eu fiquei parada sem fazer nada, mas parei de beijar. — Não pensa em mover essas mãos? Tira meu sutiã e toca meus peitos. Começou a me beijar de novo, eu o tirei e comecei a apertar seus peitos, e ela fazia o mesmo com os meus. Fui me animando e fui baixar uma mão até sua virilha, mas ela me parou com a mão. — Onde você vai? Não te dei permissão para me tocar aí. Colou seus lábios nos meus novamente, nos dando um beijo de alguns minutos, depois se afastou de mim dando um passo para trás, ficando na beira da cama. — Fica de joelhos e tira minha calcinha. Eu fiz, tirei sua calcinha, ela colocou uma mão na minha cabeça, acariciou meu cabelo, empurrando minha cabeça para ela entre as pernas, colando minha boca em sua buceta. — Chupa minha buceta. Comecei a chupar, ela estava bem molhada, não demorou a começar a gemer, colocou novamente uma mão na minha cabeça e, sem deixar que me afastasse, sentou na cama e se deitou bem aberta de pernas, seus gemidos foram aumentando cada vez mais. — Porra, que delícia você faz, se é tão boa assim chupando pirocas, o Ramiro deve aproveitar muito. Ela me manteve chupando por mais de quinze minutos. — Para e fica de pé, você me fez aproveitar muito. Enquanto eu me levantava, ela se levantou e ficou sentada na cama, esticou os braços até minhas pernas, acariciando-as para cima até chegar na bunda e me puxar para ela, acariciou minha bunda com as duas mãos, meteu uma entre as pernas por dentro da calcinha, chegando até a buceta. — Você... deixei a calcinha molhada, você tá bem safada e com tesão, né? - sim. - vou ter que aliviar esse fogo que você tá, bucetinha. Arranquei a calcinha de uma vez e tirei, ela se levantou, me pegou pelo pescoço e começou a me beijar enquanto eu levava uma mão até minha buceta e enfiava alguns dedos, e ela foi me virando até eu ficar de costas para a cama, me soltou e me empurrou na cama. - deita ao longo dela. Enquanto eu fazia isso, ela abriu uma gaveta do criado-mudo e tirou um cinto com um dildo preto de borracha, que eu olhei surpresa. - olha que coisinha mais linda eu tenho pra você, gostou? - sim, mas não sei se a gente devia fazer o que tô imaginando. - não pedi sua opinião, aqui quem manda sou eu e vou fazer o que eu quiser, a outra noite depois de ficar com você no seu apartamento, aqui sozinha na cama comecei a fantasiar com o que aconteceu e imaginei como seria te comer e vou fazer isso. Ela colocou o cinto e deitou ao meu lado, levou uma mão até meus peitos e começou a me beijar enquanto apertava um mamilo com força, seus lábios pressionados forte nos meus impediam eu gemer ou reclamar, minhas pernas se tensionaram abrindo um pouco, ela baixou a mão até a buceta, acariciou por cima um momento para enfiar os dedos, parou de me beijar e olhando nos meus olhos se meteu entre minhas pernas. - foda-se, escolhe o que prefere que eu coma primeiro, cu ou bucetinha. - o cu não, Ramiro vai perceber hoje à noite quando transarmos, desde que fiz a cirurgia ele não comeu de novo. - então nada, só vou comer sua bucetinha. Ela pegou o dildo, colocou na entrada da buceta e foi enfiando devagar. - tá sentindo? - sim. - assim hoje à noite você vai transar com seu marido. - sim, toda noite a gente transa. Enquanto conversávamos, ela ia me comendo. - toda noite. - sim, desde o primeiro dia que ele veio morar comigo no apartamento da Priscila, ele me come toda noite. - e nunca disse que não tava com vontade. - não, ahhhh não posso negar, sou esposa dele e é minha obrigação satisfazer os, ahhhh, desejos sexuais dele sempre que ele quiser. - eu não penso igual, mas cada uma sabe o que hace. Eu soltava alguns gemidos entre as palavras. - explica como ele faz, vai direto ao ponto ou vocês brincam. - eu sempre vou primeiro pro quarto, coloco um camisola sexy e vou ao banheiro, e quando volto ele já costuma estar na cama, pelado. Eu deito ao lado dele, nos beijamos, acaricio o peito dele descendo até pegar o pau dele na minha mão e começo a masturbá-lo, percorro o peito dele com meus lábios até chegar lá embaixo e dar um boquete. - ele não faz nada, não te diz coisas. - às vezes fazemos 69, mas normalmente só eu chupo o pau dele enquanto ele acaricia meu cabelo e me chama de puta, vagabunda, safadinha, coisas assim que ele sabe que eu gosto de ouvir. - eu também gosto que me digam essas coisas, mas você nunca me chamou assim. - pensei que você não ia gostar e você nunca pediu. - todas nós gostamos, deixa mais tesão, explica mais, me deixa excitada te ouvir, vocês sempre fazem na cama? - não. - conta, gostosa, onde mais? - na sala de jantar, na cozinha. - conta como vocês começam na cozinha. Ele continuou me comendo enquanto conversávamos e eu, entre palavras, soltava gemidos. - enquanto preparo a comida ou limpo, ele chega por trás, me agarra, começa a me tocar, levanta minha saia, puxa minha calcinha só até a coxa e me fica me comendo apoiada na bancada, e me deixa louca olhar pra trás entre minhas pernas e me ver de pernas abertas com a calcinha esticada na metade da coxa. - hahaha, que puta você é, continua, você gosta de fazer o quê pra ele? - ajoelhar e chupar ele, eu adoro, assim mostro minha submissão, que estou aos pés dele, como uma esposa obediente. - hahaha, que lindo, quais posições você gosta mais? - de pé me deixa louca, de quatro eu adoro, mas do jeito que ele quiser, eu gosto de todas, hahaha. - que safadinha você está. Ficamos em silêncio, só se ouviam meus gemidos por alguns minutos, e eu tirei o dildo, parando de me foder. - Já aproveitou bastante, gostosa, agora é minha vez. Ela tirou o cinto. - fica de pé que eu coloco o cinto em você pra me comer. Ela colocou o cinto em mim e me deitou na pernas abertas na cama, me coloquei no meio e fui enfiando e comecei a meter nela. - mmmm isso, assim, bucetinha, siiim, que gostoso. Ali enfiada entre suas pernas, fodendo minha ex com um cintaralho depois de tanto tempo sem me sentir humilhada, me fez sentir, mas ao mesmo tempo excitada. - você gosta, puta. - sim, não para, me fala mais coisas, bucetinha. Chamei ela de putinha, vagabunda, safada etc... Fiquei metendo nela uns 15 minutos, depois do gozo ficamos deitadas na cama um tempo em silêncio até que ela virou e me deu um beijo nos lábios. - obrigada, eu me diverti muito. - eu também, acho que eu tenho que ir, tenho coisas em casa pra fazer, são quase 7 da noite, mas se você deixar, eu gostaria de tomar um banho. - claro. - vou mandar uma mensagem pro Ramiro pra ver se ele tá em casa e dizer que vou pra lá. Mandei e ele respondeu na hora que ainda tava no bar e que tinha pensado que como a Vanessa tava sozinha, convidar ela pra jantar e sair pra tomar uns drinks nós três, a Vanessa aceitou e eu disse que estávamos no hotel dela, que ele passasse pra nos pegar, ele disse que passaria pra nos buscar às 8:30. - vamos tomar banho, bucetinha. - sim, vou. Fui pro banheiro e a Vanessa me seguiu e entrou atrás de mim. - você toma banho primeiro, Vanessa, ou eu? - por que não juntas? - juntas não sei se é boa ideia. - por quê? - não confio em você. - é só um banho. - bom. Primeiro a gente prendeu o cabelo pra não molhar, nos despimos e entramos no chuveiro, cada uma começou a se ensaboar. - me ensaboa as costas, bucetinha. - viu como não posso confiar em você? - só tô pedindo isso, não vai acontecer nada. Ensaboei as costas dela e depois ela as minhas e não aconteceu nada, saímos, nos secamos e colocamos a mesma calcinha que estávamos usando, sem as meias e a liga, retocamos a maquiagem e saímos pra nos vestir, ia pegar o vestido preto da bolsa com o qual tinha saído de casa. - deixa esse vestido e coloca o que eu te dei pra o Ramiro ver. Nós duas nos vestimos com os vestidos comprados e esperamos ele avisar que já Eu estava na porta esperando, descemos e ele estava de pé ao lado do carro, com José, seu melhor amigo, ao lado. Ele me deu um beijo nos lábios, dois beijos nela, cumprimentamos José.
— Que gostosas vocês estão.
— Obrigada, gostou? A Vanessa me deu de presente, tudo com a lingerie inclusa.
— Sim, é bonito. Convidei o José para que a Vanessa não se sinta desconfortável sozinha conosco dois.
— Boa ideia.

Subimos no carro, eles na frente e nós atrás. Os vestidos tão curtos, mesmo sentadas com as pernas bem juntas, deixavam um pouco as calcinhas à vista, então coloquei a bolsa em cima das pernas. Jantamos em um restaurante muito bom e passamos um tempo agradável, depois fomos tomar umas bebidas e dançar. Estávamos dançando em casal quando o Ramiro disse:
— Olha aqueles dois.

Olhei e estavam se beijando. Por volta das 3 da madrugada, o Ramiro disse que era melhor ir embora. Dessa vez, eu sentei na frente e o José com a Vanessa atrás. O José tinha o carro perto do nosso apartamento, então fomos para lá e ele depois levaria a Vanessa ao hotel. Estacionou o carro e ao sair:
— O que vocês acham de fazermos a última em casa? — disse o Ramiro.
— Acho bom, e você, Vanessa? — disse José.
— Por mim, tudo bem.

Subimos para o apartamento. Enquanto eles se sentaram no sofá, nós preparamos uns drinks e nos sentamos juntas a eles. Automaticamente, cada um colocou uma mão em nossas pernas, acariciando, e em segundos estávamos nos beijando com eles. Ao terminar os drinks:
— José, você não deveria dirigir agora, bebeu muito. Podem ficar para dormir aqui.
— Não está errado, Ramiro.
— Então ficam. Pili, vai preparar a cama para eles.

A Vanessa veio comigo. A cama só tinha uma colcha, procurei lençóis e entre as duas fizemos a cama.
— Pode me emprestar um camisolinha, gatinha?
— Claro que sim.

Fomos ao meu quarto para pegar um. Tirei um vermelho liso.
— Prefere este?
E um babydoll de renda vermelho transparente.
— Ou este?

Ela escolheu o babydoll enquanto me dizia:
— Hoje à noite, no final, eles vão nos foder todinhas. chochito. - parece mesmo kkkkk. Deixei o babydoll em cima da cama onde dormiria e voltamos com eles para a sala. - a cama já está pronta. - tomamos um último drink e vamos, Pili traz copinhos e fazemos um shot de whisky para fechar a noite. - vou, mas eu não vou beber mais, estou cansada e morrendo de vontade de me enfiar na cama. - eu também não quero, também estou cansada. - tudo bem, preparem os shots e vocês podem ir para a cama, a gente vai logo em seguida. Peguei 2 copinhos só para eles e a garrafa de whisky e servi, nós duas saímos. - vou primeiro ao banheiro. - eu também vou. Entrou atrás de mim, ficou na minha frente no espelho para escovar o cabelo, embora ela já tivesse me visto ainda me dava um pouco de vergonha que me visse fazendo xixi sentada, ela foi primeiro enquanto conversávamos sobre como tínhamos nos divertido naquele dia, ela se levantou e ficou ao meu lado e pediu a escova, já fiz meu xixi, saímos do banheiro demos as boas-noites e cada uma entrou no seu quarto, peguei um babydoll rosa do armário e entrei na cama esperando o Ramiro, depois da tarde de sexo com a Vanessa, o álcool que tinha bebido e a noite de festa não estava com nenhuma vontade de sexo mas como todas as noites tinha que abrir as pernas, alguns minutos depois entrou o Ramiro e se despiu completamente e entrou na cama me agarrou pela cintura me virou para ele e me deu um beijo. - você está muito linda e sexy, minha putinha. - obrigada. Voltou a me beijar enchendo minha boca com a língua dele um tempinho, afastou a boca da minha e me olhou nos olhos levando uma mão até meus lábios acariciando-os com os dedos. - eu também estou cansado, mas minha putinha sabe como me relaxar com essa boquinha gulosa que tem, né? - sim. Dei um beijo nos lábios dele enquanto agarrava o pau ainda mole com uma mão e desci beijando o corpo dele até ele e comecei chupando a ponta e rapidamente enfiei ele inteiro na boca e senti como crescia dentro, adoro sentir como ele cresce na minha boca até ocupar ela toda, enquanto chupava ele Ele mamava e me dizia coisas. - Que gostosa, chupa, putinha, não para. Demorou um bom tempo para fazê-lo gozar, continuei até deixá-la bem limpa e me deitei ao seu lado, levei uma mão aos peitos, me beijou os lábios e desceu beijando meu pescoço até que chegou e começou a chupar os peitos e morder os mamilos, a mão que havia ocupado aquele lugar já estava tocando minha buceta por cima da calcinha, meteu os dedos por um lado afastando-a enquanto eu facilitava seu trabalho abrindo as pernas, começou a me enfiar os dedos enquanto continuava mordendo meus mamilos fazendo com que minha excitação se intensificasse, não mais do que alguns minutos depois ele se meteu entre minhas pernas sem nem tirar minha calcinha, afastou-a para o lado e me penetrou de uma vez e começou a me foder duro me fazendo gritar e gemer, foi tão intenso que não demorou para gozar, então me beijou e saiu de cima. - Boa noite, descansa. - Boa noite. Adormeci imediatamente pelo cansaço do dia todo e acordei com o Ramiro passando das 10. - Gata, acorda, é muito tarde, em uma hora temos que estar na casa dos meus pais, hoje tem futebol. Levantei depressa, preparei o café da manhã enquanto ele bateu na porta onde José e Vanessa dormiam para acordá-los, expliquei para Vanessa enquanto arrumávamos e lavávamos o que foi usado no café da manhã os planos do dia. - E todos os domingos você tem que ir à missa, que saco. - Sim, e não gosto nada. - Então não vá, você não é obrigada. - Por mim não iria, mas não quero decepcionar a mãe dele. - Fala com o Ramiro e ele que diga para a mãe dele. - Já conversamos e ele me disse para fazer o esforço de ir pela família dele. Nesse momento entrou o Ramiro. - Liguei para minha mãe e disse que vocês viriam, José e você, para almoçar. - Ahhh, obrigada, mas não precisava, não quero incomodar. - Que vai incomodar, minha mãe está encantada. - Tá bom, está bem. Tomamos um banho rápido e tive que emprestar roupa para Vanessa, o vestido vermelho não era muito apropriado, emprestei um vestido preto que chegava na metade de coxa e calcinha. - isso é surreal, antes você vestia minhas calcinhas e agora sou eu que visto as suas, hahaha. - pois é, surreal mesmo hahaha. Eu com uma saia preta acima do joelho e uma blusa, quando terminamos de nos arrumar eles já estavam prontos para sair, chegamos na casa dos pais dele nos cumprimentamos e eles foram embora logo em seguida e nós alguns minutos depois, depois de passar pelo trauma da missa voltamos para casa para terminar a comida e pôr a mesa, depois de comer e limpar, Ramiro e José foram ao bar e Isabela chamou as amigas e saímos para passar uma tarde de garotas, um passeio aproveitando um sorvete conversando e dando umas risadas, por volta das 8 da noite já voltávamos sozinhas, Vanessa e eu, para o meu apartamento e lá ela pegaria um táxi para ir ao hotel, faltavam umas 4 quadras para chegar quando recebi uma ligação do Ramiro perguntando onde estávamos para ir nos buscar e que tinha pensado em pegar algo pronto para o jantar e jantar os 4 em casa, como já estávamos chegando ele disse que iam eles buscar algo para o jantar e que nós preparássemos a mesa, chegaram depois das 9, os 2 vinham bem alegres de terem bebido, trouxeram umas pizzas, uns tacos, uma garrafa de uísque e outra de Baileys, depois do jantar eles começaram com o uísque e nós com o Baileys sentados no sofá conversando mas não demorou para a coisa esquentar, uma mão do Ramiro sobre uma das minhas coxas começou a acariciar subindo, eles já estavam se beijando e José apertava os peitos dela, Ramiro começou a me beijar levando a outra mão aos meus peitos enquanto a outra se infiltrava pelo lado da minha calcinha em busca da minha bocetinha, algo que facilitei abrindo as pernas, uma das minhas mãos desceu percorrendo o peito até o botão da calça dele e o desabotoou baixando o zíper e metendo a mão por dentro da cueca agarrando o pau tirando-o para fora começando a masturbá-lo, ele cresceu rapidamente de relance vi como Vanessa também estava agarrada no do José o que fez com que nem a excitação aumentou, me veio à mente a tarde com ela e suas perguntas, parei de beijá-lo e aproximei meus lábios do seu ouvido, quase num sussurro: — sua esposa submissa e obediente deseja que você ordene que eu me ajoelhe, que me diga qual é o lugar que devo ocupar, e que eles ouçam. Voltei aos seus lábios, dei um beijo rápido e afastei um pouco meu rosto, fixando meus olhos nos dele. — Fique de pé, vadia. Obedeci, olhando de soslaio para Vanessa, que não parava de beijar. Ramiro ficou de pé, ficando de frente para mim, nos encarando fixamente. — Ajoelhe-se, vadia. Olhando de relance para Vanessa, comecei a me ajoelhar. Eles pararam de se beijar e ambos viraram a cabeça para me olhar. Sorri, fixando o olhar em Vanessa. Já de joelhos, Ramiro começou a acariciar meu cabelo enquanto eu tirava seus sapatos e depois as calças junto com a cueca, com o olhar fixo nele e meu nariz percebendo o cheiro do pau dele na altura do meu rosto. Ele parou de me tocar para tirar a camisa, ficou totalmente nu, e colocou a mão na minha cabeça novamente. — Muito bem, vadia, obediente e submissa, sabendo muito bem qual é o seu lugar. Acariciando minha cabeça, ele a aproximou do pau até tocar meus lábios, que foram se abrindo, deixando apenas a cabecinha entrar, me convidando a chupar, coisa que comecei a fazer, encantada, esquecendo-me deles, até ouvir um par de batidas de salto no chão. Virei a cabeça sem parar de chupar para ver o que estava acontecendo. Vanessa tinha se levantado, vi como ela pegou as duas mãos de José e o colocou de pé, e se ajoelhou ao meu lado. Sem perder tempo, tirou os sapatos dele, e depois baixou as calças e a cueca, deixando seu pau à vista. À primeira vista, parecia um pouco menor, mas mais grosso que o de Ramiro. Ela o pegou com uma mão e, olhando para mim, levou à boca, vendo como começou a chupá-lo. Nos ver assim, as duas, me deixou muito excitada, e comecei a chupar com ansiedade, fazendo com que Ramiro, em um momento, começasse a soltar gemidos. Ouvir como faço meu macho aproveitar faz minha excitação aumentar e continuei assim e em menos de 10 minutos ele gozou, perdeu um pouco a ereção, continuei até deixar ela bem dura de novo, pela primeira vez eu queria tomar a iniciativa, o comando, então me levantei, beijei ele na boca enquanto pegava sua mão e puxava ele. — Vamos pra cama — eu disse. Ele nem se moveu do lugar, puxou ele de mim, me virou e me colocou contra a mesa, empurrando minha cabeça, ficando minha parte superior sobre ela. — Não queria que eles vejam qual é seu lugar, então que vejam até o fim. Ele me deu uma palmada bem sonora na bunda. — Aiii! Ele massageou minha bunda apertando forte, eu quis mandar mas ficou claro quem mandava como deve ser e como eu gosto que seja, ele levantou minha saia, outra palmada. — Aiii! — Você gosta que eu bata, putinha? — Sim. Com um pé entre os meus ele me fez abrir as pernas, meteu a mão por dentro da calcinha até enfiar os dedos na minha buceta, olhei pro lado pra tentar ver o que eles estavam fazendo mas não os via, do jeito que eu estava deitada, ele puxou minha calzinha até a coxa e continuou me fodendo com os dedos, vi Vanessa passar pelo lado da mesa me olhando com um sorriso, com os lábios manchados de porra, puxando o braço de José até o outro lado da mesa, ela se apoiou nela na minha frente e se recostou, nossas cabeças ficaram uma do lado da outra, José se colocou atrás dela e começou a dar o mesmo tratamento que eu estava recebendo, ambas com a cabeça virada a um palmo de distância nos olhávamos, seu olhar, seu sorriso refletia prazer, meu macho ia alternando, palmadas na bunda, apertões na bunda e enfiando os dedos na buceta de sua putinha submissa que gemía prazerosamente vendo na frente Vanessa na mesma situação. — Essas duas putinhas estão ansiosas pra gente foder elas logo, o que você acha, José? — Acho o mesmo que você. — Então o que estamos esperando pra dar a elas o que querem. Ele me deu uma palmada enquanto senti a pica entrar até o fundo e começar a me foder, assim como José a Vanessa que não parávamos de nos olhar, vendo as expressões de prazer uma da outra, e sem esperar, Vanessa aproximou a cabeça e me beijou nos lábios. Eu afastei a minha rapidamente, não esperava por aquilo naquele momento, com o Ramiro na nossa frente.
— Que beijo bom — disse Ramiro. — Dá um beijo nela, Vanessa, sua putinha.
Me aproximei e dei um selinho, me afastando de novo.
— Não se afasta, continua, chupa a boca dela.
Colamos as bocas, nos dando um beijo longo, quente, brincando com as línguas. Os restos de porra que estavam nas beiradas dos nossos lábios se misturaram na nossa boca.
— Que putinhas maravilhosas estão essas duas, José.
— É, duas vagabundas boas mesmo.
Com as sacudidas, nossas bocas se separavam, mas voltavam a se buscar e se unir, embora cada vez ficasse mais difícil manter o beijo por causa dos gemidos e da excitação. José foi o primeiro a gozar e se separar da Vanessa, que então parou de me beijar. Pouco depois, Ramiro gozou também. Vanessa continuou deitada sobre a mesa, com a respiração ainda ofegante. Eu também não me mexi, tentando recuperar o fôlego. Assim, talvez tenham se passado alguns minutos em silêncio, até que o Ramiro quebrou:
— Nena, vai pegar gelo na cozinha pro uísque.
— Tá, vou.
Levantei ainda com as pernas moles, subi a calcinha e ajustei a saia enquanto ia e voltava com uma tigela de gelo. Sirvi um drink pra eles e Baileys pra gente. Os dois estavam sentados no sofá, pelados. Vanessa e eu, de pé, optamos por sentar nas cadeiras. Ramiro pegou o controle da TV e colocou música. Algumas músicas depois:
— José, seria bom se elas fizessem um striptease, assim já ficamos todos pelados.
— Seria bom mesmo.
— Procuro uma música e vocês nos deleitam com um striptease.
Nós duas nos olhamos e, só com o olhar, nos levantamos no meio da sala e começamos a dançar sensual. Comecei a desabotoar a blusa até tirá-la. Vanessa foi levantando o vestido aos poucos até removê-lo, enquanto eu baixava o zíper da saia e a deixava cair no chão. Eles aplaudiam. e elas torciam, as duas de lingerie continuamos dançando. Vanessa me agarrou pela cintura e se encostou em mim por trás, acariciando minha barriga por um momento. Me virei, ela meteu uma perna entre as minhas seguindo a dança, foi subindo ambas as mãos pelas minhas costas - uma parou no meio, a outra continuou até envolver meu pescoço. Aproximei minha cabeça dela e ela começou a me beijar. Meu primeiro pensamento foi me afastar, mas ouvir como eles estavam torcendo e o tesão que eu estava fez com que eu entrasse na brincadeira e a agarrasse pela cintura, continuando a dança sem parar de nos beijar. Sentia o calor da perna dela entre as minhas, pressionada com força sobre a calcinha. A mão dela nas minhas costas desabotoou meu sutiã, deslizou primeiro por um braço e depois pelo outro, e jogou para os caras que estavam se divertindo muito. Sem parar de nos beijar, levou uma mão a um dos meus peitos e começou a apertar. Eu levei uma mão às costas dela, procurando o fecho do sutiã, desabotoei, tirei e também joguei para eles. Ela tirou a perna de entre as minhas, parou de me beijar, desceu pelo pescoço me dando beijos e chupadas enquanto com ambas as mãos acariciava meu corpo. Foi descendo lentamente, beijando meus seios, a barriga... Suas mãos desciam no ritmo dela, agarrou minhas duas nádegas, as acariciou, as apertou. Deu um beijo na borda da calcinha e começou a baixá-la lentamente enquanto me dava beijos por cima da buceta. Tirou-a e a lançou para eles, levantou-se lentamente beijando meu corpo até chegar aos meus lábios. Voltou a meter a perna entre as minhas, levantando-a e esfregando a coxa contra minha buceta. Uma mão no meu ombro me empurrou para baixo. Fui descendo, percorrendo seu corpo com a boca e as mãos até tirar sua calcinha, e ficamos as duas apenas de salto. Continuamos a dança com os corpos colados enquanto eles continuavam torcendo, tocando o pau já bem duro. Vanessa agarrou minha mão, puxando para o sofá, e ofereceu a outra a José, puxando-o. Eu fiz o mesmo com Ramiro e os fomos para o centro da sala dançando na frente deles, acariciando seus corpos. Virei de costas, esfreguei minha bunda na pica dura dele que ficou entre minhas pernas, depois me virei e acariciei seu peito com uma mão enquanto levava a outra até a pica, comecei a masturbá-lo enquanto descia beijando seu corpo até me ajoelhar, levando a cabecinha até minha boca e começando a chupar. De relance, vi Vanessa de joelhos na minha frente e José atrás de mim, de frente para Ramiro. Continuei com o boquete e, sem esperar, Vanessa beijou minha bochecha e chupou a base da pica do Ramiro. Tirei da boca surpresa e vi Ramiro colocando uma mão na cabeça dela e outra na minha, nos empurrando em direção à pica dele. Começamos a chupar a ponta, cada uma de um lado, e nossos lábios se tocavam enquanto fazíamos isso. Vanessa enfiou a pica inteira na boca, e Ramiro virou minha cabeça e a empurrou, colando meus lábios na pica do José. Comecei a chupar – era um pouco menor que a do Ramiro. Eles em pé, de frente, e nós de joelhos, uma de frente para a outra no meio deles, chupando a pica do outro e trocando de pica alguns minutos depois. Cada uma agora dedicada ao seu macho, até que o meu gozou primeiro.
– José, vou com minha putinha para a cama. Se vocês ficarem, já sabem onde fica o quarto.
– Tá bom.
Ele me agarrou pelo braço, puxando-me até o quarto. Na frente da cama, deu uma palmada forte na minha bunda nua, me virou, vi que ele estava com a pica toda dura e me jogou na cama de costas, exercendo o papel de macho dominante, como eu gosto. E eu, como boa mulher submissa, abri as pernas. Ele se meteu entre elas e me deu uma foda gostosa, enquanto entre meus gemidos dava pra ouvir os de Vanessa também. Acabei dormindo sem perceber e acordei com o som da porta do outro quarto. Olhei para a porta aberta e vi Vanessa nua passando, e a porta do banheiro fechando. Levantei e bati na porta.
– Bom dia, posso entrar?
– Pode, entra.
Entrei, ela estava sentada. Fazendo xixi. - Que noite, hein, Pili, a gente teve. - É, não esperava por essa. - Nem eu. Depois eu mijei. - Vamos tomar um café. - Sim. Fomos as duas peladas, a sala estava com roupa pelo chão, eu juntei a minha para lavar e Vanessa pegou a do José e deixou na mesa, bem arrumadinha, tomamos um café. - Vou tomar um banho antes do Ramiro acordar. - Eu também vou tomar, mas você vai ter que me emprestar alguma roupa. - Toma banho você primeiro enquanto eu procuro algo, tem toalhas limpas no banheiro. Separei roupa para as duas e entrei no banheiro, ela já estava se secando, dei a roupa e tomei meu banho, quando saí eles ainda estavam dormindo, preparamos um almoço para os quatro e quase quando estava pronto o José entrou na cozinha ainda pelado e, enquanto botava a mesa, apareceu o Ramiro também sem nada, sentaram para almoçar, depois enquanto a gente limpou eles tomaram banho, coloquei uma máquina de lavar, disse para a Vanessa que ia arrumar a cama e ela se ofereceu para me ajudar e foi arrumar a que ela tinha dormido, Ramiro e José estavam terminando de se vestir. - Nós vamos trabalhar um pouco, divirtam-se vocês. Eles foram embora e ficamos só nós duas, ela me ajudou com todas as tarefas de casa e depois saímos para fazer umas compras e passar no hotel para ela trocar de roupa e me devolver a minha, exceto por um presentinho que eu dei. - A calcinha e o sutiã você pode ficar, assim vai ter uma lembrança minha. - Obrigada. Era um conjunto vermelho de renda. Depois voltamos a sair para fazer as compras e levamos para o meu apartamento, mandei uma mensagem para o Ramiro para ver se ele vinha comer em casa, mas ele ficaria no restaurante, então a Vanessa me convidou para comer fora. A Priscila e a Inma voltaram naquela tarde e, depois de ficar um tempinho com elas, eu voltei para casa e a Vanessa foi com elas para o hotel, faltavam três dias para elas irem embora, nos vimos todos os dias e na última noite jantamos as quatro junto com o José e meu marido, depois tomamos umas drinks em um lugar dançando, o José levou a... As garotas foram pro hotel e ele ficou pra passar a noite com a Vanessa, e eu voltei com meu homem pra casa, direto pra cama. No dia seguinte, levamos elas pro aeroporto. Foi uma despedida pesada, tinha me divertido muito com a Vanessa. E assim voltei pra minha rotina diária: tarefas de casa, academia com as amigas, missa aos domingos. Falava todo dia com a Vanessa por mensagem. Os dias e meses passaram rápido e, 18 meses depois do casamento, o Ramiro começou a sentir dor na barriga e nas costas. Não deu importância, achando que era cansaço do trabalho, mas começou a emagrecer e foi ao médico. Aí veio a pior notícia: tinha câncer de pâncreas muito avançado e morreu um mês e meio depois. Da noite pro dia me vi sozinha num apartamento, cuidando de um restaurante sem saber como tocar, num país que não era o meu. Tava difícil ficar lá. A Isabela também tava sofrendo. As amigas sempre estavam lá pra nos animar, o José também, mas tudo tava muito pesado: a rotina diária, a solidão, a missa de domingo como obrigação... não aguentava mais. Uns meses depois, conversando com a Vanessa, ela me perguntou por que eu não voltava. Isso já tinha passado pela minha cabeça, e naquela mesma noite, depois de pensar muito, achei que era o melhor. No dia seguinte liguei pro José e à tarde nos encontramos pra eu explicar e saber se poderia ter algum problema ao voltar, com a questão dos documentos falsificados, a venda do apartamento e do restaurante.
- Me dá uns dias que eu resolvo tudo no registro. Tenho contatos e podemos fazer os documentos desaparecerem, não vai ser difícil.
Duas semanas depois ele me ligou pra dizer que já estava resolvido. O apartamento, em menos de um mês e na quarta visita, já estava vendido. Chegamos a um acordo com o comprador de entregar em 30 dias pra eu me organizar e juntar tudo. As roupas do Ramiro levei pra igreja, junto com roupas minhas que não levaria. Faltava o bar, que ninguém tinha se interessado, e em 6 dias já tinha que entregar o... Passagem e bilhete de avião para 3 dias depois, já que ficaria na casa dos sogros e da Isabella. Com o José já tinha um acordo de que ele cuidaria do bar depois que eu fosse embora, até encontrar um novo dono. Chegou o dia da minha partida e, mesmo querendo ir, não consegui segurar as lágrimas na despedida. Do alto do avião, me despedi do México, voltando pra casa. Continua.

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