Oi gente, tô super nervosa pra escrever isso, é uma coisa que nunca contei pra ninguém e que mudou completamente minha vida. Lembrar disso pra mim é vergonhoso, mas ao mesmo tempo muito excitante. Espero não ser julgada e que vocês curtam meu relato.
Me chamo Daniela, não quero parecer metida, mas me considero uma garota atraente, e não só porque eu digo, mas também pelos elogios, olhares e comentários dos homens. Tenho 28 anos, pele clara, cabelo longo e preto, olhos castanhos, lábios carnudos. Sou baixinha, tenho só 1,58m de altura, com peitos naturais de bom tamanho. Embora não faça muito exercício, tenho um bom físico, com barriga chapada, quadris largos, pernas longas e uma bunda dura e empinada. Apesar de ser uma mulher chamativa pros homens, sempre fui muito recatada, nunca gostei de mostrar demais, muito menos de insinuar algo fora do lugar, mas sempre tento manter aquele toque sexy que todas as mulheres têm.
Sou casada há 3 anos, meu marido se chama Pedro, é um homem alto, bonito e másculo. Minha relação com ele é muito boa em todos os aspectos, nós dois somos super quentes, então nunca perdíamos uma oportunidade de transar, mas com o passar dos anos e a monotonia do dia a dia, nossa chama foi se apagando.
Tudo aconteceu há alguns anos. Por causa do trabalho do meu marido, tivemos que nos mudar pros EUA. Chegamos num bairro muito tranquilo, mas cheio de americanos meio racistas. Para nossa sorte, conhecemos um cara peruano que nos ajudou a conhecer e nos adaptar mais rápido ao lugar. Ele se chama Darío e nos tornamos muito amigos. Meu marido e ele se deram super bem desde o primeiro momento, os dois gostavam de futebol, então ele começou a vir em casa com frequência para assistir aos jogos. Da minha parte, também me dava muito bem com ele, era um cara muito alegre, educado e divertido, mas ao mesmo tempo muito safado e olhão. Ele nunca perdia a oportunidade de me dar algum elogio ou cantada quando meu... meu marido não estava por perto e em várias ocasiões eu o peguei olhando minhas pernas e minha bunda, eu poderia ter contado ao meu marido sobre isso, mas não queria estragar nossa amizade, então não disse nada, pois pensei que afinal das contas, Darío não seria o primeiro nem o último homem a me olhar.
Com o passar dos meses, Darío e eu também ficamos mais íntimos, tanto que quando estávamos sozinhos ele me olhava com mais descaramento e nunca perdia a oportunidade de me dizer como eu estava gostosa, mas só quando meu marido não estava, porque quando ele estava, Darío era bem diferente. Para ser sincera, eu achava graça na malandragem dele, pois ele nunca me desrespeitava com seus comentários e cantadas; aliás, eu gostava de ouvi-los, então deixei que continuasse até virar um hábito.
Passou quase um ano quando informaram ao meu marido que ele teria que viajar para outra cidade por quase três meses. Ambos estávamos um pouco nervosos, pois mesmo não sendo a primeira vez que ele viajava, era a primeira vez aqui. Antes de partir, ele me disse que havia pedido um favor a Darío (que não mora muito longe da nossa casa) para ficar de olho em mim caso eu tivesse alguma emergência ou precisasse de algo. Eu me opus, já que não queria ser um incômodo para ele, mas meu marido disse que era isso ou ele cancelava a viagem, então não tive outra opção a não ser aceitar. Meu marido partiu e, dois dias depois, Darío apareceu para me oferecer ajuda. Aproveitei mesmo, já que ele estava com a intenção de ajudar; sempre que vinha à minha casa, eu o colocava para fazer algumas tarefas que meu marido havia deixado pendentes. Passaram algumas semanas e não percebi quando ele passou de me visitar a cada três ou quatro dias para estar quase diariamente comigo. E não era só isso: ele também passou a fazer as tarefas que meu marido fazia, como tirar o lixo, me ajudar a cozinhar, arrumar algumas coisas e até me acompanhar nas compras para carregar as sacolas. Não vou mentir: com o tempo, eu me sentia atraída por ele, pois ele era um cara alto, moreno, com um físico muito bom e bonito, já havíamos cruzado aquela linha tênue que separa a amizade de outra coisa, ele flertava comigo e o pior era que eu permitia e até gostava, já tínhamos aqueles olhares bobos e aqueles toques disfarçados, todas as noites meu marido me ligava para saber como eu estava mas nunca tive coragem de contar o que estava acontecendo, queria negar e dizer que era só uma brincadeira boba mas no fundo sabia que era algo mais.
Um dia, Darío tinha passado a tarde toda me ajudando em casa, o calor era insuportável e meu marido tinha deixado algumas cervejas, eu ofereci uma pra ele, mas ele me fez beber também, as horas passaram e nós dois continuamos bebendo, a noite chegou e decidimos parar para jantar, já tínhamos acabado com as cervejas mas isso não nos impediu e ele pegou uma tequila que tinha e continuamos bebendo enquanto conversávamos, nós dois já estávamos bêbados e mais eu, pois não sou muito de beber, estávamos nos divertindo muito conversando, rindo e obviamente flertando, não sei em que momento a conversa ficou mais picante e ele começou a me perguntar sobre minha relação com Pedro, ao mesmo tempo ele me contava sobre os relacionamentos anteriores que tinha tido, depois de um tempo ele me disse:
- Sabe, Dani? Que tal a gente jogar um jogo um pouco mais interessante?
- O que é? - disse curiosa
- Um jogo daqueles meio picantes
- Mmm, picante? - falei estranhando
- Bom, não é que seja picante, mas tem umas coisinhas meio intrometidas hahaha
Ele foi até sua moto e voltou com uma caixa, dentro havia umas cartas vermelhas e azuis e um par de dados
- Bom, Dani, isso é bem simples, é um jogo de dados, quem perder tem que pegar uma carta e fazer o que está escrito nela
- Tá, parece interessante
Fomos para a sala e nos sentamos no tapete, ele serviu mais tequila, colocou as cartas no centro e começamos o jogo, eu comecei bem e ganhei a primeira partida, então ele pegou a primeira carta
- Diga para seu companheiro qual é a parte mais sexy do seu corpo
Ele leu em voz alta e eu fiquei corada ao sentir seu olhar percorrendo meu corpo de cima a baixo, parou nos meus peitos e me disse
– pois é, você tem uns peitos lindos, Dani hahaha
– não são tudo isso hahaha
– sério, eles são super lindos – me disse com um sorriso malicioso. A verdade é que fiquei um pouco nervosa ao ouvir o que ele disse
– bom, bom, vamos continuar jogando
A segunda rodada eu perdi, peguei a carta e li
– com quantos homens você já transou e em que idade?
– não, não posso responder isso
– vamos, Dani, você perdeu, tem que cumprir
– mas isso eu nem contei pro Pedro
– mas agora vai ter que confessar, além do mais, tudo o que dissermos aqui fica entre nós
Fiz uma caretinha, tomei um gole do meu tequila e respondi – ufff, tá bom, no total foram 5 caras que me levaram pra cama, um aos 17, que foi quando perdi minha virgindade, outro aos 19, aos 21, com 2 caras aos 22 e por último um aos 23, poucos meses antes de conhecer o Pedro
– uau, você sabia mesmo como se divertir hahaha
– já, já, vamos continuar jogando – disse envergonhada
A terceira partida eu perdi de novo, peguei a carta e li em voz alta
– qual é sua posição favorita e por quê?
– não, isso eu não vou responder
– vamos, é só um jogo, não seja covarde – me disse num tom debochado. Ouvir isso me irritou demais e mexeu com meu ego, então só fiz um gesto de resignação e respondi
– bom, a verdade é que sempre gostei de ficar por cima, adoro poder ditar o ritmo, além de que posso ver a cara de prazer do cara, posso colocar meus peitos na cara dele pra eles balançarem nele e ele poder chupá-los, podemos nos beijar e se em algum momento eu cansar, posso mexer meus quadris pra continuar aproveitando
Ficamos em silêncio por alguns segundos nos olhando nos olhos, pude ver como ele me olhava com desejo e mordia os lábios, enquanto eu começava a sentir um formigamento no meu corpo
– bem, bem, vamos continuar, vamos continuar jogando – disse baixando o olhar
A quarta ronda por sorte eu perdi ela
- finalmente um pouco de sorte - eu disse sorrindo
Peguei a carta e li - você gosta de filmes pornô e por quê? -
- vamos, responde, responde - eu disse animada
- tudo bem, vou te contar, sim, eu adoro, mas tudo foi por causa da garota com quem perdi minha virgindade, ela tinha 22 anos e eu só 17, ela adorava ver pornô toda vez que fazíamos sexo e muitas vezes fazíamos as posições que apareciam lá, embora eu tenha que agradecer muito a ela porque com ela experimentei e aprendi muitas coisas
Naquele momento, a bebida e as perguntas estavam fazendo efeito em mim, pois me sentia muito mais solta e desinibida, queria continuar até o final, mas para minha infelicidade perdi de novo, então tive que pegar a quinta carta,
- Você gosta de sexo anal? - assim que terminei de ler a carta, fiquei nervosa e corada
— ahhhhh não precisa responder, pelo seu rosto vejo que você adora levar por trás, que inveja do Pedro
Baixando o olhar e envergonhada, eu disse - pois é, eu gosto, mas desde que conheço o Pedro só fizemos duas vezes
- O quê? - ele respondeu surpreso – pois é, que desperdício, você tem uma bunda super divina hahaha
- cala a boca, idiota - eu disse e terminei meu copo de um só gole - vamos, vamos, me serve outro - não precisei insistir, imediatamente meu copo estava cheio.
- bom, a partir daqui são punições, cada vez que alguém perder terá que tirar uma peça de roupa
Eu não me opus, a tequila e o tesão que já estava sentindo faziam com que eu quisesse continuar jogando
- tudo bem, tudo bem, mas agora não podemos voltar atrás - eu disse muito confiante
- ok, ok, vamos continuar jogando -
Começamos a jogar e eu ganhei a primeira rodada
- Vamos, vamos, tira uma peça, tira uma peça - eu disse muito animada e sorrindo
Dário se levantou e aos poucos foi tirando a camisa enquanto fazia movimentos sensuais, pude ver pela primeira vez seu torso super definido e seu peito peludo, com o qual fiquei babando por alguns segundos
- vamos, vamos, continuamos jogando - jogamos os dados e de novo eu muita sorte e eu ganhei de novo
- Eita, Darío, se continuar assim vai acabar peladão rapidinho hahaha -
Ele me olhou sorrindo e disse: - Não cante vitória, Daniela, isso ainda não acabou - e tirou os sapatos, deixando-os de lado
- Hmm - eu disse fazendo uma careta - Tá bom, vamos continuar que dessa vez com certeza vou ganhar de novo -
Jogamos os dados de novo e pela terceira vez seguida eu ganhei - Isso, ganhei de novo hahaha -
- Nossa, você tá numa maré de sorte, Dani - ele disse enquanto tirava as meias
- Não, não, isso não vale -
- Não vale por quê? Também é uma peça de roupa
- Tá bom, tudo bem, mas da próxima vez é calça, ok? -
Na rodada seguinte, infelizmente, eu perdi - Hehehe, acabou a maré de sorte -
- Que nada, só tô te dando um pouco de consolo - me levantei e peguei minha blusa enquanto dançava
- Tira a blusa, tira a blusa! - ele dizia eufórico, mas eu só sorri e acabei tirando as sandálias
- Não, não é justo -
- Como não? Você fez a mesma coisa hahaha -
Jogamos de novo e eu perdi outra vez - Hahaha - risada triunfante - Adeus, blusa! Adeus, blusa! -
Me levantei de novo e, rebolando, comecei a tirar a blusa devagar, primeiro um botão, depois outro, até tirar todos. Peguei a blusa e, com um gesto sexy, joguei de lado
- Bravo, bravo! - ele aplaudiu ao ver meu lindo sutiã rendado cheio dos meus peitos. Além disso, eu estava usando um sutiã de meia-taça, então meus peitos pareciam ainda maiores e dava pra ver meus mamilos através do tecido. Ele ficou de boca aberta por alguns segundos
- Chega, para de bobear que isso é tudo que você vai ver - eu disse rindo
Jogamos mais uma vez e eu ganhei de novo - Agora sim, sem tênis hahaha -
Ele sorriu e se levantou de novo, tirando o jeans aos poucos para minha alegria. Primeiro, abaixou o zíper, desabotoou a calça e foi puxando devagar enquanto eu observava atentamente, até ele ficar só de cueca. Disfarçadamente, direcionei o olhar para a virilha dele e fiquei impressionada, porque dava pra ver o volume marcando um pacote de bom tamanho
- Vamos, vamos, continuemos brincando, espiã, que desta vez eu te venço - disse entre risas, muito confiante de que o deixaria totalmente nu. Peguei os dados, mas para meu azar perdi desta vez.
- Não, não pode ser!
- Não, nada de birra, Dani. Fora sutiã, fora sutiã!
- Você está louco, ainda me resta a calcinha! - me levantei e aos poucos fui deslizando-a para baixo enquanto movia meus quadris sensualmente.
- Yeeea, que pernas lindas, que quadris e que bunda maravilhosa! - estava um pouco envergonhada, pois minha calcinha fazia conjunto com meu sutiã, então ambas eram de renda e deixavam ver minha linha de pelinhos que adornavam minha buceta.
- Já, já, vamos continuar brincando, que até aqui chega sua sorte. Olha como te venço! - voltamos a lançar os dados e para meu desgaste perdi de novo. A pouca coerência que ainda me restava chegou à minha mente.
- Não, não, isso é demais, até aqui cheguei!
Ele me olhou sério e disse: - Não seja trapaceira, isso não vale!
- Mas isso é demais!
- Mas você não pode ir embora assim. Se quiser, cumpra seu castigo e até aí paramos.
- Mmm - suspirei resignada. - Está bem.
Me pus de pé e dirigi minhas mãos para minhas costas, procurando os fechos do meu sutiã. Desatei-os e imediatamente ele caiu no chão, então meus lindos peitos ficaram ao ar.
- Wooow, que lindos, que divinos, são tão belos! - passaram alguns segundos quando cobri minhas tetas com meu braço.
- Viu só, não pôde comigo, no final empatamos e você dizia que ia me vencer, mas teve medo e se acovardou, hahaha!
Olhei para ele fazendo um gesto de raiva. Dentro de mim sentia impotência e fúria, pois suas palavras haviam tocado meu ego. Então quis me arriscar e me vingar para que ele engolisse suas palavras.
- Vamos, continuemos brincando, você vai ver como te venço e você fica totalmente nu!
Sentei-me ansiosa e nervosa e continuamos. Ambos pegamos os dados e os lançamos, mas para meu desgaste perdi.
- Nããão! - fiquei totalmente gelada. - Agora você vai me pedir que fique nua na sua frente, né?
- Que nada, cumpra seu castigo. Como uma boa perdedora
Suspirei resignada, peguei o copo de tequila e o esvaziei de um só gole. Levantei-me e comecei a abaixar minha calcinha, deixando ele ver completamente minha bocetinha. Ele ficou boquiaberto olhando minha xoxota.
— Que linda você é, Dani. De verdade, você é um bombom, bombom.
Não sei por que não fui embora naquele momento. Sentei-me tapando meus peitos e minha buceta. Talvez ver a cara de luxúria do Dário me agradou demais, ou o álcool tinha me dominado. O fato é que fiquei sentada ali. Ele rapidamente me serviu mais tequila, começou a me elogiar dizendo o quanto eu era linda e habilmente me seduziu com suas palavras. Os minutos passaram e eu me sentia cada vez mais segura e confortável, tanto que, sem perceber, parei de tampar meus peitos e minha vagina. Até que o peguei olhando minha xoxota — então reagi e rapidamente me cobri.
— Ei, ei, o que tá olhando, olhão?
— A beleza dos seus atributos. Você é super gata e, assim pelada, é divina.
Seus elogios e seu olhar penetrante me encantavam e excitavam demais, tanto que eu queria continuar ouvindo mais.
— Assim? — disse, e tirei as mãos da minha buceta. Pouco a pouco fui abrindo as pernas, mas não muito, enquanto olhava nos olhos dele. Depois fechei rapidamente. — E que tal?
— Ufff, como disse: divina, linda, super gata.
— Mas tem uma coisa que não gosto. Você tá há um bom tempo me olhando e ainda tá de cueca. Isso não é justo, devemos estar iguais.
Ele me olhou sorrindo. — Tudo bem, já que você foi uma boa perdedora, vou te agradar.
Levantou-se e tirou a cueca, deixando-me ver seu pau semi ereto. Fiquei hipnotizada olhando para o pau dele, embora tentasse disfarçar para que ele não percebesse. Mas, enquanto continuávamos conversando, eu olhava de relance e suspirava. Pensava: se assim mole já era de um tamanho considerável, como seria duro? Continuamos falando. Ele me perguntava sobre meu relacionamento com meu marido, sobre nossas coisas, e pouco a pouco conduzia a conversa para o sexual. Acabamos conversando sobre várias coisas íntimas minhas. Ele me fez... me sentindo totalmente confiante e no controle da situação, e não me importava que ele estivesse me lançando olhares descarados, então comecei a fazer o mesmo. Percebi como o pau dele foi crescendo e aos poucos ficando ereto. Naquele momento, já tinha perdido a pouca sanidade que me restava e o tesão tinha tomado meu corpo completamente.
- Ufff, como você é gostosa...
- Hahaha, desculpa, não consigo evitar quando estou com uma mulher tão linda quanto você.
Virei o olhar e notei que ainda havia cartas.
- Por que não continuamos nosso jogo? A última rodada me deixou com gosto de perdedora e não posso deixar assim, hahaha.
- Mas te aviso que as próximas são mais pesadas, não vai se arrepender.
- Acho que não, dessa vez vou te ganhar.
A primeira rodada eu perdi, então tive que pegar a primeira carta e li:
- Fiquem de pé e se aproximem até ficar peito a peito.
Quis tomar a iniciativa e o controle da situação, me levantando e me aproximando dele lentamente, até seu peito fazer contato com meus peitos, que reagiram mesmo eu tentando me controlar. Meus mamilos ficaram durinhos e ele percebeu. Ficamos nos olhando por alguns segundos, até sentir o pau dele tocando meu corpo, então dei um passo para trás.
- Vamos, só disse peitos... - mas ele continuou avançando, então me joguei para trás rindo, entre nervosa e brincalhona.
- Tá bom, chega, vamos continuar jogando.
Dessa vez deixamos os dados de lado e o Darío pegou a carta e leu:
- É hora da garota aproveitar. Ela deve se sentar e abrir as pernas enquanto ele dá uma boa chupada nos peitos.
Fiquei pálida e quis recusar, mas ele rapidamente me pegou pela cintura e me sentou no sofá. Não resisti mais. Nervosamente, abri minhas pernas só um pouquinho, mas ele não ligou. Ele se ajoelhou e aproximou a boca de um dos meus peitos. Começou a percorrer minha grande auréola com a língua áspera até chegar ao mamilo, dando pequenas mordidas, enquanto com uma das mãos massageava o outro. No começo estava muito nervosa, mas aos poucos... Aos poucos, o tesão foi me dominando. Eu respirava ofegante enquanto sentia ele chupando meu mamilo como um louco e beliscando levemente o outro. Peguei-o pelo cabelo e comecei a acariciá-lo. Sem perceber, fui abrindo minhas pernas aos poucos até ficar com elas totalmente abertas. Ele percebeu e riu: "Hahaha, viu só como não era tão difícil?"
"O quê?", eu disse, reagindo envergonhada, e fechei as pernas rápido. Fiquei toda corada, mas aquela chupada de peitos tinha despertado a mulher que havia dentro de mim, e eu estava ansiosa por mais. "Bom, vamos continuar jogando que isso tá prometendo", eu disse, fingindo muita segurança.
Foi minha vez de tirar a próxima carta, e ela dizia: "Ambos fiquem de pé, ela na frente e o garoto atrás, e se aproximem até ficarem totalmente juntos."
Dário não pôde evitar sorrir. Eu estava um pouco desconcertada e quis recusar, mas não consegui. Algo dentro de mim me impediu, então concordei e fiquei de pé, um pouco nervosa. Ele se levantou e pude ver seu pau totalmente duro balançando enquanto ele andava. Não conseguia parar de olhar, e ele notou, sorrindo com muita confiança. Ele foi se aproximando por trás até que senti seu peito forte e peludo nas minhas costas. Ele me pegou pela cintura e me puxou para ele. Senti seu pau tocando minha bunda, então instintivamente tentei me afastar, mas ele me abraçou e disse: "Calma, que agora eu ajeito."
Com uma mão, ele posicionou o pau apontando para cima e o colou completamente nas minhas costas. Eu podia sentir seus ovos peludos e todo o esplendor do pau dele contra mim. Quis me soltar, mas seus braços fortes me seguravam firme. Além disso, eu já estava com muito tesão, então quase não fiz esforço para me libertar. Me deixei levar e comecei a curtir aquele atrito. Sem perceber, comecei a esfregar minha bunda no pau dele, e ele começou a movê-lo para cima e para baixo lentamente. Ao mesmo tempo, suas mãos pousaram nos meus peitos, que estavam duríssimos, e ele começou a massageá-los. Fazia círculos com os dedos nos meus mamilos e os beliscava. Não pude evitar suspirar e gemer. Ele continuou assim por alguns minutos. Virei a cabeça... Oferecendo meus lábios, ele entendeu e aproximou o rosto, nos fundimos num beijo ardente onde nossas línguas se misturaram. Senti uma de suas mãos descer lentamente e buscar minha bucetinha, esticou a mão e a colocou sobre minha xota. Senti um arrepio percorrer todo meu corpo. Passou dois dedos pela minha boceta molhada, enchendo-os com um líquido viscoso. Olhando para mim, levou-os à boca e lambeu tudinho. Eu suspirava de prazer, mas reagi me afastando dele.
- Bom, bom, já está bom. Vamos continuar com as cartas.
Ele pegou a carta e leu: - Ai, tem que medir o pau do menino.
- Mmm, agora vou saber exatamente o calibre da sua ferramenta, hahaha. - Rimos e me levantei lentamente, dando tempo para ele admirar meu corpo nu.
- Vou pegar uma fita. - Me virei e caminhei lentamente, balançando o quadril e a bunda em direção a um canto da sala onde tinha uma escrivaninha. Comecei a procurar na parte de cima da estante, me esticando e ficando na ponta dos pés para que ele apreciasse minhas pernas torneadas. Eu sabia que não estava ali, mas fiz de propósito. Depois procurei no meio e nada.
- Ai, Dário, acho que não está.
- Não, Dani, ainda falta você procurar embaixo. - Virei o rosto, sorrindo coquete para ele enquanto ele mordia os lábios. Fechei as pernas e me agachei para que ele pudesse ver minha bunda em todo seu esplendor. Fiquei assim por alguns segundos.
- Aqui está. - Disse, levantando-me lentamente. Me virei e vi que ele estava se masturbando.
- O que você está fazendo? - Perguntei, caminhando em sua direção.
- É que os paus devem ser medidos totalmente eretos.
- Aaaaah.
- Por que você não faz isso?
- E se você gozar?
- Hahaha, não pense que com tão pouca coisa vou gozar.
- Tudo bem, vou te ajudar. - No fundo, sabia que queria tocá-la, pois era muito maior que a do meu marido.
- Vamos ver quanto mede essa beleza. - Me ajoelhei diante dele e a peguei com as duas mãos. Fiquei impressionada, pois mal conseguia segurá-la por completo. Virei para olhá-lo e ele tinha uma expressão de orgulho e confiança. Comecei a masturbá-lo com Com as duas mãos, fui subindo o ritmo devagar e aos poucos, ele gemeu baixinho enquanto mordia os lábios. Comecei a massagear seus ovos peludos, sentindo como ele tremia a cada um dos meus movimentos. Fiquei chupando ele por alguns minutos sem tirar o olho daquela rola enorme. Parei e pude ver que já estava saindo um pouco de líquido pré-gozo na ponta do pau dele. Aproximei um dedo e o enchi daquele líquido, levantei o rosto e olhei nos olhos dele com cara de menina levada prestes a comer um doce. Tirei a língua e lambi todo aquele líquido viscoso e delicioso, sob o olhar atento dele.
- Bom, chega por aqui, melhor parar antes que você acabe gozando.
- Hahaha, não, Dani, isso eu guardei pra você.
Coloquei a fita métrica na base do pau dele.
- Uhum, uau... mede 21 cm de comprimento.
Passei a fita em volta da rola dele.
- Uau, 8 cm de grossura! Você é mesmo um garanhão, hahaha! (A do meu marido media 14 cm.)
- Obrigado, Dani, suas palavras me lisonjeiam.
- Bom, vamos continuar, faltam poucas cartas.
Tirei a próxima carta e ela dizia:
- É hora de ambos moverem a língua. Façam um 69.
Dário soltou um sorriso malicioso, se aproximou de mim e me beijou. Não ofereci resistência, agarrei seu pescoço e nos beijamos apaixonadamente, mordendo os lábios um do outro. Ele se afastou, se jogou no tapete e me puxou pela mão para baixo. Me posicionei, deixando aquela rola enorme a centímetros do meu rosto. Ele não perdeu tempo e enterrou o rosto, beijando minha buceta. Deixei escapar alguns gemidos tímidos - ahhh, ahhh. Ele começou a passar sua língua áspera e babona por cada uma das minhas dobras, lambendo sem parar ao redor, e eu me sentia super molhada e delirando de prazer. Ele fazia movimentos circulares com a língua até posicioná-la bem no centro da minha xotinha - ahhhhhhh - geme enquanto ele enfiava a língua dentro da minha ppk. Ele era um expert e estava me fazendo ver estrelas como há muitos anos não acontecia. Eu não fiquei para trás e coloquei minha mão sobre os ovos dele para acariciá-los. Aproximei a cabecinha do seu pau para ensalivá-la com minha língua fazendo movimentos circulares, devagarzinho fui metendo ele na minha boca e comecei a chupar lentamente, cheguei até a metade e não consegui meter mais, comecei a aumentar o ritmo chupando com meus lábios e sugando enquanto gemía em cima do seu pau, ele começou a mover o pau para frente então senti ele tocando no fundo da minha garganta, ele metia até não poder entrar mais, aí às vezes me faltava o ar e eu tirava sentindo ânsia, mas assim que respirava já voltava a chupar, estava hipnotizada por aquele pau lindo e só queria chupar e chupar esquecendo o mundo inteiro, ele me chupava a buceta metendo língua e dedos, eu queria explodir de prazer então comecei a gemer que nem uma puta, não me importava se algum vizinho ouvisse, gemía e gemía bem alto, mas foi o Darío que não aguentou mais e de repente suas pernas começaram a tremer, ele me parou me empurrando pro lado
- hahaha você é uma expert mesmo, Dani
- bom, você também não faz mal não hahaha - a gente se levantou e nos beijamos de novo por alguns segundos, ele me jogou contra o braço do sofá, me puxou um pouco deixando minha bunda na beirada, abriu minhas pernas colocando elas nos seus ombros e pôs o pau em cima da minha buceta
- tá pronta pra isso, putinha? - eu só balancei a cabeça
- eu disse, tá pronta, puta? -
- sim, meu amor - não vou mentir, estava um pouco assustada mas ao mesmo tempo muito ansiosa e com tesão de sentir aquele pauzão, ele cuspiu algumas vezes na minha xota e esfregou o pau na minha buceta ensalivando ela toda, foi se aproximando apontando o pau pra entrada do meu buraco, baixei o olhar para ver melhor, a cabecinha dele tocou meus lábios vaginais e lentamente foi desaparecendo dentro de mim, soltei um gemidinho - aaaaah - minha buceta continuava engolindo aquele tronco enorme, cada centímetro que entrava era muito melhor, o pau dele abria meus lábios vaginais como nunca, ele meteu o pau até a... metade e coloquei minha mão segurando ele, Darío soltou um sorrisinho e começou com uma entrada e saída super deliciosa e lenta, ele aumentava o ritmo a cada segundo e meus gemidos ficavam cada vez mais altos
- Você gosta, putinha, gosta que eu te coma?
- Siiim, amoor, eu amo, eu amo
- Quem é sua dona, putinha?
- Vocêê, meu reii, você é meu donooo
- Diz que você é minha puta, fala
- Eu sou sua putaa, sou sua puta
Darío colocou a mão em um dos meus seios e começou a brincar com ele, apertava e beliscava como um louco, peguei a outra mão dele e coloquei alguns dedos na minha boca para chupar, imaginando que era o pau dele, levei minha outra mão até minha buceta e comecei a esfregar meu clitóris, ele não parava, continuava me comendo como um animal, levantei o rosto e vi Darío mordendo os lábios e abafando os gemidos neles, a cara de prazer e satisfação dele me deixou louca, ele baixou o olhar e me viu com desejo como se tivesse uma expert em foda na frente, uma gostosa, uma puta, uma verdadeira puta, ficamos nos olhando por alguns segundos fixamente enquanto gemíamos de prazer, puxei ele para mim e nos beijamos apaixonadamente como dois adolescentes, ele diminuiu o ritmo mas como uma verdadeira puta eu movia minha bunda na direção dele para continuar aproveitando o pau dele
- Você é uma puta de verdade, Dani
- Siiim, amor, você gosta da minha bucetinha?
- Sim, putinha, é deliciosa, está tão quente e molhada
- Você me deixa assim, minha vida, continua me comendo, continua me comendo
- Toma, puta, toma
- Siiim, meu reii, come essa putaa, continua, continua
Darío me agarrou pelas pernas e me levantou sem tirar o pau delicioso dele, segurei a nuca dele e ele continuou me penetrando, sentia como a cada investida o pau dele entrava ainda mais fundo dentro de mim, esticando meus lábios vaginais
- Aaah siim, continua amor, não para, não para
- Toma todo meu pau, puta, toma
- Siiim, meu reii, me dá ele todo, me dá todo, papai
Ele estava dando investidas tão fortes que estava me deixando delirando como uma puta, minha buceta eu estava sendo destruída por aquele pedaço enorme de carne, ele metia e tirava seu pau como um louco, minha buceta não parava de apertar seu pau grosso, sentia um calorzinho delicioso saindo da minha vagina, eu queria explodir de prazer e comecei a gemer como uma puta, não me importava se algum vizinho ouvia, eu gemia e gemia cada vez mais alto
-aaaaa, continua, amor, continua, nãooo paraaaa
-você é uma puta mesmo, Daniela
-Siii, siii, meu reeei, eu sou sua putaaa
-gosta de como eu te fodo, sua putinha maldita
-siiii, papaiii, eu amo, eu amooor
ele parou e me ajeitou para poder me beijar, caminhou até o sofá e se sentou, abaixando um pouco, agora eu teria o controle e isso me deixou louca, comecei a descer lentamente pelo seu pau venoso até onde não aguentava mais, ele me segurou pela cintura e comecei com uma metida e tirada lenta enquanto minha vagina asfixiava seu pau, ele deslizou as mãos até minha bunda para apertar, aumentei o ritmo a cada metida, movendo meus quadris, ambos delirávamos de prazer e nossos gemidos se misturavam, inundando toda a sala, coloquei meus peitos no rosto dele e ele rapidamente os massageou, não perdeu tempo e começou a brincar com eles, beijando, lambendo, chupando, apertando e mordendo como um desesperado, deixando-os totalmente encharcados de saliva, eu levantava minha buceta até quase tirar seu pau completamente e descia até enterrar mais da metade, gemendo como uma louca, Dário me segurou pela cintura e começou a me comer, empurrando seu pau contra minha buceta com tanta fúria que eu sentia cada investida, fechava os olhos para sentir melhor, estava novamente no paraíso, ele estava me dando com tudo e eu comecei a gemer, ele estava arrebentando minha buceta e eu morria de prazer
-vamos, puta, isso é o que você queria, toma, toma, dá pra ver que faz tempo que você não goza como a puta que é
-Siii, me arrebenta, me come, meu rei, me dá, me dá, ahhhh, ahhhh-
eu gemia e gemia, era indescritível, ele empurrava e empurrava, pelo tamanho do pau dele eu tremia a cada investida, eu I was breathing heavily and just wanted him to push it deep into my soul. We continued for several minutes until I felt Darío moving more frantically, so I could tell he was about to come.
"Come on, my king, give me that milk, come on, fill me up with your milk!"
I lowered my pussy forcefully and felt his cock explode inside me.
"Ahhh, ahhh, slut, take all my cum!"
I felt him cum inside me, his cum crashing against the depths of my pussy. I moved only my hips while my vagina contracted intensely. I leaned in to kiss him as I felt his cock pulsing inside me. We both ended up very breathless, kissing for a few minutes until I pulled his cock out of my pussy. I turned to look at him and noticed his cock still had a bit of semen on it. I brought my mouth closer to clean his cock, running my tongue over all that thick, delicious liquid until his cock was completely clean. Slowly, sanity and guilt began to wash over both of us. Without saying a word, Darío got dressed and left my house. I heard him start his motorcycle and waited until he was gone. I stood up and tidied the living room a bit, feeling that liquid start to drip from my vagina and run down my legs. I went to take a shower, trying to process what had just happened. A wave of guilt and remorse flooded my mind, but remembering what had happened just minutes ago made me hot all over again. I stepped out of the shower, and dawn was almost breaking, so I went to sleep. The next day, Darío didn’t show up at all. In the afternoon, my husband called me, and I almost told him what had happened, but I couldn’t. All night, I thought about what had happened with deep remorse, but as time passed, that remorse began to fade, replaced by a growing excitement. It got to the point where I could feel my vagina getting wet, dampening my pajamas from the arousal. And that’s how my life of infidelity began.
I hope you enjoyed my story, and please don’t judge me. pelo que fiz, ainda tenho algumas aventuras que aconteceram depois, agradeceria se pudessem deixar uma mensagem pra eu saber se vocês têm interesse que eu escreva, sem mais me despeço.
Me chamo Daniela, não quero parecer metida, mas me considero uma garota atraente, e não só porque eu digo, mas também pelos elogios, olhares e comentários dos homens. Tenho 28 anos, pele clara, cabelo longo e preto, olhos castanhos, lábios carnudos. Sou baixinha, tenho só 1,58m de altura, com peitos naturais de bom tamanho. Embora não faça muito exercício, tenho um bom físico, com barriga chapada, quadris largos, pernas longas e uma bunda dura e empinada. Apesar de ser uma mulher chamativa pros homens, sempre fui muito recatada, nunca gostei de mostrar demais, muito menos de insinuar algo fora do lugar, mas sempre tento manter aquele toque sexy que todas as mulheres têm.
Sou casada há 3 anos, meu marido se chama Pedro, é um homem alto, bonito e másculo. Minha relação com ele é muito boa em todos os aspectos, nós dois somos super quentes, então nunca perdíamos uma oportunidade de transar, mas com o passar dos anos e a monotonia do dia a dia, nossa chama foi se apagando.
Tudo aconteceu há alguns anos. Por causa do trabalho do meu marido, tivemos que nos mudar pros EUA. Chegamos num bairro muito tranquilo, mas cheio de americanos meio racistas. Para nossa sorte, conhecemos um cara peruano que nos ajudou a conhecer e nos adaptar mais rápido ao lugar. Ele se chama Darío e nos tornamos muito amigos. Meu marido e ele se deram super bem desde o primeiro momento, os dois gostavam de futebol, então ele começou a vir em casa com frequência para assistir aos jogos. Da minha parte, também me dava muito bem com ele, era um cara muito alegre, educado e divertido, mas ao mesmo tempo muito safado e olhão. Ele nunca perdia a oportunidade de me dar algum elogio ou cantada quando meu... meu marido não estava por perto e em várias ocasiões eu o peguei olhando minhas pernas e minha bunda, eu poderia ter contado ao meu marido sobre isso, mas não queria estragar nossa amizade, então não disse nada, pois pensei que afinal das contas, Darío não seria o primeiro nem o último homem a me olhar.
Com o passar dos meses, Darío e eu também ficamos mais íntimos, tanto que quando estávamos sozinhos ele me olhava com mais descaramento e nunca perdia a oportunidade de me dizer como eu estava gostosa, mas só quando meu marido não estava, porque quando ele estava, Darío era bem diferente. Para ser sincera, eu achava graça na malandragem dele, pois ele nunca me desrespeitava com seus comentários e cantadas; aliás, eu gostava de ouvi-los, então deixei que continuasse até virar um hábito.
Passou quase um ano quando informaram ao meu marido que ele teria que viajar para outra cidade por quase três meses. Ambos estávamos um pouco nervosos, pois mesmo não sendo a primeira vez que ele viajava, era a primeira vez aqui. Antes de partir, ele me disse que havia pedido um favor a Darío (que não mora muito longe da nossa casa) para ficar de olho em mim caso eu tivesse alguma emergência ou precisasse de algo. Eu me opus, já que não queria ser um incômodo para ele, mas meu marido disse que era isso ou ele cancelava a viagem, então não tive outra opção a não ser aceitar. Meu marido partiu e, dois dias depois, Darío apareceu para me oferecer ajuda. Aproveitei mesmo, já que ele estava com a intenção de ajudar; sempre que vinha à minha casa, eu o colocava para fazer algumas tarefas que meu marido havia deixado pendentes. Passaram algumas semanas e não percebi quando ele passou de me visitar a cada três ou quatro dias para estar quase diariamente comigo. E não era só isso: ele também passou a fazer as tarefas que meu marido fazia, como tirar o lixo, me ajudar a cozinhar, arrumar algumas coisas e até me acompanhar nas compras para carregar as sacolas. Não vou mentir: com o tempo, eu me sentia atraída por ele, pois ele era um cara alto, moreno, com um físico muito bom e bonito, já havíamos cruzado aquela linha tênue que separa a amizade de outra coisa, ele flertava comigo e o pior era que eu permitia e até gostava, já tínhamos aqueles olhares bobos e aqueles toques disfarçados, todas as noites meu marido me ligava para saber como eu estava mas nunca tive coragem de contar o que estava acontecendo, queria negar e dizer que era só uma brincadeira boba mas no fundo sabia que era algo mais.
Um dia, Darío tinha passado a tarde toda me ajudando em casa, o calor era insuportável e meu marido tinha deixado algumas cervejas, eu ofereci uma pra ele, mas ele me fez beber também, as horas passaram e nós dois continuamos bebendo, a noite chegou e decidimos parar para jantar, já tínhamos acabado com as cervejas mas isso não nos impediu e ele pegou uma tequila que tinha e continuamos bebendo enquanto conversávamos, nós dois já estávamos bêbados e mais eu, pois não sou muito de beber, estávamos nos divertindo muito conversando, rindo e obviamente flertando, não sei em que momento a conversa ficou mais picante e ele começou a me perguntar sobre minha relação com Pedro, ao mesmo tempo ele me contava sobre os relacionamentos anteriores que tinha tido, depois de um tempo ele me disse:
- Sabe, Dani? Que tal a gente jogar um jogo um pouco mais interessante?
- O que é? - disse curiosa
- Um jogo daqueles meio picantes
- Mmm, picante? - falei estranhando
- Bom, não é que seja picante, mas tem umas coisinhas meio intrometidas hahaha
Ele foi até sua moto e voltou com uma caixa, dentro havia umas cartas vermelhas e azuis e um par de dados
- Bom, Dani, isso é bem simples, é um jogo de dados, quem perder tem que pegar uma carta e fazer o que está escrito nela
- Tá, parece interessante
Fomos para a sala e nos sentamos no tapete, ele serviu mais tequila, colocou as cartas no centro e começamos o jogo, eu comecei bem e ganhei a primeira partida, então ele pegou a primeira carta
- Diga para seu companheiro qual é a parte mais sexy do seu corpo
Ele leu em voz alta e eu fiquei corada ao sentir seu olhar percorrendo meu corpo de cima a baixo, parou nos meus peitos e me disse
– pois é, você tem uns peitos lindos, Dani hahaha
– não são tudo isso hahaha
– sério, eles são super lindos – me disse com um sorriso malicioso. A verdade é que fiquei um pouco nervosa ao ouvir o que ele disse
– bom, bom, vamos continuar jogando
A segunda rodada eu perdi, peguei a carta e li
– com quantos homens você já transou e em que idade?
– não, não posso responder isso
– vamos, Dani, você perdeu, tem que cumprir
– mas isso eu nem contei pro Pedro
– mas agora vai ter que confessar, além do mais, tudo o que dissermos aqui fica entre nós
Fiz uma caretinha, tomei um gole do meu tequila e respondi – ufff, tá bom, no total foram 5 caras que me levaram pra cama, um aos 17, que foi quando perdi minha virgindade, outro aos 19, aos 21, com 2 caras aos 22 e por último um aos 23, poucos meses antes de conhecer o Pedro
– uau, você sabia mesmo como se divertir hahaha
– já, já, vamos continuar jogando – disse envergonhada
A terceira partida eu perdi de novo, peguei a carta e li em voz alta
– qual é sua posição favorita e por quê?
– não, isso eu não vou responder
– vamos, é só um jogo, não seja covarde – me disse num tom debochado. Ouvir isso me irritou demais e mexeu com meu ego, então só fiz um gesto de resignação e respondi
– bom, a verdade é que sempre gostei de ficar por cima, adoro poder ditar o ritmo, além de que posso ver a cara de prazer do cara, posso colocar meus peitos na cara dele pra eles balançarem nele e ele poder chupá-los, podemos nos beijar e se em algum momento eu cansar, posso mexer meus quadris pra continuar aproveitando
Ficamos em silêncio por alguns segundos nos olhando nos olhos, pude ver como ele me olhava com desejo e mordia os lábios, enquanto eu começava a sentir um formigamento no meu corpo
– bem, bem, vamos continuar, vamos continuar jogando – disse baixando o olhar
A quarta ronda por sorte eu perdi ela
- finalmente um pouco de sorte - eu disse sorrindo
Peguei a carta e li - você gosta de filmes pornô e por quê? -
- vamos, responde, responde - eu disse animada
- tudo bem, vou te contar, sim, eu adoro, mas tudo foi por causa da garota com quem perdi minha virgindade, ela tinha 22 anos e eu só 17, ela adorava ver pornô toda vez que fazíamos sexo e muitas vezes fazíamos as posições que apareciam lá, embora eu tenha que agradecer muito a ela porque com ela experimentei e aprendi muitas coisas
Naquele momento, a bebida e as perguntas estavam fazendo efeito em mim, pois me sentia muito mais solta e desinibida, queria continuar até o final, mas para minha infelicidade perdi de novo, então tive que pegar a quinta carta,
- Você gosta de sexo anal? - assim que terminei de ler a carta, fiquei nervosa e corada
— ahhhhh não precisa responder, pelo seu rosto vejo que você adora levar por trás, que inveja do Pedro
Baixando o olhar e envergonhada, eu disse - pois é, eu gosto, mas desde que conheço o Pedro só fizemos duas vezes
- O quê? - ele respondeu surpreso – pois é, que desperdício, você tem uma bunda super divina hahaha
- cala a boca, idiota - eu disse e terminei meu copo de um só gole - vamos, vamos, me serve outro - não precisei insistir, imediatamente meu copo estava cheio.
- bom, a partir daqui são punições, cada vez que alguém perder terá que tirar uma peça de roupa
Eu não me opus, a tequila e o tesão que já estava sentindo faziam com que eu quisesse continuar jogando
- tudo bem, tudo bem, mas agora não podemos voltar atrás - eu disse muito confiante
- ok, ok, vamos continuar jogando -
Começamos a jogar e eu ganhei a primeira rodada
- Vamos, vamos, tira uma peça, tira uma peça - eu disse muito animada e sorrindo
Dário se levantou e aos poucos foi tirando a camisa enquanto fazia movimentos sensuais, pude ver pela primeira vez seu torso super definido e seu peito peludo, com o qual fiquei babando por alguns segundos
- vamos, vamos, continuamos jogando - jogamos os dados e de novo eu muita sorte e eu ganhei de novo
- Eita, Darío, se continuar assim vai acabar peladão rapidinho hahaha -
Ele me olhou sorrindo e disse: - Não cante vitória, Daniela, isso ainda não acabou - e tirou os sapatos, deixando-os de lado
- Hmm - eu disse fazendo uma careta - Tá bom, vamos continuar que dessa vez com certeza vou ganhar de novo -
Jogamos os dados de novo e pela terceira vez seguida eu ganhei - Isso, ganhei de novo hahaha -
- Nossa, você tá numa maré de sorte, Dani - ele disse enquanto tirava as meias
- Não, não, isso não vale -
- Não vale por quê? Também é uma peça de roupa
- Tá bom, tudo bem, mas da próxima vez é calça, ok? -
Na rodada seguinte, infelizmente, eu perdi - Hehehe, acabou a maré de sorte -
- Que nada, só tô te dando um pouco de consolo - me levantei e peguei minha blusa enquanto dançava
- Tira a blusa, tira a blusa! - ele dizia eufórico, mas eu só sorri e acabei tirando as sandálias
- Não, não é justo -
- Como não? Você fez a mesma coisa hahaha -
Jogamos de novo e eu perdi outra vez - Hahaha - risada triunfante - Adeus, blusa! Adeus, blusa! -
Me levantei de novo e, rebolando, comecei a tirar a blusa devagar, primeiro um botão, depois outro, até tirar todos. Peguei a blusa e, com um gesto sexy, joguei de lado
- Bravo, bravo! - ele aplaudiu ao ver meu lindo sutiã rendado cheio dos meus peitos. Além disso, eu estava usando um sutiã de meia-taça, então meus peitos pareciam ainda maiores e dava pra ver meus mamilos através do tecido. Ele ficou de boca aberta por alguns segundos
- Chega, para de bobear que isso é tudo que você vai ver - eu disse rindo
Jogamos mais uma vez e eu ganhei de novo - Agora sim, sem tênis hahaha -
Ele sorriu e se levantou de novo, tirando o jeans aos poucos para minha alegria. Primeiro, abaixou o zíper, desabotoou a calça e foi puxando devagar enquanto eu observava atentamente, até ele ficar só de cueca. Disfarçadamente, direcionei o olhar para a virilha dele e fiquei impressionada, porque dava pra ver o volume marcando um pacote de bom tamanho
- Vamos, vamos, continuemos brincando, espiã, que desta vez eu te venço - disse entre risas, muito confiante de que o deixaria totalmente nu. Peguei os dados, mas para meu azar perdi desta vez.
- Não, não pode ser!
- Não, nada de birra, Dani. Fora sutiã, fora sutiã!
- Você está louco, ainda me resta a calcinha! - me levantei e aos poucos fui deslizando-a para baixo enquanto movia meus quadris sensualmente.
- Yeeea, que pernas lindas, que quadris e que bunda maravilhosa! - estava um pouco envergonhada, pois minha calcinha fazia conjunto com meu sutiã, então ambas eram de renda e deixavam ver minha linha de pelinhos que adornavam minha buceta.
- Já, já, vamos continuar brincando, que até aqui chega sua sorte. Olha como te venço! - voltamos a lançar os dados e para meu desgaste perdi de novo. A pouca coerência que ainda me restava chegou à minha mente.
- Não, não, isso é demais, até aqui cheguei!
Ele me olhou sério e disse: - Não seja trapaceira, isso não vale!
- Mas isso é demais!
- Mas você não pode ir embora assim. Se quiser, cumpra seu castigo e até aí paramos.
- Mmm - suspirei resignada. - Está bem.
Me pus de pé e dirigi minhas mãos para minhas costas, procurando os fechos do meu sutiã. Desatei-os e imediatamente ele caiu no chão, então meus lindos peitos ficaram ao ar.
- Wooow, que lindos, que divinos, são tão belos! - passaram alguns segundos quando cobri minhas tetas com meu braço.
- Viu só, não pôde comigo, no final empatamos e você dizia que ia me vencer, mas teve medo e se acovardou, hahaha!
Olhei para ele fazendo um gesto de raiva. Dentro de mim sentia impotência e fúria, pois suas palavras haviam tocado meu ego. Então quis me arriscar e me vingar para que ele engolisse suas palavras.
- Vamos, continuemos brincando, você vai ver como te venço e você fica totalmente nu!
Sentei-me ansiosa e nervosa e continuamos. Ambos pegamos os dados e os lançamos, mas para meu desgaste perdi.
- Nããão! - fiquei totalmente gelada. - Agora você vai me pedir que fique nua na sua frente, né?
- Que nada, cumpra seu castigo. Como uma boa perdedora
Suspirei resignada, peguei o copo de tequila e o esvaziei de um só gole. Levantei-me e comecei a abaixar minha calcinha, deixando ele ver completamente minha bocetinha. Ele ficou boquiaberto olhando minha xoxota.
— Que linda você é, Dani. De verdade, você é um bombom, bombom.
Não sei por que não fui embora naquele momento. Sentei-me tapando meus peitos e minha buceta. Talvez ver a cara de luxúria do Dário me agradou demais, ou o álcool tinha me dominado. O fato é que fiquei sentada ali. Ele rapidamente me serviu mais tequila, começou a me elogiar dizendo o quanto eu era linda e habilmente me seduziu com suas palavras. Os minutos passaram e eu me sentia cada vez mais segura e confortável, tanto que, sem perceber, parei de tampar meus peitos e minha vagina. Até que o peguei olhando minha xoxota — então reagi e rapidamente me cobri.
— Ei, ei, o que tá olhando, olhão?
— A beleza dos seus atributos. Você é super gata e, assim pelada, é divina.
Seus elogios e seu olhar penetrante me encantavam e excitavam demais, tanto que eu queria continuar ouvindo mais.
— Assim? — disse, e tirei as mãos da minha buceta. Pouco a pouco fui abrindo as pernas, mas não muito, enquanto olhava nos olhos dele. Depois fechei rapidamente. — E que tal?
— Ufff, como disse: divina, linda, super gata.
— Mas tem uma coisa que não gosto. Você tá há um bom tempo me olhando e ainda tá de cueca. Isso não é justo, devemos estar iguais.
Ele me olhou sorrindo. — Tudo bem, já que você foi uma boa perdedora, vou te agradar.
Levantou-se e tirou a cueca, deixando-me ver seu pau semi ereto. Fiquei hipnotizada olhando para o pau dele, embora tentasse disfarçar para que ele não percebesse. Mas, enquanto continuávamos conversando, eu olhava de relance e suspirava. Pensava: se assim mole já era de um tamanho considerável, como seria duro? Continuamos falando. Ele me perguntava sobre meu relacionamento com meu marido, sobre nossas coisas, e pouco a pouco conduzia a conversa para o sexual. Acabamos conversando sobre várias coisas íntimas minhas. Ele me fez... me sentindo totalmente confiante e no controle da situação, e não me importava que ele estivesse me lançando olhares descarados, então comecei a fazer o mesmo. Percebi como o pau dele foi crescendo e aos poucos ficando ereto. Naquele momento, já tinha perdido a pouca sanidade que me restava e o tesão tinha tomado meu corpo completamente.
- Ufff, como você é gostosa...
- Hahaha, desculpa, não consigo evitar quando estou com uma mulher tão linda quanto você.
Virei o olhar e notei que ainda havia cartas.
- Por que não continuamos nosso jogo? A última rodada me deixou com gosto de perdedora e não posso deixar assim, hahaha.
- Mas te aviso que as próximas são mais pesadas, não vai se arrepender.
- Acho que não, dessa vez vou te ganhar.
A primeira rodada eu perdi, então tive que pegar a primeira carta e li:
- Fiquem de pé e se aproximem até ficar peito a peito.
Quis tomar a iniciativa e o controle da situação, me levantando e me aproximando dele lentamente, até seu peito fazer contato com meus peitos, que reagiram mesmo eu tentando me controlar. Meus mamilos ficaram durinhos e ele percebeu. Ficamos nos olhando por alguns segundos, até sentir o pau dele tocando meu corpo, então dei um passo para trás.
- Vamos, só disse peitos... - mas ele continuou avançando, então me joguei para trás rindo, entre nervosa e brincalhona.
- Tá bom, chega, vamos continuar jogando.
Dessa vez deixamos os dados de lado e o Darío pegou a carta e leu:
- É hora da garota aproveitar. Ela deve se sentar e abrir as pernas enquanto ele dá uma boa chupada nos peitos.
Fiquei pálida e quis recusar, mas ele rapidamente me pegou pela cintura e me sentou no sofá. Não resisti mais. Nervosamente, abri minhas pernas só um pouquinho, mas ele não ligou. Ele se ajoelhou e aproximou a boca de um dos meus peitos. Começou a percorrer minha grande auréola com a língua áspera até chegar ao mamilo, dando pequenas mordidas, enquanto com uma das mãos massageava o outro. No começo estava muito nervosa, mas aos poucos... Aos poucos, o tesão foi me dominando. Eu respirava ofegante enquanto sentia ele chupando meu mamilo como um louco e beliscando levemente o outro. Peguei-o pelo cabelo e comecei a acariciá-lo. Sem perceber, fui abrindo minhas pernas aos poucos até ficar com elas totalmente abertas. Ele percebeu e riu: "Hahaha, viu só como não era tão difícil?"
"O quê?", eu disse, reagindo envergonhada, e fechei as pernas rápido. Fiquei toda corada, mas aquela chupada de peitos tinha despertado a mulher que havia dentro de mim, e eu estava ansiosa por mais. "Bom, vamos continuar jogando que isso tá prometendo", eu disse, fingindo muita segurança.
Foi minha vez de tirar a próxima carta, e ela dizia: "Ambos fiquem de pé, ela na frente e o garoto atrás, e se aproximem até ficarem totalmente juntos."
Dário não pôde evitar sorrir. Eu estava um pouco desconcertada e quis recusar, mas não consegui. Algo dentro de mim me impediu, então concordei e fiquei de pé, um pouco nervosa. Ele se levantou e pude ver seu pau totalmente duro balançando enquanto ele andava. Não conseguia parar de olhar, e ele notou, sorrindo com muita confiança. Ele foi se aproximando por trás até que senti seu peito forte e peludo nas minhas costas. Ele me pegou pela cintura e me puxou para ele. Senti seu pau tocando minha bunda, então instintivamente tentei me afastar, mas ele me abraçou e disse: "Calma, que agora eu ajeito."
Com uma mão, ele posicionou o pau apontando para cima e o colou completamente nas minhas costas. Eu podia sentir seus ovos peludos e todo o esplendor do pau dele contra mim. Quis me soltar, mas seus braços fortes me seguravam firme. Além disso, eu já estava com muito tesão, então quase não fiz esforço para me libertar. Me deixei levar e comecei a curtir aquele atrito. Sem perceber, comecei a esfregar minha bunda no pau dele, e ele começou a movê-lo para cima e para baixo lentamente. Ao mesmo tempo, suas mãos pousaram nos meus peitos, que estavam duríssimos, e ele começou a massageá-los. Fazia círculos com os dedos nos meus mamilos e os beliscava. Não pude evitar suspirar e gemer. Ele continuou assim por alguns minutos. Virei a cabeça... Oferecendo meus lábios, ele entendeu e aproximou o rosto, nos fundimos num beijo ardente onde nossas línguas se misturaram. Senti uma de suas mãos descer lentamente e buscar minha bucetinha, esticou a mão e a colocou sobre minha xota. Senti um arrepio percorrer todo meu corpo. Passou dois dedos pela minha boceta molhada, enchendo-os com um líquido viscoso. Olhando para mim, levou-os à boca e lambeu tudinho. Eu suspirava de prazer, mas reagi me afastando dele.
- Bom, bom, já está bom. Vamos continuar com as cartas.
Ele pegou a carta e leu: - Ai, tem que medir o pau do menino.
- Mmm, agora vou saber exatamente o calibre da sua ferramenta, hahaha. - Rimos e me levantei lentamente, dando tempo para ele admirar meu corpo nu.
- Vou pegar uma fita. - Me virei e caminhei lentamente, balançando o quadril e a bunda em direção a um canto da sala onde tinha uma escrivaninha. Comecei a procurar na parte de cima da estante, me esticando e ficando na ponta dos pés para que ele apreciasse minhas pernas torneadas. Eu sabia que não estava ali, mas fiz de propósito. Depois procurei no meio e nada.
- Ai, Dário, acho que não está.
- Não, Dani, ainda falta você procurar embaixo. - Virei o rosto, sorrindo coquete para ele enquanto ele mordia os lábios. Fechei as pernas e me agachei para que ele pudesse ver minha bunda em todo seu esplendor. Fiquei assim por alguns segundos.
- Aqui está. - Disse, levantando-me lentamente. Me virei e vi que ele estava se masturbando.
- O que você está fazendo? - Perguntei, caminhando em sua direção.
- É que os paus devem ser medidos totalmente eretos.
- Aaaaah.
- Por que você não faz isso?
- E se você gozar?
- Hahaha, não pense que com tão pouca coisa vou gozar.
- Tudo bem, vou te ajudar. - No fundo, sabia que queria tocá-la, pois era muito maior que a do meu marido.
- Vamos ver quanto mede essa beleza. - Me ajoelhei diante dele e a peguei com as duas mãos. Fiquei impressionada, pois mal conseguia segurá-la por completo. Virei para olhá-lo e ele tinha uma expressão de orgulho e confiança. Comecei a masturbá-lo com Com as duas mãos, fui subindo o ritmo devagar e aos poucos, ele gemeu baixinho enquanto mordia os lábios. Comecei a massagear seus ovos peludos, sentindo como ele tremia a cada um dos meus movimentos. Fiquei chupando ele por alguns minutos sem tirar o olho daquela rola enorme. Parei e pude ver que já estava saindo um pouco de líquido pré-gozo na ponta do pau dele. Aproximei um dedo e o enchi daquele líquido, levantei o rosto e olhei nos olhos dele com cara de menina levada prestes a comer um doce. Tirei a língua e lambi todo aquele líquido viscoso e delicioso, sob o olhar atento dele.
- Bom, chega por aqui, melhor parar antes que você acabe gozando.
- Hahaha, não, Dani, isso eu guardei pra você.
Coloquei a fita métrica na base do pau dele.
- Uhum, uau... mede 21 cm de comprimento.
Passei a fita em volta da rola dele.
- Uau, 8 cm de grossura! Você é mesmo um garanhão, hahaha! (A do meu marido media 14 cm.)
- Obrigado, Dani, suas palavras me lisonjeiam.
- Bom, vamos continuar, faltam poucas cartas.
Tirei a próxima carta e ela dizia:
- É hora de ambos moverem a língua. Façam um 69.
Dário soltou um sorriso malicioso, se aproximou de mim e me beijou. Não ofereci resistência, agarrei seu pescoço e nos beijamos apaixonadamente, mordendo os lábios um do outro. Ele se afastou, se jogou no tapete e me puxou pela mão para baixo. Me posicionei, deixando aquela rola enorme a centímetros do meu rosto. Ele não perdeu tempo e enterrou o rosto, beijando minha buceta. Deixei escapar alguns gemidos tímidos - ahhh, ahhh. Ele começou a passar sua língua áspera e babona por cada uma das minhas dobras, lambendo sem parar ao redor, e eu me sentia super molhada e delirando de prazer. Ele fazia movimentos circulares com a língua até posicioná-la bem no centro da minha xotinha - ahhhhhhh - geme enquanto ele enfiava a língua dentro da minha ppk. Ele era um expert e estava me fazendo ver estrelas como há muitos anos não acontecia. Eu não fiquei para trás e coloquei minha mão sobre os ovos dele para acariciá-los. Aproximei a cabecinha do seu pau para ensalivá-la com minha língua fazendo movimentos circulares, devagarzinho fui metendo ele na minha boca e comecei a chupar lentamente, cheguei até a metade e não consegui meter mais, comecei a aumentar o ritmo chupando com meus lábios e sugando enquanto gemía em cima do seu pau, ele começou a mover o pau para frente então senti ele tocando no fundo da minha garganta, ele metia até não poder entrar mais, aí às vezes me faltava o ar e eu tirava sentindo ânsia, mas assim que respirava já voltava a chupar, estava hipnotizada por aquele pau lindo e só queria chupar e chupar esquecendo o mundo inteiro, ele me chupava a buceta metendo língua e dedos, eu queria explodir de prazer então comecei a gemer que nem uma puta, não me importava se algum vizinho ouvisse, gemía e gemía bem alto, mas foi o Darío que não aguentou mais e de repente suas pernas começaram a tremer, ele me parou me empurrando pro lado
- hahaha você é uma expert mesmo, Dani
- bom, você também não faz mal não hahaha - a gente se levantou e nos beijamos de novo por alguns segundos, ele me jogou contra o braço do sofá, me puxou um pouco deixando minha bunda na beirada, abriu minhas pernas colocando elas nos seus ombros e pôs o pau em cima da minha buceta
- tá pronta pra isso, putinha? - eu só balancei a cabeça
- eu disse, tá pronta, puta? -
- sim, meu amor - não vou mentir, estava um pouco assustada mas ao mesmo tempo muito ansiosa e com tesão de sentir aquele pauzão, ele cuspiu algumas vezes na minha xota e esfregou o pau na minha buceta ensalivando ela toda, foi se aproximando apontando o pau pra entrada do meu buraco, baixei o olhar para ver melhor, a cabecinha dele tocou meus lábios vaginais e lentamente foi desaparecendo dentro de mim, soltei um gemidinho - aaaaah - minha buceta continuava engolindo aquele tronco enorme, cada centímetro que entrava era muito melhor, o pau dele abria meus lábios vaginais como nunca, ele meteu o pau até a... metade e coloquei minha mão segurando ele, Darío soltou um sorrisinho e começou com uma entrada e saída super deliciosa e lenta, ele aumentava o ritmo a cada segundo e meus gemidos ficavam cada vez mais altos
- Você gosta, putinha, gosta que eu te coma?
- Siiim, amoor, eu amo, eu amo
- Quem é sua dona, putinha?
- Vocêê, meu reii, você é meu donooo
- Diz que você é minha puta, fala
- Eu sou sua putaa, sou sua puta
Darío colocou a mão em um dos meus seios e começou a brincar com ele, apertava e beliscava como um louco, peguei a outra mão dele e coloquei alguns dedos na minha boca para chupar, imaginando que era o pau dele, levei minha outra mão até minha buceta e comecei a esfregar meu clitóris, ele não parava, continuava me comendo como um animal, levantei o rosto e vi Darío mordendo os lábios e abafando os gemidos neles, a cara de prazer e satisfação dele me deixou louca, ele baixou o olhar e me viu com desejo como se tivesse uma expert em foda na frente, uma gostosa, uma puta, uma verdadeira puta, ficamos nos olhando por alguns segundos fixamente enquanto gemíamos de prazer, puxei ele para mim e nos beijamos apaixonadamente como dois adolescentes, ele diminuiu o ritmo mas como uma verdadeira puta eu movia minha bunda na direção dele para continuar aproveitando o pau dele
- Você é uma puta de verdade, Dani
- Siiim, amor, você gosta da minha bucetinha?
- Sim, putinha, é deliciosa, está tão quente e molhada
- Você me deixa assim, minha vida, continua me comendo, continua me comendo
- Toma, puta, toma
- Siiim, meu reii, come essa putaa, continua, continua
Darío me agarrou pelas pernas e me levantou sem tirar o pau delicioso dele, segurei a nuca dele e ele continuou me penetrando, sentia como a cada investida o pau dele entrava ainda mais fundo dentro de mim, esticando meus lábios vaginais
- Aaah siim, continua amor, não para, não para
- Toma todo meu pau, puta, toma
- Siiim, meu reii, me dá ele todo, me dá todo, papai
Ele estava dando investidas tão fortes que estava me deixando delirando como uma puta, minha buceta eu estava sendo destruída por aquele pedaço enorme de carne, ele metia e tirava seu pau como um louco, minha buceta não parava de apertar seu pau grosso, sentia um calorzinho delicioso saindo da minha vagina, eu queria explodir de prazer e comecei a gemer como uma puta, não me importava se algum vizinho ouvia, eu gemia e gemia cada vez mais alto
-aaaaa, continua, amor, continua, nãooo paraaaa
-você é uma puta mesmo, Daniela
-Siii, siii, meu reeei, eu sou sua putaaa
-gosta de como eu te fodo, sua putinha maldita
-siiii, papaiii, eu amo, eu amooor
ele parou e me ajeitou para poder me beijar, caminhou até o sofá e se sentou, abaixando um pouco, agora eu teria o controle e isso me deixou louca, comecei a descer lentamente pelo seu pau venoso até onde não aguentava mais, ele me segurou pela cintura e comecei com uma metida e tirada lenta enquanto minha vagina asfixiava seu pau, ele deslizou as mãos até minha bunda para apertar, aumentei o ritmo a cada metida, movendo meus quadris, ambos delirávamos de prazer e nossos gemidos se misturavam, inundando toda a sala, coloquei meus peitos no rosto dele e ele rapidamente os massageou, não perdeu tempo e começou a brincar com eles, beijando, lambendo, chupando, apertando e mordendo como um desesperado, deixando-os totalmente encharcados de saliva, eu levantava minha buceta até quase tirar seu pau completamente e descia até enterrar mais da metade, gemendo como uma louca, Dário me segurou pela cintura e começou a me comer, empurrando seu pau contra minha buceta com tanta fúria que eu sentia cada investida, fechava os olhos para sentir melhor, estava novamente no paraíso, ele estava me dando com tudo e eu comecei a gemer, ele estava arrebentando minha buceta e eu morria de prazer
-vamos, puta, isso é o que você queria, toma, toma, dá pra ver que faz tempo que você não goza como a puta que é
-Siii, me arrebenta, me come, meu rei, me dá, me dá, ahhhh, ahhhh-
eu gemia e gemia, era indescritível, ele empurrava e empurrava, pelo tamanho do pau dele eu tremia a cada investida, eu I was breathing heavily and just wanted him to push it deep into my soul. We continued for several minutes until I felt Darío moving more frantically, so I could tell he was about to come.
"Come on, my king, give me that milk, come on, fill me up with your milk!"
I lowered my pussy forcefully and felt his cock explode inside me.
"Ahhh, ahhh, slut, take all my cum!"
I felt him cum inside me, his cum crashing against the depths of my pussy. I moved only my hips while my vagina contracted intensely. I leaned in to kiss him as I felt his cock pulsing inside me. We both ended up very breathless, kissing for a few minutes until I pulled his cock out of my pussy. I turned to look at him and noticed his cock still had a bit of semen on it. I brought my mouth closer to clean his cock, running my tongue over all that thick, delicious liquid until his cock was completely clean. Slowly, sanity and guilt began to wash over both of us. Without saying a word, Darío got dressed and left my house. I heard him start his motorcycle and waited until he was gone. I stood up and tidied the living room a bit, feeling that liquid start to drip from my vagina and run down my legs. I went to take a shower, trying to process what had just happened. A wave of guilt and remorse flooded my mind, but remembering what had happened just minutes ago made me hot all over again. I stepped out of the shower, and dawn was almost breaking, so I went to sleep. The next day, Darío didn’t show up at all. In the afternoon, my husband called me, and I almost told him what had happened, but I couldn’t. All night, I thought about what had happened with deep remorse, but as time passed, that remorse began to fade, replaced by a growing excitement. It got to the point where I could feel my vagina getting wet, dampening my pajamas from the arousal. And that’s how my life of infidelity began.
I hope you enjoyed my story, and please don’t judge me. pelo que fiz, ainda tenho algumas aventuras que aconteceram depois, agradeceria se pudessem deixar uma mensagem pra eu saber se vocês têm interesse que eu escreva, sem mais me despeço.
13 comentários - Mi primera infidelidad