AVISO LEGAL E DE CONTEÚDO:
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Gimena, antes conhecida como Lautaro. Vem de uma família muito rica, o que lhe permitiu ter acesso à famosa pílula Gender Bender. É um tratamento experimental que me permitiu me transformar em uma mulher. Seu novo corpo é de uma mulher muito gostosa, o tipo de mulher que todo mundo quer comer assim que vê. Seu rosto é bem feminino, seus lábios são carnudos e de um vermelho paixão, seu olhar é uma combinação perfeita entre ternura e safadeza hahaha. Seu corpo é macio, delicado e firme. Suas curvas são largas, combinando com sua cintura fina. Seus peitos e bunda são médios, perfeitos, macios e firmes. Obviamente, ela malha e se cuida para continuar e se manter gostosa.
Depois da transformação, graças à sua família e ao seu status, começou a trabalhar como modelo. Hoje é a mulher mais desejada do país.
Três meses depois de transformá-la na minha putinha pessoal, Gimena, a modelo e futura esposa de outro cara, tava me chamando pra despedida de solteira dela. Era a prova de que, não importa quanto dinheiro ele tivesse ou pra quem ela prometesse amor, ela era minha.
O lugar era um luxo do caralho, com uma festa privada já rolando perto da piscina. As amigas da Gimena, tudo modelo e capa de revista, se moviam com a maior tranquilidade de quem nunca precisou trabalhar por nada. Eu era o infiltrado.
Ela chegou perto da pista, e eu segui na dela de boa. Assim que nossos olhos se cruzaram, o sorriso dela congelou e virou aquele olhar de puta que só eu conhecia.
Cheguei por trás. Ela tava dançando com uma taça na mão, um rebolado sensual que eu já conhecia bem. Agarrei ela pela cintura por cima do pano, colando ela em mim. Ela se virou sem parar de dançar.
— Achei que você não vinha. — Sussurrou no meu ouvido, com aquele bafo de champanhe quente.
— Sempre cumpro minhas promessas. Mas agora, você vai rebolar pra mim. — Falei enquanto agarrava ela e levava pro camarote VIP. Girei ela, e ela sentou no meu colo, rebolando sem parar, como se a cintura da futura esposa do Marcos fosse programada só pro meu pau. Ela tava vestida, em público, e dançava com a raiva do noivado dela. A humilhação era uma delícia.
— Você vai entrar naquele banheiro. Achei isso no armário dos funcionários. Vai vestir esse vestido e voltar aqui, pronta pro seu verdadeiro show. Falei, entregando uma sacolinha com um vestido justíssimo que eu tinha trazido pra ela.
— O que é isso? Ela perguntou, ofegante pelo esforço e pela excitação contida.
— O uniforme da minha putinha. Falei.
Ela foi, com um sorriso cúmplice no rosto.
Minutos depois, Gimena voltou. O vestido justo era uma loucura. Foi feito pra ser tocado. Era tão apertado que mal deixava ela andar, e destacava cada centímetro da bunda e dos peitos dela.
Me aproximei do balcão principal, onde ela e a maioria das amigas e outros convidados estavam pedindo bebidas. Ela se apoiou no mármore, de pernas cruzadas.
— Gostou, Amo? Ela perguntou, com aquela palavra doce que eu tanto amava.
— Perfeito. Agora vou te fazer minha de novo. Mas antes, um gostinho. Falei.
Sem me importar com as pessoas, parei bem na frente dela. Envolvi ela com meus braços por trás, puxando ela pra perto da confusão do balcão, onde ninguém prestaria atenção de verdade. Minhas mãos deslizaram por baixo do vestido. Levantei o tecido pelas costas, expondo a bunda redonda e firme dela.
— Isso é pelo seu compromisso, putinha. Falei com arrogância, sabendo o quanto ela era puta e só minha.
Beijei ela com uma paixão voraz, enquanto meus dedos se moviam na bunda dela, masturbando ela, com a bunda exposta no balcão. Ela se agarrou no balcão, as costas arqueadas. A excitação de que qualquer um pudesse ver ela era palpável. Ela gozou nos meus dedos, soltando um gemido abafado na minha boca. Senti os sucos vaginais quentes dela molhando meus dedos.
— Porra, Ale! Ela disse entre gemidos.
— Não para! Deixa todo mundo ver que sou sua! Ela falava com a voz trêmula.
Tirei meus dedos, a bunda dela ficou brilhando, toda molhada, bem antes do vestido cair de novo. Me afastei, deixando ela tremendo e excitada no meio do bar.
— Agora vai. Vai sentar com suas amigas e curte como seu corpo te trai.
Gimena, com o rosto vermelho e o corpo ainda tremendo, foi sentar com Candela, uma das suas damas de honra, num par de banquetas ao lado de uma mesinha. Começaram a conversar, provavelmente sobre o casamento, sobre o Andrés, sobre qualquer merda chata que gente normal fala.
Sentei numa banqueta perto, fingindo olhar pro celular, observando ela como um predador à espreita.
Caminhei até ela. Parei bem atrás de Gimena, que tava sentada na banqueta, de costas pra mim.
Não falei nada. A amiga dela, Candela, tava falando, gesticulando, totalmente distraída. Num movimento rápido, levantei o vestido dela por completo, expondo a bunda redonda, firme e quente dela, bem na frente da Candela.
Candela e Gimena ficaram de boca aberta no meio da conversa. Candela, de susto. Gimena, de prazer antecipado.
Tirei minha pica, que já tava dura e reta. Agarrei os quadris dela e enfiei ela contra mim, cravando minha pica no cu dela numa estocada profunda e brutal.
— Isso, Senhor! Arrebenta meu cu! Que se foda o Marcos! Sou sua puta!
Ela gemeu, devolvendo o golpe do meu quadril com o dela, a voz doce agora virada num grito de luxúria.
— Olha isso, Candela! Olha como a futura senhora do Marcos se comporta! Tá faminta pela minha pica! — Gritei, pegando Gimena pela cintura e metendo mais forte.
Comi ela, forte, brutal, em público, enquanto Candela tapava a boca com as mãos, sem conseguir desviar o olhar do espetáculo. Naquele momento, Gimena não era a futura esposa de ninguém. Era minha puta pessoal, e eu tava mostrando isso pra todo mundo.
Tirei meu pau do cu dela, molhado e quente. Gimena ficou tremendo, na frente de Candela. A amiga, completamente em choque, finalmente reagiu.
— Gimena, pelo amor de Deus! O que você tá fazendo? É sua despedida! — gritou Candela, mas a voz dela soava mais excitada do que assustada.
Gimena olhou pra Candela, com o rosto suado. O vestido dela estava levantado, e a bunda dela brilhava com meu sêmen pré-ejaculatório e vermelha do impacto da minha bacia contra o cu dela.
— Cala a boca, Candela! É minha despedida! E vou fazer o que meu dono quiser! — disse pra Candela.
Gimena se levantou, me agarrou pela mão com força, os olhos dela brilhavam como os de uma viciada.
— Todas pro loft! É a suíte principal! A festa de verdade começa agora! — ordenou Gimena pra todas as amigas dela com uma voz dominante que eu tinha ensinado.
— Você vem com a gente, Dono. Não pode ficar aqui depois disso. — disse pra mim enquanto me segurava pelas mãos e me guiava com ela.
Fomos com o grupo de mulheres pra suíte VIP. Mal fechamos a porta do loft, que tava ambientado com luzes baixas e música sensual, Gimena correu pra mim como uma desesperada.
Entrei na buceta dela, que tava quente, molhada e apertadíssima. O baque seco da minha bacia contra a dela ecoou no quarto.
— Isso é seu, Gimena! — falei, enquanto metia nela de pé, forte, brutal.
As amigas dela, em vez de se horrorizarem, ficaram em silêncio, observando o show particular da futura noiva. Uma delas soltou um gemido. Gimena, se sentindo observada, intensificou a performance.
— Isso, macho! Me dá mais! Sou sua garota gostosa desvairada! Arrebenta essa puta! — me agarrou o rosto e me beijou, uma puta absoluta.
Eu a coloquei no centro de um sofá de veludo. Ela se acomodou em cima de mim, mas não pra um passeio tranquilo.
— Olha, putas! Olha o que o meu Amo me dá! — gritou, cravando meu pau até o fundo da buceta dela.
Ela se agarrou no próprio cabelo com uma mão, puxando com força, enquanto cavalgava. Os quadris dela, largos e perfeitos, se moviam com a violência e a raiva que ela guardou por meses. Eu coloquei minhas mãos firmes na cintura dela, guiando o frenesi. As outras mulheres não tiravam os olhos. Os corpos nus delas pulavam no ritmo da cavalgada, e os gemidos se misturavam com a música.
— Sou sua gostosa, Amo! Sua gostosa de luxo! — gritava. As amigas dela nos olhavam, e isso a deixava ainda mais selvagem.
Gimena era a estrela do show, e eu era o diretor. A humilhação era completa. Ela não era só minha puta, mas agora era a exibição do meu poder.
Tava em cima de mim, naquele sofá de veludo, cavalgando igual uma gostosa que acabou de sair do curral. O ritmo dela, a raiva e a dor eram só meus. As amigas olhavam fixo, de boca aberta.
— Me olha, puta! Olha como eu te tenho! — ordenei, parando minhas mãos na cintura dela.
Ela girou em cima do meu pau num movimento só, virando de frente pra mim.
Agora os peitos dela, mesmo sendo médios, eram um espetáculo de carne firme e suor. Os olhos dela, cheios de luxúria doida. Ela mesma assumiu o controle do ritmo, descendo e subindo, apertando com a força da buceta dela que me recebia como um velho amigo.
Eu a tirei de cima de mim. Minha pica tava dura igual pedra, encharcada do suco quente dela. Gimena não hesitou. Ela se ajoelhou entre minhas pernas e se preparou pra chupar minha pica.
Ela levou minha pica na boca com uma voracidade que me fez grunhir. A sucção era brutal, a habilidade da língua dela, desumana.
Candela se aproximou, fascinada.
— Olha, meninas! A futura esposa mostrando os talentos dela! — Gritou Candela.
Candela chegou mais perto e, em vez de ajudar Gimena a se levantar, agarrou ela pelo cabelo.
— Vai, Gimena! Faz direito! Pelo teu dono! — Candela, com um sorriso perverso, guiou a cabeça de Gimena, forçando ela a engolir mais fundo.
Tirei meu pau da boca dela. Tava escorrendo saliva e era o centro das atenções da sala.
— Levanta! O show não acabou! — Ordenei pra Gimena.
Peguei ela pela cintura, levantei e joguei ela em cima de uma mesa no meio do loft. Entrei de uma estocada, violenta e profunda.
— Isso, Amo! Arrebenta essa sua puta! — Gimena gritava, se agarrando na mesa, os peitos dela balançando a cada metida, enquanto gemia e se deixava levar pelo prazer.
Enquanto eu comia ela brutalmente, a garota mais nova do grupo, Luna, chegou do meu lado, excitada com o espetáculo.
— Alejandro, Amo. — Sussurrou Luna no meu ouvido, com uma voz trêmula de desejo.
— Posso ser sua próxima puta? — Ela perguntou quase implorando pra eu comer ela naquela hora. Mas essa noite ia ser meu presente pra Gimena.
Tirei ela da mesa. O vestido que eu tinha dado pra ela estava encharcado de suor e fluidos.
— Chega de roupa, putinha. Agora quero o corpo que é só meu. — falei.
Peguei o tecido pelas costas e rasguei o vestido com um puxão brutal. O vestido de festa caiu aos pés dela, deixando Gimena completamente nua na frente de todas as amigas. O corpo dela, perfeito e macio, estava tremendo.
Coloquei ela de quatro na mesa de novo, nua, com a pele brilhando de suor. Fiquei atrás. Peguei minha piroca. E com uma mão, segurei o pescoço dela com firmeza, aplicando pressão suficiente pra lembrar que eu tinha o controle total.
Depois de algumas estocadas e de ouvir ela gemer como a puta que é, sentei no meio do tapete. Ela se levantou, o rosto manchado de saliva, e montou em mim. Ajeitei ela pra ficar de costas pra mim.
— Agora, você vai cavalar ao contrário. Olha pras suas amigas e diz pra quem você pertence. — ordenei.
Ela se acomodou em cima de mim e se deixou cair no meu pau com um baque molhado e selvagem.
Começou a cavalgar com uma fúria vingativa, a bunda firme quicando na minha pélvis.
Segurei as pernas dela e abri tudo, expondo a buceta dela e meus movimentos pra todo o grupo.
— Olha como eu como ela! — gritei, dando estocadas violentas.
Enquanto metia nela naquela posição exposta.
Tava quase gozando, sentindo a pressão explodir. Tirei ela da mesa e joguei de costas no chão. Uma das amigas dela, a Candela, chegou perto, apontando pra cara da Gimena.
— Aqui, Alejandro! Faz na cara dela! Pra ela saber quem manda! — falou, com um brilho selvagem nos olhos.
Não precisei de mais permissão. Montei em cima da Gimena, meus joelhos dos lados da cabeça dela.
Eu já tava no limite. A combinação da traição, da plateia e da sucção brutal da Gimena tinha me levado ao meu ponto de ruptura. Tirei minha pica da buceta dela, molhada e escorrendo. Ela caiu sobre a mesa, tremendo.
— Se prepara, putinha! — ordenei, apontando minha pica na direção do rosto dela.
Gimena ajoelhada no chão acarpetado. As outras mulheres formaram um círculo, na expectativa.
— Esse é o seu presente de despedida, Gimena! Engole tudo! — falei enquanto soltava um jato forte no rosto dela.
Gozei com toda a minha força na cara dela, nos lábios carnudos, no peito nu. Ela ficou parada, coberta de porra, com um sorriso de pura satisfação. As amigas gritaram e aplaudiram o fim do show.
As amigas soltaram um grito de tesão e começaram a bater palmas. Gimena, com a cara lambuzada e o corpo tremendo, olhou pra mim e sorriu. A humilhação foi completa. A futura esposa de algum otário era minha putinha pessoal, e o mundo inteiro sabia disso.
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A despedida de solteira foi um sucesso! A Gimena mostrou pra todo mundo que, mesmo casando com outro, o corpo e a alma dela são meus. Eu destruí a dignidade dela e ela implorou por mais. Viram como ela se entregou pro seu Dono em público? Agora, o clímax: O Casamento.
Querem ver como eu como ela bem na hora dela ir pro altar? Como eu obrigo ela a carregar minhas marcas e meus fluidos no dia da suposta pureza dela?
Se o post receber o apoio dos meus seguidores, eu publico a terceira parte:
Alejandro e Gimena: O Casamento
Mostrem que vocês querem ver a futura esposa sendo minha putinha particular de novo!
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Parte N°1:
Alejandro e Gimena: Irmã Protetora.https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimana-Hermana-Protectora.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Parte N°3:
Alejandro e Gimena: O Casamento:
(Em Breve)
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Post Anterior:
Alejandro e Elisa: A Tia Recem-Separada.https://www.poringa.net/posts/relatos/6191226/Alejandro-Y-Elisa-La-Tia-Recien-Separada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Post:
Alejandro e Celeste: A Seguidora Fanática:https://www.poringa.net/posts/relatos/6193968/Alejandro-Y-Celeste-La-Seguidora-Fanatica.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outras Histórias Gender Bender:
● Alejandro e Gimena: Irmã Protetora:https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.html● Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html● Alejandro e Martina: A Última Noite do Ano:https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html● Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Vadia Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html● Alejandro e Camila: De Zé Ninguém a Piranha Colegial Do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.html
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Gimena, antes conhecida como Lautaro. Vem de uma família muito rica, o que lhe permitiu ter acesso à famosa pílula Gender Bender. É um tratamento experimental que me permitiu me transformar em uma mulher. Seu novo corpo é de uma mulher muito gostosa, o tipo de mulher que todo mundo quer comer assim que vê. Seu rosto é bem feminino, seus lábios são carnudos e de um vermelho paixão, seu olhar é uma combinação perfeita entre ternura e safadeza hahaha. Seu corpo é macio, delicado e firme. Suas curvas são largas, combinando com sua cintura fina. Seus peitos e bunda são médios, perfeitos, macios e firmes. Obviamente, ela malha e se cuida para continuar e se manter gostosa.
Depois da transformação, graças à sua família e ao seu status, começou a trabalhar como modelo. Hoje é a mulher mais desejada do país.
Três meses depois de transformá-la na minha putinha pessoal, Gimena, a modelo e futura esposa de outro cara, tava me chamando pra despedida de solteira dela. Era a prova de que, não importa quanto dinheiro ele tivesse ou pra quem ela prometesse amor, ela era minha.O lugar era um luxo do caralho, com uma festa privada já rolando perto da piscina. As amigas da Gimena, tudo modelo e capa de revista, se moviam com a maior tranquilidade de quem nunca precisou trabalhar por nada. Eu era o infiltrado.
Ela chegou perto da pista, e eu segui na dela de boa. Assim que nossos olhos se cruzaram, o sorriso dela congelou e virou aquele olhar de puta que só eu conhecia.
Cheguei por trás. Ela tava dançando com uma taça na mão, um rebolado sensual que eu já conhecia bem. Agarrei ela pela cintura por cima do pano, colando ela em mim. Ela se virou sem parar de dançar.
— Achei que você não vinha. — Sussurrou no meu ouvido, com aquele bafo de champanhe quente.
— Sempre cumpro minhas promessas. Mas agora, você vai rebolar pra mim. — Falei enquanto agarrava ela e levava pro camarote VIP. Girei ela, e ela sentou no meu colo, rebolando sem parar, como se a cintura da futura esposa do Marcos fosse programada só pro meu pau. Ela tava vestida, em público, e dançava com a raiva do noivado dela. A humilhação era uma delícia.
— Você vai entrar naquele banheiro. Achei isso no armário dos funcionários. Vai vestir esse vestido e voltar aqui, pronta pro seu verdadeiro show. Falei, entregando uma sacolinha com um vestido justíssimo que eu tinha trazido pra ela. — O que é isso? Ela perguntou, ofegante pelo esforço e pela excitação contida.
— O uniforme da minha putinha. Falei.
Ela foi, com um sorriso cúmplice no rosto.
Minutos depois, Gimena voltou. O vestido justo era uma loucura. Foi feito pra ser tocado. Era tão apertado que mal deixava ela andar, e destacava cada centímetro da bunda e dos peitos dela.
Me aproximei do balcão principal, onde ela e a maioria das amigas e outros convidados estavam pedindo bebidas. Ela se apoiou no mármore, de pernas cruzadas.
— Gostou, Amo? Ela perguntou, com aquela palavra doce que eu tanto amava.
— Perfeito. Agora vou te fazer minha de novo. Mas antes, um gostinho. Falei.
Sem me importar com as pessoas, parei bem na frente dela. Envolvi ela com meus braços por trás, puxando ela pra perto da confusão do balcão, onde ninguém prestaria atenção de verdade. Minhas mãos deslizaram por baixo do vestido. Levantei o tecido pelas costas, expondo a bunda redonda e firme dela.
— Isso é pelo seu compromisso, putinha. Falei com arrogância, sabendo o quanto ela era puta e só minha.
Beijei ela com uma paixão voraz, enquanto meus dedos se moviam na bunda dela, masturbando ela, com a bunda exposta no balcão. Ela se agarrou no balcão, as costas arqueadas. A excitação de que qualquer um pudesse ver ela era palpável. Ela gozou nos meus dedos, soltando um gemido abafado na minha boca. Senti os sucos vaginais quentes dela molhando meus dedos.
— Porra, Ale! Ela disse entre gemidos.
— Não para! Deixa todo mundo ver que sou sua! Ela falava com a voz trêmula.
Tirei meus dedos, a bunda dela ficou brilhando, toda molhada, bem antes do vestido cair de novo. Me afastei, deixando ela tremendo e excitada no meio do bar.
— Agora vai. Vai sentar com suas amigas e curte como seu corpo te trai.
Gimena, com o rosto vermelho e o corpo ainda tremendo, foi sentar com Candela, uma das suas damas de honra, num par de banquetas ao lado de uma mesinha. Começaram a conversar, provavelmente sobre o casamento, sobre o Andrés, sobre qualquer merda chata que gente normal fala. Sentei numa banqueta perto, fingindo olhar pro celular, observando ela como um predador à espreita.
Caminhei até ela. Parei bem atrás de Gimena, que tava sentada na banqueta, de costas pra mim.
Não falei nada. A amiga dela, Candela, tava falando, gesticulando, totalmente distraída. Num movimento rápido, levantei o vestido dela por completo, expondo a bunda redonda, firme e quente dela, bem na frente da Candela.
Candela e Gimena ficaram de boca aberta no meio da conversa. Candela, de susto. Gimena, de prazer antecipado.
Tirei minha pica, que já tava dura e reta. Agarrei os quadris dela e enfiei ela contra mim, cravando minha pica no cu dela numa estocada profunda e brutal.
— Isso, Senhor! Arrebenta meu cu! Que se foda o Marcos! Sou sua puta!
Ela gemeu, devolvendo o golpe do meu quadril com o dela, a voz doce agora virada num grito de luxúria.
— Olha isso, Candela! Olha como a futura senhora do Marcos se comporta! Tá faminta pela minha pica! — Gritei, pegando Gimena pela cintura e metendo mais forte.
Comi ela, forte, brutal, em público, enquanto Candela tapava a boca com as mãos, sem conseguir desviar o olhar do espetáculo. Naquele momento, Gimena não era a futura esposa de ninguém. Era minha puta pessoal, e eu tava mostrando isso pra todo mundo.
Tirei meu pau do cu dela, molhado e quente. Gimena ficou tremendo, na frente de Candela. A amiga, completamente em choque, finalmente reagiu. — Gimena, pelo amor de Deus! O que você tá fazendo? É sua despedida! — gritou Candela, mas a voz dela soava mais excitada do que assustada.
Gimena olhou pra Candela, com o rosto suado. O vestido dela estava levantado, e a bunda dela brilhava com meu sêmen pré-ejaculatório e vermelha do impacto da minha bacia contra o cu dela.
— Cala a boca, Candela! É minha despedida! E vou fazer o que meu dono quiser! — disse pra Candela.
Gimena se levantou, me agarrou pela mão com força, os olhos dela brilhavam como os de uma viciada.
— Todas pro loft! É a suíte principal! A festa de verdade começa agora! — ordenou Gimena pra todas as amigas dela com uma voz dominante que eu tinha ensinado.
— Você vem com a gente, Dono. Não pode ficar aqui depois disso. — disse pra mim enquanto me segurava pelas mãos e me guiava com ela.
Fomos com o grupo de mulheres pra suíte VIP. Mal fechamos a porta do loft, que tava ambientado com luzes baixas e música sensual, Gimena correu pra mim como uma desesperada.
Entrei na buceta dela, que tava quente, molhada e apertadíssima. O baque seco da minha bacia contra a dela ecoou no quarto.
— Isso é seu, Gimena! — falei, enquanto metia nela de pé, forte, brutal.
As amigas dela, em vez de se horrorizarem, ficaram em silêncio, observando o show particular da futura noiva. Uma delas soltou um gemido. Gimena, se sentindo observada, intensificou a performance.
— Isso, macho! Me dá mais! Sou sua garota gostosa desvairada! Arrebenta essa puta! — me agarrou o rosto e me beijou, uma puta absoluta.
Eu a coloquei no centro de um sofá de veludo. Ela se acomodou em cima de mim, mas não pra um passeio tranquilo. — Olha, putas! Olha o que o meu Amo me dá! — gritou, cravando meu pau até o fundo da buceta dela.
Ela se agarrou no próprio cabelo com uma mão, puxando com força, enquanto cavalgava. Os quadris dela, largos e perfeitos, se moviam com a violência e a raiva que ela guardou por meses. Eu coloquei minhas mãos firmes na cintura dela, guiando o frenesi. As outras mulheres não tiravam os olhos. Os corpos nus delas pulavam no ritmo da cavalgada, e os gemidos se misturavam com a música.
— Sou sua gostosa, Amo! Sua gostosa de luxo! — gritava. As amigas dela nos olhavam, e isso a deixava ainda mais selvagem.
Gimena era a estrela do show, e eu era o diretor. A humilhação era completa. Ela não era só minha puta, mas agora era a exibição do meu poder.
Tava em cima de mim, naquele sofá de veludo, cavalgando igual uma gostosa que acabou de sair do curral. O ritmo dela, a raiva e a dor eram só meus. As amigas olhavam fixo, de boca aberta. — Me olha, puta! Olha como eu te tenho! — ordenei, parando minhas mãos na cintura dela.
Ela girou em cima do meu pau num movimento só, virando de frente pra mim.
Agora os peitos dela, mesmo sendo médios, eram um espetáculo de carne firme e suor. Os olhos dela, cheios de luxúria doida. Ela mesma assumiu o controle do ritmo, descendo e subindo, apertando com a força da buceta dela que me recebia como um velho amigo.
Eu a tirei de cima de mim. Minha pica tava dura igual pedra, encharcada do suco quente dela. Gimena não hesitou. Ela se ajoelhou entre minhas pernas e se preparou pra chupar minha pica.Ela levou minha pica na boca com uma voracidade que me fez grunhir. A sucção era brutal, a habilidade da língua dela, desumana.
Candela se aproximou, fascinada.
— Olha, meninas! A futura esposa mostrando os talentos dela! — Gritou Candela.
Candela chegou mais perto e, em vez de ajudar Gimena a se levantar, agarrou ela pelo cabelo.
— Vai, Gimena! Faz direito! Pelo teu dono! — Candela, com um sorriso perverso, guiou a cabeça de Gimena, forçando ela a engolir mais fundo.
Tirei meu pau da boca dela. Tava escorrendo saliva e era o centro das atenções da sala. — Levanta! O show não acabou! — Ordenei pra Gimena.
Peguei ela pela cintura, levantei e joguei ela em cima de uma mesa no meio do loft. Entrei de uma estocada, violenta e profunda.
— Isso, Amo! Arrebenta essa sua puta! — Gimena gritava, se agarrando na mesa, os peitos dela balançando a cada metida, enquanto gemia e se deixava levar pelo prazer.
Enquanto eu comia ela brutalmente, a garota mais nova do grupo, Luna, chegou do meu lado, excitada com o espetáculo.
— Alejandro, Amo. — Sussurrou Luna no meu ouvido, com uma voz trêmula de desejo.
— Posso ser sua próxima puta? — Ela perguntou quase implorando pra eu comer ela naquela hora. Mas essa noite ia ser meu presente pra Gimena.
Tirei ela da mesa. O vestido que eu tinha dado pra ela estava encharcado de suor e fluidos. — Chega de roupa, putinha. Agora quero o corpo que é só meu. — falei.
Peguei o tecido pelas costas e rasguei o vestido com um puxão brutal. O vestido de festa caiu aos pés dela, deixando Gimena completamente nua na frente de todas as amigas. O corpo dela, perfeito e macio, estava tremendo.
Coloquei ela de quatro na mesa de novo, nua, com a pele brilhando de suor. Fiquei atrás. Peguei minha piroca. E com uma mão, segurei o pescoço dela com firmeza, aplicando pressão suficiente pra lembrar que eu tinha o controle total.
Depois de algumas estocadas e de ouvir ela gemer como a puta que é, sentei no meio do tapete. Ela se levantou, o rosto manchado de saliva, e montou em mim. Ajeitei ela pra ficar de costas pra mim. — Agora, você vai cavalar ao contrário. Olha pras suas amigas e diz pra quem você pertence. — ordenei.
Ela se acomodou em cima de mim e se deixou cair no meu pau com um baque molhado e selvagem.
Começou a cavalgar com uma fúria vingativa, a bunda firme quicando na minha pélvis.
Segurei as pernas dela e abri tudo, expondo a buceta dela e meus movimentos pra todo o grupo.
— Olha como eu como ela! — gritei, dando estocadas violentas.
Enquanto metia nela naquela posição exposta.
Tava quase gozando, sentindo a pressão explodir. Tirei ela da mesa e joguei de costas no chão. Uma das amigas dela, a Candela, chegou perto, apontando pra cara da Gimena. — Aqui, Alejandro! Faz na cara dela! Pra ela saber quem manda! — falou, com um brilho selvagem nos olhos.
Não precisei de mais permissão. Montei em cima da Gimena, meus joelhos dos lados da cabeça dela.
Eu já tava no limite. A combinação da traição, da plateia e da sucção brutal da Gimena tinha me levado ao meu ponto de ruptura. Tirei minha pica da buceta dela, molhada e escorrendo. Ela caiu sobre a mesa, tremendo.— Se prepara, putinha! — ordenei, apontando minha pica na direção do rosto dela.
Gimena ajoelhada no chão acarpetado. As outras mulheres formaram um círculo, na expectativa.
— Esse é o seu presente de despedida, Gimena! Engole tudo! — falei enquanto soltava um jato forte no rosto dela.
Gozei com toda a minha força na cara dela, nos lábios carnudos, no peito nu. Ela ficou parada, coberta de porra, com um sorriso de pura satisfação. As amigas gritaram e aplaudiram o fim do show.
As amigas soltaram um grito de tesão e começaram a bater palmas. Gimena, com a cara lambuzada e o corpo tremendo, olhou pra mim e sorriu. A humilhação foi completa. A futura esposa de algum otário era minha putinha pessoal, e o mundo inteiro sabia disso.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● A despedida de solteira foi um sucesso! A Gimena mostrou pra todo mundo que, mesmo casando com outro, o corpo e a alma dela são meus. Eu destruí a dignidade dela e ela implorou por mais. Viram como ela se entregou pro seu Dono em público? Agora, o clímax: O Casamento.
Querem ver como eu como ela bem na hora dela ir pro altar? Como eu obrigo ela a carregar minhas marcas e meus fluidos no dia da suposta pureza dela?
Se o post receber o apoio dos meus seguidores, eu publico a terceira parte:
Alejandro e Gimena: O Casamento
Mostrem que vocês querem ver a futura esposa sendo minha putinha particular de novo!
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Parte N°1:
Alejandro e Gimena: Irmã Protetora.https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimana-Hermana-Protectora.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Parte N°3:
Alejandro e Gimena: O Casamento:
(Em Breve)
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Alejandro e Elisa: A Tia Recem-Separada.https://www.poringa.net/posts/relatos/6191226/Alejandro-Y-Elisa-La-Tia-Recien-Separada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
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Alejandro e Celeste: A Seguidora Fanática:https://www.poringa.net/posts/relatos/6193968/Alejandro-Y-Celeste-La-Seguidora-Fanatica.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outras Histórias Gender Bender:
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1 comentários - Alejandro e Gimena: Despedida de Solteira