Eu tinha 26 anos. Tava namorando uma mina chamada Érica, de grana pra caralho, ela com 22, morava sozinha num apartamento enorme. Era um relacionamento, vamos dizer, estranho. Ela era muito patricinha, rabo de maçã e peito pequeno, mas… poucas mulheres mais puta que ela.
Depois dos três meses, como ela morava sozinha, me deu uma chave do apê pra ir e vir quando quisesse. Era muito confortável porque eu ia e, no mínimo, me chupava a pica. Ela adorava gozo na boca. Durante janeiro, lembro por causa do calor que fazia, começaram a vir dois pedreiros fazer uns reparos na cozinha do apê. Dois morenos bravos, uma cara de ex-presidiário fudida, mas muito educados. Era impossível disfarçar como olhavam pra minha namorada da época, e ela, entre o calor e por gostar de provocar, andava pela casa de shortinho e regata sem sutiã. Numa sexta, combinei com ela de ir pro apê umas 7 da noite, mas terminei o trabalho cedo e cheguei umas 5. Quando entrei no apê, encontrei a Erica de joelhos chupando a pica dos dois pedreiros, um bem dotado, o outro mais normal. Longe de me assustar, quando ela me olhou, falei: "se dá conta com dois, dá conta com três". Me aproximei, abaixei o zíper e ela começou a chupar a pica de nós três.
Insaciável a putinha, nunca tinha visto ela tão feliz, com as duas mãos e a boca chupando. Nós três batíamos com a rola na cara dela e ela sorria, nua de joelhos. Levantei ela e falei: “agora vamos te comer os três”. Ela concordou e disse que tinha camisinha numa gaveta. O menos dotado segurava ela enquanto o outro comia como se não houvesse amanhã, e eu pegava na boca dela. Troquei de lugar com quem segurava, e esse, quando chupou um pouco, não aguentou e gozou na boca dela. Aí o dotado tirou ela e se preparou pra ser chupado, e eu comi o cu da Erica, bem apertadinho, que ia cedendo pra minha rola. Quando não aguentei mais, colocamos ela de joelhos de novo, e eu e o dotado gozamos na boca e na cara dela, e ela ficou lá, toda leitada de joelhos, a putinha que era.
Depois dos três meses, como ela morava sozinha, me deu uma chave do apê pra ir e vir quando quisesse. Era muito confortável porque eu ia e, no mínimo, me chupava a pica. Ela adorava gozo na boca. Durante janeiro, lembro por causa do calor que fazia, começaram a vir dois pedreiros fazer uns reparos na cozinha do apê. Dois morenos bravos, uma cara de ex-presidiário fudida, mas muito educados. Era impossível disfarçar como olhavam pra minha namorada da época, e ela, entre o calor e por gostar de provocar, andava pela casa de shortinho e regata sem sutiã. Numa sexta, combinei com ela de ir pro apê umas 7 da noite, mas terminei o trabalho cedo e cheguei umas 5. Quando entrei no apê, encontrei a Erica de joelhos chupando a pica dos dois pedreiros, um bem dotado, o outro mais normal. Longe de me assustar, quando ela me olhou, falei: "se dá conta com dois, dá conta com três". Me aproximei, abaixei o zíper e ela começou a chupar a pica de nós três.
Insaciável a putinha, nunca tinha visto ela tão feliz, com as duas mãos e a boca chupando. Nós três batíamos com a rola na cara dela e ela sorria, nua de joelhos. Levantei ela e falei: “agora vamos te comer os três”. Ela concordou e disse que tinha camisinha numa gaveta. O menos dotado segurava ela enquanto o outro comia como se não houvesse amanhã, e eu pegava na boca dela. Troquei de lugar com quem segurava, e esse, quando chupou um pouco, não aguentou e gozou na boca dela. Aí o dotado tirou ela e se preparou pra ser chupado, e eu comi o cu da Erica, bem apertadinho, que ia cedendo pra minha rola. Quando não aguentei mais, colocamos ela de joelhos de novo, e eu e o dotado gozamos na boca e na cara dela, e ela ficou lá, toda leitada de joelhos, a putinha que era.
3 comentários - Minha namorada gostosa