Antes de contar minha maior fantasia, quero contar uma coisa pra vocês entenderem de onde ela vem.
Eu tenho um sobrinho que é 3 anos mais novo que eu e é uma gracinha. A gente estudava na mesma escola. Eu morava com ele, com minha irmã, com minha mãe e com o parceiro da minha mãe.
Um dia na escola, vi que ele era zuado porque nunca tinha namorado e, claro, nunca tinha transado. Aí, como eu sabia que todos os amigos dele babavam por mim, falei pra ele que, pra pararem de encher o saco, a partir do dia seguinte ele podia dizer pros amigos que não tinha namorada porque tava comendo eu. E pra eles acreditarem, quando ele estivesse com a galera, era só me cumprimentar com um beijo na boca, passar a mão na minha bunda ou nos meus peitos, ou acariciar minhas pernas.
Foi assim que começamos. E, de verdade, isso se espalhou pela escola inteira rapidinho. Ele passou a ser tratado com muito mais respeito, não só porque tava comendo a tia, mas também porque eu era a mina mais gostosa do colégio.
Ficamos nessa por uns dois meses, mas só fazíamos isso na escola. Em casa, era tudo normal, agíamos como tia e sobrinho. O que rolava no colégio a gente via como uma brincadeira.
Só que aí aconteceu que um dia ele levou uma amiga em casa pra fazer um trabalho. Do nada, me deu um ciúme incontrolável, fiquei puta da vida. Aí me estressei de verdade e praticamente expulsei a menina de casa. Óbvio que todo mundo ficou surpreso, até minha mãe falou que aquela reação não era normal e perguntou o que tava rolando.
Foi aí que, naquele dia, percebi que tinha me apaixonado pelo meu sobrinho, sem querer e sem pensar.
Então, a partir do dia seguinte, comecei a agir literalmente como se eu fosse a mulher dele. Acordava mais cedo, minha irmã sempre fazia café da manhã e passava o uniforme pra nós dois, mas eu falei que ia fazer isso daí em diante. Não deixava mais ele limpar os sapatos, eu mesma fazia. Comecei a lavar a roupa dele, até a cueca, que minha irmã Eu comecei a lavar a mão pra ele, eu mesma comecei a lavar. Quando a gente voltava da escola, como todo mundo tava trabalhando e só tinha nós dois, cada um tinha que se servir a própria comida. Eu obrigava ele a comer no refeitório e a lavar os pratos dele, mas desde aquele dia eu comecei a servir a comida pra ele, não obrigava mais ele a comer no refeitório, levava a comida onde ele quisesse, lavava os pratos dele. Antes a gente só dava uns beijinhos na escola pros amigos verem, mas agora eu ensinei ele a beijar de língua e ele me beijava em casa o quanto podia. Antes ele só me apalpava a bunda e os peitos na escola, agora eu ensinei ele a meter o dedo em mim e a acariciar meu clitóris. Melhor dizendo, desde aquele dia eu mudei completamente, e fiz por ele duas coisas que nunca tinha feito por homem nenhum, nem pelo namorado que eu tinha na época:
1. Um dia a gente tava vendo uma série e ele disse que tava com muita vontade de mijar, mas que não queria se levantar. Aí eu me ajoelhei na frente dele e falei pra ele mijar na minha boca. Ele ficou surpreso, não conseguia acreditar. Até aquele momento eu nunca tinha visto o pau dele, mas quando ele tirou pra fora e meteu na minha boca, eu me apaixonei muito mais, porque sendo ele três anos mais novo que eu, tinha um pau igual ou maior que o do meu namorado, que era seis anos mais velho que eu. Então eu tomei até a última gota de mijo com o maior prazer, e assim que terminei, me despi na frente dele, falei que tudo que ele precisasse de uma mulher ele ia ter em mim, e montei em cima dele.
Naquele dia eu tirei a virgindade dele, e mesmo ele não tendo nenhuma experiência, foi algo extremamente gostoso pra mim. Daí em diante a gente transava praticamente todo dia, na sala, na cozinha, a gente fez em todos os quartos, até no da minha mãe.
2. Eu deixei ele me comer pelo cu. Eu era virgem por ali, mas o simples fato de estar pelada, de quatro na minha própria casa, e meu sobrinho, que era mais novo que eu, estar metendo a porra do pau delicioso dele no meu cu, foi demais. excitante pra mim e, apesar de ter doído pra caralho, foi a dor mais gostosa que já senti.
Ficamos nessa por uns 3 meses, até que, como toda história de amor, tem que terminar mal. Aconteceu o que tinha que acontecer quando a gente toma uma porrada de porra na buceta e não tá se prevenindo: engravidei.
Óbvio que quando minha mãe e minha irmã descobriram, acharam que era do meu sobrinho, porque, mesmo eu não tendo terminado oficialmente com meu namorado, quase não me viam mais com ele, e quando estávamos juntos, era só briga. Meu namorado ficou muito mal ao me ver grávida, o moleque até chorou, mas eu não tava nem aí. Apesar das críticas e de todo mundo me tratar como uma puta e uma ladra de berço, eu tava feliz. Mas minha irmã não aguentou a pressão e mandou meu sobrinho pra Espanha, pra casa do pai. Já faz uns 3 anos que a gente não se vê, só por WhatsApp. Óbvio que eu já tenho outro parceiro há 2 anos, mas sempre que falo com meu sobrinho, deixo claro que meu único dono é ele, que quando ele voltar, eu faço o que ele mandar. Se ele quiser que eu termine com meu namorado, termino na hora, e se ele quiser me comer só como a putinha dele, também topo.
Contei essa história resumida pra vocês entenderem a origem da minha maior fantasia, porque as poucas pessoas que contei falam que eu sou doente:
Minha maior fantasia é ter um filho homem, transar com ele e engravidar dele. Fantasio pra caralho com isso, e só de imaginar, fico molhada que nem nunca.
Eu tenho um sobrinho que é 3 anos mais novo que eu e é uma gracinha. A gente estudava na mesma escola. Eu morava com ele, com minha irmã, com minha mãe e com o parceiro da minha mãe.
Um dia na escola, vi que ele era zuado porque nunca tinha namorado e, claro, nunca tinha transado. Aí, como eu sabia que todos os amigos dele babavam por mim, falei pra ele que, pra pararem de encher o saco, a partir do dia seguinte ele podia dizer pros amigos que não tinha namorada porque tava comendo eu. E pra eles acreditarem, quando ele estivesse com a galera, era só me cumprimentar com um beijo na boca, passar a mão na minha bunda ou nos meus peitos, ou acariciar minhas pernas.
Foi assim que começamos. E, de verdade, isso se espalhou pela escola inteira rapidinho. Ele passou a ser tratado com muito mais respeito, não só porque tava comendo a tia, mas também porque eu era a mina mais gostosa do colégio.
Ficamos nessa por uns dois meses, mas só fazíamos isso na escola. Em casa, era tudo normal, agíamos como tia e sobrinho. O que rolava no colégio a gente via como uma brincadeira.
Só que aí aconteceu que um dia ele levou uma amiga em casa pra fazer um trabalho. Do nada, me deu um ciúme incontrolável, fiquei puta da vida. Aí me estressei de verdade e praticamente expulsei a menina de casa. Óbvio que todo mundo ficou surpreso, até minha mãe falou que aquela reação não era normal e perguntou o que tava rolando.
Foi aí que, naquele dia, percebi que tinha me apaixonado pelo meu sobrinho, sem querer e sem pensar.
Então, a partir do dia seguinte, comecei a agir literalmente como se eu fosse a mulher dele. Acordava mais cedo, minha irmã sempre fazia café da manhã e passava o uniforme pra nós dois, mas eu falei que ia fazer isso daí em diante. Não deixava mais ele limpar os sapatos, eu mesma fazia. Comecei a lavar a roupa dele, até a cueca, que minha irmã Eu comecei a lavar a mão pra ele, eu mesma comecei a lavar. Quando a gente voltava da escola, como todo mundo tava trabalhando e só tinha nós dois, cada um tinha que se servir a própria comida. Eu obrigava ele a comer no refeitório e a lavar os pratos dele, mas desde aquele dia eu comecei a servir a comida pra ele, não obrigava mais ele a comer no refeitório, levava a comida onde ele quisesse, lavava os pratos dele. Antes a gente só dava uns beijinhos na escola pros amigos verem, mas agora eu ensinei ele a beijar de língua e ele me beijava em casa o quanto podia. Antes ele só me apalpava a bunda e os peitos na escola, agora eu ensinei ele a meter o dedo em mim e a acariciar meu clitóris. Melhor dizendo, desde aquele dia eu mudei completamente, e fiz por ele duas coisas que nunca tinha feito por homem nenhum, nem pelo namorado que eu tinha na época:
1. Um dia a gente tava vendo uma série e ele disse que tava com muita vontade de mijar, mas que não queria se levantar. Aí eu me ajoelhei na frente dele e falei pra ele mijar na minha boca. Ele ficou surpreso, não conseguia acreditar. Até aquele momento eu nunca tinha visto o pau dele, mas quando ele tirou pra fora e meteu na minha boca, eu me apaixonei muito mais, porque sendo ele três anos mais novo que eu, tinha um pau igual ou maior que o do meu namorado, que era seis anos mais velho que eu. Então eu tomei até a última gota de mijo com o maior prazer, e assim que terminei, me despi na frente dele, falei que tudo que ele precisasse de uma mulher ele ia ter em mim, e montei em cima dele.
Naquele dia eu tirei a virgindade dele, e mesmo ele não tendo nenhuma experiência, foi algo extremamente gostoso pra mim. Daí em diante a gente transava praticamente todo dia, na sala, na cozinha, a gente fez em todos os quartos, até no da minha mãe.
2. Eu deixei ele me comer pelo cu. Eu era virgem por ali, mas o simples fato de estar pelada, de quatro na minha própria casa, e meu sobrinho, que era mais novo que eu, estar metendo a porra do pau delicioso dele no meu cu, foi demais. excitante pra mim e, apesar de ter doído pra caralho, foi a dor mais gostosa que já senti.
Ficamos nessa por uns 3 meses, até que, como toda história de amor, tem que terminar mal. Aconteceu o que tinha que acontecer quando a gente toma uma porrada de porra na buceta e não tá se prevenindo: engravidei.
Óbvio que quando minha mãe e minha irmã descobriram, acharam que era do meu sobrinho, porque, mesmo eu não tendo terminado oficialmente com meu namorado, quase não me viam mais com ele, e quando estávamos juntos, era só briga. Meu namorado ficou muito mal ao me ver grávida, o moleque até chorou, mas eu não tava nem aí. Apesar das críticas e de todo mundo me tratar como uma puta e uma ladra de berço, eu tava feliz. Mas minha irmã não aguentou a pressão e mandou meu sobrinho pra Espanha, pra casa do pai. Já faz uns 3 anos que a gente não se vê, só por WhatsApp. Óbvio que eu já tenho outro parceiro há 2 anos, mas sempre que falo com meu sobrinho, deixo claro que meu único dono é ele, que quando ele voltar, eu faço o que ele mandar. Se ele quiser que eu termine com meu namorado, termino na hora, e se ele quiser me comer só como a putinha dele, também topo.
Contei essa história resumida pra vocês entenderem a origem da minha maior fantasia, porque as poucas pessoas que contei falam que eu sou doente:
Minha maior fantasia é ter um filho homem, transar com ele e engravidar dele. Fantasio pra caralho com isso, e só de imaginar, fico molhada que nem nunca.
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