Suegra se muda a mi casa y la hago mi segunda esposa

Carla nunca tinha me chamado muita atenção. Era mãe da Irene, ou seja, minha sogra, mesmo a gente não sendo casado — já estávamos juntos há quatro anos e morando juntos há dois. Ela tinha cinquenta e três anos, separada há um tempão, e vinha nos visitar com certa frequência. Alta, com um corpo que tinha resistido bem aos anos, nem gorda nem magra, o cabelo pintado de loiro sempre preso num rabo de cavalo grandão, umas sobrancelhas grossas que davam personalidade e uns olhos escuros que iluminavam cada vez que ela sorria. E aquele sorriso, largo, sincero, que parecia tirar o peso de tudo.

Confesso: nunca rolou química entre a gente. Pra mim, ela era "a mãe da minha namorada", só isso. Mas quando ela teve que ficar uma temporada no nosso apê por causa de umas obras na casa dela, a convivência começou a mudar as coisas.

*

Na primeira noite, fui pego de surpresa. Mesmo com a mãe dela no quarto ao lado, eu e Irene acabamos transando. Fizemos sem pensar muito, com aquela cumplicidade apaixonada que era a marca registrada do nosso relacionamento. Não imaginei que Carla pudesse nos ouvir, mas no café da manhã seguinte, ela soltou a bomba.

— Vocês dormem pouco, hein? — falou com um meio sorriso, mexendo o café.

— Como? — engasguei um pouco.

— Ontem à noite parecia que vocês estavam montando um show. Eu já não tô pra esses pagodes, mas fico feliz em ver que a juventude não perde tempo com besteira.

Ela riu sozinha, com uma gargalhada grave, e me deixou sem palavras. Irene ficou vermelha que nem um tomate, mas Carla tava se divertindo pra caralho. A partir daí, entre uma brincadeira e outra, comecei a notar um atrevimento novo nos comentários dela.

No segundo dia de convivência, percebi que Carla procurava conversa comigo mais do que o normal. Enquanto Irene tava em home office no escritório, ela sentava no sofá, tirava os sapatos e apoiava os pés na mesa com uma naturalidade que me surpreendia.

— Te incomoda? — disse uma vez, com aquele sorrisão largo dela, mostrando os dentes. grandes, irregulares, mas luminosos.

—Não, claro que não.

—Bom, porque senão, calhava de você ter que me dar uma massagem nos pés. —E ela riu, soltando a piada como se fosse nada.

Outro dia, enquanto eu preparava um café, ela se colocou atrás de mim pra pegar um copo. Senti o peito dela roçar meu ombro e o calor do corpo dela. Carla cheirava a perfume floral, misturado com um fundo de xampu de mel. Me olhou de canto, com um brilho malicioso nos olhos.

—Você é mais alto do que eu lembrava. —disse, enquanto esticava o braço—. E largo de ombros.

Eu sorri, meio sem graça. Era impossível saber quanto tinha de brincadeira e quanto de verdade nessas frases. Mas cada dia parecia encurtar um pouco mais a distância entre nós, sondando, como quem brinca de ver até onde pode chegar.

*

O banho foi o ponto sem volta. Eu estava debaixo d'água, quando Carla entrou, sem bater. No começo parecia um acidente, mas a atitude dela me revelou na hora que não era.

—Desculpa… —disse, mas ficou ali, com a porta entreaberta, me olhando debaixo d'água. Eu instintivamente me cobri com a mão. Ela sorriu, inclinando a cabeça.

—Não se esconde… —falou com voz grave, provocante—. Olha só, olha só… não é à toa que minha filha faz tanto barulho.

Fiquei paralisado, sem saber o que responder. Mas Carla não parecia desconfortável, pelo contrário: se aproximou mais um pouco, se apoiando no batente da porta.

—Você é… bem dotado…

Sorriu com malícia, e deu um passo pra dentro. O vapor embaçava o ar, e o rabo de cavalo loiro dela parecia mais vivo, com mechas molhadas escapando ao redor do rosto. Ficou me encarando, com uma intensidade que nunca tinha visto nela. A ousadia dela me desarmou. Senti como meu pau, longe de encolher pela surpresa, reagia debaixo d'água. Ela percebeu e sorriu ainda mais. Entrou sem pedir licença, fechou a porta atrás de si, e ficou na minha frente, com os olhos escuros cravados nos meus.

—Sabe que você tá me deixando nervosa? —disse, quase num sussurro.

Estendeu a mão, sem vacilar, e me roçou com os dedos. O calor da pele dela contrastava com a água que ainda caía. Ela envolveu ele por completo, acariciou devagar, firme, sem desviar o olhar do meu.

— Que loucura… — murmurou, com um meio sorriso.

Eu apoiei as costas na parede do chuveiro, sentindo a mistura de água e dos dedos ágeis dela. Ela começou a me masturbar com uma segurança tranquila, com a experiência de quem sabe o que faz, me olhando nos olhos, curtindo mais minha reação do que o ato em si.

— Carla… — consegui dizer.

Ela sorriu, baixando a voz.

— Shhh… Não fala nada. Me deixa olhar, me deixa sentir.

Os olhos escuros dela ficaram fixos nos meus, como se quisesse me ler por dentro. Não era um gesto bobo: tinha algo a mais, uma mistura de desafio e confissão. A mão se movia num ritmo constante, firme, cada vez mais segura.

— Você não sabe como isso me excita… — sussurrou, quase para si mesma —. Depois de tantos anos sem um homem, e de repente… aqui com você.

Senti meu corpo se entregar ao prazer, o calor subindo da barriga. Carla apertou um pouco mais, acelerou o movimento com um giro experiente do pulso. A água caía sobre nós, escorrendo entre os dedos dela e minha pele.

Eu não consegui me segurar mais. Gemi alto, arqueando as costas. Carla mordeu o lábio inferior, e seguiu até o fim, até eu gozar na mão dela, com espasmos intensos. Ela não desviou o olhar, nem quando meu esperma quente sujou os dedos dela e a água começou a levar tudo.

— Deus… — sussurrou, abrindo a boca num meio sorriso —. Que loucura… que jeito de gozar.

Ela levou a mão molhada debaixo do jato, limpou com calma, sem perder a compostura, como se tudo tivesse sido um experimento que acabou dando certo.

Eu respirava pesado, ainda apoiado na parede. Ela, por outro lado, estava serena, com um brilho escuro no olhar.

— Não vamos contar nada pra Irene, né? — disse, antes de sair do banheiro, me deixando com a cabeça a mil. redemoinho.

*

A convivência com a Carla tava virando uma espécie de jogo silencioso. Não era explícito, mas tava ali, flutuando em cada gesto. Um dia, enquanto a gente tomava café da manhã, ela me pegou olhando pras mãos dela: dedos longos, unhas pintadas de um rosa desgastado.

— Tá olhando o quê? — perguntou, erguendo uma sobrancelha.

— Nada, que tu tem mãos bonitas.

— Bonitas? — sorriu, mostrando os dentes — Essas mãos já lavaram louça, limparam bundinha de bebê, carregaram sacola e já deram uns tapas também. Bonitas sei não… úteis, talvez.

Ela soltou aquilo com tanta naturalidade que eu não soube o que responder. Ficou me encarando um segundo a mais, com aquele meio sorriso que me deixava desconfortável e me excitava ao mesmo tempo.

Outro dia, quando voltei do trabalho, encontrei ela na sala com uma camiseta larga e sem sutiã. Quando se abaixou pra deixar um prato na mesa, o tecido grudou no corpo e deixou entrever os contornos grandes e pesados dos peitos dela. Fingi que não tava olhando, mas ela percebeu.

— Já não tá mais se segurando, hein? — disse, divertida.

— Não é isso…

— Relaxa, eu gosto. — e sentou de novo na boa, como se nada tivesse acontecido.

Naquela tarde, com a Irene fora, ela ficou comigo na sala vendo um filme que ninguém prestava atenção. Carla tava sentada no sofá, reclamando do pescoço.

— Sempre dói aqui — disse, levando a mão na nuca — A idade não perdoa.

Me ofereci pra dar uma massagem nela, meio na brincadeira. Mas ela topou de verdade.

— Vai, vamos ver se essas tuas mãozona servem pra algo além de fazer café.

Me coloquei atrás do sofá e apoiei as mãos nos ombros dela. Senti a tensão debaixo da pele, o calor. Ela fechou os olhos e soltou um suspiro fundo.

— Caralho… que delícia. Aperta mais.

Fui passando os polegares pelo pescoço dela, pelos trapézios, e ela foi relaxando o corpo aos poucos. Até que, sem avisar, ela se virou pra mim, com os olhos acesos.

— Quer ver o que mais tá doendo? — perguntou com cara de safada.

E levantou a camiseta. sem pensar, deixando à mostra seus peitos enormes, de pele clara mas marcada pelo tempo, com mamilos grandes, escuros, que pareciam endurecer ao contato com o ar. Olhei fascinado.

— Você gosta? — perguntou, com uma mistura de orgulho e desafio.

— Muito… — respondi quase sem voz.

Ela pegou minha mão e a guiou até o peito, apertando-o contra minha palma. A pele dela era morna, macia, e o mamilo duro se cravava na minha mão. Num movimento fluido, ela baixou o olhar até minha virilha, onde já sentia o volume crescer.

— Já sabia… — murmurou com malícia.

Ajoelhou-se na minha frente e, sem me dar tempo de reagir, abriu minha calça. Meu pau ficou livre, duro, pulsando. Carla olhou pra ele com a mesma cara de pau do banheiro, sorrindo.

— Que pedaço de pau que você tem… — sussurrou, acariciando-o com as mãos, enquanto ajustava o decote pra prender minha ereção entre os peitos.

Ela apertou os peitos em volta, macios e quentes, e cuspiu um pouco antes de movê-los pra cima e pra baixo, me fazendo perder o fôlego. O roçar da pele dela era molhado, sujo, delicioso. Ela me olhava de baixo, com os olhos acesos, rindo da minha cara de prazer.

— Assim? Cê gosta de foder meus peitos? — falou, provocante mas excitada, apertando mais.

Não consegui fazer nada além de gemer, agarrando os ombros dela pra marcar o ritmo. O vai e vem dos peitos dela me levava ao limite. Carla, vendo que eu tava perto, esticou a língua e roçou a ponta, lambendo a cabecinha cada vez que subia.

A sensação me dominou. Gozei entre os peitos dela, com espasmos fortes, enquanto ela ria, apertando mais forte pra tudo ficar preso naquele canal quente.

Quando diminuiu o ritmo, se limpou com calma, usando a camiseta sem o menor pudor.

— Olha o que você fez — disse, rindo, enquanto me mostrava a mancha —. Vou ter que trocar de novo.

E sorriu pra mim de novo com aquela expressão que já não tinha nada de inocente.

*

Naquela noite, dormi com a Irene. Ela tava excitada, com aquela energia juvenil que não deixa pensar demais. Coloquei ela de quatro na cama, e enquanto a penetrava com força, o vai e vem dos quadris dela me levou sem remédio a outra imagem: a de Carla, a mãe dela, com aqueles peitões enormes roçando na minha barriga, com a risada safada e os olhos escuros fixos em mim. Me senti um traidor no meio do sexo, um nó na cabeça enquanto meu corpo seguia em frente. Gozei dentro da Irene, ofegante, mas na real minha mente estava em outro lugar. Quando caí exausto ao lado dela, me perguntei que porra eu tava fazendo.

No dia seguinte, Carla me pediu pra acompanhar ela comprar roupa. Dizia que precisava de "um olhar jovem" pra não parecer uma coroa fantasiada de adolescente. Aceitei, sem saber direito se era uma armadilha ou um simples favor. Nas lojas, ela experimentava vestidos e blusas na frente do espelho, e às vezes pedia pra eu subir o zíper ou segurar a bolsa dela. Num dado momento, no provador, me chamou com voz baixa:

— Vem, me fala se fica bom.

Abri a cortina e encontrei ela de costas, só de sutiã preto e uma saia meio vestida. A pele clara dela, marcada pelos anos, brilhava sob a luz branca. Quando se virou, sorriu com malícia.

— O que cê acha? Apertado demais?

Não consegui responder. Fiquei olhando pro decote dela, os peitões enormes mal contidos naquele sutiã. Ela se inclinou pra mim e sussurrou:

— Não fica nervoso, que depois você me conta tudo com essa carinha…

Se virou de novo pro espelho, me dando as costas, e começou a subir a saia devagar até a cintura. Não tava de meia, só uma calcinha simples, de algodão escuro, que marcava o contorno largo da bunda dela.

— Olha que rabo… — disse, apertando os quadris e me olhando pelo espelho com um sorriso torto—. Fala a verdade, ainda fica bom ou já é demais pra minha idade?

Senti o rosto queimar. Mal consegui falar.

— Fica… bom demais.

Ela riu gostoso. Esse tipo de risa que mistura malícia com confiança. Ela deu uns giros lentos, a saia ainda levantada, deixando meus olhos percorrerem cada curva. Depois se abaixou pra pegar a bolsa no chão, e os peitos dela ficaram pendurados, pesados, quase escapando do sutiã.

—Ai, esse sutiã já não segura nada… — reclamou com falsa inocência. Quando se levantou, ajeitou as taças com as duas mãos, levantando elas sem vergonha, como se não lembrasse que eu tava ali.

Ela olhou pra mim de novo, dessa vez mais séria, com um brilho escuro nos olhos.

— Sabe o quão estranho é experimentar roupa na frente de alguém que te olha desse jeito? — perguntou.

— Desse jeito como?

— Me devorando com os olhos.

Não soube o que dizer. Fiquei mudo, com o coração batendo forte no peito. Ela deu um passo na minha direção, tão perto que dava pra sentir o perfume dela misturado com o suor leve da tarde.

— Vai, fecha a cortina — mandou em voz baixa, quase rouca.

Obedeci sem pensar. Ela vestiu outro vestido de novo, devagar, como se fosse um show improvisado, enquanto eu segurava a respiração. Quando terminou, riu de novo, mais suave dessa vez, e me deu um tapinha no peito.

— Pronto. Vamo nessa, senão eu me aqueço demais.

E saiu como se nada tivesse acontecido, me deixando com a imagem gravada a fogo.

A viagem de volta foi em silêncio, mas a tensão dava pra cortar com uma faca. Num sinal, Carla apoiou a mão na minha coxa. No começo achei que era um gesto casual, mas os dedos dela começaram a subir, lentos, seguros.

— Cê tá muito quieto — disse com um sorrisinho.

Eu engoli seco, sem conseguir responder. Quando parei num cruzamento, a mão dela já tava na minha virilha, apalpando sem vergonha. Minha respiração acelerou. Não tirei a mão do volante, como se assim pudesse disfarçar o óbvio. Carla aproveitou meu silêncio e se inclinou mais pra perto, apoiando o cotovelo no apoio de braço.

— Sabe que passei o dia inteiro pensando na sua cara no provador? — sussurrou. — Parecia um moleque vendo buceta pela primeira vez. Primeira vez.

Ela riu baixinho, enquanto os dedos trabalhavam o zíper da minha calça com uma calma insultante. Quando liberou minha ereção, envolveu ela com a mão e acariciou devagar, curtindo minha tensão.

— Sempre dura... — murmurou, quase divertida, passando o polegar na cabeça como quem prova algo proibido.

O carro continuava andando, mas eu mal via a estrada. Ela sabia: essa era a forma dela de assumir o controle, de mostrar que podia me desmontar quando quisesse.

— Dirige tranquilo — acrescentou, com um brilho safado nos olhos —. Eu cuido do resto.

Ela se inclinou pra mim, com aquele rabo de cavalo loiro roçando minha barriga, e envolveu meu pau com a boca quente. Eu tremi, mal conseguia segurar o volante. Os lábios dela se moviam devagar no começo, depois mais intensos, engolindo cada vez mais fundo, enquanto a mão massageava o que a boca não alcançava.

O carro se encheu da minha respiração ofegante e do som molhado da língua dela. Carla me olhava de baixo, com aqueles olhos brilhantes, como se adorasse me ver perder o controle.

—Cê gosta? —sussurrou entre lambidas, com um fio de voz rouca. fim do primeiro capítulo.. leia a segunda parte aqui na fonte original 👉 t.co/9f3OdhlApA
Sogra se muda pra minha casa e viro segunda esposa dela




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