soy puta desde pendeja 1

essa é só a introdução da história que vem


espero que vocês curtam


OBRIGADO POR ME LER










Sou puta desde menina, nisso puxei minha mãe. Uma vez que ela viu como eu gostava de ser puta, ficou muito mais íntima comigo. Lembro que vivíamos numa casa bem modesta, mas era o que tínhamos. A primeira vez que dividi um macho com ela lembro muito bem: uma noite, depois de um encontro, meu velho trouxe um cara que tinha pegado na balada. Ele queria levá-la pra um hotel, mas ela, esperta, convenceu ele a pagar pra ela o que ia gastar no hotel e trouxe o cara pra casa. O cara era muito bom de cama, fez minha mãe gozar por mais de duas horas enquanto eu ficava no meu quarto. Parece que o cara tinha uns amigos que tinham vindo de outra província e ofereceu pra minha mãe um encontro com eles. Minha mãe, como boa puta, aceitou na hora, mas aumentou o preço.


Mabel, que tal se eu te dissesse que minha filha pode me ajudar a atender vocês? Quer conhecê-la? Quanto você pagaria por ela?


Tipo, quer ver? Você que bota o preço


Mabel, ó nena, vem cá, vem cá cumprimentar meu amigo


Eu saí com minha minissaia plissada e minha blusinha, quando o cara me viu, ele disse pra minha mãe


Cara, já tô doido pra comer ela.


Mabel, sem problema, mas por ela são cem, não como comigo que foram cinquenta, acho que vale a pena


Tipo, por mim tudo bem, mas já tenho que ir


Mabel, então a grana não tá dando?


Tipo, não é isso, amanhã a que horas a gente vem?


Mabel, à tarde, tipo sete, já que meu marido trabalha de noite, são cem pra ela e cinquenta pra mim


Tipo, amanhã então a gente se vê, você vai encher o bolso de grana, com meus amigos somos quatro.


O cara foi embora e eu fiquei com muito tesão. Era a primeira vez que eu ia transar por dinheiro, mal podia esperar até que os quatro chegassem. Na verdade, eu não estava com medo, pelo contrário. Minha mãe me disse que o mais provável era que eu tivesse que dar o cu e que isso poderia doer um pouco. No outro dia, meu pai chegou meio bêbado e, assim que terminou de comer, deitou e dormiu que nem um porco. À tarde, minha mãe o acordou e praticamente o expulsou de casa. Para que ele fosse embora tranquilo, ela deu um pouco de dinheiro, assim ela sabia que no dia seguinte ele voltaria ainda mais bêbado. Ele foi embora e nós nos arrumamos para dar para os caras. As duas com um vestidinho de puta que, assim que eles chegaram, tiraram, deixando a gente só de calcinha e sutiã. Lá estavam os quatro com os paus para fora. Na verdade, todos pareciam muito gostosos. Nós duas ajoelhadas na frente deles, tentando fazer o melhor boquete possível. Depois fomos para o quarto da minha mãe e lá ela me colocou de quatro e, abrindo minha bunda já nua, ofereci para os quatro. Eles me arrombaram. Estavam como possuídos comigo. Um me comia a buceta e outro me arrombava o cu, os dois ao mesmo tempo, enquanto outro me fazia chupar o pau dele. Ao meu lado, minha mãe estava tendo o cu arrombado enquanto nos tratavam como putas. Parecia que eles nunca se cansavam. Os quatro nos comeram com muita força, tanto na buceta quanto no cu. No final, antes de irem embora, nos sentaram no banheiro e aconteceu algo que eu nunca tinha esperado. As duas sentadas num canto do banheiro sendo mijadas por aqueles quatro caras. Nem minha mãe nem eu resistimos a ser tão humilhadas. Aliás, eu me animei a abrir a boca e deixar que algum jato entrasse. Quando eles foram embora, tomamos banho, mas nem assim conseguimos tirar o cheiro de macho do corpo. Meu cu doía muito, e o da minha mãe também. Limpamos a cama e tomamos uns mates.


Tá bom, gata, toma, aqui tá sua grana.


Mas, gata, isso não é o que te pagaram por mim?


Toma, véia, e não reclama, fui eu que consegui isso aqui.


Sólo cinquenta quando por mim tinham pago quatrocentos, além de estar dolorida me sentia roubada, mas como eu tinha gostado tanto daquelas picas, não me importei. Depois dessa festinha tudo ficou mais fácil pra mim. No último ano do ensino médio entrou um colega novo, imediatamente o coloquei na mira e antes que ele percebesse já estávamos saindo, mesmo que seus amigos dissessem que eu era a vadia mais fácil da escola - e tinham razão no que diziam. O mais insistente em sair comigo, pensei que quando eu o comesse tudo terminaria, então uma tarde na casa dele dei a foda da vida dele e, em vez de me largar, aconteceu o contrário: não se desgrudava de mim. A verdade é que, apesar de ser inexperiente, ele era muito bom de cama. Também, com aquela rola não era difícil pra ele satisfazer uma mulher. Já era natural ir à tarde na casa dele e de vez em quando dar uma boa trepada. A mãe dele gostava de mim e o pai já tinha me sacado, embora me tratasse muito bem, e eu, claro, fazia de santinha. Mas um sábado à tarde, quando fui procurá-lo para tomar alguma coisa, seu pai abriu a porta. Oscar não estava, tinha saído com a mãe. Passei para esperá-lo, mesmo ele dizendo que ia demorar. Me ofereceu algo para beber e imediatamente percebi que ele queria me comer. Não era uma má ideia - dele o Oscar tinha herdado a rola que tinha, e não me enganei. Ali mesmo, na sala de jantar, o velho me arrebentou de pirocadas, me fez chupar sua rola, e essa foi a primeira vez que engoli porra e até do chão ele me fez juntar com a língua. Sua rola era mais grossa que a do Oscar e ele a fez sentir em todos os meus buracos. Quando terminou comigo, meu futuro sogro me disse que, se quisesse continuar com o Oscar, teria que ser sua vadia particular. E claro que aceitei. Ele nunca soube que era isso que eu queria. Fui embora e o velho tinha ficado com minha calcinha vermelha, talvez como troféu - e bem merecido, ele me tinha deixado toda arrebentada e o Oscarcito não devia saber. Assim me tornei a amada da família, já me convidavam para a casa deles todos os... Dias depois, eu já era praticamente da família. Num sábado, fizeram um churrasco. O velho tinha convidado uns amigos. Acontece que eu virei a estrela do churrasco. O Oscar estava todo orgulhoso de ver como admiravam a namorada dele. Como boa putinha que sou, sabia que era questão de tempo até todos aqueles velhos me darem uma festinha. E claro, já de madrugada, ninguém ia embora e meu querido sogro me convidou pra dormir lá. Minha sogra não aguentou muito álcool e foi dormir. Eu estava com um vestidinho simples, sentada de frente pro meu namorado. Meu sogro, sentado na minha frente, não parava de acariciar minha perna e subia o pé até minha buceta. Já queria me comer, mas o Oscar estava ali e não percebia nada. Já estava descarado, até que em um momento o Oscar não aguentou mais e disse que ia deitar. Perguntou se eu me importava de ficar com o pai dele, e claro que eu disse que não, pelo contrário, ia me divertir muito com ele e os dois amigos. Depois eu iria dormir com ele. Meu sogro, assim que o Oscarcito foi embora, sentou do meu lado trazendo um vinho branco e me disse no ouvido que aquela noite eu seria a putinha dos três. Fiquei tão molhada que pensei que tinha mijado. Depois de me dizer isso, me deu um beijão e começou a me apalpar como só ele sabe fazer. O sofá virou nossa cama, meu vestido ficou no chão e os três foram meus machos. Eu não neguei nada, adorava ser tão puta. Os três me comeram, mas nenhum pediu minha bunda e, além disso, fizeram muito bem. Até tive dois orgasmos, o que pra mim é muito. Depois se despediram e meu sogro me deixou ir dormir com o filho dele. Não quis me limpar, me dava tesão que ele sentisse, ao acordar, o cheiro de macho que meu corpo tinha. E naquela manhã, ao acordarmos, o Oscar me comeu com muito amor. O bobo nunca descobriu que o pai e os amigos dele me tinham comido. Meses depois, já estávamos morando juntos quase o tempo todo na casa dos pais dele, onde continuei sendo a putinha do meu sogro. Isso não me desagradava. já que ele me mimava atendendo todos os meus caprichos, devo dizer que meu sogro era muito ativo comigo e seus dois amigos agora vinham mais do que nunca, graças a isso o Oscar conseguiu um excelente trabalho mesmo sem ter se formado e até pôde ter seu próprio carro, coisa que eu pedi a ele se quisesse continuar me comendo e do que o Oscar nunca ficou sabendo, ele sempre pensou que tinha sido ideia da mãe dele. Quando chegou o Natal, conheci seus dois primos, a verdade é que um deles estava muito gostoso, mas meu sogro me controlava muito e, embora tivesse a oportunidade de dar pra eles no Ano Novo, não consegui. Meu sogro me ameaçou de não pagar o casamento com o Oscar se eu fizesse, mas prometeu que depois de casada me libertaria. Assim que o Oscar conseguiu se formar em engenharia, veio nosso casamento, ao qual, claro, meus pais não compareceram, já que tinha cortado toda relação com eles. A festa foi muito boa e divertida, tanto o cozinheiro quanto o cara da música me comeram escondido do meu agora marido. Eu adorava essas aventuras secretas e a verdade é que não fazia porque o Oscar não soubesse foder, me ganhava o tesão de transar escondida, como qualquer puta barata faria. Na primeira noite de lua de mel, assim que chegamos no hotel foi um desafio total, o Oscar me comeu como nunca na vida, mas quando ele adormeceu e eu saí para dar uma volta, já tinha combinado com seus primos queridos que me fizeram a puta mais ousada. Mas por dentro, quando estava sozinha na cama com meu marido, sentia pena dele, o Oscar era bom demais comigo e não merecia que eu o traísse, mas me sentir tão puta era o melhor para mim, não conseguia evitar mesmo que quisesse. Por isso, na nossa lua de mel, dei para o primeiro cara que apareceu e claro que o primeiro que me comeu foi o cara do serviço de quarto. Ser puta me deu a oportunidade de sair de viver numa favela, numa casa de madeira e zinco, onde para comer tinha que deixar ser comida junto com minha mãe. às vezes eu ficava com fome, vivendo numa casa onde não me faltava nada, mas é claro, tinha que continuar fazendo o que tanto gostava, só que agora em segredo. O Oscar não podia saber como eu estava pondo chifre nele, senão eu voltaria pra casa da minha mãe. Mas, pra falar a verdade, acho que de algum jeito — e não sei porquê — o Oscar gostava e ficava excitado em ser um grande corno. Manter minha forma física era fundamental, ao mesmo tempo que me manter bem vestida, o mais sexy possível. E às vezes, quando o Oscar começou a convidar os amigos dele pra casa, me vestir como uma puta era essencial. Ao contrário do que muitos poderiam pensar, o Oscar adorava ver como todos me admiravam. O corno achava que era pela minha beleza, mas eu sabia muito bem que era só porque queriam me comer do jeito que bem entendessem. E não teve um amigo dele que não me tenha comido. Na academia que eu frequentava, tinha muita competição, mas mesmo assim eu dava um jeito de transar nos chuveiros. Meu maior tesão era quando o Oscar vinha me buscar na academia. Todo mundo conhecia a cara do corno, e frequentemente eu saía de lá, recém-comida. Mas, no bairro, todos me conheciam como a esposa do Oscar, e não como a puta que eu sou, embora eu saiba que todos suspeitavam, e muitos teriam pago bem pra me ter na cama. Mas isso não me convinha. Por sorte, o Oscar e o pai dele tinham o costume de passar as festas todos juntos na casa do velho ou numa chácara alugada. Lá também rolavam umas coisinhas, igual nas férias, quando o Oscarcito me dava toda a liberdade pra comer qualquer um. Vou contando aos poucos, e como tudo veio abaixo como um castelo de cartas, e eu acabei de novo na favela, comendo por um prato de comida junto com a puta barata da minha mãe.

4 comentários - soy puta desde pendeja 1

megak_0 +3
usa un punto aparte, o una coma para separar algo
las comas estan
los puntos y aparte los delimito en los dialogos
igualmente gracias por tu critica
ayuda
Gracias por esta nueva historia....a esperar la 2 parte y las demas que se vengan!!!
Aprende a escribir hdp... se nota que no agarraste un libro en tu vida