Oi, sou a Laura, tenho 52 anos e 30 de casada, três filhos homens, um marido de 58 anos. Levava uma vida bem normal pra mim, no sexual. O Carlos é muito clássico, ele foi meu único homem, desde os 18 anos que ficamos namorando. Só no terceiro ano transamos, foram pouquíssimas vezes até nos casarmos. Três meses depois de casada, engravidei, e depois as outras gravidezes também bem seguidas, cada neném tem um ano de diferença.
Temos uma boa situação financeira, o Carlos é gerente numa multinacional, vivemos muito confortáveis, boas férias, boa casa, num condomínio fechado. E já faz um bom tempo, acho que um ano, que escuto várias das minhas amigas, também mulheres gatas e de boa vida, contando alguma aventura. Algumas durante as férias, já que muitas vezes nossos maridos nos deixam alguns dias com os filhos nos hotéis e elas aproveitam pra ter um caso de verão.
Um dia a Marcela contou como na Tailândia um negro quase a deixou manca, que chegou o marido dela e ela estava toda dolorida. Ela dizia: "Nunca mais com um negro assim". Ela devia ter uns 47 anos e o negro 27, e tinha uma ferramenta de uns 25 cm e grossa, tremenda coisa, e a deixou mal, mal.
Eu depois dessas conversas voltava muito excitada pra casa, acabava me masturbando. À noite transava e pensava nas conversas do dia e gozava que nem uma louca. O Carlos gozava e dormia, e eu muitas vezes ficava com mais vontade.
O Carlos tem uma ferramenta de uns 12 cm, pra mim eram todas muito parecidas, era o que eu achava.
Um dia de verão estavam os meninos com os amigos na piscina, eles jogavam e riam muito. O Pedro, o mais velho, tinha 28 anos, me gritou: "Véia, traz umas brejas pra gente". Levei umas latas e me aproximei da piscina. Eu com um biquíni de duas peças, não daqueles minúsculos, já que tenho bastante peito e uma bunda que sempre me disseram que era muito bonita, bem carnuda e dura, empinada. Os meninos me zoavam: "Booooa, chegou a rainha". O José, um dos... Amigos diziam para o Pedro: "Eu, se fosse seu pai, botava as pilhas porque sua mãe tá pronta pra fazer uma bagunça!!" Todo mundo dava risada, "siiiiim, ele trabalha muito e a véia sai muito sozinha, não sei no que ela tá metida, hahahaha, cala a boca, bobo".
Eu pulei na água e eles continuavam conversando e zoando, mas notei que o José não tirava o olho da minha bunda e dos meus peitos. Me senti meio estranha. Depois, enquanto conversavam entre eles, ouvi que o José tinha brigado com a namorada e perguntei: "O que aconteceu, José, com aquela garota tão bonita?" O Pedro respondeu: "Não sei, ele não aguentou mais, deixava ela mancando, hahahaha". "Não seja besta, Pedro!" "Nãoooo, sério, véia, você não sabe como é esse animal, quando veem ele, as magrinhas se assustam, hahahaha". O José me olhava e sorria. "Ah, vocês são uns bobos, vou lá pra dentro. Vovózinha, prepara alguma coisa pra gente beliscar?" "Tá bom, você não merece, mas tudo bem, eu preparo".
Me sequei e fui pra dentro preparar alguma coisa pra eles beliscarem. Estava preparando quando apareceu o Juan, outro amigo. "Sai daqui, você tá molhado!" Ele pegou uma latinha e saiu. Depois entrou o José. "Sai, vocês entram molhados aqui!" "Não, Laura, eu me sequei. Posso pegar uma lata de cerveja?" "Ah, sim, pega". Ele se aproximou pra ver o que eu estava preparando e me perguntou: "Posso?" "Sim, pega". Ele levou algumas batatas fritas, me olhou e disse: "Obrigado, Laura". Eu notei que ele olhava meus peitos e meus mamilos estavam bem durinhos, dava pra notar. Fiquei nervosa. Ele saiu me olhando de lado. "Esse cara tá me querendo, tá maluco".
Naquela noite, enquanto transava com o Carlos, me vinha à mente como o José me olhava e isso me deixava mais excitada.
Os dias passaram e uma tarde, quando eu estava saindo, o Pedro me ligou: "Ô, véia, o José vai passar aí pra buscar o Play. Manda ele ir no meu quarto e levar, porque vamos nos reunir na casa do Juan pra jogar". "Bom, a que horas ele vem?" "Já deve estar chegando". "Ah, bom, porque eu já estava saindo".
Me avisaram da portaria que o José estava lá. "Sim, pode entrar".
Ele chegou: "Oi, José". "Oi, Laura, vim buscar o Play do Pedro". "Sim, sim". Entra, já me avisaram que você viria. Entro no quarto, José, quer algo fresco? Ah, se tiver água fresca, agradeço. Desço com o PlayStation e os cabos, vim para a cozinha e servi água fresca. Que calor que faz, Laura! Uhum, siiiim. E aí, José, o que aconteceu com sua namorada? No outro dia, esses bobos no final não me contaram nada.
Ele me olha e diz: É mais ou menos como o Pedro dizia. Ah, para de zoar, José! Não, sério, Laura, tenho um problema. Segundo algumas, incomoda ter sexo comigo. Agora estou saindo com uma mulher mais velha e, na real, posso aproveitar mais. Uffffffff, não conseguia acreditar. Já estava ficando excitada só de ouvir. Ah, bom, de agora em diante vou tomar cuidado para não te dar as costas, hahaha. Nããão, Laura, para mim você é como minha mãe. E me dá um abraço e um beijo na bochecha, e eu rindo nervosa. Digo: Mas não sou sua mãe! E enquanto o abraço, aperto ele mais contra meu corpo. Opa, senti o volume dele bem duro no meu ventre. Olho para ele e digo: Bom, bom, tenho que ir, José. Sim, sim, melhor eu ir também. Por quê? Por nada, Laura. Tchaaaaau, obrigado pela água! E ele foi embora. Fiquei super excitada e molhada. Ufffff, esse cara me deixa com muito tesão.
No domingo, Carlos viajou para a Espanha a trabalho. Na segunda-feira, estava em casa e tocam a campainha. Senhora, é o José... Pode passar? Sim, sim, que entre. Fiquei surpresa. Oi, José, o que foi? O Pedro não te avisou? Não, o quê? Vim buscar uns jogos do PlayStation. Nisso, chega uma mensagem do Pedro: "Mana, o José vai aí buscar uns jogos." Agora ele me avisa! Pode entrar, você já sabe onde estão.
Eu estava de maiô. Ele desceu e pediu um copo de água fresca. Ah, você vai entrar na piscina, Laura? Sim, estava indo. Uh, que legal! Quer dar um mergulho? Estou sem roupa de banho, senão eu entraria. Bom, pega um short do Pedro e se refresca um pouco. Sério? Siiiim, sobe, pega um e vem para a piscina. Como esse cara me deixa com tesão! Fui para a água, entrei e... Ratito apareceu o José com um short apertado do Pedro, ah, tá um pouco justo em você, ele ria, siiiiiiiiiii, não tirava o olho dos meus peitos, se jogou na água, nadamos um pouco, conversamos besteira, eu ajustei minha sunga mais enfiada no cu e saí da piscina, me joguei na espreguiçadeira e ele ficou na água segurando na borda me olhando e conversando, eu abria um pouquinho as pernas, assim ele tinha uma vista melhor, quer algo fresco? Uh, tava bom uma cerveja, Laura.
Fui pra casa, peguei duas latas e voltei, quando tava me aproximando, vejo ele sair da água e se marcava um volume doido, ele como se nada, tava parado e eu vinha olhando, ahhhhh agora entendo a da sua namorada.
Perdão, Laura, não, que perdão, por quê? Tô dando a cerveja e ele me diz, por como eu fiquei, não acontece nada, José, e pega a cerveja e me abraça e assim sem mais me comeu a boca e eu entregue, terrível como se sentia aquela coisa que seguia crescendo apoiada no meu ventre, Para, José, vamos lá dentro.
Nos fomos pra dentro e assim que entramos já tava amassando meus peitos e me beijando, fui me ajoelhando, fui baixando o short e saltou uma pica enorme, calculei uns 20 cm de carne dura e grossa muito quente, olhava ela como hipnotizada, não sabia o que fazer com uma pica dessas, nunca tinha visto algo assim, a do Carlos ao lado disso é de brinquedo, só me ocorreu lamber ela da cabeça até os ovos, grandões e peludos, ele me levantou e baixou a calcinha da sunga e assim pelados seguíamos nos beijando, me levou até o sofá e me deitei, se ajoelhou e começou chupando minha buceta, ufffffffffff mmmmmmmm mamita me deixava louca, não aguentei nada, gozei, agarrava ele pelos cabelos e enfiava a cara na minha buceta, não sai mais, continua continua e ele seguia chupando como nunca o Carlos chupou minha buceta, gozei de novo, e ele seguia metendo língua e dedos na minha buceta, à merda, esse cara me tem despatarrada no a poltrona me fazendo o que quisesse e eu curtindo como nunca, nunca senti tanto em tão pouco tempo, estava delirando e enquanto ele estava chupando bem forte a minha buceta, senti entrar um dedo no cu, ufffffffffffffffffffff mmmmmmmmahhhhhhhhhh eu queria enfiar a cabeça dele dentro da buceta e senti dois dedos no cu e berreeeeeeeeee ahhhhhhhhhhhhhgggggggggguhhhhhhhhhhsisisisisisisisisiiscaralho, gozei a jorros, soltei a cabeça dele e ele foi tirando os dedos do cu e subiu em cima de mim e eu coloquei uma perna em cima do encosto e a outra descendo do sofá, mais aberta não podia estar e sentir o pau entrando voltava a delirar, não parava mais de entrar, que cara safado, senti dor, apertava ele com minhas mãos nas costas dele e gozei de novo safado você vai me matar, gato, que pau que você tem e eu pedi, não me faz doer, mas o cara começou a meter forte, eu gritava, jogava as pernas pra todo lado e ele continuava como um cachorro no cio, eu estava delirando e gemendo e gozamos os dois juntinhos, senti uns jatos de porra bem profundos, muita porra e só assim ele se acalmou, ficou me beijando e beijando os peitos, José, só te peço uma coisa, disso nunca nada pra ninguém, hein? Sim Laura, claro, sabe as punhetas que eu já bati pensando em você, milhares e milhares de punhetas, sério? Siiiim, desde os doze anos eu me masturbei pensando em você senti que ele estava ficando duro de novo dentro de mim, nãooooo outra vez? Siiiiiiiiiiiiii e já estava se mexendo, e se a gente for pro quarto? bom, ele me levanta como um papel, sem tirar o pau de dentro de mim e subimos a escada assim, eu devorava a boca dele e a língua quente brincando na minha boca me deixava mais excitada!! Que safado, chegamos na cama e nos deitamos sem tirar o pau da buceta, me sentia empalada, parecia que chegava na garganta esse pauzão, fizemos de todas as formas, algo que nunca tinha feito com Carlos, faz anos que só fazemos missionário, com José, meu Deus, não sabia que dava pra fazer de tantas maneiras, ele levantava minhas pernas, com minhas perninhas nos ombros dele, de ladinho, sentados como buda, assim eu sentia terrível, ele entrava demais e doía, de quatro, a gente mudava de posição sem tirar, e ele voltou a gozar e continuou como se nada e eu já não aguentava mais, estava de quatro e ainda por cima ele meteu um dedo no meu cu, o dedo dele é como o pau do Carlos, eu gritava e ele continuava como um louco, mas antes de gozar ele tirou e me disse toma Laurita e eu virei e tinha o pau dele na frente da minha boca, mal conseguia colocar um pouquinho na boca, lambi a cabeça com a língua e saiu um pouco de porra e sem pensar engoli, azeda e morna, não gostei muito mas engoli tudo rápido, ele olhava pro teto e só gemia, uffffffffffff Laura lindo o seu, a gente se beijava e abraçado, passaram uns minutos de carícias, eu estava morta, não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido, gozei sei lá mil vezes, nunca nada nem parecido e sinto o pau dele pulsando na minha virilha, nonono, para nenê, já estou morta, uh Laura, pensei que você ia me dar o bumbum. Quêeeeeeeeeee, nãooooooooooo para, além do mais eu quase não uso, está quase 0km e com uma coisa dessas a gente tem que ir com muita calma, mmmm bom, só pensei. Nãoooo por hoje chega, vamos nos refrescar na piscina?
Vamos sim, coloquei o maiô, ele também e a gente pulou na água, eu falei de novo, que disso nem uma palavra pra ninguém, nãooooo Lau, fica mais que tranquila e ele me apoia por trás e estava com o pau duro de novo, nãoooooooooo quer mais? e já estava tirando meu maiô e me puxei da borda e ele mergulhou e lambeu minha buceta debaixo d'água, subia e me beijava, assim três quatro vezes e em uma senti que o pau dele abriu caminho na minha buceta, que ela abraçava e curtia bem o meu pau e eu estava morta, não aguentava mais, ele continuou me bombando até me encher de porra de novo. Bom, já acabou? agora sim? Na verdade eu continuaria te comendo Até amanhã, Laura. Você me deixa muito excitado. Bom, mas pensa que já estou velha para tanto e para uma coisa dessas que você tem. Me passa a sunga, eu coloquei e saí. Ele colocou o short e saiu também. Nos secamos um pouco e fomos para dentro. Bom, Lau, me visto e vou embora. Ok, tá bom.
Desci, estava com uma lata na mão, meio desmaiada de tanto transar. Ele se aproximou, pegou minha lata, tomou um gole, me deu um beijo, agarrou minha mão e colocou sobre o pau dele. "Tá vendo como você me deixou? Não quer um rapidinho?" NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ É assim que você vai me buscar, né? Sim, amor, sem problema nenhum.
Bom, vou deixar você ir com as meninas então, beijinhos.
Beijos, te amo.
Subi no carro e saí. Cheguei na pizzaria e o José já estava lá. Cumprimentei ele com um beijo na bochecha. "Oi, como você está, José?"
"Bem, MUITO BEM AGORA."
Com um sorriso de criança com brinquedo novo — e eu era o brinquedo, e gostava de ser.
Ele disse: "Lau, já pedi para a gente ir embora rápido daqui, te incomoda?"
"Nããão, para onde você vai me levar depois?"
"Para passar a noite juntos, quer?"
"Simmmmm, quero."
Comemos um pouco, mas a gente se comia com os olhos. Dava para ver que estávamos os dois muito excitados. Pagamos e saímos rápido de lá. Subimos cada um no seu carro, deixamos o dele a poucas quadras e ele entrou no meu. Fomos para a Panamericana e entramos em um hotel.
Foi uma explosão assim que entramos. Como dois desesperados, nos beijos e amassos. Estávamos muito excitados, com tesão. Eu, com a buceta encharcada, só queria aquele pau lindo bem dentro de mim. Fazia 40 anos que eu não transava tanto em um dia e estava desesperada. Ele também, muito excitado, aquele pau duro como pedra. Ficamos pelados — nem sei como —, mas assim estávamos, nos beijando em pé, beijos e carícias. Senti o falo duro dele batendo na minha buceta. Levantei uma perna para deixar ele entrar. Ele meio agachado e… dentro. Ufffffffffffffffffffffffffffffff.
Lindo demais! Foi essa entrada. Senti ele abrindo caminho e batendo lá no fundo. Doía pra caralho, mas eu curtia. Me sentia uma mulher completa e recheada. É o máximo, não podia pedir mais. A juventude dele era contagiante, e eu me sentia uma putinha, bem putinha mesmo, comendo um novinho — só que o novinho é que estava me ensinando tudo.
Ele me comeu assim em pé, me levou para dar uma volta de pau pelo quarto todo, depois para a cama. Um 69 luxuoso. Gozei com a língua dele, depois gozei com a língua dele na minha bunda. Ele metia dedo, língua… minha bunda pulsava. Às vezes, eu queria pedir para ele fazer a pequenininha. cuz, mas me dava um pouquinho de medo, o pau dele é bruto, saiu de baixo e começou a me chupar toda as costas, as coxas, a virilha, a buceta, o cu, uffffffffffff eu gritava, ele se ajeitou atrás e deixou rolar na buceta, uffffffffffffff eu sentia ele entrando e eu gozava como nunca, jatos de porra, ele tirou e senti na portinha do cu, nononononon, por favor não, só um pouquinho, nãooooooooooo não acredito, quando entrar um pouquinho você vai enfiar tudo e acaba tudo José, foda-se minha palavra, não respondi e ele entendeu que era sim, eu na verdade lá no fundo queria sentir bem no cu, mas me faltava um pouquinho mais de decisão, ele continuou brincando no cu, entrou a cabeça AYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY PARAPARA PARA, nem pense nisso!!!! não, Lau só isso, deixou assim, sentia bem a borda da cabeça dentro, mas não forçou mais nada, tirou uffffffffffffffffffff que alívio e dentro de novo, só a cabeça, sentia que meu cu rachava em oito, várias vezes foi, mas me respeitou, só a cabeça, já na última entrada eu estava quase pedindo um pouquinho mais, mas ele se adiantou e me diz: viu que cumpro minha palavra? sim, sim, você vai ter, foda-se minha palavra, você vai acabar quebrando, mas me deixa acostumar com tudo isso, transamos num sofá, no chuveiro, apoiada numa janelona, num momento, ele me agarrou pela cintura e me virou, fiquei de cabeça pra baixo e ele me ajeitou pra fazer um 69 em pé, uffffffff, eu lambia os ovos dele, o pau, ele assim me metia aquela língua no cu e me chupava a buceta como um louco e que vergonha, me escapou um peido da buceta, ele ria hahaha, quase me desgrenha Lau, eu queria morrer, ele me dizia tudo bem de boa, eu adoro, quer dizer que você tá à vontade, depois me ajeitou num sofá meio estranho, o que é isso? Pra fazer a Booty Lau, nonono, já te falei, siiiim e eu te dei minha palavra Lau e continuamos brincando naquele sofá, até que ele voltou a enfiar a cabeça na minha bunda uffffffffffffffffff para para , sim Lau , quando você quiser me pede , me deixa brincar com a pontinha? Siiiiiiiiii só isso , ele perfurava minha bunda assim , entrava saía até que ele disse vou encher , nãooooooooooooooo , não de leiteeeeeeeeeeeeeeeeee ufffffffffffffff jato de porra dentro do bum , eram umas seis da manhã e a gente ainda estava transando , minhas pernas já estavam tremendo , não aguentava mais , ele se animava a chupar meus peitos , a buceta , algum dedo no cu , eu entregue , falei , faz o que quiser , o que eu quiser? SIII NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOO menos a bunda!!!!! JAJAJA já sei , isso quando você quiser , com a pontinha já me relaxa um pouco , mas quero comer , siiiii bobo , vou dar , tem um pouco de paciência . Vamos tomar café e depois você vem em casa? Vamos . Vamos tomar banho , não sabe que Lau , quero ir assim cheios de sexo , ehh eu estou escorrendo por todos os lados , coloca a calcinha e vamos , quero sentir o cheiro do sexo , você é louco , mas tudo bem , já que te devo uma coisa vamos assim . Assim saímos , fomos tomar café , ele sentou do meu lado , baixava a mão e tocava minha buceta , o protetor estava encharcado , não absorvia mais , ele molhava os dois dedos e me dava para chupar , eu chupava e ele voltava a colocar dois dedos e chupava , ummmmmmm como isso me excitava , tinha vontade de transar com ele jáaaaaaaaa . tomamos café e fomos para casa , ele entrou no porta-malas do carro , ainda bem que é um suv e o espaço é grande . Chegamos em casa , preparei o mate e ele me sentou na bancada da cozinha , tirou minha calcinha , era um nojo , encharcada , ele começou a me limpar a buceta a lambidas e vejo que ele tira as calças e estava duro como uma pedra , nenê , você não tem fim , nunca se cansa? Lau , te falei que desde o cara me matei de punheta pensando em você , sabe o que é ter você assim , nunca achei que poderia ter você assim e te foder de todas as formas, bom, já não tem mais jeito de fazer, acho, né?
O que você sabe quanto mais a gente pode fazer, você é muito safadinha, só falta fazer a Booty, te amarrar na cama, te vendar os olhos, chuva dourada e muito mais, temos muito mais pra fazer Lau, você me deixa louco de tesão, eu te enfiaria de manhã e só te tirava à noite!!
Amor, você é divino e a gente se comia de beijos e ele me deu uma sentada na bancada e depois me sentou na ponta da mesa e terminou seu trabalho, gozei na bancada e na mesa, peguei o mate, ele sentou numa cadeira e eu, vendo que o pau estava meio morto, sentei em cima e beijava ele e dava o mate e em cinco minutos dava pra sentir que o pau estava vivo, safado, quer mais? Vai, enfia, levantei um pouco e ele entrou um pouco e sentei em cima, fiquei assim enfiada, tomamos mate, muitos beijos, beija gostoso, brincávamos com as línguas e sentia aquele pau até a garganta, no dia ele ficou até sete da tarde, transamos pela casa toda, na piscina, em todo lugar, até dentro do carro do Carlos, subiu no Porta-malas e tirei ele do bairro, deixei no carro dele e voltei, dez minutos depois chegaram os três meninos.
Jantaram?
Siiiiii, véia, já jantamos.
Juan, o do meio, me diz: véia, que cara você tem, tá destruída.
Siii, ontem fomos com as meninas jantar e deitei muito tarde e hoje não dormi sesta.
Ah, vai deitar.
Sim, filho, já vou.
Nisso Pedro falando no telefone:
Eu, porra, por que não veio ontem nem hoje? Não sabe que tinha umas gostosas lindas? Juan pegou uma, eu fiquei com outra.
Ahhhhhh, conheço?
Nãããããão, sério? Que safado!
Cuidado, vai ver te metem bala, otário.
Vai, amanhã você me conta.
Com quem você tá falando, Pedro?
Com José, que tava me dizendo que não foi, porque pegou uma coroa e passou a noite num hotel, a coroa é casada, esse otário vai se meter numa roubada.
Bom, deixa ele.
Sim, com certeza.
Continua...
Temos uma boa situação financeira, o Carlos é gerente numa multinacional, vivemos muito confortáveis, boas férias, boa casa, num condomínio fechado. E já faz um bom tempo, acho que um ano, que escuto várias das minhas amigas, também mulheres gatas e de boa vida, contando alguma aventura. Algumas durante as férias, já que muitas vezes nossos maridos nos deixam alguns dias com os filhos nos hotéis e elas aproveitam pra ter um caso de verão.
Um dia a Marcela contou como na Tailândia um negro quase a deixou manca, que chegou o marido dela e ela estava toda dolorida. Ela dizia: "Nunca mais com um negro assim". Ela devia ter uns 47 anos e o negro 27, e tinha uma ferramenta de uns 25 cm e grossa, tremenda coisa, e a deixou mal, mal.
Eu depois dessas conversas voltava muito excitada pra casa, acabava me masturbando. À noite transava e pensava nas conversas do dia e gozava que nem uma louca. O Carlos gozava e dormia, e eu muitas vezes ficava com mais vontade.
O Carlos tem uma ferramenta de uns 12 cm, pra mim eram todas muito parecidas, era o que eu achava.
Um dia de verão estavam os meninos com os amigos na piscina, eles jogavam e riam muito. O Pedro, o mais velho, tinha 28 anos, me gritou: "Véia, traz umas brejas pra gente". Levei umas latas e me aproximei da piscina. Eu com um biquíni de duas peças, não daqueles minúsculos, já que tenho bastante peito e uma bunda que sempre me disseram que era muito bonita, bem carnuda e dura, empinada. Os meninos me zoavam: "Booooa, chegou a rainha". O José, um dos... Amigos diziam para o Pedro: "Eu, se fosse seu pai, botava as pilhas porque sua mãe tá pronta pra fazer uma bagunça!!" Todo mundo dava risada, "siiiiim, ele trabalha muito e a véia sai muito sozinha, não sei no que ela tá metida, hahahaha, cala a boca, bobo".
Eu pulei na água e eles continuavam conversando e zoando, mas notei que o José não tirava o olho da minha bunda e dos meus peitos. Me senti meio estranha. Depois, enquanto conversavam entre eles, ouvi que o José tinha brigado com a namorada e perguntei: "O que aconteceu, José, com aquela garota tão bonita?" O Pedro respondeu: "Não sei, ele não aguentou mais, deixava ela mancando, hahahaha". "Não seja besta, Pedro!" "Nãoooo, sério, véia, você não sabe como é esse animal, quando veem ele, as magrinhas se assustam, hahahaha". O José me olhava e sorria. "Ah, vocês são uns bobos, vou lá pra dentro. Vovózinha, prepara alguma coisa pra gente beliscar?" "Tá bom, você não merece, mas tudo bem, eu preparo".
Me sequei e fui pra dentro preparar alguma coisa pra eles beliscarem. Estava preparando quando apareceu o Juan, outro amigo. "Sai daqui, você tá molhado!" Ele pegou uma latinha e saiu. Depois entrou o José. "Sai, vocês entram molhados aqui!" "Não, Laura, eu me sequei. Posso pegar uma lata de cerveja?" "Ah, sim, pega". Ele se aproximou pra ver o que eu estava preparando e me perguntou: "Posso?" "Sim, pega". Ele levou algumas batatas fritas, me olhou e disse: "Obrigado, Laura". Eu notei que ele olhava meus peitos e meus mamilos estavam bem durinhos, dava pra notar. Fiquei nervosa. Ele saiu me olhando de lado. "Esse cara tá me querendo, tá maluco".
Naquela noite, enquanto transava com o Carlos, me vinha à mente como o José me olhava e isso me deixava mais excitada.
Os dias passaram e uma tarde, quando eu estava saindo, o Pedro me ligou: "Ô, véia, o José vai passar aí pra buscar o Play. Manda ele ir no meu quarto e levar, porque vamos nos reunir na casa do Juan pra jogar". "Bom, a que horas ele vem?" "Já deve estar chegando". "Ah, bom, porque eu já estava saindo".
Me avisaram da portaria que o José estava lá. "Sim, pode entrar".
Ele chegou: "Oi, José". "Oi, Laura, vim buscar o Play do Pedro". "Sim, sim". Entra, já me avisaram que você viria. Entro no quarto, José, quer algo fresco? Ah, se tiver água fresca, agradeço. Desço com o PlayStation e os cabos, vim para a cozinha e servi água fresca. Que calor que faz, Laura! Uhum, siiiim. E aí, José, o que aconteceu com sua namorada? No outro dia, esses bobos no final não me contaram nada.
Ele me olha e diz: É mais ou menos como o Pedro dizia. Ah, para de zoar, José! Não, sério, Laura, tenho um problema. Segundo algumas, incomoda ter sexo comigo. Agora estou saindo com uma mulher mais velha e, na real, posso aproveitar mais. Uffffffff, não conseguia acreditar. Já estava ficando excitada só de ouvir. Ah, bom, de agora em diante vou tomar cuidado para não te dar as costas, hahaha. Nããão, Laura, para mim você é como minha mãe. E me dá um abraço e um beijo na bochecha, e eu rindo nervosa. Digo: Mas não sou sua mãe! E enquanto o abraço, aperto ele mais contra meu corpo. Opa, senti o volume dele bem duro no meu ventre. Olho para ele e digo: Bom, bom, tenho que ir, José. Sim, sim, melhor eu ir também. Por quê? Por nada, Laura. Tchaaaaau, obrigado pela água! E ele foi embora. Fiquei super excitada e molhada. Ufffff, esse cara me deixa com muito tesão.
No domingo, Carlos viajou para a Espanha a trabalho. Na segunda-feira, estava em casa e tocam a campainha. Senhora, é o José... Pode passar? Sim, sim, que entre. Fiquei surpresa. Oi, José, o que foi? O Pedro não te avisou? Não, o quê? Vim buscar uns jogos do PlayStation. Nisso, chega uma mensagem do Pedro: "Mana, o José vai aí buscar uns jogos." Agora ele me avisa! Pode entrar, você já sabe onde estão.
Eu estava de maiô. Ele desceu e pediu um copo de água fresca. Ah, você vai entrar na piscina, Laura? Sim, estava indo. Uh, que legal! Quer dar um mergulho? Estou sem roupa de banho, senão eu entraria. Bom, pega um short do Pedro e se refresca um pouco. Sério? Siiiim, sobe, pega um e vem para a piscina. Como esse cara me deixa com tesão! Fui para a água, entrei e... Ratito apareceu o José com um short apertado do Pedro, ah, tá um pouco justo em você, ele ria, siiiiiiiiiii, não tirava o olho dos meus peitos, se jogou na água, nadamos um pouco, conversamos besteira, eu ajustei minha sunga mais enfiada no cu e saí da piscina, me joguei na espreguiçadeira e ele ficou na água segurando na borda me olhando e conversando, eu abria um pouquinho as pernas, assim ele tinha uma vista melhor, quer algo fresco? Uh, tava bom uma cerveja, Laura.
Fui pra casa, peguei duas latas e voltei, quando tava me aproximando, vejo ele sair da água e se marcava um volume doido, ele como se nada, tava parado e eu vinha olhando, ahhhhh agora entendo a da sua namorada.
Perdão, Laura, não, que perdão, por quê? Tô dando a cerveja e ele me diz, por como eu fiquei, não acontece nada, José, e pega a cerveja e me abraça e assim sem mais me comeu a boca e eu entregue, terrível como se sentia aquela coisa que seguia crescendo apoiada no meu ventre, Para, José, vamos lá dentro.
Nos fomos pra dentro e assim que entramos já tava amassando meus peitos e me beijando, fui me ajoelhando, fui baixando o short e saltou uma pica enorme, calculei uns 20 cm de carne dura e grossa muito quente, olhava ela como hipnotizada, não sabia o que fazer com uma pica dessas, nunca tinha visto algo assim, a do Carlos ao lado disso é de brinquedo, só me ocorreu lamber ela da cabeça até os ovos, grandões e peludos, ele me levantou e baixou a calcinha da sunga e assim pelados seguíamos nos beijando, me levou até o sofá e me deitei, se ajoelhou e começou chupando minha buceta, ufffffffffff mmmmmmmm mamita me deixava louca, não aguentei nada, gozei, agarrava ele pelos cabelos e enfiava a cara na minha buceta, não sai mais, continua continua e ele seguia chupando como nunca o Carlos chupou minha buceta, gozei de novo, e ele seguia metendo língua e dedos na minha buceta, à merda, esse cara me tem despatarrada no a poltrona me fazendo o que quisesse e eu curtindo como nunca, nunca senti tanto em tão pouco tempo, estava delirando e enquanto ele estava chupando bem forte a minha buceta, senti entrar um dedo no cu, ufffffffffffffffffffff mmmmmmmmahhhhhhhhhh eu queria enfiar a cabeça dele dentro da buceta e senti dois dedos no cu e berreeeeeeeeee ahhhhhhhhhhhhhgggggggggguhhhhhhhhhhsisisisisisisisisiiscaralho, gozei a jorros, soltei a cabeça dele e ele foi tirando os dedos do cu e subiu em cima de mim e eu coloquei uma perna em cima do encosto e a outra descendo do sofá, mais aberta não podia estar e sentir o pau entrando voltava a delirar, não parava mais de entrar, que cara safado, senti dor, apertava ele com minhas mãos nas costas dele e gozei de novo safado você vai me matar, gato, que pau que você tem e eu pedi, não me faz doer, mas o cara começou a meter forte, eu gritava, jogava as pernas pra todo lado e ele continuava como um cachorro no cio, eu estava delirando e gemendo e gozamos os dois juntinhos, senti uns jatos de porra bem profundos, muita porra e só assim ele se acalmou, ficou me beijando e beijando os peitos, José, só te peço uma coisa, disso nunca nada pra ninguém, hein? Sim Laura, claro, sabe as punhetas que eu já bati pensando em você, milhares e milhares de punhetas, sério? Siiiim, desde os doze anos eu me masturbei pensando em você senti que ele estava ficando duro de novo dentro de mim, nãooooo outra vez? Siiiiiiiiiiiiii e já estava se mexendo, e se a gente for pro quarto? bom, ele me levanta como um papel, sem tirar o pau de dentro de mim e subimos a escada assim, eu devorava a boca dele e a língua quente brincando na minha boca me deixava mais excitada!! Que safado, chegamos na cama e nos deitamos sem tirar o pau da buceta, me sentia empalada, parecia que chegava na garganta esse pauzão, fizemos de todas as formas, algo que nunca tinha feito com Carlos, faz anos que só fazemos missionário, com José, meu Deus, não sabia que dava pra fazer de tantas maneiras, ele levantava minhas pernas, com minhas perninhas nos ombros dele, de ladinho, sentados como buda, assim eu sentia terrível, ele entrava demais e doía, de quatro, a gente mudava de posição sem tirar, e ele voltou a gozar e continuou como se nada e eu já não aguentava mais, estava de quatro e ainda por cima ele meteu um dedo no meu cu, o dedo dele é como o pau do Carlos, eu gritava e ele continuava como um louco, mas antes de gozar ele tirou e me disse toma Laurita e eu virei e tinha o pau dele na frente da minha boca, mal conseguia colocar um pouquinho na boca, lambi a cabeça com a língua e saiu um pouco de porra e sem pensar engoli, azeda e morna, não gostei muito mas engoli tudo rápido, ele olhava pro teto e só gemia, uffffffffffff Laura lindo o seu, a gente se beijava e abraçado, passaram uns minutos de carícias, eu estava morta, não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido, gozei sei lá mil vezes, nunca nada nem parecido e sinto o pau dele pulsando na minha virilha, nonono, para nenê, já estou morta, uh Laura, pensei que você ia me dar o bumbum. Quêeeeeeeeeee, nãooooooooooo para, além do mais eu quase não uso, está quase 0km e com uma coisa dessas a gente tem que ir com muita calma, mmmm bom, só pensei. Nãoooo por hoje chega, vamos nos refrescar na piscina?
Vamos sim, coloquei o maiô, ele também e a gente pulou na água, eu falei de novo, que disso nem uma palavra pra ninguém, nãooooo Lau, fica mais que tranquila e ele me apoia por trás e estava com o pau duro de novo, nãoooooooooo quer mais? e já estava tirando meu maiô e me puxei da borda e ele mergulhou e lambeu minha buceta debaixo d'água, subia e me beijava, assim três quatro vezes e em uma senti que o pau dele abriu caminho na minha buceta, que ela abraçava e curtia bem o meu pau e eu estava morta, não aguentava mais, ele continuou me bombando até me encher de porra de novo. Bom, já acabou? agora sim? Na verdade eu continuaria te comendo Até amanhã, Laura. Você me deixa muito excitado. Bom, mas pensa que já estou velha para tanto e para uma coisa dessas que você tem. Me passa a sunga, eu coloquei e saí. Ele colocou o short e saiu também. Nos secamos um pouco e fomos para dentro. Bom, Lau, me visto e vou embora. Ok, tá bom.
Desci, estava com uma lata na mão, meio desmaiada de tanto transar. Ele se aproximou, pegou minha lata, tomou um gole, me deu um beijo, agarrou minha mão e colocou sobre o pau dele. "Tá vendo como você me deixou? Não quer um rapidinho?" NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ É assim que você vai me buscar, né? Sim, amor, sem problema nenhum.
Bom, vou deixar você ir com as meninas então, beijinhos.
Beijos, te amo.
Subi no carro e saí. Cheguei na pizzaria e o José já estava lá. Cumprimentei ele com um beijo na bochecha. "Oi, como você está, José?"
"Bem, MUITO BEM AGORA."
Com um sorriso de criança com brinquedo novo — e eu era o brinquedo, e gostava de ser.
Ele disse: "Lau, já pedi para a gente ir embora rápido daqui, te incomoda?"
"Nããão, para onde você vai me levar depois?"
"Para passar a noite juntos, quer?"
"Simmmmm, quero."
Comemos um pouco, mas a gente se comia com os olhos. Dava para ver que estávamos os dois muito excitados. Pagamos e saímos rápido de lá. Subimos cada um no seu carro, deixamos o dele a poucas quadras e ele entrou no meu. Fomos para a Panamericana e entramos em um hotel.
Foi uma explosão assim que entramos. Como dois desesperados, nos beijos e amassos. Estávamos muito excitados, com tesão. Eu, com a buceta encharcada, só queria aquele pau lindo bem dentro de mim. Fazia 40 anos que eu não transava tanto em um dia e estava desesperada. Ele também, muito excitado, aquele pau duro como pedra. Ficamos pelados — nem sei como —, mas assim estávamos, nos beijando em pé, beijos e carícias. Senti o falo duro dele batendo na minha buceta. Levantei uma perna para deixar ele entrar. Ele meio agachado e… dentro. Ufffffffffffffffffffffffffffffff.
Lindo demais! Foi essa entrada. Senti ele abrindo caminho e batendo lá no fundo. Doía pra caralho, mas eu curtia. Me sentia uma mulher completa e recheada. É o máximo, não podia pedir mais. A juventude dele era contagiante, e eu me sentia uma putinha, bem putinha mesmo, comendo um novinho — só que o novinho é que estava me ensinando tudo.
Ele me comeu assim em pé, me levou para dar uma volta de pau pelo quarto todo, depois para a cama. Um 69 luxuoso. Gozei com a língua dele, depois gozei com a língua dele na minha bunda. Ele metia dedo, língua… minha bunda pulsava. Às vezes, eu queria pedir para ele fazer a pequenininha. cuz, mas me dava um pouquinho de medo, o pau dele é bruto, saiu de baixo e começou a me chupar toda as costas, as coxas, a virilha, a buceta, o cu, uffffffffffff eu gritava, ele se ajeitou atrás e deixou rolar na buceta, uffffffffffffff eu sentia ele entrando e eu gozava como nunca, jatos de porra, ele tirou e senti na portinha do cu, nononononon, por favor não, só um pouquinho, nãooooooooooo não acredito, quando entrar um pouquinho você vai enfiar tudo e acaba tudo José, foda-se minha palavra, não respondi e ele entendeu que era sim, eu na verdade lá no fundo queria sentir bem no cu, mas me faltava um pouquinho mais de decisão, ele continuou brincando no cu, entrou a cabeça AYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY PARAPARA PARA, nem pense nisso!!!! não, Lau só isso, deixou assim, sentia bem a borda da cabeça dentro, mas não forçou mais nada, tirou uffffffffffffffffffff que alívio e dentro de novo, só a cabeça, sentia que meu cu rachava em oito, várias vezes foi, mas me respeitou, só a cabeça, já na última entrada eu estava quase pedindo um pouquinho mais, mas ele se adiantou e me diz: viu que cumpro minha palavra? sim, sim, você vai ter, foda-se minha palavra, você vai acabar quebrando, mas me deixa acostumar com tudo isso, transamos num sofá, no chuveiro, apoiada numa janelona, num momento, ele me agarrou pela cintura e me virou, fiquei de cabeça pra baixo e ele me ajeitou pra fazer um 69 em pé, uffffffff, eu lambia os ovos dele, o pau, ele assim me metia aquela língua no cu e me chupava a buceta como um louco e que vergonha, me escapou um peido da buceta, ele ria hahaha, quase me desgrenha Lau, eu queria morrer, ele me dizia tudo bem de boa, eu adoro, quer dizer que você tá à vontade, depois me ajeitou num sofá meio estranho, o que é isso? Pra fazer a Booty Lau, nonono, já te falei, siiiim e eu te dei minha palavra Lau e continuamos brincando naquele sofá, até que ele voltou a enfiar a cabeça na minha bunda uffffffffffffffffff para para , sim Lau , quando você quiser me pede , me deixa brincar com a pontinha? Siiiiiiiiii só isso , ele perfurava minha bunda assim , entrava saía até que ele disse vou encher , nãooooooooooooooo , não de leiteeeeeeeeeeeeeeeeee ufffffffffffffff jato de porra dentro do bum , eram umas seis da manhã e a gente ainda estava transando , minhas pernas já estavam tremendo , não aguentava mais , ele se animava a chupar meus peitos , a buceta , algum dedo no cu , eu entregue , falei , faz o que quiser , o que eu quiser? SIII NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOO menos a bunda!!!!! JAJAJA já sei , isso quando você quiser , com a pontinha já me relaxa um pouco , mas quero comer , siiiii bobo , vou dar , tem um pouco de paciência . Vamos tomar café e depois você vem em casa? Vamos . Vamos tomar banho , não sabe que Lau , quero ir assim cheios de sexo , ehh eu estou escorrendo por todos os lados , coloca a calcinha e vamos , quero sentir o cheiro do sexo , você é louco , mas tudo bem , já que te devo uma coisa vamos assim . Assim saímos , fomos tomar café , ele sentou do meu lado , baixava a mão e tocava minha buceta , o protetor estava encharcado , não absorvia mais , ele molhava os dois dedos e me dava para chupar , eu chupava e ele voltava a colocar dois dedos e chupava , ummmmmmm como isso me excitava , tinha vontade de transar com ele jáaaaaaaaa . tomamos café e fomos para casa , ele entrou no porta-malas do carro , ainda bem que é um suv e o espaço é grande . Chegamos em casa , preparei o mate e ele me sentou na bancada da cozinha , tirou minha calcinha , era um nojo , encharcada , ele começou a me limpar a buceta a lambidas e vejo que ele tira as calças e estava duro como uma pedra , nenê , você não tem fim , nunca se cansa? Lau , te falei que desde o cara me matei de punheta pensando em você , sabe o que é ter você assim , nunca achei que poderia ter você assim e te foder de todas as formas, bom, já não tem mais jeito de fazer, acho, né?
O que você sabe quanto mais a gente pode fazer, você é muito safadinha, só falta fazer a Booty, te amarrar na cama, te vendar os olhos, chuva dourada e muito mais, temos muito mais pra fazer Lau, você me deixa louco de tesão, eu te enfiaria de manhã e só te tirava à noite!!
Amor, você é divino e a gente se comia de beijos e ele me deu uma sentada na bancada e depois me sentou na ponta da mesa e terminou seu trabalho, gozei na bancada e na mesa, peguei o mate, ele sentou numa cadeira e eu, vendo que o pau estava meio morto, sentei em cima e beijava ele e dava o mate e em cinco minutos dava pra sentir que o pau estava vivo, safado, quer mais? Vai, enfia, levantei um pouco e ele entrou um pouco e sentei em cima, fiquei assim enfiada, tomamos mate, muitos beijos, beija gostoso, brincávamos com as línguas e sentia aquele pau até a garganta, no dia ele ficou até sete da tarde, transamos pela casa toda, na piscina, em todo lugar, até dentro do carro do Carlos, subiu no Porta-malas e tirei ele do bairro, deixei no carro dele e voltei, dez minutos depois chegaram os três meninos.
Jantaram?
Siiiiii, véia, já jantamos.
Juan, o do meio, me diz: véia, que cara você tem, tá destruída.
Siii, ontem fomos com as meninas jantar e deitei muito tarde e hoje não dormi sesta.
Ah, vai deitar.
Sim, filho, já vou.
Nisso Pedro falando no telefone:
Eu, porra, por que não veio ontem nem hoje? Não sabe que tinha umas gostosas lindas? Juan pegou uma, eu fiquei com outra.
Ahhhhhh, conheço?
Nãããããão, sério? Que safado!
Cuidado, vai ver te metem bala, otário.
Vai, amanhã você me conta.
Com quem você tá falando, Pedro?
Com José, que tava me dizendo que não foi, porque pegou uma coroa e passou a noite num hotel, a coroa é casada, esse otário vai se meter numa roubada.
Bom, deixa ele.
Sim, com certeza.
Continua...
4 comentários - 30 anos de casada e me entreguei toda a um cara