Cogiendo al hermano de mi amiga

Lucía é minha melhor amiga de vida inteira. A gente se conhece desde o jardim de infância e desde então nunca mais nos separamos. Ela tem um irmão dois anos mais novo, o Martin. Quando éramos crianças, ele se juntava ao nosso grupo de amigos pra brincar, porque não tinha muitos amigos, então minha relação com ele era bem próxima. Com o tempo, já no ensino médio, ele foi se afastando do nosso grupo. Naturalmente, ele criou laços mais fortes com os colegas de classe e passava muito mais tempo com eles. Os anos foram passando e o Martin foi ficando cada vez mais homem. Ao mesmo tempo, eu e minha amiga estávamos vivendo uma adolescência intensa. Os hormônios nossos e de toda a turma tomavam conta da sala de aula. Sempre gostei do Martin, mas naquela idade era muito difícil rolar alguma coisa. Primeiro, porque era o irmão da minha melhor amiga, e segundo, porque a diferença de idade na adolescência pesa muito mais, mesmo sendo só dois anos. Pra ele e pros amigos dele, eu era uma "veterana", então nunca tive coragem de contar o que sentia por ele. Quando terminamos o ensino médio, a Lucía se dedicou a arranjar um emprego pra se independentizar. Eu resolvi fazer uma faculdade a distância, já que não tinha grana suficiente pra me mudar pra uma cidade maior e estudar presencialmente. Dois anos depois, o Martin terminou o ensino médio e, em poucos meses, se mudou pra outra cidade pra fazer faculdade. Eles tinham dinheiro pra bancar os estudos, mas a Lucía priorizou a independência dela e decidiu ficar na nossa cidade pequena. Segundo ela, também fazia isso por mim, pra me fazer companhia e não sentir tanta saudade. O Martin voltava pra nossa cidade no verão, assim que terminava as provas finais. Eu comecei a namorar um cara do bairro e fiquei com ele por vários anos. Até que descobri que eu não era a única namorada dele, ele tava saindo com metade da cidade. Reforço que é uma cidade pequena e as fofocas correm na velocidade da luz. Mais cedo ou mais tarde, eu ia Depois daquela decepção amorosa, nunca mais namorei, mas continuei transando com uns caras. Uns anos depois, já com 28 anos e com a faculdade terminada, decidi que era hora de cair fora, já tava de saco cheio da mesmice de cidade pequena. Tava chegando o fim do ano e eu planejava ir embora no começo do próximo. Como de costume, o Martin veio pra cidade passar as festas. Cada vez que ele vinha, tava mais gostoso que no ano anterior, e como era meu último ano ali, resolvi que era a hora de comer ele e acabar com um desejo que já durava mais de uma década. Quando a gente se viu, cumprimentei ele com um entusiasmo diferente das outras vezes. Abracei ele por um tempão e ele correspondeu, era um bom sinal. Minha amiga percebeu o detalhe, mas não falou nada, só me olhou meio surpresa. Eu me esforcei pra ir na casa dela todo dia e ficar praticamente o dia inteiro lá. A Lúcia, entre brincadeiras, dizia: "Você nunca vem tanto aqui, te expulsaram de casa?" Eu só ria e olhava pra ela com cumplicidade. Aproveitava cada oportunidade que tinha pra ter algum contato físico com o Martin. Ele, aos poucos, começou a retribuir os sinais que eu dava, que eram cada vez mais claros. Um dia, minha amiga falou: L: Amiga, tô sacando o que você tá fazendo... Y: O quê? Não tô fazendo nada! L: A gente se conhece desde o jardim de infância, não vai me enganar! Y: Mas não sei do que você tá falando!! L: Que você quer comer meu irmão, não se faz de sonsa! Y: Não, nada a ver! Vejo ele só umas semanas por ano e por isso sou mais carinhosa, mas daí a comer ele... L: Se eu vejo como você babaca quando ele anda sem camisa pela casa, fala sério!! Y: Tá, o Martincito ficou gostoso, não vou negar! Mas nada a ver... L: Amiga, a gente já é adulta! Tudo bem! Não me incomoda nada! Além disso, você sempre gostou dele! Y: Nunca me deu bola! L: Mas agora dá, vejo como ele pega na sua mão, como acaricia suas costas, seu cabelo... Fala sério, além disso, ele precisa de uma Boa sacudida, ela passa o ano inteiro estudando... e quem melhor do que alguém com tanta experiência quanto você, hahaha. E: Hahaha, idiota! Chegou a noite de Natal e, como era tradição ano após ano, eu comemorava com minha família e depois ia cumprimentar a Lúcia e a família dela. Naquele dia, me vesti bem provocante pra chamar a atenção do Martin. Coloquei um shortinho justo e um top cinza, sem sutiã, pra deixar os bicos aparecendo pelo tecido. Quando cheguei na casa da minha amiga, cumprimentei a família toda, depois a Lúcia e, por último, ele, que eu encostei as tetas no peito dele quando abracei. Depois, ele passou a mão nas minhas costas disfarçadamente enquanto o abraço terminava. Fiquei batendo papo com a Lu e de vez em quando olhava pro irmão dela, que tava me encarando bastante... Me convidaram pra balada pra continuar a festa. Decidi chamar a Lúcia e, obviamente, falei com ele, que em uns minutos já tava pronto pra sair. Chegamos no lugar. Tava lotado e um calor do caralho. Fomos direto pro balcão nos refrescar. Praticamente a cidade inteira tava enfiada naquele lugar. Era impossível dançar. Ficamos com o grupo de amigos lá no balcão até começarem a tocar umas músicas que a gente costumava dançar no colégio. Aí a gente começou a dançar todo mundo junto, mas de vez em quando eu roçava de leve no Martin e ele segurava minha cintura. Num momento, comentei que tava morrendo de calor e mostrei o suor escorrendo entre minhas tetas. Ele pegou um guardanapo e começou a secar. Depois falou: "é inútil te secar porque você vai continuar suando". E eu respondi: "então o que você sugere?" E ele disse: "vamos pra um lugar mais fresco assim eu te seco melhor". Em seguida, me pegou pela mão e a gente saiu da balada. Assim que passamos pela porta, começamos a nos beijar desesperadamente, todo aquele desejo guardado por anos saiu pela minha boca, que não queria se desgrudar da dele nunca mais. As mãos dele percorriam minha cintura, minhas costas inteiras, devagarzinho iam descendo pra... minhas nádegas e a coisa foi ficando mais quente. Eu só curtia o prólogo de uma noite que esperei por muito tempo. Mas de repente, uma multidão saiu da balada dando socos e chutes. Aparentemente, estavam brigando lá dentro e os seguranças expulsaram eles. Todo aquele momento mágico se desfez em poucos segundos e eu só consegui entrar de novo na balada pra ver como minha amiga estava. Felizmente, a briga não chegou até onde ela e o resto do grupo estavam, mas na hora a gente deu o festejo por encerrado e decidiu voltar pra casa. Quando saímos, vi o Martin indo embora com uns caras. Acho que eram de um dos lados que estavam brigando. De longe, consegui ver que ele acompanhava um cara alto, moreno (afrodescendente, suponho) que me chamou a atenção porque nunca tinha visto ele antes. Nos dias seguintes, não fui na casa da minha Lucía porque com minha família fomos pro sítio que era do meu avô. Ficamos uns dias pra passar um tempo com outros parentes que não vemos com tanta frequência. Sinceramente, foi meio chato porque meus primos, que são da minha idade, não estavam. Só foram meus tios e uns amigos da família. Mas de vez em quando eu me distraía conversando com a Lucía. Ela me disse que o Martin tinha pedido meu número e que com certeza ia me escrever em algum momento. L: Amiga, o que rolou outro dia com meu irmão? Y: Como tava calor lá dentro, a gente foi pra fora da balada pegar um ar. L: Sim, claro, pegar ar... Y: Jaja, então, a gente começou a se beijar intensamente. Tava tudo indo bem, já tínhamos começado a apalpar e a coisa tava esquentando, mas aí os seguranças expulsaram aqueles babacas que estavam brigando e cortou tudo. L: Ah, que merda! Você ficou toda excitada, imagino... Y: Siiiim, a calcinha virou uma meleca depois, jaja L: Você sempre tão descritiva, jaja. Então, te conto que ele pediu seu número, então qualquer hora ele te escreve. Ah, quer revanche! Muito bem hahaha Espero que pelo menos seja bem dotado, porque já vi que você não tem nada e isso tudo é em vão haha L: Fica tranquila que ele é bem dotado! Y: Ei, como você sabe? Tarada!! L: Hahaha não, uma vez peguei ele se masturbando e vi que era bem grande. Foi quando ele tinha 15 anos. Y: Ah, hmm, então agora talvez esteja melhor... L: Mas você nem tocou na rola dele? Y: Não, não deu tempo... ai amiga, chega! É seu irmão! L: Tá bom, tudo bem, sem problemas haha Y: Agora tô com vergonha!! L: Me avisa se ele te escrever! Y: Fechou! Depois de algumas horas, já de noite, recebo uma mensagem do Martin. M: Oi, tudo bem? Sou o Martin, pedi seu número pra Lucía, mas cê já deve saber, porque vocês contam tudo... Y: Oii, tudo certo? Sim, ela falou que talvez você me escrevesse... M: Pedi seu número porque você não apareceu mais em casa e queria saber se tava tudo bem... Y: É que agora não tô na cidade, tô num sítio com minha família. Tá tudo certo! M: Ah, ainda bem! Pensei que você tinha se arrependido do que rolou outro dia.. Y: Não me arrependi! Mas queria que você tivesse me esperado sair da balada pra gente continuar M: Como você saiu correndo, pensei que tinha acabado ali! Y: Não, fui ver se sua irmã tava bem, mas quando saímos, você tava indo embora com outro cara. Ah, e por falar nisso! Quem é esse cara? Nunca vi ele por aqui... M: Ele é o Juan, um amigo que encontrei depois que você foi embora Y: Ah, mas ele não tava com o grupinho que tava brigando? M: Tava, mas o Juan não fez nada. Y: Ah, tá! Mas ele não é daqui, de onde surgiu? M: O Juan mora em outra cidade e veio pra cá passar as festas com uns amigos. Quando você volta? Y: Daqui a dois dias, espero... tô entediada aqui!! M: Você vai voltar pra me visitar, digo... pra visitar minha irmã? Y: Vou, com certeza vou passar por lá... M: Já temos a piscina pronta! Y: Massa! E depois você vai me secar? M: Todas as vezes que você quiser!! Y: Mas dessa vez me Você tem que secar bem... M: Mas se eu te sequei bem no outro dia! Y: Você secou meus peitos, mas outra parte ficou molhada. M: Essa parte não seca, fica ainda mais molhada... A conversa foi esquentando e eu não consegui evitar ir pro quintal no meio da escuridão e me tocar enquanto a gente continuava falando. Dias depois, a Lúcia me convidou pra ir na casa dela pra gente entrar na piscina. Ela deixou claro que o Martin ia estar lá, então não pensei duas vezes antes de vestir o biquíni que mais me valorizava pra provocar ele. E, de fato, ele não tirou os olhos de mim a tarde inteira. A gente tava com vergonha e não teve coragem de fazer nada na frente da Lúcia e da família dela. No Ano Novo, era a vez da Lúcia vir na minha casa pra dar um abraço depois da virada. Por isso, não vi o Martin. Mas depois a gente ia pra uma balada (uma diferente da anterior) e ele ia estar lá. Quando chegamos no lugar, também tava lotado e fazia um calor danado. Não tinha outra opção na cidade, só essas duas baladas. Procuramos nossos amigos e ficamos dançando em roda. Até que, num momento, sinto alguém me pegar pela cintura. Quando viro, era o Martin, que me abraça e fala "feliz ano novo". Óbvio que devolvi o abraço e ele me ofereceu um drink. A gente tava se divertindo pra caramba, apesar da multidão e do calor. Chegou uma hora que o lugar começou a encher ainda mais, e aí um dos caras falou que tinha uma festa na casa de alguém. Sem pensar muito, fomos em bando até lá. Quando chegamos na porta, eu queria morrer. Era a casa do Ulisses, meu ex (aquele que me traiu com meia cidade). Na hora, falei que era melhor eu ir pra casa, mas a Lúcia me fez cair na real, dizendo que já tinha passado muito tempo desde o que aconteceu, que tinha bastante gente no lugar e que eu nem ia notar a presença dele. No fim, aceitei porque o Martin também tava lá. Entramos e a primeira pessoa que encontrei foi o Ulisses, que me olhou surpreso. Cumprimentei ele como se nada tivesse acontecido e continuei andando. até o pátio. A gente continuava bebendo e curtindo uma noite linda. Mas eu queria que fosse a melhor noite. Comecei a me esfregar no Martin enquanto dançávamos, ele também aproveitava pra passar a mão em tudo e a coisa foi ficando cada vez mais quente. A Lucía e nossos amigos foram pra outro lugar e nos deixaram sozinhos. Eu tava bem bebada e, se dependesse de mim, tirava a calcinha ali mesmo. Num momento fui ao banheiro me retocar um pouco e limpar a bagunça que tava entre as pernas. Decidi tirar a calcinha de vez porque tava encharcada e voltei pra onde ele tava. Quando vejo ele, tava conversando com o moreno alto da balada. Me aproximei e o Martin me apresentou. Depois de cumprimentar, ele nos deixou sozinhos. Imediatamente nos beijamos de língua e continuamos o que tinha ficado incompleto naquela noite. O Martin me agarrou pela cintura e me meteu num quarto escuro. Lá a luxúria se intensificou e começamos a nos apalpar com desespero. Quando as mãos dele chegam na minha entreperna, ele percebe que eu tô sem calcinha e começa a acariciar minha buceta. Eu, sem perder tempo, tirei a calça e a cueca dele e comecei a masturbar ele rapidinho. Depois ele me pegou pelos cabelos e fez eu me ajoelhar pra chupar o pau dele. Eu obedeci e meti ele na boca enquanto ele marcava o ritmo. Depois falei: "Você tem um pau muito gostoso, mas quero que você meta em mim." Levantei, fiquei de costas contra a parede e ele meteu tudo. Ele me penetrava com muita força e eu gemia sem vergonha. "Você não sabe o quanto esperei por esse momento... tava morrendo de vontade de ser comida assim, meu amor." Ele tava me comendo gostoso contra a parede e eu amava. Eu ia gozar a qualquer momento, mas de repente ouço a porta abrir e depois fechar. O Martin continuou me comendo, mas depois de uns minutos ele tirou. Perguntei se ele já tinha gozado, mas ele respondeu que não, que só tava descansando uns minutos e depois começou a beijar meu pescoço e a tocar meus peitos. De novo comecei a ficar com tesão e pedi pra ele meter de novo. Quando ele me penetrou de novo, senti um pouco mais. Achei que com a pausa minha buceta tinha fechado um pouco. Mas também percebi que ele tava metendo cada vez mais fundo. "Epa, isso tudo você tava escondendo de mim?" — falei rindo enquanto começava a gozar cada vez mais. A sensação era muito intensa e em poucos segundos ele me fez gozar de um jeito único. Mal conseguia me manter em pé. Pedi pra ele tirar um pouquinho e a gente ir pra cama. Quando me virei, vi que não era o Martin (que tava de lado) e sim o Juan. Em vez de ficar brava, pedi pra ele continuar me comendo, já que tinha adorado. Fiquei de quatro na cama e na hora o Juan me segurou pela cintura e continuou me comendo. Depois de uns minutos, gozou dentro de mim. Me deu um beijo e ficou deitado enquanto eu continuava de quatro esperando a pica do Martin. Ele meteu até o fundo e começou a se mexer com muita força. As bolas dele batiam em mim. Depois montei nele e cavalguei até ter outro orgasmo. Como ele não gozava, comecei a chupar a pica dele até encher minha boca de porra e aí deitamos do lado do Juan e dormimos. Um tempo depois, já de dia, acordei pensando no quanto a situação era safada e fiquei com muito tesão. Peguei a pica do Juan e comecei a chupar até ele ficar duro (bem grande). Obviamente em segundos ele já tinha acordado e já tava em cima dele pronta pra ação. Consegui enfiar inteira e senti como se tivesse atravessado um pau até o umbigo. Me mexia em círculo e me esfregava devagar até que finalmente veio aquele orgasmo matinal. Num momento o Martin acordou e viu que a festa já tinha começado e perguntou como podia entrar. Eu, que tava muito tarada, me inclinei um pouco e apontei pro meu cu. Então em poucos minutos ele começou a me dilatar e depois meteu. Fui comida pelos dois buracos de uma Montei mais um pouco e o Martín gozou. Ele tirou a pica de dentro de mim e foi se trocar. Eu continuei cavalgando o Juan até que num momento tirei a pica e fiquei de quatro, mandando ele meter no meu cu. O negão rapidamente se posicionou atrás de mim e começou a meter devagar. Senti ele entrar por completo e depois começou a se mover lentamente, abrindo ainda mais o buraco. Tava tão apertado que em poucos minutos ele gozou. Depois saímos os três daquele quarto. Eu só vesti a camisa do Juan e os dois estavam seminus. Na mesa da sala, o Ulisses estava com outras pessoas. A gente foi e sentou pra tomar café com eles. A cara do Ulisses foi tudo. Provavelmente deixei resto de porra na cadeira porque não tinha me limpado. Acontece que o Juan tava hospedado na casa do Ulisses, já que são amigos. E a gente entrou na sala com o Martin pra foder no quarto dele e depois ele se juntou... fim.Cogiendo al hermano de mi amiga
Negro
mano

1 comentários - Cogiendo al hermano de mi amiga

Que hermosa putita como me gustas, hermosa historia, me pusiste la pija dura