No dia seguinte, quando fui acordar ele, me deparei com uma ereção enorme e eu, como boa mãe, não podia deixar ele ir pra escola daquele jeito. Então acordei ele no sofá, tirei meus peitos e, como se a noite anterior se repetisse de madrugada, deixei ele aproveitar minha mão e meus peitos.
Diferente de ontem, quando meu bebezinho gozou, eu limpei a pica dele pra ele não ir sujo pra escola, vesti ele e ele foi, e eu fui trabalhar. Naquele dia, ele ficou tranquilo e voltou a ser o menino meigo que era antes do surto hormonal. Depois daquelas primeiras punhetas, as coisas continuaram escalando, e meu tesão, depois de anos de abstinência sexual, aumentou com as ações. Comecei a me vestir mais solta e, quando dava banho nele ou tomava banho com ele (pelada). Uns dias depois, enquanto a gente se banhava e ele brincava com meus peitos e cabelo, o pau de 25 cm dele ficou duro de um jeito majestoso, e eu falei: "Aww, bebê, o corpo da mamãe fez você ativar, mamãe vai resolver esse problemão" e comecei a bater uma punheta pra ele com uma mão enquanto me tocava a buceta com a outra... Não sei se foi o cheiro dos meus fluidos ou o fato de eu estar usando só uma mão, mas ele não conseguiu gozar e ficou ainda mais duro. Aí eu fiquei mais excitada e, sem pensar, com meu corpo todo ligado, fui direto chupar ele. "Ai, bebê, é muito maior que a do seu pai, você virou um homenzinho mesmo, não cabe nem metade na minha boca." E assim comecei a chupar ele descontroladamente.
O coitado gozou na hora, com uma carga enorme. Depois do Eos, ele ficou de boa por uma semana e meia. Eu, doida, só pensava na pica dele e usava todos os meus brinquedos, que eram uns 5/7cm menores que o pau dele. Enquanto me masturbava, gritava o nome dele: "Lauti, Lauti!!" E repetia: "vem arrebentar a mamãe com essa tua piroca". Tava morrendo de tesão, gozava só de pensar nisso...
Depois disso, vinha o choro e a culpa, me sentia mal por pensar naquilo e pensar assim do meu filho. Um dia vi um post no Twitter que falava de abandonar sua vida pelos seus filhos deficientes e que a partir daí sua vida é deles... E entre a luxúria, minha mente de psicóloga e isso, entendi que a única forma de ficar completa e ajudá-lo era fazendo o ato.
Diferente de ontem, quando meu bebezinho gozou, eu limpei a pica dele pra ele não ir sujo pra escola, vesti ele e ele foi, e eu fui trabalhar. Naquele dia, ele ficou tranquilo e voltou a ser o menino meigo que era antes do surto hormonal. Depois daquelas primeiras punhetas, as coisas continuaram escalando, e meu tesão, depois de anos de abstinência sexual, aumentou com as ações. Comecei a me vestir mais solta e, quando dava banho nele ou tomava banho com ele (pelada). Uns dias depois, enquanto a gente se banhava e ele brincava com meus peitos e cabelo, o pau de 25 cm dele ficou duro de um jeito majestoso, e eu falei: "Aww, bebê, o corpo da mamãe fez você ativar, mamãe vai resolver esse problemão" e comecei a bater uma punheta pra ele com uma mão enquanto me tocava a buceta com a outra... Não sei se foi o cheiro dos meus fluidos ou o fato de eu estar usando só uma mão, mas ele não conseguiu gozar e ficou ainda mais duro. Aí eu fiquei mais excitada e, sem pensar, com meu corpo todo ligado, fui direto chupar ele. "Ai, bebê, é muito maior que a do seu pai, você virou um homenzinho mesmo, não cabe nem metade na minha boca." E assim comecei a chupar ele descontroladamente.
O coitado gozou na hora, com uma carga enorme. Depois do Eos, ele ficou de boa por uma semana e meia. Eu, doida, só pensava na pica dele e usava todos os meus brinquedos, que eram uns 5/7cm menores que o pau dele. Enquanto me masturbava, gritava o nome dele: "Lauti, Lauti!!" E repetia: "vem arrebentar a mamãe com essa tua piroca". Tava morrendo de tesão, gozava só de pensar nisso...
Depois disso, vinha o choro e a culpa, me sentia mal por pensar naquilo e pensar assim do meu filho. Um dia vi um post no Twitter que falava de abandonar sua vida pelos seus filhos deficientes e que a partir daí sua vida é deles... E entre a luxúria, minha mente de psicóloga e isso, entendi que a única forma de ficar completa e ajudá-lo era fazendo o ato.
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