Faz meses que não publico nada 😅 Bom, isso aconteceu no ensino médio. Eu e a Carla não costumávamos nos ver na escola antes, porque cada um tava na sua — ela com as amigas dela e eu com meus amigos. Mas desde que começamos a transar, ela passou a me procurar. Pra quê? Só pra me ter só pra ela. Lembram que no post passado eu comentei que ela ficava com ciúmes? Então, foi isso que rolou, e ela chorou 😐 Vou dar contexto: eu tinha meu grupinho de amigos e amigas. No intervalo, a gente adorava fazer uns desafios meio extremos na sala, e como todo mundo se pegava pesado, inclusive eu, meu desafio foi pegar nos peitos de uma amiga por 30 segundos 😅 Foi gostoso, mas... a Carla me viu porque veio me procurar. Quando me viu, ficou puta, virou as costas e foi embora. Todo mundo percebeu e ficou me olhando rindo ("Alguém vai levar bronca", eles diziam). Eu levantei e fui atrás da Carla. Quando alcancei ela, ela não queria falar comigo. Tentei pegar na mão dela, mas ela me soltou na marra e disse, toda brava: "Vaza!" Fiquei sem reação e fui seguindo ela até atrás de uns blocos de sala. Consegui parar ela. Começamos a conversar e percebi que ela tava com ciúmes. Mas aí ela começou a chorar e me chamou de infiel, cachorro, que eu só tava usando ela. Eu achei que ela já tava exagerando, mas ela falava sério. Pedi desculpas e abracei ela. Quando ela se acalmou, começou a beijar meu pescoço e sussurrou: "Você é meu." Eu achei gostoso e comecei a agarrar a bunda dela, enfiando a mão por baixo da saia. Ela começou a gemer, mas tivemos que parar porque era fácil alguém ver a gente. Então, pra não ficarmos na vontade, levei ela pra trás de um bloco perto do campo de futebol. Como atrás já era só mato com grama alta, íamos fazer ali. O detalhe é que não tínhamos camisinha. Eu queria comer ela sem camisinha, mas ela não quis. Aí pedi um boquete. Ela hesitou, mas aceitou. Desabotoei a camisa dela e abaixei o sutiã pra ver os peitos dela. Ela abaixou minha calça e eu tirei a pica pra fora, já tava dura. Ela não se atrevia, porque era a primeira vez dela. que ia me dar um boquete, ela começou a me masturbar e eu segurei a cabeça dela, puxando pra perto do meu pau, mas ela se afastava um pouco. Ela criou coragem, abriu a boca e começou a mexer a cabeça, mas parou, tirando o pau da boca dela. "É salgado e tem um gosto estranho", ela disse. Ela chupou de novo e, uff, já tava gostoso, dava pra sentir a língua, os dentes e o céu da boca dela. Ela foi se acostumando e começou a fazer melhor. Eu comecei a soltar aquele líquido pré-gozo e ela se afastou rápido, cuspindo. "Cara, não vai gozar na minha boca", ela disse. Ela voltou a chupar, mas eu não cumpri a promessa. Claro que gozei na boca dela. Quando ela sentiu o esperma, se afastou com nojo, cuspiu, quase vomitando, e ainda sujei a cara dela. "Cara, te falei pra não fazer isso na minha boca", ela disse, e eu já tava rindo. Aí ela me empurrou e montou em cima de mim. Ela começou a rebolando, a buceta dela já tava molhada e a Carla tava muito excitada. Ela levantou a saia, afastou a calcinha, mostrando a buceta, e de uma sentada colocou em cima do meu pau, começando a se mexer, me montando. Eu falei que era arriscado porque não tinha camisinha. "Não ligo, acho que não vai dar nada", ela disse. Eu também não resisti e comecei a meter nela. A gente já tava todo suado, ainda mais com o sol batendo direto, mas no meio do ato tocou a campainha. O recreio tinha acabado. Ela não queria sair de cima de mim, mas tirou porque a gente tinha aula. Começamos a nos vestir e a tirar a poeira e as folhas 😅. Depois fomos no banheiro lavar o rosto porque tava um calor do caralho. Quando eu tava quase indo pra minha sala, a Carla me abraçou por trás e sussurrou no meu ouvido: "Pobre de você se eu te ver com outra mina de novo." Ficou claro que ela me quer só pra ela. E desde que a gente transou na escola, ela quis repetir. Dessa vez eu levei camisinha. Vou contar de uma vez: na escola, a gente tinha salões extras, que eram oficinas onde ensinavam desenho, elétrica... Estruturas metálicas, marcenaria. Um desses salões tinha a porta com defeito, dava pra abrir com um chute. Era a oficina de marcenaria, e eu pensei: "aqui a gente pega". Quando chegou o intervalo, levei a Carla pra lá. Entramos fácil, tava escuro porque não tinha janelas. Tinha mesas, madeiras, tábuas. Eu e a Carla fomos pro fundo, onde tinha uma parede de tábuas e ninguém podia nos ver. Tinha umas cadeiras e mesas. Comecei a beijar ela e passar a mão. Já tava tirando a roupa dela, ela ficou só de camisa e meia. Eu abaixei a calça e sentei numa cadeira. Ela sentou no meu colo e começou a rebolando com aquele rabão gostoso. A buceta dela tava quente e dava pra sentir o gostinho de como ela me apertava. Tirei a camisa dela e comecei a beijar o pescoço e as costas. A Carla só gemia e mordia os lábios, enquanto eu dava tapas na bunda dela. Depois, coloquei ela em cima da mesa e comecei a meter forte. Ela me envolveu com as pernas e a gente já tava batendo feito palma, até que ela tapou a boca pra não gemer alto, porque consegui fazer ela gozar. Ficou tudo molhadinho, porque ela jorrou nas minhas pernas, mas também sujou a mesa e o chão. A gente nem ligou, começou a se beijar e se vestir. E sim, se tão perguntando, teve mais vezes, mas vou parar por aqui senão vai ficar longo. Vou tentar postar a próxima parte, onde a gente foi descoberto. Mas fica tranquilo, não foram nossos pais. Se quiserem saber, me falem que eu posto.
7 comentários - La vez que me cogí a mi hermana en la escuela