A Surpresa Anal da Mamãe Não Era Pra Mim
Era sábado. Fiquei com uns amigos pra tomar umas cervejas e tentar fazer alguma coisa divertida depois, como todo sábado. Mas nesse dia a galera não tava muito animada pra nada interessante. Aí a gente decidiu voltar pra casa mais cedo.
Com meus 22 anos, eu ainda morava com meus pais. Meu nome é Jorge, igual do meu pai, e sou um cara normal. Meu pai, naquela época, tinha uns 50 anos, meio amargurado, meio enjoado. Minha mãe, de 45, ainda se mantinha gostosa, media mais ou menos 1,60, pele branca, olhos escuros com um olhar cheio de malícia, cabelo castanho, o rosto dela era muito bonito, mantinha uma cintura fina com quase nenhuma barriguinha, as costas eram estreitas, então os peitos dela, que eram um C, pareciam grandes no corpo dela e em contraste com os quadris largos e a bunda redonda e naturalmente empinada, que sempre chamava atenção, principalmente no verão com os biquínis que ficavam justinhos nela.
Como era comum no mês de maio, na minha cidade, já estava escuro lá pelas 8 da noite. Então, quando entrei em casa, a primeira coisa que vi foi o brilho da TV na sala. Que iluminava meu pai totalmente dormindo no sofá, com a cabeça jogada pra trás e a boca aberta. Os roncos dele tomavam conta do lugar.
O volume da televisão estava alto, como ele sempre deixava.
Fui pra cozinha pegar alguma coisa pra beber. Uma cerveja ou algo assim. Pra levar pro meu quarto e me afundar em pornografia. Foi aí que, passando do lado do quarto dos meus pais no segundo... andar, ouvi minha mãe.
— Jorge!... Vem!... Preciso de você!
Ouvindo meu nome e pensando que podia ser importante, só entrei, mas antes de falar alguma coisa, fiquei de boca aberta.
Minha mãe estava de joelhos, sentada sobre os calcanhares, de costas pra porta. Totalmente pelada, segurando um tubo de loção com a mão direita.
O quarto estava iluminado com velas e dava pra sentir um cheiro meio exótico no ar.
Sem pensar, só fechei a porta. Não conseguia acreditar no que tava vendo.
— Passa loção nas minhas costas. - deixando a loção ao lado dos seus pés.
Era óbvio que o Jorge que ela chamava era meu pai, não eu. Mas não quis desperdiçar essa oportunidade. Então entrei na onda.
Peguei o tubo de loção, espalhei um pouco nas minhas mãos e comecei a massagear seus ombros. Só o contato das minhas mãos com sua pele fez ela soltar um gemido suave, mas muito erótico.
- mmmmm... - quase como um ronronar - é assim que eu gosto de ser tocada.
Arqueando as costas e juntando as omoplatas. A cabeça dela caiu levemente para trás. Eu me abaixei um pouco para não entrar no campo de visão dela, embora depois tenha percebido que seus olhos estavam fechados.
Sua pele quente, a situação, seu corpo curvilíneo e maduro. Estavam provocando em mim um nível de excitação desconhecido. Meus testículos se contraíam, meu pau endurecia preso pela roupa e sentia meu estômago invadido por borboletas nervosas voando. Com meu tesão aumentando exponencialmente, continuei percorrendo suas costas, cada vez pressionando mais forte sua carne trêmula com meus dedos ansiosos.
Na metade das costas, pressionava com meus polegares os lados da coluna, do centro para os lados e voltando. Ela se deixava levar, mantendo as mãos apoiadas nos joelhos.
Carregava meus polegares nas costas e meus outros dedos nas costelas, enquanto minhas mãos iam do centro das costas para os lados. Repeti esse movimento, provocando nela gemidos e queixinhos suaves, até que me enchi de coragem e levei minhas mãos para frente para pegar seus peitos. Minhas mãos percorreram as dobras da pele até conseguir envolver seus peitos, peguei-os por baixo, deixando os mamilos entre meus indicadores e dedos médios. Segurando seus seios, puxei-a para perto de mim. Beijei seu pescoço enquanto apalpava suas mamas. Tocar seus peitos acabou me deixando com um tesão enorme. Sua pele macia e quente, além de sentir como a textura macia se acomodava em minhas mãos e tentava escapar entre meus dedos. Fizeram com que, com... A tesura me fez os ouvidos taparem e a vista embaçar por alguns segundos. Depois de alguns segundos de preliminares, ela se inclinou para frente. Fui soltando seus seios à medida que ela se afastava, sem perder o contato com sua pele.
Minhas mãos desceram até a região lombar dela, com meus polegares pressionando no centro. Foi aí que ela continuou se inclinando, mas agora levantando sua bunda. Sua linda, branca e redonda bunda. Grande e quente.
Ela ficou de quatro, abrindo um pouco as pernas. E disse:
— Meu cuzinho, exatamente como... como você me pediu tantas vezes, finalmente me decidi. — Ela dizia isso enquanto empinava ainda mais a bunda — Limpinho e depiladinho, te esperando.
Eu não conseguia acreditar, minha mãe tinha preparado toda essa surpresa para o meu pai, para experimentar sexo anal. Que, certamente, depois de mais de 20 anos de relacionamento, e portanto de sexo, eles queriam experimentar algo diferente.
— Você tem que me tratar com carinho — passando para trás um tubo de lubrificante entre as pernas — Nunca usaram meu buraquinho.
Um grande sentimento de culpa me invadiu, eu estava me aproveitando da minha mãe. Mas, a tesura me dominava. Eu enfrentava um questionamento moral sobre o que estava fazendo.
Minhas mãos apertavam suas nádegas carnudas.
— Me lubrifica bem antes de enfiar...
Em silêncio e sem saber o que fazer, massageei suas nádegas, sentindo como meu pau duro lutava para sair da pressão da calça.
— Toca minha buceta, ela está ardendo e bem molhadinha — movendo a bunda de um lado para o outro como se estivesse brincando.
Eu obedeci. Molhei meus dedos da mão direita e toquei sua buceta. Quente e molhada, inundada pelos fluidos de uma mulher no cio. A ponta do meu dedo indicador foi direto ao encontro com seu clitóris inchado, e dali, subi até a entrada de sua gruta. Ela gemeu como se estivesse consentindo as carícias. Repeti o movimento várias vezes, lentamente, até que enfiei meu polegar em sua vagina e com meu indicador estimulava seu botãozinho do prazer.
Era uma oportunidade única, se a verdade é que nunca olhei com olhos luxuriosos para minha mãe, sempre me senti atraído pelo corpo dela. Por isso, me atrevi. Enquanto... Acariciava sua buceta molhada com a mão direita. Com a esquerda, abri o zíper da minha calça e tirei meu pau duro pra fora. Sem perder tempo, levei meu pau até encontrar a boceta quente da mamãe. Quase gozei ao sentir o calor da sua xota. Ela estremeceu.
- Ai! Que buceta gostosa...
Comecei a esfregar meu pau na sua fenda, encharcando-o nos seus fluidos. Sem penetrá-la ainda, segurando meu falo com a mão e massageando a cabeça quando encontrava seu clitóris.
- Siii, papi... Mete logo, não aguento mais.
Agarrei seus quadris com as mãos e a penetrei. Lentamente, senti meu pau invadindo sua cavidade, suas paredes abraçando calorosamente meu pau milímetro a milímetro. E ela soltou um longo "uhhhh..."
Seus lábios vaginais apertavam meu pene com força enquanto eu a invadia. Entrei até a metade do meu comprimento e recuei na mesma velocidade (devagar), deixando apenas a cabeça submersa na umidade ardente do seu buraco. Para então, entrar novamente com mais decisão até seu fundo luxurioso e faminto. Roçando todas as suas paredes.
Continuei com minha metida e tirada, num ritmo constante, ela gemendo apoiada nos cotovelos na cama. Soltei seus quadris e peguei o lubrificante. Nunca tinha tido um cu me esperando ansioso para ser penetrado. Nunca tinha usado lubrificantes também.
Eu mantinha meu ritmo de investidas, respondendo às investidas dela, buscando meu pau. Sem minhas mãos guiando. Joguei um pouco de líquido no seu ânus e comecei a espalhá-lo fazendo círculos no seu esfínter com meu dedo... indicador. Comecei devagar para então sincronizar meu dedo com as penetrações, enfiando um pouco mais a cada vez no seu buraco negro.
De repente, entrei com meu dedo e continuei enfiando ao mesmo tempo em que a cabeça do meu pau batia na entrada do seu útero.
- Ahhhh.... Ahhhh... Ahhhh - ela ofegava - continua, continua... Mete, mete.
Meu dedo já entrava e saía livremente do seu reto. E para diminuir ainda mais a fricção, continuei jogando lubrificante nele.
Quando já o senti bem... Dilatado, enfiei bem fundo meu polegar e, segurando ela por ali, acelerei meu ritmo.
- AHHH!!! .... AHHH!!!... AHHH!!!.... - eram os gritos dela a cada entrada da minha pica na sua buceta.
- Não sei... por que... você está... tão grande hoje... Eu... adoro. - ela falava entre as penetrações.
Continuamos assim por alguns segundos. Até que eu digo:
- Já... já... Rom... pe... meu... cu... Culo... Arrebenta meu cu...
Tirei minha pica prestes a explodir da sua vagina deliciosa. Assim que ela sentiu a falta da buceta recheada, levou uma das mãos para continuar se masturbando.
Passei lubrificante na minha pica monstruosamente ereta e apontei para a entrada do seu cu. Eu ia comer minha mãe.
Com meus polegares, afastei suas nádegas para abrir ainda mais o caminho. Seu cu já dilatado parecia um círculo negro esperando ser invadido.
Apoiei minha cabeça lubrificada no seu ânus. Ela acelerou os movimentos da mão na sua racha.
- Rápido... não aguento... Arrebenta meu cu!
Ajudando com meu peso e minhas mãos segurando seus quadris, comecei minha conquista anal.
Minha cabeça entrou, mas me senti travado, roçando nas paredes internas dela. Recuei alguns centímetros, deixando parte da cabeça para fora, passei um pouco mais de lubrificante e investi de novo. Dessa vez entrei uns 5 centímetros raspando, até travar de novo, junto com um gemido sentido e longo da parte dela.
- Continua... continua... Quero que me parta ao meio.
Esperei um pouco e, sem recuar, forcei de novo... Uns peidos soaram enquanto eu continuava entrando. Avancei mais 5 centímetros e parei de novo.
Ela começou a rebolar o traseiro em círculos. Gemendo como uma puta louca. Isso me fez recuar um pouco e começar com uma metida e tirada. Sem chegar ao fundo ainda.
Fiquei alguns minutos penetrando, entrando até onde dava sem muito esforço e saindo, deixando só a ponta dentro. A cada penetração, avançava mais, mas ainda faltava um bom pedaço de pica para enfiar.
Não ficaria em paz até enfiar toda a minha verdade no seu cu... Se fosse Fodê-la clandestinamente e com prováveis consequências nefastas seria, pelo menos, um custo que valeria a pena. Tirei meu pau e apliquei lubrificante novamente. Posicionei na sua entrada e entrei de novo, apertado mas sem problemas. Aproveitando o aperto da sua bunda.
Continuei pressionando para entrar mais fundo, estava apertado mas já não era a mesma resistência do começo. Mas ainda custava, meu pênis sofria com o atrito e a estreiteza do seu intestino, mas não parei. Gemidos e queixumes ecoavam, emitidos pela minha... linda mãe enfiada, sendo fodida por mim, pelo seu filho, sem saber.
Com a mão esquerda na sua cintura e a direita no seu ombro. Continuei metendo com força. Ela seguia com seus queixumes mas sem sinal de rejeição nenhum. Optei por pressionar e soltar, sem recuar.
Uma vez, e parava... Na segunda, com força, entrava um pouco mais e parava... Terceira... E parava... E assim até que, de repente, senti minhas bolas baterem na sua bunda. Estava no mais profundo do seu cu.
Aproveitei aquele momento, pressionando e soltando, sem recuar nem um pouco. A mão dela estimulava o clitóris sem parar.
Minas enfiadas foram aumentando a frequência. Para depois de algumas, começar a me mover no seu intestino, saindo um pouco e voltando a arremeter. 2 ou 3 vezes devagar, e assim aumentando meu ritmo. Gozei daquela deliciosa pressão da sua cavidade ardente no meu pau, em todas aquelas metidas no seu agora dilatado cu.
Decidido a terminar com aquilo, ansioso para gozar completamente dentro dela. Tirei meu pau pela última vez, ela reclamou com um gemido melado e palavras incompreensíveis. Apliquei lubrificante de novo na minha ferramenta, espalhando com a mão, me certificando que ficaria bem coberto. E apliquei um pouco mais na sua bunda.
Coloquei a cabeça no seu cu, minhas mãos na sua cintura e entrei firme, sem parar. Voltei a invadir seu interior sem obstáculos, mas sim numa passagem apertada. Com as paredes internas estimulando meu pau por toda extensão. Voltei até o fundo. e comecei a meter primeiro devagar, para depois aumentar meu ritmo amatório.
Cada uma das minhas penetrações a fazia gemer ou reclamar, ou dizer bobagens.
- Ahhh... Mmmm... Siiim... Viiiiado... Duro... duro... Assim assim... - ouvi-la me motiva a não diminuir o ritmo.
Apesar da lubrificação, sentia como tudo ardia naquele reto apertado que eu estava invadindo com meu pau.
Continuei penetrando-a com entusiasmo... Num ritmo doentio, ela de repente desabou na cama, com o rosto virado para a direita entre os antebraços. Sua bunda continuava empinada, entregue ao meu serviço sexual. "Deve ter gozado", pensei.
Poucos segundos depois, senti meus genitais começarem a contrair, como se aquela sensação deliciosa, aquele formiguinho antes do orgasmo, me invadisse. Meu pau continuava entrando e saindo daquela fonte de prazer carnal. Ao mesmo tempo, já sentia que não conseguiria segurar por mais tempo...
Mais alguns segundos e... Segurando-a com toda a força pelos quadris, penetrei pela última vez.
No mais profundo, na escuridão quente e apertada... Gozei em um dos orgasmos mais intensos da minha vida. Senti como se litros de porra fossem liberados, me tornando o ser mais satisfeito do planeta.
Minha visão embaçou e minhas pernas fraquejaram.
Tirei meu pau da sua bunda, já menos ereto. Ela soltou um "mmmmm..." quando saí. Na tentativa de continuar aproveitando o contato sexual com minha mãe, coloquei meu pau ainda duro entre suas nádegas e as apertei com elas. Mamãe respondeu movendo seu divino... cu para cima e para baixo. Aproveitando aquele último estímulo, respondi aos movimentos pressionando com meus quadris cada vez que ela descia.
- JAVIERA!!! - ouvi meu pai chamando minha mãe da sala.
Ela, ainda extasiada, não pareceu ouvir. Isso me fez voltar à realidade e dimensionar o que eu tinha acabado de fazer. Precisava sair dali rapidamente.
Subi minhas calças, que estavam na metade das coxas, sem fazer barulho algum (ou o mínimo possível) e ainda com meu... Pau pra fora, saí do quarto.
Entrei no meu quarto, escapei pela janela pro quintal e dali pra rua. Caminhei umas duas horas pensando no que tinha acontecido. Me questionando moralmente. A frase "Sou um degenerado" ecoava na minha cabeça.
Eu tava me sentindo uma pessoa ruim, sujo e detestável. Mas aí comecei a lembrar do momento, das sensações, da maciez do corpo dela, do quão gostoso foi meter na minha mãe, e do maravilhoso que foi gozar dentro dela, descarregando toda minha porra nela.
"Ela também curtiu muito" pensei. E aos poucos já não me sentia tão mal. Vi aquilo como algo bom, quase como um prêmio do destino. E até despertou em mim a vontade de repetir a experiência.
"Talvez se eu contar como tudo aconteceu ela aceite continuar fazendo amor comigo" – virou minha esperança.
Voltei pra casa por volta das 22h45.
Tava tudo apagado. "Tão dormindo" pensei. "Boa!".
Cheguei no meu quarto, e mal fechei a porta sem fazer barulho. A luz acende.
Minha mãe tava sentada, com seu roupão grosso fechado até o pescoço, na minha cama.
Fiquei paralisado com cara de trouxa.
– O tempo todo seu pai tava dormindo no sofá – brava, mas sem levantar a voz.
– Do que cê tá falando, mãe? – perguntei fingindo não entender.
– Acha que eu sou burra? – num tom ainda mais inquisidor – você se aproveitou quando eu tava esperando seu pai.
A expressão dela mudou pra uma de pena, e soluçando disse:
– Você é um degenerado, se aproveitou da sua própria mãe, me usou como se eu fosse uma puta.
Uma grande pena me invadiu, caminhei até a cama e sentei do lado dela.
– Sinto muito, mãe... É que eu ouvi meu nome e fui sem saber com o que ia me encontrar.
– Desgraçado, eu tava esperando seu pai, a gente nunca tinha feito sexo anal e eu queria dar uma surpresa pra ele...
– É que... Vi seu corpo pelado... Curvilíneo... Lindo e não consegui me segurar.
Paff!!! Soou o tapa que ela me deu bem na cara.
– Acha que eu sou uma daquelas putas que você conhece na Universidade... Eu sou sua mãe... Me respeite!
— Desculpa, mãe — falei, olhando pro chão.
Ela me bateu mais algumas vezes. Acertando minha nuca e minhas costas.
— Amanhã a gente conversa com seu pai — disse entre soluços.
Ela se levantou, me encarando com raiva, nos olhos. E foi embora, fechando a porta atrás de si.
Fiquei em silêncio por vários minutos antes de me mexer. Atormentado pelo possível caos que estava por vir. Eu tinha me aproveitado da minha mãe. Abusado.
Quase não dormi, fiquei me revirando na cama pensando na possibilidade de que os últimos acontecimentos... poderiam acabar com minha família. Mas isso contrastava com as memórias do momento recente de prazer. De repente, revivi as sensações de enfiar meu membro naquelas cavidades maternais, úmidas e quentes. Isso me deu uma ereção repentina.
Comecei a acariciar meu pau duro por baixo do pijama, por um tempo, mas logo meu tesão fulminante me obrigou a soltar meu falo e começar a me masturbar. Com a mão direita subia e descia o prepúcio e com a esquerda puxava meu saco entre minhas bolas. Aproveitei minhas próprias carícias enquanto flashes da minha experiência com a mamãe passavam pela minha cabeça.
Lembrei da maciez do toque da pele dela, do calor do corpo, da suavidade dos peitos, da dureza dos mamilos.
Me virei, ficando de bruços na cama com meu pênis apontando pra cabeça e preso entre meu abdômen e o colchão.
A imagem das minhas mãos segurando ela pelos quadris enquanto eu investia contra o corpo dela, comendo ela, me inspirava a curtir meus "embates" contra o colchão, aproveitando o atrito do lençol macio e a parte de baixo do meu pau.
Minhas mãos agarravam forte o travesseiro, enquanto eu continuava com meu mete e saca simulado no colchão, curtindo o atrito e relembrando cada estocada na buceta da minha amante recente.
Cheguei ao ponto de não aguentar mais e, lembrando da minha deliciosa ejaculação no divino e apertado cu da minha mãe... gozei.
Gozei com um orgasmo forte que me levou a um relaxamento profundo. Dormi em poucos minutos, na mesma posição em que fiquei depois de liberar o resto do esperma que tinha, entre o colchão e meu abdômen.
De manhã, acordei mais cedo que o normal, com o lençol grudado no meu abdômen, por causa da porra seca. Peguei e levei para o cesto de roupas sujas perto da máquina de lavar. Levantei quase sem fazer barulho e saí de casa, fugindo antes do cataclismo. Fiquei dando voltas pela cidade a manhã toda e voltei depois do horário do almoço.
Antes de entrar, respirei fundo, como se estivesse tomando coragem para enfrentar o suposto caos que haveria em casa. Supondo que minha mãe teria contado ao meu pai que me aproveitei dela.
Girei a chave lentamente. Abri a porta e entrei. Meus pais estavam na sala, sentados no sofá, vendo TV. Tudo parecia muito normal.
— Oi — disse.
— Você não veio almoçar — disse meu pai.
— É, é que combinei de ajudar um amigo a mudar umas coisas do apartamento dele — foi a primeira coisa que me veio à cabeça.
— Sobrou almoço na cozinha. Pode esquentar — disse minha mãe como se nada tivesse acontecido.
Apressado, mas sem demonstrar, fui para a cozinha, um pouco aliviado porque, pelo visto, minha mãe não tinha contado nada ao meu pai.
Estava esperando o micro-ondas esquentar meu prato quando minha mãe entrou na cozinha para pegar algo para beber.
— Ei, mãe...
— Cale a boca, degenerado. Não contei nada ao seu pai para não arruinar nossas vidas. Mas não quero que você se aproxime de mim.
Ela se virou para pegar algo na parte baixa do armário, agachando sem dobrar os joelhos. Ela estava usando uma legging cor de pele que deixava bem nítida a topografia... daquela rajinha deliciosa. Fiquei babando, olhando para ela, com vontade de tocar.
Ela se levantou de repente, virando-se e me encarando. Percebeu minha cara de tarado e o leve sorriso que eu tinha diante daquela visão encantadora.
Pá! — ela me deu um tapa — “O que você acha? Vai olhar para uma daquelas putas da internet de que você gosta tanto, eu não estou aqui para suas taradices” — disse depois de me bater.
— Mas...
— Nada de ‘mas’! A gente conversa depois.
Ela serviu um pouco de vinho em duas taças e Ela voltou para o meu pai.
O dia transcorreu com uma normalidade mediana, só que às vezes eu notava olhares disfarçados de desprezo da minha mãe em minha direção. Meu pai não percebeu.
Naquela noite, por volta de 1h da manhã, eu estava jogando WOW e, já de saco cheio de uma raid ruim, tirei os fones e ouvi uns barulhos estranhos. Me desconectei e saí para o corredor.
Os ruídos vinham do quarto dos meus pais: eram arfadas, meio escandalosas, e o barulho da cama. Me aproximei da porta para confirmar minha suspeita.
— Baixa o volume, o Jorge pode te ouvir — ouvi meu pai mandando a mamãe.
— Ele deve estar de fone jogando, não se preocupa… Ahh!!! Ahh… — ela continuou com as arfadas, mas agora com gemidos.
A porta estava trancada e claramente eu não podia abri-la sem que me notassem. Então, já excitado, saí para o quintal para tentar espiar pela janela.
De longe, notei a luz fraca do abajur deles acesa, filtrada apenas pela cortina fina. Eles não tinham fechado a cortina grossa. Entre as cortinas finas havia uma pequena abertura, que quando me aproximei me permitiu uma boa visão do quarto. A janela ficava do lado esquerdo da cama, alinhada com a parte do meio dela. Também estava um pouco aberta, então eu podia ouvi-los.
A visão do corpo delicioso da minha progenitora, pelada, montada no papai, com a cabeça jogada para trás e as mãos agarrando seus peitos gostosos, gerou uma explosão de tesão no meu corpo, um formigamento da minha nuca até as minhas bolas. Mamãe subindo e descendo, enfiando a pica do meu sortudo pai. Num ritmo forte e constante.
Peguei meu celular e o acomodei entre as aberturas das cortinas para gravar a cena. Pensando nas minhas futuras punhetas.
As mãos dela pressionavam os seios contra o peito, tapando os mamilos com as palmas. Do ângulo em que eu os via, notava a perna e a bunda direita trêmulas se mexendo no compasso de cada penetração que ela mesma provocava. Tão fascinado eu estava olhando para essa mulher ardente, que demorei a notar que meu pai estava algemado a… a cama, sem chance de tocá-la.
- Ahh!!... Ahhh!!...
- eram os gemidos cada vez mais altos da minha mãe, direcionados ao teto do quarto.
- Shhh!!! Baixa o volume...
- repreendeu meu pai.
Ela só aumentou o volume dos seus choramingos e gemidos. Sem diminuir o ritmo.
Eu estava me masturbando protegido pela escuridão. Olhando pela janela e ouvindo ela gozar.
Em um momento, ela olhou diretamente para a janela. Como se soubesse que eu estava ali. Seu cabelo despenteado e seu rosto de prazer desmedido lhe davam uma aura de puta safada que me deixou... louco.
Ela mudou o ritmo da cavalgada. Para movimentos para frente e para trás, um pouco lentos mas profundos. Suas mãos pegaram seus seios pesados por baixo, deixando à vista seus mamilos duros e grandes. Eu desejava chupá-los e mordê-los naquele minuto. Queria ter aquelas tetas batendo na minha cara. Sua pélvis ia para frente e para cima. E depois para trás e para baixo. Ela encarava a janela fixamente, gemendo desesperadamente, massageando os seios.
Ela se inclinou para frente sem parar sua mecânica amorosa, apoiando as mãos dos dois lados da cabeça do papai, e deixando seus lindos seios balançando.
- Já vou gozar, Andrea!!
- gritou papai.
- Termina!... Enche-me!
- gritou eufórica entre gemidos.
Ela apoiou as mãos no peito do papai e começou a subir e descer com força. Tentando enfiar aquele pau no mais profundo. Meu pai gemida entre as estocadas, lutando com as algemas. Por sua vez, mamãe gritava seus gemidos cada vez que seu sexo engolia aquela pica sortuda. Foram 12 penetrações (eu contei e memorizei depois, me masturbando tanto com o vídeo).
"Enche-me!"... "Tudo"... "Agora"... "Agora".... Ai! Siiim... Foram suas expressões ao ser penetrada.
Freneticamente, eu me masturbava vendo como ela gozava. Encantado com suas carnes se movendo na dança amorosa.
"SIM!!" ... "Siiiim"... "Agora agora..."
- Rugia enfiada - "enche-me... Enche-me, Jorgito..."
Foram suas palavras quando papai soltou sua descarga dentro dela, com um gemido prolongado; e eu disparando no revestimento externo do muro da casa, tentando não fazer barulho. Ela se deixou cair sobre ele, exausta e satisfeita. Eles se beijaram por alguns segundos enquanto minha mãe continuou com seus movimentos, agora mais suaves, como se aproveitasse até o último momento da dureza daquele pau. Até parar, para depois de um momento se levantar.
Ela desceu do papai sem soltá-lo de suas algemas. Ficou de pé de costas para a janela. Mostrando-me aquele rabão largo, branco e redondo. E depois se cobriu com uma camisola de alcinhas, que a cobria até um pouco abaixo de suas nádegas.
Guardei meu pau e parei a gravação. Voltei para o meu quarto, em silêncio. Ainda embasbacado. Seu último grito "enche-me, Jorginho" ficou ecoando na minha cabeça. Era assim que ela me chamava quando não estava brava comigo.
Revisei o vídeo, deitado na minha cama, só de calça de pijama. E foi inevitável não me masturbar de novo.
Passaram-se algumas semanas sem novidades. Peguei o hábito de aproveitar os momentos de solidão para me trancar no meu quarto e gozar na punheta assistindo ao vídeo da minha mãe fodendo o papai.
Ela, por sua vez, aparentou uma vida normal nesse período. Continuou me tratando como um desgraciado quando estávamos sozinhos. Mas, com meu pai presente, disfarçava.
Foi só no terceiro sábado, depois daquele em que comi minha mãe, que novos acontecimentos ocorreram.
Cheguei por volta das 20:00 em casa, ia buscar algumas coisas para depois voltar a sair de farra com uns amigos. Encontrei meu pai saindo.
- Vou ver seu tio Manuel, vou chegar tarde.
- Aconteceu algo... ruim com ele? - perguntei um pouco preocupado.
- Não, só quer beber uns tragos e conversar. Não falei para sua mãe, ela está dormindo, acho.
- Dirija com cuidado, principalmente se for beber.
- Relaxa, volto quando estiver mais sóbrio.
- Ok, tchau.
- Tchau. - ele se despediu, entrando no carro.
Entrei em casa, despreocupado e pensando em ir buscar algumas coisas que me comprometi a emprestar a um amigo. Estava tudo em silêncio. Entrei na... Fui até a cozinha beber um pouco de água. Depois, fui em direção ao meu quarto. Caminhando pelo corredor, antes de passar pela porta entreaberta do quarto dos meus pais, ouvi um grito:
— Me ajuda, Jorge!
Rapidamente entrei no quarto, mas, antes de dizer qualquer coisa, fiquei mudo diante do cenário que se revelou no momento em que cruzei aquele limiar.
— Estou presa… e com tanto calor — ela disse, sentindo a porta se abrir.
Minha mãe, aquela mulher gostosa e sexy, estava com as duas mãos algemadas em cada lado da cabeceira da cama conjugal. De olhos vendados e seus lábios lindos pintados de um vermelho vibrante.
— Abusa de mim, Jorge… aproveita o corpo dessa mulher indefesa e ardente — continuou provocando com suas palavras.
Ela usava uma lingerie erótica: uma blusa ou robe quase transparente, bem curta, que chegava pouco abaixo do quadril, abotoada no centro, entre os seios, com bordados pretos, deixando transparecer os atributos de sua linda anatomia. Suas curvas estavam à mostra de maneira exquisita, os seios soltos repousavam no torso, coroados por seus deliciosos mamilos rosados, que apareciam eretos sob aquela lingerie sensual. Também usava uma calcinha fio-dental com renda, preta, que deixava sua buceta deliciosa à espera, completamente depilada. As pernas estavam nuas, torneadas e com a pele lisa — a direita flexionada, com o pé apoiado na cama, e a outra esticada, apontando para a porta.
A cena era tão linda que meu sangue começou a ferver. Sentia que o coração ia sair pela boca a qualquer momento, e as batidas ecoavam nos meus ouvidos.
— O que está esperando para me encher? Quero seu pau dentro… Me toma.
Ao lado dela havia um tubo de lubrificante, o que me fez supor onde tudo isso iria terminar.
Não pensei. Já a havia possuído, peguei seu corpo sem permissão e desejava fazer de novo. Meu pai não estava, e ela pensava novamente que era ele. Eu ocuparia o lugar dele, amparado pelo silêncio e pela venda em seus olhos.
Me despi em menos de um segundo. Meu pau ereto saltou. como uma mola assim que baixei minha cueca. Dava pra sentir o cheiro de buceta faminta aumentando conforme eu me aproximava daquele corpo quente, objeto do meu desejo. Apoiei as mãos e antebraços sob os joelhos dela, e aproximei meu rosto da sua boceta. Ao sentir o toque das minhas mãos nas suas pernas, ela reagiu dobrando-as, deixando os joelhos apontados para o teto, e as pernas bem abertas.
- Me come, me come - murmurava agitada.
Enterrei meu nariz entre seus lábios suculentos, que insinuavam-se na semitransparência da sua calcinha minúscula. Parei pra inalar aquele cheiro de sexo, ... ... de buceta, de mulher, de amante ardente, de desejo. Pra depois continuar beijando os lados da sua vagina, sem mexer na sua roupa íntima. Ela levantou e abriu levemente a perna pra facilitar minhas carícias. Continuei pela perna esquerda dela, beijando e lambendo a parte interna da coxa, aproveitando sua pele macia.
Repeti a mesma coisa, devagar, com a perna direita. Pra voltar de novo pro centro, mas sem tirar a calcinha, queria deixar o melhor pra depois. Do seu monte de Vênus comecei minha viagem com a língua, subindo conforme desabotoava sua camisa erótica. Soltei o primeiro botão, deixando à vista sua pele ardente até um pouco antes do umbigo. Segui com o segundo, libertando grande parte da sua barriga suave, amava cada centímetro quadrado de pele que entrava em contato com meus lábios e língua. Continuei com o terceiro, chegando até o quarto que se escondia entre seus lindos peitos.
Parei um instante pra me acomodar um pouco mais sobre ela. Coloquei meu pau em contato com sua boceta. Primeiro encostei a cabeça na sua vagina, coberta por aquele tecido fino, já encharcado pelos seus fluidos.
- Ai!... Isso, mete - murmurou entre gemidos.
Ela levantou as pernas como esperando ser penetrada. Respondi acomodando meu pau, apoiando-o sobre sua fenda, por cima da calcinha. Soltei o último botão entre seus seios e descobri suas lindas mamas, só de ver seus peitos quase me fez... gozei. Me joguei para chupá-los desesperado, fascinado pela sua maciez, estava no céu chupando... esses mamilos duros. Ficava alternando entre os dois, lambendo e chupando suas auréolas, apertando com meus lábios seus mamilos. Lambi também o contorno dos seus seios e as dobrinhas deles. Aproveitei aquele cantinho quentinho e suado embaixo deles, assim como nas laterais, sentindo o peso quando acomodava eles com meu rosto.
Com uma mão em cada peito, amassando-os, com cada mamilo entre os respectivos dedos médios e indicadores de cada mão. Beijei sua pele até chegar ao pescoço, enquanto continuava esfregando meu pau na sua boceta encharcada. Fiquei tentado a beijá-la na boca, mas precisava que o amasso não fosse percebido por ela e que ela não descobrisse que eu não era o pai.
Me afastei dela novamente, mas mantendo o atrito das nossas genitálias, minhas mãos percorreram seu corpo desde os peitos até os quadris, sem se desgrudar da sua pele. Era o momento de libertar sua boceta daquela prisão. Sua linda calcinha tinha 2 laços tipo rosquinha nas laterais, então bastou puxar suavemente para desatá-los e tirar a embalagem macia daquele presente delicioso. Aquela sensação de maciez e disponibilidade me causou uma leve contração nas minhas bolas e um formigamento no estômago. A combinação da minha tesão e o cheiro da sua boceta era avassaladora. Joguei a calcinha dela no chão.
— **ME ENFIA!** — ela gritou.
Ela levantou as pernas abertas, sinal de total disponibilidade. Com a mão esquerda, segurei ela pela bunda para levantá-la e com a direita coloquei um travesseiro sob a pélvis dela. Deixando sua boceta escorrendo mel, exposta aos... meus desejos. Essa posição facilitava a visão do seu clitóris já inchado. E como um míssil teleguiado, me joguei em direção a ele com minha boca. A ponta da minha língua colidiu com aquele botãozinho de prazer para então seguir seu percurso pela parte de baixo dele, submetendo aquele terminal de prazer ao atrito da minha língua. Continuei lambendo seu clitóris de baixo para cima, enquanto meus lábios se... encontravam suas parceiras vaginais numa espécie de beijo erótico. O sabor de sua buceta era um elixir delicioso que me motivava a continuar amando-a daquela forma sem diminuir a paixão. A mecânica continuou com meus lábios pressionando levemente seu botão. Para depois lamber sua rachada por toda extensão, desde seu ânus até sua uretra. Saboreando todas as dobras de sua topografia genital.
— Você vai me matar! — ela gritava ao sentir minhas batidas em seus genitais, na medida que seus arfos e gemidos permitiam — mete!... Depois... eu morro... Quero gozar com você dentro.
Continuei lambendo até sentir suas carnes já tremendo com a proximidade do orgasmo. Tirei meu rosto de sua entreperna, banhado em fluidos femininos.
Bastou apenas apoiar levemente minha glande na entrada de sua gruta encharcada, para que ela me engolisse, submergindo-me num mar ardente de prazer. Penetrei-a completamente, encaixando de maneira perfeita, meu pau ansioso em sua vagina faminta, como uma luva quente, úmida e aveludada, feita sob medida.
— Uiii!... Siiim.... Jorgito — exclamou.
Suas pernas se cruzaram nas minhas costas no momento em que minha glande colidiu com o fundo de sua buceta.
Comecei com uma metida e tirada enérgica, sem sair tanto, mas batendo forte lá dentro. Ela respondia com gemidos ou queixidos, cada vez que meu falo ereto invadia suas entranhas energicamente. Balbuciava de prazer.
— hmmm.. isso... Aaah... nãooo.... Vai, vai...
Depois de várias penetrações, tirei o travesseiro que elevava seu quadril para possuí-la mais confortavelmente. E possuí-la com meu corpo sobre o dela.
De um momento para outro, estava totalmente sobre ela, amando aquele lindo corpo de mulher madura, com meus antebraços apoiados ao lado de sua cabeça.
Nossas peles suadas se roçavam no ritmo de minhas investidas. Nos beijávamos apaixonadamente, de repente, já não estava sendo prudente. Nossas línguas fornicavam paralelamente ao nosso coito genital.
Sentia como, aos poucos, as cócegas começavam a me invadir, meus testículos se contraíam, meu... o abdômen se apertava. Logo eu gozaria, mas não queria diminuir o ritmo, queria aquele orgasmo. De repente, ela apertou ainda mais as pernas nas minhas costas, puxou com força as algemas, arrebentando a que prendia sua mão direita, e essa mão foi direto para cravar as unhas nas minhas costas. Seus músculos vaginais começaram a apertar ainda mais meu pau, como se estivessem sugando. Eu não diminui o ritmo, muito pelo contrário.
— Agora, Jorge!!! — gritou, soltando minha boca — me enche!!
Não esperei mais, apertei e mantive no fundo, para sentir como meu membro começou a explotar dentro dela. Me esvaziei dentro dela com jatos fortes de... sêmen. Sentia minha descarga percorrendo meu falo, como um torrente denso, pressionado pelas paredes internas daquela buceta fervente. No total foram 4 ou 5 jatos, que senti como litros sendo despejados dentro dela. Os jatos foram diminuindo até terminar minha descarga. Meus genitais continuaram se contraindo suavemente, como se ainda estivessem ejaculando por alguns segundos.
— Aahhhhhhh... — foi seu longo gemido quando terminei de gozar dentro dela.
Suas pernas soltas caíram abertas. Tirei meu pau semi ereto de seu corpo já relaxado. Banhado com a mistura do nosso prazer mútuo.
Ela ainda estava deitada, com a mão esquerda algemada e a direita caída ao lado do corpo. Lentamente fui me afastando, tentando não fazer barulho. Tentando passar o mais despercebido possível. Olhei a hora e haviam passado apenas 20 minutos desde que cheguei em casa.
Estava quase saindo do quarto quando ouvi:
— Quero que me foda o cu — disse — mas quero chupar ele primeiro, deixar ele duro de novo.
Assustado, me virei para olhá-la. Ela soltou a algema e sentou na beirada da cama.
— Chega mais.
Fiquei em pé na frente dela com meu pau meio mole perto do rosto dela. Ela, ainda de olhos vendados, começou a tatear com as mãos até encontrar minhas pernas e foi subindo até achar meu pênis.
— Quero ele duro de novo — disse antes de começar a lamber minha glande meio exposta e um pouco caída.
Não coloquei objeções, apenas me deixei levar. Pego no meu pau, puxei a pele descobrindo a cabeça totalmente. Ela colocou na boca e começou a chupar suavemente, de um jeito bem delicado. Só alguns segundos de disfrute daquela cóceguinha, e meu pau já estava recuperando a vida. Na décima chupada já estava quase duro, e enquanto ela continuava, eu sentia ele ficando cada vez mais rijo. Ela aumentou o ritmo. Trinta segundos depois, ou talvez um minuto, já não tinha noção do tempo. Ela agarrou firme e começou a me masturbar devagar mas com força, puxando minha pele cada vez mais. Depois de um tempo, colocou ele no rosto dela e, entre beijos e mordidinhas que dava no meu mastro, disse:
— Já está em condições. Me passa o lubrificante — ela ainda estava de olhos vendados.
Obedeci, pegando o tubo de lubrificante que estava no criado-mudo e colocando na mão esquerda dela.
Ela voltou a mamar meu pau, agora mais devagar, enquanto passava aquele gel nas mãos. Depois, parou com o trabalho oral e continuou a me masturbar com o lubrificante nas mãos: com a esquerda esfregava o tronco e com a direita a cabeça. Depois de cobrir ele todo, repetiu mais algumas vezes. Eu estava fascinado com as carícias e o controle que ela tinha da situação. Terminou colocando uma boa quantidade sem espalhar na minha cabeça.
Ela se virou, colocando aquele rabão branco empinado, apoiada nas mãos e joelhos. De novo à minha vista, aquela deliciosa racha e aquele bumbum divino, ansioso para ser conquistado de novo. Mas agora de outro ângulo.
— Vamos, lubrifica minha bunda, meu amor — disse com ternura, já na posição.
Apliquei direto do tubo no cu dela, e ela soltou um... "Ai!!" brincalhão ao sentir o gel gelado. Depois espalhei fazendo círculos com meu polegar direito, suavemente.
— Mmmmm... Que gostoso — foi a reação dela ao meu toque — anda logo, que já quero que você me foda.
Com meu dedo já completamente dentro, percebi que não ia precisar de tanto tempo quanto da primeira vez para ela se acostumar. Tirei meu dedo, para segurá-la pelos quadris. com minhas mãos, apertando suas carnes firmemente. Ela respondeu levantando ainda mais sua bunda e aproximando-a de mim.
Minha rola ansiosa se posicionou automaticamente em seu esfíncter. Para então começar a entrar, apertado, sem pausa, mas sem forçar demais. A fricção esquisita, a suavidade do lubrificante, estava me levando ao paraíso carnal. Minha rola chegou quase até a metade, e eu parei um pouco. Para aproveitar aquele cuzinho apertado. Ela não parou de pressionar contra meu falo para não interromper a penetração. Peguei-a um pouco mais acima, com mais força, e sem parar continuei perfurando-a, com mais ímpeto. Estava claro que era isso que ela estava pedindo.
Entre gemidos e queixos, continuei me assentando em seu intestino até sentir que também podia avançar mais. Até sentir meus ovinhos colidindo com seus lábios vaginais úmidos e quentes. Um dolorido "ahh!!" ouvi ao longe quando cheguei à sua profundidade, e uma sensação de satisfação me encheu.
Recuei alguns centímetros para voltar a arremeter contra aquele interior delicioso. Depois até a metade da minha rola e para voltar com mais força ao seu fundo. Depois, lentamente, tirei minha rola completamente de sua bunda. E voltei a aplicar lubrificante em excesso, no meu pau e na entrada de seu ânus.
Me posicionei e enfiei até o fundo. "Ahhh!!!" ela gritou, sinalizando aquela mistura de prazer e dor. Sem cerimônia e como se fosse sua vagina, continuei com uma metida e tirada brutal no ritmo mais extenuante que minha respiração permitia.
Seus gritos devem ter sido ouvidos por todo o bairro.
- AHHH.... SIII... VAI... MAIS... JORGITO.... JORGITO.... ARROMBA... MEU... CU... ISSO... ISSO... SII... É PICA.... CONTINUA... CONTINUA.... CONTINUA.... TE AMO... MMMM... ENCHE... ENCHE... SIII....
Minha rola entrava e saía daquele cu em um ritmo quase mecânico. Era aquela mistura de prazer, de morbidez, de obsessão, e também, de amor; o que me motivava a não parar de penetrá-la.
Nossas carnes brancas, trêmulas, colidiam e soavam a cada enfiada da minha rola em seu orifício. Sua pele Sua pele, suada ao meu toque, tinha uma suavidade perfeita. O cansaço estava me vencendo, aquele ritmo estava me deixando sem fôlego. Então, de repente e sem aviso, mudei para enfiadas longas e profundas. A cada momento, o tão desejado orgasmo se aproximava. Eu queria gozar, enchê-la.
Eu recuava até deixar só a cabeça do meu pau dentro dela para depois entrar completamente de novo. Com a mudança de ritmo, ela apoiou o rosto na cama, entre os braços. Foi aí que notei que a venda dela tinha escorregado e ficado no pescoço. Na 4ª ou 5ª enfiada poderosa, ela finalmente relaxou o corpo. Com um gemido longo que foi silenciando... aos poucos, até virar só ofegos com o pouco fôlego que lhe restava. "Siiiii...".
Continuei metendo mais umas 10 vezes quando ela disse, entre ofegos:
— Termina, meu amor. Antes que seu pai chegue.
Não processei na hora o que ela disse, só continuei com meu trabalho.
— É só para você... Meu cu é só para você.
Foi o que ela disse quando sentiu meu pau começando a bombear minha porra dentro dela. Ejaculei o que me restava de sêmen no seu interior, olhando para o céu e me mantendo nas suas profundezas.
Depois de alguns segundos, reagi, ainda com meu pau dentro dela. Ela estava com a bochecha direita apoiada na cama, apoiada nos antebraços, com os olhos fechados, exausta.
Eu podia ver seu lindo perfil e seu cabelo bagunçado. Foi aí, apalpando sua bunda linda antes de tirar meu pau, que entendi suas palavras e um frio percorreu minha espinha. Ela não reagia, ainda com meu pau no seu reto.
No fundo, entendi que tudo tinha sido um plano, e que pelo menos dessa vez ela queria que fosse eu quem a comesse. Essa ideia me alegrou completamente.
Tirei meu pênis, já não tão duro, com suavidade, coberto de restos de sêmen, gel lubrificante e merda (próprio da cavidade que estávamos usando), mas não me importei. Comparado ao prazer enorme que havíamos desfrutado, isso não passava de um detalhe.
Ela, quase sem reagir, se deixou cair para o lado direito, em um Com sono. Fazendo o mínimo de barulho possível, peguei minhas roupas e saí do quarto.
Fui ao banheiro me lavar e entrei em pânico. "O que isso significa?" pensei. "Ela sabia, sabia o tempo todo". Depois de lavar meus genitais, lavei o rosto com água fria, como se tentasse esfriar a cabeça e pensar com clareza. Com uma grande incerteza, saí do banheiro. Mas não havia sinal de movimento algum. Aproximei-me da porta do quarto dos meus pais e estava trancada. Diante da situação confusa, preferi desaparecer para pensar melhor. Então fui buscar os discos que ia emprestar ao meu amigo e saí.
Só voltei de madrugada. O carro do meu pai já estava em casa, então imaginei que ele tinha voltado. Não fiz barulho e fui me deitar.
No dia seguinte, tudo parecia normal. Levantei ao meio-dia e encontrei meus pais super normais. Minha mãe vestia roupas largas, uma blusa sem botões, com decote, mas sem ser decotada, e calças soltas.
— Oi — disse ao ar, para ver como estava o clima.
— Oi, dorminhoco — disse minha mãe, com um sorriso.
— Oi — simplesmente meu pai.
Caminhei até a cozinha para pegar um copo d'água. A coisa parecia normal. Ouvi minha mãe brincando com meu pai, de muito bom humor. Podia imaginar a razão daquele bom humor.
O resto do dia transcorreu normalmente. Meus pais interagiam e eu me metia nas minhas coisas. A atitude de desprezo da minha mãe não se manifestava mais. Mas também não quis tentar a sorte.
Naquela noite, dormia profundamente quando acordei com uns gemidos e choramingos de mulher. "De novo", pensei. Levantei rápido, coloquei um chinelo e um moletom e fui direto para o pátio para... ... espiar pela janela deles. A situação era parecida com a da vez anterior. A luz vazava pela cortina fina. E ao me aproximar, notei que estava arrumada para deixar uma pequena abertura entre as cortinas, e a janela estava aberta.
Com tudo o que já tinha passado, não posso dizer que fiquei surpreso. A verdade é que me deparei com o que esperava. Meus pais fazendo sexo. A A visão do seu corpo curvilíneo sempre será um gatilho de prazer no meu cérebro. Ela estava de quatro na cama, apoiada nos joelhos e nas mãos, com a bunda empinada na beirada. E meu pai a penetrava vigorosamente, segurando-a pelos quadris.
Ela gemía e ofegava. Enquanto era penetrada com força, seus peitos gostosos e caídos balançavam no ritmo amatório. Ela gritava cada vez mais alto, como querendo chamar atenção.
— Siiim!... Jorge!... Me dá!... Jorginho!... Sou sua!!
Meu pai a penetrava com força. Saía e entrava quase por completo, e ela respondia jogando sua bunda grande contra ele. Suas carnes tremiam a cada impacto. Passaram-se uns 30 segundos, quando ele parou firme dentro e gozou.
Ela continuava exigindo mais, com seus gemidos e rebolados, mas meu pai já tinha acabado. Ele a soltou, puxando seu pau no processo de "murchar", e deitou de costas ao lado dela.
— Desculpa, velha, não aguentei mais. Vou dormir.
Minha mãe, com decepção no rosto, levantou-se, vestiu sua camisola de alcinhas e deitou resignada no seu lado da cama. Foi tudo tão rápido que não consegui gozar com a punheta clandestina que estava batendo enquanto curtia o espetáculo do corpo da minha mãe sendo penetrado.
Em silêncio, voltei para meu quarto. Deitado, revi o que consegui gravar do encontro sexual dos meus pais. Me masturbando lentamente, concentrado em como os peitos da minha mãe balançavam no vídeo.
De repente, senti minha porta abrindo devagar.
— Preciso falar com você — ouvi minha mãe dizer baixinho, antes de desaparecer na escuridão do corredor.
Fiquei preocupado e saí rápido para o corredor. Estava escuro, e ela não estava lá. Só dava para ver um facho de luz escapando pela porta entreaberta do banheiro. Em silêncio, me aproximei da porta e a abri aos poucos.
— Entra rápido e fecha a porta — ela disse quase sussurrando.
Ela estava lá, com o cabelo solto e apenas sua camisola pálida de dormir... alças, que sob a luz direta do banheiro, ficavam quase transparentes, mostrando que era só aquela peça cobrindo sua anatomia deliciosa.
- O que foi? - perguntei, intrigado, enquanto passava os olhos por ela.
- Preciso que você me ajude - disse, soltando as alças sobre os ombros - seu pai não está me satisfazendo.
Ouvi enquanto não perdia um detalhe da queda do tecido, percorrendo suas curvas, até cobrir seus pés.
Me aproximei, segurando-a pela cintura e trazendo nossos rostros para perto.
- Termina o que seu pai não conseguiu terminar.
Nos beijamos apaixonadamente, ela envolveu meu pescoço com os braços, minhas mãos se apropriaram de... suas generosas nádegas e senti seus seios apertando contra meu peito. Levei-a contra a parede do banheiro e levei minha mão direita ao seu seio esquerdo para aproveitar sua suavidade suprema. Seu mamilo duro passava entre meus dedos junto com o amassar da minha mão. Ela levantou uma das pernas para aproximar mais sua buceta da minha.
- Mete logo, antes que ele acorde. - disse entre beijos.
Nos soltamos. Ela se apoiou na pia, inclinando-se para frente e levantando a bunda. Abaixei as calças e me posicionei atrás dela. Minhas mãos a seguraram firmemente pelos quadris e meu pau ereto e ansioso buscou a entrada de sua buceta gostosa. Que, sem obstáculos ou receios, o aceitou numa penetração imediata e completa. "Mmmmm..." Foi sua expressão ao me sentir invadindo-a.
Segurando-a pelos quadris, fodi-a num ritmo frenético, impulsionado pelo tesão acumulado desde que a vi transando com o papai, um tempinho antes. Sua bunda se aproximava de mim, batendo com suas carnes macias cada vez que meu pau insistia no seu interior, nos sincronizamos em nossa arte amatória.
"Uhhh"... "ISSO..."... "Vai, Jorgito"... Ela dizia entre gemidos e ofegos, tentando não fazer muito barulho.
Nosso ritmo era constante e o tínhamos controlado, então comecei a subir pela sua pele com minhas mãos, para chegar naquelas tetas penduradas. Me agarrei a elas com... força, exigindo o direito de desfrutar da sua maciez. Eu sentia que tinha o direito absoluto de aproveitar aquele corpo de mulher no cio. Com minhas mãos apertando com força seus peitos, prendendo seus mamilos duros entre meus dedos, puxava-os cada vez que precisava entrar novamente em seu corpo, na nossa mecânica sexual.
Ela, com o rosto voltado para o teto, se entregava à minha necessidade de macho.
De repente, ela baixou o rosto, suas mãos foram segurar as minhas e suas pernas fraquejaram.
— Ai! Acabei... — disse murmurando enquanto eu continuava com meu mete e saca.
Entrei firme e fundo, para ficar naquela toca quente. Ela endireitou a postura com uma atitude melosa. Sua mão direita pegou minha cabeça por cima dela, eu beijava o lado esquerdo do seu pescoço, sua mão esquerda apertava minha nádega esquerda. E minhas mãos amassavam seus peitos.
Minha pica dura no seu interior pulsava de tesão.
— Isso sim que é prazer. Nunca tinham me fodido assim.
— Ainda não terminei — disse no ouvido dela.
— Uii, sim, meu amor... Acaba... Me enche... — voltando a se reclinar sobre a pia e levantando sua bunda.
Continuei com enfiadas fortes e profundas naquela boceta suculenta. Foram várias, talvez 10 ou 15, lentas e fortes. Ela respondia com gemidos suaves e mantendo sua xota no alto e disposta.
Já quase acabando, senti aquele formigamento delicioso, para depois, na próxima investida, sentir meu falo prestes a explodir. Continuei desfrutando de sua cavidade macia por mais algumas penetrações. Até não aguentar mais e me esvaziar... ... finalmente, na sua profundidade, liberando minha virilidade em uma grande gozada em vários jatos, como se estivesse bombeando porra direto nas suas entranhas.
Me mantive segurando ela com meus dedos quase enterrados na pele de seus quadris generosos, por alguns segundos desfrutando de uma das sensações mais deliciosas da vida.
Depois de um tempo, a soltei e tirei minha pica encharcada de sua vagina alagada. Ela se virou para mim, nos olhamos nos olhos e nos beijamos apaixonadamente, nos abraçando.
Cada um voltou ao seu respectivo quarto sem que meu pai suspeitasse. A atitude dela comigo melhorou bastante, parecia normalidade. Mas a verdade é que ela procurava qualquer oportunidade para me excitar. Começou a usar roupas mais ousadas. Seus decotes e/ou saias curtas começaram a aparecer mais no dia a dia. Ela parecia mais alegre do que antes.
Nossos encontros começaram a ficar mais frequentes, e não só nos fins de semana. Não importava se meu pai estivesse ou não, a gente arranjava um jeito de saciar nossa fome. Fizemos em todos os cômodos da casa. Com o tempo, o cu dela se acostumou ao meu pau, de um jeito que encaixava perfeitamente toda vez que ela pedia para eu comer ela por trás. Claro que, toda vez que a gente transava, minha mãe transava depois com o papai, à noite. Para compensar a traição, ela dizia. E talvez, para aliviar a consciência.
Era sábado. Fiquei com uns amigos pra tomar umas cervejas e tentar fazer alguma coisa divertida depois, como todo sábado. Mas nesse dia a galera não tava muito animada pra nada interessante. Aí a gente decidiu voltar pra casa mais cedo.
Com meus 22 anos, eu ainda morava com meus pais. Meu nome é Jorge, igual do meu pai, e sou um cara normal. Meu pai, naquela época, tinha uns 50 anos, meio amargurado, meio enjoado. Minha mãe, de 45, ainda se mantinha gostosa, media mais ou menos 1,60, pele branca, olhos escuros com um olhar cheio de malícia, cabelo castanho, o rosto dela era muito bonito, mantinha uma cintura fina com quase nenhuma barriguinha, as costas eram estreitas, então os peitos dela, que eram um C, pareciam grandes no corpo dela e em contraste com os quadris largos e a bunda redonda e naturalmente empinada, que sempre chamava atenção, principalmente no verão com os biquínis que ficavam justinhos nela.
Como era comum no mês de maio, na minha cidade, já estava escuro lá pelas 8 da noite. Então, quando entrei em casa, a primeira coisa que vi foi o brilho da TV na sala. Que iluminava meu pai totalmente dormindo no sofá, com a cabeça jogada pra trás e a boca aberta. Os roncos dele tomavam conta do lugar.
O volume da televisão estava alto, como ele sempre deixava.
Fui pra cozinha pegar alguma coisa pra beber. Uma cerveja ou algo assim. Pra levar pro meu quarto e me afundar em pornografia. Foi aí que, passando do lado do quarto dos meus pais no segundo... andar, ouvi minha mãe.
— Jorge!... Vem!... Preciso de você!
Ouvindo meu nome e pensando que podia ser importante, só entrei, mas antes de falar alguma coisa, fiquei de boca aberta.
Minha mãe estava de joelhos, sentada sobre os calcanhares, de costas pra porta. Totalmente pelada, segurando um tubo de loção com a mão direita.
O quarto estava iluminado com velas e dava pra sentir um cheiro meio exótico no ar.
Sem pensar, só fechei a porta. Não conseguia acreditar no que tava vendo.
— Passa loção nas minhas costas. - deixando a loção ao lado dos seus pés.
Era óbvio que o Jorge que ela chamava era meu pai, não eu. Mas não quis desperdiçar essa oportunidade. Então entrei na onda.
Peguei o tubo de loção, espalhei um pouco nas minhas mãos e comecei a massagear seus ombros. Só o contato das minhas mãos com sua pele fez ela soltar um gemido suave, mas muito erótico.
- mmmmm... - quase como um ronronar - é assim que eu gosto de ser tocada.
Arqueando as costas e juntando as omoplatas. A cabeça dela caiu levemente para trás. Eu me abaixei um pouco para não entrar no campo de visão dela, embora depois tenha percebido que seus olhos estavam fechados.
Sua pele quente, a situação, seu corpo curvilíneo e maduro. Estavam provocando em mim um nível de excitação desconhecido. Meus testículos se contraíam, meu pau endurecia preso pela roupa e sentia meu estômago invadido por borboletas nervosas voando. Com meu tesão aumentando exponencialmente, continuei percorrendo suas costas, cada vez pressionando mais forte sua carne trêmula com meus dedos ansiosos.
Na metade das costas, pressionava com meus polegares os lados da coluna, do centro para os lados e voltando. Ela se deixava levar, mantendo as mãos apoiadas nos joelhos.
Carregava meus polegares nas costas e meus outros dedos nas costelas, enquanto minhas mãos iam do centro das costas para os lados. Repeti esse movimento, provocando nela gemidos e queixinhos suaves, até que me enchi de coragem e levei minhas mãos para frente para pegar seus peitos. Minhas mãos percorreram as dobras da pele até conseguir envolver seus peitos, peguei-os por baixo, deixando os mamilos entre meus indicadores e dedos médios. Segurando seus seios, puxei-a para perto de mim. Beijei seu pescoço enquanto apalpava suas mamas. Tocar seus peitos acabou me deixando com um tesão enorme. Sua pele macia e quente, além de sentir como a textura macia se acomodava em minhas mãos e tentava escapar entre meus dedos. Fizeram com que, com... A tesura me fez os ouvidos taparem e a vista embaçar por alguns segundos. Depois de alguns segundos de preliminares, ela se inclinou para frente. Fui soltando seus seios à medida que ela se afastava, sem perder o contato com sua pele.
Minhas mãos desceram até a região lombar dela, com meus polegares pressionando no centro. Foi aí que ela continuou se inclinando, mas agora levantando sua bunda. Sua linda, branca e redonda bunda. Grande e quente.
Ela ficou de quatro, abrindo um pouco as pernas. E disse:
— Meu cuzinho, exatamente como... como você me pediu tantas vezes, finalmente me decidi. — Ela dizia isso enquanto empinava ainda mais a bunda — Limpinho e depiladinho, te esperando.
Eu não conseguia acreditar, minha mãe tinha preparado toda essa surpresa para o meu pai, para experimentar sexo anal. Que, certamente, depois de mais de 20 anos de relacionamento, e portanto de sexo, eles queriam experimentar algo diferente.
— Você tem que me tratar com carinho — passando para trás um tubo de lubrificante entre as pernas — Nunca usaram meu buraquinho.
Um grande sentimento de culpa me invadiu, eu estava me aproveitando da minha mãe. Mas, a tesura me dominava. Eu enfrentava um questionamento moral sobre o que estava fazendo.
Minhas mãos apertavam suas nádegas carnudas.
— Me lubrifica bem antes de enfiar...
Em silêncio e sem saber o que fazer, massageei suas nádegas, sentindo como meu pau duro lutava para sair da pressão da calça.
— Toca minha buceta, ela está ardendo e bem molhadinha — movendo a bunda de um lado para o outro como se estivesse brincando.
Eu obedeci. Molhei meus dedos da mão direita e toquei sua buceta. Quente e molhada, inundada pelos fluidos de uma mulher no cio. A ponta do meu dedo indicador foi direto ao encontro com seu clitóris inchado, e dali, subi até a entrada de sua gruta. Ela gemeu como se estivesse consentindo as carícias. Repeti o movimento várias vezes, lentamente, até que enfiei meu polegar em sua vagina e com meu indicador estimulava seu botãozinho do prazer.
Era uma oportunidade única, se a verdade é que nunca olhei com olhos luxuriosos para minha mãe, sempre me senti atraído pelo corpo dela. Por isso, me atrevi. Enquanto... Acariciava sua buceta molhada com a mão direita. Com a esquerda, abri o zíper da minha calça e tirei meu pau duro pra fora. Sem perder tempo, levei meu pau até encontrar a boceta quente da mamãe. Quase gozei ao sentir o calor da sua xota. Ela estremeceu.
- Ai! Que buceta gostosa...
Comecei a esfregar meu pau na sua fenda, encharcando-o nos seus fluidos. Sem penetrá-la ainda, segurando meu falo com a mão e massageando a cabeça quando encontrava seu clitóris.
- Siii, papi... Mete logo, não aguento mais.
Agarrei seus quadris com as mãos e a penetrei. Lentamente, senti meu pau invadindo sua cavidade, suas paredes abraçando calorosamente meu pau milímetro a milímetro. E ela soltou um longo "uhhhh..."
Seus lábios vaginais apertavam meu pene com força enquanto eu a invadia. Entrei até a metade do meu comprimento e recuei na mesma velocidade (devagar), deixando apenas a cabeça submersa na umidade ardente do seu buraco. Para então, entrar novamente com mais decisão até seu fundo luxurioso e faminto. Roçando todas as suas paredes.
Continuei com minha metida e tirada, num ritmo constante, ela gemendo apoiada nos cotovelos na cama. Soltei seus quadris e peguei o lubrificante. Nunca tinha tido um cu me esperando ansioso para ser penetrado. Nunca tinha usado lubrificantes também.
Eu mantinha meu ritmo de investidas, respondendo às investidas dela, buscando meu pau. Sem minhas mãos guiando. Joguei um pouco de líquido no seu ânus e comecei a espalhá-lo fazendo círculos no seu esfínter com meu dedo... indicador. Comecei devagar para então sincronizar meu dedo com as penetrações, enfiando um pouco mais a cada vez no seu buraco negro.
De repente, entrei com meu dedo e continuei enfiando ao mesmo tempo em que a cabeça do meu pau batia na entrada do seu útero.
- Ahhhh.... Ahhhh... Ahhhh - ela ofegava - continua, continua... Mete, mete.
Meu dedo já entrava e saía livremente do seu reto. E para diminuir ainda mais a fricção, continuei jogando lubrificante nele.
Quando já o senti bem... Dilatado, enfiei bem fundo meu polegar e, segurando ela por ali, acelerei meu ritmo.
- AHHH!!! .... AHHH!!!... AHHH!!!.... - eram os gritos dela a cada entrada da minha pica na sua buceta.
- Não sei... por que... você está... tão grande hoje... Eu... adoro. - ela falava entre as penetrações.
Continuamos assim por alguns segundos. Até que eu digo:
- Já... já... Rom... pe... meu... cu... Culo... Arrebenta meu cu...
Tirei minha pica prestes a explodir da sua vagina deliciosa. Assim que ela sentiu a falta da buceta recheada, levou uma das mãos para continuar se masturbando.
Passei lubrificante na minha pica monstruosamente ereta e apontei para a entrada do seu cu. Eu ia comer minha mãe.
Com meus polegares, afastei suas nádegas para abrir ainda mais o caminho. Seu cu já dilatado parecia um círculo negro esperando ser invadido.
Apoiei minha cabeça lubrificada no seu ânus. Ela acelerou os movimentos da mão na sua racha.
- Rápido... não aguento... Arrebenta meu cu!
Ajudando com meu peso e minhas mãos segurando seus quadris, comecei minha conquista anal.
Minha cabeça entrou, mas me senti travado, roçando nas paredes internas dela. Recuei alguns centímetros, deixando parte da cabeça para fora, passei um pouco mais de lubrificante e investi de novo. Dessa vez entrei uns 5 centímetros raspando, até travar de novo, junto com um gemido sentido e longo da parte dela.
- Continua... continua... Quero que me parta ao meio.
Esperei um pouco e, sem recuar, forcei de novo... Uns peidos soaram enquanto eu continuava entrando. Avancei mais 5 centímetros e parei de novo.
Ela começou a rebolar o traseiro em círculos. Gemendo como uma puta louca. Isso me fez recuar um pouco e começar com uma metida e tirada. Sem chegar ao fundo ainda.
Fiquei alguns minutos penetrando, entrando até onde dava sem muito esforço e saindo, deixando só a ponta dentro. A cada penetração, avançava mais, mas ainda faltava um bom pedaço de pica para enfiar.
Não ficaria em paz até enfiar toda a minha verdade no seu cu... Se fosse Fodê-la clandestinamente e com prováveis consequências nefastas seria, pelo menos, um custo que valeria a pena. Tirei meu pau e apliquei lubrificante novamente. Posicionei na sua entrada e entrei de novo, apertado mas sem problemas. Aproveitando o aperto da sua bunda.
Continuei pressionando para entrar mais fundo, estava apertado mas já não era a mesma resistência do começo. Mas ainda custava, meu pênis sofria com o atrito e a estreiteza do seu intestino, mas não parei. Gemidos e queixumes ecoavam, emitidos pela minha... linda mãe enfiada, sendo fodida por mim, pelo seu filho, sem saber.
Com a mão esquerda na sua cintura e a direita no seu ombro. Continuei metendo com força. Ela seguia com seus queixumes mas sem sinal de rejeição nenhum. Optei por pressionar e soltar, sem recuar.
Uma vez, e parava... Na segunda, com força, entrava um pouco mais e parava... Terceira... E parava... E assim até que, de repente, senti minhas bolas baterem na sua bunda. Estava no mais profundo do seu cu.
Aproveitei aquele momento, pressionando e soltando, sem recuar nem um pouco. A mão dela estimulava o clitóris sem parar.
Minas enfiadas foram aumentando a frequência. Para depois de algumas, começar a me mover no seu intestino, saindo um pouco e voltando a arremeter. 2 ou 3 vezes devagar, e assim aumentando meu ritmo. Gozei daquela deliciosa pressão da sua cavidade ardente no meu pau, em todas aquelas metidas no seu agora dilatado cu.
Decidido a terminar com aquilo, ansioso para gozar completamente dentro dela. Tirei meu pau pela última vez, ela reclamou com um gemido melado e palavras incompreensíveis. Apliquei lubrificante de novo na minha ferramenta, espalhando com a mão, me certificando que ficaria bem coberto. E apliquei um pouco mais na sua bunda.
Coloquei a cabeça no seu cu, minhas mãos na sua cintura e entrei firme, sem parar. Voltei a invadir seu interior sem obstáculos, mas sim numa passagem apertada. Com as paredes internas estimulando meu pau por toda extensão. Voltei até o fundo. e comecei a meter primeiro devagar, para depois aumentar meu ritmo amatório.
Cada uma das minhas penetrações a fazia gemer ou reclamar, ou dizer bobagens.
- Ahhh... Mmmm... Siiim... Viiiiado... Duro... duro... Assim assim... - ouvi-la me motiva a não diminuir o ritmo.
Apesar da lubrificação, sentia como tudo ardia naquele reto apertado que eu estava invadindo com meu pau.
Continuei penetrando-a com entusiasmo... Num ritmo doentio, ela de repente desabou na cama, com o rosto virado para a direita entre os antebraços. Sua bunda continuava empinada, entregue ao meu serviço sexual. "Deve ter gozado", pensei.
Poucos segundos depois, senti meus genitais começarem a contrair, como se aquela sensação deliciosa, aquele formiguinho antes do orgasmo, me invadisse. Meu pau continuava entrando e saindo daquela fonte de prazer carnal. Ao mesmo tempo, já sentia que não conseguiria segurar por mais tempo...
Mais alguns segundos e... Segurando-a com toda a força pelos quadris, penetrei pela última vez.
No mais profundo, na escuridão quente e apertada... Gozei em um dos orgasmos mais intensos da minha vida. Senti como se litros de porra fossem liberados, me tornando o ser mais satisfeito do planeta.
Minha visão embaçou e minhas pernas fraquejaram.
Tirei meu pau da sua bunda, já menos ereto. Ela soltou um "mmmmm..." quando saí. Na tentativa de continuar aproveitando o contato sexual com minha mãe, coloquei meu pau ainda duro entre suas nádegas e as apertei com elas. Mamãe respondeu movendo seu divino... cu para cima e para baixo. Aproveitando aquele último estímulo, respondi aos movimentos pressionando com meus quadris cada vez que ela descia.
- JAVIERA!!! - ouvi meu pai chamando minha mãe da sala.
Ela, ainda extasiada, não pareceu ouvir. Isso me fez voltar à realidade e dimensionar o que eu tinha acabado de fazer. Precisava sair dali rapidamente.
Subi minhas calças, que estavam na metade das coxas, sem fazer barulho algum (ou o mínimo possível) e ainda com meu... Pau pra fora, saí do quarto.
Entrei no meu quarto, escapei pela janela pro quintal e dali pra rua. Caminhei umas duas horas pensando no que tinha acontecido. Me questionando moralmente. A frase "Sou um degenerado" ecoava na minha cabeça.
Eu tava me sentindo uma pessoa ruim, sujo e detestável. Mas aí comecei a lembrar do momento, das sensações, da maciez do corpo dela, do quão gostoso foi meter na minha mãe, e do maravilhoso que foi gozar dentro dela, descarregando toda minha porra nela.
"Ela também curtiu muito" pensei. E aos poucos já não me sentia tão mal. Vi aquilo como algo bom, quase como um prêmio do destino. E até despertou em mim a vontade de repetir a experiência.
"Talvez se eu contar como tudo aconteceu ela aceite continuar fazendo amor comigo" – virou minha esperança.
Voltei pra casa por volta das 22h45.
Tava tudo apagado. "Tão dormindo" pensei. "Boa!".
Cheguei no meu quarto, e mal fechei a porta sem fazer barulho. A luz acende.
Minha mãe tava sentada, com seu roupão grosso fechado até o pescoço, na minha cama.
Fiquei paralisado com cara de trouxa.
– O tempo todo seu pai tava dormindo no sofá – brava, mas sem levantar a voz.
– Do que cê tá falando, mãe? – perguntei fingindo não entender.
– Acha que eu sou burra? – num tom ainda mais inquisidor – você se aproveitou quando eu tava esperando seu pai.
A expressão dela mudou pra uma de pena, e soluçando disse:
– Você é um degenerado, se aproveitou da sua própria mãe, me usou como se eu fosse uma puta.
Uma grande pena me invadiu, caminhei até a cama e sentei do lado dela.
– Sinto muito, mãe... É que eu ouvi meu nome e fui sem saber com o que ia me encontrar.
– Desgraçado, eu tava esperando seu pai, a gente nunca tinha feito sexo anal e eu queria dar uma surpresa pra ele...
– É que... Vi seu corpo pelado... Curvilíneo... Lindo e não consegui me segurar.
Paff!!! Soou o tapa que ela me deu bem na cara.
– Acha que eu sou uma daquelas putas que você conhece na Universidade... Eu sou sua mãe... Me respeite!
— Desculpa, mãe — falei, olhando pro chão.
Ela me bateu mais algumas vezes. Acertando minha nuca e minhas costas.
— Amanhã a gente conversa com seu pai — disse entre soluços.
Ela se levantou, me encarando com raiva, nos olhos. E foi embora, fechando a porta atrás de si.
Fiquei em silêncio por vários minutos antes de me mexer. Atormentado pelo possível caos que estava por vir. Eu tinha me aproveitado da minha mãe. Abusado.
Quase não dormi, fiquei me revirando na cama pensando na possibilidade de que os últimos acontecimentos... poderiam acabar com minha família. Mas isso contrastava com as memórias do momento recente de prazer. De repente, revivi as sensações de enfiar meu membro naquelas cavidades maternais, úmidas e quentes. Isso me deu uma ereção repentina.
Comecei a acariciar meu pau duro por baixo do pijama, por um tempo, mas logo meu tesão fulminante me obrigou a soltar meu falo e começar a me masturbar. Com a mão direita subia e descia o prepúcio e com a esquerda puxava meu saco entre minhas bolas. Aproveitei minhas próprias carícias enquanto flashes da minha experiência com a mamãe passavam pela minha cabeça.
Lembrei da maciez do toque da pele dela, do calor do corpo, da suavidade dos peitos, da dureza dos mamilos.
Me virei, ficando de bruços na cama com meu pênis apontando pra cabeça e preso entre meu abdômen e o colchão.
A imagem das minhas mãos segurando ela pelos quadris enquanto eu investia contra o corpo dela, comendo ela, me inspirava a curtir meus "embates" contra o colchão, aproveitando o atrito do lençol macio e a parte de baixo do meu pau.
Minhas mãos agarravam forte o travesseiro, enquanto eu continuava com meu mete e saca simulado no colchão, curtindo o atrito e relembrando cada estocada na buceta da minha amante recente.
Cheguei ao ponto de não aguentar mais e, lembrando da minha deliciosa ejaculação no divino e apertado cu da minha mãe... gozei.
Gozei com um orgasmo forte que me levou a um relaxamento profundo. Dormi em poucos minutos, na mesma posição em que fiquei depois de liberar o resto do esperma que tinha, entre o colchão e meu abdômen.
De manhã, acordei mais cedo que o normal, com o lençol grudado no meu abdômen, por causa da porra seca. Peguei e levei para o cesto de roupas sujas perto da máquina de lavar. Levantei quase sem fazer barulho e saí de casa, fugindo antes do cataclismo. Fiquei dando voltas pela cidade a manhã toda e voltei depois do horário do almoço.
Antes de entrar, respirei fundo, como se estivesse tomando coragem para enfrentar o suposto caos que haveria em casa. Supondo que minha mãe teria contado ao meu pai que me aproveitei dela.
Girei a chave lentamente. Abri a porta e entrei. Meus pais estavam na sala, sentados no sofá, vendo TV. Tudo parecia muito normal.
— Oi — disse.
— Você não veio almoçar — disse meu pai.
— É, é que combinei de ajudar um amigo a mudar umas coisas do apartamento dele — foi a primeira coisa que me veio à cabeça.
— Sobrou almoço na cozinha. Pode esquentar — disse minha mãe como se nada tivesse acontecido.
Apressado, mas sem demonstrar, fui para a cozinha, um pouco aliviado porque, pelo visto, minha mãe não tinha contado nada ao meu pai.
Estava esperando o micro-ondas esquentar meu prato quando minha mãe entrou na cozinha para pegar algo para beber.
— Ei, mãe...
— Cale a boca, degenerado. Não contei nada ao seu pai para não arruinar nossas vidas. Mas não quero que você se aproxime de mim.
Ela se virou para pegar algo na parte baixa do armário, agachando sem dobrar os joelhos. Ela estava usando uma legging cor de pele que deixava bem nítida a topografia... daquela rajinha deliciosa. Fiquei babando, olhando para ela, com vontade de tocar.
Ela se levantou de repente, virando-se e me encarando. Percebeu minha cara de tarado e o leve sorriso que eu tinha diante daquela visão encantadora.
Pá! — ela me deu um tapa — “O que você acha? Vai olhar para uma daquelas putas da internet de que você gosta tanto, eu não estou aqui para suas taradices” — disse depois de me bater.
— Mas...
— Nada de ‘mas’! A gente conversa depois.
Ela serviu um pouco de vinho em duas taças e Ela voltou para o meu pai.
O dia transcorreu com uma normalidade mediana, só que às vezes eu notava olhares disfarçados de desprezo da minha mãe em minha direção. Meu pai não percebeu.
Naquela noite, por volta de 1h da manhã, eu estava jogando WOW e, já de saco cheio de uma raid ruim, tirei os fones e ouvi uns barulhos estranhos. Me desconectei e saí para o corredor.
Os ruídos vinham do quarto dos meus pais: eram arfadas, meio escandalosas, e o barulho da cama. Me aproximei da porta para confirmar minha suspeita.
— Baixa o volume, o Jorge pode te ouvir — ouvi meu pai mandando a mamãe.
— Ele deve estar de fone jogando, não se preocupa… Ahh!!! Ahh… — ela continuou com as arfadas, mas agora com gemidos.
A porta estava trancada e claramente eu não podia abri-la sem que me notassem. Então, já excitado, saí para o quintal para tentar espiar pela janela.
De longe, notei a luz fraca do abajur deles acesa, filtrada apenas pela cortina fina. Eles não tinham fechado a cortina grossa. Entre as cortinas finas havia uma pequena abertura, que quando me aproximei me permitiu uma boa visão do quarto. A janela ficava do lado esquerdo da cama, alinhada com a parte do meio dela. Também estava um pouco aberta, então eu podia ouvi-los.
A visão do corpo delicioso da minha progenitora, pelada, montada no papai, com a cabeça jogada para trás e as mãos agarrando seus peitos gostosos, gerou uma explosão de tesão no meu corpo, um formigamento da minha nuca até as minhas bolas. Mamãe subindo e descendo, enfiando a pica do meu sortudo pai. Num ritmo forte e constante.
Peguei meu celular e o acomodei entre as aberturas das cortinas para gravar a cena. Pensando nas minhas futuras punhetas.
As mãos dela pressionavam os seios contra o peito, tapando os mamilos com as palmas. Do ângulo em que eu os via, notava a perna e a bunda direita trêmulas se mexendo no compasso de cada penetração que ela mesma provocava. Tão fascinado eu estava olhando para essa mulher ardente, que demorei a notar que meu pai estava algemado a… a cama, sem chance de tocá-la.
- Ahh!!... Ahhh!!...
- eram os gemidos cada vez mais altos da minha mãe, direcionados ao teto do quarto.
- Shhh!!! Baixa o volume...
- repreendeu meu pai.
Ela só aumentou o volume dos seus choramingos e gemidos. Sem diminuir o ritmo.
Eu estava me masturbando protegido pela escuridão. Olhando pela janela e ouvindo ela gozar.
Em um momento, ela olhou diretamente para a janela. Como se soubesse que eu estava ali. Seu cabelo despenteado e seu rosto de prazer desmedido lhe davam uma aura de puta safada que me deixou... louco.
Ela mudou o ritmo da cavalgada. Para movimentos para frente e para trás, um pouco lentos mas profundos. Suas mãos pegaram seus seios pesados por baixo, deixando à vista seus mamilos duros e grandes. Eu desejava chupá-los e mordê-los naquele minuto. Queria ter aquelas tetas batendo na minha cara. Sua pélvis ia para frente e para cima. E depois para trás e para baixo. Ela encarava a janela fixamente, gemendo desesperadamente, massageando os seios.
Ela se inclinou para frente sem parar sua mecânica amorosa, apoiando as mãos dos dois lados da cabeça do papai, e deixando seus lindos seios balançando.
- Já vou gozar, Andrea!!
- gritou papai.
- Termina!... Enche-me!
- gritou eufórica entre gemidos.
Ela apoiou as mãos no peito do papai e começou a subir e descer com força. Tentando enfiar aquele pau no mais profundo. Meu pai gemida entre as estocadas, lutando com as algemas. Por sua vez, mamãe gritava seus gemidos cada vez que seu sexo engolia aquela pica sortuda. Foram 12 penetrações (eu contei e memorizei depois, me masturbando tanto com o vídeo).
"Enche-me!"... "Tudo"... "Agora"... "Agora".... Ai! Siiim... Foram suas expressões ao ser penetrada.
Freneticamente, eu me masturbava vendo como ela gozava. Encantado com suas carnes se movendo na dança amorosa.
"SIM!!" ... "Siiiim"... "Agora agora..."
- Rugia enfiada - "enche-me... Enche-me, Jorgito..."
Foram suas palavras quando papai soltou sua descarga dentro dela, com um gemido prolongado; e eu disparando no revestimento externo do muro da casa, tentando não fazer barulho. Ela se deixou cair sobre ele, exausta e satisfeita. Eles se beijaram por alguns segundos enquanto minha mãe continuou com seus movimentos, agora mais suaves, como se aproveitasse até o último momento da dureza daquele pau. Até parar, para depois de um momento se levantar.
Ela desceu do papai sem soltá-lo de suas algemas. Ficou de pé de costas para a janela. Mostrando-me aquele rabão largo, branco e redondo. E depois se cobriu com uma camisola de alcinhas, que a cobria até um pouco abaixo de suas nádegas.
Guardei meu pau e parei a gravação. Voltei para o meu quarto, em silêncio. Ainda embasbacado. Seu último grito "enche-me, Jorginho" ficou ecoando na minha cabeça. Era assim que ela me chamava quando não estava brava comigo.
Revisei o vídeo, deitado na minha cama, só de calça de pijama. E foi inevitável não me masturbar de novo.
Passaram-se algumas semanas sem novidades. Peguei o hábito de aproveitar os momentos de solidão para me trancar no meu quarto e gozar na punheta assistindo ao vídeo da minha mãe fodendo o papai.
Ela, por sua vez, aparentou uma vida normal nesse período. Continuou me tratando como um desgraciado quando estávamos sozinhos. Mas, com meu pai presente, disfarçava.
Foi só no terceiro sábado, depois daquele em que comi minha mãe, que novos acontecimentos ocorreram.
Cheguei por volta das 20:00 em casa, ia buscar algumas coisas para depois voltar a sair de farra com uns amigos. Encontrei meu pai saindo.
- Vou ver seu tio Manuel, vou chegar tarde.
- Aconteceu algo... ruim com ele? - perguntei um pouco preocupado.
- Não, só quer beber uns tragos e conversar. Não falei para sua mãe, ela está dormindo, acho.
- Dirija com cuidado, principalmente se for beber.
- Relaxa, volto quando estiver mais sóbrio.
- Ok, tchau.
- Tchau. - ele se despediu, entrando no carro.
Entrei em casa, despreocupado e pensando em ir buscar algumas coisas que me comprometi a emprestar a um amigo. Estava tudo em silêncio. Entrei na... Fui até a cozinha beber um pouco de água. Depois, fui em direção ao meu quarto. Caminhando pelo corredor, antes de passar pela porta entreaberta do quarto dos meus pais, ouvi um grito:
— Me ajuda, Jorge!
Rapidamente entrei no quarto, mas, antes de dizer qualquer coisa, fiquei mudo diante do cenário que se revelou no momento em que cruzei aquele limiar.
— Estou presa… e com tanto calor — ela disse, sentindo a porta se abrir.
Minha mãe, aquela mulher gostosa e sexy, estava com as duas mãos algemadas em cada lado da cabeceira da cama conjugal. De olhos vendados e seus lábios lindos pintados de um vermelho vibrante.
— Abusa de mim, Jorge… aproveita o corpo dessa mulher indefesa e ardente — continuou provocando com suas palavras.
Ela usava uma lingerie erótica: uma blusa ou robe quase transparente, bem curta, que chegava pouco abaixo do quadril, abotoada no centro, entre os seios, com bordados pretos, deixando transparecer os atributos de sua linda anatomia. Suas curvas estavam à mostra de maneira exquisita, os seios soltos repousavam no torso, coroados por seus deliciosos mamilos rosados, que apareciam eretos sob aquela lingerie sensual. Também usava uma calcinha fio-dental com renda, preta, que deixava sua buceta deliciosa à espera, completamente depilada. As pernas estavam nuas, torneadas e com a pele lisa — a direita flexionada, com o pé apoiado na cama, e a outra esticada, apontando para a porta.
A cena era tão linda que meu sangue começou a ferver. Sentia que o coração ia sair pela boca a qualquer momento, e as batidas ecoavam nos meus ouvidos.
— O que está esperando para me encher? Quero seu pau dentro… Me toma.
Ao lado dela havia um tubo de lubrificante, o que me fez supor onde tudo isso iria terminar.
Não pensei. Já a havia possuído, peguei seu corpo sem permissão e desejava fazer de novo. Meu pai não estava, e ela pensava novamente que era ele. Eu ocuparia o lugar dele, amparado pelo silêncio e pela venda em seus olhos.
Me despi em menos de um segundo. Meu pau ereto saltou. como uma mola assim que baixei minha cueca. Dava pra sentir o cheiro de buceta faminta aumentando conforme eu me aproximava daquele corpo quente, objeto do meu desejo. Apoiei as mãos e antebraços sob os joelhos dela, e aproximei meu rosto da sua boceta. Ao sentir o toque das minhas mãos nas suas pernas, ela reagiu dobrando-as, deixando os joelhos apontados para o teto, e as pernas bem abertas.
- Me come, me come - murmurava agitada.
Enterrei meu nariz entre seus lábios suculentos, que insinuavam-se na semitransparência da sua calcinha minúscula. Parei pra inalar aquele cheiro de sexo, ... ... de buceta, de mulher, de amante ardente, de desejo. Pra depois continuar beijando os lados da sua vagina, sem mexer na sua roupa íntima. Ela levantou e abriu levemente a perna pra facilitar minhas carícias. Continuei pela perna esquerda dela, beijando e lambendo a parte interna da coxa, aproveitando sua pele macia.
Repeti a mesma coisa, devagar, com a perna direita. Pra voltar de novo pro centro, mas sem tirar a calcinha, queria deixar o melhor pra depois. Do seu monte de Vênus comecei minha viagem com a língua, subindo conforme desabotoava sua camisa erótica. Soltei o primeiro botão, deixando à vista sua pele ardente até um pouco antes do umbigo. Segui com o segundo, libertando grande parte da sua barriga suave, amava cada centímetro quadrado de pele que entrava em contato com meus lábios e língua. Continuei com o terceiro, chegando até o quarto que se escondia entre seus lindos peitos.
Parei um instante pra me acomodar um pouco mais sobre ela. Coloquei meu pau em contato com sua boceta. Primeiro encostei a cabeça na sua vagina, coberta por aquele tecido fino, já encharcado pelos seus fluidos.
- Ai!... Isso, mete - murmurou entre gemidos.
Ela levantou as pernas como esperando ser penetrada. Respondi acomodando meu pau, apoiando-o sobre sua fenda, por cima da calcinha. Soltei o último botão entre seus seios e descobri suas lindas mamas, só de ver seus peitos quase me fez... gozei. Me joguei para chupá-los desesperado, fascinado pela sua maciez, estava no céu chupando... esses mamilos duros. Ficava alternando entre os dois, lambendo e chupando suas auréolas, apertando com meus lábios seus mamilos. Lambi também o contorno dos seus seios e as dobrinhas deles. Aproveitei aquele cantinho quentinho e suado embaixo deles, assim como nas laterais, sentindo o peso quando acomodava eles com meu rosto.
Com uma mão em cada peito, amassando-os, com cada mamilo entre os respectivos dedos médios e indicadores de cada mão. Beijei sua pele até chegar ao pescoço, enquanto continuava esfregando meu pau na sua boceta encharcada. Fiquei tentado a beijá-la na boca, mas precisava que o amasso não fosse percebido por ela e que ela não descobrisse que eu não era o pai.
Me afastei dela novamente, mas mantendo o atrito das nossas genitálias, minhas mãos percorreram seu corpo desde os peitos até os quadris, sem se desgrudar da sua pele. Era o momento de libertar sua boceta daquela prisão. Sua linda calcinha tinha 2 laços tipo rosquinha nas laterais, então bastou puxar suavemente para desatá-los e tirar a embalagem macia daquele presente delicioso. Aquela sensação de maciez e disponibilidade me causou uma leve contração nas minhas bolas e um formigamento no estômago. A combinação da minha tesão e o cheiro da sua boceta era avassaladora. Joguei a calcinha dela no chão.
— **ME ENFIA!** — ela gritou.
Ela levantou as pernas abertas, sinal de total disponibilidade. Com a mão esquerda, segurei ela pela bunda para levantá-la e com a direita coloquei um travesseiro sob a pélvis dela. Deixando sua boceta escorrendo mel, exposta aos... meus desejos. Essa posição facilitava a visão do seu clitóris já inchado. E como um míssil teleguiado, me joguei em direção a ele com minha boca. A ponta da minha língua colidiu com aquele botãozinho de prazer para então seguir seu percurso pela parte de baixo dele, submetendo aquele terminal de prazer ao atrito da minha língua. Continuei lambendo seu clitóris de baixo para cima, enquanto meus lábios se... encontravam suas parceiras vaginais numa espécie de beijo erótico. O sabor de sua buceta era um elixir delicioso que me motivava a continuar amando-a daquela forma sem diminuir a paixão. A mecânica continuou com meus lábios pressionando levemente seu botão. Para depois lamber sua rachada por toda extensão, desde seu ânus até sua uretra. Saboreando todas as dobras de sua topografia genital.
— Você vai me matar! — ela gritava ao sentir minhas batidas em seus genitais, na medida que seus arfos e gemidos permitiam — mete!... Depois... eu morro... Quero gozar com você dentro.
Continuei lambendo até sentir suas carnes já tremendo com a proximidade do orgasmo. Tirei meu rosto de sua entreperna, banhado em fluidos femininos.
Bastou apenas apoiar levemente minha glande na entrada de sua gruta encharcada, para que ela me engolisse, submergindo-me num mar ardente de prazer. Penetrei-a completamente, encaixando de maneira perfeita, meu pau ansioso em sua vagina faminta, como uma luva quente, úmida e aveludada, feita sob medida.
— Uiii!... Siiim.... Jorgito — exclamou.
Suas pernas se cruzaram nas minhas costas no momento em que minha glande colidiu com o fundo de sua buceta.
Comecei com uma metida e tirada enérgica, sem sair tanto, mas batendo forte lá dentro. Ela respondia com gemidos ou queixidos, cada vez que meu falo ereto invadia suas entranhas energicamente. Balbuciava de prazer.
— hmmm.. isso... Aaah... nãooo.... Vai, vai...
Depois de várias penetrações, tirei o travesseiro que elevava seu quadril para possuí-la mais confortavelmente. E possuí-la com meu corpo sobre o dela.
De um momento para outro, estava totalmente sobre ela, amando aquele lindo corpo de mulher madura, com meus antebraços apoiados ao lado de sua cabeça.
Nossas peles suadas se roçavam no ritmo de minhas investidas. Nos beijávamos apaixonadamente, de repente, já não estava sendo prudente. Nossas línguas fornicavam paralelamente ao nosso coito genital.
Sentia como, aos poucos, as cócegas começavam a me invadir, meus testículos se contraíam, meu... o abdômen se apertava. Logo eu gozaria, mas não queria diminuir o ritmo, queria aquele orgasmo. De repente, ela apertou ainda mais as pernas nas minhas costas, puxou com força as algemas, arrebentando a que prendia sua mão direita, e essa mão foi direto para cravar as unhas nas minhas costas. Seus músculos vaginais começaram a apertar ainda mais meu pau, como se estivessem sugando. Eu não diminui o ritmo, muito pelo contrário.
— Agora, Jorge!!! — gritou, soltando minha boca — me enche!!
Não esperei mais, apertei e mantive no fundo, para sentir como meu membro começou a explotar dentro dela. Me esvaziei dentro dela com jatos fortes de... sêmen. Sentia minha descarga percorrendo meu falo, como um torrente denso, pressionado pelas paredes internas daquela buceta fervente. No total foram 4 ou 5 jatos, que senti como litros sendo despejados dentro dela. Os jatos foram diminuindo até terminar minha descarga. Meus genitais continuaram se contraindo suavemente, como se ainda estivessem ejaculando por alguns segundos.
— Aahhhhhhh... — foi seu longo gemido quando terminei de gozar dentro dela.
Suas pernas soltas caíram abertas. Tirei meu pau semi ereto de seu corpo já relaxado. Banhado com a mistura do nosso prazer mútuo.
Ela ainda estava deitada, com a mão esquerda algemada e a direita caída ao lado do corpo. Lentamente fui me afastando, tentando não fazer barulho. Tentando passar o mais despercebido possível. Olhei a hora e haviam passado apenas 20 minutos desde que cheguei em casa.
Estava quase saindo do quarto quando ouvi:
— Quero que me foda o cu — disse — mas quero chupar ele primeiro, deixar ele duro de novo.
Assustado, me virei para olhá-la. Ela soltou a algema e sentou na beirada da cama.
— Chega mais.
Fiquei em pé na frente dela com meu pau meio mole perto do rosto dela. Ela, ainda de olhos vendados, começou a tatear com as mãos até encontrar minhas pernas e foi subindo até achar meu pênis.
— Quero ele duro de novo — disse antes de começar a lamber minha glande meio exposta e um pouco caída.
Não coloquei objeções, apenas me deixei levar. Pego no meu pau, puxei a pele descobrindo a cabeça totalmente. Ela colocou na boca e começou a chupar suavemente, de um jeito bem delicado. Só alguns segundos de disfrute daquela cóceguinha, e meu pau já estava recuperando a vida. Na décima chupada já estava quase duro, e enquanto ela continuava, eu sentia ele ficando cada vez mais rijo. Ela aumentou o ritmo. Trinta segundos depois, ou talvez um minuto, já não tinha noção do tempo. Ela agarrou firme e começou a me masturbar devagar mas com força, puxando minha pele cada vez mais. Depois de um tempo, colocou ele no rosto dela e, entre beijos e mordidinhas que dava no meu mastro, disse:
— Já está em condições. Me passa o lubrificante — ela ainda estava de olhos vendados.
Obedeci, pegando o tubo de lubrificante que estava no criado-mudo e colocando na mão esquerda dela.
Ela voltou a mamar meu pau, agora mais devagar, enquanto passava aquele gel nas mãos. Depois, parou com o trabalho oral e continuou a me masturbar com o lubrificante nas mãos: com a esquerda esfregava o tronco e com a direita a cabeça. Depois de cobrir ele todo, repetiu mais algumas vezes. Eu estava fascinado com as carícias e o controle que ela tinha da situação. Terminou colocando uma boa quantidade sem espalhar na minha cabeça.
Ela se virou, colocando aquele rabão branco empinado, apoiada nas mãos e joelhos. De novo à minha vista, aquela deliciosa racha e aquele bumbum divino, ansioso para ser conquistado de novo. Mas agora de outro ângulo.
— Vamos, lubrifica minha bunda, meu amor — disse com ternura, já na posição.
Apliquei direto do tubo no cu dela, e ela soltou um... "Ai!!" brincalhão ao sentir o gel gelado. Depois espalhei fazendo círculos com meu polegar direito, suavemente.
— Mmmmm... Que gostoso — foi a reação dela ao meu toque — anda logo, que já quero que você me foda.
Com meu dedo já completamente dentro, percebi que não ia precisar de tanto tempo quanto da primeira vez para ela se acostumar. Tirei meu dedo, para segurá-la pelos quadris. com minhas mãos, apertando suas carnes firmemente. Ela respondeu levantando ainda mais sua bunda e aproximando-a de mim.
Minha rola ansiosa se posicionou automaticamente em seu esfíncter. Para então começar a entrar, apertado, sem pausa, mas sem forçar demais. A fricção esquisita, a suavidade do lubrificante, estava me levando ao paraíso carnal. Minha rola chegou quase até a metade, e eu parei um pouco. Para aproveitar aquele cuzinho apertado. Ela não parou de pressionar contra meu falo para não interromper a penetração. Peguei-a um pouco mais acima, com mais força, e sem parar continuei perfurando-a, com mais ímpeto. Estava claro que era isso que ela estava pedindo.
Entre gemidos e queixos, continuei me assentando em seu intestino até sentir que também podia avançar mais. Até sentir meus ovinhos colidindo com seus lábios vaginais úmidos e quentes. Um dolorido "ahh!!" ouvi ao longe quando cheguei à sua profundidade, e uma sensação de satisfação me encheu.
Recuei alguns centímetros para voltar a arremeter contra aquele interior delicioso. Depois até a metade da minha rola e para voltar com mais força ao seu fundo. Depois, lentamente, tirei minha rola completamente de sua bunda. E voltei a aplicar lubrificante em excesso, no meu pau e na entrada de seu ânus.
Me posicionei e enfiei até o fundo. "Ahhh!!!" ela gritou, sinalizando aquela mistura de prazer e dor. Sem cerimônia e como se fosse sua vagina, continuei com uma metida e tirada brutal no ritmo mais extenuante que minha respiração permitia.
Seus gritos devem ter sido ouvidos por todo o bairro.
- AHHH.... SIII... VAI... MAIS... JORGITO.... JORGITO.... ARROMBA... MEU... CU... ISSO... ISSO... SII... É PICA.... CONTINUA... CONTINUA.... CONTINUA.... TE AMO... MMMM... ENCHE... ENCHE... SIII....
Minha rola entrava e saía daquele cu em um ritmo quase mecânico. Era aquela mistura de prazer, de morbidez, de obsessão, e também, de amor; o que me motivava a não parar de penetrá-la.
Nossas carnes brancas, trêmulas, colidiam e soavam a cada enfiada da minha rola em seu orifício. Sua pele Sua pele, suada ao meu toque, tinha uma suavidade perfeita. O cansaço estava me vencendo, aquele ritmo estava me deixando sem fôlego. Então, de repente e sem aviso, mudei para enfiadas longas e profundas. A cada momento, o tão desejado orgasmo se aproximava. Eu queria gozar, enchê-la.
Eu recuava até deixar só a cabeça do meu pau dentro dela para depois entrar completamente de novo. Com a mudança de ritmo, ela apoiou o rosto na cama, entre os braços. Foi aí que notei que a venda dela tinha escorregado e ficado no pescoço. Na 4ª ou 5ª enfiada poderosa, ela finalmente relaxou o corpo. Com um gemido longo que foi silenciando... aos poucos, até virar só ofegos com o pouco fôlego que lhe restava. "Siiiii...".
Continuei metendo mais umas 10 vezes quando ela disse, entre ofegos:
— Termina, meu amor. Antes que seu pai chegue.
Não processei na hora o que ela disse, só continuei com meu trabalho.
— É só para você... Meu cu é só para você.
Foi o que ela disse quando sentiu meu pau começando a bombear minha porra dentro dela. Ejaculei o que me restava de sêmen no seu interior, olhando para o céu e me mantendo nas suas profundezas.
Depois de alguns segundos, reagi, ainda com meu pau dentro dela. Ela estava com a bochecha direita apoiada na cama, apoiada nos antebraços, com os olhos fechados, exausta.
Eu podia ver seu lindo perfil e seu cabelo bagunçado. Foi aí, apalpando sua bunda linda antes de tirar meu pau, que entendi suas palavras e um frio percorreu minha espinha. Ela não reagia, ainda com meu pau no seu reto.
No fundo, entendi que tudo tinha sido um plano, e que pelo menos dessa vez ela queria que fosse eu quem a comesse. Essa ideia me alegrou completamente.
Tirei meu pênis, já não tão duro, com suavidade, coberto de restos de sêmen, gel lubrificante e merda (próprio da cavidade que estávamos usando), mas não me importei. Comparado ao prazer enorme que havíamos desfrutado, isso não passava de um detalhe.
Ela, quase sem reagir, se deixou cair para o lado direito, em um Com sono. Fazendo o mínimo de barulho possível, peguei minhas roupas e saí do quarto.
Fui ao banheiro me lavar e entrei em pânico. "O que isso significa?" pensei. "Ela sabia, sabia o tempo todo". Depois de lavar meus genitais, lavei o rosto com água fria, como se tentasse esfriar a cabeça e pensar com clareza. Com uma grande incerteza, saí do banheiro. Mas não havia sinal de movimento algum. Aproximei-me da porta do quarto dos meus pais e estava trancada. Diante da situação confusa, preferi desaparecer para pensar melhor. Então fui buscar os discos que ia emprestar ao meu amigo e saí.
Só voltei de madrugada. O carro do meu pai já estava em casa, então imaginei que ele tinha voltado. Não fiz barulho e fui me deitar.
No dia seguinte, tudo parecia normal. Levantei ao meio-dia e encontrei meus pais super normais. Minha mãe vestia roupas largas, uma blusa sem botões, com decote, mas sem ser decotada, e calças soltas.
— Oi — disse ao ar, para ver como estava o clima.
— Oi, dorminhoco — disse minha mãe, com um sorriso.
— Oi — simplesmente meu pai.
Caminhei até a cozinha para pegar um copo d'água. A coisa parecia normal. Ouvi minha mãe brincando com meu pai, de muito bom humor. Podia imaginar a razão daquele bom humor.
O resto do dia transcorreu normalmente. Meus pais interagiam e eu me metia nas minhas coisas. A atitude de desprezo da minha mãe não se manifestava mais. Mas também não quis tentar a sorte.
Naquela noite, dormia profundamente quando acordei com uns gemidos e choramingos de mulher. "De novo", pensei. Levantei rápido, coloquei um chinelo e um moletom e fui direto para o pátio para... ... espiar pela janela deles. A situação era parecida com a da vez anterior. A luz vazava pela cortina fina. E ao me aproximar, notei que estava arrumada para deixar uma pequena abertura entre as cortinas, e a janela estava aberta.
Com tudo o que já tinha passado, não posso dizer que fiquei surpreso. A verdade é que me deparei com o que esperava. Meus pais fazendo sexo. A A visão do seu corpo curvilíneo sempre será um gatilho de prazer no meu cérebro. Ela estava de quatro na cama, apoiada nos joelhos e nas mãos, com a bunda empinada na beirada. E meu pai a penetrava vigorosamente, segurando-a pelos quadris.
Ela gemía e ofegava. Enquanto era penetrada com força, seus peitos gostosos e caídos balançavam no ritmo amatório. Ela gritava cada vez mais alto, como querendo chamar atenção.
— Siiim!... Jorge!... Me dá!... Jorginho!... Sou sua!!
Meu pai a penetrava com força. Saía e entrava quase por completo, e ela respondia jogando sua bunda grande contra ele. Suas carnes tremiam a cada impacto. Passaram-se uns 30 segundos, quando ele parou firme dentro e gozou.
Ela continuava exigindo mais, com seus gemidos e rebolados, mas meu pai já tinha acabado. Ele a soltou, puxando seu pau no processo de "murchar", e deitou de costas ao lado dela.
— Desculpa, velha, não aguentei mais. Vou dormir.
Minha mãe, com decepção no rosto, levantou-se, vestiu sua camisola de alcinhas e deitou resignada no seu lado da cama. Foi tudo tão rápido que não consegui gozar com a punheta clandestina que estava batendo enquanto curtia o espetáculo do corpo da minha mãe sendo penetrado.
Em silêncio, voltei para meu quarto. Deitado, revi o que consegui gravar do encontro sexual dos meus pais. Me masturbando lentamente, concentrado em como os peitos da minha mãe balançavam no vídeo.
De repente, senti minha porta abrindo devagar.
— Preciso falar com você — ouvi minha mãe dizer baixinho, antes de desaparecer na escuridão do corredor.
Fiquei preocupado e saí rápido para o corredor. Estava escuro, e ela não estava lá. Só dava para ver um facho de luz escapando pela porta entreaberta do banheiro. Em silêncio, me aproximei da porta e a abri aos poucos.
— Entra rápido e fecha a porta — ela disse quase sussurrando.
Ela estava lá, com o cabelo solto e apenas sua camisola pálida de dormir... alças, que sob a luz direta do banheiro, ficavam quase transparentes, mostrando que era só aquela peça cobrindo sua anatomia deliciosa.
- O que foi? - perguntei, intrigado, enquanto passava os olhos por ela.
- Preciso que você me ajude - disse, soltando as alças sobre os ombros - seu pai não está me satisfazendo.
Ouvi enquanto não perdia um detalhe da queda do tecido, percorrendo suas curvas, até cobrir seus pés.
Me aproximei, segurando-a pela cintura e trazendo nossos rostros para perto.
- Termina o que seu pai não conseguiu terminar.
Nos beijamos apaixonadamente, ela envolveu meu pescoço com os braços, minhas mãos se apropriaram de... suas generosas nádegas e senti seus seios apertando contra meu peito. Levei-a contra a parede do banheiro e levei minha mão direita ao seu seio esquerdo para aproveitar sua suavidade suprema. Seu mamilo duro passava entre meus dedos junto com o amassar da minha mão. Ela levantou uma das pernas para aproximar mais sua buceta da minha.
- Mete logo, antes que ele acorde. - disse entre beijos.
Nos soltamos. Ela se apoiou na pia, inclinando-se para frente e levantando a bunda. Abaixei as calças e me posicionei atrás dela. Minhas mãos a seguraram firmemente pelos quadris e meu pau ereto e ansioso buscou a entrada de sua buceta gostosa. Que, sem obstáculos ou receios, o aceitou numa penetração imediata e completa. "Mmmmm..." Foi sua expressão ao me sentir invadindo-a.
Segurando-a pelos quadris, fodi-a num ritmo frenético, impulsionado pelo tesão acumulado desde que a vi transando com o papai, um tempinho antes. Sua bunda se aproximava de mim, batendo com suas carnes macias cada vez que meu pau insistia no seu interior, nos sincronizamos em nossa arte amatória.
"Uhhh"... "ISSO..."... "Vai, Jorgito"... Ela dizia entre gemidos e ofegos, tentando não fazer muito barulho.
Nosso ritmo era constante e o tínhamos controlado, então comecei a subir pela sua pele com minhas mãos, para chegar naquelas tetas penduradas. Me agarrei a elas com... força, exigindo o direito de desfrutar da sua maciez. Eu sentia que tinha o direito absoluto de aproveitar aquele corpo de mulher no cio. Com minhas mãos apertando com força seus peitos, prendendo seus mamilos duros entre meus dedos, puxava-os cada vez que precisava entrar novamente em seu corpo, na nossa mecânica sexual.
Ela, com o rosto voltado para o teto, se entregava à minha necessidade de macho.
De repente, ela baixou o rosto, suas mãos foram segurar as minhas e suas pernas fraquejaram.
— Ai! Acabei... — disse murmurando enquanto eu continuava com meu mete e saca.
Entrei firme e fundo, para ficar naquela toca quente. Ela endireitou a postura com uma atitude melosa. Sua mão direita pegou minha cabeça por cima dela, eu beijava o lado esquerdo do seu pescoço, sua mão esquerda apertava minha nádega esquerda. E minhas mãos amassavam seus peitos.
Minha pica dura no seu interior pulsava de tesão.
— Isso sim que é prazer. Nunca tinham me fodido assim.
— Ainda não terminei — disse no ouvido dela.
— Uii, sim, meu amor... Acaba... Me enche... — voltando a se reclinar sobre a pia e levantando sua bunda.
Continuei com enfiadas fortes e profundas naquela boceta suculenta. Foram várias, talvez 10 ou 15, lentas e fortes. Ela respondia com gemidos suaves e mantendo sua xota no alto e disposta.
Já quase acabando, senti aquele formigamento delicioso, para depois, na próxima investida, sentir meu falo prestes a explodir. Continuei desfrutando de sua cavidade macia por mais algumas penetrações. Até não aguentar mais e me esvaziar... ... finalmente, na sua profundidade, liberando minha virilidade em uma grande gozada em vários jatos, como se estivesse bombeando porra direto nas suas entranhas.
Me mantive segurando ela com meus dedos quase enterrados na pele de seus quadris generosos, por alguns segundos desfrutando de uma das sensações mais deliciosas da vida.
Depois de um tempo, a soltei e tirei minha pica encharcada de sua vagina alagada. Ela se virou para mim, nos olhamos nos olhos e nos beijamos apaixonadamente, nos abraçando.
Cada um voltou ao seu respectivo quarto sem que meu pai suspeitasse. A atitude dela comigo melhorou bastante, parecia normalidade. Mas a verdade é que ela procurava qualquer oportunidade para me excitar. Começou a usar roupas mais ousadas. Seus decotes e/ou saias curtas começaram a aparecer mais no dia a dia. Ela parecia mais alegre do que antes.
Nossos encontros começaram a ficar mais frequentes, e não só nos fins de semana. Não importava se meu pai estivesse ou não, a gente arranjava um jeito de saciar nossa fome. Fizemos em todos os cômodos da casa. Com o tempo, o cu dela se acostumou ao meu pau, de um jeito que encaixava perfeitamente toda vez que ela pedia para eu comer ela por trás. Claro que, toda vez que a gente transava, minha mãe transava depois com o papai, à noite. Para compensar a traição, ela dizia. E talvez, para aliviar a consciência.
4 comentários - Surpresa Anal da Mamãe
.... cuenta como te seducía......cuenta más detalles ....cosas que te pasaron dentro y fuera de la casa con ella ❤️😍👌🏻......cuenta más amigo 😍👌🏻