Mí compañero de trabajo me cojio muy enojado

Depois de sumir o fim de semana inteiro (usado pelo dono), encontrei meu colega na segunda no escritório. "Fala, promíscua, cadê você? Me deixou todo tarado o fim de semana." "Desculpa, meu celular quebrou e não consegui avisar." "Hoje na saída te levo pra sua casa, se prepara." Não falou mais comigo até as 18h, quando saímos. Quando saí do escritório, ele já estava no carro, buzinou. "Sobe, vai." Não falou nada até chegar em casa. Assim que entramos, mostrou a raiva dele. "Tira a roupa, rápido, vai." Tirei tudo, ele também. Quando viu minha bunda, ficou mais puto ainda porque tinha marcas de chicotada. "E isso, o que é, seu puto?" "Não sei." "Me enganou, viado." Me fez ajoelhar e comeu minha boca com muita brutalidade, me fez engasgar e chorar. Quando ele ficou duro, me apoiou na mesa e meteu sem lubrificar. "Devagar, por favor", falei. Ele nem ligou, meteu tudo, me agarrou pelos cabelos com uma mão e com a outra bateu na minha bunda bem forte. "Então você gosta de apanhar, sua putinha? É minha, não gosto que me engane." "Desculpa, por favor." "Nada de desculpa, se prepara, o escritório inteiro vai saber o viado que você é." Não parava de me comer e mordeu meu pescoço enquanto gozava. "Gosta das marcas? Essa é minha, viado." Tirou o pau, se vestiu. "Amanhã a gente se vê, e não ouse esconder essa marca, haha." Foi embora. Me olhei no espelho e tinha um chupão no pescoço. No dia seguinte no escritório, foi o comentário de todo mundo e a ironia do Jorge. Todos me diziam entre risadas: "Que gostosa você tá comendo, seu filho da puta?" E o Jorge falou: "Hmm, será que é uma gostosa? Quem sabe, né? Haha." Todo mundo riu.

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