Esse relato é do verão passado. Combinamos de sair com a galera da faculdade assim que terminássemos as provas, e fizemos a prévia na casa do Tomi. Fui pra prévia com uma calça jeans preta de cintura baixa e um top pequeno e apertado.
Cheguei no apartamento do Tomi umas oito e meia. Já tava todo mundo: Tomi abrindo as cervejas, Facu botando um reggaeton antigo, Seba e Juani trazendo as pizzas e o fernet.
— Lola, quer nos matar? — disse o Seba, me abraçando forte pela cintura, a mão dele demorando um segundo a mais na parte baixa das minhas costas.
— Primeiro me passa seus resumos — respondi.
Comemos pizza na sala, sentados no chão e no sofá, música alta, e tomando fernet. Eu sentei no meio do sofá grande, entre o Facu e o Juani, cruzando as pernas pra calça jeans descer um pouco mais e aparecer a tanguinha. Às nove já tava todo mundo bebado e com risada fácil.
— Vamos jogar alguma coisa. Verdade ou desafio, igual no colégio, mas versão hot — disse o Facu.
— Bora — falei, mordendo o lábio —. Mas se for muito leve, eu enjoo.
Começamos. Primeira rodada, Tomi escolheu verdade.
— Verdade: com quem do grupo você transaria se pudesse? — perguntou o Seba, piscando o olho pra mim.
Tomi ficou vermelho, olhou pro chão.
— Com a Lola, óbvio. Quem não? — disse, todo mundo riu nervoso. Eu pisquei o olho pra ele.
— Boa escolha, Tomi. Porra, pontos por ser honesto.
Desafio pro Seba: “Tira o sal do pescoço da Lola depois de um shot”.
Seba preparou a tequila, botou sal no meu pescoço e lambeu devagar, língua quente roçando minha pele, demorando mais do que devia. Eu gemi baixinho, exagerado, jogando a cabeça pra trás.
Facu olhou fixo.
— Minha vez de desafiar a Lola: deixa o Tomi beijar sua barriga.
Tomi se aproximou de quatro, me beijou devagar, língua roçando a pele da barriga. Gemi baixinho de novo, empurrando o quadril “sem querer”.
— Caralho, vocês tão me deixando louca — falei rindo.
Continuamos com “eu nunca”. “Eu nunca me toquei pensando em alguém do grupo”. Todo mundo bebeu, menos o Tomi.
— Mentiroso, todo mundo sabe que sim. Outro: “Nunca beijei duas pessoas no mesmo dia”. Eu bebi, encarando eles.
— Sério, Lola? — perguntou Juani,
— Óbvio — respondi, lambendo os lábios.
O clima tava pegando fogo, ficamos sem ideias e sugeriram “beijo, ousadia ou prenda”. Aí desandou de vez: Facu beijou meu ombro, mordendo de leve.
— Tá gostando, Lola? — sussurrou.
— Depende de quem morde — respondi, sorrindo pra ele.
Seba me fez sentar no colo dele por um minuto inteiro.
— Tá sentindo isso? — perguntou baixinho, empurrando a dureza dele contra minha raba.
— Que coisa? Não sinto nada — respondi, me mexendo devagar em cima dele antes de levantar.
Juani cheirou meu pescoço “como desafio”.
— Você cheira a sexo, Lola — disse, voz rouca.
— E você a desesperado — falei.
Onze e meia, todo mundo já bem bêbado e o ar pesado de desejo, Facu soltou: “Pôquer de prendas. Sempre jogamos pôquer no cassino, mas nunca entre a gente, assim é mais emocionante.”
Todo mundo me olhou, eu sorri.
— Fecha. Mas regras claras: perde a mão, tira uma peça. Quem ficar sem roupa tá fora. E ninguém toca no que não é seu… ainda.
Começamos. As primeiras mãos foram devagar. Tomi perdeu o tênis.
— Começou mal, Tomi — falei rindo, roçando o pé dele “sem querer” com o meu.
Seba perdeu a camiseta.
— Olha que torso bonito, Seba — falei, passando a mão no abdômen definido dele —. Treina bem, hein.
Juani perdeu as meias.
— Que pés lindos, Juani. Faço uma massagem depois?
Facu perdeu a camiseta.
— Facu, sempre na academia pra ocasiões como essa — falei, roçando o peito dele com os dedos.
Eu perdi os sapatos, levantei devagar pra tirar eles.
Facu perdeu a calça jeans, ficou de cueca preta, o volume enorme.
— Facu… que exagerado — falei rindo, olhando fixo —. Isso é pelo pôquer ou por mim?
— Por você, óbvio — respondeu, se tocando sem disfarçar.
Seba perdeu a calça, cueca cinza justa, ereção marcada.
— Seba, não fica envergonhado — falei, mordendo o lábio —. É lisonjeador.
Tomi de cueca azul, Juani sem camiseta.
Eu perdi o jean. Fiquei no meio—Olha bem, seus otários —falei, abaixando o jeans devagar, deixando eles verem a tanguinha preta enfiada no meu rabo—. Tá gostando? Todos balançaram a cabeça, mudos.
—Continua jogando, que vocês tão babando por mim —falei, abrindo um pouco os joelhos.
Outra mão: eu perdi o top. Levantei de novo.
—Pronto, agora sim —falei, subindo o top devagar, deixando meus peitos pularem de uma vez, balançando soltos—. Melhor assim?
—Meu Deus, Lola… —disse o Facu, ajustando a cueca.
—Você tá de dar água na boca —disse o Seba, com a voz rouca.
—Calma —repeti, sentando só de tanguinha, peitos de fora com os bicos duros—. Agora sou eu que tô com menos roupa. Acelerem que quero revanche.
—Lola, se continuar assim, a gente não chega na balada —disse o Juani, olhando fixo pros meus bicos.
—Talvez eu não queira chegar —falei pra ele.
Jogamos mais uma hora, eu ganhando as últimas pra obrigar eles a tirarem os sapatos e as meias que sobraram, mas ninguém ficou pelado.
Lá pelas duas, o Tomi olhou o relógio.
—Vamos trocar de roupa e ir pra balada ou o quê?
O Facu me encarou.
—Vai assim, Lola? Porque metade da balada vai ter um treco.
Eu ri, levantei nua no meio, engatinhei pela mesa devagar, chegando perto do Facu até meus peitos ficarem a centímetros do rosto dele.
—Nem fudendo, otário. Isso é só pra vocês quatro —respondi.
Me troquei no banheiro, vesti um vestido preto curto que cobria um pouco acima dos bicos e embaixo mal tampava a bunda.
—Pronto, agora sim podemos sair —falei.
Deixem nos comentários se quiserem a parte dois onde a gente vai pra balada.
Cheguei no apartamento do Tomi umas oito e meia. Já tava todo mundo: Tomi abrindo as cervejas, Facu botando um reggaeton antigo, Seba e Juani trazendo as pizzas e o fernet.
— Lola, quer nos matar? — disse o Seba, me abraçando forte pela cintura, a mão dele demorando um segundo a mais na parte baixa das minhas costas.
— Primeiro me passa seus resumos — respondi.
Comemos pizza na sala, sentados no chão e no sofá, música alta, e tomando fernet. Eu sentei no meio do sofá grande, entre o Facu e o Juani, cruzando as pernas pra calça jeans descer um pouco mais e aparecer a tanguinha. Às nove já tava todo mundo bebado e com risada fácil.
— Vamos jogar alguma coisa. Verdade ou desafio, igual no colégio, mas versão hot — disse o Facu.
— Bora — falei, mordendo o lábio —. Mas se for muito leve, eu enjoo.
Começamos. Primeira rodada, Tomi escolheu verdade.
— Verdade: com quem do grupo você transaria se pudesse? — perguntou o Seba, piscando o olho pra mim.
Tomi ficou vermelho, olhou pro chão.
— Com a Lola, óbvio. Quem não? — disse, todo mundo riu nervoso. Eu pisquei o olho pra ele.
— Boa escolha, Tomi. Porra, pontos por ser honesto.
Desafio pro Seba: “Tira o sal do pescoço da Lola depois de um shot”.
Seba preparou a tequila, botou sal no meu pescoço e lambeu devagar, língua quente roçando minha pele, demorando mais do que devia. Eu gemi baixinho, exagerado, jogando a cabeça pra trás.
Facu olhou fixo.
— Minha vez de desafiar a Lola: deixa o Tomi beijar sua barriga.
Tomi se aproximou de quatro, me beijou devagar, língua roçando a pele da barriga. Gemi baixinho de novo, empurrando o quadril “sem querer”.
— Caralho, vocês tão me deixando louca — falei rindo.
Continuamos com “eu nunca”. “Eu nunca me toquei pensando em alguém do grupo”. Todo mundo bebeu, menos o Tomi.
— Mentiroso, todo mundo sabe que sim. Outro: “Nunca beijei duas pessoas no mesmo dia”. Eu bebi, encarando eles.
— Sério, Lola? — perguntou Juani,
— Óbvio — respondi, lambendo os lábios.
O clima tava pegando fogo, ficamos sem ideias e sugeriram “beijo, ousadia ou prenda”. Aí desandou de vez: Facu beijou meu ombro, mordendo de leve.
— Tá gostando, Lola? — sussurrou.
— Depende de quem morde — respondi, sorrindo pra ele.
Seba me fez sentar no colo dele por um minuto inteiro.
— Tá sentindo isso? — perguntou baixinho, empurrando a dureza dele contra minha raba.
— Que coisa? Não sinto nada — respondi, me mexendo devagar em cima dele antes de levantar.
Juani cheirou meu pescoço “como desafio”.
— Você cheira a sexo, Lola — disse, voz rouca.
— E você a desesperado — falei.
Onze e meia, todo mundo já bem bêbado e o ar pesado de desejo, Facu soltou: “Pôquer de prendas. Sempre jogamos pôquer no cassino, mas nunca entre a gente, assim é mais emocionante.”
Todo mundo me olhou, eu sorri.
— Fecha. Mas regras claras: perde a mão, tira uma peça. Quem ficar sem roupa tá fora. E ninguém toca no que não é seu… ainda.
Começamos. As primeiras mãos foram devagar. Tomi perdeu o tênis.
— Começou mal, Tomi — falei rindo, roçando o pé dele “sem querer” com o meu.
Seba perdeu a camiseta.
— Olha que torso bonito, Seba — falei, passando a mão no abdômen definido dele —. Treina bem, hein.
Juani perdeu as meias.
— Que pés lindos, Juani. Faço uma massagem depois?
Facu perdeu a camiseta.
— Facu, sempre na academia pra ocasiões como essa — falei, roçando o peito dele com os dedos.
Eu perdi os sapatos, levantei devagar pra tirar eles.
Facu perdeu a calça jeans, ficou de cueca preta, o volume enorme.
— Facu… que exagerado — falei rindo, olhando fixo —. Isso é pelo pôquer ou por mim?
— Por você, óbvio — respondeu, se tocando sem disfarçar.
Seba perdeu a calça, cueca cinza justa, ereção marcada.
— Seba, não fica envergonhado — falei, mordendo o lábio —. É lisonjeador.
Tomi de cueca azul, Juani sem camiseta.
Eu perdi o jean. Fiquei no meio—Olha bem, seus otários —falei, abaixando o jeans devagar, deixando eles verem a tanguinha preta enfiada no meu rabo—. Tá gostando? Todos balançaram a cabeça, mudos.
—Continua jogando, que vocês tão babando por mim —falei, abrindo um pouco os joelhos.
Outra mão: eu perdi o top. Levantei de novo.
—Pronto, agora sim —falei, subindo o top devagar, deixando meus peitos pularem de uma vez, balançando soltos—. Melhor assim?
—Meu Deus, Lola… —disse o Facu, ajustando a cueca.
—Você tá de dar água na boca —disse o Seba, com a voz rouca.
—Calma —repeti, sentando só de tanguinha, peitos de fora com os bicos duros—. Agora sou eu que tô com menos roupa. Acelerem que quero revanche.
—Lola, se continuar assim, a gente não chega na balada —disse o Juani, olhando fixo pros meus bicos.
—Talvez eu não queira chegar —falei pra ele.
Jogamos mais uma hora, eu ganhando as últimas pra obrigar eles a tirarem os sapatos e as meias que sobraram, mas ninguém ficou pelado.
Lá pelas duas, o Tomi olhou o relógio.
—Vamos trocar de roupa e ir pra balada ou o quê?
O Facu me encarou.
—Vai assim, Lola? Porque metade da balada vai ter um treco.
Eu ri, levantei nua no meio, engatinhei pela mesa devagar, chegando perto do Facu até meus peitos ficarem a centímetros do rosto dele.
—Nem fudendo, otário. Isso é só pra vocês quatro —respondi.
Me troquei no banheiro, vesti um vestido preto curto que cobria um pouco acima dos bicos e embaixo mal tampava a bunda.
—Pronto, agora sim podemos sair —falei.
Deixem nos comentários se quiserem a parte dois onde a gente vai pra balada.
4 comentários - Prévia com a galera da facul Parte 1
Tremendo relato, espero la segunda parte