Halloween 2025: Festa Morbosa da Silvia C

Tinha ido com minha namorada pra uma festa de Halloween no chalé da minha amiga de foda Silvia C. Lá encontrei a Mayte, outra amiga de foda infiel. O marido dela não estava, mas o da Silvia C sim, porque foi ele quem organizou a festa. Minha namorada foi de bruxa sexy, com um vestido longo, preto, com um decote enorme, mostrando o colo. A Mayte foi de Quarta, com um vestido preto curto, até o meio da coxa, manga longa, marcando a rabeta, com meia-calça transparente e umas meias sexy de listras grossas, pretas e brancas, até acima dos joelhos. Além disso, usava tranças pretas e os lábios pintados de preto, bem sexy. A Silvia C foi de abóbora zumbi, com um collant preto, uma camiseta larga laranja e preta fazendo de abóbora com olhos e boca, uma camiseta preta por baixo de gola alta, e um gorrinho de abóbora. Tinha a cara pintada de zumbi com uns lábios pretos bem sexy também. Eu fui de assassino, com uma calça e uma camiseta cheias de sangue, assim como as mãos e o rosto.

Depois de alguns drinks, a Mayte se soltou um pouco e começamos a nos pegar, dançando, mas na disfarçada. A bunda dela passava no meu pau enquanto dançava, me deixando louco, e eu falava putarias no ouvido dela. Fomos na cozinha pegar umas pedras de gelo, e lá, aproveitando que não tinha ninguém, passei a mão na bunda dela enquanto ela abria o freezer. A Mayte fechou o freezer sem pegar o gelo e se virou, me encarando e rindo. Falei pra ela me seguir e saímos da cozinha. Fui direto pra escada subir pro andar de cima, e a Mayte me seguiu entre risadas. Subimos rápido pra ninguém nos ver, mas ainda tinha o risco de alguém já estar lá em cima. Entramos no primeiro quarto que vimos vazio, que era de uma das filhas da Silvia.

Fechamos a porta e finalmente nos beijamos com muita vontade e paixão. Agarrei forte a bunda dela, acariciando e dando tapas, enquanto ela fazia o mesmo com a minha. Levantei o vestidinho curto dela até a cintura, deixando ela só de Meia transparente até a cintura e uma calcinha fio dental preta por baixo. Acariciei a bunda dela com ainda mais vontade. Mayte tirou meu pau da calça e comecei a me masturbar, enquanto nos beijávamos mais apaixonadamente.

Tirei a calça e sentei na cadeira da escrivaninha. Coloquei Mayte na minha frente e acariciei a buceta dela com uma das mãos, enquanto com a outra acariciava as pernas dela, as partes cobertas pelas meias sexy. Virei ela e acariciei e beijei a bunda. Enfiei a mão entre as pernas dela, para acariciar a buceta de novo. Mandei ela ficar de um dos meus lados. Continuei acariciando a bunda e a buceta dela, enquanto me masturbava. Mayte não parava de olhar pro meu pau e falar o quanto queria ele. Mandei ela se inclinar e ela obedeceu. Bati com meu pau no rosto dela, enquanto acariciava a bunda. Passei meu pau pelos lábios dela, até mandar ela abrir a boca e enfiei nele. Agarrei a cabeça dela e movi, fodendo a boca dela. Aos poucos aumentei a velocidade. Minha outra mão acariciava as pernas e a bunda dela. Quando comecei a foder a boca dela mais rápido, comecei a dar tapas fortes nela.

Soltou a cabeça dela, deixando ela me fazer um boquete. Minhas mãos rasgaram as meias dela e comecei a masturbá-la, enfiando a mão na calcinha fio dental. Minha outra mão acariciava as pernas dela, na área das meias. Tirei a mão da buceta dela e voltei a acariciar a bunda. Dei uma camisinha pra ela e ela se ajoelhou pra colocar em mim, depois sentou em cima de mim. Afastei a calcinha fio dental dela e enfiei meu pau na buceta molhada dela. Mayte se movia em círculos, enquanto nos beijávamos e eu acariciava as pernas dela. Uma das minhas mãos subiu até os peitos dela, por cima do vestido, descobrindo que por baixo ela não usava sutiã, o que me deixou com mais tesão ainda. Comecei a me mover mais forte, fazendo as penetrações serem mais intensas. Levantei o vestido dela até tirar, deixando ela só de meias, meias soquete e a calcinha fio dental. Abaixei a cabeça e mordi os peitinhos dela, deixando os peitos bem durinhos. Mayte apertava minha cabeça contra ela, cada vez que eu lambia.

Ela se abriu. Porta do quarto e levamos um sustinho, até ver a cabeça da Silvia C. aparecer. Ela perguntou que pussy a gente tava fazendo no quarto da filha dela e não nos outros, enquanto passava e fechava a porta. Falei que era o primeiro que vimos e não perdemos mais tempo. Silvia chegou perto da gente e a Mayte perguntou por que ela tinha subido e o que tava rolando com o marido dela. Ela respondeu que quando passou um tempo sem nos ver, tanto minha namorada quanto ela desconfiaram de algo e que o marido dela não era problema por um tempo, porque minha namorada tava com ele entretendo e distraindo.

Mayte e eu não paramos de foder e Silvia se colocou do meu lado, se beijando com a gente. Uma das minhas mãos acariciava as pernas da Mayte e a outra começou a acariciar a bunda da Silvia. Ela pediu pra Mayte deixar ela montar em mim um pouco e a Mayte levantou, enquanto ela tirava a legging. Como não conseguiu tirar de vez, a Silvia sentou em mim, de costas. Tava de fio dental preto, que afastou pra enfiar meu pau na buceta dela. Ela se mexia em círculos e virava a cabeça pra se beijar com a gente. Mayte tava do meu lado e enfiei minha mão no fio dental dela pra masturbar ela de novo. Enfiei a outra mão por baixo da camiseta laranja da Silvia e acariciei os peitinhos dela por cima da regata preta, percebendo que também não tava de sutiã. Não parei de brincar com eles até sentir os bicos bem duros.

Levantamos da cadeira e coloquei a Silvia de joelhos nela, de costas pra mim, segurando o encosto com as mãos. Afastei o fio dental dela e enfiei meu pau na buceta dela, fodendo bem forte e rápido, porque sabia que a gente tinha pouco tempo e ela precisava voltar pra baixo o mais rápido possível pra não levantar suspeitas. Enquanto eu fodia, dava tapas na bunda dela e me beijava com a Mayte, acariciando a bunda e os peitos dela. Com as minhas enfiadas fortes e como a cadeira tinha rodinhas, tinha que puxar a Silvia pra perto cada vez que metia, porque ela escapava. Pra isso não acontecer mais, agarrei ela pela cintura e fodi o mais forte que dava. Mayte se abaixou e se beijou com a Silvia. Quando a Silvia ia gozar, eu me ajoelhei e chupei a buceta dela, enquanto acariciava a bunda dela. Quando ela gozou, lambi tudo, aproveitando os sucos dela.
Sem perder tempo, me levantei e agarrei a Mayte, colando ela contra mim. Levantei uma das pernas dela, afastei a calcinha fio-dental e meti meu pau na buceta dela, fodendo ela de novo. A Silvia vestiu a legging, nos beijou e saiu do quarto, voltando pra baixo. Enquanto fodia a Mayte, abaixei a cabeça pra mordiscar os peitos dela. Baixei a perna dela e inclinei ela pra apoiar as mãos na cadeira. Fiquei atrás dela, afastei a calcinha fio-dental de novo e continuei fodendo a buceta dela. Agarrei forte na cintura dela e fodia com força. Peguei os rabos de cavalo dela e puxei, enquanto continuava fodendo forte. Troquei várias vezes meu pau pro cu dela, pra foder ele, e depois voltava pra buceta, até ela gozar. Aí me ajoelhei e chupei a buceta dela, pra limpar os sucos.
Me levantei e sentei ela na escrivaninha. Abri bem as pernas dela, afastei a calcinha fio-dental e meti de novo na buceta suculenta e molhada dela. Enquanto fodíamos, beijava ela e acariciava as pernas dela, com o toque sexy das meias. Levantei uma das pernas dela pro meu ombro e continuei fodendo mais fundo, acariciando os peitos dela. Quando ia gozar, fiz ela se ajoelhar no chão. Tirei a camisinha e fodi a boca dela, enquanto puxava forte os rabinhos de cavalo dela, pra meter fundo, fazendo ela engasgar um pouco. Quando gozei, enchi a boca dela e um pouco escapou, escorrendo pelo canto dos lábios até o queixo, porque ela não conseguia engolir tão rápido. Passei meu pau pelo rostinho lindo dela, sujando também com um pouco de sêmen que ainda tinha nele. A Mayte terminou limpando bem meu pau com umas boas lambidas.
A Mayte se levantou e nos beijamos, com minhas mãos agarrando a bundona dela. Ela se vestiu e eu saí do quarto primeiro pra ver se não tinha ninguém. A Mayte saiu e foi pro banheiro se limpar, enquanto eu desci pra festa pra entrar sozinho e não levantar suspeitas.

A festa continuou. normalmente, mas como todo mundo já tava cada vez mais sob efeito de álcool e droga, o clima tava mais quente e era mais fácil dar uma brincada e passar a mão na Mayte. O marido da Silvia C também já tava bem bêbado e ela aproveitava pra brincar comigo e acariciar meu pacote sempre que podia.
No fim da noite, no chalé, ficamos só eu, minha namorada e um cara que ela tinha pegado, a Mayte, mais duas amigas da Silvia C e eu. Tomamos uns shots pra brindar e o marido da Silvia apagou no sofá. Minha namorada e o cara dela foram pra casa dele, as amigas da Silvia não demoraram a ir embora, e eu fiquei lá com a Mayte e com ela, enquanto o marido tava apagado. Brindamos com um shot e a Silvia se jogou em mim pra me beijar, sem se importar que o marido dela tava dormindo do lado.
Depois de passar a mão nas duas e nos beijarmos os três, a Silvia se ajoelhou, tirou minha calça e começou a me masturbar, enquanto chupava minhas bolas. A safada olhou pro marido e disse pra ele ver o que era uma boa piroca gostosa e safada, que metia forte e deixava ela bem molhada. Mayte e eu rimos. Levantei o vestido da Mayte até a cintura, deixando a bunda e a buceta dela à mostra, cobertas só pela calcinha fio dental, com a meia arrastão rasgada. Dei vários tapas nela antes de enfiar a mão por baixo da calcinha e masturbá-la. A Silvia começou a me fazer um boquete e de vez em quando me masturbava, porque virava a cabeça pra chupar a buceta da Mayte. Enquanto chupava, minha mão acariciava os peitinhos dela por cima da fantasia. Mayte e eu não paramos de nos beijar. Tirei a fantasia da Mayte até ela ficar pelada. Aí baixei a cabeça pra chupar os peitos dela, enquanto a Silvia curtia a buceta dela e meu pau.
Resolvi ir pra cozinha pegar uns cubos de gelo pra brincar com eles e lá vi uma tesoura que me deu outra boa ideia pra deixar a brincadeira mais divertida. Voltei pra sala com uma tigela cheia de gelo e a tesoura. Deixei tudo na mesa, peguei um gelo e me aproximei da Mayte. Comecei a beijar ela, enquanto passava o gelo pelo corpo dela. peitos. Silvia, chupa meu pau de novo, bem fundo. Quando os bicos ficaram bem duros e molhados, abaixei a cabeça pra passar minha língua neles, antes de morder e puxar, fazendo ela gritar de dor. Mandei a Silvia levantar e morder o outro mamilo da Mayte, pra ela sentir mais dor.

Coloquei o gelo na boca e me ajoelhei. Passei o gelo pela calcinha dela, molhando até a buceta ficar bem marcada no tecido. Peguei o gelo com a mão e mordi os lábios marcados na calcinha. Afastei a calcinha e coloquei o gelo de novo na boca, passando pela buceta dela. Minhas mãos agarraram a bunda dela e acariciaram. Peguei o gelo de novo com uma mão e chupei a buceta dela, enquanto continuava acariciando a bunda com a outra mão. A Silvia tinha pegado outro gelo e ficava passando nos mamilos da Mayte e mordendo eles.

Levantei e fui até a mesa, onde larguei o gelo e peguei a tesoura. Cheguei perto da Silvia e separei ela da Mayte. Me beijei com a Silvia, enquanto passava a tesoura pelo corpo dela. A Mayte se ajoelhou e começou a chupar meu pau. Tirei a camiseta laranja da fantasia da Silvia, deixando ela só com a camiseta e a legging preta. Continuei me beijando com ela, enquanto acariciava os peitinhos dela. Paramos de nos beijar e comecei a cortar a camiseta dela, na altura dos peitos, fazendo dois círculos, por onde os peitinhos ficaram de fora. Larguei a tesoura no chão e comecei a acariciar os mamilos dela com os polegares, enquanto falava pro marido dela que estavam uma delícia e que eu ia comer eles, não ele, naquela noite. A Silvia riu e eu abaixei a cabeça pra lamber eles. Tirei o gelo da Silvia C e coloquei na boca pra passar nos mamilos dela, até deixar eles durinhos, e mordi, sendo ela agora quem gritava de dor.

Peguei a Silvia e levei pro sofá, inclinando ela até apoiar as mãos nele, do lado da cabeça do marido. Peguei a tesoura e cheguei perto da Silvia. Bati com meu pau na bunda dela e passei pela racha da bunda, tão bem marcada na legging. Dei várias palmadas nela. Mayte sentou numa cadeira e se masturbava, olhando pra gente. Eu me ajoelhei, acariciei e mordi a bunda dela, ainda coberta pela malha. Passei a tesoura pela fenda dela e, em seguida, cortei a malha, fazendo um buraco enorme onde dava pra ver a calcinha fio dental, a rabetão e a buceta dela. Mordi a bunda dela e bati mais. Cortei o fio dental e nem precisei afastar pra chupar a buceta dela. Silvia tava louca de tesão pela comida e pelo clima safado. Minha língua se mexia bem rápido na buceta da Silvia, enquanto eu acariciava e beliscava os mamilos dela.

Sentei no chão, colocando a cabeça entre as pernas da Silvia pra continuar chupando a buceta dela. Chamei a Mayte pra vir chupar minha pica de novo, e ela veio, ficando de quatro, com a bunda virada pra mim. Enquanto eu chupava a buceta da Silvia, e a Mayte chupava minha pica, eu acariciava as bundinhas delas. Ao mesmo tempo que a Mayte chupava minha pica com mais força, eu fazia o mesmo com a buceta da Silvia.

Falei pra Mayte colocar uma camisinha em mim, e ela fez isso com a boca maravilhosa dela. Levantamos eu e ela, e eu meti minha pica no cu da Silvia. Enquanto eu comia o cu dela, eu beijava a Mayte e acariciava os peitos e a rabetão dela. Silvia não parava de gemer de prazer, e eu comia o cu dela com mais força. Troquei minha pica pra buceta dela, fodendo com força também. Enfiei três dedos na boca da Mayte e fodi a boca dela com eles.

Falei pra Silvia sentar no sofá e inclinei a Mayte até ela começar a chupar a buceta da amiga. Fiquei atrás da Mayte e comecei a foder a buceta dela. Agarrei a cintura dela e as estocadas eram bem fundas. Fui trocando de buraco, fodendo o cu dela também. Quando a Silvia gozou, ela levantou, ficou do meu lado, e a gente se beijou de novo. Uma das minhas mãos acariciava os peitinhos e a rabetão dela. Silvia foi até a mesa pegar uma garrafa de tequila. Nessa hora, agarrei as marias-chiquinhas da Mayte, que ainda tava inclinada, e puxei com força, penetrando a buceta dela com dureza.

Silvia veio com a tequila e derramou na minha boca. movendo a garrafa pra escorrer pelo meu queixo e pescoço também, e ele começou a lamber assim que parou de me borrifar. Eu e Silvia nos beijamos e bebemos mais tequila da garrafa. Levantei a Mayte e peguei ela no colo, metendo meu pau na buceta dela de novo. Ela me abraçou pelo pescoço com as mãos e a gente transou enquanto eu segurava firme a bunda dela. A Silvia jogou bebida na boca da Mayte, mas rapidinho virou a garrafa pra borrifar os peitos dela, que comecei a lamber. Depois disso, a Silvia me deu de beber de novo e a gente se beijou os três.

Eu ia gozar, então baixei a Mayte e mandei a Silvia se ajoelhar. Tirei a camisinha e comecei a foder bem forte a boca dela. Eu me beijava com a Mayte e batia uma pra ela, bem rápido. Quando gozei, a Silvia deixou meu pau bem seco e se levantou. A gente se beijou os três, enquanto eu não parava de masturbar a Mayte até ela gozar e lambi meus dedos com os sucos gostosos dela.

Enquanto a Mayte foi se limpar no banheiro e colocar a fantasia, porque a gente já tinha que ir, fui ajudar a Silvia a levar o marido dela pro quarto. Coloquei a calça e a gente pegou ele no colo pra subir as escadas e botar na cama dele. A Silvia me agradeceu por ajudar, e eu falei que melhor agradecer ela pela festa foda e pelo melhor final. A Silvia sorriu pra mim e a gente começou a se beijar de novo. Peguei na bunda enorme dela e fiquei acariciando, até sentir o rasgo na meia-calça e fiquei com tesão de novo.

Sentei a Silvia na beirada da cama, onde o marido dela continuava dormindo a bebedeira de boa. Me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela, enquanto acariciava as coxas. A Silvia apertava minha cabeça contra ela, e eu estiquei as mãos pra pegar os peitinhos dela pelos buracos da camiseta. Devagar fui aumentando a velocidade da minha língua, sem parar. A Silvia também apertava as coxas contra minha cabeça, e quando ela gozou, gozou tanto que parei de lamber porque tava doendo. Voltei a lamber assim que ela soltou um pouco minha cabeça e limpei os sucos gostosos dela. Descemos para a sala onde a Mayte estava me esperando. Explicamos pra ela por que a gente tinha demorado e ela riu, enquanto me beijava e passava a mão na minha bunda. A gente se despediu da Silvia e entrou no meu carro. O caminho inteiro fui passando a mão nas pernas dela, tanto na parte coberta pelas meias sexy, quanto na que só estava coberta pelas meias finas. Em cada semáforo que a gente parava, a gente se beijava. Ficamos tão tarados, mais uma vez, que não tive escolha a não ser parar numa ruela tranquila que a gente conhece, perto da casa dela. É bem escura e dava pra fazer umas coisas sem ser visto, a não ser que alguém olhasse de propósito pela janela.

A gente se beijou de novo e minha mão subiu pela perna dela, até entrar por baixo do vestidinho curto, masturbando ela, depois de afastar fácil a calcinha fio dental, aproveitando o rasgo das meias. A Mayte se ajoelhou de quatro no banco, enquanto eu abaixava minha calça. Peguei meu pau e ela começou a me masturbar enquanto chupava minhas bolas. Quando ficou dura, ela me de um boquete daqueles. O tempo todo eu passava a mão na bundona dela, depois de levantar o vestido. Depois de um tempinho, voltei a masturbar ela e aí minha outra mão foi pra cabeça dela e comecei a ditar o ritmo do boquete, fodendo aquela boca maravilhosa.

A Mayte colocou uma camisinha em mim e sentou em cima. Enfiou meu pau na buceta dela, toda molhada de eu ter masturbado ela, e começou a quicar que nem uma louca. A gente se beijava, eu passava a mão nas pernas dela e mordia os peitos dela por cima do vestido. Acabei tirando o vestido e chupei e acariciei eles. A situação era bem excitante, porque podia passar alguém e ver a Mayte pelada, cavalgando no meu pau, mas dava pra ver na cara dela que ela não tava pensando muito nisso. A Mayte não tirou meu pau da buceta até gozar. Aí enfiou no cu dela e voltou a cavalgar com força, gemendo gostoso. Quando gozei dentro do cu dela, ela se ajoelhou de novo no banco do carona, tirou a camisinha e limpou meu pau com umas lambidas bem dadas.

Com meu pau bem seco e limpo, a Mayte vestiu a fantasia e a levei pra casa dela, sem mais paradas nem beijos.

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