Meu nome é Franco, sou natural de uma cidade linda de Buenos Aires. Hoje vou contar a história de como comi minha madrasta sem quase ter que seduzi-la. Preciso começar dizendo que sou um cara moreno, de 1,90m, bem definido fisicamente, sem ser exagerado, mas também não sou um corpo nota dez. Olhos castanhos e traços bem maduros, apesar dos meus 25 anos. Mas o traço que mais se destaca no meu físico é o tamanho enorme da minha rola e das minhas bolas: a primeira mede uns 20cm ereta e é bem grossa, e a segunda, se eu pegar com a mão — que não é exatamente pequena — transborda claramente pelo perímetro. Por causa disso, meus companheiros do time de futebol (meu esporte favorito) me chamam carinhosamente de "o burro", já que sabiam como eu era, porque a gente toma banho junto no mesmo chuveiro, e me apelidaram de o famoso burro do time.
A outra protagonista da história é minha querida madrasta, o nome dela é Lourdes, cabelo não tão comprido, castanho puxando pro loiro, e de vez em quando ela usa franja. Os olhos dela são castanhos, iguais aos meus, e ela é exageradamente não tão magra, com uma bunda gostosa e uns peitos que o corno do meu pai pagou pra ela deixar empinados quando ela teve meu irmãozinho Valentim, de 8 anos. Eles ficaram caídos e, pra ela, ficava feio esteticamente, porque a Lourdes ainda tem um ar jovem, apesar dos seus 39 anos.
Lourdes, a mulher do meu pai, o Pablo, tem 1,54m e as medidas dela são 90-60-90 (quadril, cintura, busto). Meu pai pagou a cirurgia de peito dela, não são tão grandes, mas são redondinhas e bem empinadas, são lindas. É uma loucura pra mim quando vou visitar a casa dela, às vezes fico uns dias só pra vê-la tomando sol na piscina com umas mini fio dental que ela veste, já que ela cuida muito bem do corpo, vai na academia duas vezes por semana. Imagino que o personal trainer dela deve estar comendo ela, pelas fotos que ela posta no Instagram com ele. Nesses dias que fico, passo o dia inteiro de pau duro só de observar a Lourdes. Pra mim, ela gosta de provocar os convidados, já que o corno do meu pai trabalha a maior parte do dia, só vejo ele à noite quando volta da empresa e alguns dias que ele tira folga pra passar em família. Mas o que mais me dá tesão na minha madrasta Lourdes é o corpo de boneca e a bundinha linda que ela tem, ainda mais quando vejo ela de bruços na borda da piscina. Eu sento no sofá fingindo que vejo TV com meu irmãozinho, mas meus olhos estão naquele corpo gostoso que ela tem. Lourdes também cuida bem da estética, as unhas dela são sempre compridas, de vez em quando vai fazer as unhas. É, o trouxa do meu pai paga todos os tratamentos dela, já que ele nem repara nela, passa o dia todo no escritório da empresa por causa dos negócios. Por isso acho e imagino que eles têm pouco ou nenhum sexo, e é por isso que ela gosta de provocar com as roupas que veste quando sai de casa. Às vezes sai com decote e um vestidinho curto que fica perfeito nela, toda arrumada. E o meu irmãozinho Valentim fica comigo, e se não tô eu, fica com a empregada. Mas pra onde será que ela vai tão arrumada se meu pai tá na empresa? Só imagino. Mas que trouxa e corno que meu pai é, penso às vezes! Minha madrasta Lourdes tinha ouvido uns amigos que fui uma vez na casa do meu pai pra jogar. A praia e também nadar na piscina, porque naqueles dias tava muito calor, já que meu apartamento não tem piscina. Pedi permissão pro meu pai, ele deu o ok. Eles ficavam me chamando de burro, falando "nossa, tua madrasta é uma gostosa". Eu me fazia de desentendido e mudava de assunto. Foi a primeira e última vez que levei eles, porque eu quero ela só pra mim, minha linda madrasta. Quando meus amigos foram embora, ela me chamou na cozinha: "Me faz uma pergunta, por que os caras te chamavam de burro? Tá indo mal na faculdade?" "Não, é só besteira deles." Mas eu já sabia que era pelo tamanho da minha pica. Não passou despercebido pra ela, porque quando eu saía da piscina, marcava na cueca a pica que eu tinha. Ela ficava olhando toda hora, e quando eu olhava pra ela, ela se fazia de desentendida. Aí eu imaginava que meu pai não dava o prazer que ela precisava, pela idade dela. Meu pai Pablo tem 54 anos, mas parece mais velho, um velho grisalho. A única coisa que ele tem é dinheiro, que segundo minha mãe é o que interessa pra ela, e ela engravidou dele pra ter ele na mão.
Uma vez eu saí do banho depois de me masturbar, só de olhar pra ela o dia inteiro, que ficava andando pela casa de fio dental e uma camiseta do meu pai sem sutiã. No jeans, minha pica marcava de tanta excitação que eu sentia por culpa dela, por andar igual uma puta o dia todo. Ela me parou no corredor e disse que é ruim andar com o pau apertado no jeans, que eu devia usar algo mais solto, e que eu podia ficar estéril. Com um olhar de puta, ela falou isso e foi pro quarto dela, virando pra ver se eu tava olhando, levantando a camiseta pra eu ver a bunda nua dela. Eu falei pra ela não se preocupar, que tá tudo no lugar (tudo nela). Ela deu um sorriso, mordendo os lábios, e piscou um olho entrando no quarto. Assim era minha vida naqueles dias que eu ficava na casa dela de manhã, só nós dois, e às vezes a empregada também tava lá, porque meu irmãozinho vai pra escola de manhã. Muitas vezes eu ia no banheiro me tocar por causa do jeito dela. Se vestir tão provocante, ou ela simplesmente se vestia assim na maioria dos dias de calor. Mas finalmente o verão chegou, e o velho do meu pai passava o tempo todo trabalhando, e meu irmãozinho foi levado pela tia dele de férias por alguns dias, e ficamos só nós dois, já que a empregada também saiu de férias. Passava pela minha cabeça a ideia de poder fazer algo sexual com a minha madrasta, mas parecia impossível pelo carinho que ela tinha por mim — ela me tratava como mais um filho, era muito atenciosa com o que eu precisava.
Só conseguia ficar de boa quando a gente tava só nós dois na piscina pegando sol, ela com uns micro biquínis que enfiavam bem na racha da bunda dela, e eu de sunga atrás dela, com uma toalha escondendo a ereção que me dava só de ver o quanto ela era gostosa. Teve um momento que eu tava com os braços atrás da cabeça admirando aquele monumento de rabeta em pé e pelada na minha frente, aí a Lourdes se inclinou pra mim mostrando os peitos sem sutiã, e começou a engatinhar de quatro se aproximando, esticando uma mãozinha dela até meu abdômen e falar.
Uuh, filhão, como você tá ficando forte, dá pra ver que faz bastante abdominal de noite... Tocando em mim com o dedinho, ela começou a cantar: 1, 2, 3, 4, 5, 6... Os quadradinhos dos seus abdominais tão aparecendo, que forte, que homem que eu tenho em casa. Me olhando fixamente, com a mão ela esfregava toda a minha barriga e meu pau queria explodir. Aquela mão que a Lourdes passou em mim me deixou com um tesão danado e eu tive que sair correndo pra me jogar na piscina pra aliviar a quentura, deixando minha madrasta com uma cara estranha pela rapidez que eu pulei na piscina. Uuh, que merda, ela percebeu minha excitação, que vergonha. Ela se levantou da grama e foi pra dentro dizendo: "Vou pegar uns refrigerantes, quer algo, Exe?" rebolando a bunda. Eu rapidamente saí da água e fui pro banheiro me masturbar pra aliviar o tesão que minha madrasta me deu ao me tocar. Saindo do banheiro, ela tava vendo uma série no sofá, já tinha trocado de roupa, com uma calça e um decote. Eu sentei no outro sofá, ela não falou uma palavra sobre o que aconteceu à tarde. Perguntei: "O que você tá vendo, mãe?" Ela me olhou de lado: "Uma série, Boobs Fuck", ela disse. "Exe", ela falou me olhando fixamente, "por que você saiu correndo mais cedo?" Eu não sabia o que dizer: "Tava com calor, mãe." "Mmmm, tá bom, segundo você." O celular dela tocou, era uma ligação do meu pai. Ela atendeu e colocou no viva-voz pra eu ouvir meu pai dizer que ia chegar muito tarde, que tinha uma reunião importante com os empresários pra fechar um contrato. "Ah, tá bom, meu amor", ela disse se levantando, "tô aqui com o Exe vendo uma série. Fecha esse contrato pra me levar de férias", rindo enquanto se aproximava de mim. Ela desligou a ligação, jogou o celular no sofá e disse: "Por que você vai tanto ao banheiro, coração?" Eu fiquei mudo. Enquanto isso, ela se ajoelhou entre minhas pernas, tirou o decote e começou a levantar minha camiseta até tirá-la. Ela começou a acariciar minha barriga com as mãozinhas dela.
Isso fez meu pau ficar duro de novo e apertava a calça de tão inchada que a cabeça estava, até que minha madrasta percebeu que eu já estava excitado pra caralho. Ela começou a baixar minha calça e até tentou baixar minha cueca (que tesão que me dava), mas não descia mais por causa do quanto meu pau estava duro. Então ela apoiou a mão no meu volume e na hora soltou "uuuufffff não" e me olhou mordendo o lábio. Ela puxou a cueca toda pra baixo e meu pau todo duro e grosso, a mão dela ficou pequena comparada ao meu pau. Ela pegou ele com as duas mãos, me dizendo: "Se seu pai tivesse a metade dessa coisa, seria feliz e não procuraria fora o que não tem em casa." Eu peguei ela pelo pescoço, ela levantou o olhar me encarando e eu disse (pra isso você me tem aqui), dando um tapa na cara dela: "Fala a verdade, puta, com quantos caras você chifrou meu pai?" Dando outro tapa no outro lado da cara. Ela só me olhava com os olhos cheios de lágrimas. "Fala, por isso que você saía tão arrumada de manhã várias vezes." Enquanto isso, peguei meu pau e bati na cara dela até ela começar a chupar ele sem me dar uma resposta do que eu disse. Ela começou a me bater punheta com as duas mãos enquanto me chupava e babava todo meu pau. Enquanto eu empurrava a cabeça dela contra minha barriga, ela começou a engasgar e não entrava tudo na boca dela, ficava uns três dedos pra fora até que eu tirei ele. Ela ficou ofegante, enquanto, sem dizer uma palavra, continuava me batendo punheta.
Enquanto eu continuava xingando ela e maltratando com tapas mais fortes, fazendo ela se engasgar com meu pau toda hora, porque não me responde, puta – eu sabia que tinha uma madrasta muito puta, porque com certeza o corno do meu pai nem consegue mais ficar duro, ou tô errado? Ela começou a rir do que eu falei (você mesmo disse), e começou a passar a língua pelos lados até chegar nas minhas bolas, subindo de novo até a cabeça, chupando a cabeça com a boquinha dela. Aí eu soltei a primeira gozada, ela engoliu tudo, dizendo: "que gostoso é seu leite, bebê".

Lourdes parou na minha frente sem soltar meu pau e começou a me beijar. Eu aproveitei pra agarrar aquela bunda enquanto ela apertava e abria as nádegas. Ela me empurrou pro sofá, me sentou, e disse: "Já estive com vários caras, mas nenhum com um pau tão grande quanto o seu." Ela subiu em cima de mim e enfiou no meio da buceta dela. Soltou um suspiro (eu sentia ela apertando meu pau com a buceta, de tão apertada que era, até que entrou tudo). Ela deu um gemido, jogando a cabeça pra trás. "Não se mexe", disse ela, "deixa comigo." E começou a se mexer em cima do meu pau, gemendo cada vez mais. "Assim, assim", ela dizia, "que grande, dói e eu gosto." Ela começou a me beijar de língua enquanto eu mexia na bunda dela e abria as nádegas. Ficamos um tempão assim, até que eu me levantei com ela, segurando pela bunda, subindo e descendo ela, até que a joguei no sofá.
Falei pra ela: agora é minha vez. Peguei ela pela cintura, virei ela e mandei levantar e mostrar a raba. Ajoelhei entre as bundas dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela tava depilada, dava pra ver como tava vermelhinha de ter levado 20cm de pau, e bem grosso.
Comecei a esfregar o clitóris dela enquanto enfiava a língua, Lourdes começou a gemer cada vez mais forte até que eu vi as pernas dela tremerem e ela teve um super orgasmo. Ela começou a tremer sem parar até se molhar toda, ficou deitada no sofá com as pernas tremendo de tanta excitação. Passou um tempo até ela se recompor, parecia que nenhum dos homens que já comeram ela tinha feito ela ter um orgasmo igual àquele. Ela, toda despenteada, sentou no sofá e disse: "O que foi que aconteceu comigo? Nunca fiquei tão excitada assim". Enquanto se espreguiçava, pegou o celular, e eu ainda estava com a pica pronta pra enfiar na boca dela. Lourdes disse: "Para, seu pai já vai chegar", e não queria chupar, mordendo os dentes pra não me chupar. Ela falou: "Uuh, que masturbador você é", e tava escrevendo pro meu pai enquanto eu batia com a pica na cara dela. "Já chega", ela disse, "vamos pra outro lugar, seu pai já vai chegar". Ela se levantou rápido do sofá, pegou a roupa no chão e saiu correndo pro quarto dela. Eu fui pelado pro banheiro pra mijar, e vi ela saindo com um vestido justo no corpo. Ela disse: "Se apressa, tô no carro, e pega sua roupa rápido, seu pai vai chegar". Eu não entendia nada do que ela tava propondo, mas obedeci e me troquei na hora, indo pra garagem. Lá estava ela no carro, pintando a boca, no banco do passageiro. "Você dirige", ela disse. Claro, respondi, abri o portão, tirei o carro na rua. Eu via que ela tava trocando mensagem com alguém, imaginei que era com meu pai. Fechei o portão com chave, entrei no carro e perguntei: "Aonde a gente vai?" Ela me olhou e disse: "Pra um lugar onde tão me esperando, mas não podia ir sem você". Se inclinou entre minhas pernas, abaixou meu zíper, puxou minha pica normal e disse: "Uuh, assim, ela é maior que a do seu pai".
começando a me chupar enquanto eu dirigia, falei: "me dá o endereço, porque assim não chegamos a lugar nenhum". ela se sentou direitinho no banco, sem soltar meu pau, enquanto me batia uma. que gostoso que era a mulher do meu pai ser tão puta. "vai pra esse endereço", ela disse. se inclinou de novo pra mim, começou a me chupar de garganta fundo. "não cabe tudo", ela falava. o caminho inteiro ela me chupou até a gente chegar. era uma casa de luxo. ela desceu do carro. "vem", falou, passando a língua nos lábios.
Chegamos na porta, ela entrou sem bater. Passou por mim e disse, andando rápido: na sala tinha dois caras sentados num sofá, tomando umas cervejas. Ela sentou no meio dos dois, pegando na pica deles por cima da calça. "Você queria saber pra onde eu ia toda manhã", ela disse, e começou a abrir as calças deles, enquanto um se levantou e puxou o vestido dela pra cima, até deixar ela pelada de novo. Aí eu percebi que as mensagens não eram pro meu pai, eram pros dois amantes dela, que faziam menage com eles. Ela começou a chupar os dois, e dizia: "Vocês não sabem a fodida que eu levei agora do meu enteado". Os caras me olharam e perguntaram: "Quem é ele?". Enquanto isso, ela foi de quatro até mim, abaixou minha calça. "Meu enteado, olha essa pica", disse, começando a me chupar.


Novo e entre nós três a rodeamos. Ela chupava a minha, enquanto as outras duas batiam uma pras outras — não eram tão grandes quanto a minha, mas tinham seu valor. Os dois caras não eram tão velhos, acho que tinham a mesma idade da Lourdes. Enquanto isso, peguei ela pelos cabelos, fiz ela parar na minha frente, virei ela de costas e direcionei pra parte de trás do sofá. Os amigos dela colocaram as rolas pra ela chupar. Comecei a molhar a buceta dela com meus dedos até começar a bombar. Ela virava pra me olhar, mas os amigos mandavam ela continuar chupando. Eu metia com tudo, ela gemia forte — mais gritos que gemidos. Comecei a enfiar um dedo no cuzinho dela até o ânus dilatar. Ela falou: "O que você vai fazer? Não, para!" e tapou com as mãos. "Essa coisa não vai entrar no meu rabo." Os amigos, que eu nem sabia o nome, seguraram ela.



mano, até que ela enfiou a cabeça da minha pica, ela se mexeu, não queria, até que eu penetrei e entrou a metade, e ela apertava minha pica com o cu de tão apertado que entrava. Ela deu um grito, começou a morder um travesseiro que tinha. Eu bombava ela mais e mais forte, ela gritava e os amigos dela levantaram a cabeça dela pra continuar chupando as picas deles. Assim eu bombeei por um tempo até que tirei e ela continuou com outro. Assim a gente se revezava os três pra comer a bunda da minha madrasta Lourdes. Já dilatou mais, já entrava cada vez mais minha pica até que enfiei toda. Ela ficou largada no chão, dolorida da foda que a gente tinha dado os três. Os amigos dela ficaram bebendo, sentados no sofá. Eu levantei ela do chão pelo cabelo, falei pra ela subir em cima de mim. Ela subiu, enfiei na buceta dela enquanto ela se mexia. Um se levantou no sofá, colocou a pica dela pra chupar, e o outro se ajoelhou no cu dela, começou a chupar enquanto ela se mexia na minha pica.

O mais alto dos dois meteu no cu dela, a gente fez dupla penetração e assim ele se revezava com o amigo, um pouco cada um. A Lourdes já tava toda putinha. O mais baixo se fodeu, e a gente fez dupla vaginal nela. Ela só reclamava da dor, porque já não era mais gemidos. Assim a gente ia penetrando os buracos dela. Eu queria fazer dupla anal, mas já era demais. A gente gozou na cara dela, nos peitos, operadora toda melada, descabelada. Ela ficou deitada nas minhas pernas no sofá. Falo pra ela se trocar e se lavar, que já era tarde. Ela me obedeceu, foi no banheiro se lavar.


Enquanto eu ficava conversando com os amigos dela, eles me contaram que a primeira vez foi com um deles. Saíram da balada e depois ela tinha uma fantasia de fazer um ménage, comentou com um amigo, que era outro, e depois foi com os dois. Eu fui tirando mais informações sobre quantos amigos deles já tinham comido ela. Ele me disse que era o titular, rindo, e que com mais cinco amigos. Uma vez, ele falou: "A gente enfestou entre os cinco e ela aguentou tudo, a magrinha. Chamavam ela disso." Eu só balançava a cabeça. Olha só a puta da minha madrasta. E você, quantas vezes comeu ela? Me disseram que hoje foi a primeira vez, eu falei, enquanto ela saía do banheiro arrumada. "Vamos", ela disse, se dirigindo pra porta. Se despediu com um beijo em cada um. Eu escrevo pra ela, falei. Fomos pro carro.
No caminho, falei pra ela: olha que puta que minha madrastra acabou sendo, e eu aqui me masturbando no banheiro por sua causa. Se eu soubesse disso, já tinha te enfiado numa suruba com meus amigos, morrendo de rir. Então você sentou em cinco paus ao mesmo tempo. Ela me olhou e disse: "Uuh, o que te contaram? Mas nenhum pau é igual ao seu." E me pegou por cima da calça. "Aah, nem uma palavra pro seu pai", ela falou, "senão a gente vai continuar transando mais.
Frenei o carro de repente num descampado. "Pra que você tá parando, esqueceu alguma coisa?" ela disse. Abri a porta, desci e fui até a porta do passageiro. Abri a porta — ela já tava com o pau pra fora da calça, todo duro de novo. "Uau", ela disse. Assim, baixei ela, deitei ela no banco de trás, levantei o vestido dela e enfiei no cu dela, que ainda tava todo dilatado. Comecei a bombar de novo no cu dela enquanto dava tapas na bunda dela. "Grita, puta, grita que você adora que eu arrebente sua bunda." Meti mais forte, mais forte, até gozar nas costas dela. Aí subi a calça, voltei pro meu banco pra dirigir de volta pra casa do meu pai. Ela ficou deitada no banco de trás.
Quando chegamos na casa dela, ela desceu rápido do carro e eu peguei ela pelos cabelos: "Pra onde você vai, puta? Ainda não terminei." Ela falou: "Seu pai tá lá em cima." Mandei ela se ajoelhar, tirei a pica de novo e falei pra ela me chupar mais uma vez. Ela continuou me chupando até que, na última, gozei na cara dela. Ela se levantou, ajeitou o vestido e já ia embora sem se despedir, sem um beijo. Então segurei a mão dela, encostei ela na porta e começamos a nos beijar de língua enquanto eu esfregava a pica na buceta dela, e a gente começou a se apalpar. Quando ouvimos um barulho, ela falou: "A gente se vê amanhã ou você não vai vir?" "Por que não?", respondi. Nos beijamos de novo, ela saiu ajeitando o vestido, e eu fui andando pro meu apartamento, pensando: "Que puta que é minha madrasta. Coitado do corno do meu pai.
A outra protagonista da história é minha querida madrasta, o nome dela é Lourdes, cabelo não tão comprido, castanho puxando pro loiro, e de vez em quando ela usa franja. Os olhos dela são castanhos, iguais aos meus, e ela é exageradamente não tão magra, com uma bunda gostosa e uns peitos que o corno do meu pai pagou pra ela deixar empinados quando ela teve meu irmãozinho Valentim, de 8 anos. Eles ficaram caídos e, pra ela, ficava feio esteticamente, porque a Lourdes ainda tem um ar jovem, apesar dos seus 39 anos.
Lourdes, a mulher do meu pai, o Pablo, tem 1,54m e as medidas dela são 90-60-90 (quadril, cintura, busto). Meu pai pagou a cirurgia de peito dela, não são tão grandes, mas são redondinhas e bem empinadas, são lindas. É uma loucura pra mim quando vou visitar a casa dela, às vezes fico uns dias só pra vê-la tomando sol na piscina com umas mini fio dental que ela veste, já que ela cuida muito bem do corpo, vai na academia duas vezes por semana. Imagino que o personal trainer dela deve estar comendo ela, pelas fotos que ela posta no Instagram com ele. Nesses dias que fico, passo o dia inteiro de pau duro só de observar a Lourdes. Pra mim, ela gosta de provocar os convidados, já que o corno do meu pai trabalha a maior parte do dia, só vejo ele à noite quando volta da empresa e alguns dias que ele tira folga pra passar em família. Mas o que mais me dá tesão na minha madrasta Lourdes é o corpo de boneca e a bundinha linda que ela tem, ainda mais quando vejo ela de bruços na borda da piscina. Eu sento no sofá fingindo que vejo TV com meu irmãozinho, mas meus olhos estão naquele corpo gostoso que ela tem. Lourdes também cuida bem da estética, as unhas dela são sempre compridas, de vez em quando vai fazer as unhas. É, o trouxa do meu pai paga todos os tratamentos dela, já que ele nem repara nela, passa o dia todo no escritório da empresa por causa dos negócios. Por isso acho e imagino que eles têm pouco ou nenhum sexo, e é por isso que ela gosta de provocar com as roupas que veste quando sai de casa. Às vezes sai com decote e um vestidinho curto que fica perfeito nela, toda arrumada. E o meu irmãozinho Valentim fica comigo, e se não tô eu, fica com a empregada. Mas pra onde será que ela vai tão arrumada se meu pai tá na empresa? Só imagino. Mas que trouxa e corno que meu pai é, penso às vezes! Minha madrasta Lourdes tinha ouvido uns amigos que fui uma vez na casa do meu pai pra jogar. A praia e também nadar na piscina, porque naqueles dias tava muito calor, já que meu apartamento não tem piscina. Pedi permissão pro meu pai, ele deu o ok. Eles ficavam me chamando de burro, falando "nossa, tua madrasta é uma gostosa". Eu me fazia de desentendido e mudava de assunto. Foi a primeira e última vez que levei eles, porque eu quero ela só pra mim, minha linda madrasta. Quando meus amigos foram embora, ela me chamou na cozinha: "Me faz uma pergunta, por que os caras te chamavam de burro? Tá indo mal na faculdade?" "Não, é só besteira deles." Mas eu já sabia que era pelo tamanho da minha pica. Não passou despercebido pra ela, porque quando eu saía da piscina, marcava na cueca a pica que eu tinha. Ela ficava olhando toda hora, e quando eu olhava pra ela, ela se fazia de desentendida. Aí eu imaginava que meu pai não dava o prazer que ela precisava, pela idade dela. Meu pai Pablo tem 54 anos, mas parece mais velho, um velho grisalho. A única coisa que ele tem é dinheiro, que segundo minha mãe é o que interessa pra ela, e ela engravidou dele pra ter ele na mão.Uma vez eu saí do banho depois de me masturbar, só de olhar pra ela o dia inteiro, que ficava andando pela casa de fio dental e uma camiseta do meu pai sem sutiã. No jeans, minha pica marcava de tanta excitação que eu sentia por culpa dela, por andar igual uma puta o dia todo. Ela me parou no corredor e disse que é ruim andar com o pau apertado no jeans, que eu devia usar algo mais solto, e que eu podia ficar estéril. Com um olhar de puta, ela falou isso e foi pro quarto dela, virando pra ver se eu tava olhando, levantando a camiseta pra eu ver a bunda nua dela. Eu falei pra ela não se preocupar, que tá tudo no lugar (tudo nela). Ela deu um sorriso, mordendo os lábios, e piscou um olho entrando no quarto. Assim era minha vida naqueles dias que eu ficava na casa dela de manhã, só nós dois, e às vezes a empregada também tava lá, porque meu irmãozinho vai pra escola de manhã. Muitas vezes eu ia no banheiro me tocar por causa do jeito dela. Se vestir tão provocante, ou ela simplesmente se vestia assim na maioria dos dias de calor. Mas finalmente o verão chegou, e o velho do meu pai passava o tempo todo trabalhando, e meu irmãozinho foi levado pela tia dele de férias por alguns dias, e ficamos só nós dois, já que a empregada também saiu de férias. Passava pela minha cabeça a ideia de poder fazer algo sexual com a minha madrasta, mas parecia impossível pelo carinho que ela tinha por mim — ela me tratava como mais um filho, era muito atenciosa com o que eu precisava.
Só conseguia ficar de boa quando a gente tava só nós dois na piscina pegando sol, ela com uns micro biquínis que enfiavam bem na racha da bunda dela, e eu de sunga atrás dela, com uma toalha escondendo a ereção que me dava só de ver o quanto ela era gostosa. Teve um momento que eu tava com os braços atrás da cabeça admirando aquele monumento de rabeta em pé e pelada na minha frente, aí a Lourdes se inclinou pra mim mostrando os peitos sem sutiã, e começou a engatinhar de quatro se aproximando, esticando uma mãozinha dela até meu abdômen e falar.
Uuh, filhão, como você tá ficando forte, dá pra ver que faz bastante abdominal de noite... Tocando em mim com o dedinho, ela começou a cantar: 1, 2, 3, 4, 5, 6... Os quadradinhos dos seus abdominais tão aparecendo, que forte, que homem que eu tenho em casa. Me olhando fixamente, com a mão ela esfregava toda a minha barriga e meu pau queria explodir. Aquela mão que a Lourdes passou em mim me deixou com um tesão danado e eu tive que sair correndo pra me jogar na piscina pra aliviar a quentura, deixando minha madrasta com uma cara estranha pela rapidez que eu pulei na piscina. Uuh, que merda, ela percebeu minha excitação, que vergonha. Ela se levantou da grama e foi pra dentro dizendo: "Vou pegar uns refrigerantes, quer algo, Exe?" rebolando a bunda. Eu rapidamente saí da água e fui pro banheiro me masturbar pra aliviar o tesão que minha madrasta me deu ao me tocar. Saindo do banheiro, ela tava vendo uma série no sofá, já tinha trocado de roupa, com uma calça e um decote. Eu sentei no outro sofá, ela não falou uma palavra sobre o que aconteceu à tarde. Perguntei: "O que você tá vendo, mãe?" Ela me olhou de lado: "Uma série, Boobs Fuck", ela disse. "Exe", ela falou me olhando fixamente, "por que você saiu correndo mais cedo?" Eu não sabia o que dizer: "Tava com calor, mãe." "Mmmm, tá bom, segundo você." O celular dela tocou, era uma ligação do meu pai. Ela atendeu e colocou no viva-voz pra eu ouvir meu pai dizer que ia chegar muito tarde, que tinha uma reunião importante com os empresários pra fechar um contrato. "Ah, tá bom, meu amor", ela disse se levantando, "tô aqui com o Exe vendo uma série. Fecha esse contrato pra me levar de férias", rindo enquanto se aproximava de mim. Ela desligou a ligação, jogou o celular no sofá e disse: "Por que você vai tanto ao banheiro, coração?" Eu fiquei mudo. Enquanto isso, ela se ajoelhou entre minhas pernas, tirou o decote e começou a levantar minha camiseta até tirá-la. Ela começou a acariciar minha barriga com as mãozinhas dela.
Isso fez meu pau ficar duro de novo e apertava a calça de tão inchada que a cabeça estava, até que minha madrasta percebeu que eu já estava excitado pra caralho. Ela começou a baixar minha calça e até tentou baixar minha cueca (que tesão que me dava), mas não descia mais por causa do quanto meu pau estava duro. Então ela apoiou a mão no meu volume e na hora soltou "uuuufffff não" e me olhou mordendo o lábio. Ela puxou a cueca toda pra baixo e meu pau todo duro e grosso, a mão dela ficou pequena comparada ao meu pau. Ela pegou ele com as duas mãos, me dizendo: "Se seu pai tivesse a metade dessa coisa, seria feliz e não procuraria fora o que não tem em casa." Eu peguei ela pelo pescoço, ela levantou o olhar me encarando e eu disse (pra isso você me tem aqui), dando um tapa na cara dela: "Fala a verdade, puta, com quantos caras você chifrou meu pai?" Dando outro tapa no outro lado da cara. Ela só me olhava com os olhos cheios de lágrimas. "Fala, por isso que você saía tão arrumada de manhã várias vezes." Enquanto isso, peguei meu pau e bati na cara dela até ela começar a chupar ele sem me dar uma resposta do que eu disse. Ela começou a me bater punheta com as duas mãos enquanto me chupava e babava todo meu pau. Enquanto eu empurrava a cabeça dela contra minha barriga, ela começou a engasgar e não entrava tudo na boca dela, ficava uns três dedos pra fora até que eu tirei ele. Ela ficou ofegante, enquanto, sem dizer uma palavra, continuava me batendo punheta.
Enquanto eu continuava xingando ela e maltratando com tapas mais fortes, fazendo ela se engasgar com meu pau toda hora, porque não me responde, puta – eu sabia que tinha uma madrasta muito puta, porque com certeza o corno do meu pai nem consegue mais ficar duro, ou tô errado? Ela começou a rir do que eu falei (você mesmo disse), e começou a passar a língua pelos lados até chegar nas minhas bolas, subindo de novo até a cabeça, chupando a cabeça com a boquinha dela. Aí eu soltei a primeira gozada, ela engoliu tudo, dizendo: "que gostoso é seu leite, bebê".

Lourdes parou na minha frente sem soltar meu pau e começou a me beijar. Eu aproveitei pra agarrar aquela bunda enquanto ela apertava e abria as nádegas. Ela me empurrou pro sofá, me sentou, e disse: "Já estive com vários caras, mas nenhum com um pau tão grande quanto o seu." Ela subiu em cima de mim e enfiou no meio da buceta dela. Soltou um suspiro (eu sentia ela apertando meu pau com a buceta, de tão apertada que era, até que entrou tudo). Ela deu um gemido, jogando a cabeça pra trás. "Não se mexe", disse ela, "deixa comigo." E começou a se mexer em cima do meu pau, gemendo cada vez mais. "Assim, assim", ela dizia, "que grande, dói e eu gosto." Ela começou a me beijar de língua enquanto eu mexia na bunda dela e abria as nádegas. Ficamos um tempão assim, até que eu me levantei com ela, segurando pela bunda, subindo e descendo ela, até que a joguei no sofá.
Falei pra ela: agora é minha vez. Peguei ela pela cintura, virei ela e mandei levantar e mostrar a raba. Ajoelhei entre as bundas dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela tava depilada, dava pra ver como tava vermelhinha de ter levado 20cm de pau, e bem grosso.
Comecei a esfregar o clitóris dela enquanto enfiava a língua, Lourdes começou a gemer cada vez mais forte até que eu vi as pernas dela tremerem e ela teve um super orgasmo. Ela começou a tremer sem parar até se molhar toda, ficou deitada no sofá com as pernas tremendo de tanta excitação. Passou um tempo até ela se recompor, parecia que nenhum dos homens que já comeram ela tinha feito ela ter um orgasmo igual àquele. Ela, toda despenteada, sentou no sofá e disse: "O que foi que aconteceu comigo? Nunca fiquei tão excitada assim". Enquanto se espreguiçava, pegou o celular, e eu ainda estava com a pica pronta pra enfiar na boca dela. Lourdes disse: "Para, seu pai já vai chegar", e não queria chupar, mordendo os dentes pra não me chupar. Ela falou: "Uuh, que masturbador você é", e tava escrevendo pro meu pai enquanto eu batia com a pica na cara dela. "Já chega", ela disse, "vamos pra outro lugar, seu pai já vai chegar". Ela se levantou rápido do sofá, pegou a roupa no chão e saiu correndo pro quarto dela. Eu fui pelado pro banheiro pra mijar, e vi ela saindo com um vestido justo no corpo. Ela disse: "Se apressa, tô no carro, e pega sua roupa rápido, seu pai vai chegar". Eu não entendia nada do que ela tava propondo, mas obedeci e me troquei na hora, indo pra garagem. Lá estava ela no carro, pintando a boca, no banco do passageiro. "Você dirige", ela disse. Claro, respondi, abri o portão, tirei o carro na rua. Eu via que ela tava trocando mensagem com alguém, imaginei que era com meu pai. Fechei o portão com chave, entrei no carro e perguntei: "Aonde a gente vai?" Ela me olhou e disse: "Pra um lugar onde tão me esperando, mas não podia ir sem você". Se inclinou entre minhas pernas, abaixou meu zíper, puxou minha pica normal e disse: "Uuh, assim, ela é maior que a do seu pai".
começando a me chupar enquanto eu dirigia, falei: "me dá o endereço, porque assim não chegamos a lugar nenhum". ela se sentou direitinho no banco, sem soltar meu pau, enquanto me batia uma. que gostoso que era a mulher do meu pai ser tão puta. "vai pra esse endereço", ela disse. se inclinou de novo pra mim, começou a me chupar de garganta fundo. "não cabe tudo", ela falava. o caminho inteiro ela me chupou até a gente chegar. era uma casa de luxo. ela desceu do carro. "vem", falou, passando a língua nos lábios.
Chegamos na porta, ela entrou sem bater. Passou por mim e disse, andando rápido: na sala tinha dois caras sentados num sofá, tomando umas cervejas. Ela sentou no meio dos dois, pegando na pica deles por cima da calça. "Você queria saber pra onde eu ia toda manhã", ela disse, e começou a abrir as calças deles, enquanto um se levantou e puxou o vestido dela pra cima, até deixar ela pelada de novo. Aí eu percebi que as mensagens não eram pro meu pai, eram pros dois amantes dela, que faziam menage com eles. Ela começou a chupar os dois, e dizia: "Vocês não sabem a fodida que eu levei agora do meu enteado". Os caras me olharam e perguntaram: "Quem é ele?". Enquanto isso, ela foi de quatro até mim, abaixou minha calça. "Meu enteado, olha essa pica", disse, começando a me chupar.


Novo e entre nós três a rodeamos. Ela chupava a minha, enquanto as outras duas batiam uma pras outras — não eram tão grandes quanto a minha, mas tinham seu valor. Os dois caras não eram tão velhos, acho que tinham a mesma idade da Lourdes. Enquanto isso, peguei ela pelos cabelos, fiz ela parar na minha frente, virei ela de costas e direcionei pra parte de trás do sofá. Os amigos dela colocaram as rolas pra ela chupar. Comecei a molhar a buceta dela com meus dedos até começar a bombar. Ela virava pra me olhar, mas os amigos mandavam ela continuar chupando. Eu metia com tudo, ela gemia forte — mais gritos que gemidos. Comecei a enfiar um dedo no cuzinho dela até o ânus dilatar. Ela falou: "O que você vai fazer? Não, para!" e tapou com as mãos. "Essa coisa não vai entrar no meu rabo." Os amigos, que eu nem sabia o nome, seguraram ela.



mano, até que ela enfiou a cabeça da minha pica, ela se mexeu, não queria, até que eu penetrei e entrou a metade, e ela apertava minha pica com o cu de tão apertado que entrava. Ela deu um grito, começou a morder um travesseiro que tinha. Eu bombava ela mais e mais forte, ela gritava e os amigos dela levantaram a cabeça dela pra continuar chupando as picas deles. Assim eu bombeei por um tempo até que tirei e ela continuou com outro. Assim a gente se revezava os três pra comer a bunda da minha madrasta Lourdes. Já dilatou mais, já entrava cada vez mais minha pica até que enfiei toda. Ela ficou largada no chão, dolorida da foda que a gente tinha dado os três. Os amigos dela ficaram bebendo, sentados no sofá. Eu levantei ela do chão pelo cabelo, falei pra ela subir em cima de mim. Ela subiu, enfiei na buceta dela enquanto ela se mexia. Um se levantou no sofá, colocou a pica dela pra chupar, e o outro se ajoelhou no cu dela, começou a chupar enquanto ela se mexia na minha pica.

O mais alto dos dois meteu no cu dela, a gente fez dupla penetração e assim ele se revezava com o amigo, um pouco cada um. A Lourdes já tava toda putinha. O mais baixo se fodeu, e a gente fez dupla vaginal nela. Ela só reclamava da dor, porque já não era mais gemidos. Assim a gente ia penetrando os buracos dela. Eu queria fazer dupla anal, mas já era demais. A gente gozou na cara dela, nos peitos, operadora toda melada, descabelada. Ela ficou deitada nas minhas pernas no sofá. Falo pra ela se trocar e se lavar, que já era tarde. Ela me obedeceu, foi no banheiro se lavar.


Enquanto eu ficava conversando com os amigos dela, eles me contaram que a primeira vez foi com um deles. Saíram da balada e depois ela tinha uma fantasia de fazer um ménage, comentou com um amigo, que era outro, e depois foi com os dois. Eu fui tirando mais informações sobre quantos amigos deles já tinham comido ela. Ele me disse que era o titular, rindo, e que com mais cinco amigos. Uma vez, ele falou: "A gente enfestou entre os cinco e ela aguentou tudo, a magrinha. Chamavam ela disso." Eu só balançava a cabeça. Olha só a puta da minha madrasta. E você, quantas vezes comeu ela? Me disseram que hoje foi a primeira vez, eu falei, enquanto ela saía do banheiro arrumada. "Vamos", ela disse, se dirigindo pra porta. Se despediu com um beijo em cada um. Eu escrevo pra ela, falei. Fomos pro carro.
No caminho, falei pra ela: olha que puta que minha madrastra acabou sendo, e eu aqui me masturbando no banheiro por sua causa. Se eu soubesse disso, já tinha te enfiado numa suruba com meus amigos, morrendo de rir. Então você sentou em cinco paus ao mesmo tempo. Ela me olhou e disse: "Uuh, o que te contaram? Mas nenhum pau é igual ao seu." E me pegou por cima da calça. "Aah, nem uma palavra pro seu pai", ela falou, "senão a gente vai continuar transando mais.
Frenei o carro de repente num descampado. "Pra que você tá parando, esqueceu alguma coisa?" ela disse. Abri a porta, desci e fui até a porta do passageiro. Abri a porta — ela já tava com o pau pra fora da calça, todo duro de novo. "Uau", ela disse. Assim, baixei ela, deitei ela no banco de trás, levantei o vestido dela e enfiei no cu dela, que ainda tava todo dilatado. Comecei a bombar de novo no cu dela enquanto dava tapas na bunda dela. "Grita, puta, grita que você adora que eu arrebente sua bunda." Meti mais forte, mais forte, até gozar nas costas dela. Aí subi a calça, voltei pro meu banco pra dirigir de volta pra casa do meu pai. Ela ficou deitada no banco de trás.
Quando chegamos na casa dela, ela desceu rápido do carro e eu peguei ela pelos cabelos: "Pra onde você vai, puta? Ainda não terminei." Ela falou: "Seu pai tá lá em cima." Mandei ela se ajoelhar, tirei a pica de novo e falei pra ela me chupar mais uma vez. Ela continuou me chupando até que, na última, gozei na cara dela. Ela se levantou, ajeitou o vestido e já ia embora sem se despedir, sem um beijo. Então segurei a mão dela, encostei ela na porta e começamos a nos beijar de língua enquanto eu esfregava a pica na buceta dela, e a gente começou a se apalpar. Quando ouvimos um barulho, ela falou: "A gente se vê amanhã ou você não vai vir?" "Por que não?", respondi. Nos beijamos de novo, ela saiu ajeitando o vestido, e eu fui andando pro meu apartamento, pensando: "Que puta que é minha madrasta. Coitado do corno do meu pai.
1 comentários - Enfiestamos a mi madrastra con dos amigos de ella
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