A gostosa da professora

Provavelmente eu tava no primeiro ou segundo ano do ensino fundamental, era um moleque que de manhã ia pra escola e de tarde ajudava meu pai na roça. Naquela época, na cidade, longe da capital, chegava muito professor de fora por um tempo, 1 ou 2 anos, e depois iam embora. Era comum na região e todo mundo respeitava eles, mesmo sabendo que uma hora iam cair fora.

Do lado da casa dos meus pais, alugavam uma casa pros professores, com um quintal grande separado por uma cerca de arame. Dava pra ver o que rolava lá e vice-versa. Lembro que nessa época chegou uma professora muito gostosa pra dar aula no colégio da cidade. Quero acreditar que eu tinha uns 12, 13 anos, e ela devia ter uns 25 ou 27. A cidade inteira admirava ela, e eu era um desses. Quando ela passava na frente de casa, eu já imaginava tudo que um moleque daquela idade podia imaginar. O corpo dela, a beleza, o jeito de andar era tão exuberante que deixava qualquer peão de boca aberta, e aposto que até meu pai.

Nunca passou pela minha cabeça que pudesse rolar alguma coisa com ela. Até que uma tarde, quando ela passou pela casa, me perguntou meu nome. Muito educado, respondi. Ela me pediu um favor: se eu podia ajudar ela a mover um botijão de gás de um lado pro outro, mas só quando ela voltasse.

As horas pareceram uma eternidade. Tomei banho, passei perfume, me senti estranho. Aquela tarde foi a mais longa que já passou. Nem me mexi pras minhas obrigações, só porque ia passar na casa dela, que eu nem fazia ideia do que tinha lá dentro.

Chegou a hora e eu vi ela passar de novo. Dei no máximo uns 20 minutos pra ir bater na porta dela. Nunca tinha imaginado tanta coisa como naquela tarde. Nunca ninguém, nem uma garota, tinha despertado um apetite sexual em mim. Eu era um menino… Cheguei, bati na porta e, pra minha surpresa, a imagem ainda tá na minha mente: um shortinho rosa quase debaixo da bunda, e que bundão ela tinha, e uma camiseta. largada, umas sandálias com uns pés tão lindos, que acho que foi daí que começou meu fetiche até hoje, pois meu olhar sempre ia pra baixo…

Passa, Marcos, ela me disse, claro, professora, o cheiro da casa dela era radical, único, não o cheiro comum de casa, cheirava a mulher, lembro que naquele dia eu tava de shorts soltinhos, pés descalços e uma camisa decotada, isso sim, bem tomado banho….

Perguntei qual era o botijão de gás e ela disse que queria mudar ele de um lugar pra outro, sinceramente pra mim era pesado, e eu fiz questão de mostrar com minha luta, até que ela falou, deixa eu te ajudar, naquele momento houve um roçar, um roçar simples, mas pra mim era o máximo, meu pau subiu, ficou duro, era evidente, dava pra ver por cima do shorts, e ela notou, me olhou com uns olhos e sorriu, eu não sabia onde me enfiar, nem o que fazer, nem como esconder minha estúpida inocência, falei professora tenho que ir, não não não, ela disse, espera agora me ajuda a colocar essa lâmpada, (lâmpada??? Na minha vida nunca tinha colocado uma lâmpada, quando muito fui comprar na merda da venda) não sei em que momento eu disse que sim, aquela protuberância tinha sumido, mas pelo lado contrário, tava mais nervoso porque nunca tinha colocado uma lâmpada, muito menos alcançá-la, professora não alcanço pra colocar, não se preocupa, ela disse, deixa eu colocar esse tambor de 50 litros virado pra baixo e você sobe que eu seguro….

Me sentia um moleque e com nervosismo subi, ela segurando o tambor e eu todo tremendo, ela falava, Marcos por que você treme? Ué professora, a senhora me deixa nervoso, mas por que, rapaz, se você é pequenininho, e agarrou minha panturrilha, as mãos dela agarraram minha panturrilha, acho que isso foi suficiente pra criar coragem e colocar a lâmpada com todo o medo do mundo, mas coloquei, quando ela acendeu, me senti um homem de verdade, só por colocar uma única lâmpada, e ela ter agarrado minha panturrilha, desci do tambor, coloquei ele no lugar, e me despedi dela.. ela disse, você é um bom menino, e muito bonitinho, também vi aquilo, eee você é terrível, me Pego no rabo dela e me mandei.
Naquela noite, acho que não parei de me tocar a noite inteira, nunca tinha gozado, nunca tinha pensado tanto numa mulher como naqueles dias. Os dias passavam, e eu até me insinuava pra ela me chamar pra casa dela, queria ir. Uma vez fui de noite, com todo cuidado, pulando a cerca, mas nunca consegui ver nada. Ela fechava todas as janelas, mas nunca consegui observar nada, e olha que eu tentava espiar por um lado e outro. Lembro que até coloquei um paninho numa delas, caso ela esquecesse de fechar.

Um dia qualquer, depois de uns 15 dias, chego do trabalho com meu pai, e minha mãe me conta que a professora tinha me chamado. Ai, céus... na hora dei um pulo, entrei no banheiro, me troquei, passei o perfume do meu pai, coloquei um shorts e muito gel, e fui. Já era noite, umas oito horas. Chego lá, ela abre a janela assustada, e era ela, meio nervosa.

— Ah, é você, Marcos? — disse.
— Sim, a senhora me chamou, né?
— Siiim, entraaa...

Ela tava com um robe fechado, mesmo assim me deixou entrar. Mesmo não dando pra ver bem o corpo dela, não entendi por que me deixou passar.

— Marcos, preciso que você me ajude a montar uma base que comprei pra cama e a mexer o colchão.
— Claro — falei.

Tudo ia bem, até que nos movimentos eu via o começo da bunda dela, via as pernas lindas dela. Não conseguia, não conseguia evitar minha ereção, e também sabia que ela me olhava, e isso me deixava mais louco, mais idiota, mais sem jeito. Ela esbarrava em mim, e era inevitável tocar nela sem querer. Até que num momento ela passa do meu lado, virando de costas, e a bunda dela roça no meu corpo, assim de passagem. E sem pensar, falei:

— Professora, que gostosa a senhora é.

Ela virou, sorriu e disse:

— Ei, que isso, Marcos?

Já não conseguia mais baixar o olhar. Levantei a cabeça e falei:

— Sim, professora, me desculpa pelo que vou dizer, mas a senhora é muito gostosa. Por favor, não conta pros meus pais e não para de falar comigo.

Ela sorriu e deu uma gargalhada:

— Que foi, Marcos? Você é só um menino... Sim, professora... mas também sinto, sou homem, né, não tem como não sentir. Ela soltou uma gargalhada de novo, mas maior. Sério, sim, claro, professora. Depois, a senhora não viu da outra vez? Todo mundo na vila fala a mesma coisa, e mentira não é... Ela ficou séria e sentou na minha frente. Marcos, você é um menino, ainda é novo pra sentir desejo por uma mulher. Você vai crescer e vai ter mulher sobrando. Não, professora, você me atrai. Me repreenda, faça o que quiser, mas já falei... Só não conta pros meus pais. Ela me apontou e me segurou de novo com a mão. Marcos, vem cá, me abraça, dizendo que você ainda é um menino, não devia sentir isso. Quando eu e meu rosto nos perdemos nos peitos dela, mais dura eu fiquei, e minhas mãos abraçavam o corpo dela, grande, frondoso. Professora, você me atrai. Ela tocava minha nuca com a mão e me dizia: não, filho, você ainda é novo. Não pensei muito e desci minhas mãos até as bundas dela. Ei, Marcos! Você é corajoso, ela me disse. Sim, professora, me deixa tocar.

Ela me disse: espera, senta. Se você e eu brincássemos, Marcos, você contaria pros seus amiguinhos? Não, professora, jamais. Tem certeza do que tá dizendo? Claro, professora. Pra ninguém. Nem pro seu pai? Pra ninguém. A senhora me fala o que fazer e eu faço.

Ah, menininho, ela me disse, o que você gostaria de ver? Quero ver ela inteira, sem isso. Não, Marcos, ainda não. Vou te colocar à prova e vou te observar. Se você for homenzinho como diz que é, não vai falar nada. Se falar, pode ter certeza que vou perceber. É muito fácil perceber. Senta. Ela apagou a luz do quarto e deixou só a do banheiro acesa. Meu coração explodia. Não acreditava. Ela ficou na minha frente e levantou a saia... Vi o corpo dela pela primeira vez, vi o corpo de uma mulher. Naquela vez, ela tava de calcinha de renda, junto com um sutiã normal, mas eu tava vendo o corpo dela, calado, em silêncio. Os segundos passaram e ela abaixou.

Por hoje é só, ela me disse. Espero que me mostre que é homenzinho. Não conte pra ninguém, e eu vou te chamar.

Ainda fico em dúvida nas minhas lembranças, porque depois daquele momento, tudo mudou pra mim. Mesmo sendo um menino que gostava... A escola, que ela gostava de estudar, que gostava de ajudar o pai dela, eu me tornei solitário, dedicado. Ela tinha confiado o corpo dela a mim, e eu tinha que ser firme. Ainda penso que ela me motivou a fazer uma mudança. Todo mundo no ensino médio falava da professora da faculdade, só eu ficava calado. Não podia gritar, não podia contar pra ninguém que tinha visto o corpo dela... De que adiantava ter visto se não podia contar pra ninguém.

Uma semana depois, ela me chamou de novo. Dessa vez, lembro que nem cueca eu levei, só uma calça e uma camisa. Queria parecer homem. Calcei minhas botas de sair todo domingo e lá fui eu. Queria aparentar o que não dava. Claro, noite após noite, pensava nela.

— Entra — ela disse. — Que bonitinho você tá, vai pra onde?
— A lugar nenhum — respondi. — Vim te ver porque você pediu.
— Olha só, fazendo seus méritos, menino.
Ela não sabia que me fez sofrer uma semana inteira, que eu não parava de pensar nela, que eu era só um menino, que precisava dela.

— Te chamei, Marcos, porque, não é por mal, me ajuda a colocar essas cortinas na janela? Aliás, os vizinhos não te falaram nada? Alguém vem aqui. Observei pela janela uma pessoa e até falei com o juiz.
O sangue foi pros calcanhares e respondi na hora:
— Professora, sou eu! Fui eu! Como você disse, eu venho.
— Sim, professora, por favor, não fala mais nada pro juiz...
— Sabe o que pensei? — ela disse. — Imaginei que pudesse ser você, mas não acreditei que fosse tão longe. Bobinho. Vou falar com ele quando o vir que ninguém mais passa. Mas por que você faz isso, menino?
E me deu um puxão de orelha. Virei pra olhar nos olhos dela e falei:
— Professora, já te disse o que sinto. Gosto muito de você, e não paro de pensar.
— Anda, me ajuda a colocar isso e a gente conversa depois.
Tirei as botas, subi na cama dela e lá estou eu trocando a cortina.

— Vou tomar banho. Quando terminar, me espera sentadinho.
Jesus, meu Pai, será que ela tava se banhando pra mim? Ou era só costume dela? Não podia acreditar. Quando vi que ela abriu a porta, saiu com duas toalhas: uma no cabelo e... outra no corpo dela, não parava de olhar, enquanto ela estava no seu pequeno toucador, alguma coisa me dizia que eu tinha que agir, me aproximei e abracei ela por trás, Marcos, o que você está fazendo? Professora, deixa eu ver se posso pedir...

Marcos, senta, presta bem atenção no que vou te dizer, o que acontecer daqui pra frente vai ficar guardado na sua memória pra toda a vida, nunca, nunca conte pra ninguém o que rola nessa casa. Sim, professora, claro, eu sou homem, falei. Te peço um favor, me mostre quem você é e enquanto estiver aqui, vou tirar essa sua vontade, sim, professora...

Ela se despiu e eu pude ver o corpo dela, pelado, uma beleza sem igual, a venus de pelos na barriga dela, os peitos empinados, a silhueta, o corpo, o contorno, o tudo, me perdi naquele momento, era algo sem igual, o que um homem sente quando uma mulher que você nunca imagina ter e a oportunidade aparece, meu pau já tava lubrificando aquele líquido seminal, pra morrer, ela se aproximou e começou a desabotoar minha camiseta, sentia o cheiro do cabelo dela no meu rosto, meu coração a mil, não acreditava que a professora que todo mundo queria na cidade tava fazendo aquilo comigo...

Eu levantei e desabotoei a calça, ia falar alguma coisa e ela disse não fala, tirei a calça e ela me deitou na cama dela, meu pau nem parecia um pau de homem, mas tava duro, comprido, mas duro, ela aproximou a boca ali e começou a me beijar, chupar a cabecinha, o cabelo dela se perdia na minha barriga, não conseguia ver o corpo dela mas sabia que era a professora, era algo incomparável, sentia a boca dela no meu pau e as mãos dela no meu corpo, nas minhas costelas finas, tudo que eu tinha visto nas revistas de peão de um tio meu, tava se realizando, ela deitou do meu lado e eu perguntei se podia beijar os peitos dela, santo deus, virei um bebê recém-nascido, enquanto chupava os biquinhos dela, com as mãos dela tocando minha cabeça, senti ela me puxar pra baixo, entendi que tinha que descer pra barriga dela, tinha que fazer, tinha que aproveitar, quando cheguei lá, comecei a beijar a pepita dela, uma delícia sem igual. Meus pensamentos eram uma mistura de prazer de macho, de me sentir superior a todo mundo na cidade porque eu tava comendo aquela professora. Não sei quanto tempo fiquei ali, mas eu via ela se contorcendo enquanto a única coisa que eu queria era enfiar minha língua o mais fundo possível dentro dela, quando eu chupava o clitóris dela. Quando ela começou a fazer movimentos circulares enquanto eu continuava procurando o clitóris dela, até que senti ela apertar mais minha cabeça e senti ela ficar ainda mais molhada. Os gemidos dela eram suaves, em silêncio, mas eu conseguia ouvir...

Subo no corpo dela e ela só me abraça com força e me para, e disse: por hoje é só, enquanto recuperava o fôlego. E me fez uma pergunta: Marcos, você já gozou algum dia? Falei: não, professora, nunca. Amanhã você vem e eu vou fazer você gozar... Vai embora, ela disse, sai com cuidado, lava o rosto e não chega em casa, sai correndo ou faz alguma coisa. Professora, eu quero mais. Se você for paciente, vai esperar e vai ter muitas vezes ainda.

Quando fechei aquela porta e vi a minha, sentia minha cidade grande, as luzes das esquinas pareciam longe. Virei para um lado e para o outro, e só falei: ela disse pra eu não chegar em casa ainda... Fui pra praça da minha cidade, uns amiguinhos estavam jogando, e eu com a necessidade de contar pra eles o que tinha acontecido... Não podia falar, não podia, queria gritar mas não podia.

Cheguei em casa, meus pais me deram uma bronca (só escutava eles, meu mundo estava nela) e dormi como um bebê...

No outro dia, procurei a presença dela. Ela, com óculos escuros, virou e disse: tchau, Marquinhos, daqui a pouco a gente se vê. Pode falar pro seu pai: oi, senhora (minha mãe apareceu) e elas ficaram conversando um pouco. Só pensei: se minha mãe soubesse... Ela disse: Marcos, fala pro seu pai se ele empresta uma daquelas coisas que usam pra fazer poços, quero plantar umas plantas. Ele me empresta, senhora? Claro que sim, professora, o que precisar do meu filho, ele tá aí pra servir. E me beliscou a bochecha. Obrigada, a gente se vê daqui a pouco. Vi ela andar com aquele Jeans, as coisas dela nos braços, o cabelo solto, se perder no meio da rua.

Minha mente ficou perdida o dia inteiro, não tava ficando louco, e feliz ao mesmo tempo, nem as minhas colegas pareciam mais meninas, e meus amigos pareciam uns moleques do meu lado. O ponto é que só eu sabia disso e isso não contava, mas claro, tinha que ficar calado.

Cheguei e falei pro meu pai que não podia ir com ele porque tinha dever de casa e porque a professora pediu pra eu plantar uns vasos. Pedi a ferramenta e ele me deu numa boa. Vi ela passar, mesmo assim esperei mais um pouco, tomei um banho e fui, valente. Feito um homem, sabia o que ia rolar. E de fato, ela tinha as plantas e a gente começou a fazer aquela atividade. Em algum momento ela se trocou e saiu pra me ajudar, e a gente plantou umas 5 plantas no quintal. Já tava escurecendo quando a gente foi pra casa dela. "Quer uma água fresca, Marcos?" "Sim, professora." "Vou tomar banho, você também tá suado, vai tomar banho também. Ou melhor, toma banho comigo..." Claramente, professora. Comecei a me despir e vi quando ela se despia no banheiro. Entramos no banho, e comecei a ensaboar ela. Na minha mente ainda tenho aquela pele, morena clara, puxando pro branco, os peitos rosadinhos, a venus dela que não me deixava ver a pepita, as bundas cheias de espuma. As esfregadas que a gente dava, como ela mordia os bicos dos peitos e me empurrava. "Pega a toalha." Secar um ao outro foi gostoso.

"Quero passar creme em você." Me ajoelhei e ela apoiou a perma numa cadeira que tava por perto, e passei nas panturrilhas, nas coxas dela, com a venus bem na minha frente. Me aproximei e comecei a beijar ela um tempinho. "Marcos, você é bem vagabundo." Eu chupava todos os sucos dela, tinha que ser. Ela me deitou e começou a chupar meu pau. Do mesmo jeito, eu curtia. E falei sem rodeios: "Quero pegar a senhora de quatro, professora." Ela me olhou com uns olhos e sorriu. "Menino valente." Se colocou de quatro. Preparei meu pau, os peitos dela tocavam a cama e vi aquela silhueta... Senti tesão quando enfiei. Minhas mãos na cintura dela, as costas na minha visão, o peso dela. Revolvido na cama toda, sentia aquele movimento de vai e vem, tava comendo ela, tava fazendo ela minha, do meu jeito, um jeito de moleque que talvez fosse pouca sensação pra ela, mas eu curtia, sentia uma coisa estranha, um prazer estranho, quando acelerei meu ritmo, e ela também, pela primeira vez, gozou na barriga dela, sentia, tava curtindo, gritei um pouco, enquanto apertava com força, mas com força, o quadril dela, e tentava meter tudo que podia... lá no fundo ouvia o Marcos, "continua, meu filho, continua, meu menino, vai, enche, curte tua professora", até que parei... eu podia continuar, mas aquela emoção já tinha ido embora... deitei em cima dela, cheirando o cabelo dela, e depois virei de lado, falei "professora, a senhora é muito gostosa, obrigado por se deixar comer", foi essa minha expressão, e ela virou e me olhou com uns olhos, e falou: "você pode me comer quantas vezes quiser enquanto eu estiver aqui e você ficar de boca fechada..."

Passaram os dias, os meses, lembro que eram duas ou até três vezes por mês, nossos encontros, só boquetes, eu fazia ela gozar ou ela me fazia, ou às vezes os dois na mesma noite, às vezes era eu quem procurava ela e ela só falava: "Marcos, você não tem fim", eu era feliz ainda naquela época, mais chupando a barriga dela, sei lá, curtia mais fazer ela gozar do que propriamente ela me espremer.

A última vez, ela preparou algo interessante antes, e me falou que já ia embora, esperou o último momento, me pegou de surpresa, nem passava pela minha cabeça que ia acabar um ciclo, quando ela disse que ia sair daquela cidade... um balde de água gelada, fingi que tava bravo, dois dias, mas no terceiro a casa já tava vazia, nunca perguntei de onde ela era, nem os dados dela, conheci outras minas, por algum motivo fecharam aquela escola, e nunca mais soube dela até hoje.

Onde quer que ela esteja, espero que esteja bem, acho que deve lembrar de mim como eu lembro dela, daqueles momentos tão maravilhosos, onde ela me ensinou tanta coisa, entre elas ser um... cavaleiro e nunca falar mal de uma mulher.

Faz uns 2 anos, conversando com meu pai numa viagem, criei coragem e contei pra ele. Já tinha passado bastante tempo e ninguém soube dela, de tantos que chegavam. Ele sorriu e disse: "Eu já sabia, filho. Você mudou muito e passava horas nisso. Acho que até sua mãe desconfiou." E pra ser sincero, ele ficou feliz. Que bom que você nunca falou nada.

2 comentários - A gostosa da professora

Muy bueno tu relato, muy buen final con las palabras de tu viejo, que aunque siempre lo supo, nunca dijo nada y de seguro se sentía orgulloso de ti. Con honor hasta el final!
Buenísimo relato Bro, que mal no saber de maestras así de buenas, y que sabio tu viejo por no cortar la inspiración 💦