Olá, queridos amigos do Poringa.com. Como sempre, agradeço a todas as mensagens, comentários e saudações de vocês.
Dou as boas-vindas a todos os novos seguidores.
Voltando ao formato de sempre.
Hoje vou contar minhas histórias de novo.
Hoje continuo uns relatos antigos que muitos me perguntam sobre eles.
Espero que gostem e, como sempre, peço:
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Aqui vai o link pra vocês. Pra quem não viu ainda.

http://www.poringa.net/posts/relatos/2859009/Su-fantasia-era-verse-en-poringa-con-fotos.html
Sem mais delongas, vamos começar.Como contei no relato anterior,
essa história começou há 10 anos atrás e é um relacionamento que dura até hoje.
Foi assim que ela me deu a liberdade de publicar e contar nossa história tão quente.
Sendo casada e mãe, cansada de uma vida sem adrenalina.
Com um marido que não tinha fantasias e era frio na cama, que não a satisfazia por completo.
Bem diferente dela, que tinha milhares de fantasias e vontade de aproveitar na cama.
Ela encontrou em mim aquele amigo com muita experiência no sexo.
Onde ela podia experimentar tudo aquilo que queria.
Não sou só amigo dela, também virei seu confidente.
Sendo tão gostosa e sempre cuidando das aparências,
ela topou se mostrar um pouco mais, mas sempre com cuidado.
Na casa dela era assim:
uma mulher alegre e amorosa.
Boa mãe e boa esposa.
Já na minha casa, ela era livre pra ser tudo o que queria. Deixando a sensualidade dela solta e a vontade de ser tão puta quanto queria.
Sem vergonha nenhuma ou pudor.
Se sentindo à vontade comigo, ela curtia ficar pelada ou usar lingerie sendo provocante e brincar com o amiguinho dela do jeito que mais gostava.
Ela adorava meu jeito de tratar ela e se sentir amada e gostosa pra mim.
Como um bom amante, eu a curtia com gosto e nunca tava cansado ou perdia chance de comer ela e mimar ela.
Ela felizona por eu dar todos os gostos pra ela na cama.
Ela na minha casa era a deusa do sexo. Amada e usada pelo macho que a desejava como ninguém.
Ela adorava que, assim que eu chegasse, eu beijasse ela toda.
Deixando ela sempre pronta e disposta pro sexo.
Amava ser comida do jeito que ela gostava.
O que mais ela curtia era que eu não usava a cama, como ela tava acostumada.
Era ser comida pela casa toda e em qualquer lugar.
Muitos anos de sexo tradicional e chato, isso era um mundo novo pra ela.
Logo aprendeu a foder como se deve e se sentir confortável em várias posições ou lugares diferentes.
Levando o sexo até pro carro ou um terreno baldio.
Essa era outra fantasia dela.
Depois do sexo, ela exibia o corpo pelado pela minha casa.
Coisa que eu adorava ver e ela exibir as curvas gostosas dela.
Não gostava que ela se vestisse na hora e pedia pra ela relaxar.
Como eu era o confidente dela, ela me contou tudo que gostava e eu fazia questão de dar pra ela.
Assim começaram os jogos e as mentiras pra família.
Confortável em casa, começou a comprar lingerie e eu dei um lugar no meu armário pra guardar e umas roupas pra trocar.
Sempre cuidando pra não dar bandeira.
Tinha um monte de desculpas pra vir em casa.
Os filhos dela eram os que mais podiam desconfiar ou comentar com o marido sobre as escapadas misteriosas.
Ela tinha dias e horários pra vir em casa e se sentir completa.
Os primeiros dias foram de sexo.
Começávamos com oral, depois vaginal e terminava no anal.
Como no começo—
Algo que ela curtia pra caralho.
Terminando com o cu cheio de porra.
Sempre com minha câmera de testemunha pra guardar lembranças das nossas aventuras.
Nossos encontros cheios de sexo apaixonado, ela soltava a puta que tinha dentro de si. Esquecendo a dona de casa e a mãe, nem que fosse por um tempinho.
Deixando pra trás a chatice do sexo tradicional que o marido oferecia.
Deixando tudo bem claro. Eu sabia como seria nossa relação.
Eu sempre seria o amante dela e Ela nunca deixaria o marido.
Ela tinha tudo mais que claro e eu também.
Como eu disse, tinha muitas fantasias e Foi se animando pra me contar.
Ela curtia e era muito boa chupando pau.
Mas também adorava ser chupada e aproveitar as duas coisas ao mesmo tempo.
Já que o corno não gostava.
Por segurança, a gente sempre se cuidava, usando camisinha. Só na primeira vez, por causa do tesão, a gente não se cuidou, mas depois sim.
A única vez que não usei foi pra comer o cu dela.
Mas o látex irritava ela, e ela me pediu pra não usar mais.
Só que a gente tinha que se cuidar.
Além disso, o cu dela pedia um descanso, mesmo ela adorando.
Ela tinha medo do marido perceber como tava arrombado.
Sabendo que não tinha risco comigo, porque eu sempre me cuidava com quem eu transava casualmente.
Ela só transava muito pouco com o marido, que era super saudável e muito otário.
Uma tarde, já pronto pra encher o cu dela de porra, como sempre, ela me disse:
Marcela: Hmm... meu amor, adoro quando você enche meu cu de porra.
Mas hoje quero que você goze dentro de mim.
Tô morrendo de vontade de sentir você.
Eu: Amor... tem certeza?
Não acha arriscado?
Marcela: Fica tranquilo, amigão... Faz anos que tomo pílula.
Quero que você me use do jeito que quiser e que eu te curta do jeito que só você sabe.
É pra isso que eu venho na sua casa.
Aqui, eu sou sua mulher e você, meu marido.
Não foi difícil me convencer, e eu me dediquei àquela tarefa.
Ela adorou como eu comi a buceta dela, sentir meus espasmos e como minha porra quente inundava ela.
Teve uns orgasmos gostosos ao se sentir cheia.
Assim ela se sentia minha e me curtia como se eu fosse aquele marido que ela sempre quis ter. Eu não precisava pedir nada.
Ela era tão aventureira que se adiantava a mim.
Dada a confiança que tinha, resolveu experimentar comigo tudo o que ela queria.
Fazia dois meses que a gente transava e pra celebrar nosso tempo juntos.
Enquanto a gente trepava, esperei o momento certo, onde perguntei onde ela queria a porra.
Ela disse, com uma voz bem de puta, terrível.
Marcela: Mmm... deixa eu pensar.....
Pra celebrar esses dois meses, diz você onde quer.
Com certeza você também quer algo especial.
Eu: Sim, na verdade sim.... Mas não sei se você gosta.
Mas tô morrendo de vontade, já que com o jeito que você chupa bem, me faz gozar na boca, topa?
Marcela: Mmm... que porquinho você é......
Nunca fiz isso e não sei como vai ser, mas se meu amiguinho me pede, vou tentar.
Sempre tive curiosidade de saber como é.
Descemos da cama e ela se ajoelhou e começou a chupar.
As chupadas dela eram algo que eu curtia pra caralho.
Não precisei fazer nada, só relaxar e deixar ela trabalhar.
Quando tava pronto, avisei.
Marcela: Mmm.... vai, deixa minha cara e boca toda lambuzada, amor.....
Mmm.... me dá.....
Abrindo a boca, me deixou continuar.
Assim, minha pica foi cuspindo porra.
Ela recebia na boca e no rosto.
Como ela tinha pedido.
trago meu gozo e com minha pica limpo a cara dela, e ela continuou chupando, engolindo tudo e brincando com meu gozo. Foi tão quente que demorei pra broxar.
Marcela: Mmm.... Deus.... as coisas que me faz fazer.....
Me vi muito puta, né?
Eu: Sim, mas uma puta gostosa.
Mas você é minha puta e é assim que gosto de te ver, gostou?
Porque eu amei seu jeito de chupar pica, amei....
Mmmm....
Marcela: É um gosto estranho e viscoso hahaha...
Mas não consegui parar de chupar e aos poucos fui engolindo e gostei hahaha.
Mais uma coisa na minha lista.
Eu: É? O que mais quer experimentar, me conta com confiança, amiguinha.....
Sabe que pode contar comigo pra qualquer coisa que pensar em pedir.
Marcela: Mmm... tem certeza? Bom, tudo a seu tempo...
Amo que você seja assim.
Passaram-se mais dois meses e continuávamos fazendo de tudo.
Eu sempre perguntava sobre as fantasias dela e ela ainda não se animava.
Até que de tanto insistir, ela me contou.
Ela confessou que desde pequena sempre se beijava com a prima.
Mas nunca passou de beijos e carícias.
Sempre quis saber até onde podia ir.
O mesmo com estar com dois homens ou com um homem e outra mulher.
Era a grande fantasia dela.
Mas não queria até estar bem preparada.
Não queria se deitar com qualquer um ou com alguém que não gostasse, também não queria me dividir.
Seria ciumenta de me ver com outra mulher.
Pelo que ela disse, entendi que seria uma fantasia que talvez não rolasse.
Tipo pra ela sentir a experiência.
Comecei a comer ela enfiando meus dedos no cu.
Pra ela sentir o prazer da dupla penetração.
Até que um dia ela teve uma ideia.
Com dinheiro do corno, comprou uns brinquedos sexuais. Pra testar coisas novas e extrair o máximo das minhas experiências.
Brincando com o vibrador, ela tentou simular um trio.
Chupava minha pica e o brinquedo como se chupasse duas rolas.
A imaginação dela voava.
Queria que eu comesse ela de quatro enquanto ela mamava no vibrador.
A Sentia ela gemer enquanto eu a comia, enquanto ela se afogava com o outro pau.
Muito excitada, ela me pediu pra dominar a situação e fazer dela o que eu e o consolo quiséssemos.
Brincando, brincando, fiz ela sentir pela primeira vez uma dupla penetração mais realista.
Simulando um ménage, a gente adicionou os consolos.
Assim, aos poucos, ela foi curtindo a dupla penetração. Com o brinquedo e meus dedos pra testar.
Fui levando bem devagar pra ela aproveitar. Pra no dia que rolasse, ela pudesse curtir de verdade.
Ela começou a gostar daquela sensação e, sem hesitar, a gente testou um pouco mais.
Ela tava à vontade e queria mais.
Sempre experimentando e vendo.
Enfiei um consolo no cu dela e depois meti meu pau.
Aguentando tudo, ela se relaxou e começou a curtir. Os gemidos dela eram uma doce melodia pros meus ouvidos.
Fui comendo ela enquanto ela me dava os orgasmos mais quentes e molhados.
Assim o tempo passou, simulando um menage de vez em quando.
Ela já tava pronta pra o que quisesse.
Até que, depois de uns meses, apresentei ela a um casal amigo que era swinguer.
Marcos e Lorena sempre me chamavam pra foder com eles e não tinha problema de animar.
Quando ela conheceu eles, se sentiu à vontade.
Lorena e ela viraram amigas na hora, e eu sabia que ela podia levar a Marce a experimentar tudo que queria.
Numa sexta, a Marcela inventou que ia cuidar da mãe.
Com a cumplicidade dela, já que a mãe sabia de tudo.
Podia sair pra ficar em casa tranquila e sem pressa no fim de semana.
Nós quatro nos encontramos em casa.
Como qualquer encontro, comemos e falamos das experiências que nós três vivemos juntos.
Ela tava encantada com tudo que a gente falava.
Depois fomos pra sala.
Com tudo que a gente conversou, era óbvio que os quatro tavam meio quentes.
Não tinha muito rodeio, algo já tava rolando. Entre elas se davam super bem e dava pra ver uma química.
Lore, como era mais experiente, foi levando ela.
Assim, ela foi se soltando e começaram os roces entre elas e vários beijos.
Meu amigo e eu continuamos tomando umas cervejas e demos espaço pra elas relaxarem e experimentarem tudo que quisessem.
A gente via como começava algo muito gostoso de ver.
Elas riam e se beijavam.
Com todos os nervosismos da Marce.
Mas tava tudo bem e, conforme a temperatura subia, elas tocavam os corpos uma da outra com olhares safados pra ver nossa reação.
Que a gente curtia a sensualidade delas.
A conexão delas foi muita pele. Os beijos cada vez mais quentes, assim como as carícias. Era uma delícia ver elas pegando fogo e se livrando das roupas.
Mesmo que a Lore fosse a mais experiente, a Marce não ficava atrás.
Fiquei surpreso com a rapidez que ela se adaptou e como ela metia a mão tanto quanto minha amiga.
Nós ficamos bem à vontade vendo aquelas duas deusas se dando prazer e gemendo docemente. Era como se tivessem esquecido da gente para se curtir ao máximo.
Lore não aguentou mais, deitou ela no sofá e comeu a buceta dela, entre língua e dedos fazia ela gemer como uma louca.
Enquanto eu e meu amigo já estávamos com a pica dura só de ouvir ela. Ela gozou na mão da Lore e depois trocaram de lugar.
Pensei que não ia ter coragem, mas a Marce me surpreendeu de novo.
Ela se enfiou entre as pernas da Lore e chupou ela com gosto, sem problema nenhum.
Minha amiga foi uma boa professora, ou ela tava morrendo de vontade de chupar uma buceta. Dava pra ver a Lore se arqueando de prazer do jeito que ela tava comendo ela e enfiando os dedos.
Eu e meu amigo não queríamos interromper, mas a gente tava morrendo de vontade de foder essas duas vadias gostosas.
Com nossos paus pra fora e na mão, a gente se masturbava olhando pra elas.
Preparando nossas ferramentas pra comer elas com gosto.
Quando elas nos viram daquele jeito, vieram ao nosso encontro.
A Marce veio direto pra mim, e a Lore não teve escolha senão ir pro marido dela.
Elas tiraram nossa roupa e começaram a brincar e chupar pau.
Chegou a hora de a gente aproveitar as bocas delas. As duas chupavam as picas dos caras, só paravam pra se beijar entre si.
Minha amiga queria trocar de pau, mas a Marce não.
Elas conversavam entre si, mas ela não queria.
Lore: “Vamos, amiga, troca, não seja chata.
Você não gosta do meu marido?...
Ou só quer a pica maior pra você?
Não seja egoísta, hein?”
Marce: “Não é isso… Amiga.
Só tô com ciúmes dele. Desculpa…
Amo o Maury e não quero estragar tudo por causa do meu ciúme.”
Minha amiga não queria perder a chance de me chupar e até ser comida por mim.
Já que eu sempre me aproveito dela à vontade e ela adorava ficar comigo.
Não ia perder isso por uma besteira de ciúme.
No fim, a insistência dela fez a gente trocar de casais.
Não durou muito, mas foi um avanço.
Fomos pro quarto.
Marcela me pegou pela mão, como se não quisesse se separar de mim.
Ela se sentia segura comigo e gostava muito da minha amiga, mas não tanto do marido dela.
Mas sabia que já tava na dança e só restava dançar.
Meus amigos e eu percebemos e, aos poucos, a acalmamos.
Essa era uma das fantasias dela, só precisava relaxar.
Já no quarto, nós quatro dividimos minha cama.
No começo, cada um com seu par.
Mas graças à insistência da Lore e seus beijos. Entretida, a Marce relaxou e todos nós pudemos aproveitar de todos. O quarto se encheu de gemidos das duas putas e do plaf plaf das nossas investidas contra as bundas delas.
Todo mundo gozando e se divertindo, era genial.
Elas se beijavam e acariciavam enquanto a gente comia elas.Lore: Mmm.... teu parceiro come muito bem e o pau dele é gostoso, amiga.
Ufs.... obrigada por compartilhar isso.......
Você fica tão gostosa gozando no pau do meu marido, minha vida....
Marce: Mmm.... O que eu posso dizer, tô muito tesuda.....
Finalmente tô realizando minha fantasia........
Obrigada, amor, aproveita o pau do meu parceiro que também fica muito bom em você....
As duas putas gemiam e comentavam tudo, as duas se mexiam buscando o prazer delas.
Assim chegavam nos orgasmos e competiam pra ver quem gozava mais.
Trocando de pica e posição.
Foram relaxando e as duas se sentiam à vontade.
Mas meu amigo Marcos, tanta luxúria das duas putas
Já não aguentava mais e pra não gozar rápido, deu uma pausa.
Coisa que a Lore ficou sem nada.
Era típico dele.
Não tinha muita resistência e pra relaxar, dava umas pausas.
Isso deixava ela furiosa, não era a primeira vez que ele fazia isso.
Lore: Já parou, amor?..... Sempre faz a mesma coisa comigo......
No melhor momento me deixa sozinha? Cê acha certo?
Vai..... Quero mais igual ela......
Marcos: Desculpa, preciso de uma pausa....
Ou você quer que eu goze e comece a tirar fotos...?
Junta com eles que depois eu entro....
Não fica assim, ok.
Eu: Deixa ele quieto, amiga, vem com a gente.
Ele tinha a mesma resistência que eu e menos experiência que a minha.
Era compreensível.
Enquanto ele acendia um cigarro e relaxava no sofá tirando fotos.
Ela se limpou e, longe de ficar com ele esperando ele se recuperar.
Veio pra onde a gente tava, beijou e acariciou a Marce que cavalgava igual uma louca.
Pra não incomodar ela, ela se sentou em cima de mim.
Enquanto eu chupava a buceta da Lore.
Elas se beijaram entre gemidos de prazer.
O único homem na cama tinha a obrigação de dar prazer a elas. O que mais eu podia pedir, além de curtir essas duas gostosas só pra mim?
Enquanto meu amigo se recuperava, começou a tirar fotos.
Minha pica e minha língua arrancavam os orgasmos mais deliciosos.
Meu amigo viu a oportunidade certa e, já meio recuperado, aproveitou.
Ao ver como ela cavalgava minha porra.
Se aproximou devagar. Claro, com a permissão da mulher dele, que sabia bem suas intenções.
Beijou as costas da Marce e abriu suas nádegas, e com um pouco de gel na pica.
Foi enfiando, ela relaxou e recebeu com gosto a pica do meu amigo.
Agradeceu por já ter experimentado a dupla antes e pôde curtir na hora.
Eu também senti, ao perceber como tudo ficou mais apertado.
Nós dois comíamos ela ao mesmo tempo, em ritmos diferentes, dando prazer nos dois buracos dela. Enquanto minha amiga, violentada pela minha língua, a beijava.
Enquanto ela recebia duas picas e tinha orgasmos aos montes.
Lore recebia os beijos dele e chupadas nos peitos, enquanto eu comia a buceta dela com gosto.
As duas felizes com tanto prazer e gozo.
Ela também queria que a gente comesse ela como sempre, e ficava esperando a vez dela, toda tesuda.
O marido dela não aguentou o tesão e gozou.
Até eu senti quando ele descarregou as bolas dentro do cu da Marce.
Cada espasmo, e como ele perdia a ereção.
Ele tirou e, exausto, sentou no sofá ainda com a camisinha.
Lore: Não acredito, esse idiota já era?
E eu?
Ah, não, você é muito idiota...
Não acredito que você se acaba tanto e nos deixa na mão.
Marce: Não se preocupa, amiga, eu tenho a solução.
Continua com o Maury.
Peguei ela pela mão pra tirar a raiva e sentei ela no meu pau.
Enfiei minha pica no cu dela.
Com meu pau no cu dela, como ela tanto gosta. Parei de olhar pro marido dela, que me encarava com culpa.
Com o pau mole e derrotado pela situação.
Marce, relaxada, foi até o armário e pegou o vibrador dela.
Enquanto eu comia a bunda gostosa da Lore.
Minha amiga se surpreendeu ao ver a Marce mostrando o brinquedo felizona e, na sequência, começando a chupá-lo.
Lubrificando e preparando pra ela.
Lore não acreditava.
Olhava enquanto ela se aproximava da gente com o pau de borracha na mão, chupando ele.
Minha amiga cavalgava meu pau e, ao mesmo tempo, observava o que a Marce fazia.
Com um gesto, ela entendeu e, enquanto eu enterrava meu pau no cu dela,
abriu as pernas.
Lorena, preparada, recebeu ela com um beijo.
Marce, enquanto beijava, com o brinquedo bem lubrificado pela saliva,
começou a esfregar ele nos lábios da buceta e no clitóris.
Dava pra ouvir o barulho da vibração, que fazia a Lore tremer.
Marce começou a chupar os peitos dela e, pra ter uma visão melhor,
meteu o vibrador devagar.
Eu senti aquilo como antes, tudo se apertando, mas dessa vez com a vibração também.
Confesso que tive que me segurar pra não gozar e estragar o momento que os três estavam curtindo.
Enquanto eu me movia dentro da bunda dela,
Marce tava solta, comendo ela com o brinquedo e chupando a buceta.
As duas estavam tão tesudas que a Marce deixou o vibrador na minha mão.
Lore ficou de quatro. Tirei meu pau do cu dela.
Marce se posicionou de pernas abertas.
Sem hesitar, meti meu pau na buceta da Lore e o vibrador no cu dela.
Enquanto eu metia forte nos dois buracos. Minha amiga gemia e gritava sem parar. Ao mesmo tempo, eu devorava a buceta da Marce.
Fiquei um bom tempo assim, até que não aguentei mais.
Elas, já satisfeitas, se combinaram e começaram a chupar meu pau.
Se revezando bem sincronizadas.
Quando eu estava pronta, a Marce tratou de tirar meu gozo, que saía em jorros.
Quando a boca dela encheu, sem mesquinharia, ela ofereceu meu gozo pra minha amiga.
As duas saboreavam e engoliam meu gozo, se beijando do jeito mais quente.
Assim terminamos, e nossas convidadas foram embora.
Deixando pra trás uma lembrança linda e minha amiga com uma fantasia a menos pra realizar.
Lore e Marce ficaram muito amigas.
Transando entre elas e comigo.
Sem que a família delas jamais desconfiasse de nada.
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PS: Como promessa é dívida, aqui está a segunda parte.
Te amo, Marce. Obrigado por tantos anos de amizade, sexo e loucura. Que venham muitos mais.
Espero que gostem das minhas histórias e vou ler os comentários de vocês.
Atenciosamente: Maury-solo-yo
3 comentários - Su fantasía era verse en poringa 2 Marcela. con fotos.
gracias por comentar y los puntos.😘
saludos y gracias por comentar.