Valeu pelo interesse em alguns dos relatos anteriores. Vou contar que, depois de uns dias, me chamaram pra uma casa em Castelar, pedindo pra levar roupa de puta. Saí de casa e, no carro, coloquei cinta-liga, saia e top. Cheguei lá, parecia quase uma reunião de escola, porque ela e o marido tinham vários aos pés deles. Colocaram numa tela a foto de cada uma com informações, e depois disseram: "Isso fica aqui, se a gente obedecer". Sem perder tempo, formaram casais por afinidade, que eles já sabiam. Eu fiquei com um amigo do meu marido, e mandaram ele me apalpar. O rapaz pediu desculpas, mas eles ouviram. Na próxima, os dois ficam famosos. "Fala que é puta, e você, bem degenerado". Foi algo muito desconfortável, mas não tive opção. Ele me disse com o olhar: "Desculpa". E me fizeram ajoelhar e chupar um pau, enquanto o marido da doente me apalpava a bunda e os peitos. Era uma mega orgia, todo mundo casado, com filhos, família, ninguém queria ser descoberto. E a gente fazia e faz o que eles mandam. Agora, tão arrombando as amiguinhas deles, mandando elas fazerem coisas. Não aguentei e desabei no choro. Ela veio, colocou a buceta na minha boca e disse: "Cala a boca, puta". E eu senti ele enfiar o pau no meu cu, sussurrando no meu ouvido: "Me perdoa", mas metia como um filho da puta. Nessa hora, me senti puta de novo. Assim foi até todo mundo ficar com todo mundo por horas. Isso continua, mas, se alguém puder sugerir como sair dessa sem consequências, me escreve. Valeu.
11 comentários - Segunda parte