20: Dominação II




Post anterior
Próximo post
Compêndio IIIA JUNTA 20: DOMÍNIO II

Depois da última reunião do conselho, precisei colocar a Cristina no lugar dela de novo. Então mandei um e-mail discreto para ela e para a Ingrid, com a desculpa de nos encontrarmos no meu escritório para conversar sobre a última reunião do conselho.

A Cristina chegou primeiro, com os saltos dela fazendo aquele barulhinho familiar e irritante no chão de mármol polido. Nem se deu ao trabalho de bater na porta, simplesmente abriu com uma mão perfeitamente manicurada.
20: Dominação II• É melhor que seja urgente, Marco! – ela me ameaçou, fingindo uma voz tensa.

Seu cabelo negro elegante emoldurava seu rosto com nitidez, e seu terno sob medida não escondia suas curvas pronunciadas: aqueles peitões que se tensionavam contra o tecido, seus quadris que balançavam com uma rebeldia deliberada. Ela estava furiosa desde que eu impedi a demissão de Horatio e tentava pateticamente me evitar, provavelmente suspeitando das consequências do seu mau comportamento.

Ingrid entrou alguns instantes depois, e sua presença trouxe um contraste imediato: uma cabeleira loira como o sol que caía em cascata pelas costas, uma blusa desabotoada o suficiente para insinuar o contorno de seus seios tamanho D e uma saia que colava em coxas tão firmes que fariam qualquer homem ficar olhando. Ela dedicou a Cristina um sorriso brilhante e profissional.
peitudas- Perdão pelo atraso. – ela se desculpou com voz melosa, embora seus brilhantes olhos azuis tenham se fixado um instante longo demais nos meus.

Cristina fez um breve aceno com a cabeça, claramente alheia à tensão que se escondia por trás da fachada agradável de Ingrid: os olhares secretos, os toques prolongados que só eu conhecia.

Recostei-me na minha poltrona de couro, deixando o silêncio ficar mais denso. Cristina se mexeu, cravando as unhas nas palmas das mãos, que repousavam sobre seu colo.

• Marco, se é sobre Horácio de novo... – ela começou a dizer com voz tensa.

A interrompi com um gesto.

- Não é sobre isso. – Meu olhar pousou em Ingrid, que estava de pé ao lado da cadeira de Cristina, com um sorriso cúmplice nos lábios. – Convidei Ingrid aqui por algo... mais pessoal.

Cristina ficou paralisada, suas maçãs do rosto afiadas empalideceram levemente enquanto eu continuava.

- Vê, Ingrid e eu temos curtido uma relação bem íntima há meses. – Soltei a bomba.
submissaO ar crepitou: a inspiração brusca de Cristina, a suave exalação de Ingrid, o aroma do perfume caro de Cristina colidindo de repente com o perfume de baunilha de Ingrid.

- Quando, alguns meses atrás, você afastou temporariamente Nelson da minha equipe, Ingrid e eu nos aproximamos. - expliquei, fazendo a mulher casada corar. - Ela queria aprender a ser mais assertiva... e bem... eu também a ensinei algumas outras coisas.

Os nós dos dedos de Cristina ficaram brancos contra os apoios de braço. Seu olhar se movia rapidamente entre a expressão de satisfação de Ingrid e meu sorriso predador.
infidelidade consentida• Você é um verdadeiro filho da puta! – ela sibilou, rompendo sua fachada corporativa. – Usar minha própria assistente!

Ingrid parecia envergonhada, mas ao mesmo tempo sentia-se respaldada por mim.

– Bom, foi justo. – respondi. – Você não tinha o direito de tirar Nelson da minha equipe, então eu tirei um da sua.

Cristina apertou os olhos, com veneno se acumulando sob seu exterior polido. Ingrid mexeu-se nervosa, baixando o olhar para o carpete luxuoso, com seus cabelos loiros ondulados escondendo seu rosto. Apertou o tablet em suas mãos.

– Ingrid. – pedi em voz baixa e suave, mas firme, cortando a fúria latente de Cristina. – Olhe para mim!

Lentamente, a contragosto, Ingrid ergueu a cabeça. Seus olhos azuis pareciam enormes, vulneráveis sob sua profissionalidade treinada.
casada infiel- Você não precisa ter medo. — Eu a encorajei com um sorriso, mantendo o contato visual. - Cristina não tem poder algum sobre você aqui. Nem sobre seu cargo, nem sobre seu casamento, nem sobre nós. Ela entende as consequências de cruzar meu caminho.

A ameaça implícita pesava como uma âncora: o segredo dominatrix da Cristina, guardado apenas pela minha discrição. Cristina permaneceu rígida em silêncio, com a única traição sendo um rubor furioso em suas bochechas.
trio dos conos uma picaLevantei da cadeira e contornei minha escrivaninha. As duas mulheres ficaram paralisadas, sem saber o que esperar, mas quando segurei o queixo de Ingrid com minha mão quente e a beijei, toda a atmosfera do meu escritório mudou.

Cristina resmungou bruscamente, seu perfume caro momentaneamente dominado pelo aroma de baunilha de Ingrid misturado com minha colônia de sândalo. Ingrid derreteu no beijo instantaneamente, seu gemido suave vibrando contra meus lábios enquanto seus dedos se enredavam no meu cabelo, ousada, experiente, completamente submissa.

Quando me afastei, seus lábios inchados brilhavam, seu peito se agitava contra aquela blusa perigosamente decotada. Cristina ficou nos encarando, paralisada em sua cadeira, com as unhas ainda cravadas nos apoios de braço de couro, suas maçãs do rosto afiadas avermelhadas pela fúria... e algo mais. Medo? Expectativa? Seus seios enormes se tensionavam contra a blusa de seda a cada respiração ofegante.

- Agora... - Dei um passo para trás após um suspiro profundo. Ingrid sorriu muito satisfeita por meus lábios. - A razão pela qual te trouxe aqui, Cristina, é porque quero que você aprenda qual é o seu lugar. De novo. Quero que você me veja foder a Ingrid.

A inspiração brusca de Cristina ecoou no escritório, que de repente ficou abafado. Seus olhos escuros se arregalaram, passando rapidamente do rosto corado e ansioso de Ingrid para o volume que endurecia sob minha calça.

• Marco, você não pode... – tentou me ameaçar com voz trêmula.

Ignorei suas reclamações.

- Ingrid, você já ficou com outra mulher? - perguntei a ela.

Ingrid corou ainda mais, mas não hesitou em me responder.

o Uma vez. – respondeu para minha surpresa, sussurrando com voz rouca. - Uma... amiga da faculdade.

Seu olhar deslizou para Cristina, com uma mistura de curiosidade e nervosismo. Cristina recuou como se tivesse sido golpeada.

• Você espera que eu...? – perguntou com temor.

Apenas sorri para ela. Da última vez, fiz Cristina lamber o Buceta da Madeleine, a chefe de Recursos Humanos. E pelos gemidos, Cristina fez um bom trabalho satisfazendo-a.

Cristina apertou a mandíbula e fixou o olhar no chão de mármore, como se procurasse uma saída. Os dedos nervosos de Ingrid tremiam na borda do tablet e seus nós dos dedos estavam pálidos. O ar ficou denso com a mistura de aromas do perfume afiado de bergamota de Cristina e a doce baunilha de Ingrid, um choque entre dominação e submissão.

— Levantem-se as duas! — ordenei, com uma voz que cortou a tensão.

Elas obedeceram instantaneamente, Cristina com as costas rígidas, Ingrid balançando levemente sobre seus saltos agulha. Percorri a clavícula de Ingrid com o polegar, sentindo seu pulso bater como um pássaro preso.

— Mostre à Cristina como você faz. — sussurrei em seu ouvido.

Ingrid prendeu a respiração e olhou rapidamente para a expressão congelada de Cristina antes de se ajoelhar com elegância.

O rangido do meu zíper ecoou obscenamente alto. Ingrid abriu os lábios e estendeu a língua para lamber a ponta inchada do meu pau, com uma gota de líquido pré-seminal brilhando em seu lábio inferior. Cristina soltou um som abafado, com os nós dos dedos brancos enquanto via Ingrid me engolir mais fundo, com as bochechas afundadas pela sucção experiente. Sons úmidos e rítmicos encheram o escritório — lambe e suspiros suaves — enquanto o cabelo loiro de Ingrid cobria seu rosto. Agarrei sua cabeça, guiando seu ritmo, com o olhar fixo em Cristina.
colegas de trabalho- Olha mais de perto. - ordenei a Cristina.

Seus saltos avançaram a contragosto, os olhos arregalados de repulsa e fascinação. O calor que irradiava da boca de Ingrid, a pressão escorregadia... Eu conseguia sentir o bafo de Cristina na minha coxa.

- Uff! Tava com saudade desse gosto! - Ingrid suspirou, recuperando o fôlego. - Você é maior e mais grosso que meu marido.
20: Dominação IICristina ficou paralisada, a poucos centímetros de distância, com as narinas dilatadas pelo aroma cru de sexo e excitação misturado ao seu próprio perfume caro. Seu olhar se fixou nos lábios brilhantes de Ingrid, apertados em torno da minha base, com a mandíbula se movendo furiosamente como se estivesse reprimindo um grito. No entanto, seus mamilos ficaram visivelmente tensos contra a seda de sua blusa, traindo a resposta traiçoeira de seu corpo. Ingrid gemeu ao meu redor, um som grave e gutural que vibrou ao longo do meu membro enquanto sua língua se movia com destreza sob a cabeça e suas mamas amassavam minhas coxas.

• Como... como você faz isso? - balbuciou Cristina com curiosidade, perguntando a Ingrid, que estava absorta em me satisfazer. - É... tão grosso...

Ingrid se afastou lentamente, meu pau escorregadio e brilhante sob a luz do escritório. Ela ergueu o olhar para Cristina com os olhos semicerrados, e sua língua se moveu rapidamente para pegar uma gota perdida no canto de sua boca.
peitudasRelaxa a mandíbula." – ele aconselhou com voz rouca de excitação. – Usa a língua aqui... – Passou um dedo sob a borda inchada, me fazendo gemer. –... e afunda as bochechas.

Cristina se inclinou mais perto, com a respiração ofegante e o olhar fixo na veia pulsante ao longo do meu membro. O aroma do sexo pairava no ar, com notas salgadas e almiscaradas que se misturavam com bergamota e baunilha. Sua blusa de seda colava no suor que escorria entre seus seios.

• Mas... – Cristina hesitou por alguns segundos, batendo nervosamente na coxa com a unha bem cuidada. – Preciso... me despir? Como da última vez? – perguntou com voz trêmula.

A lembrança pairou entre nós: a humilhação de estar nua enquanto Madeleine gritava debaixo de mim, o vibrador de Cristina zumbindo desesperadamente contra seu clitóris enquanto eu ordenava que ela olhasse. Suas bochechas coraram. Ingrid paralisou no meio do movimento, com os lábios a centímetros da minha ponta, o hálito quente e úmido. Ela me olhou, esperando.
submissaAcariciei o cabelo de Ingrid, sem tirar os olhos da expressão conflituosa de Cristina.

- Não, se não quiser. - respondi suavemente. Os ombros de Cristina relaxaram visivelmente, até que minhas próximas palavras cortaram seu alívio. - Mas... - acrescentei, traçando com o polegar o lábio inferior de Ingrid. - Ingrid se acostumou a engolir cada gota. E você? - Sorri levemente, observando como Cristina abriu os olhos ao olhar as bochechas afundadas de Ingrid. - Minha porra é bem grossa. Volumosa. Se eu gozar na sua garganta, sem você estar treinada como ela está... - Fiz uma pausa, deixando que ela entendesse o que eu queria dizer. -...provavelmente vou sujar seu corpo todo. Imagina a mancha na sua roupa.

Cristina estremeceu e a imagem a fez torcer os lábios em uma careta. Seus dedos tremiam contra a barra da saia. O gemido suave de Ingrid vibrou em volta do meu pau, um estímulo deliberado.

- Tira a blusa dela! - ordenei a Ingrid.
infidelidade consentidaSem hesitar, Ingrid se afastou, me deixando brilhante e exposto, e se levantou com fluidez sobre os joelhos. Cristina estremeceu quando as mãos de Ingrid deslizaram sob sua jaqueta, empurrando habilmente o tecido de seus ombros. A blusa de seda que ela usava por baixo estava grudada úmida na pele de Cristina. Os dedos de Ingrid desabotoaram os botões lentamente, de forma provocante, e cada estalo ecoou no silêncio carregado. Quando a blusa se abriu, os enormes peitos de Cristina se tensionaram contra a lingerie preta de renda, com o profundo volume escorregadio de suor. O aroma se intensificou: a excitação almiscarada se sobrepôs à bergamota.

Vê-la fez meu pau estremecer. De alguma forma, Cristina percebeu e, em vez de mostrar sua atitude desafiante e maliciosa, pareceu um tanto satisfeita. Depois, veio a saia.

— Nossa, Cristina! Nunca tinha reparado que você tinha um corpo tão espetacular! — comentou Ingrid, ao ver sua calcinha minúscula.

— Espera... Dessa vez sem vibrador? — perguntei a Cristina, ao notar a ausência de seu pequeno “
incentivo no trabalhoIngrid me olhou surpresa.

Cristina engoliu em seco com dificuldade, e sua atitude desafiante se transformou momentaneamente em pânico.
casada infiel• Eu... esqueci. – ela balbuciou, com as bochechas ainda mais coradas.

Seus dedos agarraram instintivamente o ar onde sua saia estivera momentos antes, como se buscando proteção.

• Depois... depois do que aconteceu com a Madeleine... jurei que não voltaria a... – A voz dela sumiu num sussurro engasgado.

A memória claramente a atormentava: o zumbido frenético escondido sob seu traje de poder enquanto me via dominar a Madeleine. Agora, nua em lingerie, sua vulnerabilidade estava exposta: o fio-dental preto de renda subido até os quadris, seus magníficos seios de copa F balançando dentro do sutiã transparente de meia-copa, a curva suave de sua bunda à mostra. Sem a ajuda artificial do vibrador, ela parecia genuinamente aterrorizada... e estranhamente excitada.

– Mhm – respondi, intrigado. – Bom, acho que funciona melhor assim pra gente. Agora você pode se acostumar melhor com meus dedos.

o Espera, Marco. Você comeu a Cristina e a chefe de Recursos Humanos? – perguntou Ingrid, atônita ao compreender.

Cristina baixou o olhar.

• Não exatamente. – respondi com indiferença. – Da última vez, só comi a Maddie no meu escritório. Puni a Cristina por dedurar a Isabella como socialite durante a reunião anterior do conselho. A Cristina estava com um vibradorzinho debaixo da calcinha naquela vez, então a obriguei a nos ver fodendo enquanto ela se masturbava.

Ingrid olhou para sua chefe sem saber o que dizer, que continuava olhando para o chão, mas de alguma forma, ao mesmo tempo, excitada com a humilhação.

– Chega de conversa! – ordenei com voz autoritária. Meu pau pulsava, pesado e escorregadio entre os lábios da Ingrid. – Mostra pra ela, Ingrid! Guia ela!

Ingrid se afastou lentamente, deixando um fio de saliva conectando seus lábios inchados com minha cabeça. Ela se levantou, com a mão levemente trêmula enquanto alcançava o pulso de Cristina. Cristina estremeceu, mas não se afastou, com os olhos escuros bem abertos de... o pânico e algo mais sombrio: um lampejo de desejo.

— É mais fácil do que você imagina. — Ingrid incentivou com voz rouca.

Ela guiou a mão de Cristina até meu membro, fechando seus dedos sobre os de Cristina. O contraste era marcante: o toque suave e seguro de Ingrid contra a hesitação rígida de Cristina.

— Relaxa a garganta! — Ingrid sussurrou, pressionando a palma de Cristina contra meu calor. — Como se estivesse engolindo algo espesso... mas quente.

Cristina prendeu a respiração quando seus dedos roçaram a crista venosa, o pulso sob a pele inegável.

Cristina ajoelhou-se rigidamente, com as coxas envoltas em renda apertadas uma contra a outra. Ingrid ajoelhou-se ao seu lado, com uma mão pousada possessivamente no meu quadril e a outra guiando a cabeça de Cristina.

— Abre mais! — Ingrid instou, acariciando o queixo de Cristina com o polegar.
trio dos conos uma picaOs lábios de Cristina se separaram, numa rendição relutante, e Ingrid a empurrou para frente até que a cabeça inchada roçasse nos dentes dela. Cristina gemeu, com o corpo tremendo, mas Ingrid a segurou com firmeza.

— Deixa deslizar! — sugeriu Ingrid, com a excitação evidente no rubor que se espalhava pelo seu pescoço.

A língua de Cristina tocou timidamente a fenda, saboreando o sal e o almíscar. Depois, com um suspiro trêmulo, ela me levou mais para dentro, fechando os olhos com força. A sensação foi elétrica: apertada, desajeitada, mas ferozmente quente. Os dedos de Ingrid se apertaram no cabelo de Cristina, empurrando-a para baixo até que seu nariz roçasse na minha pele. Cristina engasgou, recuando bruscamente, com lágrimas brilhando nos cílios.

— Não resiste! — encorajou Ingrid, limpando a saliva do queixo de Cristina.

O peito de Cristina se agitava, seus seios se tensionavam contra o sutiã de meia-taça transparente. Ela me olhou com raiva, a rebeldia lutando com a submissão em seus olhos escuros. No entanto, seus mamilos estavam duros sob a renda, suas coxas escorregadias onde tocavam o tapete. Acariciei com o polegar a maçã do rosto de Cristina.

— Boa garota! — elogiei em voz baixa.

Sua respiração falhou e, dessa vez, quando Ingrid a guiou de volta, Cristina não resistiu. Seus lábios se esticaram mais, sua língua girando desajeitadamente sob meu membro. Ela me levou mais para dentro, centímetro a centímetro, com os músculos da garganta vibrando enquanto lutava contra o reflexo de vômito. O sorriso triunfante de Ingrid era afiado.

— Viu? — sussurrou. — Você tem talento natural.
colegas de trabalhoO calor se intensificou: a chupada inexperiente de Cristina, o atrito dos dentes dela substituído por uma pressão aveludada conforme ela aprendia. Ingrid se inclinou sobre ela, misturando seu cabelo loiro com os fios sedosos e negros de Cristina.

"Agora afunda as bochechas", ela instruiu, deslizando a mão pelas costas de Cristina até pousá-la com posse sobre a bunda dela, envolta em renda.

Cristina gemeu em volta do meu pau, e a vibração percorreu meu corpo. Os olhos dela se fecharam e os dedos cravaram nas minhas coxas. Ingrid me olhou, tirando a língua para lamber os nós dos dedos de Cristina onde ela me agarrava a perna.

"Você tá toda molhada!", sussurrou Ingrid, com a voz carregada de tesão. "Encharcando essa calcinha fio-dental."

Cristina gemeu, mas não parou, movendo-se mais rápido, com um ritmo cada vez mais urgente.

Ela parou brevemente para recuperar o fôlego, rindo suavemente enquanto restos de líquido pré-ejaculatório pendiam dos seus lábios.

"O Marco tem um dos paus maiores que já provei", disse Cristina com uma risada, e então me olhou com malícia. "Mas com certeza é o mais grosso.
20: Dominação IIEu sei!" - Ingrid concordou. - Meu marido tem metade do seu tamanho e transar com o Marco é algo completamente diferente. Ele me faz gozar cinco ou seis vezes cada vez que a gente fode, e ele consegue continuar por horas.

Os olhos da Cristina se arregalaram com descrença, depois se estreitaram com inveja. O cheiro da excitação se intensificou, almiscarado e doce, enquanto a língua dela percorria a veia grossa da minha parte de baixo. Ingrid a imitou, abaixando a cabeça para acariciar minhas bolas com o nariz, seus lábios macios roçando a bochecha da Cristina enquanto passava a língua pelo meu saco. A sensação dupla era elétrica: as lambidas hesitantes da Cristina alternando com a adoração experiente da Ingrid, suas respirações se misturando quentes contra minha pele. Cristina gemeu, deslizando a mão em direção à sua própria calcinha molhada. Ingrid percebeu e sorriu, agarrando o pulso da Cristina.
peitudas- Ainda não, chefinha! – ordenei com voz suave e compreensiva, guiando a mão de Cristina de volta à minha coxa. - Concentra nele.

A pressão aumentou, como uma espiral que apertava no mais profundo das minhas entranhas. A língua de Cristina circulou a ponta inchada, fechando os olhos enquanto saboreava o sal. Ingrid chupou suavemente minhas bolas, cravando os dedos no quadril de Cristina.

- Chega! - gritei com voz agitada.

Elas se afastaram instantaneamente, com lábios brilhantes e seios ofegantes. Cristina gemeu com o vazio repentino.

- Ingrid. - apontei para meu sofá de couro. - Tira a calcinha! Monta em mim agora!

Ingrid se apressou em levantar, com a saia já descartada. Seus dedos tremiam enquanto enfiava os polegares na cintura de renda da calcinha, deslizando-a por suas coxas tonificadas. O ar se encheu do aroma maduro de sua excitação, picante e inconfundível.

Cristina se lançou para frente e agarrou meu antebraço.

- Marco, por favor! —ofegou, com a voz quebrada pelo desespero—. Eu também preciso!

Sua outra mão se apertou contra sua calcinha encharcada. Agarrei seu pulso e apertei com tanta força que arranquei um grito abafado.

- Você? - Minha risada foi gelada. - Continua de castigo por não saber seu lugar.

Seus olhos brilharam de fúria, mas a empurrei em direção a Ingrid.

- Tira a roupa dela! Devagar! – ordenei com desprezo.

Cristina hesitou, com os nós dos dedos brancos. Ingrid agora estava nua, com seus seios D balançando e seus cachos loiros brilhando. Arqueou uma sobrancelha para Cristina, num desafio silencioso. Com dedos trêmulos, Cristina alcançou o fecho do sutiã de Ingrid. O clique ecoou. Ingrid suspirou quando as alças caíram, seus mamilos endurecendo no ar fresco do escritório. Cristina prendeu a respiração; seus próprios seios pareciam incrivelmente pesados, contidos.

Ingrid sentou-se de cavalinho no meu colo no sofá, com seu calor úmido flutuando a poucos centímetros do meu pau.

- Guia ele em mim! - ordenei à Cristina.

Os dedos de Cristina tremiam enquanto ela agarrava meu membro, a grossura a fez gemer e morder os lábios, mas ela pressionou a cabeça inchada contra a entrada escorregadia da Ingrid.
Ingrid gemeu, com as coxas tremendo.

• Mais pra baixo! - sibilou Cristina, com o polegar circulando a ponta.

Ingrid afundou lentamente, seu arfar se intensificou enquanto ela me tomava centímetro a centímetro. Cristina observava, hipnotizada: a pele corada da Ingrid, o jeito que seus dedos se curvavam contra o carpete. Seus próprios quadris balançavam involuntariamente. Os olhos da Ingrid se fixaram nos de Cristina.

o Me toca! - ordenou.
submissaCristina estremeceu, mas então obedeceu, passando os dedos pelos seios trêmulos de Ingrid, contornando os mamilos tensos. Os gemidos de Ingrid ficaram mais profundos.

— Mais forte! — exigiu ela entre ofegos.

O ritmo acelerou: Ingrid subia e descia, suas coxas batendo contra as minhas. As palmas de Cristina moldaram os seios de Ingrid, apertando a carne macia, os polegares acariciando os mamilos até que Ingrid arqueou as costas e gritou. O cheiro de suor e sexo se intensificou. Deslizei um dedo pela coluna vertebral de Ingrid, passando pela fenda de sua bunda. Ela congelou no meio de uma investida.

— Marco... — Sua protesto sumiu quando meu dedo pressionou seu buraquinho apertado.

Ela ofegou, suas paredes apertando meu pau. As mãos de Cristina pararam.

— Faz isso! — grunhi para Cristina. — Faz o mesmo que eu!
infidelidade consentidaCristina abriu mais os olhos, a experiência surreal para ela, mas obedeceu, com o dedo indicador tremendo enquanto contornava a entrada franzida de Ingrid. Ingrid gemeu, seus quadris tremendo.

— Empurra! — ordenei.

A ponta do dedo de Cristina penetrou lentamente, encontrando uma resistência escorregadia. Ingrid gritou, um som cru e desesperado, seu corpo tremendo enquanto ambos os dedos se adentravam mais. A respiração de Cristina acelerou, seu indicador esfregando o cu de Ingrid em círculos frenéticos.

• Você gosta disso! — exclamou Cristina, espantada.

As unhas de Ingrid cravaram-se nos meus ombros, seus quadris movendo-se selvagemente.

o Ahh, isso! — soluçou Ingrid, envolvida em prazer.

— Ótimo! — respondi. — Porque hoje, finalmente, vou experimentar.

Minhas palavras a fizeram gozar enquanto ela saltava sobre mim, enquanto Cristina me olhava surpresa.

• Você não pode estar falando sério... — respondeu nervosa.

— Claro que estou. Faz meses que quero fazer isso.

Naquele momento, Ingrid alcançava um orgasmo atrás do outro enquanto saltava sobre mim. A ideia de ser fodida no cuzinho lhe parecia excitante e tabu ao mesmo tempo. Mas fazer isso em horário de expediente e na frente de sua chefe lhe proporcionava uma emoção extra.

O clímax de Ingrid chegou como um tremor: suas coxas se fecharam em torno dos meus quadris e suas paredes internas pulsavam violentamente em volta do meu pau. Sua cabeça caiu para trás e um gemido gutural e profundo brotou de sua garganta enquanto eu gozava profundamente dentro dela. Um calor a inundou, denso e implacável. Permanecemos unidos, respirando ofegantes, com a pele escorregadia de suor. Ingrid gemeu suavemente enquanto se movia, com meu pau já mole ainda dentro de seu calor.

o Tô entalada! — exclamou, com um sorriso atordoado nos lábios. — Meu marido... nunca me enche tanto. Nunca fica dentro.
casada infielA voz dele estava carregada de nostalgia, e seus dedos traçavam a curva brilhante de suor no meu ombro. Cristina observava, paralisada e pálida, com os nós dos dedos pressionados contra a boca.

Olhei para ela com ternura.

— Eu sei! — disse com um sorriso. — Acontece comigo o tempo todo. Acho que é uma das razões pelas quais minha esposa me ama tanto.

Cristina estremeceu ao mencionar minha esposa. Seus olhos brilharam de inveja enquanto observava Ingrid se mexer levemente, com meu pau ainda enterrado fundo dentro dela.

— Meu marido... tira na hora — confessou Ingrid, com voz cheia de pesar. Ela seguiu com o dedo uma gota de suor que escorria pelo meu peito. — Fino... insatisfatório. Nada como essa sensação de preenchimento.

As coxas dela se apertaram instintivamente em torno dos meus quadris, arrancando de mim um gemido abafado enquanto ela espremia as últimas gotas da minha porra. Cristina prendeu a respiração, com uma mistura de fascínio e medo distorcendo seus traços enquanto encarava o ponto onde o corpo de Ingrid engolia o meu completamente. O ar zumbia com o cheiro do sexo: salgado, primitivo, enjoativo.

Acariciei o cabelo dela.

— É. Com minha mulher, a gente costuma se beijar ou conversar um pouco depois. Pra ser sincero, fico constantemente com tesão e traio ela por causa disso. Adoraria fazer duas ou três seguidas toda vez que estou com ela. — Eu ri. — Ela diz que eu deixo ela dolorida toda vez.

Ingrid se moveu de novo, fazendo uma careta de dor quando finalmente deslizei para fora com um som úmido e escorregadio. Minha porra escorreu pela parte interna da coxa dela até o sofá de couro. Ela olhou para a bagunça e depois para a expressão horrorizada de Cristina.

— Não precisa ficar tão assustada! — Ingrid a acalmou, limpando-se com dedos trêmulos. — Ele é delicado... quando quer.

O olhar de Cristina pousou no ânus avermelhado de Ingrid, apertado e intacto.

Levantei-me, me espreguiçando com preguiça enquanto o suor seco esfriava na minha pele. O medo é natural. - admiti, percorrendo a coluna vertebral da Ingrid com os dedos. Ela prendeu a respiração. - Mas o prazer?

Meu polegar roçou sua entrada franzida. Ela gemeu.

- Isso exige
esforço- Cristina observava com os nós dos dedos brancos. - Você tem que desejar isso.

Continuei, pressionando levemente com a ponta do dedo contra a estreita dobra. Ingrid suspirou, arqueando os quadris instintivamente.

- Não tema. Entende? - olhei diretamente em seus olhos.

Ingrid assentiu freneticamente.

- Sim, Marco! - exclamou acelerada e excitada.

Suas coxas tremiam enquanto a guiava sobre sua barriga em cima da escrivaninha. Os papéis se espalharam sob seu peso.

- Observe. - ordenei a Cristina, mergulhando meu dedo indicador na bagunça escorregadia que se acumulava entre as coxas de Ingrid.

O aroma do sexo se intensificou: almiscarado, fértil, espesso. Lentamente, circundei o buraco apertado de Ingrid, pressionando para dentro com deliberada paciência. Ela gritou, um grito agudo que se dissolveu em um gemido arrepiante quando meu dedo rompeu sua resistência.

Cristina prendeu a respiração, com os nós dos dedos pressionados contra os lábios. Os quadris de Ingrid se levantaram instintivamente, buscando mais.

- É... é muito apertado. - sussurrou Cristina, horrorizada.

Ri devagar, girando meu dedo mais profundamente. Ingrid gemeu, seus nós dos dedos ficando brancos contra a borda da minha escrivaninha.

- Não! - respondi a ela, empurrando superficialmente. - Sente como ela está molhada? - Os gemidos de Ingrid aumentaram, suas coxas se abriram mais. - O corpo dela sabe o que quer.

Me retirei, com o dedo reluzente. Cristina estremeceu ao vê-lo.

- Agora - ordenei a Cristina em voz baixa - Lamba! Prepare-a direito!

Cristina hesitou, com o olhar fixo na entrada avermelhada e trêmula de Ingrid. Ingrid gemeu, em uma súplica desesperada. Cristina se ajoelhou lentamente, com seu fio dental de renda úmido contra o carpete. Sua língua se moveu tentativamente, saboreando o sal e o almíscar. Ingrid suspirou, arqueando-se violentamente.

- Mais fundo! - ordenei.

Cristina obedeceu, com a língua circundando o estreito dobra. Os gritos de Ingrid ficaram entrecortados, com os dedos enaranhados no cabelo de Cristina. Os sons molhados ecoavam, rítmicos, obscenos. Os gemidos de Cristina vibravam contra a pele de Ingrid.

Deslizei dois dedos dentro do cu de Ingrid, girando-os devagar. Ingrid gritou, sacudindo os quadris com selvageria. A língua de Cristina seguiu meu ritmo, explorando, adorando.

- Tá vendo como ela vai abrindo? - murmurei.

O corpo de Ingrid se entregou, escorregadio e ansioso. Os olhos de Cristina se arregalaram ao ver Ingrid se dissolver no prazer, apertando as próprias coxas com força.

- Ela tá pronta pra mais! - exclamei, acrescentando um terceiro dedo.

Ingrid se convulsionou, o corpo todo tremendo.

- Ai, meu Deus, isso! - soluçou, esfregando-se na minha mão.

A língua de Cristina hesitou, pasma, aterrorizada.

Naquele momento, eu já estava duro de novo. Cristina olhou com os olhos bem abertos. Era claramente três vezes maior que o cuzinho pequeno e franzido da Ingrid. Mas depois de fazer isso várias vezes, eu sabia que ela aguentava.

Provocava Ingrid deslizando meu pau entre as nádegas dela, só pra sentir ela ficar tensa.

- É... é enorme... não vai caber. – Cristina me alertou, assustada.

- Cala a boca! – Ingrid rosnou, surpreendentemente. - Eu quero... agora!

Ela parecia mais tarada do que nunca.

Cristina me olhou sem saber o que dizer: a própria assistente tinha rosnado pra ela, fazendo-a se sentir estúpida. Mas, ao mesmo tempo, percebi que, de algum jeito, aquele desaforo a excitava.

- Relaxa! - tentei acalmar Ingrid com um sorriso. - Só tô curtindo a vista e as sensações por um tempinho.

Ingrid suspirou suavemente ao sentir meu pau grosso aconchegado entre suas nádegas, o ar fresco contrastando com o calor que sua pele irradiava. A respiração dela se estabilizou, fundindo-se num zumbido baixo e satisfeito.

- É... pesado. - sussurrou, mexendo-se de leve.

Uma gota de suor escorreu pela parte baixa das costas.

- Pesada no bom sentido. Como estar ancorada. - Olhou por cima do ombro e capturou o olhar horrorizado de Cristina. - Meu marido? - Ingrid riu suavemente, com amargura. - Desliza como um macarrão molhado. Nunca fica dentro tempo suficiente para me sentir... cheia.

Seus dedos traçaram círculos ociosos sobre a superfície polida da escrivaninha.

- Isso? - pressionou a bunda contra mim, arrancando um gemido. - É assim que deveria ser. Como se você pertencesse ali.

- Sei que deve achar que sou um pé no saco, valendo a redundância. - Falei diretamente com Cristina. - Mas me importo que minhas mulheres gostem de estar comigo, para que voltem por mais. Com minha mulher, aprendi a me controlar. A não ser muito impulsivo e a retardar meu prazer o máximo possível, priorizando a mulher com quem estou.

Então, comecei a empurrar a ponta contra o bumbum de Ingrid. Ela soltou um gemido suave, mas estava mais preparada para a intrusão.
trio dos conos uma picaDevagar, centímetro por centímetro, eu me adiantei. Os nós dos dedos de Ingrid ficaram brancos contra a mesa, sua respiração falhava em rajadas irregulares.

— Ai, Deus... ai, Deus... — ela gemeu de prazer, arqueando o corpo enquanto a cabeça grossa rompia sua resistência.

As lágrimas se acumularam nos cantos de seus olhos, uma mistura de dor aguda e uma profunda plenitude que ela nunca havia conhecido. Os esforços tímidos de seu marido eram uma lembrança distante; isso era uma invasão, uma posse, um estiramento que beirava a agonia, mas provocava um prazer elétrico no seu âmago. Ela gemeu, com os quadris tremendo enquanto instintivamente empurrava para trás, desejando mais mesmo quando seus músculos protestavam. O suor escorria por suas costas, e o ar fresco do escritório não fazia nada para aliviar o fogo que se acumulava dentro dela. Seus gritos ficaram mais altos, sons crus e sem filtro que ecoavam nas paredes de vidro, enquanto eu me retirava quase completamente antes de empurrar mais fundo, forçando-a a sentir cada saliência, cada pulsação do meu pau inchado.

Cristina ficou ajoelhada, paralisada, com o olhar fixo no ponto onde meu pau desaparecia dentro da carne apertada e tensa de Ingrid. Seus dedos haviam deslizado sem perceber sob a renda úmida de sua calcinha fio dental, acariciando freneticamente seu próprio clitóris inchado com movimentos superficiais. Cada gemido de Ingrid fazia Cristina prender a respiração; cada batida úmida de pele contra pele a mergulhava mais profundamente em um transe voyeur. O cheiro de suor, sexo e couro enchia suas narinas, almiscarado e primitivo. Ela mordeu o lábio com tanta força que sentiu o gosto de cobre, e suas coxas tremiam enquanto sua própria excitação encharcava o tecido delicado. O soluço abafado de Ingrid:
colegas de trabalhoMais forte, Marco! Por favor!20: Dominação IIEle fez Cristina empurrar os quadris para frente, e seus próprios movimentos ficaram urgentes, desesperados. Não viu a umidade brilhando em seus dedos; só viu a pele corada de Ingrid, o jeito que a bunda dela apertava em volta da minha grossura, as lágrimas escorrendo por suas bochechas.

Os gritos de Ingrid se dissolveram em soluços entrecortados enquanto eu aprofundava, com um ritmo implacável. Seus nós dos dedos roçavam a mogno polido, sua coluna se arqueava tensa como a corda de um arco.

— Me queima! — ela ofegou com a voz rasgada. — Deus, me queima... Mas não para!
peitudasA dor e o prazer lutavam em cada enfiada: a dilatação superava de longe as tentativas tímidas do marido dela, a plenitude beirava a violação, mas acendia um fogo selvagem em seu ventre. Ela estremeceu, seus músculos internos se agitando freneticamente ao meu redor, um gemido gutural e cru escapou quando me inclinei para roçar aquele ponto secreto e dolorido no seu âmago. Os quadris dela se sacudiram, respondendo agora a cada investida, seu medo anterior engolido por uma necessidade faminta. O suor escorria de suas têmporas sobre os relatórios financeiros espalhados, a tinta manchando as projeções trimestrais. Cristina gemeu em uníssono, seus dedos se movendo mais rápido, os sons molhados ecoando os de Ingrid. O ar ficou denso com a desesperança compartilhada.

A própria respiração dela se entrecortava com cada soluço abafado de Ingrid, cada gemido que saía do meu peito. Ela não percebeu que o polegar esfregava furiosamente seu clitóris, não notou a mancha úmida que se espalhava pela renda. Sua excitação disparou de repente, aguda, refletida nas convulsões de Ingrid. Mordeu o lábio até sangrar, as coxas tremendo. O cheiro era avassalador: couro, sexo, suor e o leve gosto metálico da humilhação. O rosto de Ingrid, sulcado por lágrimas, pressionou-se contra a mesa, a boca flácida formando um grito silencioso enquanto minhas enfiadas se tornavam mais punitivas, mais profundas, mais exigentes.

Empurrei com mais força dentro do calor apertado de Ingrid, saboreando seus gritos frenéticos, a dor aguçando seu prazer até torná-lo cru e primitivo.

— Tá sentindo? — grunhi, girando meus quadris para esfregar contra seus nervos mais profundos.

Ela estremeceu violentamente, os nós dos dedos arranhando a madeira.

— O pau mole do seu marido nunca te encheu assim. — Ingrid gemeu em afirmação, levantando a bunda com avidez.
submissaMeu olhar se fixou em Cristina, cujos dedos agora se moviam frenéticos e escorregadios sob a saia.

- Olha pra ela! - ordenei, acelerando o ritmo.

Os gemidos de Ingrid se transformaram em arfadas.

- Tá vendo como ela aguenta? Como ela implora? - Cristina abriu mais os olhos e seu ritmo vacilou por um instante antes de dobrar com desespero.

O suor brilhava em suas clavículas.

- Se comporte direitinho! - prometi, com a voz rouca pelo esforço. - E da próxima vez, Cristina... vou te foder o cu.
infidelidade consentidaA respiração dela cortou, uma inspiração aguda e faminta, e seus dedos afundaram mais fundo, imitando minhas enfiadas. Ela assentiu freneticamente, muda de necessidade.

O corpo de Ingrid arqueou-se tenso como a corda de um arco, sua pele escorregadia contra a minha. Cada enfiada arrancava um soluço engasgado de sua garganta, um estiramento ardente que dava lugar a um êxtase elétrico.

- Ai, Deus, ai, Deus... - ela ofegou em um ritmo repetitivo, empurrando os quadris para trás para me encontrar.
casada infielAs lágrimas escorriam pelo seu rosto, misturando-se ao suor que se acumulava entre suas omoplatas. Cristina ficou ajoelhada e paralisada, o polegar circulando seu clitóris com movimentos febris e escorregadios. O cheiro de sexo se intensificou —sal, almíscar, couro— sufocando o ar estéril do escritório. Os gemidos de Ingrid se dissolveram num choro sem palavras, seus dedos arranhando a madeira polida em busca de apoio. Agarrei-a pelos quadris, penetrando-a mais fundo, mais forte.

— Você quer isso? — cuspi as palavras para Cristina.

Seus olhos pousaram no buraco trêmulo de Ingrid, que se esticava obscenamente em volta do meu pau. Cristina assentiu freneticamente, as coxas tremendo.

A dor se reavivava a cada investida, uma marca em brasa que queimava mais profundamente que qualquer carícia que Ingrid tivesse conhecido. No entanto, sob ela florescia o prazer, cru e consumidor. As mãos tímidas do seu marido pareciam um sonho distante. Isso era "posse". Meu pau roçava terminações nervosas que ela nunca tinha sentido, acendendo faíscas atrás de suas pálpebras.

— Por favor... — ela ofegou, a voz dilacerada. — Não para!

O corpo de Ingrid se tensionou convulsivamente ao meu redor.

— Marco! — gemeu, levantando a bunda com avidez.

A dor abrasou o interior de Ingrid, como um arame em brasa esticado, mas sob ela, o prazer floresceu mais profundamente do que as investidas tímidas do seu marido jamais haviam alcançado. Seus nós dos dedos se rasparam contra a mesa enquanto ela empurrava para trás, perseguindo a ardência. A respiração de Cristina falhava no ritmo das minhas investidas. O suor escorria pelo peito de Cristina até suas costas. Ela não percebia a forma que escorria onde seus dedos se afundavam.

— Olha pra ela! — ordenei a Cristina, empurrando com mais força. — Tá vendo como eu dou o que ela precisa?

Os gemidos de Ingrid cresceram, interrompidos por ofegos. Cristina gemeu, seu polegar esfregando círculos sobre seu clitóris. Seu próprio orgasmo se acumulou, agudo e entrecortado, no ritmo dos gritos estremecidos de Ingrid.
trio dos conos uma picaIngrid se sacudiu violentamente debaixo de mim. Sua respiração estava ofegante. Ficamos unidos por longos minutos, com sua bunda ainda apertando ritmicamente meu pau exausto e o suor esfriando contra meu peito. Cristina permaneceu ajoelhada, imóvel, com os dedos ainda enfiados na sua calcinha de renda encharcada e uma poça ao redor dela. Lentamente, me retirei. Um som molhado ecoou no escritório. Ingrid suspirou, seu buraquinho franzido abriu-se momentaneamente, rosado e inchado, antes de se contrair com força. Filetes do meu sêmen escorriam pela sua coxa trêmula. Cristina não hesitou. Lançou-se para frente, enfiando o rosto na bunda de Ingrid. Sua língua lambia avidamente a bagunça que escorria, limpando cada traço com movimentos precisos e afiados. Ingrid gemeu suavemente, mais por surpresa do que por protesto, e enredou seus dedos nos cabelos sedosos de Cristina.

• Ai, Deus! - murmurou Cristina contra sua pele, enfiando a língua mais fundo, saboreando o sal, o almíscar e meu sêmen. - Tanto... tudo meu.
colegas de trabalhoEla se recostou, com os lábios brilhantes, e rastejou até mim. Seus olhos, escuros e submissos, fixaram-se no meu pau, que começava a amolecer. Sem rodeios, me enfiou na boca. Sua língua girou com firmeza em volta da cabeça, limpando os resíduos escorregadios. Suas bochechas afundaram enquanto chupava suavemente, extraindo até a última gota. O contraste era elétrico: sua resistência anterior havia desaparecido. Ela gemeu baixinho em volta do meu membro, erguendo o olhar para mim, suplicante, ansiosa. Acariciei seu cabelo, observando como sua nova devoção se desenrolava.20: Dominação II- Boa garota! – murmurei em resposta.

Ela fechou os olhos, satisfeita, e continuou trabalhando com a boca com uma reverência faminta. Não parou até que eu ficasse impecável.

O silêncio se instalou, só quebrado por respirações ofegantes. Ingrid deslizou da mesa, com as pernas trêmulas enquanto recolhia sua saia amarrotada. Cristina continuava ajoelhada, com a blusa de seda meio abotoada, deixando à mostra a borda de renda do seu sutiã. Mordeu o lábio, hesitante, e então falou, com voz baixa mas clara.

• Marco? - Seus dedos traçaram a mancha úmida em sua própria calcinha fio-dental. - Você quer... que a gente troque?

Ela apontou para Ingrid, que ficou paralisada no meio do movimento, com as meias-calças penduradas em uma mão. Os olhos de Ingrid se arregalaram, com uma centelha de curiosidade brilhando sob o cansaço. Cristina prosseguiu, agora mais ousada.

• A calcinha dela. A minha. Para que a gente leve o cheiro uma da outra. - Ela fez uma pausa e engoliu em seco. - Por você. Igual fizemos com a Madeleine.

Meu pau pulsava. Finalmente, eu tinha dominado Cristina.

- Claro... se você quiser. - sugeri a ela.

Os dedos de Ingrid se apertaram em volta das meias que ela tinha largado. Um lento e intrigado sorriso se desenhou em seus lábios.

o Sim! - sussurrou, com o olhar oscilando entre Cristina e eu. - Eu gosto disso!

Sua voz se reduziu a um sussurro rouco.

o Imagina... usar a calcinha molhada da sua chefe sob minha saia a tarde toda. - Ela se aproximou de Cristina, passando o polegar pela renda úmida que colava no quadril de Cristina. - Sentir sua umidade contra minha pele... sabendo que é seu cheiro, sua submissão.

Cristina estremeceu, um tremor visível percorreu seu corpo. O sorriso de Ingrid se alargou, predador mas brincalhão.

o E você sentiria a minha... melada... te lembrando quem realmente manda agora. – finalizou com um sorriso luxurioso.

Com uma lentidão deliberada, Cristina desabotoou sua calcinha fio-dental úmida. A renda deslizou pelas suas coxas, deixando um rastro brilhante em sua pele. Estendeu-o para Ingrid, uma oferenda trêmula. Ingrid pegou sem hesitar, com os dedos pousados no tecido quente e encharcado. Inalou profundamente e fechou os olhos por um instante.

— Mhm! — exclamou, com um leve zumbido de satisfação.

Então, Ingrid enganchou os polegares em sua própria calcinha encharcada e a desceu pelas coxas. Ofereceu-a a Cristina, que a aceitou com dedos trêmulos. Cristina levou o pedaço de seda ao nariz e inalou profundamente: a mistura do aroma da excitação de Ingrid, o cheiro do meu sêmen e o leve odor metálico de sua própria submissão. Um gemido suave escapou-lhe.
peitudasVestir-se virou um ritual silencioso. A seda deslizava sobre a pele. As blusas eram abotoadas com movimentos precisos, escondendo o rubor que havia por baixo. As saias eram alisadas sobre as coxas trêmulas. Ingrid puxou as meias-calças pelas pernas, e o som áspero ecoou no silêncio carregado. O ar crepitava com uma intimidade tácita, um vínculo oculto forjado em suor e submissão. Ajustaram as golas e alisaram os cabelos. O elegante corte bob preto de Cristina voltou a cair perfeitamente no lugar; as ondas loiras de Ingrid caíam em cascata pelas suas costas. A transformação era impressionante. Duas executivas serenas se erguiam onde momentos antes se ajoelhavam dois recipientes trêmulos de êxtase.

Endireitei minha gravata e afiei o olhar enquanto as avaliava, certificando-me de que não restasse nenhum traço de nossa libertinagem anterior. O predador brincalhão desapareceu, substituído pelo engenheiro astuto de gostosas da sala de reuniões.

— Cristina. — Disse com frieza, abotoando o paletó do meu terno. Seus olhos cravaram-se nos meus, cautelosos mas expectantes. — Espero alinhamento total nas próximas reuniões do conselho. Sem dissidências. Sem desafios. — Meu tom não admitia réplica. — Não me complique a vida! O conselho já está cheio de puxa-sacos e gananciosos. Só estou tentando ser prático e resolver problemas. — Ela se tensionou, apertando a mandíbula, mas assentiu em silêncio.

Seu cabelo preto elegante emoldurava seu rosto com precisão corporativa mais uma vez, embora suas bochechas ainda conservassem um leve rubor.
submissaMe aproximei, baixando a voz até transformá-la num sussurro conspirador cheio de promessas latentes.

- Em troca, - continuei, traçando a linha do pescoço dela. - vou cuidar de você, da Ingrid e do seu apartamento. Tem minha palavra.

Ingrid ficou perto da porta, ajustando a blusa que apertava seus seios. Cruzou o olhar com Cristina e um lento sorriso cúmplice se espalhou pelo rosto dela. Cristina prendeu a respiração, não por medo, mas por expectativa. O ar ficou denso com uma cumplicidade tácita.
infidelidade consentida- Ninguém toca o que é meu. - concluí, passando o polegar pelo lábio inferior de Cristina. - Sem ameaças. Sem escândalos. Apenas... recompensas.

Cristina entreabriu os lábios e um tremor percorreu seu corpo. Ela assentiu novamente, desta vez mais rápido, e direcionou o olhar para a saia de Ingrid, onde sua assistente estava usando sua própria calcinha molhada.

Ingrid deu um passo à frente, seus saltos ecoando com decisão sobre o piso de mármol.

- Entendemos, Marco! - disse suavemente, com voz de aço polido. Ela colocou uma mão sobre o ombro tenso de Cristina, um gesto aparentemente de apoio, mas na verdade possessivo. - Alinhamento é eficiência.

Cristina se tensionou sob o toque de Ingrid, mas não se afastou. Em vez disso, endireitou as costas de forma quase imperceptível. Um lampejo de desafio acendeu em seus olhos escuros, não de rebeldia, mas de desejo. A emoção da proteção se misturava ao sabor persistente da submissão. Ela alisou a saia lápis com um movimento deliberado.

- Sem oposição. - repetiu Cristina, com voz agora mais firme. - Apenas soluções.

- Boas garotas! - elogiei as duas. - Agora, se me dão licença, tenho trabalho a fazer e vocês também.

E com isso, ambas se retiraram.
Próximo post


1 comentários - 20: Dominação II

Ay que buena ereccion me diste.
Ahora me quedo con la curiosidad de saber cuál fue la causa puntual (aunque me imagino que no necesitaba ninguna especifica) para este desenlace
Gracias por comentar. Pues todo ha ido escalando de a poco (estamos en Agosto en esta parte y todavía no cuento sobre la reunión corporativa cuando vino Cassidy), pero va de la mano con los temores de la junta
Son estructuras que se han mantenido de antes que unieramos la costa oriente y poniente de la empresa, donde no dudaban en sacrificarse unos con otros y que yo le prometiera "inmunidad", junto con mi favoritismo con Edith, ha facilitado que me apoye.
Pero para darte un adelanto (porque ahora, viajamos de vuelta con mi ruiseñor porque Pamela debería dar a luz esta semana), realmente Inga ha sido una "gata perezosa", como mencionó Cassidy.