Juro que fiquei puta da vida por causa do meu marido 3
Don Clímaco - Meu professor de putaria
Quarta-feira, 3 da tarde... Acordei... O macho estava brincando com meu corpo, com sua língua longa, grossa e áspera, dando duro na minha buceta e chupando meu clitóris com muita força...
Quando me viu acordar, sem parar, também começou a dedar meu cu com seus dedos.
Me sentia nas mãos de um macho, pela primeira vez na vida totalmente entregue.
E de novo, com minhas pernas tremendo e as costas arqueadas, tive um orgasmo enorme, nunca sentido antes...
Quando reagi... ele me disse:
- Coloca de quatro e abre as nádegas...
Obedeci pensando que ele ia me comer o cu todo aberto pela masturbação... Mas ele enfiou na minha buceta, e com aquele pedaço descomunal de pau entrou me dando umas surradas brutais...
Os lábios da minha buceta se abriam com a grossura daquela pica e cada enfiada do negro me fazia soltar grunhidos como se eu fosse uma gostosa, enquanto ia largando porra...
Depois de encher minha xota de porra, descansei um pouco tomando uns tragos de vodka, e aí o Arnoldo me disse...
– Me empresta o celular... Mas, quando eu ia dar, ele falou...
– Não, melhor eu te canto o número e você liga...
Quando atenderam, eu falei baixinho...
– É uma senhora...
– Não importa... Pergunta se o Clímaco tá...
– Ela disse que já vem ao telefone... – O que eu faço?...
– Você dá o endereço daqui... Fala pra ele tomar um viagra e que não demore...
– Como é que eu vou falar isso... eu!!!...
– E por que não?... me respondeu...
– Se ele vai vir te foder... – o que você vai dizer?...
– Vem que tô com vontade de você me dar também... ou – Tô com vontade de que me dêem entre os dois... ou
– Quero saber como é que você tem de grande
– Sim, é maior que a do Arnoldo ou, se é mais grossa... – Fala o que você quiser, mas que ele venha, porque até de noite, a gente vai te foder entre os dois!!!...
Depois de tudo isso, o Arnoldo me explicou...
– Olha, meu amigo Clímaco, teve um prostíbulo... E ele sabe todas as manhas pra preparar putas novas, antes de saírem pra trabalhar...
– Por isso quero que ele venha...
– Como você vai ser minha puta, quero que ele te ensine todos os segredos, pra você ser a melhor puta...
Não sei se pra disfarçar ou de verdade arrependida, eu falei...
– Nem pense que vou putanhar pra você, negro de merda!!!...
O Arnoldo me agarrou pelo braço apertando forte e disse... – Olha puta de merda, você agora é minha puta e vai fazer tudo que eu mandar...
– Entendeu?... – Você é minha puta e vai putanhar pra mim...
Eu ouvia e sentia como aquele negro estava me enputecendo, descobria que gostava de ser dominada por ele, que desejava ser sua puta, queria sair pra putanhar pro negro...
O Arnoldo insistiu...
– Vai ser minha puta? E aí, não?
Me rendi e respondi...
– Sim, meu macho... Vou ser sua puta...
– Já sou sua puta...
– Então fala direito com o Seu Clímaco...
– Espera que ele já está no telefone... Falei...
E, putíssima, exatamente como o negro queria, falei...
– Oi, Seu Clímaco? Olha, tô aqui com seu amigo Arnoldo
no meu apartamento, e como vou começar a putar pra ele,
meu macho diz... que você teve um prostíbulo...
E sabe todas as manhas pra preparar putinhas novas...
– Que você é o melhor professor...
– Por isso quero que você venha... – Porque eu quero ser uma puta boa...
Além disso, enquanto você vai me ensinando, os dois vão me comendo ao mesmo tempo...
– Pode ser?... – Pode. – Genial!!!... Te passo o endereço...
– Não demora muito... – Ah, o Arnoldo diz pra você tomar um viagra antes de vir, porque eu tô com muita vontade de continuar...
Desliguei e olhei pro negro... Pro meu macho... Esparramado na cama, enquanto eu acariciava o pauzão dele...
– Perfeito... disse o Negro...
– Você mandou bem, gata!!!...
– Acho que agora você tá mais decidida, né?...
Com aquele pedação na minha mão...
– Eu punhetava ele, olhava e cada vez sentia mais prazer sendo dominada por aquele pauzão negro.
Desejava ser a puta dele... e respondi...
– Sim, meu macho... Já tô decidida...
– Quero ser a puta de um macho bem dotado como você, que me coma sem ter pena...
E esclareci...
– Já não me importa se meu marido descobre...
– Quero que todo mundo fale do quanto sou puta...
– Que saibam que sou sua puta e que você me come pro seu benefício…
Babando de tesão, totalmente empoderada, prestes a
gozar de novo só de olhar pro pau dele... perguntei:
– Você vai me fazer transar com machos de todo tipo?
Quando fico excitada, meu rosto se deforma e eu babeio, a safadeza e o vício me invadiam, me via toda puta...
Me via em cima de uma mesa, dançando nua, pra um monte de machos, mas aquilo não era dançar, eu estava fazendo um
show descarado de puta Eu me via me oferecendo, de bandeja, olhando com fome para os pacotes daqueles caras que me percorriam com olhares degenerados...
E soltei outra gozada.
Arnoldo, contente com meu comportamento, me disse...
— Bom, gata, aproveita pra descansar um pouco que depois a gente vai te pegar pesado e sem parar...
Ao caminhar até o banheiro, com a porra do negro escorrendo do meu cu, minhas pernas tremiam e minha bunda ardia.
O filho da puta me tinha deixado desmontada, doía meu corpo todo, naquele momento eu pensei: esse negro pode fazer o que quiser comigo.
Tomei um banho, me sentia tão excitada, estava tão quente que até a água caindo em mim me fazia ter tremores, arrepiada com as pernas tremendo,
Ali debaixo da água comecei a fazer outra masturbação, estava com fogo de novo, com vontade de continuar.
Estava ansiosa para que os dias passassem, que chegasse o momento em que o negro me fizesse sair pra putaria.
Quando saí do banho perguntei ao negro...
— O que você quer que eu vista pra receber o professor?
— Não vista nada... Fica pelada, assim que ele entrar você já vai ter que abrir pra ele te foder...
— E como é o Don Clímaco?...
— Clímaco é um cara bom, não é muito simpático que se diga, é bem seco... — Mas, no que eu quero que ele me ajude... é genial!!!...
— Claro, primeiro ele vai te comer bem comido, mas depois vai se dedicar a me ajudar no que puder.
— É um grande amigo, e sabendo que você vai fazer putaria por mim,
ele vai tentar te ensinar de tudo, pra que eu tenha uma puta boa... — Que me dê um bom rendimento...
Que ele falasse comigo desse jeito...
Me lembrava constantemente que eu seria uma puta, que ia sair pra juntar grana pro negro, me deixando comer por qualquer um que pagasse...
Pra fazer programa (como ele me ensinou que se diz, que eu ia ser uma puta)...
Tudo isso me deixava com um tesão bestial...
Quando Don Clímaco chegou, às 6 da tarde do meu segundo dia de puta, Arnoldo estava no banheiro, mas eu estava pronta. esperando meu professor... No meio da sala, pelada e de quatro... Ele tocou a campainha e eu gritei...
- Pode entrar, Don Clímaco!!!... A porta está aberta...
Ele entrou... E... Puta merda!!!
Era um negro enorme, alto e careca, de uns 50 anos.
Don Clímaco não se surpreendeu ao me ver esperando por ele, pelada e nessa pose...
Sorriu e me perguntou...
- Você é a putinha que vai trabalhar pro Arnoldo?
- Sim, Don Clímaco... a partir de hoje...
- E como você se chama?
- Tatiana, mas todo mundo me chama de Tati...
Enquanto conversávamos, o negro foi se aproximando...
Parou na minha frente, largou a calça jeans que já estava solta e ficou completamente pelado diante de mim...
Fiquei sem palavras... Ele tinha um pau descomunal, bem maior que o do Arnoldo...
Ele sorriu, sentou no sofá e me disse:
– Agora, vai chupar...
Não fiz charminho e logo comecei a chupar...
A pica preta do Don Clímaco, muito mais fedida que a do Arnoldo e muito mais grossa, mal cabia na minha boca.
Cada vez que metia e tirava, sentia meus lábios grudando no seu tronco grosso...
Buscando meter morbo le dije...
-¡¡¡Uy, Don Clímaco!!!... ¡¡¡Qué vergudo es usted!!!...
-Tiene una tranca descomunal...
-¡¡¡Es mucho más grande que la de Arnoldo!!!...
-¿Tendrá un montón de putas haciendo guita para usted?...
Me respondió...
-Algunas tengo sí... -¿Por qué?
-Porqué es una lástima... Ya arreglé con Arnoldo, si no me le ofrecía a usted...
Me costaba chupársela, era muy difícil meterme en la boca aquella tremenda verga, negra lustrosa, dura, gruesa y larga...
De cualquier forma, lo estaba logrando y salvo algunas arcadas, se la estaba mamando bastante bien...
Ya convertida en una degenerada total pensé...
Será el triple, el cuádruple o el quíntuple que la de mi marido.
Cuántas vergas así me iré a comer, ¡¡¡Qué divino!!!...
En eso, apareció Arnoldo, y a las risas dijo...
-¡¡¡Mirá, mi Putita ya arrancó a estudiar!!!
Don Clímaco, por suerte, no le contó que prácticamente me le había ofrecido de Puta... Solo le preguntó...
-¿Desde cuándo estás garchándote esta manteca?
Arnoldo le respondió...
-Desde el lunes de noche nomás...
-¿Y ya la convenciste de salir a yirar?
-Viste… Le desvirgué el ojete… -Y le gustó tanto...
Que está entregada...
-Capaz que esta noche mismo la saco a la calle a garchar por plata...
-¿Y ya te aceptó?... le preguntó Don Clímaco
-Preguntále... dijo Arnoldo...
Sacando de mi boca el vergón de Don Clímaco... me apresuré y respondí...
-Sí, ya acepté, ahora soy la Puta de Mi Macho...
-Y hago lo qué él quiera...
Después, Don Clímaco me dijo...
-La verdad es, que has aprendido rápido...
-Arnoldo ya te enseñó que lo primero, era hacerme una buena mamada...
-Me imagino que también te habrá dicho, que lo segundo era ofrecerme el ojete para que te lo siguiera rompiendo...
Respondí...
-No me dijo lo segundo... -Pero igual... Yo quiero que sigan partiéndome el culo al medio...
Y Ud. con esa tranca me lo va a romper bien...
-Venga conmigo Don Clímaco, en la cama va a estar más cómodo para garcharme...
Vi que Don Clímaco me seguía, a la vez que iba desnudándose...
Aproveché su demora, y cuando entró al dormitorio ya
lo esperaba ansiosa, en cuatro patas ofreciéndole el ojete...
https://s8.ezgif.com/tmp/ezgif-8cbdb03eb36d5ce1.gif
Y, quien iba a ser mi profesor, fue tan veloz que 2 o 3 minutos después, cuando entró Arnoldo, ya me había empotrado la garcha en el orto...
Al ver entrar a Mi Macho... le dije...
-¡¡¡Qué profesor me conseguiste!!!...
-Me está rompiendo el culo...
-Pero, vas a terminar siendo el Macho de flor de Puta
Sentía un fierro, largo, grueso y caliente, que me llegaba hasta las tripas, después salía casi todo y volvía a entrar topando en el fondo…
Don Clímaco nem olhou para a minha cara, totalmente focado na tarefa de me foder completamente...
Don Clímaco... Ele me chicoteava pra caralho e dizia...
- Mexe mais o quadril... Aperta meu pau com a bunda...
Comigo de quatro, ficou fácil para Don Clímaco me dar palmadas nas nádegas...
Mas as palmadas dele eram muito fortes...
De novo metendo um terror... Eu disse...
- Não tão forte não, tá doendo muito!!!
E ouvi o Arnoldo dizer...
- Olha só, a putinha não quer ficar com a bunda vermelha!!!
- Vai aprendendo, as Putas quando chegam em casa,
não conseguem sentar... Voltam com o cu arrombado e as
nádegas como tomates...
Eu comecei a pegar o ritmo e cada vez que vinha uma enfiada, jogava a bunda pra trás pra engolir tudo. Sentia as bolas dele batendo nas minhas nádegas.
Era uma foda tremenda e o negro aguentava pra caralho, ele me comeu bem gostoso durante um bom tempo, e me fez ter quatro ou cinco gozadas de novela, eu continuei curtindo, até sentir os jatos quentes enchendo meu cu com a porra dele.
Eu tinha dado umas gozadas incríveis com o cu.
Daquelas que meu marido afirmava que não eram possíveis... que pelo cu não se tinha orgasmos...
Pensei... Claro, com o seu pauzinho...
- Você é uma Putona fucking, filha da puta... ele disse
- Viu, papai, que puta que eu sou...
Don Clímaco ficou deitado um tempo, Arnoldo
fez o mesmo se jogando do outro lado e eu fiquei entre eles...
Depois continuo e conto pra vocês...
Tchauuu
Um Beijo
Tatiana... Tati “A Regalada”
(Protagonista desta história)
Agradeço seus comentários e lembro que se for seu desejo
entrar em contato, meu email é
emputecidaporelorto@gmail.com
Mas Por Favor não me tratem com respeito, Sou uma puta...
Don Clímaco - Meu professor de putaria
Quarta-feira, 3 da tarde... Acordei... O macho estava brincando com meu corpo, com sua língua longa, grossa e áspera, dando duro na minha buceta e chupando meu clitóris com muita força...
Quando me viu acordar, sem parar, também começou a dedar meu cu com seus dedos.
Me sentia nas mãos de um macho, pela primeira vez na vida totalmente entregue.
E de novo, com minhas pernas tremendo e as costas arqueadas, tive um orgasmo enorme, nunca sentido antes...
Quando reagi... ele me disse:
- Coloca de quatro e abre as nádegas...
Obedeci pensando que ele ia me comer o cu todo aberto pela masturbação... Mas ele enfiou na minha buceta, e com aquele pedaço descomunal de pau entrou me dando umas surradas brutais...
Os lábios da minha buceta se abriam com a grossura daquela pica e cada enfiada do negro me fazia soltar grunhidos como se eu fosse uma gostosa, enquanto ia largando porra... Depois de encher minha xota de porra, descansei um pouco tomando uns tragos de vodka, e aí o Arnoldo me disse...
– Me empresta o celular... Mas, quando eu ia dar, ele falou...
– Não, melhor eu te canto o número e você liga...
Quando atenderam, eu falei baixinho...
– É uma senhora...
– Não importa... Pergunta se o Clímaco tá...
– Ela disse que já vem ao telefone... – O que eu faço?...
– Você dá o endereço daqui... Fala pra ele tomar um viagra e que não demore...
– Como é que eu vou falar isso... eu!!!...
– E por que não?... me respondeu...
– Se ele vai vir te foder... – o que você vai dizer?...
– Vem que tô com vontade de você me dar também... ou – Tô com vontade de que me dêem entre os dois... ou
– Quero saber como é que você tem de grande
– Sim, é maior que a do Arnoldo ou, se é mais grossa... – Fala o que você quiser, mas que ele venha, porque até de noite, a gente vai te foder entre os dois!!!...
Depois de tudo isso, o Arnoldo me explicou...
– Olha, meu amigo Clímaco, teve um prostíbulo... E ele sabe todas as manhas pra preparar putas novas, antes de saírem pra trabalhar...
– Por isso quero que ele venha...
– Como você vai ser minha puta, quero que ele te ensine todos os segredos, pra você ser a melhor puta...
Não sei se pra disfarçar ou de verdade arrependida, eu falei...
– Nem pense que vou putanhar pra você, negro de merda!!!...
O Arnoldo me agarrou pelo braço apertando forte e disse... – Olha puta de merda, você agora é minha puta e vai fazer tudo que eu mandar...
– Entendeu?... – Você é minha puta e vai putanhar pra mim...
Eu ouvia e sentia como aquele negro estava me enputecendo, descobria que gostava de ser dominada por ele, que desejava ser sua puta, queria sair pra putanhar pro negro...
O Arnoldo insistiu...
– Vai ser minha puta? E aí, não?
Me rendi e respondi...
– Sim, meu macho... Vou ser sua puta...
– Já sou sua puta...
– Então fala direito com o Seu Clímaco...
– Espera que ele já está no telefone... Falei...
E, putíssima, exatamente como o negro queria, falei...
– Oi, Seu Clímaco? Olha, tô aqui com seu amigo Arnoldo
no meu apartamento, e como vou começar a putar pra ele,
meu macho diz... que você teve um prostíbulo...
E sabe todas as manhas pra preparar putinhas novas...
– Que você é o melhor professor...
– Por isso quero que você venha... – Porque eu quero ser uma puta boa...
Além disso, enquanto você vai me ensinando, os dois vão me comendo ao mesmo tempo...
– Pode ser?... – Pode. – Genial!!!... Te passo o endereço...
– Não demora muito... – Ah, o Arnoldo diz pra você tomar um viagra antes de vir, porque eu tô com muita vontade de continuar...
Desliguei e olhei pro negro... Pro meu macho... Esparramado na cama, enquanto eu acariciava o pauzão dele...
– Perfeito... disse o Negro...
– Você mandou bem, gata!!!...
– Acho que agora você tá mais decidida, né?...
Com aquele pedação na minha mão...
– Eu punhetava ele, olhava e cada vez sentia mais prazer sendo dominada por aquele pauzão negro.
Desejava ser a puta dele... e respondi...
– Sim, meu macho... Já tô decidida...
– Quero ser a puta de um macho bem dotado como você, que me coma sem ter pena...
E esclareci...
– Já não me importa se meu marido descobre...
– Quero que todo mundo fale do quanto sou puta...
– Que saibam que sou sua puta e que você me come pro seu benefício…
Babando de tesão, totalmente empoderada, prestes a
gozar de novo só de olhar pro pau dele... perguntei:
– Você vai me fazer transar com machos de todo tipo?
Quando fico excitada, meu rosto se deforma e eu babeio, a safadeza e o vício me invadiam, me via toda puta...
Me via em cima de uma mesa, dançando nua, pra um monte de machos, mas aquilo não era dançar, eu estava fazendo um
show descarado de puta Eu me via me oferecendo, de bandeja, olhando com fome para os pacotes daqueles caras que me percorriam com olhares degenerados...
E soltei outra gozada.
Arnoldo, contente com meu comportamento, me disse...
— Bom, gata, aproveita pra descansar um pouco que depois a gente vai te pegar pesado e sem parar...
Ao caminhar até o banheiro, com a porra do negro escorrendo do meu cu, minhas pernas tremiam e minha bunda ardia.
O filho da puta me tinha deixado desmontada, doía meu corpo todo, naquele momento eu pensei: esse negro pode fazer o que quiser comigo.
Tomei um banho, me sentia tão excitada, estava tão quente que até a água caindo em mim me fazia ter tremores, arrepiada com as pernas tremendo,
Ali debaixo da água comecei a fazer outra masturbação, estava com fogo de novo, com vontade de continuar.
Estava ansiosa para que os dias passassem, que chegasse o momento em que o negro me fizesse sair pra putaria.
Quando saí do banho perguntei ao negro...
— O que você quer que eu vista pra receber o professor?
— Não vista nada... Fica pelada, assim que ele entrar você já vai ter que abrir pra ele te foder...
— E como é o Don Clímaco?...
— Clímaco é um cara bom, não é muito simpático que se diga, é bem seco... — Mas, no que eu quero que ele me ajude... é genial!!!...
— Claro, primeiro ele vai te comer bem comido, mas depois vai se dedicar a me ajudar no que puder.
— É um grande amigo, e sabendo que você vai fazer putaria por mim,
ele vai tentar te ensinar de tudo, pra que eu tenha uma puta boa... — Que me dê um bom rendimento...
Que ele falasse comigo desse jeito...
Me lembrava constantemente que eu seria uma puta, que ia sair pra juntar grana pro negro, me deixando comer por qualquer um que pagasse...
Pra fazer programa (como ele me ensinou que se diz, que eu ia ser uma puta)...
Tudo isso me deixava com um tesão bestial...
Quando Don Clímaco chegou, às 6 da tarde do meu segundo dia de puta, Arnoldo estava no banheiro, mas eu estava pronta. esperando meu professor... No meio da sala, pelada e de quatro... Ele tocou a campainha e eu gritei...
- Pode entrar, Don Clímaco!!!... A porta está aberta... Ele entrou... E... Puta merda!!!
Era um negro enorme, alto e careca, de uns 50 anos.
Don Clímaco não se surpreendeu ao me ver esperando por ele, pelada e nessa pose...
Sorriu e me perguntou...
- Você é a putinha que vai trabalhar pro Arnoldo?
- Sim, Don Clímaco... a partir de hoje...
- E como você se chama?
- Tatiana, mas todo mundo me chama de Tati...
Enquanto conversávamos, o negro foi se aproximando...
Parou na minha frente, largou a calça jeans que já estava solta e ficou completamente pelado diante de mim...
Fiquei sem palavras... Ele tinha um pau descomunal, bem maior que o do Arnoldo...Ele sorriu, sentou no sofá e me disse:
– Agora, vai chupar...
Não fiz charminho e logo comecei a chupar...
A pica preta do Don Clímaco, muito mais fedida que a do Arnoldo e muito mais grossa, mal cabia na minha boca.
Cada vez que metia e tirava, sentia meus lábios grudando no seu tronco grosso...

Buscando meter morbo le dije...
-¡¡¡Uy, Don Clímaco!!!... ¡¡¡Qué vergudo es usted!!!...
-Tiene una tranca descomunal...
-¡¡¡Es mucho más grande que la de Arnoldo!!!...
-¿Tendrá un montón de putas haciendo guita para usted?...
Me respondió...
-Algunas tengo sí... -¿Por qué?
-Porqué es una lástima... Ya arreglé con Arnoldo, si no me le ofrecía a usted...
Me costaba chupársela, era muy difícil meterme en la boca aquella tremenda verga, negra lustrosa, dura, gruesa y larga...
De cualquier forma, lo estaba logrando y salvo algunas arcadas, se la estaba mamando bastante bien...
Ya convertida en una degenerada total pensé...
Será el triple, el cuádruple o el quíntuple que la de mi marido.
Cuántas vergas así me iré a comer, ¡¡¡Qué divino!!!...
En eso, apareció Arnoldo, y a las risas dijo...
-¡¡¡Mirá, mi Putita ya arrancó a estudiar!!!
Don Clímaco, por suerte, no le contó que prácticamente me le había ofrecido de Puta... Solo le preguntó...
-¿Desde cuándo estás garchándote esta manteca?
Arnoldo le respondió...
-Desde el lunes de noche nomás...
-¿Y ya la convenciste de salir a yirar?
-Viste… Le desvirgué el ojete… -Y le gustó tanto...
Que está entregada...
-Capaz que esta noche mismo la saco a la calle a garchar por plata...
-¿Y ya te aceptó?... le preguntó Don Clímaco
-Preguntále... dijo Arnoldo...
Sacando de mi boca el vergón de Don Clímaco... me apresuré y respondí...
-Sí, ya acepté, ahora soy la Puta de Mi Macho...
-Y hago lo qué él quiera...
Después, Don Clímaco me dijo...
-La verdad es, que has aprendido rápido...
-Arnoldo ya te enseñó que lo primero, era hacerme una buena mamada...
-Me imagino que también te habrá dicho, que lo segundo era ofrecerme el ojete para que te lo siguiera rompiendo...
Respondí...
-No me dijo lo segundo... -Pero igual... Yo quiero que sigan partiéndome el culo al medio...
Y Ud. con esa tranca me lo va a romper bien...
-Venga conmigo Don Clímaco, en la cama va a estar más cómodo para garcharme...
Vi que Don Clímaco me seguía, a la vez que iba desnudándose...
Aproveché su demora, y cuando entró al dormitorio ya
lo esperaba ansiosa, en cuatro patas ofreciéndole el ojete...
https://s8.ezgif.com/tmp/ezgif-8cbdb03eb36d5ce1.gif
Y, quien iba a ser mi profesor, fue tan veloz que 2 o 3 minutos después, cuando entró Arnoldo, ya me había empotrado la garcha en el orto...
Al ver entrar a Mi Macho... le dije...
-¡¡¡Qué profesor me conseguiste!!!...
-Me está rompiendo el culo...
-Pero, vas a terminar siendo el Macho de flor de Puta
Sentía un fierro, largo, grueso y caliente, que me llegaba hasta las tripas, después salía casi todo y volvía a entrar topando en el fondo…
Don Clímaco nem olhou para a minha cara, totalmente focado na tarefa de me foder completamente...Don Clímaco... Ele me chicoteava pra caralho e dizia...
- Mexe mais o quadril... Aperta meu pau com a bunda...
Comigo de quatro, ficou fácil para Don Clímaco me dar palmadas nas nádegas...
Mas as palmadas dele eram muito fortes...
De novo metendo um terror... Eu disse...
- Não tão forte não, tá doendo muito!!!
E ouvi o Arnoldo dizer...
- Olha só, a putinha não quer ficar com a bunda vermelha!!!
- Vai aprendendo, as Putas quando chegam em casa,
não conseguem sentar... Voltam com o cu arrombado e as
nádegas como tomates...
Eu comecei a pegar o ritmo e cada vez que vinha uma enfiada, jogava a bunda pra trás pra engolir tudo. Sentia as bolas dele batendo nas minhas nádegas.
Era uma foda tremenda e o negro aguentava pra caralho, ele me comeu bem gostoso durante um bom tempo, e me fez ter quatro ou cinco gozadas de novela, eu continuei curtindo, até sentir os jatos quentes enchendo meu cu com a porra dele.
Eu tinha dado umas gozadas incríveis com o cu.
Daquelas que meu marido afirmava que não eram possíveis... que pelo cu não se tinha orgasmos...
Pensei... Claro, com o seu pauzinho...
- Você é uma Putona fucking, filha da puta... ele disse
- Viu, papai, que puta que eu sou...
Don Clímaco ficou deitado um tempo, Arnoldo
fez o mesmo se jogando do outro lado e eu fiquei entre eles...
Depois continuo e conto pra vocês...
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Tatiana... Tati “A Regalada”
(Protagonista desta história)
Agradeço seus comentários e lembro que se for seu desejo
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