Ontem à noite voltei tarde do cinema com uma amiga, deixei ela em casa e depois fui para a minha. Quando terminei de entrar, peguei um copo d'água e enquanto bebia minha cabeça deu um *click*!
E comecei a ouvi-la na minha mente:
- O que você tá fazendo? O que você tá fazendo em vez de se vestir como a puta que você é?
- Para de tomar água, sua burra, não me ignora
- Vai tomar o que você sabe que adora
- Aproveita, vai idiota, aproveita que você tá sozinha
Aí, sem mais nem menos e por vontade própria (por enquanto), deixei meu copo com água na bancada da cozinha e fui pro meu quarto. Me despi completamente e esperei ouvir de novo o lado puta da minha mente na minha cabeça.
Me parece incrível que a Sofi, que é minha personalidade mais submissa e puta, esteja virando uma Dominatrix que habita minha mente e me controla quando quer e pode. Imediatamente cedi o controle do meu corpo pra Sofi.
Me olhei no espelho e naquele instante a ouvi: — Sabe que gostosa você ficaria com uns peitões? — A bunda você pode malhar, mas uns peitos te deixariam bem putinha — É isso que você quer, né? — Se vestir e se ver como uma putinha, que ninguém tenha dúvida — Quer usar sutiã, fio-dental, bodys!
Peguei um conjunto minúsculo rosa, meu dildo e meu plug. Dentro de mim sentia um toque de desobediência, já que não tinha recebido ordem para pegar os dois brinquedos. Mas a voz da Sofi voltou a ecoar na minha mente:
- É tão puta assim?
- Em nenhum momento te dei permissão para pegar seus brinquedos, puta imbecil.
Foi automático: deitei de bruços oferecendo a bunda na cama, peguei o plug gelado de metal e coloquei a ponta na entrada do meu cu. O frio do aço inoxidável me invadiu, fazendo com que eu fechasse de repente. Minha mão, sob o controle da Sofi, pressionou o plug no meu cu forçando a entrada — a dor e a ardência foram horríveis. Me senti violentado, mas com um toque de gratidão, porque não tinha obedecido.
Sentia que gostava daquela dor, não porque a sensação fosse boa, mas porque eu merecia aquele sofrimento intenso por ter sido desobediente.
Depois, sem oferecer resistência, Sofi me fez engolir o dildo. Senti ele enchendo minha garganta e tampando meu nariz sem usar as mãos ao entrar. Me forçando a soltar ar pela boca, aquele arco característico de um bom deep throat, com a ponta da rola abrindo caminho para o tronco enquanto entra e sai da sua boca. Chupo o dildo assim até ficar sem ar, solto um suspiro enorme, respiro fundo e depois volto de quatro para chupar de novo.
- Já está dilatada, putinha.
- Nem esquenta, tira essa rola da boca, bem babada.
- Esse é todo o lubrificante que você merece.
- Espero que você tenha sido uma putinha babona de merda.
- Porque lubrificante é para as submissas obedientes.
- Agradeça que eu deixo você chupar.
Tiro o plug e enfio lentamente a cabeça do meu dildo. Doeu ao entrar, mas fui me acostumando, meu cérebro foi desligando. Colei ele no chão com a ventosa, agachei e fui sentando bem devagar, até conseguir sentar em cima dele e sentir as bolas do dildo pressionando meu corpo. Comecei a me mover pra cima e pra baixo.
Devo ter ficado uns 35 minutos enfiando o dildo no meu cu, me fodendo em diferentes tipos de poses e com ritmos diferentes em cada uma. Adoro foder meu cu com o dildo, mesmo sem me tocar. De repente, na minha cabeça, ressoa uma ordem: "Você pode se masturbar, mas não vai poder usar seu pau, você não serve como homem, é um inútil e adora que arrombem seu cu." "Seu pau deveria estar enjaulado, você não vai mais usá-lo." Não consigo me segurar e um jato de porra grossa sai. Vocês já sabem, não consigo resistir a beber minha própria porra, poucas coisas me fazem sentir tão puta quanto beber minha porra quentinha. Finalmente, tirei o dildo do meu cu e enfiei o plug e dormi a noite toda com ele colocado. Nunca tinha ficado tanto tempo com ele dentro e ainda por cima quieta. Na próxima, vou tentar sair na rua com o plug colocado. Até aqui minha história de ontem à noite, não hesitem em me comentar. Se gostam das experiências que compartilho e de como faço, deixem pontos. Isso me ajuda muito.
E comecei a ouvi-la na minha mente: - O que você tá fazendo? O que você tá fazendo em vez de se vestir como a puta que você é?
- Para de tomar água, sua burra, não me ignora
- Vai tomar o que você sabe que adora
- Aproveita, vai idiota, aproveita que você tá sozinha
Aí, sem mais nem menos e por vontade própria (por enquanto), deixei meu copo com água na bancada da cozinha e fui pro meu quarto. Me despi completamente e esperei ouvir de novo o lado puta da minha mente na minha cabeça.
Me parece incrível que a Sofi, que é minha personalidade mais submissa e puta, esteja virando uma Dominatrix que habita minha mente e me controla quando quer e pode. Imediatamente cedi o controle do meu corpo pra Sofi.
Me olhei no espelho e naquele instante a ouvi: — Sabe que gostosa você ficaria com uns peitões? — A bunda você pode malhar, mas uns peitos te deixariam bem putinha — É isso que você quer, né? — Se vestir e se ver como uma putinha, que ninguém tenha dúvida — Quer usar sutiã, fio-dental, bodys!
Peguei um conjunto minúsculo rosa, meu dildo e meu plug. Dentro de mim sentia um toque de desobediência, já que não tinha recebido ordem para pegar os dois brinquedos. Mas a voz da Sofi voltou a ecoar na minha mente: - É tão puta assim?
- Em nenhum momento te dei permissão para pegar seus brinquedos, puta imbecil.
Foi automático: deitei de bruços oferecendo a bunda na cama, peguei o plug gelado de metal e coloquei a ponta na entrada do meu cu. O frio do aço inoxidável me invadiu, fazendo com que eu fechasse de repente. Minha mão, sob o controle da Sofi, pressionou o plug no meu cu forçando a entrada — a dor e a ardência foram horríveis. Me senti violentado, mas com um toque de gratidão, porque não tinha obedecido.
Sentia que gostava daquela dor, não porque a sensação fosse boa, mas porque eu merecia aquele sofrimento intenso por ter sido desobediente.
Depois, sem oferecer resistência, Sofi me fez engolir o dildo. Senti ele enchendo minha garganta e tampando meu nariz sem usar as mãos ao entrar. Me forçando a soltar ar pela boca, aquele arco característico de um bom deep throat, com a ponta da rola abrindo caminho para o tronco enquanto entra e sai da sua boca. Chupo o dildo assim até ficar sem ar, solto um suspiro enorme, respiro fundo e depois volto de quatro para chupar de novo. - Já está dilatada, putinha.
- Nem esquenta, tira essa rola da boca, bem babada.
- Esse é todo o lubrificante que você merece.
- Espero que você tenha sido uma putinha babona de merda.
- Porque lubrificante é para as submissas obedientes.
- Agradeça que eu deixo você chupar.
Tiro o plug e enfio lentamente a cabeça do meu dildo. Doeu ao entrar, mas fui me acostumando, meu cérebro foi desligando. Colei ele no chão com a ventosa, agachei e fui sentando bem devagar, até conseguir sentar em cima dele e sentir as bolas do dildo pressionando meu corpo. Comecei a me mover pra cima e pra baixo.
Devo ter ficado uns 35 minutos enfiando o dildo no meu cu, me fodendo em diferentes tipos de poses e com ritmos diferentes em cada uma. Adoro foder meu cu com o dildo, mesmo sem me tocar. De repente, na minha cabeça, ressoa uma ordem: "Você pode se masturbar, mas não vai poder usar seu pau, você não serve como homem, é um inútil e adora que arrombem seu cu." "Seu pau deveria estar enjaulado, você não vai mais usá-lo." Não consigo me segurar e um jato de porra grossa sai. Vocês já sabem, não consigo resistir a beber minha própria porra, poucas coisas me fazem sentir tão puta quanto beber minha porra quentinha. Finalmente, tirei o dildo do meu cu e enfiei o plug e dormi a noite toda com ele colocado. Nunca tinha ficado tanto tempo com ele dentro e ainda por cima quieta. Na próxima, vou tentar sair na rua com o plug colocado. Até aqui minha história de ontem à noite, não hesitem em me comentar. Se gostam das experiências que compartilho e de como faço, deixem pontos. Isso me ajuda muito.
6 comentários - Mi lado Sissy vuelve a controlarme