Viajamos de carro sozinhos, paramos em vários lugares até chegar em Canasvieiras. Conhecemos várias praias, todas lindas. Até que uns caras argentinos da pousada onde estávamos, conversando entre eles, contaram que tinham ido numa praia de nudismo. Aí o José ficou de ouvido atento, depois a gente se aproximou deles pra pegar todas as informações de como chegar. Eles disseram que é uma praia bem tranquila, com pouca gente, salva-vidas e um bar. A praia não ficava longe de onde estávamos, uns 10 minutos de carro, e depois se chega caminhando. A gente sempre quis ir conhecer, mas por um motivo ou outro nunca tínhamos ido. Conversamos sobre isso e no dia seguinte, depois do almoço na praia da nossa pousada, partimos com o carro, estacionamos e começamos a caminhar exatamente como os caras tinham falado. O dia não estava muito quente, nublado com nuvens grandes, parecendo tempestade. Na mochila levamos o mate e uns biscoitos. Assim que chegamos, depois de uns 20 minutos de caminhada, vemos pouca gente, alguns de sunga, a minoria, a maioria pelada, e a poucos metros, os caras da pousada na beira do mar. Aí me deu uma certa agonia ver eles pelados e saber que a gente podia se encontrar de novo na pousada. Então falei pro José: vamos pra outra ponta da praia pra eles não nos verem. Continuamos andando e nos posicionamos a uns metros da água, quase no final. A maioria era casal gay e lésbica, alguns caras sozinhos, e alguns casais como a gente. Aí pergunto pro José: - a gente tira a roupa? Com um sorriso ele respondeu: - Claro, pra isso viemos, quero te ver pelada na frente de todo mundo… hahaha. Ele tirou a sunga primeiro, já tava quase dura. Por isso sentou na hora, pra disfarçar. Eu tirei o sutiã, demorei pra tirar a fio dental. Tinha uns caras que se aproximaram e eu não gostei. Daí a pouco chega outro casal e tira tudo, se acomoda perto da gente. A verdade é que eu já tava excitada e queria tirar a fio dental. Eles foram os que me deram coragem. Quando eu Percebi que tava toda molhada, o José também notou, e me falou: "cê tá mais quente que eu". A gente riu. Aí ele disse: "vamo pra água pra ver se a pica dá uma baixada" e saiu correndo, e eu atrás. A gente nadou, a água tava uma delícia, voltamos pro nosso lugar e começamos o mate. Enquanto tomávamos mate, o casal que tava pertinho da gente chegou e pediu pra tomar um com a gente. A situação de um casal pelado se aproximar e falar comigo me deixou doida, tava encharcada. O José já ficou duro na hora, isso gerou risada, e o Cristiano (era o nome dele) falou: "tranquilo, se a gente incomodar, a gente vaza". Claro que a gente disse que não atrapalhava. Eles tinham mais ou menos a nossa idade, eram de uma cidade a uns 150 km daqui, vêm todo ano de férias e são nudistas há muito tempo. O mate não agradou muito eles, então o Cristiano foi buscar umas cervejas geladas no bar e a Marcia ficou sozinha com a gente. Ela era uma mulher mais alta que a gente, com uns peitões, magra, mas com uma raba e umas pernas bem definidas. O Cristiano chegou andando com 4 cervejas, ele também era maior que o José, mais alto, com uns quilinhos a mais, uma barriguinha, mas carregava um pau grosso que balançava de uma perna pra outra. A gente largou o mate e começou a beber cerveja, foram várias rodadas, misturadas com umas caipirinhas. O José não conseguia disfarçar o tesão, ficou de pau duro a tarde inteira, era assunto de conversa, risada. Ele ia na água pra baixar, no bar, e daqui a pouco tava duro de novo... hahaha. Eles, com muito mais experiência que a gente, zoavam ele, embora o Cristiano também ficasse duro de vez em quando e tudo virava risada. A tarde começou a cair, eu já com várias cervejas e caipirinhas na cabeça tava meio alterada, ria de tudo e, principalmente, tava com um tesão danado. Acho que todo mundo percebeu. A gente começou a juntar as coisas, a se vestir e partiu de volta pro carro andando, conversando. Disseram que tinham que esperar um ônibus pra levar eles pra Canasvieiras. Aí a gente ofereceu uma carona, e por coincidência a pousada deles ficava a 7 quadras da nossa. Deixamos eles lá, mas antes eles nos convidaram pra jantar junto, e a gente topou na hora. Chegamos na nossa pousada e nem entramos no quarto — transamos tão forte que acho que a pousada inteira ouviu. A gente tava tão excitado, e eu meio bêbada, que não liguei pra nada, nem pros gritos que eu dei.
Tomamos banho e descansamos um pouco. Quando saímos do quarto e passamos pelo pátio, os caras argentinos estavam lá, e um perguntou se a gente tinha gostado da praia — eles tinham nos visto e estavam putos por não termos chamado eles pra tomar mate… a gente riu junto. Continuamos a conversa, enquanto eu pensava: esses caras me viram pelada, o que será que tão pensando agora? Será que ouviram meus gritos daquela trepada gostosa que a gente deu agora pouco? A gente se despediu e saiu rumo ao restaurante onde íamos encontrar o Cristiano e a Márcia pra jantar.
Quando chegamos, eles já estavam sentados numa mesa com lugares reservados pra gente. Quando o garçom se aproximou, o Cristiano pediu 4 caipirinhas. A gente riu e pediu umas pizzas pra comer. Eu já tinha me recuperado, mas assim que terminei a primeira caipirinha, percebi que já tava rindo de qualquer besteira e que tava ficando com tesão de novo.
A gente continuou bebendo — eu tomei mais uma e a terceira não consegui terminar. Os três, não sei quantas tomaram, mas todo mundo já tava bem alegre. Quando levantamos da mesa, foi como se o chão tivesse sumido, tudo balançava. A Márcia perguntou se eu tava bem, eu disse que sim, mas eles tiveram que me segurar entre ela e o José pra eu andar reto. Eles nos convidaram pra tomar um café na pousada deles, que era bem pertinho. Quando chegamos, perguntaram se eu queria deitar, porque não me achavam bem. Me levaram pro quarto deles, me deitei, e acho que dormi em dois segundos.
Quando o café chegou, a Márcia e o Cristiano estavam pelados e o José tirando a calça — isso me acordou na hora, me encontrar na cama com Eles nus, tão perto. Enquanto tomo meu café, tudo continuava rodando na minha cabeça, menos a pica do Cristiano, que era um cristal de dura. A Marcia me pergunta se quero tirar alguma coisa, e sem que eu responda, ela tira meu vestido e meu sutiã.
Cristiano com aquela piroca bem dura deita do meu lado, eu não conseguia tirar os olhos dele, ela se aproxima pela ponta da cama, sobe e começa a cavalgar devagar em cima dele, eu não podia acreditar no que via, eles estavam trepando do meu lado, ela começa a acariciar meus peitos. Eu estava desnorteada, a bebedeira ainda não tinha passado, o José levanta minha raba e tira minha fio dental, enquanto ela ajuda e passa a mão entre minhas pernas, isso me fez pirar, percebe que estou molhada, sorri e chupa os dedos com meu melado, o José se joga entre minhas pernas com a boca e começa a chupar bem a minha buceta. Ela continua me tocando, peitos e tudo que alcança com a mão.
Ela se joga em cima de mim com o corpo, me dá um beijo bem suave e fala: a gente vai se divertir pra caralho. As mãos do Cristiano se juntam em cima de mim, enquanto ela continua cavalgando devagar, fecho os olhos e sinto que vem um orgasmo muito gostoso, que não consigo segurar, começo a gemer forte, a respirar fundo, sentir as mãos deles, a língua e os dedos do José na minha buceta me fazem explodir num orgasmo foda, onde gemidos misturados com gritos saíram de mim que, sem dúvida, devem ter sido ouvidos bem longe.
Fico exausta de barriga pra cima, sentindo as mãos dos três que ainda percorriam meu corpo. O José se ajoelha, fica atrás da Marcia e começa a acariciar suas costas, peitos, quadris que continuavam se movendo em cima do Cristiano, ele tinha uma vista privilegiada deles, começa a dar uns tapas na bunda carnuda dela, até que se anima com os dedos a pressionar o cu dela. Ela para e olha pra ele, ele fica tenso, assustou achando que ela não gostou. Pelo contrário, ela fala: com um pouco de saliva, e ele imediatamente colocou nos dedos e a penetrou no cu com dois dedos.
Ela mudou o ritmo, começou a se mexer mais rápido. Eu fiquei do lado do José pra ter uma visão melhor, coloquei uma camisinha e comecei a tocar ela, primeiro nos peitos e depois na buceta, tocando também a bela pica do Cristiano que entrava e saía.
Ela diz: me dá tua pica. O José tira os dedos e imediatamente coloca a pica. Aí sim dava pra ver que ela tava prestes a explodir, começa a se mexer forte, a gemer. Eu chego perto, chupo a orelha dela e falo: goza bem gostoso. Ela num segundo explodiu num orgasmo, junto com o José que dava umas estocadas bem violentas no cu dela.
Ela cai em cima do Cristiano e o José se joga na cama do lado deles. Ela se levanta e vejo que o Cristiano ainda continua com a pica bem dura. Não tinha acabado. Aí ela se joga em cima da pica dele com o cu apontando pro José e começa a chupar ele, tirando todo o gozo que ela mesma deixou. Eu me aproximo pelos pés, seguro a pica dele com uma mão e com a outra acaricio os ovos e o cu dele. Percebo que ele gosta que eu toque lá, então coloquei saliva nos dedos e penetrei ele até começar a esfregar a próstata dele. Me aproximei com minha boca naquela pica que a gente chupava juntas, enquanto nos beijávamos.
Notamos que ele já ia gozar. Eu esfregava cada vez mais a próstata dele. Ele não aguentou mais, e o primeiro jato de porra foi na cara e no cabelo da Márcia. O segundo ela não deixou escapar uma gota, foi tudo na boca dela, que continuou sugando. Caímos exaustos, eu em cima do José enquanto ainda acariciava a pica dele, já não tão dura.
Tomamos um banho rápido, nos acomodamos os 4 exaustos na cama. Não estávamos confortáveis, eu e a Márcia no meio. Dormimos até sentir claridade. Durante a noite toda, senti as mãos do Cristiano me acariciando, principalmente o cu.
Quando acordamos, eles disseram que era o último dia de férias deles, que tinham o ônibus ao meio-dia. Combinamos de nos ver de novo. Nos vestimos e, com o José, nos Fomos pra nossa pousada, onde depois de comer fomos de novo pra praia de nudismo. Quando chegamos, caminhamos até o mesmo lugar onde estávamos, cruzamos com os argentinos que queriam tomar mate com a gente. Do nosso lado, tinha um casal gay, muito simpáticos, e um casal jovem, onde só ela estava de topless. Não rolou nada e, depois de ficar pelados a tarde toda, voltamos pra nossa pousada.
Tomamos banho e descansamos um pouco. Quando saímos do quarto e passamos pelo pátio, os caras argentinos estavam lá, e um perguntou se a gente tinha gostado da praia — eles tinham nos visto e estavam putos por não termos chamado eles pra tomar mate… a gente riu junto. Continuamos a conversa, enquanto eu pensava: esses caras me viram pelada, o que será que tão pensando agora? Será que ouviram meus gritos daquela trepada gostosa que a gente deu agora pouco? A gente se despediu e saiu rumo ao restaurante onde íamos encontrar o Cristiano e a Márcia pra jantar.
Quando chegamos, eles já estavam sentados numa mesa com lugares reservados pra gente. Quando o garçom se aproximou, o Cristiano pediu 4 caipirinhas. A gente riu e pediu umas pizzas pra comer. Eu já tinha me recuperado, mas assim que terminei a primeira caipirinha, percebi que já tava rindo de qualquer besteira e que tava ficando com tesão de novo.
A gente continuou bebendo — eu tomei mais uma e a terceira não consegui terminar. Os três, não sei quantas tomaram, mas todo mundo já tava bem alegre. Quando levantamos da mesa, foi como se o chão tivesse sumido, tudo balançava. A Márcia perguntou se eu tava bem, eu disse que sim, mas eles tiveram que me segurar entre ela e o José pra eu andar reto. Eles nos convidaram pra tomar um café na pousada deles, que era bem pertinho. Quando chegamos, perguntaram se eu queria deitar, porque não me achavam bem. Me levaram pro quarto deles, me deitei, e acho que dormi em dois segundos.
Quando o café chegou, a Márcia e o Cristiano estavam pelados e o José tirando a calça — isso me acordou na hora, me encontrar na cama com Eles nus, tão perto. Enquanto tomo meu café, tudo continuava rodando na minha cabeça, menos a pica do Cristiano, que era um cristal de dura. A Marcia me pergunta se quero tirar alguma coisa, e sem que eu responda, ela tira meu vestido e meu sutiã.
Cristiano com aquela piroca bem dura deita do meu lado, eu não conseguia tirar os olhos dele, ela se aproxima pela ponta da cama, sobe e começa a cavalgar devagar em cima dele, eu não podia acreditar no que via, eles estavam trepando do meu lado, ela começa a acariciar meus peitos. Eu estava desnorteada, a bebedeira ainda não tinha passado, o José levanta minha raba e tira minha fio dental, enquanto ela ajuda e passa a mão entre minhas pernas, isso me fez pirar, percebe que estou molhada, sorri e chupa os dedos com meu melado, o José se joga entre minhas pernas com a boca e começa a chupar bem a minha buceta. Ela continua me tocando, peitos e tudo que alcança com a mão.
Ela se joga em cima de mim com o corpo, me dá um beijo bem suave e fala: a gente vai se divertir pra caralho. As mãos do Cristiano se juntam em cima de mim, enquanto ela continua cavalgando devagar, fecho os olhos e sinto que vem um orgasmo muito gostoso, que não consigo segurar, começo a gemer forte, a respirar fundo, sentir as mãos deles, a língua e os dedos do José na minha buceta me fazem explodir num orgasmo foda, onde gemidos misturados com gritos saíram de mim que, sem dúvida, devem ter sido ouvidos bem longe.
Fico exausta de barriga pra cima, sentindo as mãos dos três que ainda percorriam meu corpo. O José se ajoelha, fica atrás da Marcia e começa a acariciar suas costas, peitos, quadris que continuavam se movendo em cima do Cristiano, ele tinha uma vista privilegiada deles, começa a dar uns tapas na bunda carnuda dela, até que se anima com os dedos a pressionar o cu dela. Ela para e olha pra ele, ele fica tenso, assustou achando que ela não gostou. Pelo contrário, ela fala: com um pouco de saliva, e ele imediatamente colocou nos dedos e a penetrou no cu com dois dedos.
Ela mudou o ritmo, começou a se mexer mais rápido. Eu fiquei do lado do José pra ter uma visão melhor, coloquei uma camisinha e comecei a tocar ela, primeiro nos peitos e depois na buceta, tocando também a bela pica do Cristiano que entrava e saía.
Ela diz: me dá tua pica. O José tira os dedos e imediatamente coloca a pica. Aí sim dava pra ver que ela tava prestes a explodir, começa a se mexer forte, a gemer. Eu chego perto, chupo a orelha dela e falo: goza bem gostoso. Ela num segundo explodiu num orgasmo, junto com o José que dava umas estocadas bem violentas no cu dela.
Ela cai em cima do Cristiano e o José se joga na cama do lado deles. Ela se levanta e vejo que o Cristiano ainda continua com a pica bem dura. Não tinha acabado. Aí ela se joga em cima da pica dele com o cu apontando pro José e começa a chupar ele, tirando todo o gozo que ela mesma deixou. Eu me aproximo pelos pés, seguro a pica dele com uma mão e com a outra acaricio os ovos e o cu dele. Percebo que ele gosta que eu toque lá, então coloquei saliva nos dedos e penetrei ele até começar a esfregar a próstata dele. Me aproximei com minha boca naquela pica que a gente chupava juntas, enquanto nos beijávamos.
Notamos que ele já ia gozar. Eu esfregava cada vez mais a próstata dele. Ele não aguentou mais, e o primeiro jato de porra foi na cara e no cabelo da Márcia. O segundo ela não deixou escapar uma gota, foi tudo na boca dela, que continuou sugando. Caímos exaustos, eu em cima do José enquanto ainda acariciava a pica dele, já não tão dura.
Tomamos um banho rápido, nos acomodamos os 4 exaustos na cama. Não estávamos confortáveis, eu e a Márcia no meio. Dormimos até sentir claridade. Durante a noite toda, senti as mãos do Cristiano me acariciando, principalmente o cu.
Quando acordamos, eles disseram que era o último dia de férias deles, que tinham o ônibus ao meio-dia. Combinamos de nos ver de novo. Nos vestimos e, com o José, nos Fomos pra nossa pousada, onde depois de comer fomos de novo pra praia de nudismo. Quando chegamos, caminhamos até o mesmo lugar onde estávamos, cruzamos com os argentinos que queriam tomar mate com a gente. Do nosso lado, tinha um casal gay, muito simpáticos, e um casal jovem, onde só ela estava de topless. Não rolou nada e, depois de ficar pelados a tarde toda, voltamos pra nossa pousada.
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