mirando como coge en el gimnasio

Quarta-feira à tarde, tava de boa em casa, esperando a Vale chegar da academia, pra comer alguma coisa e ir dormir. Notei ela muito cansada e ofegante, ela disse que era porque no final do treino tinha feito bicicleta, desconfiei um pouco mas acabei acreditando. Ela tomou banho, comemos, fomos pra cama e tentei arrancar umas informações dela, ela confessou que o professor de educação física dava em cima dela direto, mas que ela não aceitava, e que realmente tinha chegado ofegante por causa da bicicleta. Perguntei se ela gostava do professor, qual era a dele, ela disse que achava ele bonito, era um cara de cabelo castanho, não muito forte, mas bem definido, sugeri a gente se divertir um pouco com a situação. Ela me contou que às sextas o professor fecha a academia sozinho, e de noite não tem muita gente, então decidi que na sexta eu iria como um aluno novo (eu malho em outra academia) e veria como ele se comporta. Claro que ela ia dar mais corda pras investidas dele.
Chegou sexta-feira, terminei de trabalhar, fui pra casa, me troquei e saí pra academia. Ela ia chegar mais tarde. Era umas 20h20, tinha pouca gente. Enquanto montavam minha ficha, me mandaram trotar, então fui pras esteiras e fiquei de olho no salão. Tinha 4 caras e uma mina, que tava sendo supervisionada pelo professor. Lá pras 21h, minha mulher chegou: tênis running preto, legging branca e top preto. A legging deixava ver uma calcinha fio dental preta. Ela nunca vai assim, mas dessa vez precisava, de qualquer jeito, chamar a atenção do professor dela. Nessa hora, os outros professores já estavam indo embora, assim como os 4 caras. Ou seja, ficamos só ela, o professor e eu. A academia fecha às 22h.
Ela se aproximou dele e o cumprimentou. — Tá fatal hoje! — exclamou, claramente nunca tinha dito que tinha parceiro, ele agia com toda naturalidade. Ela riu, conversaram um pouco e começou a rotina dela, ele não parava de segui-la pela academia, enquanto que, quando lembrava de mim, vinha e me dava umas instruções. Meia hora depois, quis me mandar embora, dizendo que como era meu primeiro dia, já podia ir. Falei que daria uma caminhada pra finalizar e iria embora. Ele não gostou muito, mas não podia falar nada. Vi como voltava com minha parceira e começava a fazer piadas e tentar roçar nela, agarrá-la, brincar um pouco, percebia que dessa vez ela ia dar o que ele queria. Estavam sentados num banco, conversando, dava pra ver como a cada dois por três ele se ajustava o pedaço, isso mostrava que a conversa era quente. Ela colocou a mão dela na perna dele, ele imediatamente olhou pro meu lado, mas ela, bem safada, pegou o rosto dele e o beijou, fez gestos pra eu ir embora, queria que eu me escondesse. Ficaram um bom tempo se beijando, até que ela se levantou e o levou pro banheiro. Obviamente, eu os segui. Estavam se beijando à beça contra uma parede, ele agarrava a bunda dela e a pressionava contra o corpo. Ela levantou a camiseta dele e começou a chupar o peito e o abdômen dele, tudo definido, nem uma gota de gordura. Ele agarrava a cabeça dela e a fazia ir pra onde quisesse. Ela se ajoelhou, abaixou a calça dele e começou a passar a língua no volume que aparecia na cueca, enquanto ele curtia, guiando ela pelo rabo de cavalo que ela tinha no cabelo. Ele não aguentou mais e abaixou a cueca, tava totalmente depilado. Ela pegou a pica dele, passou a mão e começou a chupar os ovos enquanto olhava pra ele e masturbava bem devagar. — Isso, bebê, chupa tudo, come minha pica, gostosa, que vontade que tava de te ter assim — ela não respondia, olhava pra ele e enfiava a pica na boca. Enquanto fazia um boquete lindo, ela levantou os braços. convidando ele a tirar o top dela, ela ficou de peitos de fora, ele se ergueu um pouco pra brincar com os mamilos dela, ela continuava enfiando a rola toda na boca, babando muito, do jeito que ela gosta, Gastão apertava cada vez mais forte os peitos dela e de vez em quando pegava na cara dela e apertava bem forte contra a pélvis, ele avisou que se ela continuasse, ele ia gozar rápido, mas ela não ligou e continuou chupando até que eu vi a porra começar a escorrer da boca dela, ele tremeu e ela deixou cair um pouco do sêmen nos peitos enquanto olhava pra ele com uma carinha de inocente e perguntava se ele tinha gostado. O professor disse que ia dar um banho nela, ajudou ela a se levantar, tirou o tênis dela, baixou a calcinha, e por último tirou a fio dental, passou o dedo na buceta dela, sentiu que tava molhada e não hesitou em provar o gosto, levando o dedo à boca. Foi até os chuveiros e ligou um, enquanto esperavam a água esquentar, ela beijava a boca dele, ele pouco se importava com a própria porra, enquanto com um dedo dava pra ver como ele esfregava o clitóris, antes de entrar com ela no chuveiro, ele foi até a mochila e pegou um sabonete, começou a esfregar no corpo todo dela enquanto continuavam se beijando, não demorou muito pra eles se excitarem de novo e partirem pra um segundo round. Depois de uma ensaboada suave e carinhosa, ele apoiou ela na parede e começou a masturbar ela num ritmo mais forte e violento do que o carinhoso que tinha mostrado antes, o pau dele começou a endurecer de novo, ela de vez em quando estremecia e tremia, de vez em quando ele parava e se ajoelhava pra chupar a buceta dela, mas isso durava pouco e logo ele começava de novo a masturbar ela num ritmo desenfreado. Ela dizia – me dá mais, mais forte, cara –
Profe – cê curte uma gostosa assim, que te pega com a mão, que putinha você se mostrou –

Parecia que ele tava arrancando faísca da buceta dela, que tava super quente. Ela começou a gemer, a gritar, a tremer, tava gozando e era com muito prazer. Ela segurou a mão dele pra ele parar, não aguentava mais. Ele tirou a mão dela com força, pegou ela pela cintura, levantou um pouco e tentou penetrar. Ela ajudou e ele começou a comer ela de pé. Ela abraçava ele com braços e pernas, enquanto ele fazia ela pular cada vez mais forte.
– mmm ninguém me come se beber, continua, não para nunca –
Profe – como você gosta dessa pica, hein, que puta você é –
– sim sim, meu namorado não me fode assim, quero que você goze dentro de mim sempre, seu lindo, continua, continua, sou sua putinha, sua menininha da academia –
Depois dessa conversinha rápida, o professor não aguentou mais e encheu minha mina de leite de novo. Dessa vez, a buceta dela tava vazando toda a porra, escorrendo pela virilha dela. Eles ficaram um tempão se beijando, até que ela foi na bolsa pegar uma toalha pra se trocar e voltar pra casa. Aí eu aproveitei a chance pra vazar rápido da academia antes que ela percebesse que alguém tinha visto tudo.

2 comentários - mirando como coge en el gimnasio

Uffff seeeeee un montón m calentó tu relato, q linda paja m hiciste hacer