Depois do encontro com minha vizinha Fabi, a tensão ficou no ar e a gente repetiu umas duas vezes. Hoje, tô voltando do trampo e recebo uma mensagem dela: "Você demora muito? Tô sozinha." Respondo que não, que já tô chegando. Ela diz que a porta tá aberta. Chego, subo, entro e ela tá na cozinha. Deixo minhas coisas no chão, do lado da cozinha, a gente se beija por um tempo, e ela me abaixa a calça ali mesmo na cozinha e começa a me fazer um boquete. Depois de um tempo, levanto ela, coloco contra a bancada e meto com tudo. Ela começa a gemer e gritar de prazer. No final, ela se veste, eu também, e falo: "Vou em casa me trocar e volto." Quando a gente sai da cozinha, lá está Yosi, parada encostada na parede da cozinha, com o rosto todo vermelho, uma mão numa teta e a outra descendo devagar pra dentro da calcinha. Olho direto nos olhos dela e vejo que ela continua corada, com a mão já apertando a própria teta e a outra já dentro da calcinha. Começo a me aproximar devagar, enquanto percebo as mãos dela se mexendo mais rápido e sinto a respiração acelerada. Resolvo arriscar e coloco minha mão na outra teta dela. Ela solta um gemido abafado. Chego mais perto e coloco a outra mão na bunda dela, apertando com força até ela soltar um "ahhh". Aí paro de perder tempo e beijo ela — um beijo cheio de luxúria e vontade de transar. Enquanto tô beijando ela, ouço Fabi dizer: "Você tem que aproveitar esse momento." E tira a blusa e o sutiã de Yosi, deixando os peitos dela no ar. Manda ela descer pra chupar meu pau enquanto Fabi me beija. Nisso, o celular de Yosi toca — era uma das outras vizinhas que tava chegando. Yosi desligou, enfiou meu pau de novo até o fundo uma vez, se levantou e falou: "Depois a gente termina isso." Se vestiu e foi embora.
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