Adicionei uma pequena multidão de espécimes negros nesse experimento que já tinha uma mini civilização ou reino, pode-se dizer, só que nela só tinha espécimes brancos." "No dia 5, os espécimes negros já tinham tomado o controle do reino, eliminaram o líder, dominaram os espécimes masculinos brancos, colocaram gaiola de castidade neles e tomaram as mulheres deles como escravas.
Por enquanto vou deixar o tempo passar e a gente vai observar o comportamento.
Dia 9
Farid: (eu) É horrível viver com essa gaiola no meu pau, tomara que a gente pudesse se rebelar contra esses filhos da puta
Liza: (minha namorada) Não fala isso, amor... Nosso dono pode nos ouvir e se ferrar com a gente.
Merl: (nosso macho alfa) Cheguei, cadê meus escravos?
F: Esse era o nosso senhor, somos os escravos dele, cada casal ganhou um senhor pra servir.
Quando ele chegou, eu e minha mina tiramos toda a roupa e ficamos de joelhos esperando as ordens dele.
M: Que patéticos vocês parecem ajoelhados na minha frente, mas tenho que aproveitar pra minha puta me dar um boquete gostoso.
L: O que o senhor mandar, senhor.
F: É frustrante ficar de joelhos ao lado da minha mina enquanto ela chupa a pica desse filho da puta e eu tô aqui com meu pau enjaulado.
Minha namorada parece que não consegue respirar com esse pauzão enorme enfiado até a garganta dela, só vejo saliva escorrendo pelos cantos da boca dela... Merl levantou minha namorada e com a força dos braços começou a comer ela sem apoio nenhum. M: Adoro te comer na frente do teu namorado, putinha, e você, vagabunda, se ajoelha e beija meus pés. F: O que o meu senhor mandar, me ajoelhei deixando minha bunda pra cima e beijei os pés dele... de repente senti ele colocar o pé na minha bunda.
M: Que raça fraca é essa, e as mulheres deles são as melhores putas... Abre bem essa boca, vagabunda. F: O filho da puta esvaziou todo o sêmen na boca da minha linda namorada. M: Agora beija teu namorado patético e aperta as bolinhas dele.
F: Essa parte talvez era a melhor, porque era uma das únicas interações que os machos alfa nos deixavam ter com nossas namoradas... A gente se deu um baita beijo, mesmo com o sêmen do meu senhor no meio, não importava. Minha namorada apertava minhas bolas, que mesmo enjauladas, vazaram meu sêmen. Nós dois engolimos o sêmen do nosso alfa.
M: A propósito, de tarde vou jogar cartas com o Berl (ele era o macho alfa dos nossos vizinhos, Clau e Niko, além de ser meu melhor amigo). Já sabem, eles se preparam pra ir visitá-los.
M: Não tinha muito o que preparar, já que na presença dos nossos superiores a gente não usa roupa, só uns colares com a insígnia do nosso senhor. Quando chegamos na casa dos nossos vizinhos, na sala, o Berl tava recebendo um boquete dos dois, Clau e Niko estavam de joelhos chupando aquela pica enorme enquanto o Berl bebia uma cerveja.
O niko já tinha me contado que o chefe dele era muito agressivo e não fazia distinção entre os sexos, era um tremendo tarado.
Berl: Chegou tarde, seu filho da puta.
Merl: Desculpa, tava fazendo minha putinha engolir porra.
B: Tô ligado, olha, aqui tenho esses dois babando no meu pau.
F: Nessas visitas era sempre a mesma rotina, eles jogavam cartas enquanto nossas minas ficavam de joelhos debaixo da mesa chupando os paus deles. Eu e o Niko ficávamos pra buscar cerveja, satisfazer qualquer vontade e limpar nossas minas quando eles comiam elas. Fui até meu macho alfa e perguntei: O senhor deseja algo?
M: Não, some daqui, não tá vendo que tô perdendo? Aquele filho da puta ganhou uma rodada e tá com a minha puta sentada no colo dele.
— Certamente, minha mina tava sentada no colo do Berl enquanto a Clau continuava chupando o pau dele, eles faziam isso como troféu quando um tava ganhando.
B: Então sai, vai amadurecer com seu amigo perdedor, não tá vendo que hoje eu vou comer as duas vadias? F: Desculpa, senhores, me perdoem, e me retirei pra perto do Niko. Niko: — Tô cheio disso, odeio que aquele filho da puta esteja comendo a minha mina, você não odeia também? F: Pra ser sincero, sim, mas não podemos fazer nada contra eles, olha só, eles nos deixaram nessa jaula sem poder fazer nada. N: Já chega, quando eles estiverem bêbados, a gente ataca e elimina eles. F: Você é louco, eles são enormes, não podemos fazer nada contra eles, nem nessas condições. N: Não vou mais aguentar essa humilhação... — De repente, ouviu-se a mesa cair no chão e nossas minas gritarem. Marl e Berl estavam brigando... Berl: Vou te matar e ficar com seus escravos. Marl: Quero ver você tentar, seu idiota. Eles ficaram se trocando porrada pela sala toda, eu corri até nossas minas, elas não pareciam machucadas. — Num certo momento, Berl tinha Marl no chão, socando a cara dele já toda ensanguentada, Marl já não respondia... Quando Berl se levantou pra comemorar a vitória, por trás veio Niko correndo com uma faca na mão. N: Vou te matar, seu maldito... — Berl foi rápido demais, com uma facilidade pegou o braço do Niko, com a outra mão levantou ele pelo pescoço até sufocar... — Berl jogou a faca fora e foi sentar, exausto, num dos sofás... Rapidinho a Cláudia correu até ele e se ajoelhou na frente dele. Clau: Tá bem, meu senhor? Tava com medo de acontecer alguma coisa... Parecia uma putinha preocupada com o dono dela.
Berl: -Fica tranquila, putinha, já cuidei do estúpido e do inútil do teu namorado.
C: Ah, que bom que você se livrou dele, já não aguentava mais aquele perdedor, eu só quero ser sua, senhor, aquele beta só atrapalhava a gente.
B: Você é uma puta pervertida do caralho, vem cá. -A Clau estava agarrada no macho dela, beijava a perna dele, tocava no pauzão, tava toda feliz em ser o brinquedo daquele filho da puta.
- Eu fiquei pasmo, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. -Enquanto eu e minha namorada continuávamos no chão, com medo, sem saber o que fazer... C: Só quero ser sua putinha, só sua, quero que me faça sua esposa, Amo... B: Sua vadiazinha do caralho, sabe do que eu gosto, mas só podemos fazer de esposas as mulheres que engravidamos. -Clau, animada, completou. C: Então me engravida, Amo, marca essa putinha com seu sêmen superior pra poder me reclamar. Berl colocou os dedos na boca de Clau e disse: B: Shhh, se continuar sendo uma putinha boazinha, talvez eu te faça minha esposa. Por agora, chupa meu pau como recompensa pela minha vitória sobre o inútil do teu namorado. C: Sim, Amo, o que o senhor mandar. -Clau começou a chupar o pau dele como se fosse sua única razão de viver, parecia encantada com aquela piroca enorme.
B: Vocês duas, vadias... venham aqui. Eu e minha mina fomos primeiro, aí a gente ajoelhou. B: A partir de agora, eu reivindico vocês duas como minhas novas putas, agora vocês me pertencem ou querem seguir o destino do seu dono? -A gente se prostrou diante dele em sinal de submissão. F e L: Não, senhor, a gente vai ser suas putas e estamos prontas pra tudo que o senhor mandar.
B: Já imaginava... Os inferiores conhecem seu lugar. —Berl deu um tapa na bunda da Clau e ela ficou de quatro, Berl a dominava tanto que nem precisava falar pra dar ordens. —Berl tava comendo a Clau de quatro enquanto eu e minha mina continuávamos prostrados do lado, só esperando ordens...
Continua...

Por enquanto vou deixar o tempo passar e a gente vai observar o comportamento.
Dia 9 Farid: (eu) É horrível viver com essa gaiola no meu pau, tomara que a gente pudesse se rebelar contra esses filhos da puta
Liza: (minha namorada) Não fala isso, amor... Nosso dono pode nos ouvir e se ferrar com a gente.
Merl: (nosso macho alfa) Cheguei, cadê meus escravos? F: Esse era o nosso senhor, somos os escravos dele, cada casal ganhou um senhor pra servir.
Quando ele chegou, eu e minha mina tiramos toda a roupa e ficamos de joelhos esperando as ordens dele. M: Que patéticos vocês parecem ajoelhados na minha frente, mas tenho que aproveitar pra minha puta me dar um boquete gostoso.
L: O que o senhor mandar, senhor.
F: É frustrante ficar de joelhos ao lado da minha mina enquanto ela chupa a pica desse filho da puta e eu tô aqui com meu pau enjaulado.
Minha namorada parece que não consegue respirar com esse pauzão enorme enfiado até a garganta dela, só vejo saliva escorrendo pelos cantos da boca dela... Merl levantou minha namorada e com a força dos braços começou a comer ela sem apoio nenhum. M: Adoro te comer na frente do teu namorado, putinha, e você, vagabunda, se ajoelha e beija meus pés. F: O que o meu senhor mandar, me ajoelhei deixando minha bunda pra cima e beijei os pés dele... de repente senti ele colocar o pé na minha bunda.
M: Que raça fraca é essa, e as mulheres deles são as melhores putas... Abre bem essa boca, vagabunda. F: O filho da puta esvaziou todo o sêmen na boca da minha linda namorada. M: Agora beija teu namorado patético e aperta as bolinhas dele.
F: Essa parte talvez era a melhor, porque era uma das únicas interações que os machos alfa nos deixavam ter com nossas namoradas... A gente se deu um baita beijo, mesmo com o sêmen do meu senhor no meio, não importava. Minha namorada apertava minhas bolas, que mesmo enjauladas, vazaram meu sêmen. Nós dois engolimos o sêmen do nosso alfa.
M: A propósito, de tarde vou jogar cartas com o Berl (ele era o macho alfa dos nossos vizinhos, Clau e Niko, além de ser meu melhor amigo). Já sabem, eles se preparam pra ir visitá-los. M: Não tinha muito o que preparar, já que na presença dos nossos superiores a gente não usa roupa, só uns colares com a insígnia do nosso senhor. Quando chegamos na casa dos nossos vizinhos, na sala, o Berl tava recebendo um boquete dos dois, Clau e Niko estavam de joelhos chupando aquela pica enorme enquanto o Berl bebia uma cerveja.
O niko já tinha me contado que o chefe dele era muito agressivo e não fazia distinção entre os sexos, era um tremendo tarado.
Berl: Chegou tarde, seu filho da puta. Merl: Desculpa, tava fazendo minha putinha engolir porra.
B: Tô ligado, olha, aqui tenho esses dois babando no meu pau.
F: Nessas visitas era sempre a mesma rotina, eles jogavam cartas enquanto nossas minas ficavam de joelhos debaixo da mesa chupando os paus deles. Eu e o Niko ficávamos pra buscar cerveja, satisfazer qualquer vontade e limpar nossas minas quando eles comiam elas. Fui até meu macho alfa e perguntei: O senhor deseja algo?
M: Não, some daqui, não tá vendo que tô perdendo? Aquele filho da puta ganhou uma rodada e tá com a minha puta sentada no colo dele.
— Certamente, minha mina tava sentada no colo do Berl enquanto a Clau continuava chupando o pau dele, eles faziam isso como troféu quando um tava ganhando.
B: Então sai, vai amadurecer com seu amigo perdedor, não tá vendo que hoje eu vou comer as duas vadias? F: Desculpa, senhores, me perdoem, e me retirei pra perto do Niko. Niko: — Tô cheio disso, odeio que aquele filho da puta esteja comendo a minha mina, você não odeia também? F: Pra ser sincero, sim, mas não podemos fazer nada contra eles, olha só, eles nos deixaram nessa jaula sem poder fazer nada. N: Já chega, quando eles estiverem bêbados, a gente ataca e elimina eles. F: Você é louco, eles são enormes, não podemos fazer nada contra eles, nem nessas condições. N: Não vou mais aguentar essa humilhação... — De repente, ouviu-se a mesa cair no chão e nossas minas gritarem. Marl e Berl estavam brigando... Berl: Vou te matar e ficar com seus escravos. Marl: Quero ver você tentar, seu idiota. Eles ficaram se trocando porrada pela sala toda, eu corri até nossas minas, elas não pareciam machucadas. — Num certo momento, Berl tinha Marl no chão, socando a cara dele já toda ensanguentada, Marl já não respondia... Quando Berl se levantou pra comemorar a vitória, por trás veio Niko correndo com uma faca na mão. N: Vou te matar, seu maldito... — Berl foi rápido demais, com uma facilidade pegou o braço do Niko, com a outra mão levantou ele pelo pescoço até sufocar... — Berl jogou a faca fora e foi sentar, exausto, num dos sofás... Rapidinho a Cláudia correu até ele e se ajoelhou na frente dele. Clau: Tá bem, meu senhor? Tava com medo de acontecer alguma coisa... Parecia uma putinha preocupada com o dono dela.
Berl: -Fica tranquila, putinha, já cuidei do estúpido e do inútil do teu namorado. C: Ah, que bom que você se livrou dele, já não aguentava mais aquele perdedor, eu só quero ser sua, senhor, aquele beta só atrapalhava a gente.
B: Você é uma puta pervertida do caralho, vem cá. -A Clau estava agarrada no macho dela, beijava a perna dele, tocava no pauzão, tava toda feliz em ser o brinquedo daquele filho da puta.
- Eu fiquei pasmo, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. -Enquanto eu e minha namorada continuávamos no chão, com medo, sem saber o que fazer... C: Só quero ser sua putinha, só sua, quero que me faça sua esposa, Amo... B: Sua vadiazinha do caralho, sabe do que eu gosto, mas só podemos fazer de esposas as mulheres que engravidamos. -Clau, animada, completou. C: Então me engravida, Amo, marca essa putinha com seu sêmen superior pra poder me reclamar. Berl colocou os dedos na boca de Clau e disse: B: Shhh, se continuar sendo uma putinha boazinha, talvez eu te faça minha esposa. Por agora, chupa meu pau como recompensa pela minha vitória sobre o inútil do teu namorado. C: Sim, Amo, o que o senhor mandar. -Clau começou a chupar o pau dele como se fosse sua única razão de viver, parecia encantada com aquela piroca enorme.
B: Vocês duas, vadias... venham aqui. Eu e minha mina fomos primeiro, aí a gente ajoelhou. B: A partir de agora, eu reivindico vocês duas como minhas novas putas, agora vocês me pertencem ou querem seguir o destino do seu dono? -A gente se prostrou diante dele em sinal de submissão. F e L: Não, senhor, a gente vai ser suas putas e estamos prontas pra tudo que o senhor mandar.
B: Já imaginava... Os inferiores conhecem seu lugar. —Berl deu um tapa na bunda da Clau e ela ficou de quatro, Berl a dominava tanto que nem precisava falar pra dar ordens. —Berl tava comendo a Clau de quatro enquanto eu e minha mina continuávamos prostrados do lado, só esperando ordens...
Continua...
1 comentários - Experimento: O Domínio do BBC