Capítulo 3: A Testemunha Inesperada
Ele não ficou atrás. Tirou a camisa e o jeans, ficando só de cueca boxer justa. A prova da excitação dele já era bem visível, marcando o tecido.
Corremos e nos jogamos na água fresca. A sensação foi um alívio pro calor, mas um tormento pro desejo. Brincamos como crianças, nos molhando, rindo, mas cada "acidente" tático era de propósito. Meus peitos roçavam nas costas dele quando eu tentava afundá-lo, minha bunda batia na virilha dele quando eu escapava.
A tensão ficou insuportável. Num movimento suave, ela me prendeu contra o corpo dela, perto da margem, onde a água batia na nossa cintura. Já não tinha mais risada.
—Já chega de brincadeira, priminha —ele disse, e a boca dele capturou a minha num beijo que não tinha nada de infantil.
Foi um beijo faminto, cheio da mesma urgência animal da noite anterior. Correspondi com a mesma ferocidade, minhas mãos se enroscando no cabelo molhado dele. E então, debaixo da superfície turva da água, minha mão encontrou a cueca dele. Enfiei a mão dentro e agarrei o pau dele, já completamente duro e pulsando. Comecei a masturbar ele com movimentos firmes, seguindo o ritmo das nossas línguas.Ele quebrou o beijo para ofegar, enterrando o rosto no meu pescoço.

—Essa buceta quer você dentro de novo, Leão —sussurrei no ouvido dele, enquanto meu punho subia e descia pelo comprimento dele debaixo d'água.
—Aqui não — ele rosnou, embora o corpo dele dissesse o contrário, se esfregando na minha mão —. Muito exposto.
—E quem se importa? —desafiei, acelerando o movimento—. Não tem ninguém.
As mãos dele agarraram as tiras fininhas do meu biquíni. Com um puxão seco, rasgou tudo.
Nossos beijos ficaram mais profundos e desesperados, salgados pela água do rio e pelo suor. Enquanto meu punho continuava masturbando o pau duro e pulsante dele debaixo d'água, senti a mão de León deslizar pela minha coxa molhada e se enfiar entre minhas pernas. Dois dos dedos rudes dele encontraram meu clitóris inchado e começaram a massageá-lo em círculos experientes, me fazendo gemer na boca dele.
—Sim, aí... não para —supliquei, separando meus lábios pra dar acesso melhor pra ele.
Ele não precisou de mais convite. Os dedos dele, primeiro um e depois dois, se enfiaram na minha buceta com uma firmeza que fez eu arquear as costas. O contraste era eletrizante: a água fresca do rio na minha pele e o calor dos dedos dele se movendo dentro de mim.
—Tá escorrendo, priminha —murmurou contra meus lábios, os dedos dele entrando e saindo com um som molhado e obsceno—. Toda essa buceta molhada é por minha causa.
—É por você, gostoso —confirmei, perdida na sensação—. Mas quero seu pau, não seus dedos. Mete tudo.
Aquela foi a faísca que eu precisava. Ele pegou na minha mão e me guiou pra fora da água. Caminhamos cambaleando, encharcados e ofegantes, até a clareirinha de grama onde a gente tinha deixado a roupa. Ele estendeu a camisa xadrez dele no chão.
—Deita —ordenou, e a voz dele estava rouca de desejo.
Me deitei de costas no tecido áspero, a grama molhada tocando minhas costas. Abri as pernas num convite obsceno, completamente exposta à luz do dia. Ele se ajoelhou entre minhas coxas, a cueca encharcada já tinha ido embora. O pau dele, imponente e duro, pairou sobre mim.
Em vez de entrar, ele se inclinou e começou a esfregar a cabeça grossa e brilhante contra meu clitóris e meus lábios encharcados. O contato era uma tortura deliciosa.
—León, por favor —implorei, erguendo meus quadris pra tentar me empalar—. Para de joguinho e enfia em mim.
—Tanta pressa assim, sua putinha? —perguntou com um sorriso cruel, se esfregando devagar, fazendo cada nervo do meu corpo implorar por penetração.
—Sim! Quero você dentro de mim! — gritei, já sem vergonha.
Finalmente, ela cedeu. Com uma lentidão agonizante, começou a entrar. Senti cada centímetro da sua grossura me abrindo, me esticando, me preenchendo por completo. Um gemido longo e trêmulo escapou dos meus lábios enquanto minhas unhas se cravavam na terra.

—Deus... que... grande —consegui falar entre gemidos.
Ele começou a se mover, uma estocada lenta e profunda que fazia meus olhos revirarem. Ele se inclinou e enterrou o rosto no meu pescoço, mordendo e chupando a pele enquanto suas cadeiras mantinham um ritmo constante e devastador.
—Esta buceta é minha —ele rosnou no meu ouvido a cada estocada—. Só minha.
Meus gemidos se misturavam com o som da água e dos pássaros. Eu tava perdida no prazer, na sensação de ser possuída tão completamente debaixo do céu aberto. Meus olhos, semiabertos, vagavam sem rumo pela margem oposta do rio, sobre as árvores que balançavam suavemente.
E aí eu vi ele.
Uma figura. Uma silhueta escura e familiar no meio da vegetação do outro lado. Não era um bicho. Era uma pessoa, alta, parada. Fiquei imóvel, o prazer se misturando de repente com uma pontada de pânico. No instante em que meus olhos focaram e reconheci a postura, a figura se mexeu rápido, virando e se escondendo atrás de um tronco grosso de árvore, sumindo de vista.
—Espera! —falei pro Leão, segurando no pulso dele. A respiração dele era um furacão, os olhos vidrados de tesão e surpresa.
—. O que foi? Você ouviu alguma coisa?— ela me perguntou
Não, nada — menti, me soltando com um sorriso forçado que esperava ser convincente —. Só... que a água tá me respingando e tá fria. Vamos continuar.
Virei-me para ele, segurando o rosto dele entre minhas mãos e dando um beijo profundo pra distrair. Funcionou. Com um grunhido, a boca dele devorou a minha e as mãos voltaram pro meu corpo, dessa vez mais urgentes, mais possessivas. Mas minha mente já não tava mais ali. Enquanto ele me virava e me apoiava contra uma pedra grande e lisa na margem, levantando uma das minhas pernas pra me penetrar com uma estocada que me fez gritar, meus olhos se arregalaram por cima do ombro dele, varrendo a linha das árvores.
Ali. Um movimento. Um lampejo de camisa entre a folhagem densa. Meu coração disparou, mas não de medo. Uma onda de excitação proibida, ainda mais intensa do que a que o León me causava, percorreu meu corpo. Cada gemido que eu forçava, cada arqueio das minhas costas, já não era só pro meu primo. Era pra aquela sombra. Pra aqueles olhos que nos observavam.
—Sim, Leão, sim! — gritei, exagerando meu êxtase, sabendo que cada som chegaria até o espião.
O clímax do Leão foi brutal. Um rugido gutural escapou da garganta dele enquanto as cadeiras dele se chocavam contra as minhas numa série de espasmos finais. Senti o jato quente do sêmen dele na minha barriga, me marcando. Ofegamos, grudados um no outro, a água do rio lavando devagar a evidência do nosso ato.
—Porra, Zoé —murmurou ele, com a cabeça enterrada no meu pescoço.
—Preciso mijar —falei de repente, me afastando dele com um movimento rápido—. Espera aqui.
Sem dar tempo pra ela responder, me levantei e, em vez de ir pros arbustos mais próximos e discretos, caminhei com determinação, vesti o sutiã do biquíni e a micro tanga ainda com o esperma escorrendo pela minha coxa, e fui em direção à moita de onde tinha visto o movimento. Meu coração batia forte, não por cautela, mas por antecipação.
O mato estalou sob meus pés. Quando me aproximei, a figura ficou tensa, tentando recuar, mas foi lenta demais. A luz do sol, filtrando-se entre as folhas, iluminou a cena com uma clareza obscena.
Ali, com as calças e a cueca abaixadas até os tornozelos, estava meu avô Agustín. O rosto dele estava pálido, contraído numa máscara de horror e vergonha. A mão direita ainda segurava o pau dele, que tava meio duro e molhado. Ele tinha se masturbado enquanto nos observava.
—Quem é você? — gritei pra ela, com uma voz que tentava soar de surpresa indignada, mas que na verdade tremia de uma emoção completamente diferente.
Ele deu um tropeção, tentando puxar a calça pra cima com as mãos trêmulas, mas o pano molhado enroscou nas botas dele.
—Zoé... eu... filha, eu só... —gaguejou, incapaz de formar uma frase coerente.
Nossos olhares se encontraram. Nos olhos dele já não havia só pânico. Agora tinha uma confissão brutal, um desejo tão profundo e tão proibido que o ar ao nosso redor parecia ter ficado pesado. Eu, completamente pelada e marcada pelo neto dele, encarava ele firme, desafiadora, excitada até o talo pela virada depravada que tudo tinha tomado. O silêncio entre a gente dizia mais do que qualquer palavra.
Me cobri instintivamente com os braços, mesmo sabendo que não adiantava nada. Ele já tinha visto tudo. Já tinha sentido tudo através dos arbustos.
—E por isso você nos espia? Por isso você... se toca olhando pra gente? — perguntei, e percebi como minha voz soava mais curiosa do que furiosa.
—Não é só isso! —explodiu ele, e uma careta de angústia genuína deformou seu rosto—. Faz cinco anos, Zoé. Cinco anos desde que sua avó me tocou pela última vez. Durmo em outro quarto. Sou um fantasma na minha própria casa.
Dei um passo em direção à margem, sem parar de observá-lo. A água escorria do meu corpo, destacando cada curva que os olhos dele devoravam.
—Você podia... procurar alguém —sugeri, sabendo que era uma provocação.
— Cê acha que eu não tentei? — a risada dele foi amarga —. Faz um ano, fui na cidade, num bar daqueles... que tem mulher. Uma chegou em mim. Mas eu tive medo, medo de alguém me ver, de o escândalo chegar nos ouvidos da Elena... e de todo mundo na vila. Respeito ela, sua avó, porra. Mas isso... isso tá me matando.
Os olhos dela se encheram de um brilho molhado e safado ao mesmo tempo.
—Mas te ver... —continuou, a voz dele baixou pra um sussurro rouco—. Te ver com o Leão, tão selvagem, tão livre... Esse jeito que você mexe a cintura... os sons que você faz... Foi mais forte que eu. Foi como se você tivesse me dado permissão pra desejar de novo.
—Não te dei permissão nenhuma — falei, mas minhas palavras não tinham força. Uma parte de mim, distorcida e excitada, se sentia lisonjeada por aquele desejo tão antigo e proibido.
—Eu sei, eu sei —concordou, e foi aí que o tom dele mudou. O desespero deu lugar a uma calma perigosa—. Mas agora já era. Já sei como você geme quando goza. Já sei como esse rabo perfeito fica marcado quando te enfiam contra uma árvore. —Fez uma pausa, carregada de intenção—. Seria uma pena, Zoé, uma puta pena, que a família toda soubesse desses detalhes. Que seu pai soubesse o que a filhinha dele faz no rio. Ou que seu primo... descobrisse que você largou ele pra vir falar com o velho tarado do seu avô.
O chantagem não foi um grito, mas um sussurro venenoso. Ele ajustou melhor as calças, mas não antes de eu ver, claramente, a forma longa e fina da pica dele, tão diferente da do León, mas pulsando com a mesma urgência animal.
—O que... o que você quer? — perguntei, e dessa vez o tremor na minha voz era real.
—Me ajuda a me livrar disso —implorou, e a mão dele voltou a pousar na própria virilha, se acariciando por cima do tecido molhado—. Só uma vez. Um único momento. Me toca. Tira essa loucura de mim. Ninguém vai ficar sabendo. —Os olhos dele suplicavam, mas o sorriso era de um homem que sabia que tinha o poder—. É isso, ou seu pai recebe uma ligação bem interessante sobre a sua princesinha.
O silêncio se estendeu, pesado e carregado. As palavras do meu avô ecoavam na minha cabeça, se misturando com o som do sangue pulsando nos meus ouvidos. É isso, ou seu pai recebe uma ligação... A imagem do meu pai, com aquele coração de ouro, descobrindo que a "princesinha" dele tava dando pro sobrinho dele no rio... Era uma ameaça perfeita.
—Não consigo —consegui articular, mas foi um sussurro fraco, sem convicção.
Claro que pode, minha filha" — a voz dele agora era um zumbido sedutor, hipnótico —. "É só um momento. Um segredinho entre nós. Você já tem seus segredos com o Leão, não tem? Só mais um pouquinho...? Olha, eu também não quero um escândalo. Isso é bom pra nós dois.
Os argumentos dele eram tortuosos, mas eficazes. Minha mente, nublada pelo medo e uma curiosidade doentia que crescia como uma trepadeira venenosa, começou a ceder. Ele viu a rendição nos meus olhos antes mesmo de eu admitir.
Devagar, como num sonho, me ajoelhei na terra molhada da margem. As pedrinhas cravaram nos meus joelhos, um lembrete dolorido da realidade. Ele respirou fundo, uma exalação triunfal e trêmula, e abaixou o zíper e a calça.
Quando o pau dele ficou exposto, eu prendi a respiração. Era exatamente como eu tinha visto: notavelmente comprido, maior que o do Leão, e mais fino, como um sabre pálido e cheio de veias. Não esperava... aquilo. Não num homem da idade dele. Uma mistura de repulsa e fascínio me paralisou.
—Vamos, Zoé —insistiu, a voz rouca—. Não temos o dia inteiro.
Com as mãos trêmulas, levantei e enrolei o pau dele. Tava quente, e a pele era surpreendentemente macia. Comecei a mover minhas mãos, pra cima e pra baixo, num ritmo desajeitado que logo ele começou a marcar com empurrõezinhos sutis da cintura.

—Sim, assim... assim — ela gemia, de olhos fechados —. Suas mãozinhas são tão macias...
Passaram uns minutos. Minha mente tava vazia, focada só no movimento mecânico e no som da respiração dela cada vez mais ofegante. Aí, de longe, ouvi uma coisa que gelou meu sangue.
—Zoé! Onde você se meteu?
Era o Leão. Tava me procurando.
O pânico me atravessou como um raio. Meus olhos se encontraram com os do meu avô, e neles vi a mesma urgência.
—Rápido —ordenou com rispidez, perdendo toda a falsa ternura. A mão dele se enroscou no meu cabelo, não com violência, mas com uma firmeza que não aceitava recusa—. Acaba com isso.
Sem me dar tempo de me preparar, ele guiou minha cabeça pra frente. A ponta do pau dele, já molhada, encostou nos meus lábios. Um gosto salgado e amargo encheu minha boca. Resisti por um instante, mas a pressão na minha nuca foi mais forte. Com um gemido abafado, abri a boca e chupei.
Era demais. Longa demais. Senti ela batendo no fundo da minha garganta e um ânsia incontrolável sacudiu meu corpo. Tossi, tentando recuar, mas a mão dele no meu cabelo me manteve no lugar.
—Fica tranquila, respira pelo nariz —murmurou, mas as cadeiras dele já estavam fora de controle.

O som da voz de Leão se aproximava. "Zoé!
Foi essa combinação de pânico, sufoco e a pressão das suas estocadas cada vez mais frenéticas que o levou ao limite. Um grunhido gutural escapou da garganta dele e um jorro quente e grosso encheu minha boca. Foi tão intenso e abundante que não consegui engolir tudo. A porra, branca e pegajosa, transbordou meus lábios e escorreu pelo meu queixo, pingando nos meus peitos nus.
Jadeé, finalmente livre, cuspindo e tossindo enquanto o gosto salgado e o cheiro de homem velho tomavam conta de todos os meus sentidos.
Ele ajustou a calça rapidamente, me olhando com uma expressão estranha, entre culpa e satisfação.
—Se limpa —disse secamente—. E lembra do nosso acordo.
Ela se virou e se mandou por entre as árvores, bem na hora que a voz do Leão soou a poucos metros.
—Zoé! Você tá bem? Responde!
Fiquei ali, ajoelhada no chão, com o esperma dele esfriando na minha pele, sabendo que nada mais seria igual. O pecado agora tinha um gosto, um cheiro, e estava pintado na minha cara.
—Foi só um bicho, Léo. Uma raposa ou algo assim —falei, enxugando os braços com o sutiã do biquíni molhado, tentando apagar a sensação de olhares safados e palavras envenenadas. Minha voz soou falsa até pros meus próprios ouvidos.
Ele me encarou por um instante, os olhos ainda escuros de raiva contida, mas no fim concordou com a cabeça.
—Esse lugar tá cheio de bichos nojentos —murmurou ele, com um tom de desconfiança que me fez tremer—. É melhor a gente voltar.
Muito obrigado por ter chegado até aqui, qualquer coisa relacionada a essa história não hesitem em me mandar mensagem, qualquer ideia, comentário, apoio será bem-vindo, deixem seus pontos e compartilhem pra trazer as próximas partes. Valeu por ler.
Ele não ficou atrás. Tirou a camisa e o jeans, ficando só de cueca boxer justa. A prova da excitação dele já era bem visível, marcando o tecido.
Corremos e nos jogamos na água fresca. A sensação foi um alívio pro calor, mas um tormento pro desejo. Brincamos como crianças, nos molhando, rindo, mas cada "acidente" tático era de propósito. Meus peitos roçavam nas costas dele quando eu tentava afundá-lo, minha bunda batia na virilha dele quando eu escapava.
A tensão ficou insuportável. Num movimento suave, ela me prendeu contra o corpo dela, perto da margem, onde a água batia na nossa cintura. Já não tinha mais risada.
—Já chega de brincadeira, priminha —ele disse, e a boca dele capturou a minha num beijo que não tinha nada de infantil.
Foi um beijo faminto, cheio da mesma urgência animal da noite anterior. Correspondi com a mesma ferocidade, minhas mãos se enroscando no cabelo molhado dele. E então, debaixo da superfície turva da água, minha mão encontrou a cueca dele. Enfiei a mão dentro e agarrei o pau dele, já completamente duro e pulsando. Comecei a masturbar ele com movimentos firmes, seguindo o ritmo das nossas línguas.Ele quebrou o beijo para ofegar, enterrando o rosto no meu pescoço.

—Essa buceta quer você dentro de novo, Leão —sussurrei no ouvido dele, enquanto meu punho subia e descia pelo comprimento dele debaixo d'água.
—Aqui não — ele rosnou, embora o corpo dele dissesse o contrário, se esfregando na minha mão —. Muito exposto.
—E quem se importa? —desafiei, acelerando o movimento—. Não tem ninguém.
As mãos dele agarraram as tiras fininhas do meu biquíni. Com um puxão seco, rasgou tudo.
Nossos beijos ficaram mais profundos e desesperados, salgados pela água do rio e pelo suor. Enquanto meu punho continuava masturbando o pau duro e pulsante dele debaixo d'água, senti a mão de León deslizar pela minha coxa molhada e se enfiar entre minhas pernas. Dois dos dedos rudes dele encontraram meu clitóris inchado e começaram a massageá-lo em círculos experientes, me fazendo gemer na boca dele.
—Sim, aí... não para —supliquei, separando meus lábios pra dar acesso melhor pra ele.
Ele não precisou de mais convite. Os dedos dele, primeiro um e depois dois, se enfiaram na minha buceta com uma firmeza que fez eu arquear as costas. O contraste era eletrizante: a água fresca do rio na minha pele e o calor dos dedos dele se movendo dentro de mim.
—Tá escorrendo, priminha —murmurou contra meus lábios, os dedos dele entrando e saindo com um som molhado e obsceno—. Toda essa buceta molhada é por minha causa.
—É por você, gostoso —confirmei, perdida na sensação—. Mas quero seu pau, não seus dedos. Mete tudo.
Aquela foi a faísca que eu precisava. Ele pegou na minha mão e me guiou pra fora da água. Caminhamos cambaleando, encharcados e ofegantes, até a clareirinha de grama onde a gente tinha deixado a roupa. Ele estendeu a camisa xadrez dele no chão.
—Deita —ordenou, e a voz dele estava rouca de desejo.
Me deitei de costas no tecido áspero, a grama molhada tocando minhas costas. Abri as pernas num convite obsceno, completamente exposta à luz do dia. Ele se ajoelhou entre minhas coxas, a cueca encharcada já tinha ido embora. O pau dele, imponente e duro, pairou sobre mim.
Em vez de entrar, ele se inclinou e começou a esfregar a cabeça grossa e brilhante contra meu clitóris e meus lábios encharcados. O contato era uma tortura deliciosa.
—León, por favor —implorei, erguendo meus quadris pra tentar me empalar—. Para de joguinho e enfia em mim.
—Tanta pressa assim, sua putinha? —perguntou com um sorriso cruel, se esfregando devagar, fazendo cada nervo do meu corpo implorar por penetração.
—Sim! Quero você dentro de mim! — gritei, já sem vergonha.
Finalmente, ela cedeu. Com uma lentidão agonizante, começou a entrar. Senti cada centímetro da sua grossura me abrindo, me esticando, me preenchendo por completo. Um gemido longo e trêmulo escapou dos meus lábios enquanto minhas unhas se cravavam na terra.

—Deus... que... grande —consegui falar entre gemidos.
Ele começou a se mover, uma estocada lenta e profunda que fazia meus olhos revirarem. Ele se inclinou e enterrou o rosto no meu pescoço, mordendo e chupando a pele enquanto suas cadeiras mantinham um ritmo constante e devastador.
—Esta buceta é minha —ele rosnou no meu ouvido a cada estocada—. Só minha.
Meus gemidos se misturavam com o som da água e dos pássaros. Eu tava perdida no prazer, na sensação de ser possuída tão completamente debaixo do céu aberto. Meus olhos, semiabertos, vagavam sem rumo pela margem oposta do rio, sobre as árvores que balançavam suavemente.
E aí eu vi ele.
Uma figura. Uma silhueta escura e familiar no meio da vegetação do outro lado. Não era um bicho. Era uma pessoa, alta, parada. Fiquei imóvel, o prazer se misturando de repente com uma pontada de pânico. No instante em que meus olhos focaram e reconheci a postura, a figura se mexeu rápido, virando e se escondendo atrás de um tronco grosso de árvore, sumindo de vista.
—Espera! —falei pro Leão, segurando no pulso dele. A respiração dele era um furacão, os olhos vidrados de tesão e surpresa.
—. O que foi? Você ouviu alguma coisa?— ela me perguntou
Não, nada — menti, me soltando com um sorriso forçado que esperava ser convincente —. Só... que a água tá me respingando e tá fria. Vamos continuar.
Virei-me para ele, segurando o rosto dele entre minhas mãos e dando um beijo profundo pra distrair. Funcionou. Com um grunhido, a boca dele devorou a minha e as mãos voltaram pro meu corpo, dessa vez mais urgentes, mais possessivas. Mas minha mente já não tava mais ali. Enquanto ele me virava e me apoiava contra uma pedra grande e lisa na margem, levantando uma das minhas pernas pra me penetrar com uma estocada que me fez gritar, meus olhos se arregalaram por cima do ombro dele, varrendo a linha das árvores.
Ali. Um movimento. Um lampejo de camisa entre a folhagem densa. Meu coração disparou, mas não de medo. Uma onda de excitação proibida, ainda mais intensa do que a que o León me causava, percorreu meu corpo. Cada gemido que eu forçava, cada arqueio das minhas costas, já não era só pro meu primo. Era pra aquela sombra. Pra aqueles olhos que nos observavam.
—Sim, Leão, sim! — gritei, exagerando meu êxtase, sabendo que cada som chegaria até o espião.
O clímax do Leão foi brutal. Um rugido gutural escapou da garganta dele enquanto as cadeiras dele se chocavam contra as minhas numa série de espasmos finais. Senti o jato quente do sêmen dele na minha barriga, me marcando. Ofegamos, grudados um no outro, a água do rio lavando devagar a evidência do nosso ato.
—Porra, Zoé —murmurou ele, com a cabeça enterrada no meu pescoço.
—Preciso mijar —falei de repente, me afastando dele com um movimento rápido—. Espera aqui.
Sem dar tempo pra ela responder, me levantei e, em vez de ir pros arbustos mais próximos e discretos, caminhei com determinação, vesti o sutiã do biquíni e a micro tanga ainda com o esperma escorrendo pela minha coxa, e fui em direção à moita de onde tinha visto o movimento. Meu coração batia forte, não por cautela, mas por antecipação.
O mato estalou sob meus pés. Quando me aproximei, a figura ficou tensa, tentando recuar, mas foi lenta demais. A luz do sol, filtrando-se entre as folhas, iluminou a cena com uma clareza obscena.
Ali, com as calças e a cueca abaixadas até os tornozelos, estava meu avô Agustín. O rosto dele estava pálido, contraído numa máscara de horror e vergonha. A mão direita ainda segurava o pau dele, que tava meio duro e molhado. Ele tinha se masturbado enquanto nos observava.
—Quem é você? — gritei pra ela, com uma voz que tentava soar de surpresa indignada, mas que na verdade tremia de uma emoção completamente diferente.
Ele deu um tropeção, tentando puxar a calça pra cima com as mãos trêmulas, mas o pano molhado enroscou nas botas dele.
—Zoé... eu... filha, eu só... —gaguejou, incapaz de formar uma frase coerente.
Nossos olhares se encontraram. Nos olhos dele já não havia só pânico. Agora tinha uma confissão brutal, um desejo tão profundo e tão proibido que o ar ao nosso redor parecia ter ficado pesado. Eu, completamente pelada e marcada pelo neto dele, encarava ele firme, desafiadora, excitada até o talo pela virada depravada que tudo tinha tomado. O silêncio entre a gente dizia mais do que qualquer palavra.
Me cobri instintivamente com os braços, mesmo sabendo que não adiantava nada. Ele já tinha visto tudo. Já tinha sentido tudo através dos arbustos.
—E por isso você nos espia? Por isso você... se toca olhando pra gente? — perguntei, e percebi como minha voz soava mais curiosa do que furiosa.
—Não é só isso! —explodiu ele, e uma careta de angústia genuína deformou seu rosto—. Faz cinco anos, Zoé. Cinco anos desde que sua avó me tocou pela última vez. Durmo em outro quarto. Sou um fantasma na minha própria casa.
Dei um passo em direção à margem, sem parar de observá-lo. A água escorria do meu corpo, destacando cada curva que os olhos dele devoravam.
—Você podia... procurar alguém —sugeri, sabendo que era uma provocação.
— Cê acha que eu não tentei? — a risada dele foi amarga —. Faz um ano, fui na cidade, num bar daqueles... que tem mulher. Uma chegou em mim. Mas eu tive medo, medo de alguém me ver, de o escândalo chegar nos ouvidos da Elena... e de todo mundo na vila. Respeito ela, sua avó, porra. Mas isso... isso tá me matando.
Os olhos dela se encheram de um brilho molhado e safado ao mesmo tempo.
—Mas te ver... —continuou, a voz dele baixou pra um sussurro rouco—. Te ver com o Leão, tão selvagem, tão livre... Esse jeito que você mexe a cintura... os sons que você faz... Foi mais forte que eu. Foi como se você tivesse me dado permissão pra desejar de novo.
—Não te dei permissão nenhuma — falei, mas minhas palavras não tinham força. Uma parte de mim, distorcida e excitada, se sentia lisonjeada por aquele desejo tão antigo e proibido.
—Eu sei, eu sei —concordou, e foi aí que o tom dele mudou. O desespero deu lugar a uma calma perigosa—. Mas agora já era. Já sei como você geme quando goza. Já sei como esse rabo perfeito fica marcado quando te enfiam contra uma árvore. —Fez uma pausa, carregada de intenção—. Seria uma pena, Zoé, uma puta pena, que a família toda soubesse desses detalhes. Que seu pai soubesse o que a filhinha dele faz no rio. Ou que seu primo... descobrisse que você largou ele pra vir falar com o velho tarado do seu avô.
O chantagem não foi um grito, mas um sussurro venenoso. Ele ajustou melhor as calças, mas não antes de eu ver, claramente, a forma longa e fina da pica dele, tão diferente da do León, mas pulsando com a mesma urgência animal.
—O que... o que você quer? — perguntei, e dessa vez o tremor na minha voz era real.
—Me ajuda a me livrar disso —implorou, e a mão dele voltou a pousar na própria virilha, se acariciando por cima do tecido molhado—. Só uma vez. Um único momento. Me toca. Tira essa loucura de mim. Ninguém vai ficar sabendo. —Os olhos dele suplicavam, mas o sorriso era de um homem que sabia que tinha o poder—. É isso, ou seu pai recebe uma ligação bem interessante sobre a sua princesinha.
O silêncio se estendeu, pesado e carregado. As palavras do meu avô ecoavam na minha cabeça, se misturando com o som do sangue pulsando nos meus ouvidos. É isso, ou seu pai recebe uma ligação... A imagem do meu pai, com aquele coração de ouro, descobrindo que a "princesinha" dele tava dando pro sobrinho dele no rio... Era uma ameaça perfeita.
—Não consigo —consegui articular, mas foi um sussurro fraco, sem convicção.
Claro que pode, minha filha" — a voz dele agora era um zumbido sedutor, hipnótico —. "É só um momento. Um segredinho entre nós. Você já tem seus segredos com o Leão, não tem? Só mais um pouquinho...? Olha, eu também não quero um escândalo. Isso é bom pra nós dois.
Os argumentos dele eram tortuosos, mas eficazes. Minha mente, nublada pelo medo e uma curiosidade doentia que crescia como uma trepadeira venenosa, começou a ceder. Ele viu a rendição nos meus olhos antes mesmo de eu admitir.
Devagar, como num sonho, me ajoelhei na terra molhada da margem. As pedrinhas cravaram nos meus joelhos, um lembrete dolorido da realidade. Ele respirou fundo, uma exalação triunfal e trêmula, e abaixou o zíper e a calça.
Quando o pau dele ficou exposto, eu prendi a respiração. Era exatamente como eu tinha visto: notavelmente comprido, maior que o do Leão, e mais fino, como um sabre pálido e cheio de veias. Não esperava... aquilo. Não num homem da idade dele. Uma mistura de repulsa e fascínio me paralisou.
—Vamos, Zoé —insistiu, a voz rouca—. Não temos o dia inteiro.
Com as mãos trêmulas, levantei e enrolei o pau dele. Tava quente, e a pele era surpreendentemente macia. Comecei a mover minhas mãos, pra cima e pra baixo, num ritmo desajeitado que logo ele começou a marcar com empurrõezinhos sutis da cintura.

—Sim, assim... assim — ela gemia, de olhos fechados —. Suas mãozinhas são tão macias...
Passaram uns minutos. Minha mente tava vazia, focada só no movimento mecânico e no som da respiração dela cada vez mais ofegante. Aí, de longe, ouvi uma coisa que gelou meu sangue.
—Zoé! Onde você se meteu?
Era o Leão. Tava me procurando.
O pânico me atravessou como um raio. Meus olhos se encontraram com os do meu avô, e neles vi a mesma urgência.
—Rápido —ordenou com rispidez, perdendo toda a falsa ternura. A mão dele se enroscou no meu cabelo, não com violência, mas com uma firmeza que não aceitava recusa—. Acaba com isso.
Sem me dar tempo de me preparar, ele guiou minha cabeça pra frente. A ponta do pau dele, já molhada, encostou nos meus lábios. Um gosto salgado e amargo encheu minha boca. Resisti por um instante, mas a pressão na minha nuca foi mais forte. Com um gemido abafado, abri a boca e chupei.
Era demais. Longa demais. Senti ela batendo no fundo da minha garganta e um ânsia incontrolável sacudiu meu corpo. Tossi, tentando recuar, mas a mão dele no meu cabelo me manteve no lugar.
—Fica tranquila, respira pelo nariz —murmurou, mas as cadeiras dele já estavam fora de controle.

O som da voz de Leão se aproximava. "Zoé!
Foi essa combinação de pânico, sufoco e a pressão das suas estocadas cada vez mais frenéticas que o levou ao limite. Um grunhido gutural escapou da garganta dele e um jorro quente e grosso encheu minha boca. Foi tão intenso e abundante que não consegui engolir tudo. A porra, branca e pegajosa, transbordou meus lábios e escorreu pelo meu queixo, pingando nos meus peitos nus.
Jadeé, finalmente livre, cuspindo e tossindo enquanto o gosto salgado e o cheiro de homem velho tomavam conta de todos os meus sentidos.
Ele ajustou a calça rapidamente, me olhando com uma expressão estranha, entre culpa e satisfação.
—Se limpa —disse secamente—. E lembra do nosso acordo.
Ela se virou e se mandou por entre as árvores, bem na hora que a voz do Leão soou a poucos metros.
—Zoé! Você tá bem? Responde!
Fiquei ali, ajoelhada no chão, com o esperma dele esfriando na minha pele, sabendo que nada mais seria igual. O pecado agora tinha um gosto, um cheiro, e estava pintado na minha cara.
—Foi só um bicho, Léo. Uma raposa ou algo assim —falei, enxugando os braços com o sutiã do biquíni molhado, tentando apagar a sensação de olhares safados e palavras envenenadas. Minha voz soou falsa até pros meus próprios ouvidos.
Ele me encarou por um instante, os olhos ainda escuros de raiva contida, mas no fim concordou com a cabeça.
—Esse lugar tá cheio de bichos nojentos —murmurou ele, com um tom de desconfiança que me fez tremer—. É melhor a gente voltar.
Muito obrigado por ter chegado até aqui, qualquer coisa relacionada a essa história não hesitem em me mandar mensagem, qualquer ideia, comentário, apoio será bem-vindo, deixem seus pontos e compartilhem pra trazer as próximas partes. Valeu por ler.
1 comentários - La Nueva Puta Del Rancho 3