Papai me engravidou na quarentena
Nota do autor: Conto com conteúdo que pode ser considerado pesado para algumas pessoas. Deixar claro que tudo é ficção e que qualquer violação dos direitos humanos é um ato vil e punível na vida real.
Papai me engravidou na quarentena.Enquanto o psicólogo e criminologista de nomeDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.se preparava pra documentar a entrevista, não parava de pensar como a Paula era gostosa. Era esse o nome da mina que ele tava prestes a entrevistar.
De uma prateleira, puxou o arquivo com o sobrenome "Díaz" e esboçou um sorrisinho. Ao abrir, os olhos percorreram os nomes que já eram tão familiares pra ele:Sergio, o pai; Esperanza, a mãe; e Paula, a filha.Não conseguiu evitar que a memória voltasse pra primeira vez que atendeu eles, quando vieram por causa dos problemas de casamento. A cena veio na mente dela com clareza. Sérgio, com a cara vermelha de raiva, bateu no braço da poltrona:—Eu? Passei o dia e a noite trabalhando pra vocês viverem do melhor jeito possível! E como ela me agradece? Dando pra o instrutor!Gritou no consultório.
Na frente dele, Esperanza explodiu.
Não era só raiva, era a frustração acumulada de anos.Aquela mulher tinha enterrado seus sonhos de juventude — viajar, estudar arte, ser alguém — debaixo da laje de um casamento precoce e uma maternidade indesejada. A vida de esposa tinha quebrado ela aos poucos, esvaziando ela de ilusões.O grito dela foi uma explosão de dor e libertação:—A Paula não vai te perdoar! Tô pedindo o divórcio!Sérgio, ferido e arrogante, disparou:—Tá bom. A Paula e o Mike também —completou, se referindo ao irmão mais novo da Paula—, podem ficar com você. Dane-se todo mundo... tô de saco cheio dessa família.Esperanza olhou pra ele com um desprezo infinito e, com uma calma gelada que surpreendeu o próprio Quilmes, concluiu:—Eu também. Tô de saco cheio dessa família.mas o que Sérgio não esperava era que, da noite pro dia, Esperanza sumisse com o instrutor, deixando só um bilhete de despedida em cima da mesa da cozinha.A nota, um parágrafo gelado
escrito às pressas, foi lida primeiro pelo Sergio.As palavras, que falavam de uma "busca pela felicidade" e uma "liberdade finalmente encontrada", não lhe causaram dor, mas sim uma raiva preta e corrosiva.A primeira situação do sofrimento dela foi um silêncio lúgubre que durou três dias.Não foi o escândalo típico de antes; foi um trancamento na oficina de casa, rodeado das ferramentas que representavam sua vida de provedor, sem comer, sem dormir, só ouvindo o eco da própria falha como homem e como marido. Na parede, ficou a marca do soco que destruiu o gesso quando a garrafa de uísque não foi suficiente pra apagar o fogo da humilhação.Paula, ao encontrar o bilhete que o pai dela tinha amassado e jogado no lixo, chorou como nunca.O soluço do Sullanto não foi o estrondo do pai, mas uma dor muda e profunda que se infiltrou nas paredes da casa.A primeira situação que a despedaçou foi o sumiço de qualquer foto da mãe dela.Naquela mesma tarde, ele vagou pela casa como um fantasma, catando cada moldura, cada imagem onde o sorriso da Esperança aparecia. Não as quebrou num acesso de raiva; com uma calma assustadora, guardou tudo numa caixa de papelão, lacrou com fita adesiva e escondeu no fundo do armário, como se tentasse apagar a traidora da história da família. Um rancor silencioso e firme criou raízes no coração dele. Enquanto o lar se despedaçava.Mike, o irmão mais novo, vagava como uma alma penada pela casa virada num campo de batalha frio.Não entendia a magnitude da tragédia, mas sentia o vazio como um frio nos ossos.Buscaria ajuda dos dois, sem encontrar em nenhum.Mas logo Paula reagiu. Através da névoa da sua própria dor, viu Mike, pequeno e vulnerável, e soube que ele não tinha culpa de nada. Um instinto maternal, prematuro e feroz, brotou nela. Então ela começou a tomar conta.Dia após dia, Paula foi melhorando.As manhãs já não começavam com o vazio, mas com a rotina de preparar o café da manhã pro Mike, escolher a roupa dele, ajudar com a lição de casa.
Ela aprendeu a decifrar os rótulos da comida, a calcular as porções, a passar os uniformes.
Enquanto ela se tornava o esteio da casa, via o pai, Sergio, se embebedando cada vez mais. A oficina continuava fechada e empoeirada.
Quando Paula, com a voz trêmula, cobrava que ele voltasse a trabalhar, ele a encarava com desdém do sofá, rodeado de garrafas vazias, e argumentava com uma lógica envenenada: "Calma, princesa. Tem dinheiro no banco suficiente pra gente viver muitos anos sem eu precisar mover um dedo".
A situação era insustentável.
"Pai, não é só o dinheiro", implorou Paula um dia, com Mike do lado. "Preciso que você saia e compre comida. E preciso... que você ensine coisas pro Mike. Coisas que um pai deve ensinar ao filho". A voz dela falhou. Essa foi a gota d'água.
Foi aí que voltaram pra terapia, agora pai e filha.JJ Quilmes tinha conseguido, com muito esforço, convencer o Sergio de que ele precisava largar a bebida pra não perder o pouco que ainda tinha, e a Paula de que, mesmo sendo admirável a força dela, não dava pra amadurecer de uma hora pra outra e carregar um peso que não era dela.Teve um lampejo de esperança, um progresso frágil. Mas aí, o mundo parou.A pandemia atravessou como um muro, e o confinamento forçado deixou as terapias penduradas por dois longos anos, até este dia em que Quilmes recebia a Paula.Quando a secretária anunciou pelo interfone que a Paula Díaz tinha chegado, Quilmes guardou o processo numa gaveta e, com um nó de ansiedade e preocupação no estômago, se preparou pra atendê-la.
—Manda entrar... —disse ele, tentando fazer a voz soar neutra.
A porta se abriu ePaula entrou no consultório. Quilmes segurou um leve suspiro de espanto. Ela estava transformada em comparação com a última vez que ele se lembrava dela.A adolescente angustiada tinha dado lugar a uma mulher.Dava pra dizer que ela era a personificação de uma "menina gostosa": loira, olhos azuis penetrantes, alta e com um corpo esculpido pelo tempo — peitos generosos, cintura fina e pernas bem torneadas que se insinuavam por baixo do vestido.O visual dela tava impecável, radiante até. Ninguém que visse ela apostaria que, no meio do caos da quarentena, ela tinha passado por uma experiência tão foda e carregado uma responsabilidade tão pesada. Mas Quilmes sabia que por trás dessa fachada perfeita tava escondido o motivo dessa entrevista, que ia muito além de uma sessão de terapia.O pai dessa mina, chamado Sérgio, tava respondendo a um processo criminal por causa do suposto estupro da própria filha.As peças do caso estavam se movendo e todas as diligências eram cruciais para esclarecer os fatos. Essa entrevista, essa mesma conversa, era uma delas. Quilmes pegou sua caneta e aproximou o gravador. — Bom dia, Paula. Vamos começar — disse suavemente.Entrevista com Paula Díaz, 20 anos de idade. Julho de 2022.Quilmes observou a tensão nos ombros de Paula, o olhar dela fixo num ponto da parede. Sabia que precisava quebrar o gelo.
—Paula, antes de a gente começar, quero que você saiba que esse é um espaço seguro. Pode ficar à vontade — disse com um sorriso profissional, empurrando um copo d'água para o lado dela na mesa.
Paula nem olhou pra ele. Só balançou a cabeça de leve, as mãos apertando a borda da cadeira. O silêncio ficou pesado. Quilmes entendeu que conforto era impossível. Resolveu ir direto ao ponto.
—Me diz, Paula… quando é que tudo começou?
No meio de lágrimas que mal conseguia segurar, Paula tentou manter a compostura. A voz dela saiu num fio.
—Não lembro, doutor… tá tudo um borrão.
—E se a gente começar da última vez que vocês vieram me ver, antes da pandemia? — sugeriu Quilmes, suavizando o tom.
Paula fechou os olhos, como se procurasse na neblina da memória. Aos poucos, começou a falar com mais fluidez, encontrando um ponto de apoio numa lembrança menos dolorosa.
—Depois das consultas do senhor, tudo melhorou… por um tempo. Meu pai começou a sair pra comprar coisas, voltou pro trabalho na oficina, e até colocou a piscina de casa em ordem de novo. Lembro que num domingo a gente nadou muito, ficou rindo e se divertindo bem… — Fez uma pausa longa, o rosto escureceu — Mas também lembro que foi a primeira vez que…
—O que você lembra, Paula? Me conta, não precisa ter medo de nada; já vi e ouvi de tudo nessa profissão — encorajou Quilmes, inclinando-se um pouco pra frente.
—Foi a primeira vez que notei como meu pai me olhava diferente — confessou ela, envergonhada.
—Diferente? Como assim "diferente"?
—Tipo… como homem — sussurrou — Lembro duas vezes naquele dia. A primeira, quando saí da água e ele me estendeu a toalha, o olhar dele não encontrou os meus olhos, mas percorreu meu corpo inteiro, dos pés até o rosto, e parou tempo demais no meu peito. Me senti nua. A segunda foi durante uma brincadeira com Mike na água. Ele entrou junto e, num momento de… risadas, ele me pegou pela cintura pra me levantar. Foram só uns segundos, mas eu pude sentir… algo duro e quente colado na minha bunda. A sensação foi arrepiante.Naquele momento, a mente do Quilmes, um labirinto retorcido e escondido atrás da fachada profissional, começou a esquentar. A voz trêmula e juvenil da Paula contando aquela violação de limites, aquele primeiro contato ambíguo mas cheio de intenção lasciva, acendeu uma faísca doentia nele. Não era compaixão o que sentia, mas uma excitação clandestina. Ele queria ouvir mais, queria que cada detalhe sujo saísse daqueles lábios inocentes.—Mas não passou disso —continuou Paula, balançando a cabeça como pra afastar a lembrança— Acho que tudo começou de verdade quando teve o lockdown e mandaram a gente da escola pra casa pra continuar os estudos online… Desde então,Sergiodecidiu que, por questões de segurança sanitária, a gente ficasse sozinho em casa: meu irmão Mike, ele e eu…
—PorSergio— Tá se referindo ao teu pai? — perguntou Quilmes, já sabendo a resposta, mas querendo dar um rumo na história.
— Isso mesmo.
— Sempre chamou ele pelo nome?
— Não. Comecei a chamar assim desde que ele pediu... acho que virou um hábito, mas dificilmente voltaria a chamar de pai... não depois do que a gente passou.Aquilo foi como um tiro direto na perversão de Quilmes. A ideia de que essa jovem, com seu corpo de mulher e sua voz sensual, se recusasse a dizer "papai" mas fosse forçada a fazer isso, era profundamente excitante para ele. Ele queria gravar na mente a voz gostosa da Paula dizendo essa palavra no contexto de uma confissão tão íntima e sórdida.—Vamos fazer um esforço —disse Quilmes, com uma autoridade suave mas firme—. Chama ele de 'pai' ou 'papai' pra efeito da entrevista, pra ter mais validade, quer?
Paula, sem saber do jogo doentio em que tava metida, concordou resignada.
—Me conta, como foram os primeiros dias de quarentena? —perguntou ele, se preparando mentalmente pro festim.
—Bom, lembro quemeu paiSempre estava bebendo desde muito cedo, voltou a beber... e me passou a tarefa de cuidar do meu irmão e cuidar da casa.
—Por "cuidar da casa" você quer dizer...?
—Fazer comida, lavar roupa, limpeza, cuidar do meu irmão e até atender ele com tudo que ele pedia... por exemplo, levar uma cerveja ou...
—Não tenha medo de continuar. Quanto mais rápido me contar tudo, melhor — pressionou Quilmes, a voz dela um sussurro cheio de falsa empatia.
—Bem... foi por aquela época quepapaicomeçou a se aproximar de mim —disse Paula, forçando-se a usar a palavra, sentindo como queimava sua língua— Às vezes me via passar e me olhava com cara de safado... No começo tentei levar na brincadeira, mas depois começou a murmurar palavras como "divina", "que gostosa", "mamacita", "quero..." e um monte de baixaria desse tipo. E depois já vinha sussurrando no meu ouvido coisas tipo "hoje você tá mais gostosa que qualquer uma", "como eu queria ser seu namorado", "você é uma delícia".Cada palavra era uma mão invisível arrancando um pedaço da inocência dela. Ele ganhava confiança, e ela sentia as paredes da própria casa se fechando ao seu redor, transformando-a de filha em objeto.— E você, o que fazia? — perguntou Quilmes, quase sem fôlego.
— Será que eu podia ter feito alguma coisa? — respondeu Paula com uma amargura infinita — Na hora não me veio nada na cabeça, e agora também não… — Fez uma pausa, engolindo seco — Depois começou a passar a mão na minha bunda ou tentar amassar meus peitos quando eu tava lavando louça e ele me pegava desprevenida por trás.Relatou uma situação: Paula estava esfregando uma panela, concentrada. Ele se aproximou sorrateiramente. "Que bundinha gostosa tá te saindo, minha princesa…", murmurou enquanto a mão apertava com força uma das nádegas dela, afundando os dedos na carne. Ela ficou paralisada, a água quente queimando suas mãos.
Relatou outra: Tava tentando pegar um prato na prateleira alta. Ele se colocou atrás, roçando nela por completo. "Deixa eu te ajudar, princesa", disse, mas em vez de pegar o prato, as mãos dele subiram direto pros peitos dela, apertando com força por cima da blusa. "Já não é mais uma menina, que delícia...", sussurrou o bafo dele carregado de álcool na nuca dela.—Eu pedia pra ele parar, mas ele dizia que a gente ia ficar preso por muito tempo e que a vida ia ser menos chata se a gente brincasse de namorar... Minhas súplicas cada vez importavam menos pra ele —continuou Paula, a voz trêmula— E quando ele já levava tudo isso na brincadeira, até quando passava perto de mim ou me pegava desprevenida, me dava palmadas na bunda.Lembrou de uma: Atravessando a sala de shortinho, uma palmada seca e forte ecoou, deixando um ardor e uma mancha vermelha na pele dela. "Assim que eu gosto, durinhas!", riu ele do sofá.
E outra: Descendo as escadas, ele subia. Quando se cruzaram, a mão dele bateu com força na bunda dela, fazendo ela perder o equilíbrio. "Ops, desculpa, a mão escapou", disse com um sorriso que não era de desculpa, mas de posse.Quilmes ouvia, absorto, cada detalhe alimentando sua morbidez, enquanto anotava meticulosamente em seu relatório, escondendo a excitação por trás da máscara do profissionalismo.
— Você nunca tentou fugir ou pedir socorro? — perguntou Quilmes, sabendo que a resposta aprofundaria seu desespero.
— Em casa é impossível! — explodiu Paula, com um tremor de raiva e impotência — Meu pai tem todo um circuito de câmeras e o alarme está sempre ligado. Além disso… pra onde eu ia? Pra rua, no meio de uma pandemia, sem um puto? E o mais importante…Como é que eu ia abandonar meu irmão? Mike era a única coisa pura que restava naquela casa. Se eu fosse embora, quem ia dar comida pra ele? Quem ia abraçar ele quando ele tivesse pesadelos? Quem ia proteger ele… dele?O medo do que pudesse acontecer com a Mikesi era mais forte do que o meu próprio medo.
—Os dias foram se passando assim como tô contando —continuou, exausta—, até que, quando a gente já tava umas três semanas de reclusão, o pai organizou um churrasco na beira da piscina. Mesmo eu não querendo participar, meu irmão ficou tão empolgado que ele me pediu, ou melhor, me implorou pra nadar com ele e brincar.
Lembro que saí de casa pronta pra vestir um short e uma camisola, mas o pai me parou no corredor. "Pra uma ocasião especial, um traje especial", disse, e me fez vestir um biquíni que ele mesmo tinha saído pra comprar pra ocasião.Era minúsculo, de um preto intenso, com um design de tiras finas que se amarravam na cintura e no pescoço. O tecido, escasso e elástico, mal segurava meus peitos e afundava perigosamente nos meus quadris, destacando cada curva do meu corpo de um jeito que me fez sentir terrivelmente exposta.E foi assim que me juntei à "diversão" em família. Lembro que, ao sair, meu irmão correu pra me abraçar e, com um sorriso de orelha a orelha, soltou: "Paula, o papai falou que você podia ser minha nova mamãe!".Mike, inocente, perguntou ao pai: "É verdade, pai? A Paula pode ser minha nova mamãe, igual nos filmes?".
Sergio, com um olhar cheio de intenção pra mim, respondeu: "Claro, filho. As famílias às vezes mudam, e a Paula já é toda uma gostosa".
Mais tarde, Mike pegou na minha mão e, com uma seriedade infantil, me disse: "Não vai embora, Paula. Se você é minha nova mamãe, vai ficar pra sempre, né?".Essas palavras gelaram meu sangue. Eram adoráveis e aterrorizantes ao mesmo tempo, e o Sergio não conseguia disfarçar a excitação ao ver o plano dele tomando forma.
Depois, meu pai falou pro Mike: "Entra na piscina, campeão. A mamãe Paula e eu vamos te alcançar daqui a um minuto, precisamos conversar sobre uns assuntos importantes de pais…".
Cheguei onde o papai estava,junto à churrasqueira de tijolos que começava a soltar uma fumaça cheirosa. As brasas brilhavam alaranjadas debaixo da carne. Ele, de avental e com uma cerveja na mão, parecia a imagem do pai de família perfeito, uma farsa macabra.Mediu, com um sorriso que não chegava aos olhos: "Aposto que você não sabe o que seu irmão acabou de me dizer…". Eu só olhei pra ele, sem responder, com aquele nó na garganta apertando. E ele, se achando mais corajoso pelo meu silêncio, continuou: "Ele disse que adoraria que você fosse a nova mamãe dele". Fiquei quieta, não quis me aprofundar mais.Sérgio saboreava com o olhar cada centímetro do meu corpo, percorrendo as tiras do biquíni que se cravavam na minha pele. Ele se aproximou, me pegando pelas mãos com uma falsa doçura.—Paula, você já tem idade pra assumir o papel de mulher desta casa — começou ele, a voz um fio sedutor e autoritário — E o Mike precisa cada vez mais de uma mãe. A gente pode ser uma família de verdade, você e eu. Não precisa dizer que não… já viu como você faria seu irmão feliz.Meus problemas pra dizer não eram um muro de medo e confusão. Como recusar "ser uma família"? Como destruir a ilusão do Mike? Ele usava o amor do meu irmão como uma arma. Enquanto minha mente procurava desesperadamente uma saída, uma recusa que não soasse como traição, ele se aproximou mais, me pegando pela mão e olhando bem na minha cara, selando a proposta perversa dele com um sorriso de pretendente.—Você já tem idade pra assumir o papel de mulher dessa casa… e o Mike precisa cada vez mais de uma mãe.
Foi assim que, enquanto meu irmão brincava na piscina, longe e alheio à situação, meu pai começou a me tratar como sua "namorada". Parou de me chamar pelo nome e passou a dizer "meu amor", "querida".Enquanto Mike chapinhava feliz, ele se inclinava e sussurrava no meu ouvido: "Você é a rainha dessa casa, meu amor", passando um braço pela minha cintura com uma familiaridade que me fazia arrepiar.Depois, num tom mais alto, pra Mike ouvir, falou: "Vamos brincar com o Mike, minha vida! E assim que ele pegar no sono, te ensino um truque na piscina… você vai gostar pra caramba, pode acreditar."
Foi assim que nós três começamos a brincar na piscina e, enquanto Mike se divertia, meu pai, já com uma cara de pau gigante, passava a mão na minha bunda debaixo d'água e me beijava no pescoço e nos ombros, me puxando contra o corpo dele e fazendo eu sentir a dureza dele entre minhas nádegas.
— E o que aconteceu? — perguntou Quilmes, tentando disfarçar a ereção ajustando a posição atrás da mesa.
— Lembro que Mike saiu da piscina exausto de tanto brincar. Papai encheu um copão de suco de laranja pra ele, e ele bebeu tudo feliz. Não passaram nem dez minutos e Mike já tava roncando pesado numa espreguiçadeira, vencido por um sono repentino e profundo.Meu pai me olhou então com uma satisfação voraz. Segurando minha mão com firmeza, com uma autoridade que não admitia réplica, ele disse: "Vem comigo. Vamos nadar um pouco".Ele me levou de volta pra piscina. Assim que mergulhamos na água morna, ele me envolveu com os braços e me beijou com paixão, enquanto as mãos dele enlouqueciam no meu corpo adolescente, macio e firme, explorando como se fosse dele.
— Pedi pra ele me respeitar, pra entrar na razão, por favor — continuou Paula, com a voz embargada pela lembrança — Mas o que vi nos olhos dele não foi um pai, e sim um homem enlouquecido, obcecado com a ideia da "nova família". Ele não me via como eu era, via um objeto, um papel que eu tinha que cumprir.
— Você já tem idade, Paula — ele me disse entre beijos molhados e urgentes — Para com essa bobagem e aceita sua nova responsabilidade. Seu lugar é comigo e com o Mike…continuou me beijando enquanto passava a mão na minha bunda, nos meus peitos, e tava como um possesso, praticamente me despindo por completo. Eu, entre gemidos abafados, só conseguia implorar: "Papai, para… pelo amor de Deus, pensa no que cê tá fazendo… isso é errado, a gente não devia…". Mas quanto mais eu pedia, mais ele se excitava. Minhas palavras, em vez de fazê-lo pensar, pareciam jogar gasolina no fogo da luxúria dele. A cada carícia profunda, cada mordida no meu pescoço, eu sentia minha própria força e minha consciência se dissolverem num mar de confusão e terror paralisante.
— Nisso eu senti — continuou ela, segurando um soluço — como se com uma mão ele liberasse o pênis da sunga e o encostasse, pulsante e ardente, bem na entrada da minha buceta. Tentei fechar as pernas com toda a minha força, gritar pra ele parar, mas ele é forte demais. E em questão de segundos, já estava ali, roçando com meus lábios vaginais, ainda virgens, a ponta molhada e dura do pau dele, enquanto as duas mãos dele, firmes nas minhas nádegas, me subiam e desciam ritmadamente, me esfregando contra ele, usando meu próprio corpo para o prazer dele, preparando o terreno pra invasão.
—Ele já começava a bufar de prazer, e os olhos dele se derretiam numa poça de luxúria pura.
—"Chegou a hora de deixar de ser a princesa e ocupar o lugar da rainha…" —ele me disse com um sorriso torto e vitorioso, num tom que destilava uma perversão extrema. E ao dizer isso, com um empurrão brutal, começou a enfiar o pau na minha buceta virgem.
—Calma! —interrompeu Quilmes, sentindo uma vontade urgente de se ajustar a calça debaixo da mesa. A cena, contada com aquela voz entrecortada e sensual, estava deixando ele louco de tesão. —Você precisa continuar contando… O que você sentiu? Como foi a experiência? Preciso de todos os detalhes, Paula, senão isso nunca vai parar…!
—Bem… —sussurrou ela, fechando os olhos como se revivesse o trauma—, senti como se estivesse sendo rasgada por dentro. Supene é grande demais, e naquela primeira vez, quanto mais ele se enterrava, mais eu achava que nunca conseguiria meter ele todo. Só quando senti minhas nádegas encostarem, esmagadas, em cima das bolas suadas dele, é que percebi que tinha ele inteiro dentro de mim. Era uma sensação de estar sendo arrebentada, aberta de um jeito que meu corpo não estava preparado; uma dor aguda e profunda que se misturava com a humilhação e a estranha certeza de que minha vida, como eu conhecia, tinha acabado.
—Papai começou a bufar como um touro e, enquanto me dava beijos molhados na boca, as investidas dele começaram a ganhar mais força e velocidade.
A água da piscina se mexia e fazia umas ondas com um barulho surdo e constante… Papai estava perdido no desejo e na luxúria, já nada mais importava. Dava pra ouvir o gemido rouco dele, meus gemidos abafados de dor que eu tentava sufocar, e as palavras obscenas que ele sussurrava no meu ouvido: "Você é tão apertadinha, meu amor… vai me fazer gozar… assim, me aperta mais… essa sua bunda é minha…".
—E o seu irmão?
—Naquele momento, eu soube que tinha dado pra ele uma espécie de sonífero, porque ela não acordou em momento nenhum. Quer dizer, com o barulho dos meus gemidos de dor e os gritos de prazer do meu pai, tenho certeza de que, só porque nossa casa fica a uns dois quilômetros do vizinho mais próximo, ninguém nos ouviu. Ele gemia grunhindo "Sim, minha rainha, assim... geme pro papai...", e eu não conseguia evitar soltar gemidos agudos a cada estocada que sentia até o fundo.
—Por quanto tempo ele te…comeu?
—Não sei… mas foi muito tempo, ou pelo menos foi o que senti. Lembro que, na caixa de som conectada via Bluetooth no meu celular, começou a tocar uma música da Katy Perry: "Teenage Dream". Nunca vou esquecer; era a minha favorita.playlistfavorita. Ouvir aquela letra que fala de viver o sonho adolescente, de se sentir elétrica, enquanto meu próprio pai me desflorava com uma violência possessiva, foi uma piada macabra. Naquele momento, um pensamento passou pela minha mente confusa: "É assim que se faz uma mulher? É assim que deve ser?" Senti que minha inocência não só foi roubada, mas cuspida e pisoteada.
—Naquele dia, seu pai gozou dentro de você?
—Sim… —confessou Paula, com um fio de voz— Foi a primeira vez que senti minha buceta ser inundada por aquele líquido grosso e quente. Senti como me enchia de porra, em pulsadas longas e poderosas, e papai parecia não parar de soltar, grunhindo igual um bicho enquanto se esvaziava dentro de mim.
Quando ele terminou, ficou mais um tempinho dentro de mim, como se estivesse me possuindo, e então, soltando minhas nádegas já doloridas, me largou e me beijou na boca para dizer: — "Agora você é minha… Agora sim você é a mulher desta casa, a mãe do Mike, mas o mais importante: agora você é minha mulher… Acabei de te conquistar com a coisa mais eficaz que existe na vida…" — disse ele, fazendo uma alusão obscena ao próprio pau.
—Saímos da piscina e, enquanto esperávamos meu irmão acordar, papai continuava me tratando como sua nova "esposa". Me beijava e me acariciava à vontade. Na verdade, quando meu irmão acordou, papai falou com ele e disse que, oficialmente, eu era a nova mamãe dele…
—O que seu irmão disse?
—É muito inocente… a ideia fascinou ela. Desde então me chama de "mamãe"… e o papai se mostrava orgulhoso, enquanto dizia que a gente ia casar assim que a quarentena terminasse.
—No dia seguinte, ele me comprou esses dois anéis de noivado e casamento… — mostrou os anéis finos pra Quilmes, com a mão trêmula — Só agora tô percebendo… que ainda tô usando eles…
A sessão tinha chegado a um ponto crítico. Quilmes, com a respiração ofegante, sabia que o pior—ou o mais excitante, da sua perspectiva distorcida—ainda estava por ser revelado.—A gente continuou a tarde no jardim —continuou Paula, a voz dela virando um sussurro cansado— Ele, eufórico, como se a gente tivesse começado uma vida nova e não tivesse destruído a que a gente tinha. Acendeu a churrasqueira e pegou a carne. Mike, ainda meio sonolento, brincava na beira da piscina, cujas águas paradas escondiam o crime que ele tinha acabado de cometer contra mim. Eu, por minha vez, me sentei numa espreguiçadeira, me enrolando numa toalha como se fosse uma armadura, tentando fazer minhas pernas pararem de tremer. A dor entre minhas coxas era um lembrete constante, uma pulsação surda que marcava o fim da minha inocência. Papai não parava de sorrir pra mim, de me servir comida com um gesto de posse, agindo como se aquele fosse nosso primeiro dia de muitos juntos.
Depois, quando escureceu, a gente entrou em casa e papai me pediu pra botar o Mike pra dormir e pra vestir um vestido preto que eu tenho, muito bonito, o mesmo que usei na festa dos meus 18… Eu não queria, mas sabia que, depois do que rolou na piscina, me recusar já não era uma opção. A linha tinha sido cruzada e ele tinha o controle total.
Mal botei meu irmão pra dormir, fui pro banheiro. Ao mijar, senti uma ardência forte e depois, ao me limpar, vi no papel higiênico um líquido grosso, esbranquiçado e leitoso, misturado com fios do meu próprio sangue. Era bastante, e ver como sujava a água do vaso me deu uma náusea profunda.Aquela substância era a prova física do meu estupro, a marca da posse dele saindo do lugar mais íntimo do meu corpo.Supus, com um arrepio, que era o sêmen do meu pai, já me contaminando por dentro.
Depois fui pro meu quarto, troquei de roupa e desci pra sala, onde o pai, todo animado, me esperava com uma garrafa de Dom Perignon.
— Essa garrafa me custou mais de mil dólares — anunciou com orgulho, segurando ela como um troféu —. É do ano do seu nascimento, sabia?Enquanto falava, os olhos dele me devoravam. Eu usava o vestido preto do meu décimo oitavo aniversário, um modelo justo de alças finas que marcava a cintura e realçava minhas curvas. O tecido, macio e escuro, contrastava com a palidez da minha pele. Ele olhava fascinado, e eu pude ver em seus olhos a lembrança mórbida da primeira vez que o usei. Lembrei que naquele dia, durante a festa, o olhar dele tinha pousado em mim com uma intensidade que na época eu não soube decifrar. Agora eu entendia: naquele dia, eu sei o que ele pensou, porque ele mesmo me confessou: "Se você não fosse minha filha, eu adoraria não só te desvirginar, mas te ter como mulher ao meu lado. Pena que você seja proibida, e sortudo o felizardo que fizer isso". Agora, aquele "felizardo" era ele, e a sorte dele era o meu pesadelo.Depois disso, ele me estendeu uma taça de vidro fino.
— Não tô com vontade de beber, pai… Queria ir dormir — implorei, com a pouca energia que me restava.
— Nada disso, já abri a garrafa — ele respondeu, com um tom amigável, mas firme —. Por que você não toma uma taça e em dez minutos te deixo ir?
Eu cedi. Bebi, e em poucos minutos senti o quarto começar a girar e minhas pálpebras pesarem como chumbo. Uma névoa densa turvou minha consciência.
Lembro de acordar meio grogue só pra perceber, através de um véu de sombras e gemidos, que o pai estava em cima de mim, me comendo de novo como um possesso.Meus sentidos estavam amortecidos pelo sonífero, mas a dor atravessava a névoa. Eu via, entre minhas pálpebras semiabertas, a figura suada dele se movendo sobre mim na penumbra, e ouvia seus grunhidos roucos, como os de um animal, enquanto sentia o pau dele, enorme e impiedoso, me abrindo de novo, me partindo ao meio com cada estocada brutal.Gemia e gemia, um gemido fraco e involuntário, enquanto sentia o pau dele entrando e saindo da minha buceta num ritmo descomunal. Quis parar ele, empurrar, gritar, mas não conseguia nem manter os olhos abertos. Meu corpo era um peso morto, um brinquedo pra luxúria sem limites dele.
Quando acordei, percebi que tava completamente pelada no meu quarto. Minha buceta ardia com uma intensidade insuportável e um cheiro de sexo velho e suor era tão forte que me dava ânsia. Olhei o relógio: já era quase meio-dia. Me arrumei pra sair, me sentindo suja e destruída, e quando desci, encontrei meu pai e o Mike rindo na frente da TV.
— Oi, mamãe! — o Mike gritou e correu pra me abraçar.Ei, confusa e com o coração na mão, mas com uma ansiedade inata de proteger ele e dar a normalidade que ele tanto queria, recebi ele nos meus braços, abraçando o corpinho dele com uma mistura de amor desesperado e uma tristeza profunda.Meu pai também se aproximou e, depois de um "Oi, amor, achei que nunca fosse acordar...", me beijou na boca com uma familiaridade de casado e continuou sua rotina como se nada tivesse acontecido. Será que eu era a única anormal nessa família? A única que sentia que o mundo tinha virado de cabeça pra baixo?
Mais tarde, pedi uma explicação sobre o dia anterior. Ele, sorrindo como se estivesse compartilhando um segredo gostoso, me disse:
— Ontem à noite foi nossa noite de núpcias, amor — me beijou e continuou — Esta manhã eu estava conversando com o Mike e falei que de presente de aniversário ia comprar um PlayStation pra ele, mas ele disse que isso já é chato se não tem ninguém pra jogar. Sabe o que o safado quer?
Fiquei em silêncio, um nó de terror apertando meu estômago.
— Pois ele quer que eu dê de presente um irmãozinho ou irmãzinha — soltou uma risada debochada —. Ha ha, eu disse que a gente vai fazer de tudo...A excitação dela era palpável; os olhos brilhavam com uma faísca perversa diante da ideia de usar meu corpo não só para o prazer dela, mas para um fim tão torcido. Eu, por dentro, sentia o pânico se enroscando nas minhas veias. Não era só o estupro dela; era o planejamento frio de me transformar na mãe do meu próprio meio-irmão.Pois temos as semanas contadas pra conseguir esse presente, meu amor.
Quando coloquei o Mike na cama à noite, meus medos se tornaram realidade. O Mike me disse, com a voz inocente dele: “Conversando com o papai, eu falei que agora que você é minha nova mamãe, quero uma irmãzinha ou irmãozinho pra brincar”.
Mal tava indo pro meu quarto quando o papai me interceptou no corredor e me disse, me segurando pelo braço: “Vem comigo… a gente precisa começar a embrulhar o presentinho do Mike”.
Ele me levou pro quarto dele — o maior da casa — e, enquanto me beijava com uma urgência faminta, me despia e dizia: “Sabia que essa sua buceta me deixa louco? Nunca pensei que você fosse tão virgenzinha… Desde o seu aniversário de 18 anos eu invejava o cara que fosse te desvirginar, e a vida é tão bondosa que me deu esse privilégio, reservado única e exclusivamente pro papai, depois da partida da sua mãe.”Ele via aquilo como um presente divino, um direito que o destino tinha concedido por ele ter esperado, uma fruta proibida que finalmente caía nas mãos dele.Você é divina! E agora essa rainha vai dar vida a uma princesa ou um príncipe…"
Em questão de segundos, ele me deixou pelada e à mercê dele na cama. Me comeu em todas as posições que quis.E ainda lembro de quatro delas: primeiro de quatro, com minhas bochechas esmagadas contra o colchão e ele segurando minha cintura com força; depois de lado, com uma perna levantada no ombro dele, permitindo uma penetração profundíssima; em seguida, sentada em cima dele, montada, me forçando a cavalgá-lo enquanto ele massageava meus peitos com rudeza; e finalmente, de papo pra cima, pra poder olhar nos meus olhos e ver o triunfo dele no meu olhar perdido.E, involuntariamente, começou a arrancar de mim uns gemidos de prazer, um reflexo físico traiçoeiro que ele passou a encarar como um desafio.Meu pai, com a perícia de um predador que aprende os pontos fracos da sua presa, descobriu como se mover, que ângulos buscar, pra que meu corpo, contra a vontade da minha mente, respondesse. Ouvir esses pequenos sons o animava a me dar mais e mais, a prolongar a agonia buscando aquela reação que o enchia de coragem.Sei que tenho que admitir que meu pai tinha uma resistência do caralho… Acho que ele devia estar bebendo alguma coisa, porque na idade dele não é normal ficar transando mais de uma hora naquele ritmo frenético.
Quando ele me colocou de novo na posição de missionário, disse, ofegante: “Você sente como o pau do papai se encaixa perfeitamente na sua buceta? É porque você já se moldou a mim… e com o tempo vai ficar ainda melhor… Quer que eu encha você de porra? Quer que o papai goze dentro de você? Hmmmmm, sim? É isso que você quer? Que o papai encha sua xereca com esse líquido de fazer bebês? Então toma, meu amor!! A máquina de fazer bebês funcionando a todo vapor… Aproveita… aproveita sua próxima gravidez… assume seu papel de rainha, HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!”
Fechei os olhos e, indefesa, senti mais uma vez aquele líquido fervendo me inundando por dentro.
“Sente como esse pedaço de carne do papai te enche e rega todo o terreno fértil, meu amor! — ele exclamou com uma atitude perversa — Sente como esse pedaço de carne que te deu vida agora está criando uma nova no seu útero… o tronco da vida! Juro que não vou me cansar de te fazer filhos!”
Papai desabou exausto em cima de mim. Minha buceta era uma piscina de porra naquele momento. Quis me levantar, com urgência, para me limpar, para fugir daquele cheiro e daquela sensação, mas papai não deixou. Em vez disso, me colocou de conchinha, me abraçando por trás, com as pernas dele entrelaçadas nas minhas.
“Assim a gente ajuda os espermatozoides a correrem pro seu objetivo…” ele disse sorrindo, e depois me prendeu nos braços dele para não me deixar escapar. Durante a noite, e já de madrugada,Acordei de novo sentindo o peso e o movimento familiar em cima de mim, a respiração acelerada dele na minha nuca, e a penetração na buceta, já quase rotineira, começando de novo. Meu corpo tinha aprendido a não resistir, a poupar energia. Era um saco de areia, inerte, esperando a tempestade passar.Na manhã seguinte, acordamos quase ao mesmo tempo porque Mike estava pedindo pra entrar no quarto.
— Já vou, Mike! — gritei pra ele, enquanto eu e papai nos vestíamos com a pressa de quem esconde um segredo.
— Não tem dúvida de que essa buceta tá mais que cheia de líquido pra fazer bebê — murmurou ele, me olhando com satisfação. — Se continuarmos assim, em poucas semanas essa barriga vai deixar de ser lisa e vai começar a crescer uma barriguinha linda.
Olhei pra ele com todo o ódio que consegui juntar nos meus olhos, mas ele não ligou. Só continuou me vendo me vestir, como um dono admirando a propriedade dele, e depois saímos juntos pra encontrar o Mike.
Naquele dia, meu pai colocou um filme na sala e, enquanto Mike assistia sem piscar, ele me segurava abraçada, nós dois deitados no sofá. As mãos dele exploravam meu corpo com uma familiaridade que me deixava desconfortável, mas eu sabia que não podia resistir. Enquanto me beijava, os dedos dele deslizavam pelas minhas costas, acariciando cada curva com uma intensidade que me fazia tremer. Mike, vidrado no filme, não percebia nada. Na verdade, num certo momento, papai, já bem excitado, pediu pro Mike chegar mais perto da televisão. E assim, com meu irmão mais longe, papai puxou uma coberta e arrumou de um jeito que fez uma cabaninha pra eu chupar ele. Depois, ajeitou a coberta nos cobrindo, escondendo dos olhos do Mike como eu subia no pau dele e cavalgava até esvaziar todo o sêmen. Eu gemi sem querer, mas não passou disso. Quando ele gozou dentro, meu pai me beijou na boca.
Quando o filme terminou, papai mandou eu ficar na posição fetal por 20 minutos, com o mesmo ritual pra favorecer a gravidez. Enquanto isso, ele subiu com o Mike pra brincar no quarto dele. Fiquei ali, imóvel, sentindo o sêmen do meu pai se mexendo dentro de mim, imaginando minha vida futura como mãe e esposa do meu próprio pai. A ideia me enchia de uma mistura de medo e excitação que eu não conseguia controlar.
À noite, a rotina Desencostar do Mike, ir tomar banho e, ao sair de roupão, meu pai me interceptou.
"Aonde você vai?" "Vou pegar minha roupa…" "Nada disso, não vamos perder tempo… vamos pro nosso quarto… Na verdade, já cansei de ficar te perseguindo, você é minha mulher e seu lugar é do meu lado. Então, de hoje em diante, você vai dormir ao meu lado… Amanhã mesmo vou ajudar você a mudar todas as suas coisas pro nosso quarto de casal… Seu quarto vai virar o quarto da nossa futura filha…"
Assim que entramos, ele trancou a porta com ferrolho e me fodeu de novo até esvaziar todo o sêmen dele no fundo da minha buceta. Caíamos no sono e depois eu acordava de madrugada e ele me fodia de novo, sempre mudando de posição na hora de gozar. Era óbvio que ele tava mais que decidido… e eu, mais que certa de que ele ia conseguir.
Papai tava extasiado e cada vez mais pedia pra eu me envolver no sexo. Obrigada, eu tinha que fingir meus gemidos. Às vezes, talvez sem querer, escapava um ou outro de verdade. Papai pedia pra eu dizer que gostava do sexo e que ele era meu rei. Por isso, às vezes eu gemia e falava: "Me fode gostoso, meu rei… Sem dúvida você é o rei dessa casa… Me fode e me mostra por que você é meu rei, Sergio!!", "Me ensina por que esse pau merece um corpo como o meu…", "Você me deixa louca com seu pinto, buceta linda", "Esse pau é meu e de mais ninguém!" ou "Me enche de porra… Me faz sua e me faz um filho…" Isso sempre deixava ele tão louco que geralmente era quando ele esvaziava toda a porra dele.
Na verdade, com o passar dos dias, aprendi que se quisesse que ele terminasse logo, eu tinha que me mexer e falar putarias que descontrolavam ele e faziam ele gozar. Sem querer, por aquela época, comecei a sentir meus primeiros orgasmos que me deixavam louca de prazer. Papai via isso como um prêmio.
"Cada vez transar com você é mais gostoso… Você é uma mulher de campeonato! E o melhor é que eu sou seu dono…" ele dizia, se sentindo o macho alfa. E sentindo que aos poucos me convencia a assumir o papel de esposa. E talvez fosse assim mesmo.
Uma manhã, ele nos levou pra garagem e nos mostrou Seu carro novo, uma BMW chique e do ano 2020. "Quem diria que aos meus 48 anos eu ia dirigir uma BMW do ano e ter uma modelo gostosa de 18 anos como esposa... Que vida boa!" ele disse, orgulhoso e excitado.
Durante duas ou três semanas, eu comia todo dia, umas quatro ou até cinco vezes. Eu comia na hora de dormir, quando acordávamos, e até na cozinha ou onde desse. Minha buceta se acostumou a viver cheia do esperma dele, e quando minha menstruação tinha que vir, nunca veio. Eu contava os dias de atraso, e cada dia tinha mais sessões de sexo com meu pai.
Papai fez as contas, e quando já estava com vários dias de atraso, fez um teste caseiro que confirmou o esperado. Naquele dia teve festa em casa. A felicidade do Sergio era visível, com a BMW na garagem e uma modelo jovem de esposa grávida, o sonho dele tinha se realizado.
Papai preparou uma comida gostosa perto da piscina, e o Mike ficou feliz. A gente convivia como uma verdadeira família, uma família que nunca tivemos por culpa da minha mãe. Eu já chamava meu pai pelo nome, e ele me tratava como um marido de verdade. Ele parou de me perseguir como antes, e agora era um cavalheiro. Acho que de certa forma, fui me acostumando com ele. As carícias dele já não eram como antes; agora me enchiam de prazer, assim como os beijos e o pau dele. Meu deus, o pau dele me deixava louca. Acho que era por causa dos hormônios da gravidez no começo, mas agora eu não esperava ele pedir. Assim que ele entrava no quarto, eu corria pra tirar a roupa dele, depois chupava o pau dele até deixar brilhando e terminava montando nele até ele esvaziar todo o esperma dentro de mim. Adorava quando o Mike me chamava de mamãe e me enchia de carinho. Era uma vida doente, eu sei, mas eu amava, amava aquela vida.
Naquele momento, Paulita reagiu e percebeu o que estava dizendo. Olhou para Quilmes, e ele, sorrindo, disse: "Assim que você mudou de posição, eu parei a gravação... Não precisa se preocupar, Paulita."
"Como psicólogo Analítico do caso, sou obrigado a denunciar o incesto que o ginecologista mencionou no relatório do nascimento da sua linda filha… Mas também sou homem e entendo os instintos animais. Seu pai deu um passo extremo, mas não o julgo porque você é uma mulher realmente gostosa. Então me diga, você quer que declarem seu pai inocente? Ou melhor… quer que seu marido seja solto?
Paula olhou para ele nervosa e, enxugando as lágrimas, disse: "Você vai achar que sou louca, mas sim… Quero que meu marido volte pra minha casa. Aquele médico intrometido que denunciou o incesto… No começo, meu pai me forçou a ter relações com ele, mas a verdade é que aprendi a amar meu pai como homem, e agora não consigo viver sem ele. Sinto tanta falta dele à noite que, se continuar dormindo sem ele, juro que vou morrer…"
Quilmes estava excitadíssimo. Assim que Paula pediu para absolverem o pai dele, fez um pacto com ela. "Vou fazer isso em troca de sentir o que seu pai sente todo dia… Com seu relato, você deixou minha pica dura pra caralho e não posso deixar você ir sem te comer…"
Assim que se levantou, Quilmes soltou o pau e deu pra Paulinha mamar, que não teve escolha senão fazer isso. Paula mamou com culpa, mas começou a se justificar que fazia aquilo pelo novo marido, Sérgio, e mamou deliciosamente. "HMMM, que gostoso você chupa… Dá pra ver que seu pai te ensinou muito bem…"
Paula ficou maravilhada com o pau daquele homem. Só tinha experimentado o do pai, e o de Quilmes parecia ser o dobro de grosso e grande. Com dificuldade conseguiu mamar, e nem se fala quando montou nele. "AAHHHHHHHHHHHHH…" Gemeu forte Paula enquanto Quilmes começava a foder ela. "HMMMM, que canalzinho apertado você tem!!! Sem dúvida, as garotas de 18 são carne fresca pra nós, animais de mais de 40…"
"AAHHH, SIM, ME COMA, DOUTOR… ME MOSTRE O QUANTO VOCÊ GOSTA DO MEU CORPO!" Isso enlouqueceu Quilmes, e em questão de minutos ele esvaziou todo o leite nela. Paula."AAAHHHHHHH, HMMMMMMMMMMMMM, OOOOHHHH…" Gemeram com força. Depois, Quilmes a dispensou, deixando claro que no consultório dele o pau estaria sempre esperando por ela naqueles dias de solidão enquanto o pai dela estivesse fora.
Nem preciso dizer que, mesmo com o pai da Paula já solto, a Paulinha continua visitando o Quilmes de vez em quando e, com a desculpa da terapia, não faz outra coisa senão montar gostosamente na vara dele.
Nota do autor: Conto com conteúdo que pode ser considerado pesado para algumas pessoas. Deixar claro que tudo é ficção e que qualquer violação dos direitos humanos é um ato vil e punível na vida real.

Papai me engravidou na quarentena.Enquanto o psicólogo e criminologista de nomeDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.se preparava pra documentar a entrevista, não parava de pensar como a Paula era gostosa. Era esse o nome da mina que ele tava prestes a entrevistar.
De uma prateleira, puxou o arquivo com o sobrenome "Díaz" e esboçou um sorrisinho. Ao abrir, os olhos percorreram os nomes que já eram tão familiares pra ele:Sergio, o pai; Esperanza, a mãe; e Paula, a filha.Não conseguiu evitar que a memória voltasse pra primeira vez que atendeu eles, quando vieram por causa dos problemas de casamento. A cena veio na mente dela com clareza. Sérgio, com a cara vermelha de raiva, bateu no braço da poltrona:—Eu? Passei o dia e a noite trabalhando pra vocês viverem do melhor jeito possível! E como ela me agradece? Dando pra o instrutor!Gritou no consultório.
Na frente dele, Esperanza explodiu.
Não era só raiva, era a frustração acumulada de anos.Aquela mulher tinha enterrado seus sonhos de juventude — viajar, estudar arte, ser alguém — debaixo da laje de um casamento precoce e uma maternidade indesejada. A vida de esposa tinha quebrado ela aos poucos, esvaziando ela de ilusões.O grito dela foi uma explosão de dor e libertação:—A Paula não vai te perdoar! Tô pedindo o divórcio!Sérgio, ferido e arrogante, disparou:—Tá bom. A Paula e o Mike também —completou, se referindo ao irmão mais novo da Paula—, podem ficar com você. Dane-se todo mundo... tô de saco cheio dessa família.Esperanza olhou pra ele com um desprezo infinito e, com uma calma gelada que surpreendeu o próprio Quilmes, concluiu:—Eu também. Tô de saco cheio dessa família.mas o que Sérgio não esperava era que, da noite pro dia, Esperanza sumisse com o instrutor, deixando só um bilhete de despedida em cima da mesa da cozinha.A nota, um parágrafo gelado
escrito às pressas, foi lida primeiro pelo Sergio.As palavras, que falavam de uma "busca pela felicidade" e uma "liberdade finalmente encontrada", não lhe causaram dor, mas sim uma raiva preta e corrosiva.A primeira situação do sofrimento dela foi um silêncio lúgubre que durou três dias.Não foi o escândalo típico de antes; foi um trancamento na oficina de casa, rodeado das ferramentas que representavam sua vida de provedor, sem comer, sem dormir, só ouvindo o eco da própria falha como homem e como marido. Na parede, ficou a marca do soco que destruiu o gesso quando a garrafa de uísque não foi suficiente pra apagar o fogo da humilhação.Paula, ao encontrar o bilhete que o pai dela tinha amassado e jogado no lixo, chorou como nunca.O soluço do Sullanto não foi o estrondo do pai, mas uma dor muda e profunda que se infiltrou nas paredes da casa.A primeira situação que a despedaçou foi o sumiço de qualquer foto da mãe dela.Naquela mesma tarde, ele vagou pela casa como um fantasma, catando cada moldura, cada imagem onde o sorriso da Esperança aparecia. Não as quebrou num acesso de raiva; com uma calma assustadora, guardou tudo numa caixa de papelão, lacrou com fita adesiva e escondeu no fundo do armário, como se tentasse apagar a traidora da história da família. Um rancor silencioso e firme criou raízes no coração dele. Enquanto o lar se despedaçava.Mike, o irmão mais novo, vagava como uma alma penada pela casa virada num campo de batalha frio.Não entendia a magnitude da tragédia, mas sentia o vazio como um frio nos ossos.Buscaria ajuda dos dois, sem encontrar em nenhum.Mas logo Paula reagiu. Através da névoa da sua própria dor, viu Mike, pequeno e vulnerável, e soube que ele não tinha culpa de nada. Um instinto maternal, prematuro e feroz, brotou nela. Então ela começou a tomar conta.Dia após dia, Paula foi melhorando.As manhãs já não começavam com o vazio, mas com a rotina de preparar o café da manhã pro Mike, escolher a roupa dele, ajudar com a lição de casa.
Ela aprendeu a decifrar os rótulos da comida, a calcular as porções, a passar os uniformes.
Enquanto ela se tornava o esteio da casa, via o pai, Sergio, se embebedando cada vez mais. A oficina continuava fechada e empoeirada.
Quando Paula, com a voz trêmula, cobrava que ele voltasse a trabalhar, ele a encarava com desdém do sofá, rodeado de garrafas vazias, e argumentava com uma lógica envenenada: "Calma, princesa. Tem dinheiro no banco suficiente pra gente viver muitos anos sem eu precisar mover um dedo".
A situação era insustentável.
"Pai, não é só o dinheiro", implorou Paula um dia, com Mike do lado. "Preciso que você saia e compre comida. E preciso... que você ensine coisas pro Mike. Coisas que um pai deve ensinar ao filho". A voz dela falhou. Essa foi a gota d'água.
Foi aí que voltaram pra terapia, agora pai e filha.JJ Quilmes tinha conseguido, com muito esforço, convencer o Sergio de que ele precisava largar a bebida pra não perder o pouco que ainda tinha, e a Paula de que, mesmo sendo admirável a força dela, não dava pra amadurecer de uma hora pra outra e carregar um peso que não era dela.Teve um lampejo de esperança, um progresso frágil. Mas aí, o mundo parou.A pandemia atravessou como um muro, e o confinamento forçado deixou as terapias penduradas por dois longos anos, até este dia em que Quilmes recebia a Paula.Quando a secretária anunciou pelo interfone que a Paula Díaz tinha chegado, Quilmes guardou o processo numa gaveta e, com um nó de ansiedade e preocupação no estômago, se preparou pra atendê-la.
—Manda entrar... —disse ele, tentando fazer a voz soar neutra.
A porta se abriu ePaula entrou no consultório. Quilmes segurou um leve suspiro de espanto. Ela estava transformada em comparação com a última vez que ele se lembrava dela.A adolescente angustiada tinha dado lugar a uma mulher.Dava pra dizer que ela era a personificação de uma "menina gostosa": loira, olhos azuis penetrantes, alta e com um corpo esculpido pelo tempo — peitos generosos, cintura fina e pernas bem torneadas que se insinuavam por baixo do vestido.O visual dela tava impecável, radiante até. Ninguém que visse ela apostaria que, no meio do caos da quarentena, ela tinha passado por uma experiência tão foda e carregado uma responsabilidade tão pesada. Mas Quilmes sabia que por trás dessa fachada perfeita tava escondido o motivo dessa entrevista, que ia muito além de uma sessão de terapia.O pai dessa mina, chamado Sérgio, tava respondendo a um processo criminal por causa do suposto estupro da própria filha.As peças do caso estavam se movendo e todas as diligências eram cruciais para esclarecer os fatos. Essa entrevista, essa mesma conversa, era uma delas. Quilmes pegou sua caneta e aproximou o gravador. — Bom dia, Paula. Vamos começar — disse suavemente.Entrevista com Paula Díaz, 20 anos de idade. Julho de 2022.Quilmes observou a tensão nos ombros de Paula, o olhar dela fixo num ponto da parede. Sabia que precisava quebrar o gelo.
—Paula, antes de a gente começar, quero que você saiba que esse é um espaço seguro. Pode ficar à vontade — disse com um sorriso profissional, empurrando um copo d'água para o lado dela na mesa.
Paula nem olhou pra ele. Só balançou a cabeça de leve, as mãos apertando a borda da cadeira. O silêncio ficou pesado. Quilmes entendeu que conforto era impossível. Resolveu ir direto ao ponto.
—Me diz, Paula… quando é que tudo começou?
No meio de lágrimas que mal conseguia segurar, Paula tentou manter a compostura. A voz dela saiu num fio.
—Não lembro, doutor… tá tudo um borrão.
—E se a gente começar da última vez que vocês vieram me ver, antes da pandemia? — sugeriu Quilmes, suavizando o tom.
Paula fechou os olhos, como se procurasse na neblina da memória. Aos poucos, começou a falar com mais fluidez, encontrando um ponto de apoio numa lembrança menos dolorosa.
—Depois das consultas do senhor, tudo melhorou… por um tempo. Meu pai começou a sair pra comprar coisas, voltou pro trabalho na oficina, e até colocou a piscina de casa em ordem de novo. Lembro que num domingo a gente nadou muito, ficou rindo e se divertindo bem… — Fez uma pausa longa, o rosto escureceu — Mas também lembro que foi a primeira vez que…
—O que você lembra, Paula? Me conta, não precisa ter medo de nada; já vi e ouvi de tudo nessa profissão — encorajou Quilmes, inclinando-se um pouco pra frente.
—Foi a primeira vez que notei como meu pai me olhava diferente — confessou ela, envergonhada.
—Diferente? Como assim "diferente"?
—Tipo… como homem — sussurrou — Lembro duas vezes naquele dia. A primeira, quando saí da água e ele me estendeu a toalha, o olhar dele não encontrou os meus olhos, mas percorreu meu corpo inteiro, dos pés até o rosto, e parou tempo demais no meu peito. Me senti nua. A segunda foi durante uma brincadeira com Mike na água. Ele entrou junto e, num momento de… risadas, ele me pegou pela cintura pra me levantar. Foram só uns segundos, mas eu pude sentir… algo duro e quente colado na minha bunda. A sensação foi arrepiante.Naquele momento, a mente do Quilmes, um labirinto retorcido e escondido atrás da fachada profissional, começou a esquentar. A voz trêmula e juvenil da Paula contando aquela violação de limites, aquele primeiro contato ambíguo mas cheio de intenção lasciva, acendeu uma faísca doentia nele. Não era compaixão o que sentia, mas uma excitação clandestina. Ele queria ouvir mais, queria que cada detalhe sujo saísse daqueles lábios inocentes.—Mas não passou disso —continuou Paula, balançando a cabeça como pra afastar a lembrança— Acho que tudo começou de verdade quando teve o lockdown e mandaram a gente da escola pra casa pra continuar os estudos online… Desde então,Sergiodecidiu que, por questões de segurança sanitária, a gente ficasse sozinho em casa: meu irmão Mike, ele e eu…
—PorSergio— Tá se referindo ao teu pai? — perguntou Quilmes, já sabendo a resposta, mas querendo dar um rumo na história.
— Isso mesmo.
— Sempre chamou ele pelo nome?
— Não. Comecei a chamar assim desde que ele pediu... acho que virou um hábito, mas dificilmente voltaria a chamar de pai... não depois do que a gente passou.Aquilo foi como um tiro direto na perversão de Quilmes. A ideia de que essa jovem, com seu corpo de mulher e sua voz sensual, se recusasse a dizer "papai" mas fosse forçada a fazer isso, era profundamente excitante para ele. Ele queria gravar na mente a voz gostosa da Paula dizendo essa palavra no contexto de uma confissão tão íntima e sórdida.—Vamos fazer um esforço —disse Quilmes, com uma autoridade suave mas firme—. Chama ele de 'pai' ou 'papai' pra efeito da entrevista, pra ter mais validade, quer?
Paula, sem saber do jogo doentio em que tava metida, concordou resignada.
—Me conta, como foram os primeiros dias de quarentena? —perguntou ele, se preparando mentalmente pro festim.
—Bom, lembro quemeu paiSempre estava bebendo desde muito cedo, voltou a beber... e me passou a tarefa de cuidar do meu irmão e cuidar da casa.
—Por "cuidar da casa" você quer dizer...?
—Fazer comida, lavar roupa, limpeza, cuidar do meu irmão e até atender ele com tudo que ele pedia... por exemplo, levar uma cerveja ou...
—Não tenha medo de continuar. Quanto mais rápido me contar tudo, melhor — pressionou Quilmes, a voz dela um sussurro cheio de falsa empatia.
—Bem... foi por aquela época quepapaicomeçou a se aproximar de mim —disse Paula, forçando-se a usar a palavra, sentindo como queimava sua língua— Às vezes me via passar e me olhava com cara de safado... No começo tentei levar na brincadeira, mas depois começou a murmurar palavras como "divina", "que gostosa", "mamacita", "quero..." e um monte de baixaria desse tipo. E depois já vinha sussurrando no meu ouvido coisas tipo "hoje você tá mais gostosa que qualquer uma", "como eu queria ser seu namorado", "você é uma delícia".Cada palavra era uma mão invisível arrancando um pedaço da inocência dela. Ele ganhava confiança, e ela sentia as paredes da própria casa se fechando ao seu redor, transformando-a de filha em objeto.— E você, o que fazia? — perguntou Quilmes, quase sem fôlego.
— Será que eu podia ter feito alguma coisa? — respondeu Paula com uma amargura infinita — Na hora não me veio nada na cabeça, e agora também não… — Fez uma pausa, engolindo seco — Depois começou a passar a mão na minha bunda ou tentar amassar meus peitos quando eu tava lavando louça e ele me pegava desprevenida por trás.Relatou uma situação: Paula estava esfregando uma panela, concentrada. Ele se aproximou sorrateiramente. "Que bundinha gostosa tá te saindo, minha princesa…", murmurou enquanto a mão apertava com força uma das nádegas dela, afundando os dedos na carne. Ela ficou paralisada, a água quente queimando suas mãos.
Relatou outra: Tava tentando pegar um prato na prateleira alta. Ele se colocou atrás, roçando nela por completo. "Deixa eu te ajudar, princesa", disse, mas em vez de pegar o prato, as mãos dele subiram direto pros peitos dela, apertando com força por cima da blusa. "Já não é mais uma menina, que delícia...", sussurrou o bafo dele carregado de álcool na nuca dela.—Eu pedia pra ele parar, mas ele dizia que a gente ia ficar preso por muito tempo e que a vida ia ser menos chata se a gente brincasse de namorar... Minhas súplicas cada vez importavam menos pra ele —continuou Paula, a voz trêmula— E quando ele já levava tudo isso na brincadeira, até quando passava perto de mim ou me pegava desprevenida, me dava palmadas na bunda.Lembrou de uma: Atravessando a sala de shortinho, uma palmada seca e forte ecoou, deixando um ardor e uma mancha vermelha na pele dela. "Assim que eu gosto, durinhas!", riu ele do sofá.
E outra: Descendo as escadas, ele subia. Quando se cruzaram, a mão dele bateu com força na bunda dela, fazendo ela perder o equilíbrio. "Ops, desculpa, a mão escapou", disse com um sorriso que não era de desculpa, mas de posse.Quilmes ouvia, absorto, cada detalhe alimentando sua morbidez, enquanto anotava meticulosamente em seu relatório, escondendo a excitação por trás da máscara do profissionalismo.
— Você nunca tentou fugir ou pedir socorro? — perguntou Quilmes, sabendo que a resposta aprofundaria seu desespero.
— Em casa é impossível! — explodiu Paula, com um tremor de raiva e impotência — Meu pai tem todo um circuito de câmeras e o alarme está sempre ligado. Além disso… pra onde eu ia? Pra rua, no meio de uma pandemia, sem um puto? E o mais importante…Como é que eu ia abandonar meu irmão? Mike era a única coisa pura que restava naquela casa. Se eu fosse embora, quem ia dar comida pra ele? Quem ia abraçar ele quando ele tivesse pesadelos? Quem ia proteger ele… dele?O medo do que pudesse acontecer com a Mikesi era mais forte do que o meu próprio medo.
—Os dias foram se passando assim como tô contando —continuou, exausta—, até que, quando a gente já tava umas três semanas de reclusão, o pai organizou um churrasco na beira da piscina. Mesmo eu não querendo participar, meu irmão ficou tão empolgado que ele me pediu, ou melhor, me implorou pra nadar com ele e brincar.
Lembro que saí de casa pronta pra vestir um short e uma camisola, mas o pai me parou no corredor. "Pra uma ocasião especial, um traje especial", disse, e me fez vestir um biquíni que ele mesmo tinha saído pra comprar pra ocasião.Era minúsculo, de um preto intenso, com um design de tiras finas que se amarravam na cintura e no pescoço. O tecido, escasso e elástico, mal segurava meus peitos e afundava perigosamente nos meus quadris, destacando cada curva do meu corpo de um jeito que me fez sentir terrivelmente exposta.E foi assim que me juntei à "diversão" em família. Lembro que, ao sair, meu irmão correu pra me abraçar e, com um sorriso de orelha a orelha, soltou: "Paula, o papai falou que você podia ser minha nova mamãe!".Mike, inocente, perguntou ao pai: "É verdade, pai? A Paula pode ser minha nova mamãe, igual nos filmes?".
Sergio, com um olhar cheio de intenção pra mim, respondeu: "Claro, filho. As famílias às vezes mudam, e a Paula já é toda uma gostosa".
Mais tarde, Mike pegou na minha mão e, com uma seriedade infantil, me disse: "Não vai embora, Paula. Se você é minha nova mamãe, vai ficar pra sempre, né?".Essas palavras gelaram meu sangue. Eram adoráveis e aterrorizantes ao mesmo tempo, e o Sergio não conseguia disfarçar a excitação ao ver o plano dele tomando forma.
Depois, meu pai falou pro Mike: "Entra na piscina, campeão. A mamãe Paula e eu vamos te alcançar daqui a um minuto, precisamos conversar sobre uns assuntos importantes de pais…".
Cheguei onde o papai estava,junto à churrasqueira de tijolos que começava a soltar uma fumaça cheirosa. As brasas brilhavam alaranjadas debaixo da carne. Ele, de avental e com uma cerveja na mão, parecia a imagem do pai de família perfeito, uma farsa macabra.Mediu, com um sorriso que não chegava aos olhos: "Aposto que você não sabe o que seu irmão acabou de me dizer…". Eu só olhei pra ele, sem responder, com aquele nó na garganta apertando. E ele, se achando mais corajoso pelo meu silêncio, continuou: "Ele disse que adoraria que você fosse a nova mamãe dele". Fiquei quieta, não quis me aprofundar mais.Sérgio saboreava com o olhar cada centímetro do meu corpo, percorrendo as tiras do biquíni que se cravavam na minha pele. Ele se aproximou, me pegando pelas mãos com uma falsa doçura.—Paula, você já tem idade pra assumir o papel de mulher desta casa — começou ele, a voz um fio sedutor e autoritário — E o Mike precisa cada vez mais de uma mãe. A gente pode ser uma família de verdade, você e eu. Não precisa dizer que não… já viu como você faria seu irmão feliz.Meus problemas pra dizer não eram um muro de medo e confusão. Como recusar "ser uma família"? Como destruir a ilusão do Mike? Ele usava o amor do meu irmão como uma arma. Enquanto minha mente procurava desesperadamente uma saída, uma recusa que não soasse como traição, ele se aproximou mais, me pegando pela mão e olhando bem na minha cara, selando a proposta perversa dele com um sorriso de pretendente.—Você já tem idade pra assumir o papel de mulher dessa casa… e o Mike precisa cada vez mais de uma mãe.
Foi assim que, enquanto meu irmão brincava na piscina, longe e alheio à situação, meu pai começou a me tratar como sua "namorada". Parou de me chamar pelo nome e passou a dizer "meu amor", "querida".Enquanto Mike chapinhava feliz, ele se inclinava e sussurrava no meu ouvido: "Você é a rainha dessa casa, meu amor", passando um braço pela minha cintura com uma familiaridade que me fazia arrepiar.Depois, num tom mais alto, pra Mike ouvir, falou: "Vamos brincar com o Mike, minha vida! E assim que ele pegar no sono, te ensino um truque na piscina… você vai gostar pra caramba, pode acreditar."
Foi assim que nós três começamos a brincar na piscina e, enquanto Mike se divertia, meu pai, já com uma cara de pau gigante, passava a mão na minha bunda debaixo d'água e me beijava no pescoço e nos ombros, me puxando contra o corpo dele e fazendo eu sentir a dureza dele entre minhas nádegas.
— E o que aconteceu? — perguntou Quilmes, tentando disfarçar a ereção ajustando a posição atrás da mesa.
— Lembro que Mike saiu da piscina exausto de tanto brincar. Papai encheu um copão de suco de laranja pra ele, e ele bebeu tudo feliz. Não passaram nem dez minutos e Mike já tava roncando pesado numa espreguiçadeira, vencido por um sono repentino e profundo.Meu pai me olhou então com uma satisfação voraz. Segurando minha mão com firmeza, com uma autoridade que não admitia réplica, ele disse: "Vem comigo. Vamos nadar um pouco".Ele me levou de volta pra piscina. Assim que mergulhamos na água morna, ele me envolveu com os braços e me beijou com paixão, enquanto as mãos dele enlouqueciam no meu corpo adolescente, macio e firme, explorando como se fosse dele.
— Pedi pra ele me respeitar, pra entrar na razão, por favor — continuou Paula, com a voz embargada pela lembrança — Mas o que vi nos olhos dele não foi um pai, e sim um homem enlouquecido, obcecado com a ideia da "nova família". Ele não me via como eu era, via um objeto, um papel que eu tinha que cumprir.
— Você já tem idade, Paula — ele me disse entre beijos molhados e urgentes — Para com essa bobagem e aceita sua nova responsabilidade. Seu lugar é comigo e com o Mike…continuou me beijando enquanto passava a mão na minha bunda, nos meus peitos, e tava como um possesso, praticamente me despindo por completo. Eu, entre gemidos abafados, só conseguia implorar: "Papai, para… pelo amor de Deus, pensa no que cê tá fazendo… isso é errado, a gente não devia…". Mas quanto mais eu pedia, mais ele se excitava. Minhas palavras, em vez de fazê-lo pensar, pareciam jogar gasolina no fogo da luxúria dele. A cada carícia profunda, cada mordida no meu pescoço, eu sentia minha própria força e minha consciência se dissolverem num mar de confusão e terror paralisante.
— Nisso eu senti — continuou ela, segurando um soluço — como se com uma mão ele liberasse o pênis da sunga e o encostasse, pulsante e ardente, bem na entrada da minha buceta. Tentei fechar as pernas com toda a minha força, gritar pra ele parar, mas ele é forte demais. E em questão de segundos, já estava ali, roçando com meus lábios vaginais, ainda virgens, a ponta molhada e dura do pau dele, enquanto as duas mãos dele, firmes nas minhas nádegas, me subiam e desciam ritmadamente, me esfregando contra ele, usando meu próprio corpo para o prazer dele, preparando o terreno pra invasão.
—Ele já começava a bufar de prazer, e os olhos dele se derretiam numa poça de luxúria pura.
—"Chegou a hora de deixar de ser a princesa e ocupar o lugar da rainha…" —ele me disse com um sorriso torto e vitorioso, num tom que destilava uma perversão extrema. E ao dizer isso, com um empurrão brutal, começou a enfiar o pau na minha buceta virgem.
—Calma! —interrompeu Quilmes, sentindo uma vontade urgente de se ajustar a calça debaixo da mesa. A cena, contada com aquela voz entrecortada e sensual, estava deixando ele louco de tesão. —Você precisa continuar contando… O que você sentiu? Como foi a experiência? Preciso de todos os detalhes, Paula, senão isso nunca vai parar…!
—Bem… —sussurrou ela, fechando os olhos como se revivesse o trauma—, senti como se estivesse sendo rasgada por dentro. Supene é grande demais, e naquela primeira vez, quanto mais ele se enterrava, mais eu achava que nunca conseguiria meter ele todo. Só quando senti minhas nádegas encostarem, esmagadas, em cima das bolas suadas dele, é que percebi que tinha ele inteiro dentro de mim. Era uma sensação de estar sendo arrebentada, aberta de um jeito que meu corpo não estava preparado; uma dor aguda e profunda que se misturava com a humilhação e a estranha certeza de que minha vida, como eu conhecia, tinha acabado.
—Papai começou a bufar como um touro e, enquanto me dava beijos molhados na boca, as investidas dele começaram a ganhar mais força e velocidade.
A água da piscina se mexia e fazia umas ondas com um barulho surdo e constante… Papai estava perdido no desejo e na luxúria, já nada mais importava. Dava pra ouvir o gemido rouco dele, meus gemidos abafados de dor que eu tentava sufocar, e as palavras obscenas que ele sussurrava no meu ouvido: "Você é tão apertadinha, meu amor… vai me fazer gozar… assim, me aperta mais… essa sua bunda é minha…".
—E o seu irmão?
—Naquele momento, eu soube que tinha dado pra ele uma espécie de sonífero, porque ela não acordou em momento nenhum. Quer dizer, com o barulho dos meus gemidos de dor e os gritos de prazer do meu pai, tenho certeza de que, só porque nossa casa fica a uns dois quilômetros do vizinho mais próximo, ninguém nos ouviu. Ele gemia grunhindo "Sim, minha rainha, assim... geme pro papai...", e eu não conseguia evitar soltar gemidos agudos a cada estocada que sentia até o fundo.
—Por quanto tempo ele te…comeu?
—Não sei… mas foi muito tempo, ou pelo menos foi o que senti. Lembro que, na caixa de som conectada via Bluetooth no meu celular, começou a tocar uma música da Katy Perry: "Teenage Dream". Nunca vou esquecer; era a minha favorita.playlistfavorita. Ouvir aquela letra que fala de viver o sonho adolescente, de se sentir elétrica, enquanto meu próprio pai me desflorava com uma violência possessiva, foi uma piada macabra. Naquele momento, um pensamento passou pela minha mente confusa: "É assim que se faz uma mulher? É assim que deve ser?" Senti que minha inocência não só foi roubada, mas cuspida e pisoteada.
—Naquele dia, seu pai gozou dentro de você?
—Sim… —confessou Paula, com um fio de voz— Foi a primeira vez que senti minha buceta ser inundada por aquele líquido grosso e quente. Senti como me enchia de porra, em pulsadas longas e poderosas, e papai parecia não parar de soltar, grunhindo igual um bicho enquanto se esvaziava dentro de mim.
Quando ele terminou, ficou mais um tempinho dentro de mim, como se estivesse me possuindo, e então, soltando minhas nádegas já doloridas, me largou e me beijou na boca para dizer: — "Agora você é minha… Agora sim você é a mulher desta casa, a mãe do Mike, mas o mais importante: agora você é minha mulher… Acabei de te conquistar com a coisa mais eficaz que existe na vida…" — disse ele, fazendo uma alusão obscena ao próprio pau.
—Saímos da piscina e, enquanto esperávamos meu irmão acordar, papai continuava me tratando como sua nova "esposa". Me beijava e me acariciava à vontade. Na verdade, quando meu irmão acordou, papai falou com ele e disse que, oficialmente, eu era a nova mamãe dele…
—O que seu irmão disse?
—É muito inocente… a ideia fascinou ela. Desde então me chama de "mamãe"… e o papai se mostrava orgulhoso, enquanto dizia que a gente ia casar assim que a quarentena terminasse.
—No dia seguinte, ele me comprou esses dois anéis de noivado e casamento… — mostrou os anéis finos pra Quilmes, com a mão trêmula — Só agora tô percebendo… que ainda tô usando eles…
A sessão tinha chegado a um ponto crítico. Quilmes, com a respiração ofegante, sabia que o pior—ou o mais excitante, da sua perspectiva distorcida—ainda estava por ser revelado.—A gente continuou a tarde no jardim —continuou Paula, a voz dela virando um sussurro cansado— Ele, eufórico, como se a gente tivesse começado uma vida nova e não tivesse destruído a que a gente tinha. Acendeu a churrasqueira e pegou a carne. Mike, ainda meio sonolento, brincava na beira da piscina, cujas águas paradas escondiam o crime que ele tinha acabado de cometer contra mim. Eu, por minha vez, me sentei numa espreguiçadeira, me enrolando numa toalha como se fosse uma armadura, tentando fazer minhas pernas pararem de tremer. A dor entre minhas coxas era um lembrete constante, uma pulsação surda que marcava o fim da minha inocência. Papai não parava de sorrir pra mim, de me servir comida com um gesto de posse, agindo como se aquele fosse nosso primeiro dia de muitos juntos.
Depois, quando escureceu, a gente entrou em casa e papai me pediu pra botar o Mike pra dormir e pra vestir um vestido preto que eu tenho, muito bonito, o mesmo que usei na festa dos meus 18… Eu não queria, mas sabia que, depois do que rolou na piscina, me recusar já não era uma opção. A linha tinha sido cruzada e ele tinha o controle total.
Mal botei meu irmão pra dormir, fui pro banheiro. Ao mijar, senti uma ardência forte e depois, ao me limpar, vi no papel higiênico um líquido grosso, esbranquiçado e leitoso, misturado com fios do meu próprio sangue. Era bastante, e ver como sujava a água do vaso me deu uma náusea profunda.Aquela substância era a prova física do meu estupro, a marca da posse dele saindo do lugar mais íntimo do meu corpo.Supus, com um arrepio, que era o sêmen do meu pai, já me contaminando por dentro.
Depois fui pro meu quarto, troquei de roupa e desci pra sala, onde o pai, todo animado, me esperava com uma garrafa de Dom Perignon.
— Essa garrafa me custou mais de mil dólares — anunciou com orgulho, segurando ela como um troféu —. É do ano do seu nascimento, sabia?Enquanto falava, os olhos dele me devoravam. Eu usava o vestido preto do meu décimo oitavo aniversário, um modelo justo de alças finas que marcava a cintura e realçava minhas curvas. O tecido, macio e escuro, contrastava com a palidez da minha pele. Ele olhava fascinado, e eu pude ver em seus olhos a lembrança mórbida da primeira vez que o usei. Lembrei que naquele dia, durante a festa, o olhar dele tinha pousado em mim com uma intensidade que na época eu não soube decifrar. Agora eu entendia: naquele dia, eu sei o que ele pensou, porque ele mesmo me confessou: "Se você não fosse minha filha, eu adoraria não só te desvirginar, mas te ter como mulher ao meu lado. Pena que você seja proibida, e sortudo o felizardo que fizer isso". Agora, aquele "felizardo" era ele, e a sorte dele era o meu pesadelo.Depois disso, ele me estendeu uma taça de vidro fino.
— Não tô com vontade de beber, pai… Queria ir dormir — implorei, com a pouca energia que me restava.
— Nada disso, já abri a garrafa — ele respondeu, com um tom amigável, mas firme —. Por que você não toma uma taça e em dez minutos te deixo ir?
Eu cedi. Bebi, e em poucos minutos senti o quarto começar a girar e minhas pálpebras pesarem como chumbo. Uma névoa densa turvou minha consciência.
Lembro de acordar meio grogue só pra perceber, através de um véu de sombras e gemidos, que o pai estava em cima de mim, me comendo de novo como um possesso.Meus sentidos estavam amortecidos pelo sonífero, mas a dor atravessava a névoa. Eu via, entre minhas pálpebras semiabertas, a figura suada dele se movendo sobre mim na penumbra, e ouvia seus grunhidos roucos, como os de um animal, enquanto sentia o pau dele, enorme e impiedoso, me abrindo de novo, me partindo ao meio com cada estocada brutal.Gemia e gemia, um gemido fraco e involuntário, enquanto sentia o pau dele entrando e saindo da minha buceta num ritmo descomunal. Quis parar ele, empurrar, gritar, mas não conseguia nem manter os olhos abertos. Meu corpo era um peso morto, um brinquedo pra luxúria sem limites dele.
Quando acordei, percebi que tava completamente pelada no meu quarto. Minha buceta ardia com uma intensidade insuportável e um cheiro de sexo velho e suor era tão forte que me dava ânsia. Olhei o relógio: já era quase meio-dia. Me arrumei pra sair, me sentindo suja e destruída, e quando desci, encontrei meu pai e o Mike rindo na frente da TV.
— Oi, mamãe! — o Mike gritou e correu pra me abraçar.Ei, confusa e com o coração na mão, mas com uma ansiedade inata de proteger ele e dar a normalidade que ele tanto queria, recebi ele nos meus braços, abraçando o corpinho dele com uma mistura de amor desesperado e uma tristeza profunda.Meu pai também se aproximou e, depois de um "Oi, amor, achei que nunca fosse acordar...", me beijou na boca com uma familiaridade de casado e continuou sua rotina como se nada tivesse acontecido. Será que eu era a única anormal nessa família? A única que sentia que o mundo tinha virado de cabeça pra baixo?
Mais tarde, pedi uma explicação sobre o dia anterior. Ele, sorrindo como se estivesse compartilhando um segredo gostoso, me disse:
— Ontem à noite foi nossa noite de núpcias, amor — me beijou e continuou — Esta manhã eu estava conversando com o Mike e falei que de presente de aniversário ia comprar um PlayStation pra ele, mas ele disse que isso já é chato se não tem ninguém pra jogar. Sabe o que o safado quer?
Fiquei em silêncio, um nó de terror apertando meu estômago.
— Pois ele quer que eu dê de presente um irmãozinho ou irmãzinha — soltou uma risada debochada —. Ha ha, eu disse que a gente vai fazer de tudo...A excitação dela era palpável; os olhos brilhavam com uma faísca perversa diante da ideia de usar meu corpo não só para o prazer dela, mas para um fim tão torcido. Eu, por dentro, sentia o pânico se enroscando nas minhas veias. Não era só o estupro dela; era o planejamento frio de me transformar na mãe do meu próprio meio-irmão.Pois temos as semanas contadas pra conseguir esse presente, meu amor.
Quando coloquei o Mike na cama à noite, meus medos se tornaram realidade. O Mike me disse, com a voz inocente dele: “Conversando com o papai, eu falei que agora que você é minha nova mamãe, quero uma irmãzinha ou irmãozinho pra brincar”.
Mal tava indo pro meu quarto quando o papai me interceptou no corredor e me disse, me segurando pelo braço: “Vem comigo… a gente precisa começar a embrulhar o presentinho do Mike”.
Ele me levou pro quarto dele — o maior da casa — e, enquanto me beijava com uma urgência faminta, me despia e dizia: “Sabia que essa sua buceta me deixa louco? Nunca pensei que você fosse tão virgenzinha… Desde o seu aniversário de 18 anos eu invejava o cara que fosse te desvirginar, e a vida é tão bondosa que me deu esse privilégio, reservado única e exclusivamente pro papai, depois da partida da sua mãe.”Ele via aquilo como um presente divino, um direito que o destino tinha concedido por ele ter esperado, uma fruta proibida que finalmente caía nas mãos dele.Você é divina! E agora essa rainha vai dar vida a uma princesa ou um príncipe…"
Em questão de segundos, ele me deixou pelada e à mercê dele na cama. Me comeu em todas as posições que quis.E ainda lembro de quatro delas: primeiro de quatro, com minhas bochechas esmagadas contra o colchão e ele segurando minha cintura com força; depois de lado, com uma perna levantada no ombro dele, permitindo uma penetração profundíssima; em seguida, sentada em cima dele, montada, me forçando a cavalgá-lo enquanto ele massageava meus peitos com rudeza; e finalmente, de papo pra cima, pra poder olhar nos meus olhos e ver o triunfo dele no meu olhar perdido.E, involuntariamente, começou a arrancar de mim uns gemidos de prazer, um reflexo físico traiçoeiro que ele passou a encarar como um desafio.Meu pai, com a perícia de um predador que aprende os pontos fracos da sua presa, descobriu como se mover, que ângulos buscar, pra que meu corpo, contra a vontade da minha mente, respondesse. Ouvir esses pequenos sons o animava a me dar mais e mais, a prolongar a agonia buscando aquela reação que o enchia de coragem.Sei que tenho que admitir que meu pai tinha uma resistência do caralho… Acho que ele devia estar bebendo alguma coisa, porque na idade dele não é normal ficar transando mais de uma hora naquele ritmo frenético.
Quando ele me colocou de novo na posição de missionário, disse, ofegante: “Você sente como o pau do papai se encaixa perfeitamente na sua buceta? É porque você já se moldou a mim… e com o tempo vai ficar ainda melhor… Quer que eu encha você de porra? Quer que o papai goze dentro de você? Hmmmmm, sim? É isso que você quer? Que o papai encha sua xereca com esse líquido de fazer bebês? Então toma, meu amor!! A máquina de fazer bebês funcionando a todo vapor… Aproveita… aproveita sua próxima gravidez… assume seu papel de rainha, HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!”
Fechei os olhos e, indefesa, senti mais uma vez aquele líquido fervendo me inundando por dentro.
“Sente como esse pedaço de carne do papai te enche e rega todo o terreno fértil, meu amor! — ele exclamou com uma atitude perversa — Sente como esse pedaço de carne que te deu vida agora está criando uma nova no seu útero… o tronco da vida! Juro que não vou me cansar de te fazer filhos!”
Papai desabou exausto em cima de mim. Minha buceta era uma piscina de porra naquele momento. Quis me levantar, com urgência, para me limpar, para fugir daquele cheiro e daquela sensação, mas papai não deixou. Em vez disso, me colocou de conchinha, me abraçando por trás, com as pernas dele entrelaçadas nas minhas.
“Assim a gente ajuda os espermatozoides a correrem pro seu objetivo…” ele disse sorrindo, e depois me prendeu nos braços dele para não me deixar escapar. Durante a noite, e já de madrugada,Acordei de novo sentindo o peso e o movimento familiar em cima de mim, a respiração acelerada dele na minha nuca, e a penetração na buceta, já quase rotineira, começando de novo. Meu corpo tinha aprendido a não resistir, a poupar energia. Era um saco de areia, inerte, esperando a tempestade passar.Na manhã seguinte, acordamos quase ao mesmo tempo porque Mike estava pedindo pra entrar no quarto.
— Já vou, Mike! — gritei pra ele, enquanto eu e papai nos vestíamos com a pressa de quem esconde um segredo.
— Não tem dúvida de que essa buceta tá mais que cheia de líquido pra fazer bebê — murmurou ele, me olhando com satisfação. — Se continuarmos assim, em poucas semanas essa barriga vai deixar de ser lisa e vai começar a crescer uma barriguinha linda.
Olhei pra ele com todo o ódio que consegui juntar nos meus olhos, mas ele não ligou. Só continuou me vendo me vestir, como um dono admirando a propriedade dele, e depois saímos juntos pra encontrar o Mike.
Naquele dia, meu pai colocou um filme na sala e, enquanto Mike assistia sem piscar, ele me segurava abraçada, nós dois deitados no sofá. As mãos dele exploravam meu corpo com uma familiaridade que me deixava desconfortável, mas eu sabia que não podia resistir. Enquanto me beijava, os dedos dele deslizavam pelas minhas costas, acariciando cada curva com uma intensidade que me fazia tremer. Mike, vidrado no filme, não percebia nada. Na verdade, num certo momento, papai, já bem excitado, pediu pro Mike chegar mais perto da televisão. E assim, com meu irmão mais longe, papai puxou uma coberta e arrumou de um jeito que fez uma cabaninha pra eu chupar ele. Depois, ajeitou a coberta nos cobrindo, escondendo dos olhos do Mike como eu subia no pau dele e cavalgava até esvaziar todo o sêmen. Eu gemi sem querer, mas não passou disso. Quando ele gozou dentro, meu pai me beijou na boca.
Quando o filme terminou, papai mandou eu ficar na posição fetal por 20 minutos, com o mesmo ritual pra favorecer a gravidez. Enquanto isso, ele subiu com o Mike pra brincar no quarto dele. Fiquei ali, imóvel, sentindo o sêmen do meu pai se mexendo dentro de mim, imaginando minha vida futura como mãe e esposa do meu próprio pai. A ideia me enchia de uma mistura de medo e excitação que eu não conseguia controlar.
À noite, a rotina Desencostar do Mike, ir tomar banho e, ao sair de roupão, meu pai me interceptou.
"Aonde você vai?" "Vou pegar minha roupa…" "Nada disso, não vamos perder tempo… vamos pro nosso quarto… Na verdade, já cansei de ficar te perseguindo, você é minha mulher e seu lugar é do meu lado. Então, de hoje em diante, você vai dormir ao meu lado… Amanhã mesmo vou ajudar você a mudar todas as suas coisas pro nosso quarto de casal… Seu quarto vai virar o quarto da nossa futura filha…"
Assim que entramos, ele trancou a porta com ferrolho e me fodeu de novo até esvaziar todo o sêmen dele no fundo da minha buceta. Caíamos no sono e depois eu acordava de madrugada e ele me fodia de novo, sempre mudando de posição na hora de gozar. Era óbvio que ele tava mais que decidido… e eu, mais que certa de que ele ia conseguir.
Papai tava extasiado e cada vez mais pedia pra eu me envolver no sexo. Obrigada, eu tinha que fingir meus gemidos. Às vezes, talvez sem querer, escapava um ou outro de verdade. Papai pedia pra eu dizer que gostava do sexo e que ele era meu rei. Por isso, às vezes eu gemia e falava: "Me fode gostoso, meu rei… Sem dúvida você é o rei dessa casa… Me fode e me mostra por que você é meu rei, Sergio!!", "Me ensina por que esse pau merece um corpo como o meu…", "Você me deixa louca com seu pinto, buceta linda", "Esse pau é meu e de mais ninguém!" ou "Me enche de porra… Me faz sua e me faz um filho…" Isso sempre deixava ele tão louco que geralmente era quando ele esvaziava toda a porra dele.
Na verdade, com o passar dos dias, aprendi que se quisesse que ele terminasse logo, eu tinha que me mexer e falar putarias que descontrolavam ele e faziam ele gozar. Sem querer, por aquela época, comecei a sentir meus primeiros orgasmos que me deixavam louca de prazer. Papai via isso como um prêmio.
"Cada vez transar com você é mais gostoso… Você é uma mulher de campeonato! E o melhor é que eu sou seu dono…" ele dizia, se sentindo o macho alfa. E sentindo que aos poucos me convencia a assumir o papel de esposa. E talvez fosse assim mesmo.
Uma manhã, ele nos levou pra garagem e nos mostrou Seu carro novo, uma BMW chique e do ano 2020. "Quem diria que aos meus 48 anos eu ia dirigir uma BMW do ano e ter uma modelo gostosa de 18 anos como esposa... Que vida boa!" ele disse, orgulhoso e excitado.
Durante duas ou três semanas, eu comia todo dia, umas quatro ou até cinco vezes. Eu comia na hora de dormir, quando acordávamos, e até na cozinha ou onde desse. Minha buceta se acostumou a viver cheia do esperma dele, e quando minha menstruação tinha que vir, nunca veio. Eu contava os dias de atraso, e cada dia tinha mais sessões de sexo com meu pai.
Papai fez as contas, e quando já estava com vários dias de atraso, fez um teste caseiro que confirmou o esperado. Naquele dia teve festa em casa. A felicidade do Sergio era visível, com a BMW na garagem e uma modelo jovem de esposa grávida, o sonho dele tinha se realizado.
Papai preparou uma comida gostosa perto da piscina, e o Mike ficou feliz. A gente convivia como uma verdadeira família, uma família que nunca tivemos por culpa da minha mãe. Eu já chamava meu pai pelo nome, e ele me tratava como um marido de verdade. Ele parou de me perseguir como antes, e agora era um cavalheiro. Acho que de certa forma, fui me acostumando com ele. As carícias dele já não eram como antes; agora me enchiam de prazer, assim como os beijos e o pau dele. Meu deus, o pau dele me deixava louca. Acho que era por causa dos hormônios da gravidez no começo, mas agora eu não esperava ele pedir. Assim que ele entrava no quarto, eu corria pra tirar a roupa dele, depois chupava o pau dele até deixar brilhando e terminava montando nele até ele esvaziar todo o esperma dentro de mim. Adorava quando o Mike me chamava de mamãe e me enchia de carinho. Era uma vida doente, eu sei, mas eu amava, amava aquela vida.
Naquele momento, Paulita reagiu e percebeu o que estava dizendo. Olhou para Quilmes, e ele, sorrindo, disse: "Assim que você mudou de posição, eu parei a gravação... Não precisa se preocupar, Paulita."
"Como psicólogo Analítico do caso, sou obrigado a denunciar o incesto que o ginecologista mencionou no relatório do nascimento da sua linda filha… Mas também sou homem e entendo os instintos animais. Seu pai deu um passo extremo, mas não o julgo porque você é uma mulher realmente gostosa. Então me diga, você quer que declarem seu pai inocente? Ou melhor… quer que seu marido seja solto?
Paula olhou para ele nervosa e, enxugando as lágrimas, disse: "Você vai achar que sou louca, mas sim… Quero que meu marido volte pra minha casa. Aquele médico intrometido que denunciou o incesto… No começo, meu pai me forçou a ter relações com ele, mas a verdade é que aprendi a amar meu pai como homem, e agora não consigo viver sem ele. Sinto tanta falta dele à noite que, se continuar dormindo sem ele, juro que vou morrer…"
Quilmes estava excitadíssimo. Assim que Paula pediu para absolverem o pai dele, fez um pacto com ela. "Vou fazer isso em troca de sentir o que seu pai sente todo dia… Com seu relato, você deixou minha pica dura pra caralho e não posso deixar você ir sem te comer…"
Assim que se levantou, Quilmes soltou o pau e deu pra Paulinha mamar, que não teve escolha senão fazer isso. Paula mamou com culpa, mas começou a se justificar que fazia aquilo pelo novo marido, Sérgio, e mamou deliciosamente. "HMMM, que gostoso você chupa… Dá pra ver que seu pai te ensinou muito bem…"
Paula ficou maravilhada com o pau daquele homem. Só tinha experimentado o do pai, e o de Quilmes parecia ser o dobro de grosso e grande. Com dificuldade conseguiu mamar, e nem se fala quando montou nele. "AAHHHHHHHHHHHHH…" Gemeu forte Paula enquanto Quilmes começava a foder ela. "HMMMM, que canalzinho apertado você tem!!! Sem dúvida, as garotas de 18 são carne fresca pra nós, animais de mais de 40…"
"AAHHH, SIM, ME COMA, DOUTOR… ME MOSTRE O QUANTO VOCÊ GOSTA DO MEU CORPO!" Isso enlouqueceu Quilmes, e em questão de minutos ele esvaziou todo o leite nela. Paula."AAAHHHHHHH, HMMMMMMMMMMMMM, OOOOHHHH…" Gemeram com força. Depois, Quilmes a dispensou, deixando claro que no consultório dele o pau estaria sempre esperando por ela naqueles dias de solidão enquanto o pai dela estivesse fora.
Nem preciso dizer que, mesmo com o pai da Paula já solto, a Paulinha continua visitando o Quilmes de vez em quando e, com a desculpa da terapia, não faz outra coisa senão montar gostosamente na vara dele.
2 comentários - Papai me engravidou na quarentena