Festa do trabalho do ano passado

Naquele 19 de dezembro, na empresa, teve festa para os funcionários e seus filhos. Eu e meu marido tínhamos planos de ir. Naquela manhã, meu marido recebeu uma ligação dizendo que um parente muito próximo dele estava muito grave, então ele me disse que ia viajar, mas que voltaria à noite. A festa foi incrível, todo mundo dançou, riu e bebeu. Lá pelas 7, meu marido me ligou e disse que o tio estava morrendo e que não dava pra voltar. Eu falei pra ele ficar tranquilo, mas por dentro eu morria de raiva e frustração. Alguns colegas de trabalho mandaram seus parceiros e filhos embora e me disseram: "Vamos pra casa de outro colega". Meu filho, de apenas 2 anos, tinha brincado tanto que já dava sinais de cansaço, então sugeri irmos pra minha casa. E assim foi. Ao chegar em casa, meu filho apagou na cama. Falei com meu marido umas 10 da noite, ele me disse pra aproveitar sem ele, que depois a gente se acertava. Gole vai, gole vem, nisso chega seu Luís, um homem de 55 ou 60 anos, talvez 1,80m de altura, foi militar e fisicamente tá bem. Ele faz transporte de mercadorias e/ou pessoal, muito educado, prestativo e sério, um baita dançarino. Tinha mais mulheres do que homens, ele começou a dançar com todas. Tocou uma música que eu gosto, e algo aconteceu naquela dança: senti aquele volume na virilha dele, o jeito que ele tocava minhas costas, o leve roçar da mão dele na minha, a respiração perto. Minha buceta se lubrificou. Vários convidados começaram a se despedir, e os poucos que ficaram... Seu Luís levou alguns, ia voltar pra buscar um casal, mas quando chegou, eles já tinham chamado um táxi. Ele me pergunta: "O que houve?" Eu, toda excitada, contei sobre meu marido e o parente dele. Ele diz: "Você tem duas opções: se entrega à tristeza com ele à distância ou aproveita aqui e agora." Convidei ele pra sala, continuamos bebendo e dançando. A vontade de estar com meu marido, o álcool e minha lingerie sexy me deixaram com tesão. Agora, nos braços de outro homem, sentindo o pau dele só separado pela nossa roupa, me deixaram molhada. Bastou olhar pra ele... nossos lábios se encontraram, aqueles beijos eram diferentes dos que eu já estava acostumada, ternos, selvagens, profundos. as mãos dele subiram suavemente pelo contorno dos meus quadris marcados pela legging no ritmo de uma cumbia que tocava, minha excitação só aumentava. me abracei mais nele, desci minhas mãos e apertei as nádegas dele. as mãos dele passaram sobre meus peitos, senti um arrepio, meus mamilos estavam muito sensíveis. ele levantou minha blusa, ao ver meu sutiã disse: "você tem bom gosto e uns peitões gostosos". minha tesão era tanta que eu gozava, mas também sofria — esse cara levava as coisas na calma. ele percorria meu corpo com as mãos, com sutileza apertava e mordia meus mamilos, passava os dedos neles. eu queria pedir pra ele pegar, chupar, comer ali mesmo. acho que tive meu primeiro orgasmo. os dedos dele desceram, ao sentir minha umidade ele disse: "uiiii, como tá molhadinha". isso foi um estopim. desci minha mão, senti o pau dele, mordi por cima da roupa. soltei a calça dele, beijei o pau dele por cima da cueca. senti um pedaço enorme, como nunca tinha sentido antes. quando abaixei, vi o pauzão dele — não tinha menos de 20cm, talvez o dobro de grosso que o do meu marido, cheio de veias, com uma cabeça mais larga que o tronco. senti medo, mas fiquei hipnotizada. tenho um tesão por chupar e comecei a mamar (como meu marido diz que se deve mamar: de menos pra mais). devagar, passei a língua pelo tronco dele, beijei as bolas, chupei elas, lambi a cabeça, chupei como se fosse um picolé que não quer que derreta. o prazer de mamar aquela piroca me deixava alucinada. seu Luís tava fazendo amor na minha boca, entrava e saía, queria atravessar minha garganta. ele parou e disse:
- Você gosta da minha piroca?
- Sim, me deixou toda excitada.

Ele me deitou no sofá, nos beijamos como se não houvesse amanhã, que gostoso, aaaah. ele enfiava a língua fundo na minha boca, desceu pros meus peitos. os beijos dele ou minha excitação deixaram meus mamilos duros, eretos. meus peitos pareciam ter crescido, estavam maiores e mais cheios. os beijos dele passaram pela minha cintura e quadris, só pararam pra admirar minha buceta. Depilada, coberta por uma mini tanga branca de renda com pérolas que se perdiam no fundo da minha intimidade, a cara dela dizia tudo. Eu tava num estado de excitação total, não parava de escorrer líquidos, enquanto ela passava a língua, chupava e mordiscava meu botãozinho de prazer, enfiava a língua fundo — que boquete esse cara tava me dando. Ele deslizou suavemente minhas pérolas pro lado, colocou o cock na minha pussy, passava de cima pra baixo, untando com meus sucos abundantes. Que sensação, meu Deus, queria que ele metesse. Ele se preparou pra empurrar, teve resistência, mas finalmente deslizou em mim. Uuufff, acho que gozei. Teve uma dor e um prazer indescritível. O cock dele entrava e saía, me dando um puta prazer. Ele enfiava os dedos na minha boca, me fazendo chupar como se fosse outro cock. Me disse: "Fica de quatro". Tirei o leggings, mas não a tanga. A visão dele devia ser excitante. Wwooowww, que culo gostoso. Assim ele me penetrou, senti cada centímetro do pênis dele entrando devagar em mim. Minha pussy tava super molhada, tanto que minhas pernas estavam todas meladas. Por trás, ele agarrava meus peitos, apertava meus mamilos. Devagar, tirei o pênis dele de mim. Nossos fluidos faziam aquele cock brilhar, e olhando nos olhos dele, engoli até onde dava. Adoro o gosto dos meus fluidos. Minha boca não parava de chupar aquela delícia gostosa. Uuyy, tenho inveja da sua esposa. Você é um polvão — falei. "Acha mesmo? Aproveita então, porque isso você não vai ter de novo." Acho que ele levou a sério, porque na hora senti um dedo roçando meu bum, fazendo círculos e empurrando. Isso me esquentou mais. Ele percebeu, porque senti quando enfiou o dedo em mim. Continuou com esse jogo de entrar e sair. Em algum momento, com a ajuda dos meus fluidos, já tinha dois ou três dedos no meu culo, não sei, entravam mais fundo, tão fundo quanto minha excitação. Assim, de quatro como eu tava, ele colocou o cock duro e gostoso no meu culo. Ele não resistiu. Foi uma sensação entre dor e prazer, já que ele tinha me dilatado com os dedos. Nunca pensei que aquele cock... Tão grande no meu bum me deu tanto prazer, o ritmo dele aumentou, um novo orgasmo apareceu, mas esse me deixou tremendo e quase desmaiada. Ele entendeu e ficou parado dentro de mim, me beijando, acariciando. Não queria que ele tirasse. Ele parou, tomou um gole, falou "vou ao banheiro". Quando voltou, a gente se beijou, eu acariciava o cock dele e ele as minhas tetas. Ele ainda não tinha gozado. A gente já tava nesse jogo há quase duas horas. Beijei o pescoço dele, minha língua percorreu o peito dele, chupei e mordi os bicos dos peitos dele — era o ponto fraco dele, ele se contorcia de tesão. Não sei se foi pelo gole ou pela excitação, mas o cock dele tava enorme. Queria continuar mamando aquela delícia que quase não cabia na minha boca, me excitava. Ele me deitou no sofá, colocou meus pés nos ombros dele e me penetrou — aah aaahh — o pênis dele preenchia cada espaço da minha pussy, era quente. A gente tava possuído pelo desejo. O vai e vem começou suave, quase imperceptível, o ritmo aumentou, ele me talava como se não houvesse amanhã. Ele pergunta: "Onde você quer que eu goze?"... Não falei nada, me afastei e comecei a chupar ele com vontade. Senti quando o pênis dele ficou tenso e começou a jorrar gozo — foi tanto que escorria pelos cantos da minha boca.

- Depois de terminar, os dois cansados, eu mais bebada que ele, mas totalmente lúcida, falei: "Seu Luís, o que aconteceu aqui ninguém pode saber." Ele entendeu. A gente continuou tendo uma relação de trabalho, ele nunca mais tocou no assunto, e eu também não.
- Se eu fui infiel ao meu marido? Sim.
- Se me arrependo? Não.
- Se faria de novo? Sim. E sei que meu marido fica com tesão quando sou um pouco assim.Festa do trabalho do ano passado


sexoDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.

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