A Escort do Inferno ~ Parte 1

A Escort do Inferno ~ Parte 1O quarto estava perfumado com incenso doce e vinho caro. Héctor, empresário solteiro na casa dos quarenta, crente só no próprio ego, acendia um charuto enquanto esperava a mulher que tinha contratado na deep web, num site exclusivo, secreto, sem telefones. Só um nome: Lilith.

Meia hora depois, a porta do penthouse se abriu. E o inferno entrou de salto alto e lábios vermelhos. Ela não parecia real. Pele pálida, perfeita. Olhos como brasas acesas. Cabelo preto caindo como uma cascata até a cintura. E um vestido tão justo que parecia pintado.

— Você é a Lilith? — perguntou Héctor, já duro só de olhar pra ela.

— Sou o que você deseja, Héctor — disse ela com uma voz grave, cheia de promessas sujas. — E esta noite… vou te dar mais prazer do que seu corpo aguenta.

Minutos depois, ele estava pelado na cama, com a demônia por cima, cavalgando a pica dele com movimentos lentos, hipnóticos.

Ela gemia como se tivesse invocando coisas. Se arqueava, apertava ele com a buceta, e sorria com caninos quase aparecendo.

Héctor ofegava.

— Você é uma deusa! Nunca ninguém me comeu assim!

— Porque sou o que toda mulher teme e todo homem procura — sussurrou ela. — Sou desejo, sou pecado. E você… já é meu.

Ela montou nele até deixar ele delirando. Depois se ajoelhou entre as pernas dele, lambendo a pica dele da base até a ponta, olhando pra ele com olhos acesos.

Os lábios quentes dela engoliam ele inteiro, levavam ele ao limite.

— Vou gozar — ofegou ele. — Vai, engole tudo!

E quando ele achou que ia terminar no céu…

Abriu os olhos.

Ela já não era humana.

Os olhos eram dois poços de fogo. A pele ficava avermelhada. Uns chifrinhos pequenos surgiam na testa dela. E a língua, preta e bifurcada, acariciava ele devagar.

Héctor quis se afastar. Mas não conseguiu. Estava paralisado de prazer e horror.

— Queria gozar na minha boca, amor? — disse Lilith com um sorriso cruel. — Fica tranquilo… vou te devorar inteiro.

E fez isso. Com um beijo. Profundo, escuro, eterno. Sem sangue, sem gritos. Só prazer… e vazio. Quando a noite acabou, Lilith se vestiu como se nada tivesse acontecido. Deixou o corpo exausto, seco, com um sorriso besta nos lábios. Uma alma a menos. Um orgasmo a mais. E o celular vibrou. Um novo encontro. Outro homem que não acreditava em demônios.vadiaMartín tinha 29 anos, o corpo malhado, sorriso de galã vagabundo e a arrogância de quem acha que já comeu todo mundo. Engenheiro de sistemas, streamer noturno e amante do hedonismo. Não acreditava em Deus. Muito menos em demônios. Quando um amigo passou o contato de uma escort "fora deste mundo", achou que era exagero. Mas a curiosidade, e o tesão, venceram.

— Lilith… parece personagem de videogame — riu enquanto abria a porta do hotel.

E então viu ela. Um corpo de pecado. Um rosto de fazer ajoelhar. Uma aura que derretia o ar.

— Você é a demônia que devora homens? — brincou, entre risadas.

— Só se pedirem de joelhos — disse ela, sorrindo com malícia.

Martín não demorou pra se pelar. Tava ansioso. Com o pau duro. Ela olhava pra ele como uma leoa olha pra um veado confiante demais.

Lilith se despiu devagar do vestido, deixando ver a pele lisa, os peitos empinados, a cintura fina e as cadeiras firmes. Ele mordia o lábio.

— Você é perfeita — murmurou. — O que você é? Cirurgia ou magia?

— Quer conferir?

Ela se ajoelhou entre as pernas dele e começou a lamber o pau dele com suavidade. A língua comprida e quente envolvia tudo, brincando com a cabeça, descendo até a base, provocando. Martín tremia.

— Você é uma loucura! — ofegava. — Vou gozar tudo em você…

Ela parou.

— Tão cedo? Já quer se render?

Subiu em cima dele e guiou o pau dele dentro da buceta quente, cavalgando com ritmo lento, firme. As unhas dela marcavam o peito dele. O calor entre as pernas dela era sobrenatural. E ele, delirante, ofegava como nunca.

— O que você tá fazendo… não aguento mais… você tá me…!

— Shhh — sussurrou ela, lambendo o pescoço dele. — Relaxa, meu amor. Deixa eu te consumir bem devagar…

Quando ia gozar, Martín abriu os olhos. E viu ela. Ela já não era totalmente humana. Os olhos brilhavam como brasas. As costas tinham cicatrizes antigas. A sombra de uns chifres projetada na parede. E um sorriso que Atravessou ele de medo.
—O que… você… é?
—Não acreditava em nada, Martín?
Que pena.
Porque agora você vai acreditar em mim.

Ele tentou se mexer, mas já não conseguia.
Seu corpo estava preso.
O prazer o mantinha subjugado, trêmulo, vencido.
Lilith desceu lentamente pelo corpo dele, lambendo, saboreando como se fosse uma sobremesa eterna.
E no momento certo…
devorou ele.

Nem carne. Nem sangue.
Roubou a alma dele pela boca, o desejo pela língua.
Deixou ele ofegante, vazio, com um sorriso idiota congelado.

Horas depois, Lilith caminhava pela rua com um vestido novo, sua silhueta perfeita sob a luz da lua.
O celular vibrou.
Outra mensagem.
Outro cliente.

—Que fácil é a carne quando se sente intocável — sussurrou.
—Mas todo mundo treme no final.

E sumiu de novo na noite.VadiasO pedido chegou no número privado dela às 3:33 da madrugada.
> "Somos um casal. Queremos viver uma experiência diferente.
> Te vimos numa festa secreta em Madri. Só você. Só uma noite."

Lilith sorriu.
— Um casal querendo cair junto… perfeito.

O penthouse era de luxo.
Mármore, vinho caro, velas.

A mulher, Lorena, tinha 30 anos, curvas latinas, lábios vermelhos e um olhar carregado de luxúria.
O homem, Andrés, era executivo, forte, de terno preto, com mãos grandes e olhos que percorriam ela dos pés à cabeça.

— Queremos algo selvagem — disse Lorena, já desabotoando a blusa na frente de Lilith. — Algo que a gente nunca esqueça.

— Cuidado com o que desejam — sussurrou a demônia.

Tudo começou com carícias lentas.
Bocas compartilhadas.
As mãos de Lorena e Lilith se explorando, os bicos duros se roçando enquanto se tocavam e se beijavam, Andrés olhando e se despindo com pressa.

Lorena tinha uma câmera pequena escondida numa prateleira, quase invisível, gravando desde o começo.
Só "pra rever depois".

Andrés se deitou na cama e elas montaram nele de vez em quando.
Primeiro Lorena, gemendo, rebolando com ritmo firme.
Depois Lilith, cavalgando com força, quicando na pica dele como uma deusa pagã, jogando a cabeça pra trás, os olhos semi-cerrados.

— Você tá mais dura que ela! — ofegou Andrés. — É uma besta, gata!

— Você não faz ideia — respondeu ela, olhando pra ele com fogo nos olhos.

Lorena ficava excitada vendo Lilith montar ele.
Beijava ela, chupava a buceta dela, fazia ela gozar como nunca na vida.

— Você vai me quebrar, puta! — gritou Lorena. — Isso, me come assim!

Quando os dois estavam quase gozando…
Ela mostrou a verdadeira cara.
As pupilas pretas, a língua mais comprida.
A pele vermelha, quente como lava.
A aura escura que envolveu os dois.

Os corpos de Andrés e Lorena tremeram.
Não conseguiam mais se mexer.
Só gemiam.

E na câmera escondida… tudo ficou gravado.

Lilith se ajoelhou entre os dois, lambendo os corpos, devorando. Os gemidos dela, e quando chegaram ao clímax... Sugou a alma dos dois ao mesmo tempo. Os corpos ficaram perfeitos, lindos, congelados numa última expressão de êxtase... Mas sem vida dentro. Dias depois. O detetive Luis Benítez, veterano da polícia, investigava o desaparecimento do casal. Na busca do penthouse, entre documentos e objetos caros, encontrou a câmera. Reproduziu o vídeo. E o que viu... deixou ele gelado. Sexo explícito. Luxúria selvagem. E depois... algo impossível. Uma mulher que mudava. Um rosto demoníaco. Uma aura que devorava a luz. Benítez pausou. Voltou. Observou o rosto humano da mulher. — Vou te encontrar, seja quem for. E o que ele não sabia era que ela já tinha sentido o cheiro dele. Lilith, de outro país, já tinha percebido que alguém viu mais do que devia. E sorriu. — Um tira? Que excitante. Adoro os que acreditam em justiça. A busca levou ele a Lisboa. O detetive Luis Benítez já não dormia. Desde que viu aquele vídeo, as noites dele se enchiam de gemidos, línguas negras, pele vermelha e corpos secos com sorrisos congelados. Ele tinha rastreado o IP de uma conta de encontros. Uma nova "acompanhante" de luxo. Sem fotos reais. Só um nome: Lilith. O hotel ficava no centro, luxuoso, reservado pra homens ricos com desejos caros. Benítez, com o distintivo escondido e a pistola na cintura, subiu pro 16º andar. Porta entreaberta. Gemidos saindo de dentro. Ele empurrou sem fazer barulho. A cena deixou ele paralisado. Um homem nu, amarrado na cabeceira da cama, com a boca aberta de puro prazer. E ela. Lilith. Montando ele com uma força animal. Cavalgando como se fosse um demônio faminto por sexo. O cabelo voando, os peitos firmes, os olhos acesos como brasas. O cliente gemia: — Você é uma deusa, continua, não para!gostosaEla parou de repente. Sentiu o intruso. Virou a cabeça devagar e viu ele. Benítez, parado na porta, com a arma na mão e o maxilar tenso. Olhava direto nos olhos dela. Lilith não se assustou. Sorriu. Um sorriso lento, gostoso, perigosamente sexy. —Detetive Benítez… finalmente nos vemos cara a cara. Ele apontou. —Solta o cara. Agora. Ela riu. —Que fofo… você acha que tá no controle. Abriu as asas negras e se ergueu como uma sombra acesa, o corpo ainda brilhando de suor e sexo. —Isso é só o começo, detetive. A gente vai se encontrar bem em breve… e você vai se ajoelhar também. E num clarão de fogo vermelho… sumiu pela janela. O silêncio caiu. O cara na cama piscava, ainda amarrado, ofegante, sem entender nada. —Quem… era aquela gostosa? Benítez baixou a arma, se aproximou e desatou as cordas. —Uma morte com peitos perfeitos. E você escapou por segundos. O cliente engoliu seco. —Não sei se agradeço ou choro… —Faz os dois. E para de usar acompanhantes. Benítez se debruçou na janela. A cidade seguia tranquila. Mas ele sabia que em algum lugar, ela tava esperando por ele. E agora não era só um caso. Era pessoal.acompanhante

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