A viagem em família tinha começado como todas: risadas, conversas fiadas, planos de passeios e longos papos depois do almoço. Lorena, de 22 anos, já tinha se conformado em passar algumas semanas na casa de campo da tia, embora não esperasse que nada diferente fosse rolar. Até que o conheceu.A tia dela era casada com Jorge, um homem mais velho e sério, mas o que chamou a atenção de Lorena foi o irmão mais novo dele: Mateo. Assim que o viu, sentiu um arrepio na pele. Era alto, ombros largos, com um jeito desencanado que o fazia parecer muito mais novo que Jorge. Tinha um sorriso torto que parecia esconder segredos, e quando olhava pra ela, Lorena sentia que ele a despia com os olhos.
Nas primeiras duas noites, mal trocaram palavras, no meio do barulho da família e da rotina dos dias. Mas naquela terceira noite, o calor do verão obrigou todo mundo a dormir com as portas abertas pra circular o ar. Lorena, sem sono, saiu no corredor em silêncio, com a intenção de pegar água.
Foi aí que o viu.
A porta do quarto de Mateo estava entreaberta. A lua iluminava o suficiente pra deixar ver a silhueta dele na cama. Ele dormia de barriga pra cima, mal coberto por um lençol que não conseguia tapá-lo por completo. O peito nu, o abdômen definido… e algo mais.
Lorena ficou paralisada, com o coração acelerado. Entre as pernas de Mateo, uma ereção evidente se erguia, poderosa, que esticava a cueca e marcava cada detalhe. Ela engoliu seco, fascinada, incapaz de desviar o olhar. Nunca tinha sentido tanta curiosidade por um homem.
Ela deu um passo, depois outro, até ficar quase na soleira da porta. As coxas tremiam e a respiração ficava ofegante. A imagem daquele volume duro a tinha hipnotizado.
De repente, Mateo abriu os olhos devagar. A surpreendeu olhando pra ele. Em vez de ficar constrangido, sorriu com calma.
— Não conseguia dormir, Lorena? — perguntou com a voz rouca, ainda meio sonolento.
Ela corou, mas não se mexeu. O olhar dela... desceu novamente até a virilha. Mateo percebeu e, sem vergonha nenhuma, baixou a cueca, deixando a ereção à mostra. A piroca dura e pulsante brilhava sob a luz fraca. —É isso que te deixa tão intrigada? —sussurrou. Lorena sentiu um arrepio percorrer suas costas. Queria fugir, mas seus pés não obedeciam. Mordeu o lábio, dando mais alguns passos até entrar no quarto. O silêncio da casa fazia qualquer roçar parecer um trovão. Mateo sentou na cama, com o pau duro apontando para ela. —Vem… toca nele. Não fala nada, só faz. Lorena obedeceu quase sem pensar. Seus dedos trêmulos roçaram aquela pele quente, dura e macia ao mesmo tempo. A sensação a eletrizou. Mateo soltou um gemido grave e pegou a mão dela, guiando para que acariciasse com mais força. Ela não acreditava no que estava acontecendo. Nunca tinha tido algo assim tão perto, tão proibido e excitante ao mesmo tempo. Ajoelhou-se na frente da cama, aproximando o rosto da ponta molhada. Mateo a olhava fixamente, respirando ofegante. Quando sua boca se abriu para envolvê-lo, soube que aquela noite marcaria sua vida para sempre. O irmão do tio dela a tinha prendido num desejo do qual não havia mais volta. Lorena tinha a piroca de Mateo na boca, deslizando devagar entre seus lábios, sentindo como endurecia ainda mais a cada movimento. Ele gemia grave, segurando o cabelo dela, marcando o ritmo. Entre suspiros, ela se afastou por um instante, olhando para ele com os olhos ardendo: —Adoro sua piroca… é tão grande… não consigo parar de tocar. Mateo soltou uma risada baixa, perversa, e apertou o queixo dela para que o encarasse. —Sabia que era uma putinha desde a primeira vez que te vi —sussurrou com malícia—. Esse seu olhar entregava tudo. As palavras a fizeram tremer de prazer proibido. Sentiu um calor percorrer sua barriga e pernas. Mateo se levantou da cama de um pulo e a ergueu com força, obrigando-a a ficar de pé na frente dele. —Já se divertiu — Agora é a minha vez — disse com a voz rouca —. Quero te ver pelada.
Com as mãos trêmulas, Lorena começou a tirar a camiseta, revelando os peitos jovens e firmes. Mateo a observava como um predador, com o pau ainda pulsando, enquanto ela abaixava o short e ficava só de calcinha.
— Mais… — ordenou ele, e ela obedeceu, deslizando a tanga devagar até deixar a buceta molhada à mostra.
Mateo sorriu satisfeito e a empurrou com suavidade para a cama. Deitou ela de barriga pra cima e se inclinou sobre ela, beijando primeiro na boca, com um beijo profundo e faminto, pra depois descer pelo pescoço, pelos peitos, pegando os bicos com a língua até fazê-la gemer.
— Quero te saborear toda — murmurou contra a pele dela.
A boca dele desceu pela barriga, deixando um rastro molhado de beijos que a fazia se contorcer. Quando chegou na buceta, Lorena já estava completamente entregue, com as pernas abertas, respirando rápido e gemendo.
Mateo olhou pra ela de baixo, segurando as coxas dela.
— Se prepara, vagabunda… essa noite vou te devorar.
E sem mais, enfiou a língua entre os lábios dela, fazendo ela arquear de prazer na hora, enquanto os gemidos enchiam o quarto proibido.
Mateo a devorava sem piedade. A língua dele explorava cada canto da buceta dela, saboreando a umidade, chupando com força até arrancar suspiros desesperados. Ela se agarrava aos lençóis, se contorcendo debaixo da boca dele, incapaz de resistir àquele prazer proibido.
— Meu Deus… Mateo… você vai me enlouquecer… — gemeu com a voz trêmula.
Ele levantou a cabeça, com os lábios molhados, e olhou pra ela com um sorriso torto.
— A gente mal começou, vagabunda.
Subiu nela, apoiando o pau duro e quente na entrada molhada da buceta dela. Lorena sentiu ele pulsar, grosso, ameaçador, e abriu mais as pernas, suplicante.
— Por favor… quero sentir você dentro de mim.
Mateo segurou os pulsos dela contra a cama, se inclinando perto do ouvido dela.
— Vou te comer com tanta força… Que amanhã você não vai conseguir me olhar sem lembrar da puta que você virou comigo. Com uma estocada profunda, ele a penetrou de uma vez. Lorena gritou de prazer, arqueando as costas ao senti-lo preenchê-la por completo. Ele começou a se mover com força, cada metida fazendo ela bater contra o colchão. O som molhado dos corpos se misturava com os gemidos descontrolados dela e os grunhidos dele. — Deus… adoro essa sua pica! — gemeu Lorena, de olhos fechados, sentindo ele invadi-la sem parar. Mateo segurou ela pela cintura e a levantou, colocando-a por cima dele. Agora era ela quem cavalgava, se movendo com desespero, enquanto os peitos dela balançavam na cara dele. Ele agarrou um mamilo com a boca e mordeu com força, arrancando um grito abafado. — Isso… cavalga mais rápido, puta — ordenou, dando um tapa na bunda dela que a fez gemir ainda mais. Lorena obedeceu, cavalgando com energia, sentindo cada estocada levá-la mais perto do clímax. Mateo a olhava extasiado, dominando o corpo dela com as mãos nos peitos, na cintura, empurrando ela para baixo pra engolir ele inteiro. — Vou te encher todinha por dentro, e quero que você sinta isso até amanhã — grunhiu entre os dentes. Lorena o abraçou, mordendo o ombro dele, e teve um orgasmo intenso que a deixou tremendo. A buceta dela se contraiu com força em volta dele, espremendo, e Mateo, sem se segurar, gozou dentro dela com uma série de metidas selvagens, enchendo ela por completo. Os dois ficaram ofegantes, colados um no outro, suados, com a certeza de que aquela noite tinha selado um segredo impossível de esquecer.
Na manhã seguinte, Lorena tentava disfarçar o cansaço e as marcas no corpo. Tinha dormido só umas duas horas, com a pele ainda tremendo do que Mateo tinha feito com ela. No café da manhã, ele agia como se nada tivesse acontecido, conversando com o irmão e a cunhada, rindo de histórias de família. Mas debaixo da mesa, os olhares deles se cruzavam com um fogo que ninguém mais percebia.— Ei, Jorge — disse Mateo de repente, fingindo naturalidade —, tava pensando em levar os meninos pro lago hoje. Que tal se a Lorena vier comigo pra me ajudar? Aposto que ela também vai se divertir.
Os pais de Lorena toparam na hora, sem desconfiar de nada. Pra eles, tudo parecia um passeio de família simples.
Horas depois, Mateo cumpriu a primeira parte do plano: deixou os sobrinhos com uns primos que tinham organizado uma tarde de brincadeiras. Depois dirigiu um pouco mais, até uma clareira escondida perto do lago, onde o silêncio reinava e ninguém podia interrompê-los.
Mal desligou o motor, virou-se pra ela com aquele sorriso torto.
— Agora estamos sozinhos… do jeito que eu queria.
Lorena sentiu um frio na barriga.
— E o lago? — perguntou com inocência fingida.
— O lago é você, putinha… e eu vou mergulhar de cabeça — respondeu ele, se aproximando pra beijá-la com fome.
Em questão de segundos, Mateo a deitou no banco de trás do carro. As mãos dele desceram pela roupa dela, tirando tudo com pressa.
— Tira tudo… quero ver esse corpo só pra mim.
Lorena obedeceu, ficando completamente nua na frente dele, com os bicos dos peitos duros e a buceta molhada de ansiedade. Mateo baixou a calça e liberou o pau ereto, grosso e pulsando.
— Agora me mostra o quanto você quer — ordenou, levando a cabeça dela até a virilha dele.
Lorena pegou a rola dele com as mãos, acariciando devagar, e depois abriu os lábios pra envolver tudo. Chupava com gosto, mamando fundo, enquanto Mateo gemia e segurava o cabelo dela, marcando o ritmo com estocadas na boca dela.
— Isso mesmo… —Engole tudo, puta... —ele rosnou, saboreando cada movimento. Depois, levantou ela e sentou no colo dele. O pau dele entrou de uma vez na buceta dela, enchendo ela por completo. Lorena gemeu alto, cavalgando ele com desespero, quicando contra a pélvis dele sem parar. Os gemidos dela enchiam o carro, molhados e selvagens. De repente, Mateo mordeu o pescoço dela e sussurrou com voz perversa: —Agora quero seu cu. Ela olhou pra ele com olhos ardendo, hesitou por um instante, mas o desejo venceu. Se inclinou pra frente, oferecendo a bunda. Mateo cuspiu na mão, lubrificou a entrada e, com um empurrão lento mas firme, começou a abrir caminho. Lorena gritou, misturando dor e prazer, mas logo os gemidos dela viraram pura luxúria. —Assim... me aperta bem... —ele ofegou, enfiando mais fundo. Agarrou ela pela cintura e comeu gostoso, alternando estocadas nos dois buracos, até o clímax arrasar os dois. Quando ele estava prestes a gozar, tirou e deitou ela de costas. —Quero ver você se sujar pra mim... —murmurou, e com umas últimas carícias frenéticas, descarregou todo o esperma quente nos peitos dela, banhando ela. Lorena, ofegante, passou os dedos pela pele brilhante e olhou pra ele com um sorriso safado. —Você é um doente... e eu adoro. Mateo riu, dando um tapa na bunda dela. —E a gente mal começou.
O carro ainda cheirava a sexo. Lorena estava deitada no banco de trás, ofegante, com o corpo brilhando de suor e os peitos cobertos pelas gotas quentes que Mateo tinha deixado nela. Os bicos dos peitos ainda estavam duros, e entre as coxas ela sentia a mistura molhada dos próprios fluidos e o que ele tinha derramado dentro dela.Mateo a observou por um momento, satisfeito, e acariciou a bochecha dela com a mão áspera.
— Olha só pra você… — sussurrou com a voz grave —. Uma putinha gostosa, cheia dos meus fluidos… do jeitinho que eu queria.
Lorena sorriu, mordendo o lábio. Adorava ouvi-lo falar assim, com aquele tom grosseiro e possessivo que fazia ela tremer.
— E agora, o que você vai fazer comigo? — perguntou, provocando.
Mateo se recostou no banco e ligou o motor.
— Já que você se comportou bem, vou cumprir a promessa. Vou te levar pro lago de verdade. Mas não pensa que é só pra passear… — disse, olhando de lado com aquele sorriso torto.
Ela riu nervosa, enquanto tentava se vestir pela metade. Mas Mateo não deixou direito: arrancou a blusa dela de novo, deixando ela só de fio dental, e dirigiu até um canto escondido entre as árvores, onde a água do lago brilhava sob o sol da tarde.
— Vem, putinha — ordenou, saindo do carro —. Quero te ver pelada dentro d'água.
Lorena, excitada com a ousadia, tirou o pouco que vestia e correu até a beira, entrando no lago com um gritinho de prazer por causa do frescor. Mateo seguiu ela, completamente nu, com a piroca ainda dura e orgulhosa.
Na água, se abraçaram, os corpos molhados deslizando um contra o outro. Mateo beijou ela com força, afundando um pouco, e depois levantou ela pelas cadeiras pra que ela se agarrasse nele com as pernas em volta da cintura. A buceta dela se abriu de novo pra receber ele, e dessa vez ele comeu ela dentro do lago, com a água espirrando ao redor, enquanto os gemidos se misturavam com o barulho da natureza.
— Você é minha, Lorena… — rosnou no ouvido dela —. Aqui, agora, e toda vez que Eu queria. Ela cavalgava ele na água, os peitos flutuando contra o peito dele, o corpo inteiro tremendo de prazer. Sabia que era uma loucura, que alguém podia descobrir eles, mas naquele instante só existia ele e o jeito que a possuía sem reservas. O lago virou o refúgio e cúmplice deles, selando um segredo cada vez mais obscuro entre os dois.

0 comentários - Férias Quentes - Parte 1