A Nova Safada do Rancho 2

Capítulo 2: O Jogo do Incesto

Acordei com as batidas na porta. "Zoe! Janta, minha filha, já tá tarde". Era a voz da minha mãe. Me levantei, atordoada, e olhei pela janela. O céu já estava roxo. Porra, tinha apagado a tarde toda.

Sem pensar, vesti só o camisolão mais curto que eu tinha, um rosa claro que se eu me abaixasse um pouquinho dava pra ver tudo. E por baixo, nada. Nem fio dental. Tava com fogo ainda.

A Nova Safada do Rancho 2

O aroma de frango ensopado com ervas encheu a cozinha quando entrei. O camisola branca, tão curta que com qualquer movimento revelava mais do que escondia, grudou nas minhas pernas por causa da umidade da noite. Quatro pares de olhos se cravaram em mim como facas.

Meu pai tossiu constrangido. —Zoé, você não trouxe nada mais... apropriado para o jantar?—

Mas foram os outros olhares que fizeram minha pele queimar. Meu tio Carlos, com seus olhos escuros idênticos aos de León, tomou um gole longo da cerveja enquanto seu olhar percorria cada curva visível. Meu avô Agustín tinha os nós dos dedos brancos de tanto apertar sua taça de vinho, os olhos fixos no decote que se movia a cada respiração. E León... Deus, León. Um sorriso lento e perigoso se desenhou em seus lábios enquanto seus olhos diziam tudo o que sua boca não ousava.

—Fica de boa, Roberto — disse meu tio Carlos com a voz rouca. — Tá quente pra caralho, né?

Sentei-me ao lado do León, esfregando deliberadamente meu braço no dele enquanto me acomodava. Embaixo da mesa, sua perna encontrou imediatamente a minha, pressionando com uma intimidade que me fez prender a respiração.

O jantar transcorreu entre conversas forçadas. Meu avô não parava de se servir vinho, seus olhos vidrados fixos em mim toda vez que eu me inclinava para pegar algo.

— Elena! — gritou de repente, batendo na mesa com tanta força que os pratos tremeram. — Mais uma garrafa! E não aquela porcaria aguada que você sempre serve —

Minha avó apareceu na soleira da cozinha, enxugando as mãos no avental. —Agustín, se você for atrás de outra garrafa, é melhor procurar outro lugar pra dormir... Eu desisti de você há dez anos—

O silêncio que se seguiu foi mais eloquente que qualquer grito. Meu avô ficou violentamente vermelho, seu olhar caindo sobre mim com uma intensidade que me arrepiou a pele. Sob a mesa, o joelho de León começou um movimento lento e sensual contra minha coxa.

Para quebrar a tensão, minha mãe ligou o rádio. Uma música lenta de boleros encheu o quarto.

—Vamos dançar, prima?— sussurrou León no meu ouvido, seu hálito quente me fazendo tremer.

Antes que eu pudesse responder, suas mãos já me guiavam para o centro da sala. Meus pais e tios continuavam conversando, mas todas as minhas antenas estavam sintonizadas no homem que me segurava.

Suas mãos se apoiaram na minha cintura, descendo lentamente até meus quadris. —Esse camisolão devia ser proibido— ele suspirou no meu cabelo.

Nossos corpos se encontraram, e dessa vez não houve desajeito bêbado, apenas uma tensão sexual que eletrizava o ar. Seus quadris pressionaram contra os meus, e senti a dura evidência do seu desejo. Um gemido escapou dos meus lábios.

— Leão... — protestei fracamente, mas meus braços se enrolaram ainda mais no pescoço dele.

—O que foi, priminha? — sussurrou, suas mãos apertando minhas nádegas através do tecido fino. — Tá com medo do que tá sentindo? —

Sua ereção se esfregava em mim a cada batida da música, um ritmo obsceno que me deixava tonta. Uma de suas mãos deslizou pelas minhas costas, descendo até onde o camisão se abria.

—Todo mundo tá olhando pra gente— eu suspirei, sentindo meus mamilos endurecerem contra o peito dele.

—Deixa que olhem — respondeu, enterrando o rosto no meu pescoço. —Deixa que vejam o que é desejar algo que nunca poderão ter —

Quando a música acabou, meu avô se levantou tão bruscamente que a cadeira caiu no chão. — Vou dormir! Antes que essa... — Ele não terminou a frase, mas seu olhar ardente se prendeu em mim por um instante eterno antes de sair cambaleando.

Pouco depois, minha avó se retirou com um suspiro de cansaço. Quando tentei fazer o mesmo, minha tia Silvia interveio — León, acompanha sua prima até a cabana dela. Com o tanto que ela bebeu, não vá ela tropeçar no escuro —.

A noite nos envolveu como um veludo úmido. Seus braços me cercaram com uma desculpa de proteção que ambos sabíamos ser falsa.

—Lembra? — disse, apontando para o velho celeiro que se erguia como uma silhueta escura contra o céu estrelado. — Foi ali que tudo começou —

—Nosso primeiro beijo — sorri, deixando minha mão roçar na dela. — Éramos só crianças —.

—Eu já sabia naquela época— confessou, parando de repente. —Sabia que um dia te teria assim—

Seu empurrão contra a parede do celeiro não foi violento, mas foi irrevogável. A madeira áspera rasgou minhas costas através do camisola, mas mal senti a dor. Sua boca encontrou a minha com uma urgência que me tirou o fôlego.

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Não foi um beijo de parentes. Foi o beijo de um homem que esperou demais. Nossas línguas se enredaram numa dança molhada e desesperada enquanto suas mãos percorriam meu corpo como se estivessem reivindicando posse.

Uma mão deslizou sob meu camisola, acariciando a pele nua das minhas nádegas antes de descer para o calor entre minhas pernas. Gemi em sua boca, minhas unhas estavam cravando em seus ombros.

—León... — eu gemi quando seus lábios deslizaram pelo meu pescoço, — temos que parar...

— Você realmente quer que eu pare? — provocou, enquanto seus dedos encontravam meu clitóris já inchado

Minha resposta foi arquear meu corpo contra sua mão, um convite mudo que ele aceitou com um grunhido de triunfo. A outra mão dele subiu para pegar meu peito, o polegar roçando meu mamilo endurecido através do tecido.

— Hoje à noite — ele sussurrou contra minha pele, — você vai ser minha de um jeito que nunca vai esquecer —

De repente, uma luz se acendeu na casa principal. Nos separamos ofegantes, com os lábios inchados e a evidência do nosso desejo escrita em cada suspiro.

—Seu quarto— disse, pegando minha mão com uma determinação que fez meus joelhos tremerem. —Agora!—

A porta da cabana bateu com um golpe seco, nos isolando do mundo. Na penumbra, só se ouviam nossos gemos ofegantes. León me empurrou contra a madeira áspera da porta, e sua boca encontrou a minha com uma urgência animal. Não era um beijo, era uma devoração.

— Hoje você vai gritar meu nome até ficar rouca, sua putinha — ele rosnou contra meus lábios enquanto suas mãos rasgavam o fino camisolão.

O tecido rosa cedeu com um som crocante, deixando meus peitos expostos. O ar fresco da noite arrepiou meus mamilos instantaneamente.


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—É, primo? E o que mais você vai fazer comigo? —desafiei, mesmo com minhas pernas já tremendo.

Suas mãos ásperas, calejadas pelo trabalho no campo, apertaram meus seios com força, seus dedos brincando com meus mamilos até eu gemer.

— Vou te foder tão forte que amanhã você não vai conseguir andar — ele prometeu, e sua boca desceu até meu pescoço, mordiscando a pele com uma dor deliciosa que me deixou molhada na hora.

Caminhamos até a cama num turbilhão de roupas voando pelo ar. Seu jeans caiu no chão com o barulho metálico da fivela. A cueca seguiu o mesmo caminho. E lá estava ele, completamente nu diante de mim. Seu pau era imponente, grosso e venoso, já completamente ereto, com a cabeça escura e brilhante da própria umidade.

Ele me empurrou na cama e se posicionou entre minhas pernas, esfregando a cabeça inchada do pau contra meus lábios da buceta, já encharcados.

—Olha pra mim —ordenou, e a voz dele estava rouca, carregada de desejo—. Quero que você veja como eu vou devorar toda essa buceta suculenta.

Não houve mais preliminares. Com uma investida brutal, ele me penetrou de uma só vez. Um grito gutural escapou da minha garganta quando sua grossura esticou as paredes da minha buceta até o limite, me enchendo por completo.

—Porra, que apertada você está! —ele gemeu, com os olhos vidrados de prazer—. Parece uma luva, porra.

Ela começou a se mover com um ritmo selvagem, primitivo. Cada investida era mais profunda, mais possessiva. Os pés da cama de madeira batiam na parede com um ritmo obsceno, marcando o compasso da nossa foda. Eu gemendo como uma animal, minhas unhas se enterravam nos ombros fortes dele, deixando arranhões vermelhos na sua pele suada.

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— Você gosta? — ele rosnou, mudando o ângulo para me penetrar ainda mais fundo —. Gosta que seu primo te coma como uma putinha no cio?

—Isso, papai, isso! —gritei, completamente perdida na sensação—. Me dá mais forte!

Ele me virou bruscamente, me colocando de quatro. A nova posição permitiu que ele entrasse ainda mais fundo. Uma de suas mãos se enredou no meu cabelo, puxando-o para trás, enquanto a outra mão me dava palmadas fortes, deixando marcas vermelhas na minha bunda.

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—Essa bunda é minha —repetia entre gemidos, marcando cada palavra com uma investida—. De mais ninguém. Tá me ouvindo? De mais ninguém!

Eu sentia o orgasmo se aproximando, um tsunami crescendo na minha parte de baixo. Levei uma mão até meu clitóris e esfreguei freneticamente, buscando aquele último estímulo.

— Vou gozar! — gritou, com a voz embargada pelos gemidos.

—Dentro! —eu ordenei, e ele respondeu acelerando o ritmo até ficar quase violento—. Quero sentir você gozar na minha pica. Quero sentir minha bucetinha apertando!

E foi assim. Um espasmo intenso percorreu meu corpo da cabeça aos pés, fazendo minha buceta se contrair em volta do pau dele em ondas intermináveis de prazer. Gritei o nome dele, de novo e de novo, enquanto o êxtase me sacudia. Sentindo minhas contrações, ele soltou um grunhido gutural, bestial, e seu corpo ficou rígido. Senti o sêmen quente dele me enchendo em jatos potentes, se misturando com meus próprios fluidos.
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Desabamos um do lado do outro no colchão, ofegantes, cobertos de suor, com o cheiro de sexo impregnando o quarto. O pau dele, ainda meio duro, escorregou para fora de mim, deixando escorrer um fio dos nossos fluidos misturados no lençol.

Sem dizer uma palavra, ele me envolveu com seu braço, pressionando minhas costas suadas contra seu peito. No silêncio da noite, só se ouvia nossa respiração ofegante voltando ao normal. O silêncio da noite no campo nos envolveu, apenas quebrado pelo zumbido suave dos insetos fora da cabana. Seus dedos desenhavam círculos preguiçosos nas minhas costas, um toque que já não era urgente, mas terno. Pouco a pouco, o peso do cansaço e da placidez nos dominou. Minhas pálpebras se fecharam, e o último pensamento consciente que tive foi a sensação de sua pele quente contra a minha, seu cheiro de sexo e terra impregnando meus sentidos, e a certeza de que, pela primeira vez em muito tempo, eu estava exatamente onde queria estar.

A madrugada nos encontrou ainda entrelaçados, cochilando num cansaço plácido e suado. Foi o canto dos galos que nos despertou de vez. Sem dizer uma palavra, vestimos as roupas do dia anterior, espalhadas pelo chão. Cada peça que eu pegava cheirava a ele, a nós, à noite feroz que tínhamos compartilhado. Ele vestiu seu jeans e a mesma camisa xadrez, agora amarrotada. Eu vesti um vestido simples de algodão, um que eu sabia que colava nos meus quadris com uma inocência que agora era uma farsa.

Ao cruzar a soleira da cozinha, o aroma quente de café e tortillas frescas esbarrou em um muro de silêncio tenso. Meu avô Agustín estava sentado à cabeceira, o olhar fixo na xícara de café que segurava com as duas mãos, como se estivesse em profunda meditação. Não ergueu os olhos quando entramos.

Minha mãe, de pé em frente ao fogão, se virou e nos sorriu, mas seus olhos, aqueles olhos que tudo veem, pousaram um instante a mais na desordem do nosso cabelo, na ruga evidente da roupa.

—Bom dia —ele cantou, mas o tom estava um pouco mais agudo que o normal—. Dormiram bem? —Seu olhar deslizou em minha direção—. Zoé, juro que ouvi barulhos de madrugada, tipo... batidas abafadas. Tá tudo bem na cabana?

—Deve ser a madeira, mãe —respondi rápido demais, me sentando—. Com esse calor, a cabana range a noite toda.

Foi aí que percebi a presença do meu tio Carlos, apoiado no batente da porta que dava para o quintal, observando a cena com uma xícara de café na mão. Seu sorriso era cordial, mas seus olhos, tão verdes e penetrantes quanto os do filho, fizeram um percurso lento e analítico dos meus pés descalços até o meu rosto. Não foi um olhar lascivo, mas... calculista.

— O campo está cheio de sons, Diana — disse ele, e sua voz serena cortou a tensão —. Às vezes são as madeiras... — Seu olhar encontrou o de León por uma fração de segundo, e uma sobrancelha se ergueu quase imperceptivelmente —. E às vezes são os animais. É a temporada. Eles ficam... inquietos.

Suas palavras eram perfeitamente normais, mas a pausa antes de "inquietos" e o jeito que o olhar dele viajou do pescoço de León (onde eu sabia que havia um pequeno arranhão) até minhas mãos sobre a mesa, carregou tudo com um significado oculto. Não era uma acusação, era um reconhecimento. Um "eu sei o que vocês fizeram" embrulhado num comentário sobre o clima.

—Sim —apoiou León, servindo café para mim antes que para ele —. Inquietos. Por isso pensei em levar a Zoé ao rio hoje, ao nosso velho lugar. Um pouco de sol e ar fresco vão fazer bem pra ela depois de uma noite tão... agitada.

Meu tio Carlos balançou a cabeça devagar, um sorriso quase orgulhoso nos lábios.

—Boa ideia, filho. Um dia no rio sempre acalma os ânimos —disse, e seu olhar, por um instante, pousou na pequena marca cor de lilás que aparecia na minha clavícula, bem onde o decote do vestido se abria.

Depois de ajudar a levantar os pratos do café da manhã, me levantei com um sorriso inocente. "Vou colocar algo mais fresco para o rio, tá muito calor".

Entrei na minha cabana e, em vez de um maiô normal, procurei na gaveta o micro biquíni que eu tinha trazido. Eram dois triângulos minúsculos de tecido e um fio. Coloquei, sabendo que sob o vestido de algodão leve ele ficaria transparente. Um pequeno detalhe só para nós.


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Saí e encontramos o León esperando. Caminhamos juntos pela trilha de terra, fingindo uma normalidade que parecia falsa. Conversamos sobre a colheita, sobre o calor, sobre qualquer coisa menos o que tinha acontecido na noite anterior. Éramos dois primos relembrando os velhos tempos, mas cada encostar do braço dele no meu, cada risada que compartilhávamos, carregava o peso do nosso segredo.

Quando chegamos ao rio, o lugar estava desertinho, banhado pelo sol do meio-dia. A tranquilidade era total.

— Finalmente um pouco de paz! — exclamei, e sem mais delongas, tirei o vestido de um só movimento.

Fiquei exposta só de micro-biquíni. O tecido preto contrastava brutalmente com minha pele, cobrindo só o mínimo necessário pra não estar completamente nua. Os olhos dele escureceram na hora, devorando cada centímetro do meu corpo.

—Caralho, Zoé —murmurou, com a voz rouca.

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