A cela 2

Já fazia várias semanas que minha parceira não vinha, por causa do trampo dela que tava complicado. O Mario tava na seca, dava pra ver de longe, até se masturbava direto sem se importar que eu tava ali. Pauzão que ele carregava, hein. Num fim de semana, minha esposa me liga falando que ia comprar uns artigos pra me trazer, mas não sabia se conseguiria entrar, porque depois de um tempo ela só largava as coisas e vazava, já que tava ocupada num turno de cozinha à noite. Não dei muita bola e falei "tá bom". O Mario tá morrendo de vontade de ficar com você de novo. Ela responde: "uff, aquilo foi uma delícia, mas não ia perder esses dias de trampo". Eu tranquilo, porque ela tava me fazendo os dias de licença conjugal. Naquela tarde, fui tomar um banho de boa. Tirei um tempo pra mim, fiz a barba, tudo, quase meia hora nisso. Quando tava chegando na cela, vi que tinha umas pessoas particulares lá dentro. Ia perguntar se tinham deixado meus artigos, mas fui deixar umas coisas na cela quando notei que a cortina tava meio aberta. Senti um frio, um espasmo, e me aproximei devagar. Tinha um barulho de colchonete, meio baixinho, e várias cobertas e lençóis tampando. Olhei e vi minha esposa por cima do Mario. Eu, caralho, então era isso que eu tava perdendo. Fiquei quieto, sem falar nada, e vi o Mario virar ela de bruços, ficar por cima e meter com tudo. Ela se queixava baixinho de prazer. Até que ouvi os guardas gritando lá fora: "um minuto pra saída". Aí entrei sem fazer questão, pra não assustar eles, e nessa hora o Mario começou a gozar. Ele tirou e falou: "me ajuda a limpar". Abri a cela, cumprimentei minha mulher com um beijo e senti gosto de pinto, kkk. Ajudei ela a fechar o zíper da calça, e o leite do Mario escorria, mas ela foi assim mesmo. Fui com ela até a saída, e ela foi me contando como, já que eu não tava, aproveitou ao máximo com o Mario e deu um oral do caralho. É isso, até a próxima.

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