Já fazia várias semanas que minha parceira não vinha, por causa do trampo dela que tava complicado. O Mario tava na seca, dava pra ver de longe, até se masturbava direto sem se importar que eu tava ali. Tinha um pauzão daqueles que ele carregava. Num fim de semana, minha esposa me liga falando que ia comprar uns artigos pra me trazer, mas não sabia se conseguia entrar, porque depois de um tempo ela só largava as coisas e ia embora, já que tava ocupada num turno de cozinha tarde. Não liguei muito e falei: "tá suave". O Mario tava morrendo de vontade de ficar com você de novo. Ela responde: "aff, isso foi uma delícia, mas não ia perder esses dias de trampo". Fiquei de boa porque ela tava me dando meus dias de licença conjugal. Naquela tarde, fui tomar um banho bem tranquilo. Tirei um tempo pra mim, fiz a barba e tudo, quase meia hora nisso. Quando tava chegando na cela, vi que tinha umas pessoas particulares lá dentro. Ia perguntar se tinham deixado meus artigos, mas fui deixar umas coisas na cela quando notei que a cortina tava meio aberta. Senti um frio, um espasmo, e me aproximei devagar. Tinha um barulho de colchonete, meio abafado, e muitas cobertas e lençóis tampando. Olhei e vi minha esposa em cima do Mario. Eu, tipo: "uau, então era isso que eu tava perdendo". Fiquei calado, sem falar nada, e vi o Mario virar ela de bruços, subir nela e meter com força. Ela gemia baixinho de prazer. Até que ouvi os guardas gritando lá fora: "um minuto pra porta de saída". Então entrei sem me importar, pra não assustar eles, e naquele momento o Mario começou a gozar. Ele tirou e falou: "me ajuda a limpar". Abri a cela, cumprimentei minha mulher com um beijo e senti gosto de pinto kkk. Ajudei ela a fechar o zíper da calça, e o leite do Mario escorria, mas ela foi assim mesmo. Fui com ela até a saída, e ela foi contando como, já que eu não tava lá, aproveitou ao máximo com o Mario e deu um boquete foda. É isso, até a próxima.
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