Quando eu era mais novo, a gente passava um fim de semana por mês na casa da montanha do meu tio. Meu tio tinha um casarão gigante daqueles antigos. Tipo galerias com mais quartos do que a gente usaria. Mesmo assim, eu dormia no quarto com meu primo porque não gostava de dormir sozinho, já que uma vez entrou no meu quarto um rato que todo mundo dizia que era guaxinim, mas pra mim era uma besta enorme. Depois disso, sempre dormia no quarto do meu primo Matías, um cara normal na casa dos vinte, meio gordinho, meio moreno de pele, braços e pernas grandes por causa do trabalho no campo. Mais ou menos um metro e oitenta de altura e ombros largos. Nossos pais não sabiam de nada. Ele deixava a porta do quarto aberta e eu ia e deitava com ele. Desde o primeiro dia, ele me disse que ali se dorme pelado, sem exceção. Ele sempre se masturbava pra dormir e, numa cama de solteiro, espaço não sobrava. No começo, ele gozava na mão, mas com o tempo, por um motivo ou outro, errava e me lambuzava de porra, e fazia isso sempre até chegar num ponto que nem disfarçava mais. Ele ficava deitado de lado e eu, na maioria das vezes, de bruços, e ele me enchia de leite e sempre espalhava como se fosse creme por toda a minha costa e bunda. E sempre terminava pedindo pra eu chupar os dedos dele. Eu já encarava como normal. De manhã, no dia seguinte, sempre saía devagar e ia pro meu quarto, que era ao lado. Naquela semana, ele fazia aniversário. Então o fim de semana foi pura festa. Todo mundo bebeu muito vinho, ele mais que tudo, que acabou vomitando. Levei ele pro quarto, deitei e tirei a roupa dele. Ele tinha um cheiro do caralho que, por algum motivo, me deixava com muito tesão. Quando vou voltar pra festa, ele me agarra pelo braço e me puxa pra perto. E me diz Matías:
— Não... não consigo dormir se não bater uma antes.
Ele fala entre sério, bêbado e meio excitado. E meio que juntando as palavras.
Eu:
— Ok.
Respondo rindo enquanto tirava a cueca dele.
Matías:
— Mas... continua baixando o tom... Mas assim não dá... Me Ajuda? Me dá uma mãozinha? Quando eu abaixei a cueca, a pica já tava dura pra caralho. Eu: - Mas você é meu pri... Mo. Tento responder. Mas ele me pega pela nuca e apoia minha cabeça na pica dele, pedindo: "só uma punhetinha, juro que ninguém fica sabendo". Enquanto isso, não parava de esfregar a pica na minha cara. Eu: - Ok... Fala. Respondo pra conseguir me afastar um pouco, mas ele não me deixa ir de jeito nenhum. Mesmo depois de eu começar a bater uma pra ele, ele levanta a perna, dobrando ela, de um jeito que ficou deitado sobre uma perna e na outra minha cabeça ficou presa pela mão dele, e ele diz. Matías: - Então fica bem colado. Já com um tom excitado e sem nenhum vestígio de bebida, ou muito pouco. Com as bombadas da punheta, os pelos do saco quase roçavam meus lábios no vai e vem. Ficamos assim um tempão no escuro. Só se ouvia a respiração ofegante dele e o som repetido: "uff sim, que gostoso", e a mão na nuca não afrouxava, me puxando cada vez mais perto das bolas dele, que passaram de quase encostar a roçar e esfregar minha boca inteira. Eu movia a mão na nuca dele no ritmo que eu batia uma pra ele. E num sussurro, ele ordenou. Matías: - Chupa minhas bolas!!! E foi o que comecei a fazer. Mas como eu raspava com os dentes, ele disse quase bravo: - Lambe como se fosse sorvete. Ficamos assim por um tempo. E dessa vez só se ouvia a respiração ofegante dele e o som repetido: "uff que gostoso", "mais língua", "assim bebê, assim". Sem dizer nada, ele me levanta um pouco mais e coloca a pica na minha boca e diz: "continua como até agora". Chupei o melhor que pude até ele se virar. Fiquei de barriga pra cima na cama e ele por cima de mim. Ele encaixou a pica na minha boca de novo e começou a bombar. Como se fosse me comer pela boca. Eu engasgava muito porque a pica era grossa e eu não tava acostumado. De vez em quando ele parava pra me dar um respiro e continuava. E mesmo sendo difícil, eu tentava me acostumar porque no fundo me excitava. Num momento, ele se sentou no meu peito e começou a bater uma com muita força e velocidade. Enquanto ele fala entre gemidos. Matías:
- Agora... vem a porra toda... Você vai tomar todo o leite e vai gostar...
Quase não termina a frase e já tinha a pica na boca de novo. Em segundos, começa a soltar jatos de porra. Ao mesmo tempo que repetia "engole, engole, engole", "toma tudo". Mas a porra espirrava pra todo lado. Ele ficou assim até não sair mais nada e, quando a pica já tava meia mole, se jogou de lado e falou. Matías:
- Vem, chupa até deixar limpinha.
Entre gemidos, enquanto eu fazia, ele continuou. Matías:
- E volta, senão vão desconfiar...
Já com mais fôlego. Quando terminei e tô indo embora, ele fala. Matías:
- Bom, agora você sabe qual é a taxa a partir de agora pra dormir aqui.
Continua...
— Não... não consigo dormir se não bater uma antes.
Ele fala entre sério, bêbado e meio excitado. E meio que juntando as palavras.
Eu:
— Ok.
Respondo rindo enquanto tirava a cueca dele.
Matías:
— Mas... continua baixando o tom... Mas assim não dá... Me Ajuda? Me dá uma mãozinha? Quando eu abaixei a cueca, a pica já tava dura pra caralho. Eu: - Mas você é meu pri... Mo. Tento responder. Mas ele me pega pela nuca e apoia minha cabeça na pica dele, pedindo: "só uma punhetinha, juro que ninguém fica sabendo". Enquanto isso, não parava de esfregar a pica na minha cara. Eu: - Ok... Fala. Respondo pra conseguir me afastar um pouco, mas ele não me deixa ir de jeito nenhum. Mesmo depois de eu começar a bater uma pra ele, ele levanta a perna, dobrando ela, de um jeito que ficou deitado sobre uma perna e na outra minha cabeça ficou presa pela mão dele, e ele diz. Matías: - Então fica bem colado. Já com um tom excitado e sem nenhum vestígio de bebida, ou muito pouco. Com as bombadas da punheta, os pelos do saco quase roçavam meus lábios no vai e vem. Ficamos assim um tempão no escuro. Só se ouvia a respiração ofegante dele e o som repetido: "uff sim, que gostoso", e a mão na nuca não afrouxava, me puxando cada vez mais perto das bolas dele, que passaram de quase encostar a roçar e esfregar minha boca inteira. Eu movia a mão na nuca dele no ritmo que eu batia uma pra ele. E num sussurro, ele ordenou. Matías: - Chupa minhas bolas!!! E foi o que comecei a fazer. Mas como eu raspava com os dentes, ele disse quase bravo: - Lambe como se fosse sorvete. Ficamos assim por um tempo. E dessa vez só se ouvia a respiração ofegante dele e o som repetido: "uff que gostoso", "mais língua", "assim bebê, assim". Sem dizer nada, ele me levanta um pouco mais e coloca a pica na minha boca e diz: "continua como até agora". Chupei o melhor que pude até ele se virar. Fiquei de barriga pra cima na cama e ele por cima de mim. Ele encaixou a pica na minha boca de novo e começou a bombar. Como se fosse me comer pela boca. Eu engasgava muito porque a pica era grossa e eu não tava acostumado. De vez em quando ele parava pra me dar um respiro e continuava. E mesmo sendo difícil, eu tentava me acostumar porque no fundo me excitava. Num momento, ele se sentou no meu peito e começou a bater uma com muita força e velocidade. Enquanto ele fala entre gemidos. Matías:
- Agora... vem a porra toda... Você vai tomar todo o leite e vai gostar...
Quase não termina a frase e já tinha a pica na boca de novo. Em segundos, começa a soltar jatos de porra. Ao mesmo tempo que repetia "engole, engole, engole", "toma tudo". Mas a porra espirrava pra todo lado. Ele ficou assim até não sair mais nada e, quando a pica já tava meia mole, se jogou de lado e falou. Matías:
- Vem, chupa até deixar limpinha.
Entre gemidos, enquanto eu fazia, ele continuou. Matías:
- E volta, senão vão desconfiar...
Já com mais fôlego. Quando terminei e tô indo embora, ele fala. Matías:
- Bom, agora você sabe qual é a taxa a partir de agora pra dormir aqui.
Continua...
5 comentários - Primo tarado (conto gay) parte 1