Quando ele chegou na cozinha, ela já tava lá. Ela cumprimentou de longe, e ele falou: "Não vem me cumprimentar direito?" Quando ela chegou perto, ele agarrou ela pela cintura, puxou pra perto dele, tentou beijar, e ela virou o rosto. Aí ele beijou entre a bochecha e os lábios. Trocaram umas mensagens bestas, mas nada demais.
Ela me contou isso de noite, obviamente a gente transou no calor do momento, e eu perguntei: "E por que você não deixou ele te beijar?" Ela respondeu: "Não sei." Eu falei: "Você não queria?" E ela disse: "Queria, sei lá." Aí eu falei: "Bom, se você gosta e quer, da próxima beija ele." Ela respondeu: "Não sei se gosto, gosto da brincadeira, ele me diverte." Eu falei: "Então tá, se rolar de novo, beija ele."
No dia seguinte, a mesma coisa, mas dessa vez eles se beijaram de boca aberta. Ela chegou em casa, me contou e disse que se encontraram de novo, ele fez a mesma coisa, mas dessa vez se beijaram gostoso pra caralho. Depois trocaram mensagens falando que o beijo foi lindo, que é uma delícia começar o dia assim, etc. Obviamente, naquela noite a gente transou como loucos por causa dessa situação.
Isso foi por volta do dia 6 ou 7 de janeiro, e foi o começo de eles se encontrarem na cozinha sozinhos a qualquer hora do dia. O escritório dela era perto da cozinha, então ela via quando passava e escutava se tinha gente. Por causa da data, a maioria do pessoal tava de férias, tinha menos gente, e alguns setores estavam vazios, tipo o segundo andar, em cima da cozinha, onde tinha uma máquina de café. Aí ela perguntou se alguém queria café, vários pediram, e ele falou: "Vou com você." Subiram, e quando ela foi na direção da máquina, ele agarrou ela por trás, beijou o pescoço e a orelha, e se acabou de tanto apertar, beijar e encostar ela. Depois, segundo ela, eles nem conseguiam segurar as mãos direito de tanta pressa pra fazer os cafés, que eram uns seis. Quando ela me contou de noite, eu falei, porque conheço ela, que a orelha é o ponto fraco, e disse: "Aí você derreteu." E ela respondeu: "Ele se aliviou porque sabe que depois vai ser difícil, aquele menino é um fogoso."
Assim os dias foram passando, eles se beijavam, e um dia ele até pegou na mão dela. Ela colocou a mão dele pra ele pegar na rola dela por cima da calça. Óbvio que enquanto se beijavam e ele passava a mão na bunda dela etc, ele ia pra cozinha fazendo barulho pra ela ouvir — segundo ela me disse, era o chamado dele pra eu ir. Ela chegava e me contava, e a gente transava todo santo dia. Eu via as mensagens de WhatsApp que eles trocavam e adorava.
Na quarta-feira, dia 12 ou 13, ele escreveu pra ela: "Você é chefe, tá quebrando o protocolo, tem um cartaz aí dizendo 'não cumprimente com beijo'." Ela respondeu: "Não sou sua chefe." Ele: "Mesmo assim, não fala de chupão." Ela: "Você é muito inteligente." Ele: "Esse rosadinho é muito tentador." Ela: "Você é tentador. Amanhã você vem ou faz home office?" Ele: "Vou sim." Ela: "Só perguntei pra saber, hahaha." Ele: "Ah, já sabe que vai ficar com vontade de tomar café?" Ela: "Não, tenho que diminuir o café. Mas se quiser, te acompanho buscar, hahaha." Ele: "Eu também não quero café, quero outra coisa." Ela: "O que você quer...?" Ele: "Quero carne. O que você tem pra me oferecer?" Ela: "Mmmm, não sei se é carne." Ele: "Quer um cortadinho?" Ela: "Que loucura tudo isso... Como a gente chegou nisso? Hahaha." Ele: "Pois é, né. Já foi infiel muitas vezes?" Ela: "Não!!! Só uns beijos, e foram poucos. E você?" Ele: "Já fiz umas merdas, mas pouca coisa também." Ela: "Não duvido, por isso te deixam tão na rédea curta!!!!!!!!!" Ele: "Não, ela é ciumenta, só não quer dividir isso tudo." Ela: "Hahahaha, imagino." Ele: "Muitas vezes não é que não me deixam sair. Eu é que não me deixo sair." Ela: "Conta pra mim? Você se segura sozinho?"
Quando ela chegou, me mostrou isso, me contou que se beijaram e ele tava de pau duro pra caralho. Ela disse: "Dá pra ver que é foda." E me perguntou se no dia seguinte podiam vir uns colegas, homens e mulheres, comer pizza. Eu falei que não tinha problema, e perguntei se ele vinha. Ela disse: "Vou convidar todo mundo, não sei se ele vem." E no dia seguinte, ela escreveu pra ele.
Ela me contou isso de noite, obviamente a gente transou no calor do momento, e eu perguntei: "E por que você não deixou ele te beijar?" Ela respondeu: "Não sei." Eu falei: "Você não queria?" E ela disse: "Queria, sei lá." Aí eu falei: "Bom, se você gosta e quer, da próxima beija ele." Ela respondeu: "Não sei se gosto, gosto da brincadeira, ele me diverte." Eu falei: "Então tá, se rolar de novo, beija ele."
No dia seguinte, a mesma coisa, mas dessa vez eles se beijaram de boca aberta. Ela chegou em casa, me contou e disse que se encontraram de novo, ele fez a mesma coisa, mas dessa vez se beijaram gostoso pra caralho. Depois trocaram mensagens falando que o beijo foi lindo, que é uma delícia começar o dia assim, etc. Obviamente, naquela noite a gente transou como loucos por causa dessa situação.
Isso foi por volta do dia 6 ou 7 de janeiro, e foi o começo de eles se encontrarem na cozinha sozinhos a qualquer hora do dia. O escritório dela era perto da cozinha, então ela via quando passava e escutava se tinha gente. Por causa da data, a maioria do pessoal tava de férias, tinha menos gente, e alguns setores estavam vazios, tipo o segundo andar, em cima da cozinha, onde tinha uma máquina de café. Aí ela perguntou se alguém queria café, vários pediram, e ele falou: "Vou com você." Subiram, e quando ela foi na direção da máquina, ele agarrou ela por trás, beijou o pescoço e a orelha, e se acabou de tanto apertar, beijar e encostar ela. Depois, segundo ela, eles nem conseguiam segurar as mãos direito de tanta pressa pra fazer os cafés, que eram uns seis. Quando ela me contou de noite, eu falei, porque conheço ela, que a orelha é o ponto fraco, e disse: "Aí você derreteu." E ela respondeu: "Ele se aliviou porque sabe que depois vai ser difícil, aquele menino é um fogoso."
Assim os dias foram passando, eles se beijavam, e um dia ele até pegou na mão dela. Ela colocou a mão dele pra ele pegar na rola dela por cima da calça. Óbvio que enquanto se beijavam e ele passava a mão na bunda dela etc, ele ia pra cozinha fazendo barulho pra ela ouvir — segundo ela me disse, era o chamado dele pra eu ir. Ela chegava e me contava, e a gente transava todo santo dia. Eu via as mensagens de WhatsApp que eles trocavam e adorava.
Na quarta-feira, dia 12 ou 13, ele escreveu pra ela: "Você é chefe, tá quebrando o protocolo, tem um cartaz aí dizendo 'não cumprimente com beijo'." Ela respondeu: "Não sou sua chefe." Ele: "Mesmo assim, não fala de chupão." Ela: "Você é muito inteligente." Ele: "Esse rosadinho é muito tentador." Ela: "Você é tentador. Amanhã você vem ou faz home office?" Ele: "Vou sim." Ela: "Só perguntei pra saber, hahaha." Ele: "Ah, já sabe que vai ficar com vontade de tomar café?" Ela: "Não, tenho que diminuir o café. Mas se quiser, te acompanho buscar, hahaha." Ele: "Eu também não quero café, quero outra coisa." Ela: "O que você quer...?" Ele: "Quero carne. O que você tem pra me oferecer?" Ela: "Mmmm, não sei se é carne." Ele: "Quer um cortadinho?" Ela: "Que loucura tudo isso... Como a gente chegou nisso? Hahaha." Ele: "Pois é, né. Já foi infiel muitas vezes?" Ela: "Não!!! Só uns beijos, e foram poucos. E você?" Ele: "Já fiz umas merdas, mas pouca coisa também." Ela: "Não duvido, por isso te deixam tão na rédea curta!!!!!!!!!" Ele: "Não, ela é ciumenta, só não quer dividir isso tudo." Ela: "Hahahaha, imagino." Ele: "Muitas vezes não é que não me deixam sair. Eu é que não me deixo sair." Ela: "Conta pra mim? Você se segura sozinho?"
Quando ela chegou, me mostrou isso, me contou que se beijaram e ele tava de pau duro pra caralho. Ela disse: "Dá pra ver que é foda." E me perguntou se no dia seguinte podiam vir uns colegas, homens e mulheres, comer pizza. Eu falei que não tinha problema, e perguntei se ele vinha. Ela disse: "Vou convidar todo mundo, não sei se ele vem." E no dia seguinte, ela escreveu pra ele.
2 comentários - Como se fue soltando mi mujer p5