Negro

Quase Grávida por um Negro: Como me entreguei a um homem negro que quase me deixou prenha. Sou a Alejandra; trago pra vocês uma nova experiência, depois dos relatos anteriores, isso aconteceu comigo há um ano atrás. Minha amiga Romeli me chamou pra sair um pouco, íamos pra uma balada na cidade onde moro, que tinha acabado de abrir, pelo que ela me falou. Na hora marcada, me arrumei pra sair: coloquei uma calça legging preta, super justa, um top tipo bralette e uma blusa leve transparente que deixava ver minha pele branca e meus peitos, mesmo pequenos, eles ficavam bem apertadinhos, e sandálias altas pra valorizar meu corpo. Porque, como vocês sabem, sou baixinha, tenho 1,65 de altura, mas como toda mulher, gosto de destacar meus atributos pra roubar olhares e me sentir admirada, desejada, e por que não, provocar uns elogios? hahaha... Lá pelas 21h, a Romeli chegou no carro dela e fomos. Chegamos no lugar, tava bem cheio, com uma decoração linda e um salão de dança enorme. Lá, a Romeli encontrou um conhecido nosso chamado Javier, que tinha falado do lugar pra ela e convidado ela pra visitar. Enquanto estávamos lá, pedimos drinks, mojitos, que eu adoro, por sinal. Conforme o tempo passava, minha amiga conversava com o Javier, e ele nos chamou pra dançar cada uma. Depois, rapidinho notei a química entre eles enquanto iam se soltando com o álcool e dançando juntos. Fiquei sentada mais um tempo, reparando que um dos amigos do Javier não tirava os olhos de mim, então, inevitavelmente, meio desconfortável, troquei uns olhares com ele. Óbvio, tô acostumada com esse tipo de situação, é normal! Ainda mais quando a gente se veste de forma provocante. Mais tarde, o Javier me apresentou o amigo dele, Jacinto, que era um colega de trabalho. Não era muito atraente. Era um homem bem mais velho que a gente — lembrando que eu tenho 23 anos e minha amiga Romeli, 24. O Jacinto tinha uns 40 anos, um... Cara de raça negra, bem corpulento e alto, não era feio. Mas nada atraente, pelo menos pro meu gosto.     Tava lá, Javier e Romeli foram pro balcão e depois sumiram na luz fraca do lugar. Aí Jacinto chegou perto de mim me chamando pra dançar, óbvio que eu fui pra rebolar, então aproveitei e fui dançar com ele (aliás, dançava muito bem), esse cara dançava todos os ritmos, incluindo salsa, que eu adoro dançar com um homem que sabe. Ficamos lá conversando de boa, perdi a conta de quantas músicas dançamos, mas em certo momento, dançando, tava colada nele, apertada pela cintura com as mãos dele e eu com as minhas mãos nos ombros dele "mal dava" por causa do tamanho do Jacinto. Chegou uma hora que olhei pra cima, vi nos olhos dele, meio surpresa e com uma sensação estranha que passou pelo meu corpo, um formigamento. O álcool e dançar com aquele homem enorme como um urso começou a me dar um calorrr. E pra completar, eu tava ovulando naqueles dias, vocês sabem o que isso significa pra uma mulher… A música ficou um pouco mais lenta, naquele instante, dançando colados, pude sentir um volume grande um pouco acima da minha barriga, enquanto Jacinto, com as mãos pesadas dele, apertava um pouco mais meu corpinho contra o dele. O homem tava excitado... Como um reflexo, involuntário, encostei minha carinha no peito dele, naquele momento uma espécie de eletricidade correu dos meus peitos até a entrada da minha buceta. Não conseguia entender o que tava acontecendo comigo? Seria o álcool ou o quê? Mas tava confortável com aquele senhor Negro, Mais Velho e Pouco Bonito… Quando a música acabou, falei: "Jacinto, vou um segundo no banheiro e depois vou embora, é tarde" Ele respondeu: "Ok, te espero sentado nas mesinhas ali" As mesinhas tavam na escuridão do lugar, vi que Jacinto tomou mais dois drinks antes de sentar. Entrei. Fui ao banheiro feminino com as bochechas vermelhas e toda acalorada. Mijei, e quando fui me secar a buceta, a baba dos meus fluidos literalmente "escorreu" pelos meus lábios vaginais, sinal inequívoco da receptividade da minha vulva para aquele homem. !!Não podia acreditar!! Tentei me controlar, sou uma mulher jovem, muito inteligente e formada. Mesmo assim, estava molhada por um homem negro, enorme e grosseiro, 40 anos mais velho que eu, nada atraente, muito menos simpático. Pensei em ir embora e não voltar para a mesa com ele, eram 02:00 da manhã, a Romeli estava com o Javier na deles se divertindo e eu não queria "estragar a festa". Então voltei para a mesa" e lá estava Jacinto me esperando com uma nova taça cheia. - Eu disse: "Ah não!!!, eu não bebo mais – obrigada, já foi o suficiente para mim". Ele respondeu: "Você está acalorada, né?", disse Jacinto cravando o olhar no meu corpo. Sob a luz fraca e escassa do lugar, ficamos novamente nos olhando nos olhos, eu só conseguia dar sorrisos nervosos. Esse homem se apressou e me deu um beijo abrindo meus lábios, metendo a língua. Eu, desinibida pelo álcool, sem pensar, devolvi o beijo lenta e ternamente. Em um momento parei, tentando parar a situação. Disse: "Vou para casa, já tenho que ir". Fui falar com a Romeli, porém, ela queria ficar com o Javier. Eu entendi. Obviamente ela ia comer ele naquela noite e eu ia para casa de imediato de táxi, então me despedi e saí, no entanto, Jacinto me alcançou de novo e se ofereceu para me levar da forma mais cavalheira e educada. Pensei: "por que não?" E aceitei que ele me levasse para casa, até porque tinha me divertido com aquele senhor. Chegando na minha casa, nos despedimos, eu me sentia um pouco tonta de tanto licor dos coquetéis e mojitos, assim como ele. Que ainda ia dirigir a caminhonete dele por um tempo maior até a residência dele. Eram umas 03:30 da manhã e ele me pediu se eu podia fazer um café para ele antes de ir, para baixar um pouco o efeito do álcool e chegar sem riscos na casa dele. Concordei em dar café bem forte pra ele (Meu pior erro). Fomos pra dentro, meus pais estavam dormindo em outra ala da minha casa. Ele sentou e eu fui pra cozinha fazer o café. 05 minutos depois voltei com dois cafés e açúcar. Jacinto tomou o café dele, depois me pegou pelas mãozinhas e me deu outro beijo que não teria volta. Ele comeu minha boca sem dizer uma palavra. Eu, sem pensar em nada, não soube se mandava ele embora ou correspondia…

Lá no fundo, eu sabia que se entrasse na onda, não teria escapatória e ia acabar dando aquela noite, de tão tarada que eu tava. Jacinto não era um homem do meu gosto, mas meu corpo era receptivo aos ataques dele, não dava pra entender. Talvez fosse o momento em que tudo acontecia: a putaria?, o tempo que eu tava sem ter intimidade com um homem?, meus dias férteis de ovulação?, tava no cio? Sei lá.

O que sei é que fomos pro meu quarto, fechando a porta completamente. Em minutos, ele me despiu, me acomodou nos travesseiros da cama, abrindo minhas pernas, me imobilizando com as mãos e braços enormes. Começou a cheirar e beijar minha bucetinha que tava toda molhada e babada, percebendo que eu tava no cio, a receptividade da minha xota, e se aproveitou disso. Comecei a sentir um puta prazer, chegando ao meu primeiro orgasmo. Depois, ele começou a baixar as calças, e ali pude ver o que ele carregava entre as pernas: "O Troço" — um pau consideravelmente grande, assim como as bolas. Sempre ouvi isso sobre homens negros, mas nunca tinha ficado com um, e muito menos tão mais velho que eu. Na real, não gosto de homens muito escuros de pele…

No roçar dos nossos corpos e nos beijos, vi como começaram a sair do membro ereto dele grossas gotas de líquido pré-seminal transparente. Ele me acariciava com as mãos enormes, até que me puxou contra o corpo dele na cama enquanto dizia: — "Alejandra, vou meter em você, vou te comer gostoso, você tá molhadinha, tá pedindo pica, você precisa disso." — Eu disse num momento de lucidez: "Não tô... tô tomando anticoncepcional, tô ovulando e nos meus dias férteis" — "Cê consegue me engravidar? E eu não quero isso!! Por favor, te peço pra não gozar dentro…" Ele me olhou de novo com aqueles olhos penetrantes, como quem mostra que ele era o macho que mandava. Me deitei delicada na cama, com a buceta exposta, feito mulher que deixa ver sutilmente que quer ser comida pelo seu macho. Ele subiu na cama, se apoiou com o corpanzil enorme em cima de mim e me montou, penetrando devagar até enfiar tudo, até o fundo. Eu não conseguia me mexer, ele é um homem muito grande e forte que me fazia parecer uma "bonequinha" debaixo dele, só recebendo as pancadas fortes da vara dele, naquela foda que já tava me dando. Só me limitei a abraçar ele, beijar, entregar meus peitos, receber ele no meu corpo, sentir ele dentro de mim, entregue completamente a ele no fundo do meu ser, e no prazer do sexo dele, deixando escapar meus gemidos. Depois de uns minutos me comendo selvagemente, ele parou um instante e devagar tirou grande parte do pau de dentro de mim. Achei que tinha tirado tudo, mas na hora ele empurrou de novo com uma brutalidade desproporcional, enterrando em mim o "ovo" dele (como a gente fala na Venezuela), até a "raiz", senti que chegava até meu útero fértil, sem perceber meus gemidos viraram gritinhos (confesso que sou chorona, adoro isso, chorar de prazer) — parece que isso excita os homens ainda mais também. Pedi de novo: "— Não goza dentro, te imploro, cê vai me engravidar!! — Quando for gozar, tira, por favor!!" Eu sabia que tava nos meus dias férteis e que não tava me cuidando, ou seja, existia o risco… Mas isso, longe de controlar a situação, foi mais como um estopim pra mim e pro Jacinto, elevou nossa excitação e prazer a ponto de começar a fantasiar que ele me engravidava, que eu seria a mulher dele e mãe do filho dele — "Imagina a loucura e o desenfreado". que a gente adora um homem que nos faça sentir mulher na cama, perder a cabeça naquele momento, isso sim é prazer, eu acho. As fêmeas existem pra dar prazer pro nosso macho e receber dele também. Do mesmo jeito, receber e sentir a ejaculação dele, o sêmen dele dentro.

O macho enorme acelerou o ritmo ao máximo, grunhindo igual um bicho, me segurando com força, enlaçando com os braços todo o meu pescoço e costas. Tentei escapar pra frente antes que ele gozasse, mas ele me deixou imobilizada, aí comecei a sentir ele injetando dentro de mim, aquelas descargas enormes de sêmen a cada espasmo, sentindo que me inundava até o útero. Recebi com prazer toda aquela torrente, a semente dele, sabendo do risco enorme que corria de engravidar dele naquele momento por estar exposta e ovulando. Era minha primeira vez com um homem negro e daquelas dimensões. Naquela noite, o Jacinto me fez dele mais duas vezes, sempre gozando dentro de mim, adorei receber, espremer toda a porra dele, perdi a conta dos orgasmos que tive e nas três fodas que ele me deu, gozamos juntos. No outro dia, me sentia dolorida por causa dos apertões e das estocadas que ele meteu, mas totalmente plena e mulher, capaz de satisfazer um homem por completo e ser satisfeita ao máximo. Mesmo assim, naquela noite, tenho certeza de que o Jacinto me engravidou, por isso saí na hora pra comprar e tomar a pílula do dia seguinte. E depois fui contar pra minha amiga Romeli todos os detalhes da minha aventura com o negão.

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