O calor do verão envolvia a paróquia, fazendo cada respiração pesar e escorrer suor. O Padre João, acostumado à rotina e à disciplina, sentia que algo no ar daquele dia o inquietava, um zumbido quase imperceptível que parecia percorrer a madeira da sacristia e os vitrais empoeirados. Mariana apareceu como um sussurro, deslizando com movimentos suaves e provocantes. Seu vestido leve mal cobria suas curvas, e seu cabelo escuro caía em ondas perfeitas sobre os ombros. Mas algo no olhar dela era diferente: um brilho que não era humano, e um sorriso torto, quase diabólico. João sentiu um arrepio percorrer suas costas e, ao mesmo tempo, um desejo impossível de conter.— Padre… preciso da sua ajuda — disse ela, se aproximando com passos silenciosos, tão perto que o calor do corpo dela roçava o dele —. Os arquivos sempre caem… e preciso que me ensine a organizá-los.
Cada roçar das mãos dela ao passar os documentos era um choque elétrico. Mariana inclinou o corpo para pegar um papel que tinha caído, deixando à mostra a bunda perfeita dela, só coberta por um fio vermelho, e João, incapaz de resistir mais, agarrou-a pela cintura. Puxou-a para perto e os lábios se encontraram num beijo molhado e urgente. A língua de Mariana invadiu a boca dele, explorando, desafiando, e João sentiu a devoção que o sustentava evaporar num fogo carnal.
As mãos dele começaram a percorrer o corpo dela. Os peitos de Mariana eram macios, firmes e quentes; cada carícia provocava um gemido baixo e estranho, que parecia ecoar na madeira da sacristia. Mariana arqueava as costas, pressionando a bunda contra as mãos dele, guiando-o com movimentos que pareciam feitos para quebrar toda resistência. João desceu as mãos até as nádegas dela, apertando e levantando-a um pouco, sentindo o corpo dela responder com ansiedade.
— Mais… — ofegou Mariana, com uma voz que era humana e demoníaca ao mesmo tempo —. Não para…
João a levantou sobre o escritório. Arranquei o fio vermelho dela de um puxão só. A pele nua contra a madeira fria intensificou a excitação dela. As mãos dele exploravam cada canto do corpo dela enquanto Mariana se mexia com a cadência de uma felina, abrindo as pernas, mostrando a buceta molhada e brilhante, guiando a rola dura do Padre pra dentro dela. Finalmente, ele a penetrou devagar, sentindo cada tremor, o calor da buceta dela, como ela apertava o pau dele, cada sacudida que ela oferecia. Mariana gemia com força, abraçando ele, a língua roçando o pescoço dele, enquanto uma aura escura parecia envolver os dois, intensificando cada sensação. Cada movimento ficava mais intenso, mais urgente. Juan comia ela sem piedade, aumentava a velocidade e a profundidade de cada estocada, enquanto Mariana respondia arqueando as costas, apertando ele com as pernas, gemendo de prazer e soltava um zumbido estranho, quase sobrenatural, que enchia a sacristia. A pele dela brilhava de suor, os corpos se colavam, se moviam em uníssono, como se fossem um só. Cada gemido era uma mistura de êxtase e aviso; algo nela não era humano, e Juan sentia isso em cada tremor. Finalmente, os dois chegaram ao clímax com um tremor violento. Juan caiu sobre ela, ofegante, e Mariana abraçou ele com força, soltando um grito que era humano e monstruoso ao mesmo tempo. Foi aí que o rosto verdadeiro dela começou a aparecer: os olhos vermelhos, o brilho escuro na pele, o sorriso que se alongava além do natural. A forma dela se distorceu: as costas arqueadas, as pernas alongadas, os dedos afiados como garras. O ar ao redor parecia vibrar com uma malícia palpável. —Obrigada pela sua entrega, Padre — sussurrou com eco sobrenatural, enquanto enfiava os dedos na buceta e lambia a porra do Padre —. Seu desejo me alimentou… e agora você é meu. Juan recuou, horrorizado. A criatura que tinha sido Mariana deslizou pra fora dele com movimentos felinos. e ele caiu de joelhos, preso entre o êxtase e o horror. O corpo ainda tremia de prazer, mas o terror era absoluto. O sorriso do demônio era cruel, seus olhos brilhavam com fome insaciável.
—Os pecadores sempre caem… e você, Padre Juan, provou do proibido —sussurrou a criatura enquanto sumia nas sombras—. Esta igreja agora é minha.O Padre Juan ficou sozinho, tremendo, com a respiração ofegante, o corpo ainda lembrando cada carícia e cada penetrada. Mas a mente dele estava marcada pra sempre: imagens de Mariana se transformando, rindo, olhos vermelhos, sorriso demoníaco, perseguiam cada pensamento. Toda noite, em sonhos e pesadelos, o desejo e a culpa se misturavam, prendendo ele num ciclo sem fim de prazer e terror.
O padre nunca mais foi o mesmo. A experiência tinha destruído ele, e a tentação tinha vencido de vez. A fé dele virou medo; o desejo, obsessão. Cada vez que fechava os olhos, via os olhos vermelhos de Mariana e sentia aquele sorriso torto. O demônio tinha vencido: não só seduziu o corpo dele, mas quebrou a mente, deixando o Padre Juan num estado de perturbação mental permanente, preso entre o prazer proibido e o horror que consumia ele.
Moral da história: Cuidado neste Halloween… nem toda tentação vem fantasiada de puta gostosa. Algumas escondem algo bem mais sombrio, e às vezes, ceder à curiosidade pode te custar mais do que o prazer: pode custar sua alma.
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