No coração de um bairro humilde, entre ruas de terra e calçadas quebradas, vivia Seu Moncho. Um homem de poucas palavras, pele queimada de sol, mãos grandes e um sorriso que derretia qualquer uma. Tinha mais de 40, mas se mexia como um touro novo. O andar era firme, a voz grave e calma, e toda vez que saía na frente pra regar as plantas ou lavar a moto velha, as mulheres do bairro não conseguiam evitar de parar pra olhar.Solteiras, casadas, novinhas ou coroas... todas olhavam. Umas disfarçavam, outras nem tanto. E embora a maioria tivesse parceiro, mais de uma sonhava que Seu Moncho abrisse a porta do galpão lá no fundo... aquele que ninguém sabia direito o que rolava.
Ele sabia. E sorria.
Uma manhã, enquanto pendurava roupa sem camisa, passou a Cláudia, a vizinha da esquina. Uma loira pintada, de curvas generosas e vestidos justos. Fazia semanas que ela olhava pra ele com fome. Naquela manhã, não se segurou.
— Oi, Seu Moncho... e se um dia a senhora me ensinar a usar a mangueira igual o senhor?
Ele baixou o olhar e percorreu ela da cabeça aos pés. Coçou a barba devagar.
— Se vier sozinha... posso te ensinar sem testemunha, gata.
Ela sorriu. E sem dizer mais nada, naquela mesma tarde, bateu na porta do galpão.
Cláudia entrou no galpão com as pernas bambas, o coração acelerado e a calcinha encharcada. Não era mais uma novinha, mas fazia anos que nenhum homem a fazia se sentir assim, tão desejada, tão viva. E Seu Moncho... era outra parada. Macho. Varonil. Um garanhão de verdade.
Ele esperava por ela com o mate na mão, sentado num banco de madeira. Olhou pra ela sem pressa, como quem saboreia um manjar antes de provar.
— Tem certeza, gata?
Ela mordeu o lábio. Se aproximou sem dizer nada, e quando ficou na frente dele, se ajoelhou.
— Morro de vontade de ver se é verdade tudo que falam — sussurrou, desabotoando a calça de trabalho dele.
Seu Moncho se acomodou, relaxado. E quando ela puxou aquele monstro, quase deixou escapar um gemido. Era enorme. Grosso. Quente. Vibrante. Com uma veia pulsando que parecia ter vida própria. —Deus... —murmurou, antes de levá-lo à boca. Claudia chupava como uma possessa, com língua molhada, profunda, engolindo até a garganta e voltando a lamber o tronco com desespero. Dom Moncho soltou um grunhido grave, agarrou o cabelo dela e começou a se mover, metendo suave mas firme. —Isso, mamãe... engole como se fosse teu. Ela olhava pra ele de baixo, babada, lasciva, e não parava. Mas ele a puxou de uma vez, colocou ela em cima da mesa e levantou o vestido. —Já vinha molhada, hein? Ele puxou a calcinha dela e passou os dedos entre os lábios da buceta, escorrendo. —Tá pronta. E sem mais, empalou ela. Metendo a pica na buceta. Devagar. Até o fundo. Claudia gritou.
—Ahhh… Seu Monchooo! Você me quebra! Ele começou a se mexer. Firme. Rítmico. Cada estocada fazia o quadril dela estalar, enquanto ela segurava nos ombros dele e gemia sem controle.
—Vai, continua, não para, enche minha buceta, rompe ela…
Ele agarrou ela pela cintura, tirou ela da mesa e colocou ela de quatro num colchão velho. Por trás, meteu com força, fazendo as bolas baterem na bunda dela a cada investida.
—Você nasceu pra isso, gata… Pra ser comida como manda o figurino.
Ela delirava. Gozava uma vez atrás da outra, molhando tudo. Ele cuspia nas costas dela, pegava nos peitos, no cabelo e dominava ela como se fosse dele.
—Quer mais?
—Tudo, Moncho! Nunca tira essa pica de mim!
Aí ele cuspiu no cu dela e, sem avisar, enfiou.
—AHHHH MEU CU! —gritou ela— Isso! Mete aí também!
Moncho rugia. Não falava mais nada. Só metia igual um touro.
Quando tava perto de gozar, tirou, virou ela e apontou pros peitos dela.
—Aguenta a porra…
E soltou uma descarga ardente, grossa, quente, que escorreu pelos mamilos dela.
Claudia, ofegante, esfregou a porra nos peitos, enquanto olhava pra ele sorrindo, toda molhada.
—Meu Deus do céu… você me deixou feita um trapo. Posso vir amanhã?
Seu Moncho acendeu um cigarro.
—Se aguentar mais um round, o galpão tá aberto…
Era uma tarde quente pra caralho. Camila, 19 anos acabados de fazer, short jeans curtíssimo e uma camiseta que mal cobria os peitos pequenos mas durinhos, caminhou decidida até a casa de Seu Moncho com uma pasta na mão. —Boa tarde, Seu Moncho —disse com um sorriso tímido—. Vim vender rifas… é pra uma ajuda social.
Moncho, com o torso nu e o suor escorrendo pelo peito calejado, olhou ela dos pés à cabeça. Adorava essas atrevidas que vinham com desculpas esfarrapadas.
—E que número cê quer me vender, gostosa?
Ela deu um passo mais perto. Os olhos brilhavam de safadeza.
—Na verdade… queria saber se é verdade o que dizem. Que o senhor quebra mulher —falou baixinho, mordendo o lábio.
Moncho largou o copo de cerveja na mesa e se aproximou devagar, até sentir o perfume jovem dela.
—Se quiser conferir, vem pro meu quarto lá no fundo. Onde a mágica de verdade acontece.
Ela hesitou um segundo… e seguiu ele.
O quarto era escuro, fresco, com uma cama grande e bagunçada. Um lençol branco e um ventilador velho zumbindo no teto.
—Tira a roupa —ordenou Moncho, com voz grossa—. Quero ver o que você trouxe hoje.
Camila, nervosa mas excitada, tirou primeiro a camiseta, deixando à mostra os peitos redondos, durinhos, com os bicos rosados apontando pro teto. Depois baixou o short, revelando uma calcinha fio-dental branca toda molhada.
—Você é uma flor recém-colhida, gostosa…
Ele baixou a calça e mostrou o arsenal: 30 centímetros de carne pulsante, grossa, morena, que se erguia como um totem sagrado. Camila tapou a boca.
—Meu Deus! Isso vai caber em mim?
—Cabe se você quiser —respondeu ele, agarrando ela pela cintura.
Colocou ela na cama, tirou a calcinha e começou a chupar a buceta dela, primeiro com a língua macia, depois com mais fome. Ela se derretia. As pernas tremiam.
—Tá me chupando como nunca! —gritava.
E quando ela tava toda molhada, pronta, Moncho se posicionou por cima, apoiando a cabeça da pica na entrada dela.
—Relaxa… e aguenta.
A Foi enchendo devagar, mas firme. Camila gritava, se agarrava nos lençóis, olhava pra ele com olhos vidrados. —Seu Moncho! Não para, pelo amor de Deus, não para! Ele começou a se mexer, cada estocada mais funda, mais selvagem. Segurava ela pelos tornozelos, depois levantou ela pela cintura e fodia ela no ar, enquanto ela chorava de prazer. —Você tá me partindo no meiiio!
Colocou ela de quatro, acariciou as costas dela e meteu o pau com força. As bundas dela batiam a cada estocada. Camila pedia mais. —Arrebenta minha buceta, Moncho, não tem pena de mim, não! Quando sentiu que ia gozar, ela se virou e abriu a boca com um sorriso safado. —Me dá tudo… quero provar seu leite de macho… E ele gozou na boca dela, no rosto, nos peitos, gemendo igual um bicho no cio. Camila lambeu os lábios, saboreando. —Agora entendo por que todas falam de você… Posso trazer uma amiga? Seu Moncho acendeu um cigarro, de novo. —Se for tão puta quanto você, pode trazer, uai…
Era quinta-feira à tarde. Moncho descansava na rede, sem camisa, fumando de boa. De repente, alguém bateu no portão com força. Era a Sandra, a vizinha do lote ao lado: uma mulher de uns 35 anos, curvas generosas, peitões que pulavam por baixo da blusa apertada, e um olhar que queimava. — Boa tarde, Seu Moncho — disse com um tom brincalhão —. Meu marido viajou a trabalho… e eu queria ver se é verdade o que o pessoal fala no bairro. Ele ficou olhando pra ela, devagar, com um meio sorriso. — E o que falam? A Sandra se aproximou, passou pelo portão sem pedir licença e parou na frente dele. — Que você tem um pau sagrado… e que nenhuma mulher dá conta de você. — Desabotoou a blusa de uma vez —. Quero saber se essa rola grande dá conta dessas tetas… Deixou elas no ar: redondas, pesadas, com bicos grossos que pediam boca. — Vem pro fundo, gostosa… que hoje você vai sair gritando.
Moncho fechou a porta e, antes que ela dissesse mais alguma coisa, agarrou a cabeça dela e puxou a boca dela pro volume dele. Ela desabotoou com vontade e puxou o pau de 30 cm, duro, pulsando. —Uffff! Mas isso é uma maldição deliciosa!
Chupou com fome, engolia até os olhos lacrimejarem, lambia as veias, as bolas, beijava o tronco com língua grossa.
—Faz anos que não me dão um pau de verdade — gemeu Sandra.
Moncho pegou ela pela cintura, sentou ela em cima dele, e ela puxou a calcinha de renda branca pra baixo, molhada igual pano.
—Se segura firme — falou. Enquanto enfiava o pau na buceta dela.
E ela se deixou empalar, com um gemido que parecia um uivo.
—Deus! É enorme!
Pulava em cima dele, com os peitos balançando. Moncho devorava eles, chupava como se desse leite.
—Assim, chupa eles, engole!
Colocou ela de quatro na cama. Ficou atrás dela e meteu com força na buceta. Sandra se revirava, empurrava contra ele, se abria cada vez mais.
—Assim que eu gosto, Moncho! Me arrebenta igual uma puta!
Ele não teve pena. Agarrou o cabelo dela, os peitos, bateu nela a cada movimento. E quando ela pediu mais, sem aviso, trocou de buraco: direto pro segundo.
—Aiii! Isso não! Bom… sim…! Sim! Vai!
Meteu no cu dela igual um selvagem, enquanto ela delirava de prazer, com os olhos virados. No final, virou ela, apertou os peitões enormes e gozou em cima: uma chuva quente que encharcou o peito dela.
Sandra se lambia, ofegante.
—Me gozou toda… você é um animal, Seu Moncho…
Ele acendeu um cigarro, como sempre.
—Volta quando quiser, mami. Aqui nunca falta carne.
Uma tarde, enquanto Moncho terminava de regar o quintal, uma nova figura apareceu na frente da casa dele. Uma morena de pele branca, cabelo preto como a noite e olhos grandes. Camila, 25 anos, magra mas com curvas firmes. Usava um short minúsculo e uma camiseta sem sutiã que deixava ver os bicos dos peitos marcando o tecido. —Oi, você é o Don Moncho? — perguntou com um sorriso tímido, mas provocador.
—O próprio. E você, gostosa?
—Camila… me mudei faz pouco. Mas já me falaram de você…
Ela mordeu o lábio. Moncho olhou ela de cima a baixo. Sabia o que ela queria.
—Entra, neném. Vem pro quarto dos fundos…
Lá dentro, a luz do sol mal entrava por uma cortina entreaberta. Moncho fechou a porta e sentou na cama. Camila se ajoelhou na frente dele, sem esperar ordens. Baixou a calça dele e puxou o monstro pra fora.
—Meu Deus… é de verdade!
E começou a chupar devagar, com fome, com língua macia, molhada, beijando a ponta, chupando fundo. Moncho soltou um grunhido e se jogou pra trás. Ela devorava ele como uma expert.
—Engole, mamãe… faz teu…
Quando ele ficou bem molhado, ela tirou o short, e ele montou nela. Abriu as pernas dela e enfiou a pica dentro da buceta dela sem pedir licença.
—Aaaah! Monchooo!
Ele meteu com força, segurando os pulsos dela, beijando o pescoço dela. Chupando os peitos dela. Camila se agarrava nele como se precisasse dele pra viver.
Depois, ela sentou em cima dele e começou a cavalgar com desespero. O cabelo preto dela voava enquanto ela quicava com força.
—Nunca senti nada assim! — gritou —. Nunca!
Moncho agarrou ela pela cintura, colocou ela de quatro. Meteu tão fundo que ela se desmontava de prazer.
—Agora você vai saber o que é o inferno — ele disse, enquanto enfiava no cu dela.
—Aiiii, meu cu! Isso! Me arrebenta toda, Monchooo!
E foi assim que ele fez. Até gozar nos peitos dela, grandes, suados, com uma chuva quente que deixou ela ofegante, tremendo de prazer.
Mas Camila não se levantou na hora. Ficou ali, nua, com o rosto no peito dele. —Não quero ir embora… —sussurrou. Moncho ficou olhando pra ela. O pau dele ainda pulsava. —Não? —Não… você é o único que me fez sentir assim. Quero voltar. Quero ser sua putinha. Quero ser sua. Moncho, pela primeira vez, não soube o que responder. Já tinha ficado com dezenas, mas algo em Camila tocava ele de um jeito diferente. Talvez o olhar dela, a boca, ou o jeito que ela não queria ir embora. Não era só sexo. E ele sabia disso.
Camila já não pensava em mais nada. Desde que Moncho a fez sua, não conseguia tirá-lo da cabeça. Não dormia direito, se tocava toda noite lembrando como ele a montou, como a encheu, como a arrebentou inteira. Ele tinha virado uma necessidade, seu vício carnal.Naquele meio-dia, com a desculpa de levar almoço caseiro, caminhou até a casa de Dom Moncho com uma bandeja na mão. Mas ao se aproximar, notou algo. A porta estava entreaberta… E lá dentro se ouviam gemidos.
Ela espiou em silêncio. Lá estava Sandra, a mulher casada de peitões enormes, nua em cima de Moncho, cavalgando ele como uma gostosa no cio.
— Aiii sim, Moncho! Essa pica é minha agora! Me dá tudo!
Ele segurava os peitos dela, metendo forte por baixo.
Camila ficou em silêncio. Não chorou. Não gritou. Só saiu com a bandeja, deixou na mesa do quintal e sentou pra esperar. Fria. Calma. Possuída pelo desejo e pela raiva calada.
Passaram-se 15 minutos.
Sandra saiu ajeitando o vestido, suada, as pernas tremendo. Ao ver Camila sentada ali, parou no susto.
— Ah… oi… eu já ia indo…
— Já vi — disse Camila, sem sorrir. — Pode ir tranquila.
Sandra engoliu seco e foi embora rápido, nervosa.
Camila esperou uns segundos, levantou e entrou decidida no quarto. Moncho ainda estava na cama, nu, o pau descansando, brilhoso.
— E você? — ele disse, surpreso.
— Trouxe almoço… e um aviso.
Tirou a camiseta. Não usava sutiã.
Tirou o short e a calcinha. Estava encharcada.
— Qual é o aviso, gostosa? — Que eu não sou igual às outras. Se quiser continuar me comendo, vai ter que começar a respeitar meu lugar.
Moncho sorriu.
— E se não?
Camila se ajoelhou, chupou o pau dele com fome, fez ele acordar na hora. Engoliu tudo, até a garganta, enquanto olhava pra ele com aqueles olhos pretos de fogo.
Quando deixou ele bem duro, montou sem pedir permissão.
— Agora você vai me cavalgar — disse ele.
— Não, Moncho. Hoje eu vou te montar que nem uma puta até você esquecer o nome da Sandra.
E enfiou o pau dele na buceta e começou a cavalgar com fúria, suando, gemendo, gritando no ouvido dele.
— Você é meu, Moncho! MEU!
Ele agarrou as nádegas dela, chupou os peitos, os bicos, colocou ela de quatro, meteu tão forte que a cama tremeu. Depois abriu ela por trás e enfiou no cu.
— ISSO, ASSIM! ME FAZ TODA SUA! — gritou Camila.
Ela terminou encharcada, com os peitos cheios de porra quente. Ficou ofegante em cima dele. E sussurrou no ouvido:
— Agora você vai ter que me escolher… ou vou voltar todo dia. E cada vez, vou te deixar mais vazio.
Moncho não respondeu. Só fechou os olhos.
Camila tinha chegado pra ficar.
Moncho continuava na cama, com o corpo encharcado pela intensidade do último encontro com Camila. Ela, ainda nua, sentou no peito dele, acariciando os peitorais com as unhas e encarando ele firme, com uma mistura de desejo e decisão. — Moncho… — disse com voz suave, mas firme —. Eu sei que você nunca vai conseguir largar suas outras minas… e eu entendo. Ele olhou pra ela em silêncio. — Você é um garanhão, um macho de verdade e o bairro inteiro tá doido por você. Mas eu sou diferente, Moncho. Eu não quero que você me coma só por um tempo. Eu quero ficar com você de verdade. Ela beijou os lábios dele, depois desceu até o pescoço e mordeu com doçura. — Deixa eu organizar as coisas pra você — sussurrou —. A gente faz uma agenda… você cumpre com todas, mas de dia. As solteiras, as casadas, as vizinhas gostosas que não aguentam esperar… Mas de noite… você é meu. Só meu. Ela se inclinou até o ouvido dele. — E me dá o melhor… me come mais forte do que todas elas. Entendeu, Moncho? Ele sorriu, divertido, excitado. — E se alguma ficar com ciúme? — Que se foda. Que peça hora marcada. Mas que saibam que a rainha da noite e a sua rola sou eu. A que dorme do seu lado, a que fica com seu gozo do fim do dia… sou eu, Moncho. E se você não me der o melhor… eu arranco na marra. Dito isso, ela desceu de novo pelo corpo dele, pegou a rola e chupou devagar, babando, fazendo ele gemer. Quando ficou dura e pulsando, ela subiu e começou a cavalgar sem piedade, batendo com a bunda, quicando igual uma possessa. — Você é meu, garanhão! MEU! — Gritava enquanto ele apertava a cintura dela e metia tudo.
Colocou ela de quatro, abriu as nádegas com força e meteu na buceta como se estivesse marcando território, rugindo. —Isso! ME DÁ! QUE TODAS FIQUE SABENDO! —gritava Camila— Essa aqui é a rainha das suas noites! Ele comeu o cu dela, forte, fundo, até Camila gozar gritando o nome dele, e aí tirou a pica, apontou pros peitos dela e gozou com uma explosão brutal que caiu quente na pele dela. Camila se limpou com os dedos, levou à boca e lambeu os lábios. —Então… negócio fechado, Moncho? Ele, ofegante, respondeu: —Negócio fechado… rainha da noite.
Camila cumpriu a promessa dela. Uma tarde, enquanto Moncho tirava um cochilo depois de uma sessão intensa, ela sentou no celular dela e, com um sorriso malicioso, criou um grupo de WhatsApp. Com a foto do Moncho como imagem de perfil e colocou um nome simples, mas poderoso: “💦 As putinhas do Moncho 💦” Ela adicionou as mais fiéis: Sandra, a casada ousada; Yesi, a mina fogosa; Raquel, a gordinha de peitão enorme; Dai, a novinha de 20 que tinha chupado ele inteiro; e outras que iam e vinham. Mensagem de boas-vindas da Camila: > “Meninas, aqui a gente se organiza. Moncho é de todas de dia, mas meu de noite. Se quiserem leite, fila com amor. Sem ciúmes, sem escândalo. O garanhão precisa de cuidado e rodízio. 😈💋” Sandra foi a primeira a mandar um áudio: > “Ai, meu Deus, Cami, te amo por isso. Tava toda molhada esperando minha vez e não queria arrumar confusão. Valeu, rainha. ❤️” Yesi mandou uma foto de lingerie: > “Já tô pronta pra amanhã às 10. Que ele não esqueça que me deve uma por trás 😏🔥” Raquel mandou umas risadas: > “Isso parece uma cooperativa de leite! Mas que bom, Cami. Você é a patroa. A gente cuida do Moncho juntas.” E assim, o grupo foi crescendo, compartilhando horários, fotos, memes, histórias quentes e dicas de posições. Tinha regras claras: Ninguém repete mais de 2 vezes por semana. Só Camila dorme com ele. Se alguma quiser mais, precisa pedir permissão pra Rainha. Moncho, enquanto isso, não acreditava. —Um grupo? De vocês? —Sim, Moncho —disse Camila, sentando nele pelada—. Sou sua secretária sexual. Dou alegria pra elas, organizo tudo, e você só fica de distribuir carne e leite quente. E de noite, me dá todo o poder do seu pau mágico. —Você é diabólica… —Sou sua bruxa… e elas, suas putinhas. Ela cavalgou ele como no primeiro dia, mais forte, mais intenso. Beijou ele, apertou ele, tomou ele a noite inteira como se marcasse ele pra sempre. E foi assim que Seu Moncho, o humilde homem do bairro com 30 cm de puro prazer, terminou seus dias rodeado de mulheres felizes, coordenadas e gostosas, graças à astúcia e domínio sexual da Camila, sua rainha puta.
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