E aqui estávamos nós dois, eu dando comida na boca da minha chefe, era como dar uma salsicha pra um lobo. Ela me olhava de canto, como se estivesse estudando tudo, em total silêncio. Eu continuava dando comida na boca, arriscando ela arrancar meus dedos, enquanto falava sobre a comida e, sem querer, acariciava partes do corpo dela, como se fosse de passagem, me fazendo de bobo. Dava pra sentir a buceta quentinha dela no meu coxa. A respiração dela era funda, mas não tinha mudança física nela; ela tentava parecer inexpugnável, como se nada a afetasse. Essa tensão e esse jogo fizeram meu amigo ficar duro de novo. Ela se mexeu e percebeu, me olhou de canto e não disse nada. De repente, parece que um raio de luz passou pela cabeça dela e ela voltou a ser ela mesma. Susana: "Vou sair pra tomar uns drinks", ela falou, se levantando e falando firme. "Você pode fazer o que quiser, não me espera, talvez eu volte acompanhada ou vá pra algum lugar." Não falei nada. Ela saiu decidida pro quarto dela, enquanto se maquiava no camarim do quarto. Sim, tinha camarim; cada quarto era um pouco menor que meu apartamento inteiro. Eu entrei e peguei minha bolsa. Fui pro quarto da Vale e me troquei. Esperei lá embaixo, trocando mensagem com a Valentina, mas ela não tava sozinha e na conversa entraram todos os membros do nosso círculo. Exceto a Susana, claro. Tava o Hernán, a Clara, a Juli e minha namorada Valentina, e achei ouvir o marido do Hernán num áudio de fundo. Claro que pediram detalhes e que eu contasse tudo como foi. Depois de rirem um pouco e falarem que eu tava vivo por milagre, se acalmaram. Eles mais ou menos me falaram como a Susana podia agir agora, o importante era segui-la pra ela não fazer nenhuma merda. Eu corri e estacionei a caminhonete na rua, e depois voltei pra dentro como se nada. Ela desceu as escadas e me deixou sem fôlego. Por mais que umas horas atrás eu tivesse visto ela pelada, era como um presente gostoso e aquele vestido era o laço. Tava Perfeitamente maquiada, um vestido com um decote enorme que realçava ainda mais os peitos dela, o tecido do vestido era bem fino, e realmente curto, dava pra ver as pernas dela perfeitamente, o maldito vestidinho mal cobria a bunda dela, era óbvio que ela se vestiu pra causar impacto, e ela sairia pra caçar. Susana: fecha a boca, isso não é pra você. - Eu olhava descaradamente pra ela. Alberto: caramba, chefe, que gostosa, dá vontade de comer ela. Ela deu um sorrisinho, e saiu de casa, um Uber estava esperando ela, eu subi na caminhonete e comecei a segui-la. Terminamos num bar de praia, daqueles que juntam muitos turistas. Eu entrei um pouco depois, acho que ela não me viu seguindo ela, me sentei num balcão que tinha num canto, ela sentou no balcão principal. Pediu um Gin tônica, eu pedi uma Coca Zero, queria estar bem lúcido. Ela estava concentrada na bebida dela, me pareceu que estava falando sozinha, vários homens se aproximaram com intenção de seduzir, mas ela não deu bola ou mandou um olhar de matar que espantou eles. Eu já tava entediado, já tinha passado um tempão e ela nem se mexia. De vez em quando tomava um gole e pedia outro, já ia no terceiro, não aguentei mais e fui ao banheiro. Quando voltei, ela estava conversando com duas garotas bem jovens, com menos de vinte e dois anos, uma loira e outra morena, elas estavam bem desinibidas na frente da Susana, já tinham uns drinks a mais, eram umas criancinhas comparadas com a chefe, que era uma loba. A interação continuou por um tempo, era claro que tinha um flerte entre os dois lados. Num dado momento, a morena levantou e deixou elas sozinhas, não sei se foi ao banheiro ou de propósito pra dar mais espaço e intimidade pra elas. A chefe e a garotinha tomaram os drinks inteiros, Susana pegou ela pelo braço e foram pro pátio do bar, era um pátio pra fumantes, só tinha um casal que tava na deles, elas foram pra um canto que tava escuro, perto de uma saída. Emergência, só iluminados pelo letreiro dela, eu fiquei de longe, vendo praticamente sombras. Mas dava pra entender tudo, as figuras eram mais que identificáveis: a chefa, uma grande amazona dominante, e a novinha loira, um cordeirinho fofo, pequenininha, mas muito gostosa. A Susana praticamente esmagou ela contra a parede e começou a comer a boca dela, enquanto se apalpavam, a garota era bem mais passiva. A chefa sussurrou algo no ouvido dela e, na sequência, deu um tapa na cara, puxou os cabelos dela e beijou enquanto apertava os peitinhos da loira. A Susana tava no modo dominadora total mesmo, continuou puxando os cabelos até enfiar ela debaixo da saia dela. Percebi que a novinha era inexperiente e isso frustrava a Susana, que queria se aliviar. Num dado momento, ela parou, enfiou a mão debaixo da saia e, com uns poucos movimentos, fez a garota gozar. Susana: "Você é muito verde e hoje não tenho paciência pra ensinar. Amadurece com seus amigos e fica longe de mim." — usou aquela voz sinistra, rouca, que dava medo. Ela voltou pra dentro e pediu outra dose, eu já tinha perdido a conta de quantas ela tinha tomado. Tava furiosa e frustrada, a novinha deixou ela no meio do caminho ou não servia, demorou pra se acalmar. Pedi uma água, tinha que ficar esperto. Ela ficava observando basicamente as mulheres, era algo que as minhas tinham me falado no telefone: ela ia procurar uma mulher e dominar pra extravasar, pra alinhar os pensamentos, quer dizer, pra se sentir de novo uma mulher empoderada, poderosa, que sempre dominava a situação. Eu tinha desestabilizado ela nesse sentido e isso, na cabeça dela, não podia acontecer. Também percebi que não era o único que tava de olho nela, tinha vários grupos de homens seguindo ela com o olhar, muitos tinham tentado chegar perto, mas foram rejeitados. Passou mais ou menos meia hora até que a morena, amiga da loira que tinha estado com ela, se aproximou. A morena tava bem bêbada, mas a Susana também não tava melhor, embora essa... aguentava mais e disfarçava melhor. Pegou o Gin Tônico de novo, segurou o braço dela e a levou pro pátio. Eu fui atrás pra acompanhar, e três caras que estavam numa mesa na minha frente se olharam, se levantaram e foram atrás delas. Isso me deu um mau pressentimento. Esses caras eram alguns dos que eu já tinha notado que não perdiam nenhum detalhe da chefe. Pareciam turistas, pessoas normais, mas a atitude deles não me agradou nem um pouco. Peguei um isqueiro em cima de uma mesa e, do encosto de uma cadeira, o lenço de uma garota. Apertei o isqueiro com força e enrolei o lenço no meu punho. Saí uns segundos depois deles. A chefe e a moreninha estavam se beijando e se acariciando no mesmo lugar de antes. Percebi que os caras ainda não tinham agido. A área onde elas estavam não era coberta pela câmera de segurança do pátio — erro grave, já que ali ficava a saída de emergência. Quando os três caras acharam que elas estavam mais vulneráveis, atacaram. Um abriu a saída de emergência, que dava pra um beco escuro. Depois, cada um pegou uma garota, tapando a boca delas e arrastando pra fora. O que pegou minha chefe teve um trabalhão.
**Cara 1:** Essa puta me mordeu e arranhou. Sua vadia, vou arrebentar seu cu por causa disso.
**Cara 2:** É, mas se apressa que eu também quero me divertir com essa bunda gostosa. Tira ela logo.
O sujeito que tava arrastando a chefe se cansou dela e deu dois tapões que a jogaram no chão. Ali mesmo, rasgou o vestido dela, deixando os peitos dela de fora. Quando a chefe tava se levantando pra encostar ela num contêiner de lixo, deu uma joelhada nas bolas dele. O segundo cara que tava com ela deu um soco que a derrubou. Foi aí que eu agi. Em cima desse último — ele não me viu chegando. Um golpe seco na têmpora derrubou ele e o deixou nocauteado. O que ainda tava segurando as bolas tentou me atacar, mas dois socos na cara dele também o jogaram no chão. O que mais deu trabalho foi o que tava com A guria, assim que se viu livre, saiu correndo. Esse cara deu uns golpes, e eu respondi com uma combinação de chutes, socos e cotoveladas. Ele se deu pior que todos. Peguei uma carteira no chão. Peguei a Susana nos braços e fui até a caminhonete que tava a uma quadra dali, por sorte não cruzamos com ninguém.
Susana: O que você tá fazendo aqui?
Alberto: Protegendo a senhora, chefe.
Ela só encostou a cabeça no meu peito e fechou os olhos.
Enquanto a gente ia pra caminhonete, a Susana respirava no meu pescoço. Não tem nada mais sedutor que uma mulher gostosa pra caralho respirando no teu pescoço, é algo incrível. Uma das minhas mãos passava por debaixo da bunda dela, eu sentia a buceta dela quente. Deixei ela no chão e abri a caminhonete, coloquei ela no banco de trás. Vi um hematoma leve na bochecha dela e o lábio rachado. Ela tava sentada com o corpo virado pra fora, e eu parado na porta da caminhonete.
Alberto: Essa noite você precisava da minha proteção, mas também precisa de algo mais.
Nossos rostos estavam bem perto. Peguei a nuca dela, mas ela foi mais rápida, colocou as duas mãos no meu pescoço e me beijou. Senti uns sabores estranhos: primeiro o sangue do lábio dela, depois o gim tônica, e, de sobra, o gosto da mina com quem eu tava. Ela parecia querer me devorar, tava louca. Uma das mãos dela foi até minha bunda, apertou e me puxou pra perto dela. Enquanto isso, eu brincava com os peitos dela, apertava e torcia os bicos como se fossem os botões de um rádio velho. A gente se separou ofegante, procurando ar. Ela me deu um tapa na cara bem dado, isso já tava virando costume.
Alberto: Eu não vou te deixar na mão, chefe.
Susana: Vamos ver, seu garanhão de merda, se você sabe fazer alguma coisa direito, ou vou ter que arrumar outro pra me engravidar.
A rua era movimentada, mesmo sendo de noite, e tava bem iluminada. Eu não ia ficar pensando nisso. Empurrei a Susana de leve, ela se deixou cair no banco. Abri bem as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela. Eu já tava tesudo pra caralho, e não sei se toda a situação com os caras ou meu resgate tinha deixado ela ainda mais excitada. Enfiei um dedo no cu dela e outro na buceta enquanto lambia tudo que podia da xota dela — era um vulcão prestes a explodir.
Susana: "Assim, viado, chupa direito, vou te deixar aí até eu cansar." — Ela tava alucinada, puxava meu cabelo e me apertava contra a boceta dela. — "Você achou que podia me controlar? Te falta culhão pra dominar uma mulher como eu." — Entre gemidos, ela não parava de falar.
Muito líquido escorria da buceta dela, eu pegava com os dedos e enfiava mais um no cu dela — já eram três. O clitóris dela tava duro, parecia uma bolinha de aço de rolamento. Eu também tava excitado pra caralho. Me endireitei e parei de chupar a boceta dela, baixei minha calça e liberei minha ferramenta.
Susana: "Que isso? Não viu que eu ia gozar? Quem te deu permissão?"
Não liguei. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela e enfiei até as bolas baterem no rabo dela. Tava bem lubrificada e quente, então entrou perfeito até o fundo.
Susana: "Filho da puta, que grossa que você tem." — Ela ofegava, procurando ar. — "Mais te vale não me deixar na mão."
Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, comecei a meter nela igual um selvagem. Tirava quase tudo, só a cabeça ficava dentro, e enfiava de novo até minhas bolas baterem no cu dela. Levei uma mão e apoiei no púbis dela, com o polegar comecei a acariciar perto do clitóris sem tocar direto, e a outra mão enfiou dois dedos no cu dela.
Susana: "Você é um selvagem, vai me desmontar, me deixou a ponto." — Ela jogava a cabeça pra trás e não parava de gemer. — "Vou gozar."
E teve um orgasmo fortíssimo que praticamente deixou ela inconsciente. Ela continuava com contrações, mas tava apagada. Tirei meus dedos do cu dela e acelerei ao máximo, queria gozar. E gozei — senti meu leite quente dentro dela. Continuei bombando até meu pau parar de cuspir porra. Assim que terminei, subi. as calças, minha chefe ainda estava em um estado de semi-inconsciência, ajeitei ela direitinho no banco. Subi na caminhonete e dirigi, de vez em quando olhava pra ela pelo retrovisor, parecia estar dormindo.
Susana: É a primeira vez que você goza dentro da minha buceta. – disse ela se ajeitando, entre dormindo, bêbada e bem satisfeita.
Alberto: É que eu queria aproveitar o corpaço da minha chefe antes de engravidar ela. – ela deu um sorrisinho, mas nunca abriu os olhos.
Susana: Pervertido.
Chegamos em casa perto das quatro da manhã, carreguei a dona Susana no colo até a cama dela, ela continuava dormindo profundamente. Desci pra cozinha, não conseguia dormir, peguei a carteira que recolhi no beco, e pensei: por que não dar uma lição nos estupradores? Na carteira estava o cartão-chave do quarto do hotel, na real minha primeira impressão estava certa, eram office boys, claro que cretinos e gente ruim tem em todo lugar. Vi que tinha uma foto com os filhos, e a parte onde aparecia a mulher estava cortada, era óbvio que não estavam juntos. Decidi fazer uma visita pra eles, senão a Sra. Susana, quando acordar com uma ressaca dos infernos, não ia gostar que eu só tivesse deixado uns hematomas neles.
Cheguei no hotel, ficava bem longe e era muito pequeno e barato, sentei e observei tudo, a área também não era lá essas coisas. Na parte velha da cidade, cercada de fábricas e alguns estaleiros abandonados. Talvez eu tivesse visto muitos filmes, já tinha bolado um plano pra assustar eles, peguei uma chave de roda cromada da caixa de ferramentas da caminhonete. E não precisei esperar muito, um Renault Sandero parou na rua poucos minutos depois, eles vinham reclamando e putos, tinham passado um tempão procurando a carteira de um deles. Eu coloquei uma jaqueta por cima da chave e só aparecia um pedacinho, com a pouca luz que tinha e a bebedeira deles, esperava que funcionasse. Me aproximei deles e empurrei um, enquanto apontava a chave coberta pela jaqueta.
Alberto: Vocês, vão pra lá. – Apontei um terreno baldio do estaleiro abandonado.
Cara: Senhor, a gente não tem muito dinheiro, podemos dar nossos celulares.
— Dei um chute forte no cu dele e ele obedeceu.
Entramos no terreno, tinha navios velhos, barcos, tudo num estado total de abandono e se deteriorando ao relento. Coloquei eles num lugar que não dava pra ver da rua, a gente pegava a luz dos postes ao redor.
Cara 2: Você é o filho da puta que bateu na gente.
Alberto: Um que pelo menos sabe o que tá falando. — Eles estavam surpresos. — Eu sou o segurança da garota que vocês atacaram. — Não falei qual das duas. — O problema é que vocês atacaram a única filha mulher de um dos chefões da máfia no país, e se eu ligar daqui a pouco pra casa pra contar tudo e disser que só dei uns tapinhas em vocês, eu viro homem morto.
Cara 3: Senhor, a gente errou, tava drogado e o álcool não ajudou nada, nos perdoa, a gente tem família.
Cara 2: A gente tava comemorando meu divórcio. — Quase chorando. — Pelo amor, a gente tem filhos.
Alberto: A pessoa pra quem eu trabalho também tem filhos, mas a única filha mulher dele é a luz dos olhos dele, no mínimo ele vai pedir pra eu matar vocês e cortar as mãos que tocaram na filha dele. — O divorciado tava chorando e pedindo piedade. — Bom, vamos fazer o seguinte: eu quebro os braços de vocês e vocês saem da cidade hoje mesmo. — Também não gostaram.
Coloquei a chave nas minhas costas, um deles viu a chance e tentou me agarrar, foi a pior ideia dele. Fiz uma alavanca no braço dele e girei, o osso estalou num crack quando quebrou.
Alberto: Um a menos, quem é o próximo?
Um tentou correr, mas um chute meu derrubou ele e ele caiu pesado. O que tava ajoelhado mal me viu esticar a mão pra se proteger e crack, só faltava um que saiu correndo, puta que pariu, corria rápido pra caralho e eu tava velho e lento pra isso. Ele subiu num muro e pulou, não percebeu que do outro lado era muito mais baixo e caiu de uns quatro metros, bom, torceu o tornozelo, acho que quebrou um braço ou uma perna. No caso, é a mesma coisa. Subi e tirei uma foto dele se contorcendo de dor. Voltei e os outros dois, ao me verem, se encostaram num barco. Tirei umas fotos dos dois onde dava pra ver bem os membros quebrados deles. Alberto: Quero vocês fora da cidade ou são homens mortos. Levem o amigo de vocês. Vi que um dos dois tava se mijando nas calças, pô, não sabia que eu tinha esse poder, talvez fosse o personagem que eu tinha comido enquanto esperava, ou será que eu realmente tinha mudado. Saí em silêncio, me certifiquei de que não viram de onde eu tinha vindo e entrei na caminhonete que tinha deixado a umas quadras dali. Cheguei em casa daqui a pouco ia amanhecer. Olhei e minha chefe ainda tava dormindo, quando vi ela parecia que tinha um sorriso no rosto ou talvez fosse um jeito de dormir que as lobas tinham, eu não sabia. Deitei na cama da Valentina e fiquei esticado, dormindo que nem uma pedra. Acordei com barulho de metais na cozinha, dei um pulo, é como se eu estivesse de guarda e tivesse pegado no sono, algo imperdoável em qualquer instituição militar. Levantei rápido, tinha dormido vestido. Quando cheguei na cozinha, a Susana tava tentando cozinhar, saía fumaça pra todo lado, uma panela tava fervendo com água e ela tava derramando. Minha chefe não sei o que procurava, mas ficava jogando panelas pra todo lado e do forno saía muita fumaça, eu apaguei todos os fogões, ela me olhava irritada. Tirei da mão dela um pacote de macarrão antes que ela me acertasse na cabeça. Susana: Eu consigo fazer isso sozinha, não preciso de você. Alberto: Calma, Susana, eu sei que você é uma mulher muito capaz e inteligente, mas agora a cozinha tá uma bagunça e a carne tá queimada no forno. — ela olhou na direção da cozinha. — Se me permite, se trocar e a gente for na rua de pedestres que fica a umas quadras e comer lá. — ela me olhou como se estivesse medindo minhas palavras. — Pode fingir que não me conhece e me ignorar ou pode agir como se eu fosse uma pessoa que acabou de conhecer. conversamos animadamente. Ela não disse nada e subiu pra se trocar, porque ainda tava com a minha camiseta que eu tinha tirado no dia anterior. Eu de repente lembrei das fotos que tirei dos caras que tentaram estuprar ela, não sabia se aquilo era traumático pra ela ou não, mas no final me decidi e mandei. Susana desceu e tinha vestido algo parecido com o que usou na viagem: um short jeans e uma camiseta branca justa, óculos escuros e um pouco de maquiagem. A chefa era uma mulher arrebatadora, praticamente podia parar o trânsito. A gente ia andando pela calçada, e uma quadra era de paralelepípedo, então era irregular. As sandálias da Susana tinham um salto pequeno, que fazia ela tropeçar de vez em quando. Ofereci meu braço pra ela se segurar, mas ela recusou. Na segunda vez que quase caiu, agarrou na hora, e assim fomos andando até a rua de pedestres.
Susana: Então você saiu de noite pra caçar esses desgraçados.
Alberto: Era meu dever como seu protetor.
Susana: Protetor uma merda, me bateram e quase me estupraram. Se você não tivesse dado a surra, eu teria contratado alguém pra dar conta.
Alberto: Desculpa, é que cheguei tarde. Quase dormi vendo como você levantava as menininhas que deixavam ela insatisfeita.
Ela parou, abaixou os óculos e me olhou por cima da armação por alguns segundos, depois continuou andando segurando meu braço com um sorriso.
Almoçamos muito animadamente, voltamos na mesma vibe da viagem, falando de tudo um pouco: cultura geral, política, economia. Enquanto comíamos, depois pra continuar a conversa pedimos uns cafés. Quando terminamos, fomos passear olhando vitrines na rua de pedestres. Ela comprou umas pulseiras e brincos numa joalheria, e viu que eu tava olhando um relógio. Pra um trabalhador era caro, pra um riquinho era uma mixaria. Era um Seiko Neo Sports de 400 dólares. Ela comprou pra mim. Fui falar alguma coisa e ela calou minha boca com o dedo.
Susana: É pra você não chegar atrasado pra me resgatar da próxima vez.
A gente continuou passeando mais um pouco e fomos pra Tomar um sorvete, foi o único momento em que vi ela se comportar como menina, aquela mulher adora sorvete. Voltamos já no fim da tarde pra casa no mesmo clima de antes, conversando e ela me segurando pelo braço. Susana, num ato de generosidade, me incluiu no grupo de WhatsApp do Círculo, que se chamava O Círculo, um nome original, também mandou as fotos dos três caras que atacaram ela com a explicação sobre o assunto. Fiquei pensando e acho que eu tinha passado no teste, Susana tinha me aceitado. Antes de voltarmos à noite, a gente transou de novo, igual ao dia anterior, ela tentando se impor e eu não deixando, mas ela ficou satisfeita de sexo. E voltamos pra nossa cidade, depois de um fim de semana bem agitado. Os outros capítulos: Parte 8:http://www.poringa.net/posts/relatos/6137960/Termine-de-criado-de-mi-jefa-8-encule-a-mi-jefa.htmlParte 7:http://www.poringa.net/posts/relatos/6123873/El-criado-de-mi-jefa-7-Primer-intento-de-prenar-a-Clara.htmlParte 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/6115704/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-6.htmlParte 5:http://www.poringa.net/posts/relatos/6108175/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-5.htmlParte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/6100261/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-4.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/6091894/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-3.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/6091885/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-2.htmlParte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/6083789/Termine-de-criado-de-mi-jefa.html
**Cara 1:** Essa puta me mordeu e arranhou. Sua vadia, vou arrebentar seu cu por causa disso.
**Cara 2:** É, mas se apressa que eu também quero me divertir com essa bunda gostosa. Tira ela logo.
O sujeito que tava arrastando a chefe se cansou dela e deu dois tapões que a jogaram no chão. Ali mesmo, rasgou o vestido dela, deixando os peitos dela de fora. Quando a chefe tava se levantando pra encostar ela num contêiner de lixo, deu uma joelhada nas bolas dele. O segundo cara que tava com ela deu um soco que a derrubou. Foi aí que eu agi. Em cima desse último — ele não me viu chegando. Um golpe seco na têmpora derrubou ele e o deixou nocauteado. O que ainda tava segurando as bolas tentou me atacar, mas dois socos na cara dele também o jogaram no chão. O que mais deu trabalho foi o que tava com A guria, assim que se viu livre, saiu correndo. Esse cara deu uns golpes, e eu respondi com uma combinação de chutes, socos e cotoveladas. Ele se deu pior que todos. Peguei uma carteira no chão. Peguei a Susana nos braços e fui até a caminhonete que tava a uma quadra dali, por sorte não cruzamos com ninguém.
Susana: O que você tá fazendo aqui?
Alberto: Protegendo a senhora, chefe.
Ela só encostou a cabeça no meu peito e fechou os olhos.
Enquanto a gente ia pra caminhonete, a Susana respirava no meu pescoço. Não tem nada mais sedutor que uma mulher gostosa pra caralho respirando no teu pescoço, é algo incrível. Uma das minhas mãos passava por debaixo da bunda dela, eu sentia a buceta dela quente. Deixei ela no chão e abri a caminhonete, coloquei ela no banco de trás. Vi um hematoma leve na bochecha dela e o lábio rachado. Ela tava sentada com o corpo virado pra fora, e eu parado na porta da caminhonete.
Alberto: Essa noite você precisava da minha proteção, mas também precisa de algo mais.
Nossos rostos estavam bem perto. Peguei a nuca dela, mas ela foi mais rápida, colocou as duas mãos no meu pescoço e me beijou. Senti uns sabores estranhos: primeiro o sangue do lábio dela, depois o gim tônica, e, de sobra, o gosto da mina com quem eu tava. Ela parecia querer me devorar, tava louca. Uma das mãos dela foi até minha bunda, apertou e me puxou pra perto dela. Enquanto isso, eu brincava com os peitos dela, apertava e torcia os bicos como se fossem os botões de um rádio velho. A gente se separou ofegante, procurando ar. Ela me deu um tapa na cara bem dado, isso já tava virando costume.
Alberto: Eu não vou te deixar na mão, chefe.
Susana: Vamos ver, seu garanhão de merda, se você sabe fazer alguma coisa direito, ou vou ter que arrumar outro pra me engravidar.
A rua era movimentada, mesmo sendo de noite, e tava bem iluminada. Eu não ia ficar pensando nisso. Empurrei a Susana de leve, ela se deixou cair no banco. Abri bem as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela. Eu já tava tesudo pra caralho, e não sei se toda a situação com os caras ou meu resgate tinha deixado ela ainda mais excitada. Enfiei um dedo no cu dela e outro na buceta enquanto lambia tudo que podia da xota dela — era um vulcão prestes a explodir.
Susana: "Assim, viado, chupa direito, vou te deixar aí até eu cansar." — Ela tava alucinada, puxava meu cabelo e me apertava contra a boceta dela. — "Você achou que podia me controlar? Te falta culhão pra dominar uma mulher como eu." — Entre gemidos, ela não parava de falar.
Muito líquido escorria da buceta dela, eu pegava com os dedos e enfiava mais um no cu dela — já eram três. O clitóris dela tava duro, parecia uma bolinha de aço de rolamento. Eu também tava excitado pra caralho. Me endireitei e parei de chupar a boceta dela, baixei minha calça e liberei minha ferramenta.
Susana: "Que isso? Não viu que eu ia gozar? Quem te deu permissão?"
Não liguei. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela e enfiei até as bolas baterem no rabo dela. Tava bem lubrificada e quente, então entrou perfeito até o fundo.
Susana: "Filho da puta, que grossa que você tem." — Ela ofegava, procurando ar. — "Mais te vale não me deixar na mão."
Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, comecei a meter nela igual um selvagem. Tirava quase tudo, só a cabeça ficava dentro, e enfiava de novo até minhas bolas baterem no cu dela. Levei uma mão e apoiei no púbis dela, com o polegar comecei a acariciar perto do clitóris sem tocar direto, e a outra mão enfiou dois dedos no cu dela.
Susana: "Você é um selvagem, vai me desmontar, me deixou a ponto." — Ela jogava a cabeça pra trás e não parava de gemer. — "Vou gozar."
E teve um orgasmo fortíssimo que praticamente deixou ela inconsciente. Ela continuava com contrações, mas tava apagada. Tirei meus dedos do cu dela e acelerei ao máximo, queria gozar. E gozei — senti meu leite quente dentro dela. Continuei bombando até meu pau parar de cuspir porra. Assim que terminei, subi. as calças, minha chefe ainda estava em um estado de semi-inconsciência, ajeitei ela direitinho no banco. Subi na caminhonete e dirigi, de vez em quando olhava pra ela pelo retrovisor, parecia estar dormindo.
Susana: É a primeira vez que você goza dentro da minha buceta. – disse ela se ajeitando, entre dormindo, bêbada e bem satisfeita.
Alberto: É que eu queria aproveitar o corpaço da minha chefe antes de engravidar ela. – ela deu um sorrisinho, mas nunca abriu os olhos.
Susana: Pervertido.
Chegamos em casa perto das quatro da manhã, carreguei a dona Susana no colo até a cama dela, ela continuava dormindo profundamente. Desci pra cozinha, não conseguia dormir, peguei a carteira que recolhi no beco, e pensei: por que não dar uma lição nos estupradores? Na carteira estava o cartão-chave do quarto do hotel, na real minha primeira impressão estava certa, eram office boys, claro que cretinos e gente ruim tem em todo lugar. Vi que tinha uma foto com os filhos, e a parte onde aparecia a mulher estava cortada, era óbvio que não estavam juntos. Decidi fazer uma visita pra eles, senão a Sra. Susana, quando acordar com uma ressaca dos infernos, não ia gostar que eu só tivesse deixado uns hematomas neles.
Cheguei no hotel, ficava bem longe e era muito pequeno e barato, sentei e observei tudo, a área também não era lá essas coisas. Na parte velha da cidade, cercada de fábricas e alguns estaleiros abandonados. Talvez eu tivesse visto muitos filmes, já tinha bolado um plano pra assustar eles, peguei uma chave de roda cromada da caixa de ferramentas da caminhonete. E não precisei esperar muito, um Renault Sandero parou na rua poucos minutos depois, eles vinham reclamando e putos, tinham passado um tempão procurando a carteira de um deles. Eu coloquei uma jaqueta por cima da chave e só aparecia um pedacinho, com a pouca luz que tinha e a bebedeira deles, esperava que funcionasse. Me aproximei deles e empurrei um, enquanto apontava a chave coberta pela jaqueta.
Alberto: Vocês, vão pra lá. – Apontei um terreno baldio do estaleiro abandonado.
Cara: Senhor, a gente não tem muito dinheiro, podemos dar nossos celulares.
— Dei um chute forte no cu dele e ele obedeceu.
Entramos no terreno, tinha navios velhos, barcos, tudo num estado total de abandono e se deteriorando ao relento. Coloquei eles num lugar que não dava pra ver da rua, a gente pegava a luz dos postes ao redor.
Cara 2: Você é o filho da puta que bateu na gente.
Alberto: Um que pelo menos sabe o que tá falando. — Eles estavam surpresos. — Eu sou o segurança da garota que vocês atacaram. — Não falei qual das duas. — O problema é que vocês atacaram a única filha mulher de um dos chefões da máfia no país, e se eu ligar daqui a pouco pra casa pra contar tudo e disser que só dei uns tapinhas em vocês, eu viro homem morto.
Cara 3: Senhor, a gente errou, tava drogado e o álcool não ajudou nada, nos perdoa, a gente tem família.
Cara 2: A gente tava comemorando meu divórcio. — Quase chorando. — Pelo amor, a gente tem filhos.
Alberto: A pessoa pra quem eu trabalho também tem filhos, mas a única filha mulher dele é a luz dos olhos dele, no mínimo ele vai pedir pra eu matar vocês e cortar as mãos que tocaram na filha dele. — O divorciado tava chorando e pedindo piedade. — Bom, vamos fazer o seguinte: eu quebro os braços de vocês e vocês saem da cidade hoje mesmo. — Também não gostaram.
Coloquei a chave nas minhas costas, um deles viu a chance e tentou me agarrar, foi a pior ideia dele. Fiz uma alavanca no braço dele e girei, o osso estalou num crack quando quebrou.
Alberto: Um a menos, quem é o próximo?
Um tentou correr, mas um chute meu derrubou ele e ele caiu pesado. O que tava ajoelhado mal me viu esticar a mão pra se proteger e crack, só faltava um que saiu correndo, puta que pariu, corria rápido pra caralho e eu tava velho e lento pra isso. Ele subiu num muro e pulou, não percebeu que do outro lado era muito mais baixo e caiu de uns quatro metros, bom, torceu o tornozelo, acho que quebrou um braço ou uma perna. No caso, é a mesma coisa. Subi e tirei uma foto dele se contorcendo de dor. Voltei e os outros dois, ao me verem, se encostaram num barco. Tirei umas fotos dos dois onde dava pra ver bem os membros quebrados deles. Alberto: Quero vocês fora da cidade ou são homens mortos. Levem o amigo de vocês. Vi que um dos dois tava se mijando nas calças, pô, não sabia que eu tinha esse poder, talvez fosse o personagem que eu tinha comido enquanto esperava, ou será que eu realmente tinha mudado. Saí em silêncio, me certifiquei de que não viram de onde eu tinha vindo e entrei na caminhonete que tinha deixado a umas quadras dali. Cheguei em casa daqui a pouco ia amanhecer. Olhei e minha chefe ainda tava dormindo, quando vi ela parecia que tinha um sorriso no rosto ou talvez fosse um jeito de dormir que as lobas tinham, eu não sabia. Deitei na cama da Valentina e fiquei esticado, dormindo que nem uma pedra. Acordei com barulho de metais na cozinha, dei um pulo, é como se eu estivesse de guarda e tivesse pegado no sono, algo imperdoável em qualquer instituição militar. Levantei rápido, tinha dormido vestido. Quando cheguei na cozinha, a Susana tava tentando cozinhar, saía fumaça pra todo lado, uma panela tava fervendo com água e ela tava derramando. Minha chefe não sei o que procurava, mas ficava jogando panelas pra todo lado e do forno saía muita fumaça, eu apaguei todos os fogões, ela me olhava irritada. Tirei da mão dela um pacote de macarrão antes que ela me acertasse na cabeça. Susana: Eu consigo fazer isso sozinha, não preciso de você. Alberto: Calma, Susana, eu sei que você é uma mulher muito capaz e inteligente, mas agora a cozinha tá uma bagunça e a carne tá queimada no forno. — ela olhou na direção da cozinha. — Se me permite, se trocar e a gente for na rua de pedestres que fica a umas quadras e comer lá. — ela me olhou como se estivesse medindo minhas palavras. — Pode fingir que não me conhece e me ignorar ou pode agir como se eu fosse uma pessoa que acabou de conhecer. conversamos animadamente. Ela não disse nada e subiu pra se trocar, porque ainda tava com a minha camiseta que eu tinha tirado no dia anterior. Eu de repente lembrei das fotos que tirei dos caras que tentaram estuprar ela, não sabia se aquilo era traumático pra ela ou não, mas no final me decidi e mandei. Susana desceu e tinha vestido algo parecido com o que usou na viagem: um short jeans e uma camiseta branca justa, óculos escuros e um pouco de maquiagem. A chefa era uma mulher arrebatadora, praticamente podia parar o trânsito. A gente ia andando pela calçada, e uma quadra era de paralelepípedo, então era irregular. As sandálias da Susana tinham um salto pequeno, que fazia ela tropeçar de vez em quando. Ofereci meu braço pra ela se segurar, mas ela recusou. Na segunda vez que quase caiu, agarrou na hora, e assim fomos andando até a rua de pedestres.
Susana: Então você saiu de noite pra caçar esses desgraçados.
Alberto: Era meu dever como seu protetor.
Susana: Protetor uma merda, me bateram e quase me estupraram. Se você não tivesse dado a surra, eu teria contratado alguém pra dar conta.
Alberto: Desculpa, é que cheguei tarde. Quase dormi vendo como você levantava as menininhas que deixavam ela insatisfeita.
Ela parou, abaixou os óculos e me olhou por cima da armação por alguns segundos, depois continuou andando segurando meu braço com um sorriso.
Almoçamos muito animadamente, voltamos na mesma vibe da viagem, falando de tudo um pouco: cultura geral, política, economia. Enquanto comíamos, depois pra continuar a conversa pedimos uns cafés. Quando terminamos, fomos passear olhando vitrines na rua de pedestres. Ela comprou umas pulseiras e brincos numa joalheria, e viu que eu tava olhando um relógio. Pra um trabalhador era caro, pra um riquinho era uma mixaria. Era um Seiko Neo Sports de 400 dólares. Ela comprou pra mim. Fui falar alguma coisa e ela calou minha boca com o dedo.
Susana: É pra você não chegar atrasado pra me resgatar da próxima vez.
A gente continuou passeando mais um pouco e fomos pra Tomar um sorvete, foi o único momento em que vi ela se comportar como menina, aquela mulher adora sorvete. Voltamos já no fim da tarde pra casa no mesmo clima de antes, conversando e ela me segurando pelo braço. Susana, num ato de generosidade, me incluiu no grupo de WhatsApp do Círculo, que se chamava O Círculo, um nome original, também mandou as fotos dos três caras que atacaram ela com a explicação sobre o assunto. Fiquei pensando e acho que eu tinha passado no teste, Susana tinha me aceitado. Antes de voltarmos à noite, a gente transou de novo, igual ao dia anterior, ela tentando se impor e eu não deixando, mas ela ficou satisfeita de sexo. E voltamos pra nossa cidade, depois de um fim de semana bem agitado. Os outros capítulos: Parte 8:http://www.poringa.net/posts/relatos/6137960/Termine-de-criado-de-mi-jefa-8-encule-a-mi-jefa.htmlParte 7:http://www.poringa.net/posts/relatos/6123873/El-criado-de-mi-jefa-7-Primer-intento-de-prenar-a-Clara.htmlParte 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/6115704/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-6.htmlParte 5:http://www.poringa.net/posts/relatos/6108175/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-5.htmlParte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/6100261/Termine-de-criado-de-mi-jefa-El-semental-4.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/6091894/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-3.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/6091885/Termine-de-criado-de-mi-jefa-el-semental-2.htmlParte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/6083789/Termine-de-criado-de-mi-jefa.html
1 comentários - Domando minha chefe 9 - Fim do criado