Primer telo con mi sobrino

O primeiro hotel com meu sobrinho. A gente precisava dar um descanso pro country, minha irmã já tava com ciúmes do filhinho passar os fins de semana com a tia. Então comecei a buscar alternativas. Enquanto surgiam opções, decidi levá-lo a um hotel, ele já era maior de idade, só faltava encaixar os horários dele com os meus. Numa quinta-feira, a gente tinha a tarde livre, saí do tribunal com meu uniforme de advogada, fui pegar o carro, mudei o visual e passei pra buscar meu bebê. Uma parada num drive-thru do McDonald's. E fui pro hotel na rua Anchorena. Matias tentava fingir que tinha experiência, mas era tudo novo pra ele. Minha minissaia tinha encolhido ainda mais por estar dobrada na minha bolsa e amassada quando sentei no carro. Peguei ele pelo braço, achei que dava mais segurança e conseguia guiá-lo melhor. Deixei ele explorar o quarto enquanto fui tomar banho e vestir o conjunto sexy. Saí do banheiro e peguei ele vendo um pornô com uma tatuada (não curto tatuagens grandes ou que ocupem muita pele). Ele, já com o cinto desafivelado e o zíper meio pra baixo, dava sinais de que tinha se tocado kkk. Ele foi pro banheiro, sabe que eu gosto da pica limpinha no começo. Aproveitei pra ligar pro tio, meu marido — já explico nossa relação em outro relato — pra ele se masturbar imaginando a gente. Ele apareceu de cueca enquanto eu tirava o sutiã. Naquela época, meus peitos eram dois branquinhos que ele atacava com as mãos, a boca e o olhar, querendo devorar. É a conexão com o corpo feminino dos meninos. Me pendurei no pescoço dele e beijei a boca dele enquanto encostava minha buceta na pica dele, que já tava crescendo. Ele começou a amassar meus peitos, com a brutalidade da inexperiência, doía, mas eu queria que o Matias se soltasse. Não queria colocar limites porque limites travam o aprendizado. Quando a dor aumentou, me ajoelhei e, abaixando a cueca dele, libertei a pica do macho que minha irmã mais velha tinha parido, e chupei ela, venerando. Embora ele ainda tivesse vergonha de me fazer engasgar ou me afogar procurando uma. garganta profunda. Quero te foder, tia, ele me disse me segurando pelos braços como se estivesse me ajudando a levantar. Me levantei, embora quisesse continuar chupando ele, e falei: me fode. Tirei a tanga, me deitei, abri minhas pernas olhando pra ele como quem convida pra me foder de verdade. Ele pegou minhas coxas e eu entendi que queria provar perninhas no ombro, minha pussy depilada não deixava dúvida onde enfiar. Senti ela entrar toda e, com movimentos circulares e empurrando, depois de uns minutos ele perguntou: tiro? Nãooo, meus braços naquela posição não conseguiam abraçá-lo, mas consegui segurá-lo e sentir os jorros do cum dele. Caiu morto ao meu lado, o cum dele misturado com meus fluidos escorrendo da minha pussy — me molha a pussy só de lembrar — é o êxtase. Uns minutos depois, procurei o cock dele em repouso, queria meu orgasmo, e comecei o ritual do boquete. Tá suja — ele disse — com os sucos da vida, falei, e chupei com muita saliva, coloquei ela dura, retinha, então montei e fodi até gozar duas vezes, ele me encheu de novo. Tudo que veio depois foi conversa sobre o segredo dessa relação e outras possibilidades que talvez eu comente em outro relato.

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