Fala, bandido, me chamo Raul. O que vou te contar aconteceu há um tempão e ainda não esqueci, porque foi muito safado o que vi entre minha mãe e minha tia (a irmã dela). Bom, isso foi em 2018. Antes, a gente morava numa casa meio humilde e, atrás da gente, morava minha tia Alexia, de 41 anos, com o marido dela e meus primos. Minha mãe tinha 39 na época e ainda estava com meu pai, e eu era filho único. Minha mãe e minha tia costumavam conversar de longe enquanto limpavam a casa. Às vezes, minha mãe ia na casa dela, e minha tia vinha na da minha mãe. Elas são irmãs, um relacionamento (normal, eu achava) entre irmãs. Meus avós morreram, então sobraram elas e um tio, irmão delas, que eu via muito pouco.
Naquele ano, lá pelo meio, não lembro o mês, acho que agosto, eu não fui estudar naquele dia. O marido da minha tia e meu pai eram caminhoneiros e viajavam sempre nas mesmas datas, voltando depois de duas semanas ou até um mês, deixando minha mãe e minha tia sozinhas. Meus primos estavam estudando, e eu fui o único que ficou. Eu estava me sentindo muito mal naquele dia. Minha mãe fez um chá pra mim e disse que ia na casa da minha tia bater um papo com ela, aproveitando que ela tava sozinha, assim meus primos não atrapalhavam fazendo barulho. Eu falei: "Tá bom, vou dormir mesmo." Lembro que não demorou muito, uns 15 minutos, e eu precisei tomar um remédio, mas não sabia onde estava. Chamei minha mãe várias vezes, e ela parecia não me ouvir. Então, calcei os chinelos e fui na casa da minha tia, que morava atrás da gente.
Quando cheguei, não vi elas conversando do lado de fora, como de costume, e também não vi ninguém pela janela da cozinha. Então, entrei como sempre fazia. Bastaram dois passos pra ouvir gemidos intensos. Eram da minha mãe, reconheci na hora, porque quando ela transava com meu pai, fazia os mesmos gemidos. Tirei os chinelos pra fazer menos barulho e, quando me espiei pela beirada da porta, vi elas. Minha mãe sentada na cama, sem calcinha, sem calça, com a buceta no ar, se tocando nos bicos dos peitos, enquanto minha tia, a própria irmã dela... Eu chupava a buceta dela, minha tia estava ajoelhada também, nua, e chupava a buceta dela, e de vez em quando enfiava o dedo e tal, aí depois se levantaram e começaram a esfregar as bucetas juntas. Era incrível como se beijavam, de língua, sem nojo, pareciam tão sapatão as duas que eu não acreditava que era minha mãe que estava transando. Elas mordiam os lábios e gemiam enquanto aceleravam as bucetas, se esfregando. Chupavam os peitos uma da outra, e minha tia segurava a cabeça da minha mãe para enfiar a língua inteira na buceta dela. Daí a pouco se levantaram de novo e começaram a esfregar as bucetas outra vez até que vi minha tia jorrar um jato da buceta (gozou, resumindo), e depois minha mãe também. Eu me afastei, tão concentradas transando que nem me viram, isso era o pior. Elas falavam que nunca tinham gozado tanto com os próprios maridos. Ouvi mais uns beijos e, quando percebi que vinham para cá, saí correndo e deixei os chinelos de tão idiota que fui, mas cheguei em casa sem ser visto.
Fiquei com medo quando minha mãe chegasse, sabia que tinha deixado os chinelos, então não demorou nem 10 minutos, ela veio ofegante já me perguntando se eu entrei e fiquei. Disse que fui procurá-la para tomar meu remédio e, como não estava, fui embora. Ela repetia se eu tinha visto algo e por que os chinelos estavam lá. Não lembro direito o que inventei, mas ela ficou desconfiada o resto do dia todo, e a toda hora dizia: "certeza que não viu nada, da próxima não entre sem bater na porta". Falei que tudo bem e segui normal. Aquele momento que vi ficou comigo até hoje. Bati punheta a minha adolescência inteira lembrando daquele momento lésbico entre minha mãe e minha tia, que ainda me dá muito tesão e excitação. Hoje em dia não moramos mais lá, então não sei se continuam fazendo isso. Elas disfarçam muito bem na frente de todo mundo e parece até que nunca transaram entre si. Aquele momento nunca vou esquecer, e acho que minha mãe sabe que eu vi. Vi ela porque, com o tempo, ela mesma decidiu se separar do meu pai pra que eu não pudesse ter contato com ele e contar o que vi. Essa foi minha confissão, bandido. Te conto o que vi naquele dia com meus próprios olhos. É incrível cada confissão que li no seu perfil e queria compartilhar a minha. Valeu. Se curtiu essa confissão, dá 10 pontos!
Naquele ano, lá pelo meio, não lembro o mês, acho que agosto, eu não fui estudar naquele dia. O marido da minha tia e meu pai eram caminhoneiros e viajavam sempre nas mesmas datas, voltando depois de duas semanas ou até um mês, deixando minha mãe e minha tia sozinhas. Meus primos estavam estudando, e eu fui o único que ficou. Eu estava me sentindo muito mal naquele dia. Minha mãe fez um chá pra mim e disse que ia na casa da minha tia bater um papo com ela, aproveitando que ela tava sozinha, assim meus primos não atrapalhavam fazendo barulho. Eu falei: "Tá bom, vou dormir mesmo." Lembro que não demorou muito, uns 15 minutos, e eu precisei tomar um remédio, mas não sabia onde estava. Chamei minha mãe várias vezes, e ela parecia não me ouvir. Então, calcei os chinelos e fui na casa da minha tia, que morava atrás da gente.
Quando cheguei, não vi elas conversando do lado de fora, como de costume, e também não vi ninguém pela janela da cozinha. Então, entrei como sempre fazia. Bastaram dois passos pra ouvir gemidos intensos. Eram da minha mãe, reconheci na hora, porque quando ela transava com meu pai, fazia os mesmos gemidos. Tirei os chinelos pra fazer menos barulho e, quando me espiei pela beirada da porta, vi elas. Minha mãe sentada na cama, sem calcinha, sem calça, com a buceta no ar, se tocando nos bicos dos peitos, enquanto minha tia, a própria irmã dela... Eu chupava a buceta dela, minha tia estava ajoelhada também, nua, e chupava a buceta dela, e de vez em quando enfiava o dedo e tal, aí depois se levantaram e começaram a esfregar as bucetas juntas. Era incrível como se beijavam, de língua, sem nojo, pareciam tão sapatão as duas que eu não acreditava que era minha mãe que estava transando. Elas mordiam os lábios e gemiam enquanto aceleravam as bucetas, se esfregando. Chupavam os peitos uma da outra, e minha tia segurava a cabeça da minha mãe para enfiar a língua inteira na buceta dela. Daí a pouco se levantaram de novo e começaram a esfregar as bucetas outra vez até que vi minha tia jorrar um jato da buceta (gozou, resumindo), e depois minha mãe também. Eu me afastei, tão concentradas transando que nem me viram, isso era o pior. Elas falavam que nunca tinham gozado tanto com os próprios maridos. Ouvi mais uns beijos e, quando percebi que vinham para cá, saí correndo e deixei os chinelos de tão idiota que fui, mas cheguei em casa sem ser visto.
Fiquei com medo quando minha mãe chegasse, sabia que tinha deixado os chinelos, então não demorou nem 10 minutos, ela veio ofegante já me perguntando se eu entrei e fiquei. Disse que fui procurá-la para tomar meu remédio e, como não estava, fui embora. Ela repetia se eu tinha visto algo e por que os chinelos estavam lá. Não lembro direito o que inventei, mas ela ficou desconfiada o resto do dia todo, e a toda hora dizia: "certeza que não viu nada, da próxima não entre sem bater na porta". Falei que tudo bem e segui normal. Aquele momento que vi ficou comigo até hoje. Bati punheta a minha adolescência inteira lembrando daquele momento lésbico entre minha mãe e minha tia, que ainda me dá muito tesão e excitação. Hoje em dia não moramos mais lá, então não sei se continuam fazendo isso. Elas disfarçam muito bem na frente de todo mundo e parece até que nunca transaram entre si. Aquele momento nunca vou esquecer, e acho que minha mãe sabe que eu vi. Vi ela porque, com o tempo, ela mesma decidiu se separar do meu pai pra que eu não pudesse ter contato com ele e contar o que vi. Essa foi minha confissão, bandido. Te conto o que vi naquele dia com meus próprios olhos. É incrível cada confissão que li no seu perfil e queria compartilhar a minha. Valeu. Se curtiu essa confissão, dá 10 pontos!
1 comentários - Vi a mi mamá y a mi tía chupandose las conchas (confesion)