Cheguei pra morar com meu tio Leonardo em Lima aos 16 anos, tava com os hormônios a mil e, sem querer, uma das culpadas era minha tia Mercedes, que todo mundo chamava de Meche carinhosamente. Ela tinha uma bunda deliciosa, e meu tio era o sortudo que pegava ela toda noite.
Meu tio Leonardo trabalhava como encarregado de obra na construção civil e, ultimamente, ele viajava pro interior do país por causa do serviço. Depois de várias semanas, ele voltava pra casa. Minha tia sofria demais com a ausência dele, sem ter ele na cama, e o jeito que ela arrumava pra aliviar um pouco o tesão era tomar banho toda noite com água bem gelada antes de deitar.
Ela respeitava muito meu tio, já que mesmo assim nunca foi infiel a ele, e oportunidades não faltaram, mas era uma boa esposa. Só que meu tio me pediu pra cuidar dela mesmo assim, com tanto lobo solto por aí que, quando ela passava, ficavam olhando pra bunda dela.
Então, na ausência do meu tio, ela usava roupas discretas e largas, tentando esconder seus encantos de mulher até dentro de casa, porque em algumas ocasiões ela viu minhas ereções matinais quando a gente se esbarrava na porta do banheiro por acaso e sabia que tinha agora um adolescente por perto com a libido a mil. Então, ela era muito séria e rígida comigo, e por mais vontade que eu tivesse dela, também tinha muito respeito. Quando as primas dela chegaram de viagem a Lima, ela ficou muito feliz, fazia um tempão que não as via, e elas tinham vindo para os 80 anos da tia dela, e toda a família iria para o aniversário... ... ela não era de sair sozinha para festas, ainda mais sem o marido, mas foi tanta insistência das primas que ela aceitou ir com elas, e para ela não se sentir mal, ligaram para o marido dela. — Alô, Leonardo... oi, primo, hoje à noite é o aniversário da tia Consuelo, que pena que você não está aqui em Lima para nos acompanhar. Minha prima Meche vai com a gente, não estamos pedindo permissão... hahaha, além disso, não se preocupa, vai ser só família. Meu tio me ligou para dizer que eu também fosse ao aniversário e não perdesse ela de vista. Depois, elas foram fazer compras e depois ao salão de beleza para já ficarem prontas para a noite. Quando foram se trocar, minha tia Meche não se sentia confortável com a roupa que as primas tinham comprado para ela e dizia que não estava acostumada a usar aquela vestimenta. — Mas, Meche, você parece uma velha, se fica bem em você, e se não acredita em mim, pergunta pro seu sobrinho o que ele acha! E as primas tinham toda a razão, aquela minissaia vermelha marcava o corpo dela, destacando o quadril e a bunda, ela estava espetacular, e eu falei a verdade. E fomos os quatro para o aniversário. Lá estava toda a família, ela parecia feliz, eu de longe observava ela. Tinha dança e muito álcool. A festa transcorreu sem problemas, e quando vi que ela estava meio bêbada, já era hora de voltar para casa. Então, um primo com a esposa, que também já estavam indo embora do aniversário, se ofereceu para... nos levar de volta.
Quando ele chegou, ficou no carro dele e, com a esposa dele, me ajudou a chegar até a porta. Quando já... estava indo embora, minha tia sentiu vontade de vomitar — era a falta de costume dela em beber. Levamos ela ao banheiro, depois a levamos para a cama dela, e a prima dela a cobriu com um lençol. — De vez em quando dá uma olhada nela, não vá querer vomitar de novo. Cuida dela, já vou indo, é muito tarde... Eu também estava cansado, tinha dançado e bebido um pouco a pedido dos primos dela, então fui tomar um banho pra depois ir dormir. Quando saí e estava indo pro meu quarto, senti ela me chamando. Fui rápido e, de novo, no banheiro, ela estava vomitando. Segurá-la por trás pra ela ficar em pé perto da pia fez a bunda dela esfregar na minha pélvis. E, pela pressa de ir ajudar, eu só tinha a toalha amarrada na cintura, era a única coisa que me cobria. Foi inevitável: meu pau ficou duro. O corpo dela se mexia com os ânsias pra expulsar todo o licor que tinha bebido naquela noite, e eu não podia soltá-la, senão ela caía no chão. Ela, dentro da bebedeira que estava, sentiu meu pau se encaixar no meio das nádegas dela e se mexeu, como se tentasse se soltar, e a única coisa que conseguiu foi derrubar a toalha. Agora sim, meu pau esfregava mais forte. — Me solta... hic... lembra que sou sua tia... hic... também lembra da promessa que fez ao seu tio de cuidar de mim! Isso me fez voltar à realidade. Meu tio era muito bom comigo, e eu não podia falhar com ele. Do jeito que deu, coloquei a toalha de volta e afastei meu... corpo do dela. Quando parecia que ela tinha expelido todo o licor do organismo, levei ela pra cama e fui descansar. Mas não conseguia, lembrei como meu pau ficou no meio daquele rabão dela. De novo, ela me chamava e reclamava de como ainda se sentia mal. Agora deitada na cama, a minissaia dela tinha subido e mostrava os glúteos bem formados. Não aguentei mais, e minha mão acariciou as pernas dela, e fui subindo. até chegar na sua fio dental, que já estava molhadinha.
-! Não.. continua.. tira a mão daí.. por favor.. Eu fiz ouvidos moucos ao pedido dela porque ela abriu as pernas pra minha mão poder tocar melhor, uma coisa era o que ela dizia e outra o que o corpo dela pedia, meus dedos acariciavam a buceta dela fazendo minha tia Meche começar a soltar gemidos, era o tesão dela se revelando.
-! Ahh... mm... nãooo... continua nãoo... ai... ai... ohh... ohhh... ¡ -Tia, cê gosta do jeito que minha mão toca você ou eu paro? Ela não respondeu, só gemia e mordia os lábios quando sentiu que cheguei no clitóris dela e comecei a me mexer, e não parei até sentir minha mão molhada pelos fluidos dela quando ela gozou. Ela tinha curtido e só então falou alguma coisa, fraca. -! Volta pro seu quarto.. ¡ -! Não é justo, tia, agora é minha vez de aproveitar e não se preocupa que não vou contar nada pro meu tio.. ¡ Ajeitei ela, puxei a calcinha fio dental dela pro lado e coloquei meu pau no meio da bunda dela, fui enfiando até ter tudo dentro da buceta dela... quente e antes que ela se arrependesse, comecei a meter e ela dizia que NÃO.. mas deixava eu continuar enfiando e tirando meu pau dela.
- Ahh... mm... não continua... que a gente não pode fazer isso com o teu tio...
- Tia, sempre gostei dessa sua bunda e você tá precisando de uma rola que te satisfaça esses dias. Além disso, meu tio me pediu pra cuidar de você dos homens de fora, e é isso que tô fazendo. Ninguém vai te tocar, só eu... Uuuh, que delícia... mm... Agora coloquei um travesseiro debaixo da barriga dela pra deixar na posição de quatro. Essa bunda gostosa da minha tia era minha estreia, e agora era minha vez de aproveitar como ela merecia, aquela raba deliciosa. Metia com força às vezes, depois diminuía o ritmo das penetrações e virava pra perguntar de novo.
— Tia, cê gosta do jeito que eu meto meu pau inteirinho na sua buceta..?
— Ahhh... não pergunta o que já tá na cara... ohh... ohhh... sim, eu gosto...
A recatada e fiel esposa do meu tio já tava gemendo como se tivesse possuída cada vez que era penetrada pelo sobrinho. E de novo o corpo dela começou a tremer e ela teve outro orgasmo. Segundos depois, eu explodi de prazer e enchi a buceta dela toda com meu esperma, soltando um grito de guerra forte.
— Aggg... Isso... assim... tia Meche... tira toda minha porra agora... ohh...
Depois fiquei olhando pra aquela buceta tão gostosa e quente que tinha me feito debutar aos meus 16 anos. E essa era minha tia Meche, de 42 anos. Deixei ela lá na cama dela pra descansar de vez. Amanhã a gente via o que fazer com o que tinha rolado...
No dia seguinte, ao abrir os olhos e ver minha ereção matinal se levantando triunfante debaixo dos lençóis, muito mais forte que nos outros dias porque hoje era diferente — finalmente tinha realizado o que tantas vezes sonhei: tocar suas nádegas perfeitas e enfiar meu dedo na buceta dela, mexendo até fazer minha tia gritar e ter um orgasmo com aquilo. Depois, conseguir que ela me deixasse meter o pau inteiro naquela xota quente e gostosa, fazendo minha estreia com uma mulher.
Eu agora estava com sentimentos confusos: feliz por um lado, por saber como era delicioso gozar dentro de uma buceta, e apavorado por outro, ao perceber a gravidade do que fiz e como me deixei levar por um momento de tesão. Ficava preocupado se contaria tudo pro meu tio Leonardo, que chegava hoje à tarde — o que fiz na cama dele, agora que ela já não estava mais sob efeito do álcool e mais calma.
Levantei, tomei um banho e fui pra cozinha. Lá estava ela. Não me disse nada na hora, e isso me deixou ainda mais nervoso. Ela me serviu o café da manhã e depois foi rápido pro quarto dela. Fui pra escola e, na volta, não queria chegar em casa, então fiquei andando pelas ruas com várias ideias na cabeça, rodando sem parar, até que meu tio me ligou.
— Sobrinho, cadê você? Por que você está demorando tanto pra chegar? Já estamos te esperando pra almoçar... Isso me deu uma tranquilidade por enquanto, parecia que minha tia ainda não tinha contado nada pra ele... Meche. Quando meu tio chegou, me abraçou e disse que estava feliz de voltar pra casa com a família. Minha tia me serviu a comida, me olhou de canto e sentou pra almoçar todo mundo junto. Quando tive a oportunidade de ficar a sós com minha tia, agradeci por ela não ter contado nada pro meu tio e pedi perdão por ter faltado com o respeito naquela noite. Falei que estava muito arrependido e que nunca mais ia acontecer de novo. Ela não respondeu, porque ainda estava muito puta comigo. Então, não insisti mais no assunto e me dei por satisfeito. Meu tio ficou em casa por uma semana, como era a rotina dele, e depois viajou de novo. Durante esse tempo, ela se vestia como sempre, com roupas largas e discretas, do jeito que ela gostava, pra sair pra fazer compras e em casa, pra ninguém além do marido ver o corpo dela. Quando ele viajou de novo, me ligou no celular — eu ainda tava na escola — e me pediu pra cuidar da mulher dele.
Nos outros dias da semana, ela continuava séria e agora mais distante de mim do que antes. Quando chegou o sábado, levantei rápido e fui ao banheiro pra mijar, e tinha que passar pela porta do quarto da minha tia pra chegar lá. A porta dela sempre ficava fechada, então me chamou muito a atenção ver ela completamente aberta agora. Com todo cuidado, espiei por curiosidade, achando que minha tia já tinha acordado e ido fazer compras. E quando a vi, fiquei paralisado de susto com a cena: lá estava ela de novo, deitada na cama de costas, dormindo, com uma... saia curta que mostrava as pernas e aquela bunda que eu tanto gostava. Imediatamente o pau ficou duro, quase entrei, mas lembrei que ela não tinha contado nada pro meu tio e não quis abusar da sorte, já que uma segunda vez ela contaria. Então fui pro banheiro e me masturbei pensando nela.
O dia inteiro ela continuava na mesma comigo, mal me dirigia a palavra, só o básico. Mas a roupa dela era diferente agora: usava aquele vestido curto que, a cada passo que dava, dava pra ver como aquela bunda se mexia. E piorava quando ela se abaixava pra limpar a sala. Tava muito gostosa assim. Pra não pecar, melhor fui pro meu quarto.
Mas no domingo seguinte, fui ao banheiro e aconteceu a mesma coisa: agora a porta estava totalmente aberta e ela deitada na cama, mas agora sem nenhuma roupa, mostrando aquela bunda gostosa pra caralho. A primeira vez até podia ser que ela não fechou direito a porta e ela abriu, mas na segunda já não era possível, ainda mais agora ela sem roupa nenhuma.
Tudo indicava que ela tinha adorado sentir meu pau na buceta dela, mas não se atrevia a pedir abertamente agora, e tava me provocando toda. Então entrei no quarto dela e fui me aproximando da minha tia, e minhas mãos tocavam com muita safadeza as nádegas dela. Ela não se mexia e muito menos falava nada. Minha língua percorria toda a racha do cuzinho dela até chegar na vulva, e eu devorava aquela buceta com... ... muita vontade. Ela ficava imóvel, mas depois de uns minutos não aguentou mais segurar os gemidos, e o quarto se encheu das exclamações de prazer dela. - Hum... mm... hum... mm... Ah, sim, eu quero tudooo... ahh... ahh... Já não tinha mais dúvida: minha tia Meche tinha provado meu pau e amado. Tirei a cueca. Naquela noite que comi ela pela primeira vez, não consegui fazer muitas posições com medo de que ela acordasse, então ajeitei ela, coloquei as pernas dela nos meus ombros, apontei meu pau pra boceta dela e fui enfiando devagar. Depois, entrava e saía mais rápido, e via os peitos dela balançando no mesmo ritmo que eu tava metendo.
- Ahhh... uuhh que delíciaa.. ahh.. Foram várias as posições que agora minha tia Meche aceitava fazer sem reclamar, a buceta dela já estava acostumada ao tamanho e comprimento do meu pau, já pra finalizar minha posição preferida era a de quatro, ali minha tia Meche ia receber meu gozo pela segunda vez.
E as nalgas dela eram grandes e bem formadas, pareciam que davam pulinhos de alegria cada vez que ela recebia meu pau na buceta dela, já não tinha mais frescura e metia com tudo nela, que na frente do marido parecia tão sossegada e no fundo era uma puta gostosa e adorava dar pro sobrinho.
-! Aí vai seu leitinho, tia Mechita, tão gostoso e quente como você gosta, já vem... ohh... ohh...! (Este conto pertence a O Sobrinho em Relatos-Eroticos-Club-X)
Meu tio Leonardo trabalhava como encarregado de obra na construção civil e, ultimamente, ele viajava pro interior do país por causa do serviço. Depois de várias semanas, ele voltava pra casa. Minha tia sofria demais com a ausência dele, sem ter ele na cama, e o jeito que ela arrumava pra aliviar um pouco o tesão era tomar banho toda noite com água bem gelada antes de deitar.
Ela respeitava muito meu tio, já que mesmo assim nunca foi infiel a ele, e oportunidades não faltaram, mas era uma boa esposa. Só que meu tio me pediu pra cuidar dela mesmo assim, com tanto lobo solto por aí que, quando ela passava, ficavam olhando pra bunda dela.
Então, na ausência do meu tio, ela usava roupas discretas e largas, tentando esconder seus encantos de mulher até dentro de casa, porque em algumas ocasiões ela viu minhas ereções matinais quando a gente se esbarrava na porta do banheiro por acaso e sabia que tinha agora um adolescente por perto com a libido a mil. Então, ela era muito séria e rígida comigo, e por mais vontade que eu tivesse dela, também tinha muito respeito. Quando as primas dela chegaram de viagem a Lima, ela ficou muito feliz, fazia um tempão que não as via, e elas tinham vindo para os 80 anos da tia dela, e toda a família iria para o aniversário... ... ela não era de sair sozinha para festas, ainda mais sem o marido, mas foi tanta insistência das primas que ela aceitou ir com elas, e para ela não se sentir mal, ligaram para o marido dela. — Alô, Leonardo... oi, primo, hoje à noite é o aniversário da tia Consuelo, que pena que você não está aqui em Lima para nos acompanhar. Minha prima Meche vai com a gente, não estamos pedindo permissão... hahaha, além disso, não se preocupa, vai ser só família. Meu tio me ligou para dizer que eu também fosse ao aniversário e não perdesse ela de vista. Depois, elas foram fazer compras e depois ao salão de beleza para já ficarem prontas para a noite. Quando foram se trocar, minha tia Meche não se sentia confortável com a roupa que as primas tinham comprado para ela e dizia que não estava acostumada a usar aquela vestimenta. — Mas, Meche, você parece uma velha, se fica bem em você, e se não acredita em mim, pergunta pro seu sobrinho o que ele acha! E as primas tinham toda a razão, aquela minissaia vermelha marcava o corpo dela, destacando o quadril e a bunda, ela estava espetacular, e eu falei a verdade. E fomos os quatro para o aniversário. Lá estava toda a família, ela parecia feliz, eu de longe observava ela. Tinha dança e muito álcool. A festa transcorreu sem problemas, e quando vi que ela estava meio bêbada, já era hora de voltar para casa. Então, um primo com a esposa, que também já estavam indo embora do aniversário, se ofereceu para... nos levar de volta.
Quando ele chegou, ficou no carro dele e, com a esposa dele, me ajudou a chegar até a porta. Quando já... estava indo embora, minha tia sentiu vontade de vomitar — era a falta de costume dela em beber. Levamos ela ao banheiro, depois a levamos para a cama dela, e a prima dela a cobriu com um lençol. — De vez em quando dá uma olhada nela, não vá querer vomitar de novo. Cuida dela, já vou indo, é muito tarde... Eu também estava cansado, tinha dançado e bebido um pouco a pedido dos primos dela, então fui tomar um banho pra depois ir dormir. Quando saí e estava indo pro meu quarto, senti ela me chamando. Fui rápido e, de novo, no banheiro, ela estava vomitando. Segurá-la por trás pra ela ficar em pé perto da pia fez a bunda dela esfregar na minha pélvis. E, pela pressa de ir ajudar, eu só tinha a toalha amarrada na cintura, era a única coisa que me cobria. Foi inevitável: meu pau ficou duro. O corpo dela se mexia com os ânsias pra expulsar todo o licor que tinha bebido naquela noite, e eu não podia soltá-la, senão ela caía no chão. Ela, dentro da bebedeira que estava, sentiu meu pau se encaixar no meio das nádegas dela e se mexeu, como se tentasse se soltar, e a única coisa que conseguiu foi derrubar a toalha. Agora sim, meu pau esfregava mais forte. — Me solta... hic... lembra que sou sua tia... hic... também lembra da promessa que fez ao seu tio de cuidar de mim! Isso me fez voltar à realidade. Meu tio era muito bom comigo, e eu não podia falhar com ele. Do jeito que deu, coloquei a toalha de volta e afastei meu... corpo do dela. Quando parecia que ela tinha expelido todo o licor do organismo, levei ela pra cama e fui descansar. Mas não conseguia, lembrei como meu pau ficou no meio daquele rabão dela. De novo, ela me chamava e reclamava de como ainda se sentia mal. Agora deitada na cama, a minissaia dela tinha subido e mostrava os glúteos bem formados. Não aguentei mais, e minha mão acariciou as pernas dela, e fui subindo. até chegar na sua fio dental, que já estava molhadinha.
-! Não.. continua.. tira a mão daí.. por favor.. Eu fiz ouvidos moucos ao pedido dela porque ela abriu as pernas pra minha mão poder tocar melhor, uma coisa era o que ela dizia e outra o que o corpo dela pedia, meus dedos acariciavam a buceta dela fazendo minha tia Meche começar a soltar gemidos, era o tesão dela se revelando.
-! Ahh... mm... nãooo... continua nãoo... ai... ai... ohh... ohhh... ¡ -Tia, cê gosta do jeito que minha mão toca você ou eu paro? Ela não respondeu, só gemia e mordia os lábios quando sentiu que cheguei no clitóris dela e comecei a me mexer, e não parei até sentir minha mão molhada pelos fluidos dela quando ela gozou. Ela tinha curtido e só então falou alguma coisa, fraca. -! Volta pro seu quarto.. ¡ -! Não é justo, tia, agora é minha vez de aproveitar e não se preocupa que não vou contar nada pro meu tio.. ¡ Ajeitei ela, puxei a calcinha fio dental dela pro lado e coloquei meu pau no meio da bunda dela, fui enfiando até ter tudo dentro da buceta dela... quente e antes que ela se arrependesse, comecei a meter e ela dizia que NÃO.. mas deixava eu continuar enfiando e tirando meu pau dela.
- Ahh... mm... não continua... que a gente não pode fazer isso com o teu tio... - Tia, sempre gostei dessa sua bunda e você tá precisando de uma rola que te satisfaça esses dias. Além disso, meu tio me pediu pra cuidar de você dos homens de fora, e é isso que tô fazendo. Ninguém vai te tocar, só eu... Uuuh, que delícia... mm... Agora coloquei um travesseiro debaixo da barriga dela pra deixar na posição de quatro. Essa bunda gostosa da minha tia era minha estreia, e agora era minha vez de aproveitar como ela merecia, aquela raba deliciosa. Metia com força às vezes, depois diminuía o ritmo das penetrações e virava pra perguntar de novo.
— Tia, cê gosta do jeito que eu meto meu pau inteirinho na sua buceta..? — Ahhh... não pergunta o que já tá na cara... ohh... ohhh... sim, eu gosto...
A recatada e fiel esposa do meu tio já tava gemendo como se tivesse possuída cada vez que era penetrada pelo sobrinho. E de novo o corpo dela começou a tremer e ela teve outro orgasmo. Segundos depois, eu explodi de prazer e enchi a buceta dela toda com meu esperma, soltando um grito de guerra forte.
— Aggg... Isso... assim... tia Meche... tira toda minha porra agora... ohh...
Depois fiquei olhando pra aquela buceta tão gostosa e quente que tinha me feito debutar aos meus 16 anos. E essa era minha tia Meche, de 42 anos. Deixei ela lá na cama dela pra descansar de vez. Amanhã a gente via o que fazer com o que tinha rolado...
No dia seguinte, ao abrir os olhos e ver minha ereção matinal se levantando triunfante debaixo dos lençóis, muito mais forte que nos outros dias porque hoje era diferente — finalmente tinha realizado o que tantas vezes sonhei: tocar suas nádegas perfeitas e enfiar meu dedo na buceta dela, mexendo até fazer minha tia gritar e ter um orgasmo com aquilo. Depois, conseguir que ela me deixasse meter o pau inteiro naquela xota quente e gostosa, fazendo minha estreia com uma mulher.Eu agora estava com sentimentos confusos: feliz por um lado, por saber como era delicioso gozar dentro de uma buceta, e apavorado por outro, ao perceber a gravidade do que fiz e como me deixei levar por um momento de tesão. Ficava preocupado se contaria tudo pro meu tio Leonardo, que chegava hoje à tarde — o que fiz na cama dele, agora que ela já não estava mais sob efeito do álcool e mais calma.
Levantei, tomei um banho e fui pra cozinha. Lá estava ela. Não me disse nada na hora, e isso me deixou ainda mais nervoso. Ela me serviu o café da manhã e depois foi rápido pro quarto dela. Fui pra escola e, na volta, não queria chegar em casa, então fiquei andando pelas ruas com várias ideias na cabeça, rodando sem parar, até que meu tio me ligou.
— Sobrinho, cadê você? Por que você está demorando tanto pra chegar? Já estamos te esperando pra almoçar... Isso me deu uma tranquilidade por enquanto, parecia que minha tia ainda não tinha contado nada pra ele... Meche. Quando meu tio chegou, me abraçou e disse que estava feliz de voltar pra casa com a família. Minha tia me serviu a comida, me olhou de canto e sentou pra almoçar todo mundo junto. Quando tive a oportunidade de ficar a sós com minha tia, agradeci por ela não ter contado nada pro meu tio e pedi perdão por ter faltado com o respeito naquela noite. Falei que estava muito arrependido e que nunca mais ia acontecer de novo. Ela não respondeu, porque ainda estava muito puta comigo. Então, não insisti mais no assunto e me dei por satisfeito. Meu tio ficou em casa por uma semana, como era a rotina dele, e depois viajou de novo. Durante esse tempo, ela se vestia como sempre, com roupas largas e discretas, do jeito que ela gostava, pra sair pra fazer compras e em casa, pra ninguém além do marido ver o corpo dela. Quando ele viajou de novo, me ligou no celular — eu ainda tava na escola — e me pediu pra cuidar da mulher dele.
Nos outros dias da semana, ela continuava séria e agora mais distante de mim do que antes. Quando chegou o sábado, levantei rápido e fui ao banheiro pra mijar, e tinha que passar pela porta do quarto da minha tia pra chegar lá. A porta dela sempre ficava fechada, então me chamou muito a atenção ver ela completamente aberta agora. Com todo cuidado, espiei por curiosidade, achando que minha tia já tinha acordado e ido fazer compras. E quando a vi, fiquei paralisado de susto com a cena: lá estava ela de novo, deitada na cama de costas, dormindo, com uma... saia curta que mostrava as pernas e aquela bunda que eu tanto gostava. Imediatamente o pau ficou duro, quase entrei, mas lembrei que ela não tinha contado nada pro meu tio e não quis abusar da sorte, já que uma segunda vez ela contaria. Então fui pro banheiro e me masturbei pensando nela.
O dia inteiro ela continuava na mesma comigo, mal me dirigia a palavra, só o básico. Mas a roupa dela era diferente agora: usava aquele vestido curto que, a cada passo que dava, dava pra ver como aquela bunda se mexia. E piorava quando ela se abaixava pra limpar a sala. Tava muito gostosa assim. Pra não pecar, melhor fui pro meu quarto.
Mas no domingo seguinte, fui ao banheiro e aconteceu a mesma coisa: agora a porta estava totalmente aberta e ela deitada na cama, mas agora sem nenhuma roupa, mostrando aquela bunda gostosa pra caralho. A primeira vez até podia ser que ela não fechou direito a porta e ela abriu, mas na segunda já não era possível, ainda mais agora ela sem roupa nenhuma.
Tudo indicava que ela tinha adorado sentir meu pau na buceta dela, mas não se atrevia a pedir abertamente agora, e tava me provocando toda. Então entrei no quarto dela e fui me aproximando da minha tia, e minhas mãos tocavam com muita safadeza as nádegas dela. Ela não se mexia e muito menos falava nada. Minha língua percorria toda a racha do cuzinho dela até chegar na vulva, e eu devorava aquela buceta com... ... muita vontade. Ela ficava imóvel, mas depois de uns minutos não aguentou mais segurar os gemidos, e o quarto se encheu das exclamações de prazer dela. - Hum... mm... hum... mm... Ah, sim, eu quero tudooo... ahh... ahh... Já não tinha mais dúvida: minha tia Meche tinha provado meu pau e amado. Tirei a cueca. Naquela noite que comi ela pela primeira vez, não consegui fazer muitas posições com medo de que ela acordasse, então ajeitei ela, coloquei as pernas dela nos meus ombros, apontei meu pau pra boceta dela e fui enfiando devagar. Depois, entrava e saía mais rápido, e via os peitos dela balançando no mesmo ritmo que eu tava metendo.
- Ahhh... uuhh que delíciaa.. ahh.. Foram várias as posições que agora minha tia Meche aceitava fazer sem reclamar, a buceta dela já estava acostumada ao tamanho e comprimento do meu pau, já pra finalizar minha posição preferida era a de quatro, ali minha tia Meche ia receber meu gozo pela segunda vez.
E as nalgas dela eram grandes e bem formadas, pareciam que davam pulinhos de alegria cada vez que ela recebia meu pau na buceta dela, já não tinha mais frescura e metia com tudo nela, que na frente do marido parecia tão sossegada e no fundo era uma puta gostosa e adorava dar pro sobrinho.
-! Aí vai seu leitinho, tia Mechita, tão gostoso e quente como você gosta, já vem... ohh... ohh...! (Este conto pertence a O Sobrinho em Relatos-Eroticos-Club-X)
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