A necessidade tem cara de corno 2

assim continua essa história


Espero que vocês curtam.


Às vezes ser corno tem seus benefícios.


e outras vezes não




espero seus comentários












Saí da casa da Alicia e comecei a andar, precisava arrumar algum trampo. Não parava de pensar na Ana e no Carlos, tinha certeza que ele ia voltar pra casa de novo. A pica dele pela Ana não ia parar até arrebentar a buceta dela. Ficava imaginando como ele ia fazer aquilo e essa ideia não saía da minha cabeça, por isso não podia voltar cedo. Precisava dar tempo pra eles. Depois de andar muito, tomei uma cerveja com a grana que o Carlos tinha deixado pra Ana. Pelo menos por enquanto não ia faltar nada em casa. Meus chifres valiam a pena e, pra ser sincero, ter eles era o que menos me incomodava. Naquele momento, não parava de pensar na Ana: será que ela tava gostando? Tinha certeza que sim. Fazia meses que a gente não transava por causa dos problemas, e agora com o Carlos era como se ela tivesse a revanche dela. Mesmo sem muito conforto — a casa de madeira e chapa não ajudava —, eu imaginava a Ana sendo destruída pelo Carlos, e isso fazia meu pau ficar duro e me excitava mais do que ter comido a puta peituda da Alicia. Isso aumentava meu ego a ponto de achar que ser corno tinha grandes vantagens. Tanto tempo querendo comer aquela peituda, e graças aos meus chifres finalmente consegui o que tanto queria. Chegou a hora de voltar pra casa. Só esperava que o Carlos tivesse visitado a Ana e deixado mais uma grana. Quando cheguei, a Ana estava só de roupão. Isso já bastava pra saber que o Carlos tinha voltado.


Ana, amor, vai lá na pizzaria, pedi meia dúzia de empadas. Toma, paga elas, aqui tá a grana. Assim eu aproveito e tomo um banho, já deixei a água na panela, tá quentinha. Vai, pra gente comer, tô com fome.


Percebi que o Carlos tinha acabado de ir embora, obedeci e fui buscar as empadas pensando em como meu colega de trabalho tinha comido ela. Voltei e coloquei as empadas na mesa. Ana saiu do banheiro, só de calcinha e sutiã.


Não me fala nada, o Carlos chegou.


Ana, se ela bebeu e trouxe o Alejandro, você não tem ideia da tarde que eu tive.


O filho da puta trouxe o jumento? Por isso que você tá assim, meu céu, com certeza te matei com essa pica.


ana sim, amor, a verdade é que foi foda, parece que minha bunda é muito desejada pelos seus colegas


e pelo que vejo, você se divertiu pra caralho, não foi?


ana, bebê gostoso, pra ser sincero, eu gostei muito de você, ale é foda demais, não é qualquer gatinha que aguenta um pau desse tamanho


me conta tudo, céu


Ana, ah sim, bebê, tô vendo que te excita muito ser corno, olha como você tá, gostoso, pena que só vai poder bater uma porque hoje à noite não dá, aqueles dois me deixaram cheia de leite, amor, mas valeu a pena, agora a gente tem grana, bebê, mas primeiro me conta como foi com a Alicia.


Tirei todas as minhas vontades, a puta tava mais gostosa que o diabo, você não faz ideia de como eu comi ela, até o cu ela deu sem problemas.


Ana já sabia, meu bem. Desde que contei como você me comia, ela ficou obcecada em te ter na cama dela. Você sabe que ela e o Carlos estão separados? Moram debaixo do mesmo teto, mas nem se falam. Sabe quem come ela todo dia? O dono do mercadinho. Ele é viúvo, mas pelo que soube, até os filhos dele já comeram ela. Ela é devota de pica. Ele sustenta ela, e ela não liga de ser a putinha dele.


Com razão que ela tava com a buceta tão arrombada. Agora me conta tudo, quem foi o primeiro?


Ana, love. O primeiro foi o Carlos. Ele me comeu e o Ale ficou olhando. Olha, o Carlos é muito intenso, tem que aguentar o pau dele, não é fácil, te juro. Mesmo que o seu seja um pouco maior, o Carlos fode como um deus. Te falo a verdade, ele me deixa louca, me faz gozar igual a uma puta. Mas assim que terminei, eu já estava cheia e o Ale me pegou desse jeito. Ele tava muito tesudo, meteu com tudo, mesmo eu não querendo mais. Te juro que ele me matou. Ele me deixou toda arrombada, destruiu minha pussy do jeito que quis e até me fez limpar o pau dele pra me comer de novo. Por sorte, ele não insistiu muito em me comer o cu. Ele me prometeu que ia me dar o que eu quisesse se eu desse pra ele. Semana que vem ele recebe a quinzena, igual o Carlos. Acho que vou ter que dar pra eles, bebê. Quer saber a verdade? Hoje eu não dei só porque ia perder dinheiro, mas você não sabe a vontade que eu tava de ficar toda arrebentada e você me encontrar assim.


Ei, bebê, você não sabe o quanto me faz feliz. Agora eu percebo que, dos três, sou o pior: te como e sou o que menos te dá prazer.


ana, se você bebe, se não fosse pela sua pica, você seria um fracasso


assim fomos dormir, os lençóis tinham um cheiro estranho, percebi que eram os mesmos lençóis onde a ana tinha transado com meus colegas de trabalho, dormir sobre os fluidos deles, não consegui parar de pensar na trepada que minha namorada tinha levado, aguentar a pica do alejandro no cu com certeza ia partir ela ao meio, a coitada ia ficar mancando e por uma semana ia ter dificuldade pra sentar, não sei por que mas isso me excitava pra caralho e comecei a pensar por que a ana gostava tanto de ser destruída? será que ela gozava tanto assim com ser arrebentada? devia ser delicioso pra ela senão não desejaria tanto, no outro dia de manhã, tomamos café da manhã


Ana, bebê, ontem a Andrea me falou que precisa de um encanador. A torneira da cozinha não tá saindo água. Você consegue fazer esse trampo e se dá bem com ele?


não é uma má ideia, vou dar uma olhada nela daqui a pouco


Ana, mas cobra dele, bebê. Olha que a puta dela me ganha.


no final, todas são putas no bairro?


Ana, tem bebê, por grana todas somos putas, meu bem. Não tô dizendo pra não comer ela, só tô falando pra trazer grana também, porque mesmo que a gente tenha agora, amanhã a gente não sabe.


E aí, como você tá? Ainda tá dolorida?


Ana não bebe, tô muito tarada, mal posso esperar pra receber o pagamento.


Pela grana que tu pode receber ou por finalmente entregar a buceta pra eles.


Ana, sério que você quer saber a verdade?


sim, meu amor, sério mesmo, quero saber


Ana, você quer saber como é a sensação de levar uma Booty? Isso só dá pra saber quando você entrega, e vou te falar a verdade, tô doida pra eles arrebentarem toda a minha, olha como eu tô molhada esperando isso acontecer. Se você quer tanto saber, devia entregar também.


Sério que você quer me transformar em viado?


Ana, bom, já falta pouco, já é cuck, meu bem, e acho que você adora isso, me diz a verdade: não ia gostar de ver seus amiguinhos me comendo?


adoraria


Mais uma vez, você adora me ver dando pra outros, talvez até possa me ajudar.


Melhor eu ir ver a Adriana pra trazer uma grana.


Ana e com certeza também te tira a quentura.


cheguei na casa da adriana com minha caixa de ferramentas


Adriana, que sorte, Oscar. Vem, entra, não precisa ter medo que eu não mordo.


A Adriana tava com um vestido bem soltinho, a gordinha era uma gostosa e assim ela me mostrou a xereca que não abria. Ela se virou de frente pra ela e quando se inclinou, o rabo dela ficou empinadão. Aproveitei a situação e me enfiei atrás dela, apertando a bunda dela contra a pia com meu pau que tava explodindo de tão duro.


adriana aiiii, viu, não abre, ahhhh ahhhh com isso cê abre mesmo, muito bemnnnn ahhh ahhhh, paraaaa, como a ana tinha razãooo ahhh ahhh siiiim, não para


enquanto ela me dizia isso, eu já brincava com os peitos dela, que tinha tirado sem problema de dentro do vestido de puta dela.


Adriana, para, para, paraaaaa ahhh ahhhhh


Adriana, de repente, se virou e se ajoelhou na frente da minha pica. Em um segundo, minha pica já tava na boca dela. Ela tava chupando minha pica com gosto, até que eu levantei ela e joguei em cima da mesa.


adriana, abre essa buceta pra mim, quero ela dentro, não posso perder essa pica, ahhh ahhhh ahhhh


Eu tava comendo ela com tudo, e ela gozava igual uma gata no cio. Toda molhadinha, tirei da pussy e, pra surpresa dela, enfiei no cu.


Adriana  aiiiiii filho da puuuuta tá rasgando minha bucetaaa tira, tira daíiiii aiiii aiiii aaaaaah aaaaaah


já tava metendo a pica na bunda da gorda puta, foi tão fácil que tava muito concentrado arrombando o cu dela que nem percebi que o nestor (o filho dela) tava olhando eu comendo a mãe dele até que ouvi eles


Nestor  rasga ela, rasga ela toda, sua puta.


O cara tá com o pau na mão, eu olhei pra ele e, com a tesão que tava, falei.


Vem, me dá uma mão, com certeza uma rola só não dá conta pra ela.
 
Nestor não hesitou, enfiou o pau na cara da mãe dele, ela, com a putaria que tava, engoliu inteiro. Ver o filho chupando o pau dela me deixou ainda mais excitado, tirei ele do cu dela e falei pra irmos pra cama. Adriana tava tão molhada, não tinha gozado ainda, que não pensou duas vezes. Nós dois levamos ela, e enquanto eu metia de novo no cu dela, o Nestor meteu na buceta, assim, entre os dois, ela explodiu em orgasmo atrás de orgasmo. Foi uma loucura sentir ela gemer e reclamar ao mesmo tempo. A real é que quando eu gozei, deixei ela com o Nestor pra ele continuar comendo ela enquanto eu fui consertar a torneira. Era uma besteira, não levei mais de quinze minutos. Guardei todas as ferramentas enquanto o Nestor continuava comendo a velha dele. Naquele momento, pensei no pobre do Ernesto, o cuck perfeito, até o próprio filho fazia ele de corno. Peguei a bolsa da Adriana, cobrei pelo meu trabalho, claro com um belo desconto, e saí da casa dela pensando no cara que ainda tava comendo ela. Voltei pra casa e contei tudo pra Ana enquanto entregava o dinheiro.

3 comentários - A necessidade tem cara de corno 2

Wow tremenda la historia, al menos siempre hay una puta disponible en el barrio para que cojas y no andes en sequía 😅😁👍
mientras el cornudo contento que la cojas por dos pesos
Como se va dando esta nueva hostoria.....ya se viene la quincena!!! Ana esta lista para recibir dinero