Isso que vou contar, uma amiga me contou no fim de semana. A real é que contei sobre o site pela metade e falei que precisava que me contassem umas histórias porque as minhas, sinceramente, são meio sem graça.
Quando isso aconteceu, minha amiga Carla tinha 25, hoje tem 32, igual a mim. Ela morava na casa com a mãe, que tinha se separado fazia pouco tempo. A mãe dela na época tinha 46, uma coroa comum da quebrada, batalhadora, não muito preocupada com o corpo, mas com umas curvas boas e uma bunda gostosa que, na minha opinião, ela mantém até hoje.
A mãe, que vamos chamar de Gladys, tinha começado a sair com um cara de idade parecida com a dela e estava super feliz. Minha amiga estava toda contente porque via a mãe feliz e também porque isso fazia com que ela não precisasse mais ficar dependendo de estar em casa pra não deixar a mãe sozinha num fim de semana ou quando fosse. Logo começaram a namorar e, num piscar de olhos, Gladys perguntou pra Carla se ela topava o Adriano, o namorado dela, vir morar junto. Adriano, um cara alto, barrigudo, sem nenhum atributo físico, muito simpático e extrovertido, isso sim, o tempo todo fazendo piada.
Carla, no começo, ficou feliz em ter uma presença masculina em casa, até porque ele podia ajudar com dinheiro, já que viviam com o básico. Adriano trabalhava como maquinista numa fábrica (nunca soubemos bem do quê) com horários variados, o que dificultava um pouco a questão de barulho e tal em casa.
Tudo ia bem, Adriano se comportava de maneira muito gentil e correta. Só tinha olhos pra Gladys.
Uma noite, Adriano chegou depois da meia-noite. Carla não tava dormindo porque estava estudando no quarto dela. Adriano chegou, pegou algo na geladeira sem perceber que Carla ainda estava acordada, e foi se deitar. Carla ouvia que, assim que ele chegou no quarto, eles conversaram baixinho com a mãe dela, não deu importância, até que, pelo silêncio da casa, ela escutou:
G: A Carli tá aqui, Negão, hoje não!!!
A: Ela tá dormindo, amor, rapidinho e sem fazer barulho.
G: Não, negão, amanhã, fala sério, você sabe que não. Existem os rapines.
De repente, ela não ouviu mais nada. Carla se concentrou nos estudos de novo até começar a ouvir gemidos, primeiro suaves e depois cada vez mais fortes. Era óbvio o que estava rolando no quarto ao lado, Gladys e Adrian estavam transando. Foi a primeira vez que Carla os ouviu.
Carla tentou se concentrar novamente nos estudos, mas o som vindo do quarto da mãe não deixava ela prestar atenção, os gemidos da mãe ficavam cada vez mais altos, mesmo ela se esforçando pra segurar, e aquele aplauso característico de quando um homem pega uma mulher de quatro. "Plaf plaf plaf". O que chamava a atenção de Carla não era o fato da mãe estar transando, ela achava meio cringe, mas sim o tempo que durou a parada toda, umas 1h20/1h30.
Dava pra perceber que no começo Gladys e Adrian tentavam transar só quando a Carla não tava em casa, aproveitando os horários alternados do Adrian e que a Carla passava o dia todo fora entre faculdade e trampo.
Uma manhã a Carla voltou cedo depois de uma prova, já que não tinha aula como de costume. Entrou em casa sem saber se tinha alguém ou não, na real ela nem acompanhava mais os horários de ninguém. Quando entrou, viu tudo quieto, como se não tivesse ninguém. Não olhou pro quarto da mãe porque a porta tava fechada, e como o carro não estava, achou que o Adrian tava trabalhando. Tomou um banho e vestiu uma regata que, segundo me falaram, mal cobria os peitos dela. Carla é uma garota baixinha, com muito busto, mas o corpo é bem parecido com o da mãe, meio cheinha. Foi arrumar a casa, colocou o fone e no mundinho dela limpava e organizava, achando que tava sozinha. Carla levanta a vista como se sentisse uma presença e vê que na porta do quarto da mãe estava o Adrian, completamente pelado. O susto foi tão grande pros dois que ninguém soube como reagir. Carla por estar quase de peito de fora e o Adrian por estar nu.
Os dois se Pedirem desculpas porque não sabiam que ela estava lá. Adrian entrou no quarto e vestiu um short, e Carla só foi colocar um sutiã.
A: Desculpa, magrela. Achei que tava sozinho e como tava calor, gosto de dormir assim.
C: Eu também achei que tava sozinha, não costumo andar de lingerie pela casa. Desculpa, desculpa.
A: É sua casa, pode andar como quiser. Contanto que sua mãe aprove.
C: E pra você, mamãe aprova ficar pelado? Kkkk
A: Não seja otária, achei que tava sozinho, você nunca tá aqui nesse horário.
C: Então quer dizer que sempre que não tô, você fica pelado?
A: Nããão, sua tonta... sempre tomo cuidado, mas geralmente como você não tá, saio do banho pelado, se ninguém me vê.
C: Ah, okok! De boa. Vamos deixar isso aqui como se não tivesse acontecido nada, senão vai dar confusão e a mamãe pode levar a mal, né? O que você acha?
A: Acho ótimo, magrela. Além do mais, não vimos nada, né?
C: Quase nada, eu pelo menos tava vestida.
A: Sério, você me viu? Que vergonha, puta merda... mil desculpas, magrela! Sério, foi sem querer.
C: Vi um pouco sim, mas fica tranquilo. Morre aqui, Pepi (é como chamam ele). (Carla se sentia meio estranha, não sabia se era tesão ou se tava enchendo o saco dele, decide avançar mais um pouco). Ela fala: - Mas era difícil de esconder, hein kkkk.
Adrian, surpreso com o comentário e se fazendo de sonso, pergunta sutilmente por quê, e Carla responde:
C: Nããão, por nada, por nada kkkk.
A: Fala, sua burra, sabe que tá tudo bem.
C: Nããão, porque aí a gente vai se foder e não dá.
A: Morre aqui igual ao acidente. Juro.
C: (Carla, entre vergonha e sem entender pra onde tava indo) Bom, digamos que agora entendo os gritos da mamãe quando vocês tão transando.
A: Kkkkk filha da puta... Você nos ouviu? Quando? Se a gente sempre faz quando você não tá.
C: Uma noite eu ouvi, tava estudando em silêncio. Mas digamos que não consegui estudar muito kkk.
A: Desculpa, que vergonha! Não sei o que você ouviu, mas que vergonha.
C: Kkkk de boa. Gosto de ver a mamãe feliz. E agora entendo o porquê kkkk.
A: Não me faz feliz a Marian (tava falando do Mariano, o namorado que a Carla tinha na época)?
C: meh… ele é muito bocó e naquela outra parada, digamos que não bota muita fé
A: ah, entendo, mas com o tempo, se vocês forem se conhecendo, vão chegar em sensações melhores, ninguém nasce sabendo, mesma coisa pra você… não critica ele, se não gosta de algo, ensina ou mostra
C: pode ser, mas eu também queria que me fizessem conhecer outras sensações! Kkk
A: neguinha, não me faz isso, pelo amor, te peço!! Não quero causar treta, sabe que amo sua mãe e não queria sacanear ela, mas não me provoca
C: kkkk! Não, não vamos fazer merda, Pe! Vamos parar por aqui!
A: por favor, valeu! Não acha que não quero, é que não devo, ok?
Ahhh e outra coisa, se você fica confortável andando vestida como tava agora, pra mim sem problema. Além disso, é sua casa e queria que você continuasse se sentindo à vontade como antes
C: Bom, obrigada! Você também, quase nunca tô aqui e se às vezes por causa do calor você fica pelado, não tem problema
A: Sério, não te incomoda? Também não é como se você nunca tivesse visto uma, kkkk
C: Não, não tem problema, sério! E sendo sincera, desse tamanho nunca vi, só fiquei com o Marian e ele não tem assim
A: Bom então, se não te incomoda (abaixa a calça e a cueca e fica completamente pelado)! Certeza, né? Não quero confusão depois
Carla ficou surpresa, o tamanho da pica do Adrian era ainda maior do que ela lembrava naquele flash que tiveram. Tentava manter o olhar no rosto do Adrian, mas ele parecia exibir a vara enorme na frente dela, se sentindo poderoso, como farejando a necessidade da Carla de uma boa foda. Carla corada, com uma mistura de vergonha, tesão, arrependimento.
Atônita e confusa, olha pra ele, baixa a vista, fica olhando pro pau dele por uns segundos, grande e grosso, pelo que deu pra ver parecia uma garrafa de coca pequena de comprido, volta a olhar pra ele e faz o gesto de fechar a boca com a mão. E continua arrumando as coisas, tentando não deixar os pensamentos invadirem ela. Naquele dia não rolou mais nada, Adrian andou pela casa com o membro semi ereto, exultante, sabendo que tinha a mãe na mão e que a filha, mais cedo ou mais tarde, ia cair.
2ª parte em breve!
Quando isso aconteceu, minha amiga Carla tinha 25, hoje tem 32, igual a mim. Ela morava na casa com a mãe, que tinha se separado fazia pouco tempo. A mãe dela na época tinha 46, uma coroa comum da quebrada, batalhadora, não muito preocupada com o corpo, mas com umas curvas boas e uma bunda gostosa que, na minha opinião, ela mantém até hoje.
A mãe, que vamos chamar de Gladys, tinha começado a sair com um cara de idade parecida com a dela e estava super feliz. Minha amiga estava toda contente porque via a mãe feliz e também porque isso fazia com que ela não precisasse mais ficar dependendo de estar em casa pra não deixar a mãe sozinha num fim de semana ou quando fosse. Logo começaram a namorar e, num piscar de olhos, Gladys perguntou pra Carla se ela topava o Adriano, o namorado dela, vir morar junto. Adriano, um cara alto, barrigudo, sem nenhum atributo físico, muito simpático e extrovertido, isso sim, o tempo todo fazendo piada.
Carla, no começo, ficou feliz em ter uma presença masculina em casa, até porque ele podia ajudar com dinheiro, já que viviam com o básico. Adriano trabalhava como maquinista numa fábrica (nunca soubemos bem do quê) com horários variados, o que dificultava um pouco a questão de barulho e tal em casa.
Tudo ia bem, Adriano se comportava de maneira muito gentil e correta. Só tinha olhos pra Gladys.
Uma noite, Adriano chegou depois da meia-noite. Carla não tava dormindo porque estava estudando no quarto dela. Adriano chegou, pegou algo na geladeira sem perceber que Carla ainda estava acordada, e foi se deitar. Carla ouvia que, assim que ele chegou no quarto, eles conversaram baixinho com a mãe dela, não deu importância, até que, pelo silêncio da casa, ela escutou:
G: A Carli tá aqui, Negão, hoje não!!!
A: Ela tá dormindo, amor, rapidinho e sem fazer barulho.
G: Não, negão, amanhã, fala sério, você sabe que não. Existem os rapines.
De repente, ela não ouviu mais nada. Carla se concentrou nos estudos de novo até começar a ouvir gemidos, primeiro suaves e depois cada vez mais fortes. Era óbvio o que estava rolando no quarto ao lado, Gladys e Adrian estavam transando. Foi a primeira vez que Carla os ouviu.
Carla tentou se concentrar novamente nos estudos, mas o som vindo do quarto da mãe não deixava ela prestar atenção, os gemidos da mãe ficavam cada vez mais altos, mesmo ela se esforçando pra segurar, e aquele aplauso característico de quando um homem pega uma mulher de quatro. "Plaf plaf plaf". O que chamava a atenção de Carla não era o fato da mãe estar transando, ela achava meio cringe, mas sim o tempo que durou a parada toda, umas 1h20/1h30.
Dava pra perceber que no começo Gladys e Adrian tentavam transar só quando a Carla não tava em casa, aproveitando os horários alternados do Adrian e que a Carla passava o dia todo fora entre faculdade e trampo.
Uma manhã a Carla voltou cedo depois de uma prova, já que não tinha aula como de costume. Entrou em casa sem saber se tinha alguém ou não, na real ela nem acompanhava mais os horários de ninguém. Quando entrou, viu tudo quieto, como se não tivesse ninguém. Não olhou pro quarto da mãe porque a porta tava fechada, e como o carro não estava, achou que o Adrian tava trabalhando. Tomou um banho e vestiu uma regata que, segundo me falaram, mal cobria os peitos dela. Carla é uma garota baixinha, com muito busto, mas o corpo é bem parecido com o da mãe, meio cheinha. Foi arrumar a casa, colocou o fone e no mundinho dela limpava e organizava, achando que tava sozinha. Carla levanta a vista como se sentisse uma presença e vê que na porta do quarto da mãe estava o Adrian, completamente pelado. O susto foi tão grande pros dois que ninguém soube como reagir. Carla por estar quase de peito de fora e o Adrian por estar nu.
Os dois se Pedirem desculpas porque não sabiam que ela estava lá. Adrian entrou no quarto e vestiu um short, e Carla só foi colocar um sutiã.
A: Desculpa, magrela. Achei que tava sozinho e como tava calor, gosto de dormir assim.
C: Eu também achei que tava sozinha, não costumo andar de lingerie pela casa. Desculpa, desculpa.
A: É sua casa, pode andar como quiser. Contanto que sua mãe aprove.
C: E pra você, mamãe aprova ficar pelado? Kkkk
A: Não seja otária, achei que tava sozinho, você nunca tá aqui nesse horário.
C: Então quer dizer que sempre que não tô, você fica pelado?
A: Nããão, sua tonta... sempre tomo cuidado, mas geralmente como você não tá, saio do banho pelado, se ninguém me vê.
C: Ah, okok! De boa. Vamos deixar isso aqui como se não tivesse acontecido nada, senão vai dar confusão e a mamãe pode levar a mal, né? O que você acha?
A: Acho ótimo, magrela. Além do mais, não vimos nada, né?
C: Quase nada, eu pelo menos tava vestida.
A: Sério, você me viu? Que vergonha, puta merda... mil desculpas, magrela! Sério, foi sem querer.
C: Vi um pouco sim, mas fica tranquilo. Morre aqui, Pepi (é como chamam ele). (Carla se sentia meio estranha, não sabia se era tesão ou se tava enchendo o saco dele, decide avançar mais um pouco). Ela fala: - Mas era difícil de esconder, hein kkkk.
Adrian, surpreso com o comentário e se fazendo de sonso, pergunta sutilmente por quê, e Carla responde:
C: Nããão, por nada, por nada kkkk.
A: Fala, sua burra, sabe que tá tudo bem.
C: Nããão, porque aí a gente vai se foder e não dá.
A: Morre aqui igual ao acidente. Juro.
C: (Carla, entre vergonha e sem entender pra onde tava indo) Bom, digamos que agora entendo os gritos da mamãe quando vocês tão transando.
A: Kkkkk filha da puta... Você nos ouviu? Quando? Se a gente sempre faz quando você não tá.
C: Uma noite eu ouvi, tava estudando em silêncio. Mas digamos que não consegui estudar muito kkk.
A: Desculpa, que vergonha! Não sei o que você ouviu, mas que vergonha.
C: Kkkk de boa. Gosto de ver a mamãe feliz. E agora entendo o porquê kkkk.
A: Não me faz feliz a Marian (tava falando do Mariano, o namorado que a Carla tinha na época)?
C: meh… ele é muito bocó e naquela outra parada, digamos que não bota muita fé
A: ah, entendo, mas com o tempo, se vocês forem se conhecendo, vão chegar em sensações melhores, ninguém nasce sabendo, mesma coisa pra você… não critica ele, se não gosta de algo, ensina ou mostra
C: pode ser, mas eu também queria que me fizessem conhecer outras sensações! Kkk
A: neguinha, não me faz isso, pelo amor, te peço!! Não quero causar treta, sabe que amo sua mãe e não queria sacanear ela, mas não me provoca
C: kkkk! Não, não vamos fazer merda, Pe! Vamos parar por aqui!
A: por favor, valeu! Não acha que não quero, é que não devo, ok?
Ahhh e outra coisa, se você fica confortável andando vestida como tava agora, pra mim sem problema. Além disso, é sua casa e queria que você continuasse se sentindo à vontade como antes
C: Bom, obrigada! Você também, quase nunca tô aqui e se às vezes por causa do calor você fica pelado, não tem problema
A: Sério, não te incomoda? Também não é como se você nunca tivesse visto uma, kkkk
C: Não, não tem problema, sério! E sendo sincera, desse tamanho nunca vi, só fiquei com o Marian e ele não tem assim
A: Bom então, se não te incomoda (abaixa a calça e a cueca e fica completamente pelado)! Certeza, né? Não quero confusão depois
Carla ficou surpresa, o tamanho da pica do Adrian era ainda maior do que ela lembrava naquele flash que tiveram. Tentava manter o olhar no rosto do Adrian, mas ele parecia exibir a vara enorme na frente dela, se sentindo poderoso, como farejando a necessidade da Carla de uma boa foda. Carla corada, com uma mistura de vergonha, tesão, arrependimento.
Atônita e confusa, olha pra ele, baixa a vista, fica olhando pro pau dele por uns segundos, grande e grosso, pelo que deu pra ver parecia uma garrafa de coca pequena de comprido, volta a olhar pra ele e faz o gesto de fechar a boca com a mão. E continua arrumando as coisas, tentando não deixar os pensamentos invadirem ela. Naquele dia não rolou mais nada, Adrian andou pela casa com o membro semi ereto, exultante, sabendo que tinha a mãe na mão e que a filha, mais cedo ou mais tarde, ia cair.
2ª parte em breve!
20 comentários - Adrian, o namorado da minha mãe! (relato da Carla)